"Ver o sol amanhecer, E VER A VIDA ACONTECER COMO UM DIA DE DOMINGO"
UM DIA DE DOMINGO - Tim Maia e Gal Costa
Eu preciso te falar, Te encontrar de qualquer jeito Pra sentar e conversar, Depois andar de encontro ao vento.
Eu preciso respirar o mesmo ar que te rodeia, E na pele quero ter o mesmo sol que te bronzeia, Eu preciso te tocar e outra vez te ver sorrindo, e voltar num sonho lindo Já não da mais pra viver um sentimento sem sentido, Eu preciso descobrir a emoção de estar contigo, Ver o sol amanhecer, E ver a vida acontecer Como um dia de domingo.
Faz de conta que ainda é cedo, Tudo vai ficar por conta da emoção Faz de conta que ainda é cedo, E deixar falar a voz do coração.
Eu preciso te falar, Te encontrar de qualquer jeito Pra sentar e conversar, Depois andar de encontro ao vento.
Eu preciso respirar o mesmo ar que te rodeia, E na pele quero ter o mesmo sol que te bronzeia, Eu preciso te encontrar e outra vez te ver sorrindo, Te encontrar num sonho lindo...
Já não dá mais pra viver um sentimento sem sentido, Eu preciso descobrir a emoção de estar contigo, Ver o sol amanhecer, E ver a vida acontecer Como um dia de domingo.
[Faz de conta que ainda é cedo, Tudo vai ficar por conta da emoção Faz de conta que ainda é cedo, E deixar falar a voz do coração
SONETO DE UM DOMINGO - VINICIUS DE MORAES
Em casa há muita paz por um domingo assim.
A mulher dorme, os filhos brincam, a chuva cai...
Esqueço de quem sou para sentir-me pai
E ouço na sala, num silêncio ermo e sem fim,
Um relógio bater, e outro dentro de mim...
Olho o jardim úmido e agreste: isso distrai
Vê-lo, feroz, florir mesmo onde o sol não vai
A despeito do vento e da terra que é ruim.
Na verdade é o infinito essa casa pequena
Que me amortalha o sonho e abriga a desventura
E a mão de uma mulher fez simples, pura e amena.
Deus que és pai como eu e a estimas, porventura:
Quando for minha vez, dá-me que eu vá sem pena
Levando apenas esse pouco que não dura.
Rio, setembro de 1944
DOMINGO AZUL DO MAR - Tom Jobim
Quando eu vi o seu olhar Sorrindo para mim Neste domingo Domingo azul do mar Eu compreendi que nada terminou
Vi então que o coração Sabe adivinhar em tanta dor Que havia de chegar em nosso amor O domingo azul do mar
Nossos amigos que me encontravam Falavam de você O banco antigo, lugares vazios Falavam de você
Mas agora que eu senti Tremer a sua mão na minha mão Eu vejo este domingo azul do mar Refletido em seu olhar
AO SOM DA NATUREZA - Milla Pereira
Quão doce e suave cantiga
Eu ouço ao meu redor agora
Que a minha angústia mitiga,
Levando a tristeza embora!
É como o trinar do flamingo,
Buscando o alimento da vida.
Enfeita as manhãs de domingo
Em plumagens tão coloridas!
Alçando seu vôo no horizonte
Azul, como o real senhor,
Dos lagos, dos rios e fontes,
- Da natureza o agricultor!
Eu ouço, ao longe, em meu sonho,
O som que parece inaudito.
O bater de asas que, suponho,
Em direção ao infinito!
É a voz da Mãe Natureza
Que sacia a fome e a sede.
Diante tamanha beleza
Eu adormeço em minha rede!
JOVENS TARDES DE DOMINGO - Roberto Carlos
Eu me lembro com saudade O tempo que passou O tempo passa tão depressa Mas em mim deixou Jovens tardes de domingo Tantas alegrias Velhos tempos Belos dias Canções usavam formas simples Pra falar de amor Carrões e gente numa festa De sorriso e cor Jovens tardes de domingo Tantas alegrias Velhos tempos Belos dias
Hoje os meus domingos São doces recordações Daquelas tardes de guitarras Sonhos e emoções O que foi felicidade Me mata agora de saudade Velhos tempos Belos dias
Velhos tempos Belos dias Hoje os meus domingos São doces recordações Daquelas tardes de guitarras Flores e emoções O que foi felicidade Me mata agora de saudade
Velhos tempos Belos dias Velhos tempos Belos dias Velhos tempos Belos dia
MINHAS EMOÇÕES - Mariluxa
Oh! Emoções! Quantas vivi!
