Prestes a completar 50 anos, o ex-líder dos Smiths lança 'Years of refusal'.
Beck, Scissor Sisters e TV on the Radio estão na coletânea 'War child'.
Do G1, em São Paulo
Viúva de Kurt Cobain é a primeira celebridade processada por 'twittar'.
Dawn Simorangkir acusa Love de invasão de privacidade e difamação.
Da Reuters
O Twitter se tornou popular entre as celebridades. E as pessoas que fingem ser celebridades. Às vezes é difícil imaginar quem é quem.
Shaquille O'Neal? Sim, sua conta de Twitter é real. É ele.
50 Cent? Não exatamente. O rapper pagou para uma pessoa para escrever no Twitter por ele.
Britney Spears? Ela tem toda uma equipe de pessoas "twittando" por ela. Então não é realmente ela.
Christopher Walken? Impostor!
Courtney Love? É ela.
De fato, Courtney Love ganhou a distinção de ser a primeira celebridade processada por "twittar".
Na Corte Suprema de Los Angeles, a estilista Dawn Simorangkir, também conhecida como Boudoir Queen, na última quinta-feira, entrou com um processo contra Love por difamação, invasão de privacidade e por danos morais em "um extenso discurso extravagante" no Twitter sobre como ela foi cobrada por roupas feitas sob encomenda.
É difícil se estender quando se está limitado a 140 caracteres. Mas se qualquer um pode fazer isso, é Courtney Love, que supostamente escreveu comentários irônicos como "opa, não f... com o meu guarda-roupas ou você acabará em um círculo de fogo e será caçado até a morte".
"Mesmo que causada pela indução psicótica de droga, uma visão deformada da realidade, ou a crença de que seu dinheiro e fama permitem que ela desobedeça a lei, Love entrou em uma cruzada obsessiva e decepcionante para aterrorizar e destruir Simorangkir, sua reputação e seu sustento", disse a acusação.
O porta-voz de Love não quis comentar o processo judicial.
via Portal G1
Resenha de CDTítulo: Quiet Nights
Artista: Diana Krall
Gravadora: Verve
/ Universal Music
Cotação: * * * 1/2
Difícil dissociar Quiet Nights - o álbum que Diana Krall lança nesta terça-feira, 31 de março de 2009 - do CD The Look of Love, trabalho de 2001 que consolidou a carreira da cantora de pop jazz. O produtor, Tommy LiPuma, é o mesmo. Assim como o arranjador, Claus Ogerman. Escorada nesse time tão convencional quanto eficiente, Krall gravita íntima e sensual pela Bossa Nova. A faixa-título, Quiet Nights, é a versão de Corcovado que correu os quatro cantos do mundo nos anos 60. De Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), o maestro soberano do gênero que a intérprete volta a abraçar, há também Este seu Olhar - entoada em português esforçado - e The Boy from Ipanema, faixa em que Krall reforça o tom lânguido que pontua as interpretações de seu 12º álbum. Tendo como maior ponto de referência o Brasil, Quiet Nights é essencialmente um disco de baladas para serem ouvidas à meia-luz - caso de Too Marvelous for Words. Outra referência forte, evidenciada já na faixa-título do emblemático The Look of Love, a música de Burt Bacharach e Hal David está representada em Quiet Nights pela recriação bossa-novista de Walk on by. Após alguns álbuns mais pessoais como The Girl on the Other Room, trabalho de 2004 marcado pela colaboração autoral de Elvis Costello com Krall, a cantora volta a mirar um público mais amplo, pronto para digerir as cordas arranjadas por Ogerman e para ouvir mais uma abordagem de So Nice, a versão em inglês do sempre moderno Samba de Verão. As duas boas faixas-bônus - recriações comportadas de Ev'ry Time We Say Goodbye e How Can You Mend a Broken Heart - não deixam dúvidas quanto ao alvo de Quiet Nights. Ao irmanar Cole Porter (1891 - 1934) e Bee Gees num clima de intimidade, Diana Krall dá outro look of love sobre repertório assentado sobre base pop que pouco tem de jazz.
