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Nos engarrafamentos do Recife, na academia ou no fone de ouvido durante o trabalho, a música de Jack Johnson tem uma função terapêutica: é capaz de levar o ouvinte para uma praia tranquila, em uma roda de violão com uma fogueira no meio e uma brisa suave. Hoje, o clima praeiro do cantor hawaiano chega ao Recife, na extensa turnê To the sea, com nove datas no Brasil. Com seis álbuns lançados em dez anos de carreira, é a primeira vez que ele vem ao Recife e sua segunda passagem no Brasil.
O pop do ex-surfista profissional Jack Johnson faz é geralmente rotulado como surf music. Mas uma surf music bem diferente da Dick Dale ou dos Beach Boys, artistas que, em entrevista recente, Jack afirmou nunca ter ouvido. Por usar quase sempre refrões fortes, violões dedilhados e letras ambientais ou românticas, há quem considera suas canções muito parecidas umas com as outras. Ele não liga para as críticas. "A minha função é criar canções e lançá-las e não acho saudável prestar muita atenção no que um crítico diz. Além do mais, minha música é muito tradicional, baseada no violão. Não faço um tipo de som de banda, coisas como Radiohead e White Stripes, grupos que gosto muito, aliás", diz
Na turnê brasileira, Jack Johnson não está fazendo muitas mudanças de um show para outro. No palco, ele é a descontração em pessoa, se apresentando de sandália de dedo, camiseta, bermuda ou calça jeans. Ele vem acompanhado pelo baixista Merlo Podlewski, pelo e pianista Zach Gill e pelo baterista e percussionista Adam Topol. "É o mesmo pessoal que gravou os meus discos e está comigo desde que tocava em barzinhos para quase ninguém", observa. O show de abertura fica por conta do cantor norte-americano G. Love, amigo e companheiro no selo Brushfire Records.
No show em Belo Horizonte, Jack estava tímido. Ele arriscou poucas palavras em português, entre elas "obrigado" e "valeu". Já no show de Brasília, ele promoveu um tsunami de hits, Upside down, Flake, Breakdown, Banana pancakes, Good people, Times like this…
O pop do ex-surfista profissional Jack Johnson faz é geralmente rotulado como surf music. Mas uma surf music bem diferente da Dick Dale ou dos Beach Boys, artistas que, em entrevista recente, Jack afirmou nunca ter ouvido. Por usar quase sempre refrões fortes, violões dedilhados e letras ambientais ou românticas, há quem considera suas canções muito parecidas umas com as outras. Ele não liga para as críticas. "A minha função é criar canções e lançá-las e não acho saudável prestar muita atenção no que um crítico diz. Além do mais, minha música é muito tradicional, baseada no violão. Não faço um tipo de som de banda, coisas como Radiohead e White Stripes, grupos que gosto muito, aliás", diz
Na turnê brasileira, Jack Johnson não está fazendo muitas mudanças de um show para outro. No palco, ele é a descontração em pessoa, se apresentando de sandália de dedo, camiseta, bermuda ou calça jeans. Ele vem acompanhado pelo baixista Merlo Podlewski, pelo e pianista Zach Gill e pelo baterista e percussionista Adam Topol. "É o mesmo pessoal que gravou os meus discos e está comigo desde que tocava em barzinhos para quase ninguém", observa. O show de abertura fica por conta do cantor norte-americano G. Love, amigo e companheiro no selo Brushfire Records.
