Dos Beatles aos Jonas Brothers, boy bands são fenômeno jovem.
Música pop e sucesso com adolescentes são a receita dos grupos.

 Do G1,

Você pode estar do lado dos que amam ou dos que odeiam os Jonas Brothers, mas, se olhar para trás, são grandes as chances de que já tenha sido fã de uma boy band. De carona na "Ger@l", série teen sobre uma banda de adolescentes que estreou esta semana na TV Globo, o G1 preparou uma lista para entender de onde vêm e para onde vão os grupos de garotos que fazem as meninas suspirarem há mais de 50 anos.

 

Ouça um especial GloboRadio com as principais boy bands da história

As boy bands praticamente nasceram junto com o pop norte-americano do pós-guerra. Começaram como uma versão polida dos grupos vocais de doo wop que nasciam por todas as esquinas da América.

Banda Ger@al.com nega semelhanças com os Jonas Brothers

Uma das principais características do gênero/ formato é o apelo à garotas adolescentes – por isso, muitos consideram os Beatles como precursores das boy bands. Mas, de certa forma, o conceito è mais antigo, e a gravadora de soul Motown tinha em seu cast grupos formados por garotos bonitos, intérpretes de canções de algum terceiro compositor, que dançava e cantavam.

As boy bands foram se modernizando, criando fenômenos como o furacão latino dos Menudos (que gerou um boom de boy bands inclusive no Brasil) e absorvendo influências de gêneros como o R&B.

Na Ingleterra o Take That reinou absoluto no meio da década de 90, e o gênero tomou de assalto as paradas no fim do século XX e começo do século XXI nos EUA com dezenas de grupos no rastro do sucesso dos Backstreet Boys.

Confira abaixo a lista do G1 com 15 grupos essenciais para entender o fenômeno das boy bands, dos Temptations aos Jonas Brothers.

 

