Muita gente gosta de ouvir música enquanto corre ou malha o corpo na academia. Curiosamente, isso é muito mais do que uma mania ou mero passatempo, já que diversos benefícios podem ser alcançados dessa forma.
Para começar, a música ajuda o atleta a obter um desempenho melhor, segurando pesos por mais tempo, reduzindo o consumo de oxigênio e concluindo corridas em menos tempo. Parte disso vem da característica citada no primeiro item desta lista: a música distrai. Dessa forma, as pessoas não se preocupam tanto com as dores que sentem nas pernas ou com quantos quilômetros ainda precisam correr.
Mas os benefícios não acabam por aí. A música também ajuda a sincronizar o exercício com o tempo musical. Dessa forma, atletas não perdem tanto tempo e esforço aumentando ou diminuindo a performance de acordo com o próprio ritmo. Como se não bastasse, o MP3 player também pode servir como analgésico para treinos que exigem muito esforço: de acordo com uma pesquisa publicada na The Cochrane Library, quem ouve música depois de ser operado sente menos dores.



Quem já assistiu ao filme “O Exorcista” e tremeu de medo durante a cena em que o demônio é expulso do corpo de Reagan já tem uma desculpa para dar aos amigos: aqueles gritos, na verdade, não eram da atriz Linda Blair, mas de porcos sendo preparados para o abate.
Alguns sons despertam o medo no ser humano e, é claro, a indústria cinematográfica sabe muito bem disso. É por isso, por exemplo, que as cenas de suspense ou terror estão sempre acompanhadas de trilhas sonoras que ajudam a intensificar a tensão ou medo que sentimos enquanto assistimos ao filme. Isso funciona porque existem certos sons que os seres humanos irão sempre associar ao perigo iminente ou medo, como o grito de outras pessoas ou espécies de animais. Os cientistas chamam esses sons de “ruídos discordantes”.
Sendo assim, se quiser passar menos medo quando revir o filme, deixe o volume da TV no mínimo.


Já percebeu que todo teleatendimento possui vinheta ou música de espera? Pois aquele toque está ali com um propósito: fazer com que o cliente não perceba que está esperando há muito tempo pelo atendimento. Isso diminui as chances de que a pessoa desligue o telefone antes de resolver o seu problema.
O mesmo truque é usado em consultórios e outros estabelecimentos com sala de espera, além de ser uma das estratégias de lojas, shoppings e mercado para fazer com que as pessoas se sintam menos apressadas durante a compra.
O que acontece, nesses casos, é que a música serve para desviar a sua atenção. Como o cérebro humano possui uma capacidade limitada de recebimento de informações, é provável que acabemos por prestar mais atenção à música do que ao movimento dos ponteiros do relógio.
Mas o contrário também pode acontecer. Ouvir música ao realizar uma tarefa importante, por exemplo, pode fazer com que a pessoa tenha a impressão de que o tempo passou mais rápido, afinal, o trabalho acaba ocupando mais “processamento” do cérebro.
E pense bem antes de escutar "Friday" enquanto espera por alguém: as músicas que você não gosta podem fazer com que três minutos pareçam 30 dentro da sua cabeça.