No show em Belo Horizonte, Jack estava tímido. Ele arriscou poucas palavras em português, entre elas "obrigado" e "valeu". Já no show de Brasília, ele promoveu um tsunami de hits, Upside down, Flake, Breakdown, Banana pancakes, Good people, Times like this…
O show aqui no Recife estava originalmente programado para acontecer à beira do mar, no cabanga Iate Clube. Mas, por conta das chuvas, acabou indo para o pavilhão do Centro de Convenções. Apesar de não ter o mesmo visual, é uma garantia de que o show não vai ser cancelado pelas chuvas. A brisa do oceano vai ficar somente por conta da música
Bom moço - O sucesso que faz ao redor do mundo não interferiu de modo decisivo na vida pessoal de Jack Johnson. Com 36 anos recém completados, ele vive com a mulher e os três filhos no Havaí, onde diz levar uma vida comum. "Quando não estou em turnê, tenho muito o que fazer. Levo e busco as crianças na escola, na aula de natação. Também estou com muito trabalho em casa. Tenho dez novas galinhas no quintal e só agora estou aprendendo a lidar com elas", conta Jack, que viaja em turnê acompanhado da família. Antes de se dedicar à música, levado pelo cantor Ben Harper, Jack Johnson teve carreira como surfista e também dirigiu documentários sobre o mundo das ondas.
Fora dos palcos ele também é conhecido pelo seu ativismo ambiental. E ele não fica só no discurso ou nas letras das músicas. O cachê da turnê de 2008 foi totalmente doado para instituições que incentivam cultura, esporte e ecologia e a mesma atitude está sendo repetida na turnê de To the sea. O álbum, aliás, foi gravado em um estúdio movido a energia solar e lançado em embalagem feita de material reciclado. Ele ainda mantém uma fundação que sustenta a educação ambiental em escolas havaianas, a Kokua Hawaii Foundation, e realiza um festival para arrecadar fundos para essa iniciativa.
Com a carreira musical e ambiental, sobra pouco tempo para Jack Johnson se dedicar ao surfe. Mesmo assim, ele consegue arranjar brechas para praticar o esporte. Depois do show no Centro de Convenções, ele e sua equipe seguem para quatro dias de descanso em um resort no Litoral Sul, onde Jack pretende mostrar sua habilidade no surfe. Depois, o cantor ainda se apresenta em Porto Alegre, Florianópolis e Rio de Janeiro.
Entrevista >> Jack Johnson
"Nunca tento rotular demais a minha música"
Como você descreve sua música?
Hummm… música de churrasco, acho que vai bem em churrascos. Mas gosto de surfe e gosto do fato de os surfistas geralmente curtirem a minha música. Me deixa orgulhoso. Mas eu nunca tento rotular demais a minha música. Você tem que fazer o que você faz. Mas eu diria que ela é bem tradicional: folk, surfe, sei lá…
Por que você acha que faz tanto sucesso? Qual o segredo?
Tenho medo de contar o segredo e tudo ir embora. O fato da minha música ser popular é mais surpreendente para mim que para qualquer outra pessoa no mundo, tenho certeza. O que eu posso dizer é que as músicas falam de coisas bem pessoais e, ao mesmo tempo, muito amplas. E as pessoas podem aplicá-las a suas próprias vidas. Sou um cara bem comum, talvez por isso as histórias que eu conto tenham apelo para um grande público.
Qual a sua motivação para continuar com a música?
Não acordo todo dia pensando nisso. A música ocupa um espaço na minha cabeça, é como eu processo as coisas. De manhã, eu penso em outras coisas: levar as crianças para a escola, surfar… Às vezes, fico um tempo sem pegar no violão. Outras vezes, surgem letras na minha cabeça e eu coloco músicas nelas. É uma maneira de processar as ideias e tirá-las da minha cabeça… Toco bastante, mas, por vezes, deixo o violão de lado… É como inspirar e expirar, ler livros, experimentar.
Sua música é muito bem aceita no Brasil. Você tem alguma relação com o país?
Eu cresci no Havaí e, desde criança, encontro surfistas brasileiros — alguns acabaram virando amigos meus. Sempre ouvi muita música brasileira onde moro. E o produtor com que eu trabalhei em alguns discos — Mario Caldato — mora no Brasil. Ele sempre me passa umas coisas brasileiras para ouvir. E acho que o violão realmente faz uma conexão entre as coisas, o tipo de percussão que a música brasileira usa…
E o que o atrai na música brasileira?
