Mostrando postagens com marcador Viviani Correa. Mostrar todas as postagens

Uma lista de exigências feita pelos Beatles em 1965 para realizar um show nos Estados Unidos incluiu a recusa da banda em tocar diante de uma plateia em que brancos e negros estivessem segregados.
A lista de exigências formulada pela banda deverá ir a leilão na cidade americana de Los Angeles no próximo dia 20 de setembro e a expectativa é de que o documento alcance um um valor de até US$ 5 mil (cerca de R$ 8,6 mil).
O contrato contendo as demandas do lendário grupo de Liverpool mostra que os Beatles tinham um posicionamento claro em relação à política racial discriminatória em vigor nos Estados Unidos, em um momento em que o movimento de direitos civis comandado por Martin Luther King começava a ganhar força.
No ano anterior, Luther King vencera o Prêmio Nobel da Paz por sua campanha pacífica de desobediência civil contra a política segregacionista ainda em vigor em boa parte dos Estados Unidos.
 
Humildade

O documento com as pré-condições para tocar no Cow Palace, em Daly City, no Estado americano da Califórnia, mostra ainda uma humildade que destoa das listas de exigências feitas por roqueiros atualmente.
O documento, assinado pelo empresário do grupo, Brian Epstein, diz que a banda não iria tocar diante de ''uma plateia segregada'' e solicita um camarim contendo ''quatro camas portáteis, espelhos, um isopor para para guardar gelo, uma TV portátil e toalhas limpas''.
O grupo faz ainda um prosaico pedido por ''eletricidade e água''.
As únicas exigências mais elaboradas foram pedidos de que ''150 policiais uniformizados forneçam proteção'' à banda e a solicitação de ''um palco especial para a bateria de Ringo (Starr)''.

Paula Fernandes conquistou seu espaço na música sertaneja e, atualmente, é a artista que mais vende discos no Brasil. Desde fofocas sobre um relacionamento com o Rei, Roberto Carlos, até as recentes indicações ao Grammy Latino, a cantora e compositora está sob os holofotes. Mineira, Paula Fernandes está na estrada desde os dez anos de idade, quando lançou seu primeiro disco, e, depois de emplacar sucessos nas rádios, marcou território com o lançamento do DVD “Paula Fernandes Ao Vivo”.





















Em entrevista ao TopTVZ, a cantora preferiu não falar sobre Roberto Carlos, mas disse que passa pelo melhor momento de sua carreira: "Foi o que sempre busquei. São 19 anos de muita luta e dedicação e eu só tenho a agradecer a todos que sempre apoiaram o meu trabalho". Para ela, a fase positiva do sertanejo no Brasil não é passageira, já que o gênero é um dos mais populares do país. Além disso, a cantora se sente bem por ser uma das poucas mulheres do neste mundo: "O mercado sempre foi dominado por duplas masculinas, estou feliz por ser uma representante feminina neste universo tão maravilhoso que é a música".

Concorrente em três categorias do Prêmio Multishow 2011, Paula Fernandes levou para a casa as estatuetas de Melhor Cantora e Melhor Sertanejo. Mas a sua participação não parou por aí. Ao lado de Fiuk, NX Zero e Léo Jaime, ela também subiu ao palco da premiação para se apresentar. Mesmo acompanhada de nomes do rock, a sertaneja não se intimidou, mostrando versatilidade ao dividir os vocais em clássicos dos anos 80, como "Fórmula do Amor". "Muito bom! Eles são estrelas de nossa música!", declarou ela.

Entre compor e cantar, Paula Fernandes confessa ser apaixonada por ambos. Ela já gravou um disco de covers internacionais, que inclui "Nothing Else Matters", do Metallica. A banda se apresenta no Rock in Rio, no próximo dia 25, e a cantora se anima ao falar do show: "Sou muito fã, espero poder curtir o show aqui no Brasil. Seria mágico!"



Pela primeira vez, o Prêmio Multishow consagrou não somente os artistas eleitos pelo voto popular, mas também aqueles apontados por um seleto grupo de jurados como as grandes apostas da música pop brasileira. Os jurados votaram em 5 categorias – cantor, cantora, grupo, música e experimente.

Conheça os jurados aqui

Na categoria cantor, o grande eleito foi Marcelo Camelo, que lançou em abril o seu segundo álbum solo, “Toque Dela”, um disco completamente composto e gravado pelo carioca em São Paulo, depois de um ano inteiro morando na terra da garoa. Essa não é a primeira vez que o ex-Hermano sobe ao palco para receber um Prêmio Multishow. Em 2000, ele se disse envergonhado ao ganhar numa categoria em que Chico Buarque concorria. 

Na ala feminina, a mineira Tulipa Ruiz foi premiada como melhor cantora. Ao lado de nomes como Tiê, Céu, Naná Rizinni e Karina Buhr, ela é uma das protagonistas da batizada “Nova MPB”. O timbre agudo, alcance e o refrão grudento do hit “Efêmera”, lançado no início de 2010, foram o bastante para conquistar rapidamente a crítica e público. 

Empate na categoria Grupo: os jurados escolheram dois nomes para levar o troféu Multishow para casa, a banda paulistana Holger e a curitibana Copacabana Club. O Holger é uma sensação hipster: em apenas 3 anos saíram de pequenas casas de shows em São Paulo para turnês pelo Brasil e até no exterior. Tudo isso, eles juram, na base de emails e mais emails enviados a produções de festivais.

Já os curitibanos do Copacabana Club seguem a linha rock/eletrônico/new wave do Cansei de Ser Sexy. Assim como o CSS, fizeram sucesso primeiro lá fora e só agora o quinteto começa a ganhar força no Brasil, como prova a premiação do júri.

A música “Felicidade”, de Marcelo Jeneci, foi eleita a melhor do ano pelos jurados. Jeneci  é instrumentista desde muito cedo e tem mais de uma década de estrada: já tocou nas bandas de artistas como Arnaldo Antunes, Zélia Duncan, Vanessa da Mata e Chico César. Somente do ano passado para cá provou também o seu valor como compositor: a faixa eleita é um dos destaques do seu primeiro álbum solo, "Feito pra Acabar”, cheio de parcerias com músicos conhecidos do público.

Por último, na Categoria Experimente, uma grande surpresa. Pela primeira vez na história do Prêmio Multishow uma categoria premiou 3 concorrentes em um empate tripo. O jurados elegeram  três “novatos”. O primeiro é o cantor MoMo, que faz uma verdadeira mistureba de influências das culturas dos países onde morou: Angola, EUA e Espanha. O segundo é o trio paranaense Nevilton, que representa o indie rock. O rapper Criolo fecha o time de novas caras, com o seu álbum “Nó Na Orelha”, já anunciado por parte da crítica como o melhor de 2011. 


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