Reporto-me ao passado longínquo:
Um domingo comum
Um passeio de mãos dadas
Um sorvete de chocolate...
Vários beijos na boca
Coração batendo forte
Parece o mínimo?
Mas não! Foi pura emoção!
Foi emoção compartilhada
foi amar e ser amada!
Foi o máximo!
Quando se ama
Precisa-se de pouco
Para ser feliz...
Vivi muitas emoções
Em algumas sofri...
Mas nesta...Nesta fui feliz!
DOMINGO EM COPACABANA - Elis Regina
Compositores: Paulo Peres Tito / Roberto Faissal
Copacabana cheia Bom é domingo mesmo Dias de sol Vêm alegrar o nosso amor Mar azul, onda azul Vem beijar meus amores
Copacabana bela Lua de luz acesa Ando na calçada cheia Sem pensar Ah, Rio até sozinha Da beleza do meu Rio
Da Tv Rio até o forte Gente que passa sem ter norte Copacabana Eu vou sonhar junto de ti
Copacabana bela Lua de luz acesa Ando na calçada cheia Sem pensar Ah, Rio até sozinha Da beleza do meu Rio
Da Tv Rio até o forte Gente que passa sem ter norte Copacabana Eu vou sonhar junto de ti
Orfeu era poeta e músico, filho da musa Calíope e de Eagro, rei da Trácia. Era o músico mais talentoso e quando tocava sua lira que lhe fora presenteada por Apolo, os pássaros paravam de voar para escutar e os animais selvagens perdiam o medo. As árvores se curvavam para pegar os sons no vento.
Ele foi um dos os argonautas que ajudou Jasão na viagem para buscar o Velocino de Ouro. Durante a ida, acalmava os tripulantes. Durante a volta, Orfeu salvou os outros tripulantes quando seu canto silenciou as sereias, responsáveis pelos naufrágios de inúmeras embarcações.
Orfeu apaixonou-se por Eurídice e casou-se com ela. Enquanto Orfeu tocava feliz a sua lira, ela dançava e cantava nos bosque, aguardando por sua noite de amor. Mas Eurídice era tão bonita que, em pouco tempo atraiu um apicultor chamado Aristeu. Quando ela recusou suas atenções, ele a perseguiu e tentando escapar, ela tropeçou em uma serpente que a picou e a matou. A tão esperada concretização do seu casamento não se realizou.
Orfeu ficou transtornado de tristeza e levando sua lira, resolve empreender uma viagem ao Mundo dos Mortos para tentar trazê-la de volta. Caminha por muitos dias e noites em florestas e encostas íngremes. Sua voz fraca e o luto amargo, comprometem a comunicação com as pessoas. Orfeu chega à entrada dos infernos, a gruta que fica ao pé do monte Tênaro.
Afastando-se da luz, ele penetra as sombras e mergulha acompanhado pela paixão, na trilha repleta de frio e silêncio. Orfeu canta na solidão, quando avista o rio Estige. Ao avistar o barqueiro Caronte , condutor de almas, Orfeu pede que o transporte em busca da amada, mas ele nega alegando não conduzir vivos. A canção pungente e emocionada de sua lira convence o barqueiro Caronte a levá-lo pelo rio Estige.
Na mitologia grega, Caronte é o barqueiro do Hades, que carrega as almas dos recém-mortos sobre as águas do rio Estige e Aqueronte, que dividiam o mundo dos vivos do mundo dos mortos.
A canção da lira adormece Cérbero, o cão de três cabeças que vigiava os portões. Sua melodia alivia os tormentos dos condenados e encanta os monstros do caminho.Quando finalmente Orfeu chega ao trono de Hades, o rei dos mortos fica irritado ao ver que um vivo tinha entrado em seu domínio, mas a agonia na música de Orfeu o comove, e ele chora lágrimas de ferro. Sua esposa, a deusa Perséfone, implora que atenda o pedido de Orfeu. Assim, Hades atende seu desejo.