Eu gosto do clima, dos ritmos, mas também dos instrumentos orgânicos… Coisas como as que o Jorge Ben e Os Mutantes fizeram… Eu realmente gosto da maneira como eles misturam isso com sons elétricos. As pessoas poderiam simplesmente tocar as músicas sem instrumentos elétricos numa roda, é o mesmo tipo de música que eu cresci ouvindo. As músicas que eu mais ouvi foram no violão, com muita percussão… Sempre que estamos no estúdio, os músicos pegam instrumentos acústicos.
Circulou na imprensa brasileira que você queria se encontrar com a presidente Dilma..
O engraçado é que eu nunca disse isso, mas é a segunda vez que me fazem essa pergunta. Mas sim, eu gostaria de parabenizá-la por ser a primeira mulher presidente do Brasil. Isso é algo muito grande.
Set list
Confira o provável repertório do show:
You and your heart
If I had eyes
Hope
Taylor
Sitting, waiting, wishing
Go on
Upside down
The horizon has been defeated
Badfish (Sublime cover)
Inaudible melodies
Flake
Red wine, mistakes, mythology
Bubble toes
From the clouds
Wasting time
Constellations
Breakdown
Belle
Banana Pancakes
Same girl
Girlfriend
Rodeo clowns
(cover de G Love)
Mudfootball
Primeiro bis:
Do you remember
Times like these
Better together
Segundo bis:
Good people
Staple it together
At or with me
Bom moço - O sucesso que faz ao redor do mundo não interferiu de modo decisivo na vida pessoal de Jack Johnson. Com 36 anos recém completados, ele vive com a mulher e os três filhos no Havaí, onde diz levar uma vida comum. "Quando não estou em turnê, tenho muito o que fazer. Levo e busco as crianças na escola, na aula de natação. Também estou com muito trabalho em casa. Tenho dez novas galinhas no quintal e só agora estou aprendendo a lidar com elas", conta Jack, que viaja em turnê acompanhado da família. Antes de se dedicar à música, levado pelo cantor Ben Harper, Jack Johnson teve carreira como surfista e também dirigiu documentários sobre o mundo das ondas.
Fora dos palcos ele também é conhecido pelo seu ativismo ambiental. E ele não fica só no discurso ou nas letras das músicas. O cachê da turnê de 2008 foi totalmente doado para instituições que incentivam cultura, esporte e ecologia e a mesma atitude está sendo repetida na turnê de To the sea. O álbum, aliás, foi gravado em um estúdio movido a energia solar e lançado em embalagem feita de material reciclado. Ele ainda mantém uma fundação que sustenta a educação ambiental em escolas havaianas, a Kokua Hawaii Foundation, e realiza um festival para arrecadar fundos para essa iniciativa.
Com a carreira musical e ambiental, sobra pouco tempo para Jack Johnson se dedicar ao surfe. Mesmo assim, ele consegue arranjar brechas para praticar o esporte. Depois do show no Centro de Convenções, ele e sua equipe seguem para quatro dias de descanso em um resort no Litoral Sul, onde Jack pretende mostrar sua habilidade no surfe. Depois, o cantor ainda se apresenta em Porto Alegre, Florianópolis e Rio de Janeiro.
Entrevista >> Jack Johnson
"Nunca tento rotular demais a minha música"
Como você descreve sua música?
Hummm… música de churrasco, acho que vai bem em churrascos. Mas gosto de surfe e gosto do fato de os surfistas geralmente curtirem a minha música. Me deixa orgulhoso. Mas eu nunca tento rotular demais a minha música. Você tem que fazer o que você faz. Mas eu diria que ela é bem tradicional: folk, surfe, sei lá…
Por que você acha que faz tanto sucesso? Qual o segredo?
