Alice Cooper, Eminem e The Cure estão na nossa lista macabra de vídeos cheios de terror

Do R7
Reprodução
Em Thriller, Michael Jackson vira um morto-vivo

A data amedronta os supersticiosos e anima aqueles que adoram terror. Sim, hoje é sexta-feira 13, e se você faz parte do primeiro grupo, não precisa se desesperar – embora seja melhor evitar passar embaixo de escadas ou quebrar espelhos.

Para ajudar você a entrar no clima e descobrir como o terror pode ser divertido, veja a nossa lista de videoclipes horripilantes, cheios de efeitos que mais parecem de cinema.

1- Thriller (Michael Jackson)
Um dos clipes mais importantes da história da música tem temática de horror. O vídeo do hit Thriller, dirigido por John Landis, o mesmo de Um Lobisomem Americano em Londres, mostra o Rei do Pop como um morto-vivo. O balé de fantasmas é outro ponto marcante da produção de 1983, e até hoje a coreografia é imitada pelos fãs de Michael.

2- Hey Stoopid (Alice Cooper)
Quando o assunto é terror, Alice Cooper é mestre. Nesse vídeo ele é o condutor de uma montanha-russa horripilante. Os trilhos pegam fogo, caveiras voadoras assustam quem está no carrinho e, Cooper, claro, aparece gigante regendo toda a bagunça. Chega a ser hilário.

3- Lullaby (The Cure)
O jeitão dark do The Smiths tornou muitos dos clipes da banda verdadeiros filmes bizarros. Nesse vídeo, Robert Smith aparece acuado e com medo em um quarto escuro. Ele bem que tenta se esconder debaixo dos lençóis, mas acaba sendo encontrado por fantasmas e aranhas. No fim, o vocalista acaba envolto em teias. Que medo!

4- Closer (Nine Inch Nails)
A trilha sonora do filme Seven (1995) não poderia ser menos assustadora. O grupo Nine Inch Nails caprichou no vídeo e fez uma produção cheia de bizarrices. Além de cenas que lembram trechos do filme, os integrantes aparecem flutuando feito fantasmas e tipos bem estranhos surgem com cabeças de animais e sujos de sangue. Um horror!

5- 3.a.m. (Eminem)
O rapper também se aventurou no mundo do terror – aliás, ele pretende gravar um longa de horror em 3D intitulado Shady Talez. Nesse vídeo ele aparece solitário em uma floresta macabra. Em outro trecho ele surge feito um fantasma em busca de remédios. Para conseguir alguns comprimidos, ele mata quem está em seu caminho. Para fechar, Eminem toma entra em uma banheira de sangue.

Segundo a página da cantora, problema foi resolvido, mas não se sabe o tamanho do estrago

Do R7
 

The Grosby GroupFoto por The Grosby Group
Britney enfrenta uma maré de azar e também foi criticada por usar playback em show na Austrália

No início da tarde desta quinta-feira (12), o Twitter da cantora Britney Spears foi invadido por hackers. O administrador da página da estrela no microblog, não revelou o tamanho do estrago que os invasores fizeram, mas deixou uma mensagem de desculpa para os fãs que possivelmente receberam mensagens ofensivas da Princesinha do Pop.

Entre as mensagens publicadas pelos invasores, estão "I give myself to Lucifer every day for it to arrive as quickly as possible", algo como "Eu me entrego a Lúcifer todos os dias e espero para que isso aconteça o mais rápido possível. Glória ao Satã". 

Em outro post, o hacker escreveu "I hope that the new world order will arive as soon as possible! –Britney", algo como "Eu espero que a a nova ordem mundial chegue o mais rápido possível!". 

Ao que tudo indica, Britney Spears parece não está em um momento bom. Nesta semana, após fazer um show em Melbourne, na Austrália, ela foi duramente criticada pela imprensa local por dublar suas músicas no palco. Na manhã desta quinta, um dos empresários da artista a defendeu e disse que Britney declarou que tudo o que faz em seus shows é para seus fãs.