Buenos Aires faz pensar em tango, o gênero musical típico do país dos hermanos. Foto: Fabiana Bertone/Especial para Terra
Buenos Aires faz pensar em tango, o gênero musical típico do país dos hermanos
Foto: Fabiana Bertone/Especial para Terra
Algumas cidades se destacam por ser particularmente musicais e, por isso, atraem fanáticos por música do mundo inteiro. Outras são cidades que mereceriam a visita de qualquer jeito, e ficam ainda melhores quando acompanhadas por música ao vivo, shows, e divertidas baladas. O Studio 2002 selecionou dez cidades para curtir ao ritmo de música.
Nova Orleans, Estados Unidos
Maior cidade da Louisana, no sul dos Estados Unidos, Nova Orleans é conhecida por ser a capital mundial do jazz. Não é preciso ir muito longe para encontrar bandas de jazz ao vivo, seja em bares ou com artistas de rua na Bourbon Street. Anualmente, entre o final de abril e o começo de maio, Nova Orleans recebe o Jazz Fest, maior festival de jazz do mundo. Muitos turistas visitam a cidade também durante o Mardi Gras, um dos mais famosos carnavais do planeta.
Salvador, Bahia
Com artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil, entre muitos outros, a Bahia teve um papel muito importante na história da MPB. As diversas influências culturais fazem de Salvador um ponto de encontro de muitos estilos musicais, que podem ser apreciados em shows ao vivo todo ao longo do ano. O Museu da Música Brasileira mostra a história da música nesta cidade que é um dos pilares da música do País. E, durante o Carnaval, as ruas são tomadas por samba e axé e a diversão corre solta.
Paris, França
A beleza e o charme de Paris ficam ainda mais agradáveis quando acompanhados da música de um violino ou de um saxofone tocados por um artista de rua à beira do rio Sena. A capital francesa tem uma cena musical muito rica e variada, com shows de artistas do mundo inteiro durante todo o ano. Há de tudo: dos maiores artistas pop e rock americanos a artistas africanos e DJs, música clássica, étnica, jazz... A cada noite de 21 de junho, para comemorar a chegada do verão, a cidade recebe a "Fête de La Musique", a festa da música, com músicos se apresentando em ruas e praças.
Memphis, Tennessee
A cidade de Memphis, no estado americano de Tennessee, foi imortalizada pelo "Rei" Elvis Presley, que viveu nela grande parte de sua vida até sua morte, em 1977. Graceland, mansão de Elvis, virou um ponto de peregrinação para fãs do mundo inteiro. Memphis foi uma cidade importante para o rock, mas também para a soul e o rythm and blues, como provam o Stax Museum (Museu da soul americana) e a Sun Records, gravadora onde artistas como Elvis e Johnny Cash deram seus primeiros passos.
Rio de Janeiro
Causaria controvérsia dizer que o Rio de Janeiro é a capital do samba - afinal, este gênero não pertence a uma cidade e sim ao País inteiro. Mas é inegável que a capital carioca respira samba. Durante todo o ano, samba e choro fazem parte do dia a dia dos cariocas em shows, bares, e casas dedicadas. E se o ano inteiro a região de Arcos da Lapa atrai fanáticos dos mais diversos estilos, o ápice é atingido durante o Carnaval, evento que atrai milhares de turistas do mundo inteiro loucos para dançar no sambódromo ou atrás de blocos nos carnavais de rua.
Nova York, Estados Unidos
A Grande Maçã vive numa variada trilha sonora: quando não há shows de artistas ou DJs famosos tocando em algumas de suas numerosas discotecas, artistas de rua tomam as calçadas das principais ruas turísticas e do Central Park. Este último recebe o palco principal do Summer Stage, festival de música realizado durante os meses do verão americano, com artistas do mundo inteiro tocando no parque e em palcos espalhados pela cidade.
São Paulo
São Paulo, a "terra da garoa", foi imortalizada em inúmeras músicas, inspirando artistas paulistanos e do Brasil inteiro com sua imensidão e seu agito constante. Semelhante tamanho e mistura de culturas, só poderia dar uma cidade com aspecto musical tão grande quanto. Samba, rock, sertanejo, música eletrônica, e muito mais, indo do mais pop ao mais alternativo, é tudo o que pode ser encontrado nas diferentes baladas, bares, botecos e casas de show da cidade.
Viena, Áustria
Bastariam eles: Mozart e Beethoven. Mas são muitos dos maiores músicos clássicos da história que já viveram ou tocaram em Viena. Merecidamente considerada capital da música clássica, a oferta é grande: a temporada de concertos dura de setembro a junho, e há nove festivais por ano e performances especiais. Nada melhor do que ver um concerto em grande estilo na Filarmônica da cidade, no Wiener Konzerthaus.
Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires faz pensar em tango, o gênero musical típico do país dos hermanos. Aulas, espetáculos, e bares e restaurantes com shows de música e dança ao vivo são algumas das opções para curtir e aprender mais sobre esta música romântica e glamorosa. Mas a capital argentina não vive só de tango: rock, músicas tropicais, reggae e muita música eletrônica em suas numerosas baladas também fazem parte da cena musical portenha.
Ibiza, Espanha
A bela ilha espanhola de Ibiza, no Mediterrâneo, atrai jovens do mundo inteiro em busca de suas praias e de suas baladas inigualáveis durante os meses de verão da Europa. As festas são agitadas ao ritmo de muita música eletrônica, com todos os estilos imagináveis, e todos os melhores DJs do mundo que balançam as pistas de baladas míticas como Pachá e Amnésia.


