Grupo de música eletrônica faz turnê pelo Brasil a partir desta sexta (7).
Leia entrevista com James Cassidy, que faz parte da formação original.

Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

A banda eletrônica Information Society faz turnê pelo Brasil. (Foto: Divulgação)

Os anos 90 estão de volta - pelo menos durante a turnê do Informatin Society no Brasil. Considerado um dos principais nomes da cena eletrônica da década passada, o grupo dá início nesta sexta-feira (7) no Vivo Rio, na capital fluminese, a uma temporada de shows com todos os hits da banda e também canções de seu álbum mais recente, "Synthesizer" (2007). 

 

Depois de mais de 10 anos de hiato, os membros originais Paul Robb, Kurt Harland e James Cassidy voltaram a se reunir em 2006, quando o trio foi convidado a participar do programa "Bands reunited", do canal VH1. A partir de então, o InSoc, como é conhecido, passou a receber - e a aceitar - vários convites para shows.

Responsável por sucessos como "What's on your mind", "How long", "Peace & love Inc", "Running", "Think" e "Repetition", o grupo veio ao país como uma das grandes atrações do Rock in Rio 2, em 1991. No mesmo ano, eles passaram por diversas capitais e várias cidades de interior. Desta vez, o Information Society se apresenta em Belo Horizonte, dia 8, no Music Hall; em São Paulo, dia 12, no Via Funchal; em Curitiba, dia 13, no Master Hall; e em Ribeirão Preto, interior de SP, dia 14, no Taiwan Centro de Eventos. 

 

"Estivemos no Brasil quatro vezes", relembra James Cassidy em entrevista por telefone ao G1. "Fizemos duas grandes turnês em 1989 e 91. Tivemos a sorte de viajar pelo país inteiro, do sul até o nordeste. Viajar ao Brasil sempre foi um ponto alto nas nossas turnês, e é empolgante poder voltar agora."

 

Tecnologia

 

A principal diferença na banda, segundo Cassidy, é a tecnologia empregada atualmente. "Na verdade, é muito mais fácil fazer o que fazemos agora por causa do avanço tecnológico. Mesmo morando em cidades diferentes, podemos nos reunir para ensaiar juntos pela internet", diz.

 

"Hoje, todo o nosso equipamento é muito menor e mais barato. Quando fomos ao Brasil 20 anos atrás, tivemos de levar um staff de pelo menos quatro pessoas, e mais uma equipe local. Agora não precisamos mais de tanta gente para fazer um show melhor. É até engraçado admitir, mas estamos tocando melhor agora - a tecnologia permite isso." 

 

Durante o tempo em que estiveram separados, os integrantes do Information Society seguiram carreiras diferentes. Kurt compõe música para videogame em São Francisco, Paul faz trilhas para comerciais de TV em Los Angeles, e James deixou o mundo musical para estudar agricultura.

 

"Fazer shows é muito menos estressante agora, porque não é mais a nossa ocupação principal. Isso nos permite nos divertir e relaxar mais, tocar o que realmente queremos, é mais prazeroso. Foi legal dar esse tempo", avalia Cassidy, acrescentando que ainda não há planos de um novo disco de inéditas.

 

Quanto aos fãs atuais do Information Society, tudo indica uma mistura eclética. "Estou muito curioso para ver quem vai aos nossos shows no Brasil. Temos fãs realmente muito jovens nos Estados Unidos, gente que provavelmente nem era nascida quando estávamos na ativa. Nos EUA temos uma mistura de fãs antigos com gente que eu nem imagino como ficou conhecendo a banda."
 
