Archive for 04/12/11



Artista: VA
Álbum: Download to Donate. Tsunami Relief
Lançamento: 2011
Gênero: Alternative Rock, Pop, Drum&Bass
N° de Faixas: 14
Duração: 60 min
Qualidade: MP3 | 320 kbps
Tamanho: 136 mb


Tracklist:
01. The Red Jumpsuit Apparatus – 21 and Up
02. Angels & Airwaves – Hallucinations
03. B’z – Home
04. Hoobastank – Running Away (Acoustic)
05. Sara Bareilles – Song for a Soldier
06. Flyleaf – How He Loves (Live)
07. Staind – Right Here (Live)
08. Slash – Starlight (feat. Myles Kennedy) (Live)
09. Counting Crows – Colorblind (Live)
10. Plain White T’s – Rhythm of Love (Live)
11. Elliott Yamin – Self Control
12. Pendulum – Witchcraft
13. Enrique Iglesias – Addicted (The Scumfrog Remix)
14. Linkin Park – Issho Ni


Apresentação do rapper norte-americano será a primeira dele no Brasil.
Shows estão marcados para o mesmo dia de Coldplay, Frejat e Skank.




O rapper Jay-Z (Foto: AP)O rapper Jay-Z, que virá ao Rock in Rio (Foto: AP)
O rapper Jay-Z e a banda mexicana Maná foram confirmados como atrações internacionais do Rock in Rio, que vai reunir astros da música mundial em dois finais de semana, em setembro e outubro, no Rio de Janeiro. Ambos se apresentam no dia 1º de outubro.
Jay-Z, que já ganhou 13 prêmios Grammy, faz sua estreia nos palcos brasileiros durante o festival. O rapper norte-americano é um dos mais bem-sucedidos artistas de hip hop do país e já contabiliza mais de 50 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. Ele é casado com a cantora Beyoncé.
A banda mexicana Maná apresentará seu repertório que mistura rock, pop e ritmos latinos em faixas como "Vivir sin aire", trilha sonora da novela "Mulheres apaixonadas" (2003). O grupo tem três prêmios Grammy no currículo, além de cinco estatuetas do Grammy Latino.
Jay-Z e Maná dividirão o Palco Mundo com a banda inglesa Coldplay e os brasileiros Frejat e Skank.
A quarta edição do festival vai acontecer nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 1 e 2 de outubro de 2011, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca. Entre as atrações do Palco Mundo estão Guns N' Roses, Elton John, Metallica, Red Hot Chili Peppers, Katy Perry, Shakira e Coldplay.
Já o Palco Sunset será dedicado a encontros entre diferentes artistas como Milton Nascimento e Esperanza Spalding; Tiê e Jorge Drexler; e Angra e Tarja Turunen (ex-Nightwish). O cantor Mike Patton (Faith No More, Fantômas) apresentará canções de seu disco "Mondo cane" (2010) escudado pela Orquestra Sinfônica de Heliópolis.
A venda de ingressos para o Rock in Rio será aberta para o público no dia 7 de maio. A entrada para cada dia do evento custa R$ 190 (inteira) e R$ 95 (meia-entrada). Elas podem ser compradas pela internet e por postos de venda que serão divulgados em breve.
via G1


Grupo de pop rock dos anos 80 abre turnê nesta terça em Porto Alegre. Vocalista sueca venceu tumor no cérebro e voltou a se apresentar em 2010.




Roxette em duas fases: no final da década 1980 e hoje, 20 anos depois (Foto: Divulgação)
Roxette em duas fases: no final da década 1980 e hoje, 20 anos depois (Foto: Divulgação)


Em meio à onda de revivals de bandas que fizeram sucesso no final dos anos 80 e começo dos 90, umas das mais marcantes e surpreendentes foi a do Roxette. A dupla sueca, que vendeu mais de 75 milhões de álbuns ao redor do mundo desde que “It must have been love” ecoou na trilha sonora de “Uma linda mulher” (1988), voltou aos palcos em 2010, oito anos depois da vocalista Marie Fredriksson ser diagnosticada com um tumor maligno no cérebro.

“É um milagre! Os médicos falaram na época que ela tinha somente 20% de chances de sobreviver. Se você me perguntasse há quatro ou cinco anos se uma reunião nossa aconteceria eu diria que era impossível”, admite por telefone, ao G1, o guitarrista Per Gessle, a voz masculina do Roxette e compositor de vários hits do duo, como “How do you do”, “The look”, “Listen to your heart” e “Spending my time”.
Os médicos falaram na época que ela tinha somente 20% de chances de sobreviver"
Per Gessle
A partir desta terça-feira (12) os dois iniciam uma série de shows no Brasil e passam por Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. É a primeira turnê mundial da dupla desde "Crash! Boom! Bang!", que aconteceu entre 1994 e 1995.
“Estamos fazendo ótimos shows. Marie é uma fantástica cantora, é impressionante vê-la hoje nos palcos”, comenta Gessle.