Você já ouviu falar em Loudness War? Trata-se de um termo utilizado por produtores e músicos independentes para designar as atuais práticas das grandes gravadoras de discos, que optam por criar faixas com volume muito mais alto, em detrimento da real qualidade das músicas que está sendo produzida.
Da esquerda para a direita: o volume está cada vez mais alto (Fonte da imagem: Reprodução/Brain Pickings)
De uma maneira resumida: os engenheiros de som pegam as faixas gravadas e as comprimem, fazendo com que elas pareçam muito mais altas do que seriam normalmente (devido às limitações dos CDs e também das mídias digitais). O problema é que, para conseguir atingir esses volumes, algumas notas são simplesmente perdidas.
Para entender melhor, você pode ver este vídeo (em inglês), mas o Studio2002 trouxe os exemplos aqui mesmo neste artigo. Primeiro, analise o seguinte espectrograma, que representa a captura original do áudio de alguns músicos.
Para que todas as notas sejam reproduzidas com a máxima perfeição, o espectrograma exportado precisa ser exatamente igual ao que você está vendo na imagem acima. O problema é que, dessa forma, o som ficaria um pouco baixo (para os atuais padrões, mas muito similar ao oferecido por discos de vinil e fitas cassete).
Visando conseguir maiores volumes, os engenheiros de som pode realizar uma compressão digital, fazendo com que o espectrograma tome o seguinte formato:
Com isso, o áudio fica bem mais alto, o que é ideal para as atuais exigências das gravadoras. O problema disso pode ser percebido na próxima imagem. Toda a região que está em vermelho (que poderia ser ouvida anteriormente) é perdida na exportação do som.

Qualidade x Volume

O site Production Advice, especializado em produção musical, publicou um infográfico para mostrar as diferenças da qualidade sonora entre as fases musicais (vinil e cassete; CD e mídia digital). Os dois itens avaliados no processo são o Dynamic Range (responsável pelo “impacto” do áudio) e o volume (em decibéis).
Como pode ser visto, as duas grandezas são inversamente proporcionais. Ou seja, para que o volume seja aumentado, é realmente necessário que a profundidade das notas seja retirada. Quem perde muito com isso são as baterias, que têm os pratos mais secos e o bumbo com menos sustentação, por exemplo.
No infográfico, você pode ver diversos álbuns que ficaram muito famosas nos últimos tempos. Assim que tiver um tempo, ouça cada um deles (prestando muita atenção na parte instrumental) para perceber melhor o que estamos falando no texto.
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Por essas razões, há muitas pessoas que afirmam que a indústria fonográfica transformou a música em “uma porcaria”. Também existe muita gente que não se importa com isso, pois prefere ouvir músicas muito mais altas do que seria possível sem a compressão. Você se encaixa em qual perfil?


foto: divulgaçãoLady Gaga, chamada pelos seus fãs de "mãe monstro", mostrou mais uma vez um comportamento um tanto quanto estranho. A cantora ficou hospedada em um hotel em Londres, no ano passado, e deixou a banheira "cheia de sangue", segundo a equipe do estabelecimento.
A camareira diz que Gaga teria "se banhado em sangue, como parte de um ritual satânico". De acordo com o site "Truthquake", a funcionária relatou o acontecido a seus superiores, que a aconselharam a "esquecer o assunto".
No entanto, esse comportamento inusitado não é o primeiro relato em hotéis. A cantora já foi acusada de gastar cerca de R$ 90 mil em aparelhos detectores de fantasmas, para garantir que ela não estava acompanhada por almas penadas.
Este medo pode ser porque Gaga jura de pés juntos que às vezes incorpora o espírito da tia, Joane Germanottta, que faleceu aos 19 anos com doença de lúpus. A mesma doença já diagnosticada nela própria.


Após vender mais de 14 milhões de álbuns ao redor do mundo, o Gipsy Kings se apresentar em março no Brasil . O grupo que conquistou fãs com os sucessos Bamboleo e Volare faz shows com no Rio de Janeiro no dia 27, no Citibank Hall, e em São Paulo no dia 28, no Credicard Hall.
A pré-venda para exclusiva para para clientes Credicard, Citibank e Diners será entre 09 e 15 de janeiro. Já o público em geral a partir de 16 de janeiro. O preço dos ingressos vão ser divulgados em breve.