'Não estou deixando o Aerosmith', disse cantor em aparição surpresa.
Tyler e Perry apresentaram uma versão do clássico 'Walk this way'.

Da Reuters

AP
Steven Tyler canta em show do Aerosmith em junho de 2009. (Foto: AP)

O vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, se juntou a Joe Perry durante apresentação em Nova York para esclarecer o futuro da tradicional banda de rock.


"Nova York, quero que você saiba que não estou deixando o Aerosmith", disse Tyler a fãs em uma aparição surpresa na terça-feira (10) à noite, durante show do projeto solo de Perry, informou o site da "NME".


Tyler, de 61 anos, e Perry, seu parceiro por 40 anos, cantaram uma versão de "Walk this way", um dos clássicos do Aerosmith.


O futuro do grupo é incerto desde que uma turnê pela América do Norte foi reduzida após a queda de Tyler no palco, e relações entre Perry e Tyler terem esfriado com mensagens duras no Twitter e dúvidas sobre a permanência de Tyler na banda.


Tyler disse ao site de celebridades "TMZ" após a apresentação de terça-feira que "há absolutamente nenhuma validade o rumor de que o Aerosmith está se separando".

Sobre a presença de Tyler em seu show, Perry disse: "ele não poderia ficar de longe". Perguntado sobre os rumores de desmanche do grupo, Perry disse ao "TMZ": "Nada disso é verdade".

www.baixeaquigratis.net

Baixar CD Norah Jones – The Fall

 

Norah Jones (Brooklyn, 30 de Março de 1979) é uma pianista, cantora e compositora estadunidense. Nascida Geetali Norah Jones Shankar, mudou oficialmente seu nome aos dezesseis anos.


"Chasing Pirates", foi o primeiro single do seu novo álbum The Fall.

Banda: Norah Jones
Nome do Album: The Fall
Gênero: Pop
Ano de Lançamento: 2009
Tamanho: 108 MB
Formato: mp3
Qualidade: 192 Kbps

Megaupload – Download
Depositfiles – Download

 (para download clique no link acima aguarde 1 minuto até que o download fique disponivel no fim da pagina)

 
Artista: Roupa Nova
Álbum: Ouro de Minas
Gênero: MPB / Pop
N° de Faixas: 12
Gravadora: Universal
Tamanho: 84,7 Mb
Formato: MP3
Qualidade: 256 Kbps

Este álbum é um tributo ao melhor da música mineira e conta com participações especiais de:

Elba Ramalho (Fé Cega, Faca Amolada),
Luciana Mello (Nascente),
O Sal Da Terra (dueto com Ivete Sangalo)
Zélia Duncan (Feira Moderna),
Beto Guedes (Amor De Índio)
Milton Nascimento (Nada Será Como Antes).

Tracklist:

01. Fé Cega, Faca Amolada (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos) – Citação Instrumental: Raça (Milton Nascimento/Fernando Brant. Voz: Paulinho. Participação Especial: Elba Ramalho.
02. Amor de Índio (Beto Guedes/Ronaldo Bastos). Voz: Serginho.
03. Feira Moderna (Beto Guedes/Lô Borges/Fernando Brant). Voz: Paulinho. Participação Especial: Zélia Duncan.
04. Princesa (Flávio Venturini/Ronaldo Bastos). Voz: Serginho.
05. O Sal da Terra (Beto Guedes/Ronaldo Bastos). Voz: Paulinho. Participação Especial: Ivete Sangalo.
06. Frisson (Tunaí/Sérgio Natureza). Voz: Serginho.
07. Nada Será Como Antes (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos). Voz: Paulinho.
08. Tudo o Que Você Podia Ser (Márcio Borges/Lô Borges). Voz: Serginho. Participação Especial: Sandra de Sá.
09. Nascente (Flávio Venturini/Murilo Antunes). Voz: Serginho. Participação Especial: Luciana Melo.
10. Tão Seu (Samuel Rosa/Chico Amaral). Voz: Paulinho.
11. De Frente Pro Crime (João Bosco/Aldir Blanc). Rap: Ninguém Liga pra Você (Nando/Ricardo Feghali). Voz: Nando.
12. Nos Bailes da Vida (Milton Nascimento/Fernando Brant). Abertura: Segredo de Ser Feliz (Nando/Ricardo Feghali). Voz: Ricardo Feghali

www.baixeaquigratis.net
Baixar CD Fábio Jr. – Romântico

 