O giro pelo mundo começou no final de fevereiro e é fruto de “Charm school”, nono álbum de estúdio lançado neste ano. O disco é puro Roxette, ou seja, traz baladas de encharcar o travesseiro misturadas com pop rock dançante de letras simples e divertidas.
“Temos uma identidade sonora muito forte, então quando eu e Marie sentamos com o [produtor] Clarence Öfweman logo pensamos em fazer um álbum clássico do Roxette, que soasse como uma continuação de ‘Joyride’ (1991)”, explica.

“Sempre tivemos sucessos escrevendo nossas próprias canções e tendo o mesmo produtor. Nunca precisamos de um grande nome americano ou britânico por trás. Hoje, tudo soa a mesma coisa, as rádios só tocam um único estilo. Não tenho mais 20 anos, mas quando cresci nos anos 70 havia uma enorme variedade musical nas paradas”, cutuca.
Roxette no palco, versão 2011 (Foto: AFP)Roxette ao vivo, versão 2011 (Foto: AFP)
Segundo Gessle, o processo de criação do trabalho começou após a participação de Marie numa turnê europeia que ele fazia sozinho, com o sugestivo nome de “The man of Roxette”. Ao convidar a antiga colega para participar de um festival europeu, Gessle diz que presenciou um dos momentos mais emocionantes de sua vida.

“A recepção do público foi memorável. Na hora ela quis voltar [com o Roxette]”, recorda. “O período em que ela lidou com o câncer foi complicado, especialmente porque nossas famílias são amigas. E ela sempre quis sobreviver, teve até meses após a cirugia e o tratamento em que não conseguia falar... Logo depois do show ela perguntou se eu não podia escrever novas músicas. Disse um ‘claro’ na hora”, ri.

Canções de karaokê
O guitarrista afirma que o álbum e a turnê são uma forma de agradecer aos fãs antigos da dupla “pelo carinho de mais de duas décadas”. Mas isso não significa que o Roxette não esteja interessado em novos ouvintes. Para atrair o público mais jovem, os suecos lançaram um aplicativo para iPhone e iPad: um karaokê portátil, que permite ao ouvinte cantar um sucesso do grupo onde e quando quiser.

“Somos abençoados pelo fato de nossas músicas tocarem tantas pessoas. Sempre soubemos o quanto elas eram populares em karaokês, então quando veio a ideia do aplicativo dissemos ‘ótimo, vamos em frente’”, brinca. “O momento atual é muito diferente de quando começamos. Tenho 52 anos, amo LPs, mas baixar músicas na internet ou usar o [software musical] Spotify... essas coisas não são para mim”, admite.

“Mas sou aberto: a nova tecnologia ajuda muito a espalhar a música”, contrapõe. “Serve para um grupo de pessoas como meu filho, que tem 17 anos e não sai do iPod, do iPhone e do iPad. Para ele é natural estar na internet. Eu gosto de saber que posso falar para uma nova geração.”
Roxette no Brasil
Porto Alegre
Onde: Pepsi on Stage - Avenida Severo Dullius, 1995
Quando: 12 de abril, às 21h30
Quanto: De R$ 90 a R$ 300 (não há meia-entrada para estudantes)
São Paulo
Onde: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.981
Quando: 14 e 19 de abril, às 21h30
Quanto: De R$ 90 a R$ 350 (com meia-entrada)
Rio de Janeiro
Onde: Citibank Hall - RJ - Av. Ayrton Senna, 3000
Quando: 16 de abril, às 22h
Quanto: De R$ 150 a R$ 270 (com meia-entrada)
Belo Horizonte
Onde: Chevrolet Hall - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230
Quando: 17 de abril, às 19h
Quanto: De R$ 140 (primeiro lote)a R$ 200 (quarto lote) (com meia-entrada)
via G1


Ninguém avisa a Lady Gaga que usar saltos gigantescos é perigoso? Se bem que não tem uma amiga que avise a fofa que os modelitos dela são assustadores, então…
Pois é, Gaga desafiou tanto a Lei da Gravidade que acabou se dando mal, de acordo com o Glamurama. No meio de um show da turnê “Monster Ball”, no Texas, a cantora se esborrachou no palco com vontade. Foi só fazer um malabarismo mais ousado e PIMBA! Caiu de perninhas pra cima, um mico!
Querem se divertir um pouquinho? Confiram o vídeo:
via holofote