Hades e Perséfone
Cérbero - monstruoso cão de três cabeças que guardava a entrada do mundo inferior, o reino subterrâneo dos mortos.
Eurídice poderia voltar com Orfeu ao mundo dos vivos, porém com a condição de que não olhasse para ela até que estivessem à luz do sol.Orfeu parte pela trilha íngreme tocando músicas de alegria e celebração guiando a sombra de Eurídice de volta à vida. Porém, perto da saída do túnel escuro, desconfiado de que pudesse ter sido enganado por Hades, ele se vira para certificar-se de que era Eurídice que o seguia. Por um momento ele a vê mas aos poucos ela vai desaparecendo, e apesar de gritar seu nome, ele a perde para sempre.
Em total desespero, Orfeu passou a vagar pelo mundo. Tornou-se triste e passou a exercer o Orfismo, uma espécie de serviço de aconselhamento, em que ele ajudava a outros com seus conselhos, mas não conseguia resolver seus próprios problemas.
Recusava-se a olhar para outras mulheres, até que furiosas por terem sido desprezadas, um grupo de mulheres selvagens e frenéticas, chamadas Mênades, o atacaram atirando dardos. Os dardos de nada valiam contra a sua música mas elas, abafando sua música com gritos, conseguiram atingi-lo e o mataram. Depois despedaçaram seu corpo e jogaram sua cabeça cortada no rio Hebro, que flutuava cantando, "Eurídice! Eurídice!"
Mênades eram conhecidas como selvagens e endoidecidas, de quem não se conseguia um raciocínio claro
As nove musas, Calíope e suasirmãs, reuniram seus pedaços e os enterraram no monte Olimpo, e desde então, os rouxinóis cantaram mais docemente que os outros, pois assim Orfeu, na morte, se uniu à sua amada Eurídice.
Às Mênades, que tão cruelmente mataram Orfeu, não foi concedida a misericórdia da morte. Quando elas bateram os pés na terra em triunfo, sentiram seus dedos entrarem no solo. Quanto mais tentavam tirá-los, mais profundamente eles se enraizavam até que elas se transformaram em silenciosos carvalhos. E assim permaneceram pelos anos, batidas pelos ventos furiosos que antes se emocionavam ao som da lira de Orfeu.
O sonho é uma experiência que possui significados distintos se for ampliado um debate que envolva religião, ciência e cultura. Para a ciência, é uma experiência de imaginação do inconsciente durante nosso período de sono. Para Freud, os sonhos noturnos são gerados, na busca pela realização de um desejo reprimido.Recentemente, descobriu-se que até os bebês no útero têm sono REM (movimentos rápidos dos olhos) e sonham, mas não se sabe com o quê. Em diversas tradições culturais e religiosas, o sonho aparece revestido de poderes premonitórios ou até mesmo de uma expansão da consciência.
Para a psicanálise o sonho é o "espaço para realizar desejos inconscientes reprimidos". O pesquisador James Allan Hobson considerou "os sonhos como um mero subproduto da atividade cerebral noturna". Existem duas fases do sono. A primeira é o sono de ondas lentas, em que a atividade do cérebro é baixa e, por isso, não se formam filmes em nossa mente, apenas pensamentos mais ou menos normais que passam em uma espécie de tela escura, em imagens. Já a segunda fase é de alta atividade e nomeada REM - sigla em inglês para "movimentação rápida dos olhos" (Rapid Eyes Movement). E é durante a fase de REM que os sonhos ocorrem, pelo menos nos adultos.