Pelo jeito Katy Perry está querendo brincar de country music. Vazou na internet nesta terça-feira (3/1) uma faixa inédita da musa pop recém-divorciada, chamada Bullet.
Mas atenção fãs, não fiquem emocionados pois não se trata de um novo single da intérprete de Firework. A faixa é uma canção que Perry escreveu para Jessie James, uma cantora country norte-americana que estreou em 2009.
Essa não é a primeira vez que Katy escreve para outros artistas. A California Gurl também já compôs para artistas como Kelly Clarkson, Ashley Tisdale e Selena Gomez.
Katy Perry - Bullet (Demo for Jessie James) by agarsal


Já pode tirar I'm Yours do celular, minha gente! O Jason Mraz está de volta com música inédita! E não mudou em absolutamente nada. A única diferença é que dessa vez o passo inicial é uma baladinha romântica, mas o clímax acústico continua marcando presença em mais um sucesso para os luais.
Se você é dos que só conhecem Lucky e [obviamente] I'm Yours, vai notar o tom mais sombrio desse novo single. É romãntica duma forma menos felizinha, porém mais compremetida. I Won't Give Up é capaz de fazer você acreditar realmente que o amor vence qualquer obstáculo que vier no caminho. É bom ter esse lado sério ecoando novamente. Me lembrou Marry Me do Train, e olha que em termos de estilo musical os dois são super semelhantes. Cara de trilha sonora para filme e novela das oito, hein? Será que rola?
O lyric video já está rodando no canal oficial dele no Youtube, dá um saque:



LINK 1: 4shared
LINK 2: Filesonic


"God Bless Ozzy Osbourne" tenta provar que Ozzy é demasiadamente humano www.tribecafilm.com/Divulgação
Ozzy é espirituoso e divertido, mas nunca fingiu as birutices que lhe deram famaFoto: www.tribecafilm.com / Divulgação

Ozzy arrancou a cabeça de pombas e morcegos. Ozzy urinou no Álamo. Ozzy tentou matar a própria mulher. Ozzy é considerado um milagre da ciência por estar vivo mesmo depois de consumir todo tipo de drogas e ingerir hectolitros de álcool por décadas a fio. Ozzy não se entende com controles remotos.
Tudo isso é verdade, mas há um outro lado, um outro Ozzy. Um Ozzy que o documentário God Bless Ozzy Osbourne tenta mostrar. E fracassa.
Recém-lançado no Brasil, o filme foi produzido pelo filho do cantor, Jack. Nos extras, o guri deixa claro que sua intenção foi mostrar que papai é mais do que o porra-louca dos tempos do Black Sabbath e carreira solo ou o palhaço sequelado do seriado de TV. Ozzy, quer nos convencer o jovem Osbourne, também é um ser humano normal, um cidadão trabalhador e pagador de imposto como qualquer outro e, sobretudo, um pai de família.
Para isso, chama amigos, familiares, parceiros e recorre a material de arquivo para montar um painel sobre a vida do Príncipe das Trevas fora dos palcos.
O problema é que, bom, Ozzy é Ozzy. Não é preciso ser um grande conhecedor de sua biografia para saber que ele nunca fingiu as birutices que lhe deram fama. Filho do miserável operariado inglês no pós-Guerra, ele nunca viu grandes problemas em ser um pai ausente, marido beligerante ou viver entorpecido 24 horas por dia, como o acusam o tempo todo.
— Fiz o que achei que tinha que fazer, que era arrumar um trabalho, ter uma família e encher a cara no pub. Todos faziam isso, então não entendo porque me enchem tanto o saco — afirma, sempre que pressionado pelos filhos (todos os cinco).
Mesmo episódios trágicos de sua vida, como as mortes do pai e do guitarrista e parceiro Randy Rhoads, a demissão do Sabbath, o fim do primeiro casamento, lembranças da juventude barra pesada, tudo acaba sendo motivo para alguma tirada sarcástica. Tipo quando o diretor pergunta o que Ozzy tinha em Birmingham, sua tétrica cidade natal, que ele não tem em Los Angeles, sua atual e ensolarada residência. Resposta: "Gonorreia". Ou quando o colocam para rever seus videoclipes dos anos 1980, e ele simplesmente se levanta e vai embora da sala, envergonhado.
Parece que quanto mais tentam provar que Ozzy é um sujeito comum, mais naturalmente divertido e espirituoso ele se revela — e mais chatas e pedantes se tornam as pessoas ao seu redor, especialmente a mulher e as filhas. Cada lembrança de doideira de Ozzy é pontuada pela esposa, Sharon, com comentários do tipo "ah, ele fazia isso por ter baixa autoestima, fazia aquilo para compensar a infância pobre, agia assim por ter sido vítima do sucesso ainda muito jovem".
Kelly, a filha mais velha, acusa o pai de a fazer passar vergonha ao guardar bebidas no forno quando ela decidiu assar um bolo para as amigas (!?). A outra, Aimee, só falta avançar no cinegrafista quando fala do passado do pai.
Ao final, dá pra entender porque o cara já acordava virando um vidro de boletas. E se solidarizar com ele.

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