Artista: VA
Álbum: Rio 3D
Lançamento: 2011
Gênero: Soundtrack
N° de Faixas: 13
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 56 MB


Tracklist:
01. Jesse Eisenberg Real In Rio 3:47
02. Ester Dean & Carlinhos Brown – Let Me Take You To Rio 1:54
03. Sergios Mendez Feat. Gracinha Leporace – Mas Que Nada 2:44
04. will.i.am, Jamie Foxx & Anne Hathaway – Hot Wings 2:16
05. Jemaine Clement – Pretty Bird 2:03
06. Jamie Foxx – Fly Love 2:39
07. Taio Cruz – Telling The World 3:33
08. Siedah Garrett, Carlinhos Brown – Funky Monkey 2:24
09. Ester Dean – Take You To Rio 3:26
10. Mikael Mutti – Balanco Carioca 3:01
11. Carlinhos Brown & Mikael Mutti – Sapo Cai 2:46
12. Bebel Gilberto – Samba De Orly 2:49
13. Sergio Mendes – Valsa Carioca 2:35



Eu copio, tu baixas e nós compartilhamos: o futuro da nova cadeia produtiva da música
Os ganhos da indústria fonográfica despencaram, em 10 anos, de US$ 26 bilhões para US$ 16 bilhões. Diante desse, cenário é comum escutarmos, por meio da publicidade dos representantes das gravadoras, que o que está matando a indústria fonográfica é a prática de baixarmos músicas gratuitamente através da internet. Outro argumento utilizado pelas gravadoras, para atacar as práticas de compartilhamento de músicas pela rede, é que isso está afetando negativamente o rendimento dos artistas e que estimula o crime organizado.
As afirmações acima não passam de propaganda enganosa e o Conar (Conselho Nacional de Regulamentação Publicitária) deveria agir com rigor. Baixar músicas pela Internet não está matando a indústria fonográfica, nem diminuindo o ganho dos artistas. Nos últimos anos, diversos estudos comprovam que o que está matando a indústria fonográfica é a incapacidade desta de se adequar aos novos tempos e o apego aos velhos modelos superados pelo desejo dos novos consumidores. Via de regra, a publicidade das gravadoras e o lobby das entidades arrecadadoras para cima de governos e de legisladores apostam em medidas coercitivas com repressão, vigilância indiscriminada, quebra de privacidade, criminalização e corte do acesso dos usuários da rede mundial, como já vem acontecendo em alguns países como a França.
Um recente estudo da ‘London School of Economicscomprova, mais uma vez, que compartilhar músicas pela internet não está afetando o rendimento dos autores e esta nova prática social não é inimiga dos criadores. Segundo o estudo, a condução negativa do debate proposto pela indústria fonográfica e pelas arrecadadoras, e a forma de proteção inadequada da propriedade intelectual nos tempos de Internet, é o que tem causado danos à indústria criativa da música.
O estudo sugere também que uma nova legislação de direito autoral deveria estimular a prática dos internautas, e não reprimir.
Outros fatores que estão influindo na queda do rendimento das gravadoras, apontados pelo estudo, são o aumento do custo dos serviços básicos, da moradia e das taxas de desemprego e o crescimento do mercado dos ‘games’. Por tudo isso está sobrando menos grana para a compra dos CDs.
O argumento de que quem compartilha música pela internet está ‘roubando’ a propriedade das gravadoras, diminuindo seus rendimentos, também já foi desmentido em um estudo de 2007 publicado pelo ‘Journal of Political Economy’. Segundo este estudo, a maioria das pessoas que baixam músicas pela rede não escutaria seus músicos prediletos se tivessem que comprar nos preços de hoje. Isso quer dizer que, baixar músicas pela Internet tem um efeito nas vendas que, estatisticamente, é praticamente zero.
Outra falácia é que a prática social de baixarmos músicas pela internet vai deixar os autores sem alternativas de rendimento e sem estímulo para criar. Isso também não é verdade. A grande maioria dos artistas vive de apresentações ao vivo, dos seus shows. Nada mais estimulante. Quanto mais uma música é difundida pela internet e o artista é conhecido, mais shows e mais ingressos são vendidos. Em 2009, no Reino Unido, por exemplo, as receitas por shows ao vivo ultrapassaram, pela primeira vez, o volume arrecadado por vendas de discos. A venda de discos movimentou 1,36 bilhão de libras, e os shows movimentaram 1,54 bilhão de libras.
Toda essa discussão está muito atual no Brasil em função da proposta de reforma da lei do direito autoral e do novo discurso do Ministério da Cultura que, pelo que parece, embarcou na canoa furada das gravadoras e das entidades arrecadadoras.
de Marcelo Branco via estadão

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