O cantor Fábio Jr. lançou no dia 30, sexta, um novo CD: "Fábio Jr. – Romântico" que conta com duas canções inéditas e regravações, sendo a maioria de grandes clássicos sertanejos.


O CD traz ainda duas músicas inéditas: as versões "Amar É Perdoar (Don't Know Why)" – que faz parte da trilha sonora da novela "Cama de Gato" da TV Globo – e "Quando Um Homem Se Apaixona (When A Man Loves)". Confira a lista completa das músicas e o vídeo de prévia da música Amar é Perdoar.

Faixas:

1. Amar é Perdoar ( Single Novela Cama de Gato )
2. É o Amor
3. Estrada da Vida
4. Quando um Homem se Apaixona
5. Alma Gêmea
6. Telefone Mudo
7. Cabecinha no Ombro
8. Rio de Piracicaba
9. Amizade Sincera
10. Fio de Cabelo
11. No Rancho Fundo
12. Cabocla Tereza
13. Românticos

Hospedagem: Rapidshare/Uploading/Megaupload/Depositfiles
Tamanho: 73 MB

Rapidshare – Download
Uploading – Download
Megaupload – Download
Depositfiles – Download

Dinho Ouro Preto não precisa ficar envergonhado, ele não foi o único que caiu em um show

Fabian Chacur, do R7
 

DivulgaçãoFoto por Divulgação
Em seus shows pelo Brasil, Caetano Veloso está acostumado a ser acompanhado pela plateia, em suas músicas. Só que, em Brasília, este ano, e no último domingo, ele se esqueceu de olhar para o chão

Dinho Ouro Preto foi destaque na mídia, nesta semana. Sua queda no palco, em Patos de Minas (MG), causou comoção nacional. Lógico que no Brasil tudo vira piada, e o cantor do Capital Inicial pode ter gerado boas gargalhadas para alguns espíritos de porco.

Então, vamos livrar a cara do roqueiro. Ele não pagou esse mico sozinho. O R7 pesquisou dez quedas de artistas famosos no palco que entraram para a história. Como trilha sonora, imaginem Meu Mundo Caiu, sucesso da cantora Maysa.

1)Caetano Veloso- 2009- Brasília

O tombro sofrido por Caetano neste domingo (8), não foi o primeiro de sua carreira. O astro estava flutuando. Cantava Força Estranha, acompanhando-se ao violão, e acompanhado pelo público. Olhava para tudo quanto é canto, menos para o chão. Resultado: despencou rumo à plateia. Sorte que o socorreram logo. Saiu ileso. Mas foi constrangedor....

2-Frank Zappa- 1971- Londres

O roqueiro americano estava se apresentando no Rainbow Theater, em Londres, quando Trevor Howell, namorada de uma fã do doidão americano, resolveu dar uma lição no cara, e o jogou no fosso do teatro. Resultado: várias fraturas e quase um ano longe dos palcos. Bem dizem por aí que ciúme mata. E teve colega que gostou. Lou Reed afirmou que adorou, pois odiava Frank Zappa. Êta, coração duro, seo Reed!

3-Robbie Williams- Inglaterra-1996

Dizem que bom humor é tudo na vida. Robbie Williams é a prova disso. Enquanto cantava Walk On The Wild Side, ele ensaiou uma dancinha e caiu com o bumbum no chão. Cara de pau, continuou lá, cantando, e fingindo que não era com ele. Depois, levantou-se e a vida seguiu. O show não pode parar, dizem por aí.