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Temptations – Em um modelo que seria consagrado mais tarde com o Menudo, os Temptations tinham um formato definido, independentemente de quem eram integrantes – era formado por cinco cantores e dançarinos. Com dezenas de milhões de discos vendidos, eram uma das mais eficientes peças na fábrica de hits na Motown. Mas a vida mudou, e no final dos anos 60 o grupo deu uma guinada em direção ao soul psicodélico.
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Beatles – Novinhos, bonitos e cantando com uma voz doce dezenas de canções de amor – os quatro garotos de Liverpool foram um dos maiores fenômenos adolescentes de todos os tempos e também, na sua primeira fase, uma das maiores boy bands. Os terninhos usados como uniforme, tiques de palco ensaiadíssimos e o som pop deslavado do começo da carreira não deixam dúvidas de que os Beatles serviram de inspiração parar muitas gerações de boy bands.
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Monkees – Inspirados diretamente nos Beatles, os Monkees foram recrutados para fazer um seriado humorístico na TV norte-americana, mas acabaram virando um grupo de verdade. Selecionados como atores, e não como músicos, eram alvos de críticas na imprensa. Emrpesariados por Don Kirshner, responsável pela banda de desenho animado Archies, fizeram sucesso com "I'm a believer", música de Neil Diamond incluída muito mais tarde na trilha do primeiro "Shrek".
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Jackson 5 – A banda foi criada por Joe, patriarca do clã Jackson que controlava os garotos com mão de ferro. Começou como Jackson Brothers, mas mudou com a entrada de Michael, o talentoso caçula do grupo. Com as bênçãos da Motown e da cantora Diana Ross, emplacaram quatro hits seguidos no primeiro disco, se tornando um dos maiores fenômenos da década de 70, com direito a desenho animado e programa de variedades.
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Bay City Rollers – Os punks ingleses de 1977 não combatiam apenas os "dinossauros" do rock progressivo e do hard rock – também tinham como "inimigos" fenômenos pop como o Bay City Rollers, ídolos pop que reinavam nos programas de dublagem e nas paradas inglesas. Durante um tempo, foi decretada uma "Rollermania" entre as garotas inglesas, e a banda chegou a tocar no Japão e Austrália. O segredo? Garotos bonitos, roupas comportadas e muito açúcar no som, com direito a covers como "I only want to be with you".
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Menudo – O quinteto porto-riquenho é um dos maiores fenômenos de marketing da história da música pop. Boy band essencial, deu origem a uma série de outros grupos que os imitavam em maior ou menor grau. Com direito a idade máxima para os integrantes, o Menudo varreu a América Latina (Brasil incluído) gravando em português, espanhol e inglês e deixando hits como "Não se reprima".
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Dominó – No rastro do sucesso do Menudo no país, versões brasileiras da boy band começaram a surgir, e o Dominó foi uma das mais famosas delas. Estreando com versões do grupo mexicano Timbiriche ("Companheiro" e "Ela não gosta de mim"), o quarteto teve sua própria "Dominomania", com direito a dueto com o Balão Mágico e aparições em filmes dos Trapalhões – além do domínio absoluto das rádios com músicas como "Manequim" e "P... da vida".
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Polegar – Lembrado regularmente pelos problemas do ex-integrante Rafael Ilha com as drogas nos últimos anos, o Polegar foi a única banda contemporânea que chegou perto do Dominó em popularidade. Os feitos foram parecidos – também participaram de filmes com os Trapalhões ("Uma escola atrapalhada, que ainda tinha Angélica e Supla no elenco) e também dominaram as rádios, dessa vez com "Ela não liga pra mim" e "Dá pra mim".
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New Kids on The Block – O quinteto norte-americano foi responsável pela modernização das boy bands, absorvendo influências do R&B eletrônico do final da década de 80 e ajudando a popularizar o gênero nos EUA e no resto do mundo. Com seus coletes e bonés virados para trás, chegaram ao topo do pop em 199, quando desbancaram artistas como Michael Jackson e Madonna do topo da lista de mais bem pagos da revista "Forbes".
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Hanson – O trio de irmãos é quase uma boy band "á moda antiga" – cantando uma música influenciada por soul dos anos 60 ("MMMBop") os três loirinhos chegaram a ser indicados ao Grammy, além de arrastar multidões de garotas em qualquer lugar que se apresentassem. Todo mundo cresce, e os Hanson não foram exceção – todos têm filhos e Taylor, o do meio, tem uma banda com ex-integrantes do Smashing Pumpkins e A Perfect Circle. Ainda assim, o Hanson tem planos para lançar um novo álbum em 2009.
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Take That – Logo antes dos Backstreet Boys estabelecerem a nova onde da boy bands, o Take That já havia tomado a Inglaterra com suas baladas como "Back for good" e "A million love songs". Além das vendas expressivas, eles deram um empurrão na carreira de um dos cantores de maior sucesso no país na última década, Robbie Williams – que, por sua vez, nem quis participar da volta do grupo, em 2006.
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Backstreet Boys – A boy band mais famosa de seu tempo, e talvez uma das mais lucrativas da história (excetuando os Beatles), o Backstreet Boys foi pensado pelo empresário Lou Pearlman até nos detalhes, incluindo uma escalação com os mais diferentes biotipos para atingir todos os públicos adolescentes. No auge, parecia que eles nunca deixariam o olimpo pop – mas tudo que sobe tem que descer, e músicas como "Backstreet's back" ficaram na memória das fãs e nos nostálgicos shows da turnê de volta do grupo, agora um quarteto.
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 'N Sync – Também capitaneado por Lou Pearlman, o quinteto parecia um sub-Backstreet Boys – e, de certa forma, era mesmo. Mas o 'N Sync sempre vai ter a vantagem de ter a credibilidade de ter sido o início da carreira de Justin Timberlake, ex de Britney Spears e candidato forte ao posto recém-vago de Rei do Pop.
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KLB – O Brasil também tem seu quinhão de boy bands formadas por irmãos. Influenciados pelos Bee Gees, os irmãos Kiko, Leandro e Bruno (filhos do empresário musical Franco Finato Scornavacca) tiveram uma carreira constante, alternando hits nacionais ("A dor desse amor") com versões gringas, como "Um anjo", baseada em "Angel" do britânico Robbie Williams.
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Jonas Brothers – Assim como o KLB, os irmãos Jonas tocam seus próprios instrumentos e também compõem suas próprias músicas. A banda foi criada a partir da carreira-solo do caçula Nick. Usando "aneis de virgindade" e bons moços, empresariados pelo próprio pai, estão chegando ao auge do sucesso com turnês lotadas e discos de platin
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Banda norte-americana confirma show em Curitiba no dia 13 de agosto.
Grupo ficou conhecido nos anos 90 com hits como 'What's on your mind'.