Tenho medo de contar o segredo e tudo ir embora. O fato da minha música ser popular é mais surpreendente para mim que para qualquer outra pessoa no mundo, tenho certeza. O que eu posso dizer é que as músicas falam de coisas bem pessoais e, ao mesmo tempo, muito amplas. E as pessoas podem aplicá-las a suas próprias vidas. Sou um cara bem comum, talvez por isso as histórias que eu conto tenham apelo para um grande público.
Qual a sua motivação para continuar com a música?
Não acordo todo dia pensando nisso. A música ocupa um espaço na minha cabeça, é como eu processo as coisas. De manhã, eu penso em outras coisas: levar as crianças para a escola, surfar… Às vezes, fico um tempo sem pegar no violão. Outras vezes, surgem letras na minha cabeça e eu coloco músicas nelas. É uma maneira de processar as ideias e tirá-las da minha cabeça… Toco bastante, mas, por vezes, deixo o violão de lado… É como inspirar e expirar, ler livros, experimentar.
Sua música é muito bem aceita no Brasil. Você tem alguma relação com o país?
Eu cresci no Havaí e, desde criança, encontro surfistas brasileiros — alguns acabaram virando amigos meus. Sempre ouvi muita música brasileira onde moro. E o produtor com que eu trabalhei em alguns discos — Mario Caldato — mora no Brasil. Ele sempre me passa umas coisas brasileiras para ouvir. E acho que o violão realmente faz uma conexão entre as coisas, o tipo de percussão que a música brasileira usa…
E o que o atrai na música brasileira?
Eu gosto do clima, dos ritmos, mas também dos instrumentos orgânicos… Coisas como as que o Jorge Ben e Os Mutantes fizeram… Eu realmente gosto da maneira como eles misturam isso com sons elétricos. As pessoas poderiam simplesmente tocar as músicas sem instrumentos elétricos numa roda, é o mesmo tipo de música que eu cresci ouvindo. As músicas que eu mais ouvi foram no violão, com muita percussão… Sempre que estamos no estúdio, os músicos pegam instrumentos acústicos.
Circulou na imprensa brasileira que você queria se encontrar com a presidente Dilma..
O engraçado é que eu nunca disse isso, mas é a segunda vez que me fazem essa pergunta. Mas sim, eu gostaria de parabenizá-la por ser a primeira mulher presidente do Brasil. Isso é algo muito grande.
Set list
Confira o provável repertório do show:
You and your heart
If I had eyes
Hope
Taylor
Sitting, waiting, wishing
Go on
Upside down
The horizon has been defeated
Badfish (Sublime cover)
Inaudible melodies
Flake
Red wine, mistakes, mythology
Bubble toes
From the clouds
Wasting time
Constellations
Breakdown
Belle
Banana Pancakes
Same girl
Girlfriend
Rodeo clowns
(cover de G Love)
Mudfootball
Primeiro bis:
Do you remember
Times like these
Better together
Segundo bis:
Good people
Staple it together
At or with me
Evento acontece neste final de semana em São Paulo e ainda terá Jamie Cullum e Laura Marling
Acontece neste final de semana em São Paulo a edição 2011 do festival Natura Nós. Assim como aconteceu nas edições anteriores, este ano o evento será dividido em dois dias: no sábado, as atrações "adultas" (Jack Johnson, Jamie Cullum e companhia) e, no domingo, as dedicadas ao público infantil. Para o sábado, há ingressos apenas para a pista premium, a R$ 450. As entradas para a pista normal estão esgotadas. No domingo, o único setor é a pista comum, com tíquetes a R$ 60. Os shows acontecem na Chácara do Jockey, na Zona Oeste da capital paulista.
Johnson é o grande nome do festival. Será a segunda passagem do músico pelo Brasil. Da primeira turnê, em 2006, ele se recorda de ter cantado um trecho de "Mas Que Nada", de Jorge Ben. "Sim, eu me lembro. 'Obá, obá, obá...'", cantarolou durante entrevista por telefone ao iG. "O público gostou daquela vez, então acho que vou cantar de novo", disse. Ele é conhecido por incluir músicas de outros artistas em suas apresentações. "Eu e o pianista da minha banda sempre escolhemos alguma coisa. Às vezes dá certo, às vezes o público fica olhando com aquela cara de 'o que eles estão tocando?'".