Sonho e Psicanálise
Procurar entender o significado dos sonhos nos ajuda a conhecermos-nos melhor. E quando nos conhecemos melhor, temos a oportunidade de viver uma vida mais tranquila. Não é a toa que um dos livros mais importantes e conhecidos de Sigmund Freud tenha sido a Interpretação dos Sonhos, que causou polêmica ao ser lançado em 1900. Neste livro dos sonhos, o pai da psicanálise define o conteúdo do sonho como a realização de um desejo. Para Freud, o enredo do sonho teria um sentido explícito, manifesto, e que importaria menos, e outro mais simbólico, ligado ao desejo de quem sonha, menos explicito, latente, e cujo significado importa muito para a terapia de quem sonha. Simplificando, o sonho seria, portanto, um ótimo material para o indivíduo entender seus desejos, e resolver suas questões. Mas o livro de Sigmund Freud não se trata de um dicionário de sonhos, mas sim uma obra complexa sobre o campo da psicanálise.
Interpretação Lúdica dos Sonhos
Além da psicanálise, a interpretação dos sonhos também faz parte da cultura popular, onde os significados foram desenvolvidos de uma maneira mais lúdica, sem pretensões científicas. E são exatamente estas interpretações que surgiram ao longo do tempo, e foram se incorporando as crenças populares.
Jeremy Wade Delle era um menino de 15 anos, caladão, que estudava há pouco mais
de 4 meses na Richardson High School. Foi descrito pelos seus colegas de aula
como “muito tímido” e era conhecido por sempre aparentar que estava triste. No
fatídico dia chegou à aula levemente atrasado. A professora solicitou que ele
buscasse uma autorização da diretoria para ingressar à aula.
O retorno do calado Jeremy à
classe deu tom ao dramático refrão da canção; “Jeremy falou na aula de hoje”.
Jeremy voltou para a classe com uma arma e logo ele, que nunca dizia nada,
falou: “Senhorita, eu peguei o que tinha ido buscar”, colocou o cano da arma na
boca, e puxou o gatilho antes que a professora ou alguém de sua turma pudessem
fazer alguma coisa.
A outra história na qual a música é baseada, envolve um estudante que Vedder conheceu no ginásio em San Diego, Califórnia. Vedder disse em 91: “Quando eu estava no ginásio, em San Diego, Califórnia, eu conheci uma pessoa que fez a mesma coisa, só que ele não se matou, mas acabou dando uns tiros numa turma de oceanografia. Eu me lembro de estar nos corredores e ouvir a respeito, e eu realmente havia implicado com o rapaz no passado. Eu era um quinto-anista bem rebelde e acho que brigamos ou algo assim. Então é um pouco sobre um garoto chamado Jeremy e é também um pouco sobre um garoto chamado Brian”.
JEREMY : A CANÇÃO
"Jeremy" é uma canção da banda americana de rock Pearl Jam. A letra foi escrita pelo vocalista Eddie Vedder e a parte instrumental, pelo baixista Jeff Ament. "Jeremy" foi lançada em 1992 como o terceiro single do primeiro álbum do Pearl Jam, Ten, de 1991. Ela originalmente não entrou nas paradas da Billboard Hot 100, uma vez que não foi lançada como single comercial os EUA na época, mas um relançamento em julho de 1995 finalmente a trouxe até o número 79.Em 2004, a canção foi incluída no álbum greatest hits da banda chamado Rearviewmirror: Greatest Hits 1991-2003. Uma versão remixada da canção foi incluída na reedição do álbum Tenem 2009.
A música ganhou notoriedade com o lançamento do videoclipe (dirigido por Mark Pellington e lançado em 1992), ao qual passou inúmeras vezes na MTV e se tornou um hit. Em 1993, o clipe de "Jeremy" ganhou quatro MTV Video Music Awards, incluindo o de "Melhor Vídeo do Ano".
A HISTÓRIA DE 'HE AIN'T HEAVY HE'S MY BROTHER'
Dizem que o fato que inspirou a canção 'He Ain't Heavy He's My Brother" foi o seguinte:
Certa noite, em uma forte nevasca, na sede de um orfanato em Washington DC, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la ele deparou-se com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto , o frio e a miséria dos dois comoveram o padre. O sacerdote mandou-os entrar e exclamou: “Ele deve ser muito pesado”.
O que o que carregava disse: “ele não pesa, ele é meu irmão. (He ain’t heavy, he is my brother) Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos de rua.
O autor da música soube do caso e se inspirou para compô-la. E da frase fez-se o refrão. Esses dois meninos, foram adotados pela instituição.”Missão dos Órfãos”, em Washington, DC.