Seriado da Disney, no entanto, deve continuar por pelo menos dois anos.
Jovem está envolvida em projeto de Hollywood; 'quero ver se sou boa atriz'.
Da AP
Foto: Divulgação
Miley Cyrus em cena de ''Hannah Montana: O filme'', que estreia nos EUA em 10 de abril (Foto: Divulgação)
Miley Cyrus planeja voltar aos cinemas, e logo. Mas não como Hannah Montana. Pelo menos é o que afirma a atriz de 16 anos, cujo alter ego traz sua vida dupla como uma pop star às salas de cinema dos Estados Unidos em "Hannah Montana: O filme" que estreia por lá em 10 de abril.
"Nós realmente tivemos sorte em ter material para fazermos um filme", afirmou Cyrus. O filme revela a identidade de Hannah Montana ao mundo de forma "muito esperta", segundo a atriz, e diminui as chances de haver uma continuação mas que não destroi o futuro do popular seriado da Disney.
"Não sei se faria outro filme de Hannah Montana, mas adoraria fazer outra temporadada série", afirmou Cyrus, que já assinou contrato para uma terceira temporada e se diz interessada numa quarta. "Isso seria o que todos concordamos."
A atriz também parece concordar com um salto para Hollywood. Ela está planejando passar o verão trabalhando em um filme escrito pelo autor Nicholas Sparks que não se trata de uma adaptação literária de nenhum best-seller. Desta vez, ele dirige o filme e escolheu Cyrus para um dos papeis.
O título é "The last song" (a última canção), mas ninguém fala mais do que isso. No entanto, parece que o longa testará o talento da jovem. "Sempre tive sorte de papeis que se pareciam comigo. E esse é totalmente diferente. Tenho meus problemas, mas não tão graves quanto os dessa garota. Então, estou feliz em interpretar alguém que está por aí, e não alguém que seja semelhante a mim."
"Quero ver se sou mesmo uma boa atriz ou apenas boa em interpretar eu mesma. Veremos como vai ser", encerra.
via portal G1
'American idiot' estreia nos palcos da Califórnia em setembro.
Adaptação será dirigida por Michael Mayer, vencedor do prêmio Tony.
Do G1, em São Paulo, com agências
O Green Day lança o álbum '21st century breakdown' em maio. (Foto: Divulgação)
Um musical baseado no álbum "American idiot", da banda Green Day, deve estrear em setembro no Berkeley Repertory Theater, na Califórnia, diz o jornal norte-americano "The New York Times".
A peça será uma colaboração entre o trio de punk pop e o diretor Michael Mayer, do musical de rock vencedor do prêmio Tony "Spring awekening". "É meio estranho (fazer o musical)", disse o guitarrista e vocalista do Green Day Billie Joe Armstrong ao jornal. "Mas isso é o que eu mais gosto nele. Quando as pessoas assistirem (ao musical) vão estar realizando meu sonho mais maluco", completou.
"American idiot", de 2004, é um dos discos de maior sucesso comercial da carreira da banda, com 15 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. O álbum é uma ópera-rock que segue os passos do personagem "Jesus of Suburbia" nos EUA pós-11 de Setembro.
Mayer admite que o disco pode ser difícil de ser adaptado ao palco: "Não é a história mais linear do mundo", admite. "Se você ler de uma certa maneira, pode ouvir uma multiplicidade de vozes", explica, contando que deve ter 19 atores trabalhando na peça no total.
O Green Day deve lançar seu novo álbum, "21st century breakdown", em maio. A banda deve substituir os ataques explícitos à administração Bush do álbum anterior por temas atuais no país, como a crise econômica e a hipocrisia religiosa - este último tema presente na canção "March of the dogs".