Do G1, em São Paulo

A banda Information Society. (Foto: Divulgação)

Considerado um dos principais nomes da cena eletrônica dos anos 90, o Information Society fará uma turnê pelo Brasil em agosto. Além de shows no Rio de Janeiro, dia 7, no Vivo Rio; em Belo Horizonte, dia 8, no Music Hall; em São Paulo, dia 12, no Via Funchal; e em Ribeirão Preto, interior de SP, dia 14 no Taiwan Centro de Eventos, o grupo se apresentará também em Curitiba, no dia 13, no Master Hall. 

Responsável por sucessos como "How long", "Peace & love Inc", "Running", "Think", "Repetition" e "What's on your mind", o grupo veio ao país como uma das grandes atrações do Rock in Rio 2, em 1991.

No mesmo ano, eles passaram por diversas capitais e várias cidades de interior. Desta vez, o Information Society retorna ao Brasil com todos os hits da banda e também canções de seu álbum mais recente, "Synthesizer", lançado em 2007.

A banda conta hoje com três de seus membros originais: Paul Robb, Kurt Harland e James Cassidy, que voltaram a se reunir em 2006.

O InSoc, como é conhecido, surgiu da união de um grupo de estudantes de Minneapolis em 1981. Paul Robb, Kurt Harland, James Cassidy e Amanda Kramer tinham um gosto em comum por música e pelas pistas da época.

Em meados de 1993, o InSoc veio ao Brasil fazer seu suposto "último show". A partir do final daquele ano, a banda se separou. No ano seguinte, Kurt comprou o nome da banda e o direito sobre as músicas e passou a trabalhar no "novo InSoc".

Em 2006, o grupo foi convidado a participar do programa "Bands reunited", do canal VH1, e a partir de então passou a receber - e a aceitar - vários convites para shows.

Information Society no Brasil

Rio de Janeiro
Quando:
7 de agosto (sexta-feira), às 22h30
Onde: Vivo Rio, Av. Infante Dom Henrique, 85, tel. 4003 -1212
Quanto: R$ 80 a R$ 250

Belo Horizonte
Quando:
8 de agosto (sábado), às 22h
Onde: Music Hall, Av. Contorno, 3239, tel. (31) 3461-4000
Quanto: R$ 80 a R$ 150

São Paulo
Quando:
12 de agosto (quarta-feira), às 21h30
Onde: Via Funchal, R. Funchal, 65, tel. (11) 2198–7718
Quanto: R$ 140 a R$ 200

Curitiba

Quando: 13 de agosto (quinta-feira), às 23h

Onde: Master Hall, Rua Itajubá, 143, tel.: (41) 3315-0808

Quanto: R$ 93 + 1 quilo de alimento

Ribeirão Preto
Quando:
14 de agosto (sexta-feira), às 21h30
Onde: Taiwan Centro de Eventos, tel. (16) 4009-8899
Quanto: R$ 80 a R$ 200

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Joe Jackson participou do programa de Larry King na CNN.
Pai do cantor diz que considera médico culpado pela morte do filho.

Do G1, com agências

Joe Jackson (à direita) em entrevista para a CNN. (Foto: AP)

Em entrevista ao programa do jornalista Larry King, na rede de TV norte-americana CNN na noite desta segunda-feira (20), Joe Jackson, pai e ex-empresário do cantor Michael Jackson, diz que nunca bateu no seu filho e que não cometeu nenhum erro quando estava criando ele e seus irmãos.

Cobertura completa: Jackson morre
"Nunca (o agredi), nunca. Eu o eduquei como todos os pais criam seus filhos. Mas pelo que eu iria agredir Michael? Nunca existiu razão para isso. É o meu filho. Eu o amava e ainda o amo", disse Joe. "Ele cresceu da forma certa, ele não corria pelas ruas como todas as outras crianças do bairro".

Joe, que ficou fora do testamento do Rei do Pop, acredita que a morte de Michael foi causada por algum erro médico por parte do doutor Conrad Murray, que estava com o cantor no momento da sua morte, no dia 25 de junho.