HE AIN'T HEAVY HE'S MY BROTHER: A CANÇÃO
“He ain’t heavy, he is my brother” é uma canção escrita por Bobby Scott e Russell Bob. Originalmente gravada por Kelly Gordon em 1969, a canção se tornou um sucesso mundial depois de gravada por The Hollies no final daquele ano e novamente por Neil Diamond em 1970.
A HISTÓRIA DE 'TIE A YELLOW RIBBON AROUND THE OLD OAK TREE'
"Uma velha e adocicada canção country americana, composta por Irwin Levine e L. Russel Brown (Tie a Yellow Ribbon round the Old Oak Tree) narra a história de um homem torturado pelo medo de ter decepcionado a mulher que amava, e assim ter de enfrentar a possibilidade de que ela não o ame mais.
Em resumo, a letra é narrada do ponto de vista de um passageiro de ônibus. Este personagem estava preso durante os últimos três anos, tendo finalmente recebido a liberdade. O ônibus o está levando de volta para casa. A canção não deixa claro por que motivo o protagonista estava preso, que delitos cometeu, mas isso nem é relevante.
Ele explica aos demais passageiros do ônibus que o que mais o fere é a possibilidade de que sua mulher tenha deixado de lhe amar nestes três anos – de que ver seu homem cometer um crime e ser humilhado perante a sociedade tenha partido seu coração de forma irremediável. Está implícito o quanto ele se sente envergonhado, que considera justa a punição (cumpri minha pena, paguei o que devia) – mas não obstante ter recuperado a liberdade, ela nada lhe valerá sem o amor da mulher que deixou para trás. Ele não se julga mais digno do amor dela.
A dúvida que ele tem é, basicamente, se ainda MERECE o amor daquela senhorita que foi forçado a abandonar três anos atrás. Incapaz de perguntar diretamente à moça, temeroso de conhecer de antemão a verdade, ele tece um pequeno estratagema: pouco antes de ser solto, escreve uma carta à sua amada. Não pede nem aguarda uma resposta… diz apenas que no dia tal, a tal horário, estará dent
ro do ônibus que passará em frente a sua antiga casa. Ora, no quintal desta casa, muito imponente e sereno, está fincado um velho carvalho sob o qual o casal teria passado horas românticas em tempos passados. Ele pede a ela um único sinal:
Se você ainda me amar, amarre uma fita amarela ao redor do velho carvalho. Essa fita, eu a verei de longe. Se eu não vir uma fita amarela ao redor do carvalho, eu ficarei no ônibus, nem vou descer. Esquecerei tudo o que houve entre nós, pode pôr a culpa em mim, siga sua vida, seja feliz. Se houver uma fita amarela no carvalho, eu descerei e conversaremos. Se não houver uma fita amarela ao redor do carvalho, ficarei no ônibus e de algum modo tocarei minha vida adiante.
Nosso herói, então, termina de contar a história para todos os passageiros do ônibus, que compreensivelmente estão ansiosos para saber o desfecho da cena. Quando o ônibus vira a esquina de sua casa, ele, incapaz de encarar o carvalho, pergunta aos demais passageiros se há ou não uma fita ao redor da árvore. E então ouve dezenas de estrondosas risadas…todo o ônibus está rindo alegremente. Ele abre os olhos e mal pode acreditar no que vê:
"Hácentenas de brilhantes fitas amarelas amarradas ao redor do velho carvalho!" (Texto por: Arlei)
TIE A YELLOW RIBBON AROUND THE OLD OAK TREE: A CANÇÃO
"Tie A Yellow Ribbon Around The Old Oak Tree" é uma música de Dawn com Tony Orlando. Foi escrito por Irwin Levine e L. Russell Brown e produzido por Hank Medress e Dave Appell, com vocalista de apoio da Motown / Stax, Telma Hopkins, Joyce Vincent Wilson e sua irmã Pamela Vincent em vocais de apoio. Foi um sucesso mundial para o grupo em 1973.
O single atingiu o top 10 em dez países, em oito dos quais liderou as paradas. Alcançou o número um nos gráficos dos EUA e do Reino Unido durante quatro semanas em abril de 1973, número um nas paradas australianas por sete semanas de maio a julho de 1973 e número um nas paradas da Nova Zelândia por dez semanas de junho a agosto de 1973. Ele foi o single mais vendido em 1973 nos EUA e no Reino Unido.