4-Axl Rose- 1989- Los Angeles-Estados Unidos

O roqueiro, no auge da sua forma, fazia a coreografia habitual com o microfone nas mãos. Aí, não percebeu o desnível no palco e caiu feito um saco de batatas. Auxiliado por um segurança, levantou e voltou a cantar. Sabe Deus como!

5-Jason Newsted (ex-Metallica)- Anos 90, Estados Unidos

O Metallica vivia o seu auge, no início dos anos 90. Seu baixista de então, Jason Newsted, resolveu mostrar que sabia tocar baixo e subir os três degraus no palco que o levariam ao nível onde estava o baterista. No primeiro, tudo bem. No segundo, levou um baita de um tropeção, e chegou dessa forma, na base do trupicão, ao terceiro. Pensam que ele se abalou? Mesmo deitado, continuou tocando. Isso é o que chamamos de um baixista metálico!

6-Steven Tyler (Aerosmith)- 2009- Estados Unidos

Enquanto cantava Love In a Elevator, o vocalista do Aerosmith, em sua própria descrição, foi para um lado quando deveria ter ido para o outro, e despencou do palco. Ele caiu de ponta cabeça, tomou 20 pontos no ombro, teve uma fratura no ombro e está fora da ativa até hoje. Ainda assim, ele comemorou, dizendo que só caiu do palco por quatro vezes, nesses quase 40 anos de carreira. Então, tá.....

7-Britney Spears- anos 2000, Japão

A estrelinha pop estava em meio a uma coreografia, usando apenas chapéu, sutiã, calcinha e sapatos altos. Aí, de repente, ooops, ela fez de novo: caiu com tudo! Sem se abalar, levantou e o show continuou. Afinal, para quem já aprontou como ela, se estatelar no palco é pinto......

8-Madonna- Dinamarca-2008

A Rainha do Pop estava toda faceira, interpretando seu sucesso recente Hung Up. Ela vestia um collant, e desfilava pela passarela do palco feito uma gazela, quando escorregou e caiu de frente. Sorte que ela estava com os reflexos apurados, e conseguiu se apoiar no chão.

9-Patty Smith- 2007, Inglaterra

Uma das grandes cantoras e compositoras do rock, Patty Smith já havia tido uma queda feia em 1976 que a manteve quase um ano fora dos palcos. Mas isso não a impediu de seguir em frente. E de, em 2007, cair de novo. Enquanto cantava Rock And Roll Nigger, a moça tropeçou em um autofalante e despencou no palco, quebrando o cotovelo. Sorte que era a última música, e ela conseguiu acabar o show antes de ser atendida. Mas o autofalante não saiu ileso, tomando um chute da roqueira. Horses, horses, horses.....

10-Christina Aguilera-Estados Unidos, 2007

Não saber usar saltos altos costuma ser um problema para as mulheres. Achar que sabe pode ser ainda pior. Christina Aguilera foi vítima desse mal durante um show que fez nos Estados Unidos em 2007. Ao pisar em falso, caiu de joelhos no palco, durante uma coreografia. Ela não se feriu, e continou o show. Mas muita gente rachou o bico....

Cantora fará shows para lançar o CD, Colour Me Free em São Paulo, Rio e Porto Alegre

Fabian Chacur, do R7
DivulgaçãoFoto por Divulgação
Joss Stone iniciou sua carreira discográfica em 2003, quando tinha apenas 16 anos. Sua voz, no entanto, já tinha a potência e a marca registrada de agora

Joss Stone tem apenas 22 anos, mas pode botar banca de veterana. Afinal, a cantora e compositora britânica acaba de lançar seu quarto CD, Colour Me Free, e soa como uma artista completa desde o lançamento de seu primeiro álbum, The Soul Sessions (2003).

Ela é um desses casos felizes em que a beleza marcante se uniu a uma voz potente, vigorosa, mas facilmente encontrável em cantoras negras americanas.

This Way Up equivale a uma reaproximação de Joss Stone com a soul music dos anos 60 e 70, sua principal inspiração, após flertes com o rhythm and blues americano moderno no álbum anterior, Introducing Joss Stone.