Será o primeiro dos oito shows que Johnson fará no país. Depois, Johnson ele para Belo Horizonte (Mineirinho Arena, 24/05), Brasília (Estacionamento do Mané Garrincha, 25/05), Fortaleza (Marina Park, 27/05), Recife (Cabanga Iate Clube, 28/05), Porto Alegre (Ginásio Gigantinho, 02/06), Florianópolis (Stage Music Park, 03/06) e Rio de Janeiro (HSBC Arena, 05/06).
É turnê promove o disco "To the Sea", lançado no ano passado. Johnson caiu na estrada no meio de 2010 e, desde então, praticamente não parou de fazer shows. Sua receita para não se cansar é se divertir no palco. "Sempre que posso, tento mudar um pouco o repertório de uma noite para outra. Mas são alterações pequenas, porque não dá para deixar os sucessos de fora", explica. "Também não sou o tipo de pessoa que, quando lança um disco, só quer saber de tocar as músicas novas. As antigas que o público gosta estão todas lá."
O Natura Nós terá mais três atrações internacionais: a banda americana G. Love e os cantores britânicos Laura Marling e Jamie Cullum. Desses, o mais conhecido é Cullum: seu jazz pop alcançou bastante sucesso em 2002, com o disco "Pointless Nostalgic". Marling é uma boa cantora folk pouco conhecida no Brasil e o G. Love faz uma surf music nos moldes de Johnson.
Em torno da Chácara do Jockey, o trânsito estará normal nas avenidas Eliseu de Almeida e a Pirajussara, além da rua José Pedro da Silva. A rua Santa Crescência estará fechada para a circulação de veículos em toda a sua extensão até a avenida Francisco Morato, exceto para os táxis credenciados. O bolsão principal para embarque e desembarque estará localizado numa via paralela à avenida Monsenhor Manfredo Leite. Na avenida Eliseu de Almeida, ao lado do portão 1, também terá um bolsão de apoio para os taxistas.
Quem for ao Natura Nós com seu próprio veículo poderá utilizar o estacionamento oficial da Chácara do Jockey que fica na Rua Caminho do Engenho, 805. Outra opção é deixar o carro no estacionamento do World Trade Center (WTC) que fica na Avenida das Nações Unidas, 12.551 - Brooklin Novo. De lá, seguir até a Chácara em uma van com saídas de trinta e trinta minutos.
Veja abaixo a programação dos dois dias do festival:
Sábado (21)
13h - Abertura dos portões
16h - G. Love – palco verde
16h55 - Roberta Sá e António Zambujo (Portugal) – palco azul
17h50 - Laura Marling (UK) - palco verde
18h45 - Maria Gadú – palco azul
19h50 - Jamie Cullum (UK) – palco verde
20h55 - BiD e convidados jamaicanos Sizzla Kalonji, I-Wayne, Jesse Royal, com participação de Karina Buhr e Bi Ribeiro – palco azul
22h - Jack Johnson (USA) – palco verde
13h - Abertura dos portões
16h - G. Love – palco verde
16h55 - Roberta Sá e António Zambujo (Portugal) – palco azul
17h50 - Laura Marling (UK) - palco verde
18h45 - Maria Gadú – palco azul
19h50 - Jamie Cullum (UK) – palco verde
20h55 - BiD e convidados jamaicanos Sizzla Kalonji, I-Wayne, Jesse Royal, com participação de Karina Buhr e Bi Ribeiro – palco azul
22h - Jack Johnson (USA) – palco verde
Domingo (22)
13h - Abertura dos portões
14h30 - Grupo Ponto de Partida e Meninos de Araçuaí
15h40 - Palavra Cantada apresenta o show "Brincadeiras Musicais"
16h30 - Barbatuques apresenta o projeto "Corpo do Som"
17h50 - Toquinho com participação de Verônica Ferriani e Roberta Sá
13h - Abertura dos portões
14h30 - Grupo Ponto de Partida e Meninos de Araçuaí
15h40 - Palavra Cantada apresenta o show "Brincadeiras Musicais"
16h30 - Barbatuques apresenta o projeto "Corpo do Som"
17h50 - Toquinho com participação de Verônica Ferriani e Roberta Sá
Serviço
Natura Nós 2011 na Chácara do Jockey
Endereço: Avenida Pirajussara, s/n, Vila Sônia
Endereço: Avenida Pirajussara, s/n, Vila Sônia
Ingressos
Sábado (21/05)
Pista: R$ 180 (esgotado)
Pista Premium: R$ 450
Pista: R$ 180 (esgotado)
Pista Premium: R$ 450
Domingo (22/5)
Pista: R$ 60
Pista: R$ 60
Serviço de Vans e Táxis
Cerca de mil veículos credenciados estarão nas imediações da Chácara do Jockey para atender o público.
