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O Festival de Glastonbury abriu seus portões nesta quarta-feira para 150 mil fãs que vão ignorar as previsões de chuva e campos enlameados para ouvirem U2 e Beyoncé, além de uma profusão de atrações menores, desde Spliff Richard até o poeta punk Attila the Stockbroker (Attila, o corretor de ações).
O evento já está em sua quinta década de existência. Começou em 1970 como um encontro humilde de 1.500 pessoas na fazenda leiteira Worthy, de Michael Eavis, quando cada pessoa do público pagou uma libra (US$ 1,60) pelo ingresso e ganhou leite de graça, e hoje é uma gigantesca celebração musical para a qual o ingresso básico sai por 195 libras.
No período que antecede o festival, promovido na maioria dos anos em uma área grande no pitoresco sudoeste da Inglaterra, o principal tema de discussões geralmente é o tempo, e as perspectivas para este ano parecem mais molhadas que as da edição ensolarada de 2010.
Chuvas fortes implicam lama até abaixo dos joelhos, barracas que vazam e público encharcado, mas o Burô Meteorológico britânico está prevendo sol, nuvens e chuvas leves no evento, que termina na noite de domingo, e os fãs são aconselhados a levar tanto protetor solar quanto capas de chuva em suas mochilas.
O maior show começará na sexta-feira, quando o palco principal, Pyramid, receberá o legendário bluesman B.B. King e o cantor de Manchester Morrissey, antes da entrada dos roqueiros irlandeses do U2, a atração principal.
O U2 deveria ter se apresentado em Glastonbury no ano passado, mas foi obrigado a cancelar quando o vocalista Bono machucou as costas.
O baterista Larry Mullen Jr. disse que o show, perante um público de cerca de 100 mil pessoas que ficarão em pé sobre uma inclinação gramada, tendo o palco na parte inferior dela, representa um novo desafio para o grupo, que aperfeiçoou seu show ao vivo em uma turnê mundial criadora de recordes e que ainda está em andamento.
"Não é o show 360 Degree, estaremos fora de nossa zona de conforto, e isso é importante para nós", disse Mullen à rádio BBC.
"Apesar de tudo, temos algo a provar, e diz respeito às canções. Diz respeito a uma banda poder se apresentar e tocar sua música, mesmo que não haja necessariamente efeitos especiais. Esse é um desafio para nós, e temos algo a provar."
O evento já está em sua quinta década de existência. Começou em 1970 como um encontro humilde de 1.500 pessoas na fazenda leiteira Worthy, de Michael Eavis, quando cada pessoa do público pagou uma libra (US$ 1,60) pelo ingresso e ganhou leite de graça, e hoje é uma gigantesca celebração musical para a qual o ingresso básico sai por 195 libras.
No período que antecede o festival, promovido na maioria dos anos em uma área grande no pitoresco sudoeste da Inglaterra, o principal tema de discussões geralmente é o tempo, e as perspectivas para este ano parecem mais molhadas que as da edição ensolarada de 2010.
Chuvas fortes implicam lama até abaixo dos joelhos, barracas que vazam e público encharcado, mas o Burô Meteorológico britânico está prevendo sol, nuvens e chuvas leves no evento, que termina na noite de domingo, e os fãs são aconselhados a levar tanto protetor solar quanto capas de chuva em suas mochilas.
O maior show começará na sexta-feira, quando o palco principal, Pyramid, receberá o legendário bluesman B.B. King e o cantor de Manchester Morrissey, antes da entrada dos roqueiros irlandeses do U2, a atração principal.
O U2 deveria ter se apresentado em Glastonbury no ano passado, mas foi obrigado a cancelar quando o vocalista Bono machucou as costas.
O baterista Larry Mullen Jr. disse que o show, perante um público de cerca de 100 mil pessoas que ficarão em pé sobre uma inclinação gramada, tendo o palco na parte inferior dela, representa um novo desafio para o grupo, que aperfeiçoou seu show ao vivo em uma turnê mundial criadora de recordes e que ainda está em andamento.
"Não é o show 360 Degree, estaremos fora de nossa zona de conforto, e isso é importante para nós", disse Mullen à rádio BBC.
"Apesar de tudo, temos algo a provar, e diz respeito às canções. Diz respeito a uma banda poder se apresentar e tocar sua música, mesmo que não haja necessariamente efeitos especiais. Esse é um desafio para nós, e temos algo a provar."

Bandas veteranas do rock como Bon Jovi e U2 provaram que estar sempre no centro das atenções da mídia não é o melhor caminho para se ganhar dinheiro.
Só o U2 faturou no ano passado mais de US$ 195 milhões, informa a revista Forbes. Isso é mais do que o faturamento de Lady Gaga, Justin Bieber e Katy Perry juntos, que lucraram respectivamente, 90, 53 e 44 milhões de dólares no ano passado.
Só com os três shows que o U2 fez no Brasil recentemente o grupo arrecadou US$ 33 milhões, enquanto Jay-Z precisou fazer 32 shows no ano passado para alcançar o mesmo valor.
Outro fator que ajuda o U2 a liderar a lista de atos musicais mais lucrativos é o tamanho de seu público. De acordo com a Forbes cada show dos irlandeses é visto por cerca de 96 mil pessoas, que rendem US$ 10 milhões por noite.
Já o grupo Bon Jovi colocou no bolso mais de US$ 125 milhões, fruto de, entre outras coisas, 74 shows em 15 países diferentes.
O produtor de shows Ron Delsener revela que os altos ganhos do Bon Jovi se justificam pelo bom planejamento de suas turnês.
O grupo tem tipicamente seis pessoas tocando no palco, uma dúzia de caminhões com equipamentos e um palco circular, que permite aumentar a capacidade de certos estádios e arenas em até 5.500 lugares. Enquanto isso Lady Gaga costuma usar quase 30 caminhões de equipamentos e contratar dezenas de dançarinos para seus números.
Entre outras fontes de renda o Bon Jovi também costuma vender seus ingressos a preços atrativos no exterior (cerca de US$ 20), e aproveita para comercializar diversos itens relacionados à banda nos concertos, o que eleva o gasto médio de um fã em cada apresentação.
Produtores como David Munns, do Bon Jovi, Paul McGuiness, que planejou a turnê do U2, contam que há muita estratégia envolvida para maximizar os ganhos da equipe. Entre as táticas está o agendamento de vários shows em um lugar único, o que ajuda a cortar gastos com divulgação, viagens e transporte de equipamentos. Como exemplo o Bon Jovi conseguiu economizar US$ 300 mil em três semanas marcando 19 shows em 12 dias na O2 Arena, em Londres.
"As pessoas acham que as bandas de rock funcionam como quando éramos crianças, jogando o equipamento numa van", disse Munns. "Não é bem assim, é tudo muito profissional... Estamos trabalhando com isso há muito tempo para fazer bobagem."
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