Composto basicamente por composições da própria loirinha assinadas com vários parceiros, o repertório de Colour Me Free cativa logo em sua primeira faixa, a vigorosa Free Me. Alguns convidados especiais ajudam a dar um colorido ainda maior ao CD.

O lendário guitarrista Jeff Beck e a percussionista Sheila E (que tocou com Prince e é filha de um ex-percussionista de Carlos Santana, Coke Escovedo) marcam presença em Parallel Lines, um dos pontos altos do álbum.

O consagrado saxofonista de jazz, rock e pop David Sanborn é a atração da inspirada releitura de I Believe It To My Soul, de autoria de Ray Charles. E a mistura de soul e rap é a marca de Governmentalist, que conta com a participação do rapper Nas.

Joss Stone define de forma bem simples esse novo trabalho.

-É um disco bem cru, basicamente uma turma de músicos, compositores e eu improvisando, com liberdade e sem seguir regras rígidas. É um retrato honesto e exato de onde estou atualmente como artista e pessoa.

Segundo informações da gravadora EMI, onde está desde o início de sua carreira a loirinha já vendeu mais de oito milhões de discos em todo o mundo. No Brasil, emplacou várias músicas nas paradas, entre elas Super Duper Lover, Right To Be Wrong e Baby Baby Baby, as três temas de novelas globais.

Joss Stone se apresentou pela primeira vez no Brasil em 2008, com boa repercussão. Ela volta a cantar por aqui nos dias 21 (HSBC Arena, no Rio de Janeiro), 22 (HSBC Brasil, em São Paulo) e 23 (Teatro Positivo, em Curitiba).

Joss Stone no Brasil
*Rio
Local: HSBC Arena
Endereço: av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ
Horário: às 21h, dia 21 de novembro (sábado)
Ingressos:  R$ 290 (Pista Premium), R$ 190 (Pista), R$ 140 (Cadeira Nível 1), R$  e R$ 70 (Cadeira Nível 3). Compra de entradas no site oficial da casa de shows ou na bilheteria. Estudantes pagam meia-entradas e correntistas do HSBC têm descontos diferenciados.
Telefone: (21) 3035-5200
Idade: 16 anos

*São Paulo
Local: HSBC Brasil
Endereço:  r. Bragança Paulista, 1281, Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP
Horário: às 21h, dia 22 de novembro (domingo)
Ingressos:  R$ 300 (Pista Vip), R$ 280 (Pista), R$ 200 (Setor 1) e R$ 70 (Setor  2/ESGOTADO). Compra de entradas no site oficial da casa de shows ou na bilheteria. Estudantes pagam meia-entradas e correntistas do HSBC têm descontos diferenciados.
Idade: 16 anos

*Curitiba
Local: Teatro Positivo
Endereço: r. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300, Campo Comprido,Curitiba, PR
Horário: às 21h, dia 23 de novembro (segunda-feira)
Ingressos:  R$ 304 (Plateia inferior) e R$ 254 (Plateia Superior). Compra de entradas no site oficial da casa de shows ou na bilheteria. Estudantes pagam meia-entradas.
Idade: 16 anos

Decano do punk se apresentou neste sábado (7) em São Paulo.
Festival ainda teve Sonic Youth, Primal Scream e Maxïmo Park.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

Iggy Pop, destruindo tudo. (Foto: Flavio Moraes / G1)

Quando a Iguana do rock Iggy Pop saiu do palco com as calças caindo e as nádegas à mostra neste sábado (7) no Playcenter, uma das noites mais disputadas para os fãs de rock em São Paulo chegava ao fim. O Festival Planeta Terra ainda teria mais uma apresentação (o duo Brasil-EUA N.A.S.A) e uma dupla de DJs, mas um dos maiores destaques da noite, pela terceira vez no país, deixava o palco perto da hora em que, do outro lado da cidade, Perry Farrell e seu Jane's Addiction fechavam o outro festival importante da cidade, o Maquinária.