"O médico deu algo para que ele relaxasse, e ele não acordou nunca mais. Tem algo de errado aí", afirma Joe. "Esse médico fugiu, demoraram três dias para achá-lo. Para mim, foi um erro médico".

A família está esperando os resultados de um exame toxicológico para determinar a causa da morte do cantor. Os resultados devem ser apresentados na próxima semana.

Joe diz que não sabe o paradeiro do corpo de Michael - fontes afirmam que o cantor ainda não teria sido enterrado. "Você teria que perguntar a alguém que saiba sobre isso", disse, ao ser indagado sobre o corpo. "Eu não sei". 

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Michael Jackson e Duran Duran estão no repertório do novo trabalho.
Ouça a canção 'Você já me esqueceu', sucesso de Roberto Carlos.


A cantora Fernanda Takai lança novo CD e DVD. (Foto: Divulgação)

Depois de conquistar um Disco de Ouro pelas 50 mil unidades vendidas do álbum "Onde brilhem os olhos seus", Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu, se prepara para o lançamento do CD e DVD ao vivo "Luz negra".

Além das canções que estão no disco anterior, a cantora em sua fase solo incluiu no setlist músicas que sempre quis interpretar, como "Você já me esqueceu", de Fred Jorge, cantada por Roberto Carlos no álbum de 1972, e "Cinco discos", parceria dela com John Ulhoa, gravada por Pedro Mariano no álbum "Intuição", de 2002. O lançamento está previsto para o final deste mês.


Clique aqui para ouvir a música "Você já me esqueceu"

O repertório também reúne canções pop como "There must be an angel", que Fernanda já tinha gravado para a trilha de um desfile de inverno do estilista Ronaldo Fraga, em 2005, mas nunca tinha cantado ao vivo. "Gosto muito do Eurythmics, eles têm um dos melhores shows do universo pop e grandes canções", diz.

Fã de Duran Duran, Fernanda cantou "Ordinary world". "Esta é das minhas bandas favoritas e achei bacana colocar no show esse tipo de influência que eu tive muito em minha vida musical, anos 80, Inglaterra."


"Kobune", a versão japonesa para "O barquinho", inspirada na banda Pizzicato Five, também está registrada no disco, assim como "Ben", sucesso do rei do pop.


"Ela está no repertório desde o lançamento da turnê, em março de 2008. É até estranho agora que o Michael Jackson morreu, pois era uma lembrança em vida. Espero que as pessoas não se enganem e achem que estou cantando só por isso. Escolhi essa canção porque além de ser um ótimo intérprete de músicas dançantes, Michael sabia emocionar com esse tipo de balada, um pouco melancólica. Também foi uma que ouvi muito em fita k7!", conta ela.


Segundo a gravadora Deckdisc, o conceito das gravações tem forte referência ao universo HQ de "Sin City". Dirigido por Eduardo Zunza e Daniel Veloso com produção musical de John Ulhoa, "Luz Negra" reúne ainda clipes, cenas de estrada e bastidores, além de um minidocumentário da turnê.

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Paris, 21 jul (EFE).- A controvertida e polêmica lei contra downloads ilegais na internet será votada novamente em setembro na Assembleia Nacional francesa, para onde o texto voltou hoje depois do voto favorável do Senado no começo de julho.

Trata-se da versão modificada, após a revisão forçada pelo Conselho Constitucional francês, mas a votação, que o Governo desejava realizar ainda esta semana, será adiada, anunciou hoje o presidente da Assembleia, Bernard Accoyer.

O projeto de lei contra os downloads ilegais conta com o apoio pessoal do presidente francês, Nicolas Sarkozy, que mostrou sua insatisfação quando o texto sofreu uma primeira rejeição, em abril, na Assembleia, por causa da ausência de deputados da maioria governamental.

O novo texto chega à Assembleia sem as disposições que o Conselho Constitucional rejeitou por entrar em choque com a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789.

A Assembleia criticou o fato de o projeto original limitar a liberdade de comunicação e expressão, por causa da possibilidade de uma autoridade decidir cortar o acesso à internet de "piratas" reincidentes.

Além disso, não respeitava o princípio de presunção de inocência, e o Conselho Constitucional opinou que "apenas um juiz" poderia tomar a decisão de cortar o acesso à web enquanto não fosse provado um download ilegal.

via UOL

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