Estacionamento oficial da Chácara do Jockey
Rua Caminho do Engenho, 805
Capacidade: 3,5 mil veículos
Capacidade: 3,5 mil veículos
Tarifas (desconto para carona compartilhada):
R$ 35 por veículo com até 2 ocupantes
R$ 25 por veículo com 3 ou mais ocupantes
R$ 35 por veículo com até 2 ocupantes
R$ 25 por veículo com 3 ou mais ocupantes
Estacionamento WTC – World Trade Center
Avenida das Nações Unidas, 12.551
Capacidade: 2.147 vagas
Capacidade: 2.147 vagas
Tarifas
R$ 30 estacionamento por veículo + R$ 20 por pessoa para o traslado (serviço de vans) do WTC para Chácara do Jockey e retorno para WTC
R$ 30 estacionamento por veículo + R$ 20 por pessoa para o traslado (serviço de vans) do WTC para Chácara do Jockey e retorno para WTC
Estacionamento gratuito para bicicletas
Rua Santa Crescência, 323, portão 8
Linhas de ônibus
Da Av. Prof. Francisco Morato (sábado e domingo)
6250-21 Jd. Jaqueline – Pinheiros
809P-10T. Campo Limpo – Pinheiros
857A-10T. Campo Limpo – Metrô Santa Cruz
857P-10T. Campo Limpo – Paraíso
857R-10T. Campo Limpo – Aclimação
746H-10Jd. Jaqueline – Santo Amaro
8605-10T. Campo Limpo – T. Bandeira
8700-10T. Cpo. Limpo - Pça. Ramos Azevedo
Da Av. Pirajussara (sábado e domingo)
7013-10Pq. Arariba - Pinheiros
7043-10Jd. Ingá - Pinheiros
7357-10Pq. Ipê - Pinheiros
756A-10Jd. Paulo VI - Santo Amaro
809L-10Campo Limpo - Lapa
6250-21 Jd. Jaqueline – Pinheiros
809P-10T. Campo Limpo – Pinheiros
857A-10T. Campo Limpo – Metrô Santa Cruz
857P-10T. Campo Limpo – Paraíso
857R-10T. Campo Limpo – Aclimação
746H-10Jd. Jaqueline – Santo Amaro
8605-10T. Campo Limpo – T. Bandeira
8700-10T. Cpo. Limpo - Pça. Ramos Azevedo
Da Av. Pirajussara (sábado e domingo)
7013-10Pq. Arariba - Pinheiros
7043-10Jd. Ingá - Pinheiros
7357-10Pq. Ipê - Pinheiros
756A-10Jd. Paulo VI - Santo Amaro
809L-10Campo Limpo - Lapa
Acessibilidade
O acesso para portadores de necessidades especiais será pela Rua Santa Crescência – portão 8.