 

Veja mais fotos do Festival Planeta Terra

Lenda viva do rock, Iggy fez uma noite onde foi a principal estrela, ao lado do Sonic Youth. Sem camisa, desfilava sua pele um tanto flácida e sua nova barriga de um lado ao outro do palco, com um repertório que começou concentrado em seu disco "Raw power", de 1973 e que acabou com hits da carreira solo e da fase inicial com o Stooges.

Antes de tocar "Loose" (e depois de ter cantado clássicos como "Raw power" e "Search & destroy"), convocou os fãs para o palco, que atenderam prontamente ao pedido. Com uma multidão de quase cem pessoas lotando o espaço, se divertia sem preocupações. Quando chegou a hora do público voltar para a pista, pausa e solo de sax de Steve Mckay, enquanto a segurança tentava expulsar os mais aguerridos.

De repente irrompe uma briga enquanto um fã mais afoito tenta agarrar Iggy, e os seguranças em volta o nocauteiam – mas o cantor não se importa muito com o caos, e segue o barco. Na frente do palco, mais confusão, inclusive entre seguranças e fotógrafos. Alguns dos feridos foram encaminhados à enfermaria, que diz ter registrado em torno de 140 atendimentos durante o festival, sem nenhuma gravidade.

A banda deixa o palco depois de "I wanna be you dog", hit undeground do primeiro álbum os Stooges, só para voltar com um bis de luxo, com faixas da carreira solo do cantor, como "The passenger" e "Lust for life".

Mas Iggy não foi a única lenda do rock em um festival que escolheu novos artistas menos expressivos para seu palco paralelo – em 2008, foram Animal Collective, Spoon e Breeders, contra Metronomy, Ting Tings e Patrick Wolf em 2009.

 

Sem hits


Sem tocar hits, o Sonic Youth brilhou de baixo de uma forte chuva. O set list da banda novaiorquina foi baseado em "The eternal", seu mais recente disco. Com o reforço do Pavement Mark Ibold no baixo, o grupo liderado pelo casal Kim Gordon e Thurston Moore encharcou de distorção e microfonias o estacionamento do Playcenter. 

 Foto: Flavio Moraes / G1 Foto: Flavio Moraes / G1

Kim Gordon do Sonic Youh - cabelos esvoaçantes. (Foto: Flavio Moraes / G1)

Entre as 16.200 pessoas presentes, os fãs dos decanos do indie compareceram em peso – a imagem de camiseta mais popular em todo o festival era a estampa com a capa do disco "Goo", de 1991 – e não se intimidaram com a chuva. Surgiam capas, sombrinhas, lenços e até sacos plásticos amarrados na cabeça, tudo para não perder o show. Quando os roadies vieram à frente para secar os pedais de efeito, Thurston brincou: "Não precisa secar não, eu gosto quando eles ficam molhados".

Se o indie é o novo classic rock, o Sonic Youth é o novo Rolling Stones, com gás e inspiração, mas sem fazer concessões – ou seja, nada de suas "Satisfactions" ("100%", "Sugar kane") no repertório. Ainda assim, ensaiaram tocar "Teen age riot" perto do final do show e fecharam a apresentação com a quase tradicional Jam barulhenta m "Death Valle '69".

Ainda no palco principal, os também veteranos do Primal Scream pareciam realmente na hora da aposentadoria no seu show quase burocrático. Fleumático e com uma camisa de oncinha com as mangas mais longas do que seu blazer preto, o líder Bobby Gillespie para duas vezes "Xtrmntr" e acaba desistindo de uma vez. O show é morno, e a banda não parece se esforçar nem em hits como "Rocks".

Completando a escalação do palco principal, Maxïmo Park chegou ao país com seu pós-punk roqueiro e cheio de refrões com quase cinco anos de atraso. Os brasilenses do Móveis Coloniais de Acaju, ainda de dia, botaram o público para pular, e o Macaco Bong abriu as atividades com seu poderoso rock instrumental.