Information Society no Brasil

Rio de Janeiro
Quando:
7 de agosto (sexta-feira), às 22h30
Onde: Vivo Rio, Av. Infante Dom Henrique, 85, tel. 4003 -1212
Quanto: R$ 80 a R$ 250

Belo Horizonte
Quando:
8 de agosto (sábado), às 22h
Onde: Music Hall, Av. Contorno, 3239, tel. (31) 3461-4000
Quanto: R$ 80 a R$ 150

São Paulo
Quando:
12 de agosto (quarta-feira), às 21h30
Onde: Via Funchal, R. Funchal, 65, tel. (11) 2198–7718
Quanto: R$ 140 a R$ 200

 

Curitiba

Quando: 13 de agosto (quinta-feira), às 23h

Onde: Master Hall, Rua Itajubá, 143, tel.: (41) 3315-0808

Quanto: R$ 93 + 1 quilo de alimento

Ribeirão Preto
Quando:
14 de agosto (sexta-feira), às 21h30
Onde: Taiwan Centro de Eventos, tel. (16) 4009-8899
Quanto: R$ 80 a R$ 200

 Studio 2002

Steven Tyler se apresentava em festival de motocicletas.
Cantor caiu enquanto dançava para entreter a plateia durante falha no som.

Steven Tyler canta em show do Aerosmith em junho de 2009. (Foto: AP)

O vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, foi levado de helicóptero para um hospital nesta quinta-feira (6) após ter caído do palco durante um show no Rally de Motocicletas de Sturgis.

Tyler, que tem 61 anos, caiu ao tentar entreter a plateia dançando,   enquanto a equipe da banda consertava uma falha no sistema de som que aconteceu durante a música "Love in an elevator".


Ed Aurand, supervisor de segurança do camping Buffalo Chip, que promoveu o show ao ar livre, disse que Tyler pisou errado para trás da passarela do palco. 

 

"Ele dança muito no palco e faz várias performances com o pedestal do microfone. Ele pôs o pedestal no chão, girou em volta dele e pisou fora do palco", explicou  Mike Sanborn, representante do camping


O show estava na metade quando ele caiu diante de milhares de fãs. Os seguranças correram para ajudá-lo e a multidão aplaudiu quando Tyler voltou ao palco. 

 

Bom humor

 

"Ele estava de bom humor quando entrou no helicóptero. Estava conversando e fazendo piadas com o médico (...) Foi um fim infeliz para uma noite extraordinária", disse Sanborn.

Tyler sofreu lesões menores no pescoço e na cabeça, além de uma lesão no ombro, que não pode ser avaliada na hora, conta Sanborn. Depois da queda, Tyler foi levado ao camarim.

 

Por volta de 0h15 de quinta-feira (6), o guitarrista do Aerosmith, Joe Perry, voltou ao palco para explicar ao público que Tyler estava sendo levado ao hospital e que o show não iria continuar.

Um médico presente no show atendeu Tyler, e o cantor foi levado para o Rapid City Regional Hospital em Dakota do Sul, o maior hospital da região segundo Sanborn.

 Studio 2002

Banda se apresenta em São Paulo e no Rio em novembro.
Ingressos começam a ser vendidos no dia 10 de agosto.

Do G1, em São Paulo

A banda norte-americana The Killers. (Foto: Divulgação)

A banda norte-americana The Killers retorna ao Brasil para dois shows em novembro. O grupo se apresenta em São Paulo no dia 21, na Chácara do Jockey, e no Rio de Janeiro dia, na HSBC Arena. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 10 de agosto.

 

Formado pelo vocalista Brandon Flowers, pelo baixista Mark Stoermer, pelo guitarrista Dave Keuning e pelo baterista Ronnie Vannucci, o The Killers, quarteto originário de Las Vegas, lançou em 2008 o aclamado "Day & age", seu terceiro álbum de estúdio, e surpreendeu pela "pegada dançante".

 

"Estamos sempre exigindo mais de nós mesmos," diz Stoermer, "e existe muita diversidade entre nós – desde rock até dance music." 

Em seu trabalho mais recente eles experimentam vários instrumentos - como o sax e o tambor de aço - e se arriscam por novos gêneros, como o glam-rock, novidades que o público brasileiro vai poder conferir de perto.

 

Além do sucesso de vendas – só o álbum "Sam's town" (2006) vendeu mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo - a banda recebeu 7 indicações para o Grammy, ganhou uma variedade de prêmios como MTV, Brit Awards e NME Awards e foi atração principal nos maiores festivais no mundo.