"É o reflexo do que está ocorrendo nos últimos três anos. Criamos músicas com mensagens contundentes. Poderíamos ter tomado um caminho diferente ou voltar às nossas raízes. Decidimos dar um passo à frente", contou Armstrong.
via Porta G1
Figura fácil em trilhas de novelas da Rede Globo, Marisa Monte vai ter mais uma música veiculada em um folhetim exibido pela emissora carioca. Mais uma Vez - canção que a artista incluiu em 1996 no DVD Barulhinho Bom e que reviveu no show Universo Particular, captado ao vivo em registro editado em 2008 no kit de CD e DVD Infinito ao meu Redor - está na trilha sonora de Caras & Bocas, próxima trama do autor Walcyr Carrasco, que tem estréia programada para 13 de abril de 2009. A difusão de Mais uma Vez na nova novela das 19h deverá inflar as vendas de Infinito ao meu Redor, que fechou 2008 com 160 mil cópias vendidas - cifra respeitável diante da crise fonográfica.Novo trabalho da pianista, 'Quiet nights', chega às lojas terça (31).
'Não consigo escrever uma letra em hipótese alguma', diz a artista.
Da Reuters
Diana Krall pode ser a senhora Elvis Costello agora, mas a artista premiada com o Grammy ainda é dona de uma carreira própria importante como jazzista, além de ter se lançado como produtora de discos para ninguém menos que Barbra Streisand.
Mas Krall não deixou em momento algum de manifestar seu lado esposa e mãe quando, recentemente, falou sobre seu novo álbum, "Quiet nights", que chega às lojas na terça-feira (31), seu trabalho de estúdio com Streisand e sua apresentação na Casa Branca.
"Talvez seja a babá", ela disse, desculpando-se, quando seu celular tocou durante a entrevista à Reuters. "Os meninos almoçaram e agora estão tirando sua soneca. Está tudo bem. Elvis está cuidando deles em Vancouver", afirmou com um suspiro, pensando em seus filhos gêmeos Dexter e Frank, de 2 anos.
Seu casamento com Costello em 2003 uniu duas forças musicais, e a influência do roqueiro britânico parecia clara no álbum de Krall "The girl in the other room", de 2004.
Diana Krall, 44 anos, é conhecida sobretudo por suas interpretações de standards do jazz, mas "Girl in the other room" incluiu algumas canções que ela escreveu e compôs com Costello. Os puristas não ficaram totalmente satisfeitos, porque acharam que ela se afastou do que esperavam, ao apresentar materiais que eram mais cantora/compositora contemporânea do que propriamente jazz.
Krall recordou que alguns fãs saíram antes do fim de um show dela naquele ano no Radio City Music Hall, em Nova York.
A cantora e pianista canadense disse que pode querer colaborar com o homem a quem ela chama Elvis - pelo menos em público - em lugar de seu nome real, Declan, sobre um CD para crianças.
"Espero poder fazer um disco para crianças. Se eu colaborasse com Elvis, seria realmente divertido. Poderíamos fazer um rock maluco, e ele escreveria sobre insetos ou algo assim."
Mas Krall disse que não tem planos de combinar seus talentos com a música de seu marido nos álbuns dele. Os dois trabalham independentemente em seus discos, mas ouvem as fitas demo um do outro.
Depois que ela grava, Costello pode dar ideias sobre a sequência das canções, os efeitos e outros elementos da pós-produção, mas Krall lembra que o dom dele é para escrever letras, enquanto o dela é compor as melodias. "Não consigo escrever uma letra em hipótese alguma", disse ela.
"É por isso que Elvis e eu combinamos tão bem. Temos a mesma intensidade e paixão pelas coisas, queremos ser artistas e fazer o que sentimos que é o certo."
via portal G1
Cantora chegou de avião ao país africano neste domingo (29).
Ela estuda a possibilidade de adotar Mercy James, de 4 anos.