 

Palco dançante


Mais dançante, o palco 2, ao lado do "Castelo do terror" fechou com o N.A.S.A., cria do DJ brasileiro Zé Gonzales (ou Zégon) com Sam Spiegel (também conhecido como "irmão do diretor Spike Jonze"). Sem ter quem fazer a voz dos artistas do seu disco de estreia, a dupla contou com duas modelos de maiô e cobertas de tinta dourada para dançar na frente do palco.

Antes o Ting Tings tocou também tocou com estrutura enxuta – só o casal Katie White e Jules de Marino para, com o auxílio de bases pré-gravadas, mandaram hits como "That´s not my name". Uniformizados, os membros do Metronomy fizeram de sua fusão entre dance e rock uma arma para conquistar quem havia fugido do Sonic Youth.

De maquiagem pesada, o britânico e multiinstrumentista (do teclado ao violino e guitarra) Patric Wolf parecia um pequeno elfo, saído de um conto de fantasia. Os brasileiros do Copacabana Club sofreram com o som baixo, mas ganharam no carisma da vocalista Cacá, vestida como se fosse Karen O (Yeah Yeah Yeahs), de collant e luvas compridas. Antes ainda veio o Ex!, prejudicado por tocar dance com o sol alto demais para o público acostumado aos clubes noturnos.

Se a escalação do Planeta Terra está longe de ser a mais original e celebrada (alguns dos artistas principais estavam pela terceira vez no Brasil), a organização é diga de nota. Aproveitando bem a estrutura do parque de diversões Playcenter (com direito à entrada gratuita nos brinquedos para os frequentadores do festival), foi um dos poucos casos recentes onde um festival melhorou a sua cara.

Festival teve ainda Jane's Addiction e Deftones no sábado (7).
Panic At The Disco e Evanescence tocam neste domingo (8).

 Do G1,

Mike Patton se apresenta em São Paulo à frente do Faith No More. (Foto: Daigo Oliva / G1)

Quando Mike Patton surgiu no palco do Maquinária, na noite de sábado (7), vestindo terno vermelho e segurando um guarda-chuva ao som da balada "Reunited", sucesso do R'n'B na década de 70, ficou claro que a primeira noite do festival na Chácara do Jockey, em São Paulo, seria do Faith No More. A banda norte-americana não tocava no Brasil desde 1995, e em seu retorno ao país com a turnê "The Second Coming" trouxe a um público de aproximadamente 24 mil pessoas músicas de diversas épocas, incluindo clássicos como "Last cup of sorrow", "Epic" e "Midlife crisis".

 

Veja fotos do primeiro dia do festival Maquinária

Com os cabelos penteados para trás, no melhor estilo cafajeste, Patton mostrou todo o seu alcance vocal ao longo de pouco menos de duas horas de apresentação, com direito a agudos, grunhidos, "tosse" e gritos com o microfone entre os dentes – mas sem deixar de lado o vozeirão de tenor em diversos bons momentos. Presença garantida no repertório do grupo, as versões foram além de "Reunited" e da balada "Easy", do Commodores. No segundo bis, Mike Patton evocou Burt Bacharach com "This guy's in love with you". "Digging the grave" encerrou o show com o peso merecido, na esteira de outras pedradas, a exemplo de "We care a lot", "Be agressive"e "Out of nowhere". 

 

Amparado pelos músicos Mike Bordin (bateria), Roddy Bottum (teclados), Billy Gould (baixo) e Jon Hudson (guitarra), o vocalista soltou a voz e o verbo em (quase sempre) bom português. Conversando com a plateia frequentemente, Patton comentou sobre a chuva que insistia em cair durante a apresentação do FNM, agradeceu diversas vezes e avisou, perto do final, que depois todos iriam para casa: "Estamos velhos".