Em 2008, a Billboard classificou a música como a 37ª maior música de todos os tempos em sua edição comemorando o 50º aniversário do Hot 100.
A maioria das mulheres tem catsaridafobia e o Cascão, ablutofobia.
Fobia é um tipo de perturbação da ansiedade caracterizado por medo ou repulsa persistente de um objeto ou de uma situação. As fobias geralmente causam o aparecimento súbito de medo e estão presentes por mais de seis meses. A pessoa afetada exerce grandes esforços para evitar a situação ou o objeto, geralmente a um grau superior em relação ao perigo real do próprio objeto ou situação. Quando não é possível o objeto ou a situação serem evitados, a pessoa afetada apresenta sinais acentuados de aflição. No caso de fobia ao sangue ou a ferimentos pode ocorrer desmaio, e no caso de agorafobia são comuns ataques de pânico. Geralmente, um indivíduo apresenta fobias a diversos objetos ou situações.
As fobias podem ser divididas em fobias específicas, fobias sociais e agorafobia.
TIPOS DE FOBIAS ESPECÍFICAS MAIS COMUNS
As fobias específicas mais apresentadas são:
Medo de altura (acrofobia)
Medo de lugares cheios e multidões (agorafobia)
Medo de aranhas (aracnofobia)
Medo de baratas (catsaridafobia)
Medo de cachorros (cinofobia)
Medo de lugares fechados, como elevadores ou aviões (claustrofobia)
Medo de escuro que persiste após a infância (escotofobia)
Medo de falar em público (glossofobia)
Medo de sangue (hematofobia)
Medo de dentistas (odontofobia)
Existem ainda fobias mais raras e um tanto quanto inusitadas, como o medo de bonecos de ventríloquo (automatonofobia), de palhaços (coulrofobia), de galinhas (alectorofobia) e até de banho (ablutofobia).
Medo de baratas (catsaridafobia)
Medo de aranhas (aracnofobia)
MEDO E FOBIA
Medo e Fobia são diferentes, a começar pelo fato de que, o MEDO todos vão sentir em algum momento da vida. O medo pode acontecer em situações aparentemente corriqueiras do nosso dia a dia, como falar em público.
Já a FOBIA é imobiliza a pessoa a ponto dela não conseguir seguir adiante. Neste estado, o indivíduo canaliza toda ansiedade, medo e angústia diante da situação ou objeto. O problema das fobias que elas, muitas vezes, atrapalham o convívio social.
Quando a fobia ultrapassa os limites de um medo comum e começa a oferecer transtornos à vida da pessoa, é indispensável buscar ajuda e iniciar um tratamento, de forma a evitar que o problema evolua e cause consequências mais graves, como isolamento social, depressão, dependência química, alcoolismo e transtornos de ansiedade.
A cinefilia (do grego kíne(ma), «movimento» +phílos, «amigo» +-ia) é o gosto pelo cinema e o interesse demonstrado por tudo aquilo que se relaciona com a sétima arte. Quem se interessa pelo cinema é considerado cinéfilo.
O próprio cinema tem produzido filmes onde a cinefilia é retratada, como em Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore. Os realizadores de cinema fazem frequentemente referência a clássicos de cinema ou parodiam sequências de filmes, demonstrando assim que pertencem ao círculo dos cinéfilos.
A cinefilia está muito ligado ao fenómeno dos cineclubes que, por exemplo, em Portugal tiveram um importante papel cultural na divulgação de filmes menos comerciais ou clássicos do cinema que despertam o interesse de quem gosta desta arte.
A cinefilia pode também verificar-se noutros produtos audiovisuais (por exemplo, é frequente, nas telenovelas brasileiras a referência a outros filmes - como, por exemplo, em "A rainha da sucata", onde as sequências e referências a filmes como Gaslight, de George Cukor; Gilda, de Charles Vidorou Citizen Kane de Orson Welles eram frequentes, ao lado de outras referências a filmes de género, como o filme de terror - vampiros - ou o filme negro).