A cantora Madonna chegou neste domingo (29) no Malauí, onde nesta semana um tribunal avalia o seu pedido de adoção de uma segunda criança malauiana, uma menina chamada Mercy James, segundo autoridades.
"Ela desembarcou e foi direto para os carros que a esperavam," disse uma autoridade do aeroporto.
Um empregado afirmou que Madonna está num hotel acompanhada do filho David Banda, que ela adotou em 2006, do mesmo orfanato onde Mercy, de quatro anos, mora.
O empregado afirmou que o pai biológico de David, Yohane Banda, está no hotel para ver o filho.
Imprensa e cidadãos do Malauí cercam o carro que transporta Madonna neste domingo (29). (Foto: Reuters)
Alguns malauianos foram contra a adoção de David, acusando o governo de ignorar leis que não permitem aos não-residentes a adoção de crianças. Críticos dizem que a adoção de Mercy também vai violar leis.
O tribunal confirmou o nome da criança na semana passada e afirmou que Madonna ou seus representantes são esperados na corte nesta segunda-feira para os procedimentos de adoção.
Um jornal local citou Madonna, 50, neste mês, dizendo que amigos malauianos a haviam dito que David precisava de um irmão ou irmã, e que ela consideraria a adoção de uma outra criança, mas somente com o apoio da população do Malauí.
Madonna adotou David quando ele tinha 13 meses. O pai biológico o colocara num orfanato depois da morte da esposa.
A cantora disse que, apesar da polêmica, ela se sentia feliz por fazer parte de um caso que poderia abrir caminhos para mais adoções no Malauí, onde cerca de um milhão de crianças são orfãs por causa da Aids.
Madonna se divorciou no ano passado do cineasta britânico Guy Ritchie, mas disse que isso não afastaria os seus três filhos dos pais.
via portal G1
Amy Winehouse teria recorrido ao produtor Mark Ronson - piloto de seu celebrado segundo álbum, Back to Black (2007) - para tentar solucionar o impasse com a gravadora Island Records, que teria rejeitado o repertório pré-produzido pela cantora para seu terceiro álbum por conta de suposta ênfase no reggae e pelo tom excessivamente sombrio das letras. Ronson, que se afastara de Winehose por causa do envolvimento da artista com as drogas, teria aceitado reformatar o material. Contudo, tais informações - veiculadas pelo populista jornal inglês The Sun - são extra-oficiais.
Resenha de CDTítulo: The Fame
Artista: Lady GaGa
Gravadora: Universal
Music
Cotação: * * * 1/2
Queridinha do rapper Akon, Lady GaGa é o nome artístico de Stefani Joanne Germanotta, uma garota de Nova York (EUA) que acabou de completar 23 anos às voltas com a turnê promocional de seu primeiro álbum, The Fame, badalado na cena eletrônica em escala mundial por conta do sucesso do ótimo single que o precedeu, Just Dance. Editado no exterior em outubro de 2008, o álbum aporta no mercado nacional neste mês de março de 2009. GaGa - assim batizada em alusão a um hit do Queen, Radio GaGa - não reinventa a roda do electro-pop dance. Mas transita pelo gênero com competência em músicas autorais como Lovegame e Beautiful, Dirty, Rich. Fiel à receita das pistas norte-americanas, seu pop sintetizado flerta com o r & b e com o rap em temas como Starstruck - faixa no qual figuram space Cowbot e Flo Rida. Em outra latitude, Eh, Eh (Nothing Else I Can Say) acena para o eurodance pop. Conceitualmente, o álbum versa sobre os (dis)sabores da fama, como já explicitam seu título e os nomes de algumas músicas. Entre elas, Paparazzi, balada turbinada com beats eletrônicos. The Fame chega ao Brasil com faixa-bônus, Disco Heaven, que evoca a disco music dos anos 70. Contudo, o som de Lady GaGa, embora seja contemporâneo, está enraizado na década de 80 e na música de Madonna, referência imediata e óbvia quando se ouve o disco - bom, mas nada original,