O toque irônico e meio fanfarrão ficou por conta do encerramento da primeira parte. Após uma versão épica de "Carruagens de fogo", a banda emendou a climática "Stripsearch". A canção terminou com uma saraivada de palavrões, enquanto o vocalista passava o microfone para os fãs mais próximos da grade na pista vip, para que o ajudassem com as palavras de baixo calão, enquanto exibia um distintivo de policial aos seguranças.

Na passagem do Faith No More pela capital paulista também não faltaram homenagens ao Brasil. Além da já clássica parte em que o grupo exibe a bandeira verde e amarela, Mike Patton cantou a faixa "Caralho voador", em ritmo de bossa, e apresentou "Evidence" em português – canção que foi dedicada por ele ao personagem Zé do Caixão. 

 

Jane's Addiction e Deftones

 

A abertura para o show do FNM não poderia ter sido mais acertada. O guitarrista Dave Navarro e o vocalista Perry Farrell são as grandes estrelas do Jane's Addiction, que cumpriu com propriedade a missão de esquentar o público em sua primeira apresentação no Brasil. A banda, que já havia se separado duas vezes antes, voltou a se reunir recentemente com o baixista original, Eric Avery, e o baterista Stephen Perkins, que toca com o grupo desde 1986. 

 Foto: Daigo Oliva / G1 Foto: Daigo Oliva / G1

O guitarrista Dave Navarro e o vocalista Perry Farrell, do Jane's Addiction. (Foto: Daigo Oliva / G1)

Como um Ney Matogrosso do rock, Farrell serpenteou pelo palco vestido em seu macacão dourado com a cintura marcada. Provocou Navarro dando tapinhas na bunda do guitarrista e rebolou com duas dançarinas seminuas. Mas o show do Jane's Addiction vai muito além da encenação. Se o líder continua bom de performance, assim permanece a sua voz e a pegada dos outros integrantes.

Com repertório composto por músicas de seus dois primeiros discos – "Nothing's shocking"(1988) e "Ritual de lo habitual" (1990) – a banda formada em Los Angeles não perdeu o fôlego em mais de uma hora de show, começando com "Up the beach" e terminando com "Chip away". Grande parte do público se animou mesmo com "Been caught stealing", mas outras canções fizeram a alegria dos fãs, como "Stop!", "Ocean size", "Three days" e "Jane says", esta última em versão com violões.

Ao Deftones coube a missão de tocar com o sol a pino, logo depois do Sepultura. A banda liderada pelo vocalista Chino Moreno agradou ao público com um vasto repertório, que teve "Feiticeira", "Head up", "Hole", "Hexagram", "Passenger", "Back to school", entre outras.

Ao contrário do que aconteceu no show do Radiohead, último grande evento musical ocorrido na Chácara do Jockey este ano, o público não teve problemas para sair do local, que recebe neste domingo (8) as bandas Duff Mckagan Load, Dir An Grey, Panic At The Disco e Evanescence.

Confira a programação completa do domingo (8):

Palco Principal
17h10 – Duff Mckagan Load
18h30 – Dir An Grey
19h50 – Panic At The Disco
21h30 – Evanescence

Palco MySpace
16h00 - Volantes
16h40 - Terceira Edição
18h00 - Silicon Fly
19h20 - Hori
20h40 - Danko Jones

Festival Maquinária

Quando: domingo (8) – abertura dos portões: 13h
Onde: Chácara do Jockey - Av. Pirajuçara, s/nº (altura do 5.100 da av. Francisco Morato)
Quanto: R$ 200 (pista) e R$ 450 (área vip)
Informações: www.maquinariafestival.com

Entradas:
Rua Santa Crescência : Deficientes físicos (pista comum e vip), Central de informações e Achados e Perdidos / Av. Pirajussara (pista) / Av. Monsenhor Manfredo Leite (vip)

Estacionamento:
O local não possui estacionamento. A organização aconselha o uso de táxi ou transporte público
Acesso para deficientes

Classificação etária:
Dia 8 - Menores de 14 anos: entrada permitida somente acompanhado dos pais ou responsáveis legais.
Não é recomendada a entrada de menores de 10 anos.

Related Posts with Thumbnails