 

"Fomos arremessados rapidamente ao lugar que ocupamos hoje – o desafio é mantê-lo", diz Flowers.

 

A banda fez sua estreia em disco com "Hot fuss" (2004). O grupo esteve pela primeira vez no Brasil no Tim Festival em 2007.

 

The Killers no Brasil

 

São Paulo

Quando: 21 de novembro (sábado), às 20h

Onde: Chácara do Jockey, Av. Pirajussara s/n (Altura do nº 5100 da Av. Francisco Morato) 
Quanto: R$ 200 (pista) e R$ 350 (pista premium)

 

Ingressos:

Site: www.livepass.com.br
Call center: 4003 1527 (custo de ligação local)
Pagamentos somente com cartões de crédito (Aura, American Express, Diners, Mastercard e Visa). Inclui Taxa de Conveniênca de 15% sobre o valor de face do ingresso +Taxa de Entrega por pedido. 

 

Rio de Janeiro

Quando: 24 de novembro (terça), às 21h30

Onde: HSBC Arena, Av Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca 
Quanto: R$ 100 (nível 3) / R$ 200 (pista) / R$ 240 (nível 1) / R$ 350 (pista premium)

 

Ingressos:

Ponto de venda (sem taxa de conveniência):
Somente pagamento com cartões de crédito:
- Quiosque Americanas.com Botafogo Praia Shopping (Praia de Botafogo, 400 – Subsolo)
- Quiosque Americanas.com Barra Shopping (Av. das Américas, 4666 - 2º Andar) - Quiosque Americanas.com Ouvidor (R. do Ouvidor, 175)
- Quiosque Americanas.com Ipanema (R. Visconde de Piarajá, 142/146)
- Quiosque Americanas.com Leblon (Av Ataulfo de Paiva, 204)
- Quiosque Americanas.com Norte Shopping (Av. Dom Helder Câmara, 5332)
- Quiosque Americanas.com Niteroi Plaza Shopping (Rua XV de Novembro, 8)

Somente pagamento em dinheiro:
Modern Sound (Rua Barata Ribeiro, 502 – Copacabana)

Site: www.livepass.com.br
Call center: 4003 1527 (custo de ligação local)
Pagamentos somente com cartões de crédito (Aura, American Express, Diners, Mastercard e Visa). Inclui Taxa de Conveniênca de 15% sobre o valor de face do ingresso +Taxa de Entrega por pedido.

 Studio 2002

Novo trabalho vai se chamar 'Reality killed the video star'.
Será o primeiro disco do cantor inglês desde 'Rudebox', de 2006.

Da EFE

Divulgação
O cantor inglês Robbie Williams. (Foto: Divulgação)

O cantor inglês Robbie Williams anunciou nesta quarta (5) que lançará um álbum em novembro, o seu primeiro desde "Rudebox", de 2006.


O novo trabalho do astro da música pop vai se chamar "Reality killed the video star" e o primeiro single, "Bodies", vai ser disponibilizado para download em 11 de outubro - um dia antes de chegar às lojas.


Williams disse em seu site que os fãs verão "o velho Robbie, o novo Robbie e o Robbie que ninguém viu". "Realmente espero que (o álbum) seja tão bom como eu acho", disse.

 

 

  Homenagem a Michael Jackson


Um dos destaques do disco é o tributo a Michael Jackson, que morreu em 25 de junho.


"Não conseguia encontrar a letra adequada para uma das minhas canções. Quando ele (Michael) morreu, voltei a escrever com ele em mente", explicou Williams.


A música foi uma parceria com Don Black, co-autor de "Ben", um dos grandes sucessos do "rei do pop".


O título do álbum faz uma referência à música "Video killed the radio star", da banda The Buggles, dos anos 80. A canção dizia que os videoclipes acabariam com o rádio.


Este trabalho poderá marcar o fim da passagem de Williams pela EMI, já que é o ultimo álbum previsto no contrato assinado em 2002.


No ano passado, o cantor ameaçou deixar a gravadora, que foi adquirida por um grupo de capital de risco e demitiu dois mil funcionários.

 Studio 2002

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