No dia 26 de novembro de 2017, completou 26 anos do lançamento do 7° álbum de estúdio do U2, ACTHUNG BABY, um dos discos mais bem sucedidos da banda. no qual está "ONE" que foi nomeada a #36ª maior canção pela Rolling Stone na sua lista das 500 Maiores Canções de Todos os Tempos. ONE é tanto a terceira canção como o terceiro single do álbum de Achtung Baby, sendo lançado como single em 2 de fevereiro de 1992. A letra, escrita pelo vocalista Bono, descreve as lutas para manter relações com os outros, mas têm sido interpretada de outras maneiras. Foi lançada como uma canção de caridade, com os rendimentos que vão para a investigação de portadores de AIDS. A canção alcançou a #7 posição no UK Singles Chart, e #10 posição no Billboard Hot 100. Também liderou na Hot Mainstream Rock Tracks e Alternative Songs. Na promoção da música a banda teve vários vídeos de música filmados, embora não estivessem satisfeitos até que o terceiro vídeo fosse criado. A canção já foi aclamada como uma das maiores canções de todos os tempos, e é presença constante nas pesquisas de ouvinte e crítico. A canção foi interpretada pelo U2 em cada um de seus shows desde a estreia ao vivo da canção em 1992, e já apareceu em muitas das bandas de filmes-concerto. Em um cenário vivo, "One" é frequentemente utilizado pela banda para promoção dos direitos humanos e causas de justiça social. A música dá o seu homônimo de organização de caridade de Bono, a ONE Campaign. Em 2006 a banda regravou a música como parte de um dueto com a cantora R&B estadunidense Mary J. Blige.
18 DE NOVEMBRO DE 1991, há 26 anos, o U2 lançava ACHTUNG BABY, um dos discos mais importantes da sua carreira: !
A palavra em alemão, achtung, no título do álbum, traduz em português como "atenção" ou "cuidado". O engenheiro de áudio da banda, Joe O'Herlihy, usou as palavras "Achtung Baby" durante a gravação, e que supostamente, teria tirado a frase do filme de Mel Brooks, The Producers (1968). O título foi escolhido em agosto de 1991, perto do final das sessões do álbum. De acordo com Bono, foi um título ideal, cujo objetivo era chamar a atenção, referenciado na Alemanha, dando a entender qualquer romance ou nascimento, sendo que ambas foram temas do álbum.
Lista de faixas
| 1. | "Zoo Station" | Daniel Lanois | 4:36 | |||||||
| 2. | "Even Better Than the Real Thing" | Steve Lillywhite, com Brian Eno e Lanois | 3:41 | |||||||
| 3. | "One" | Lanois com Eno | 4:36 | |||||||
| 4. | "Until the End of the World" | Lanois com Eno | 4:39 | |||||||
| 5. | "Who's Gonna Ride Your Wild Horses" | Lillywhite, Lanois e Eno | 5:16 | |||||||
| 6. | "So Cruel" | Lanois | 5:49 | |||||||
| 7. | "The Fly" | Lanois | 4:29 | |||||||
| 8. | "Mysterious Ways" | Lanois com Eno | 4:04 | |||||||
| 9. | "Tryin' to Throw Your Arms Around the World" | Lanois com Eno | 3:53 | |||||||
| 10. | "Ultraviolet (Light My Way)" | Lanois com Eno | 5:31 | |||||||
| 11. | "Acrobat" | Lanois | 4:30 | |||||||
| 12. | "Love Is Blindness" | Lanois | 4:23 | |||||||
Assim, morta de fome e de frio, ia se arrastando penosamente, vencida pelo cansaço e desânimo — a imagem viva da miséria.
Os flocos de neve caíam, pesados, sobre os lindos cachos louros que lhe emolduravam graciosamente o rosto; mas a menina nem dava por isso. Via, pelas janelas das casas, as luzes que brilhavam lá dentro. Sentia-se na rua um cheiro bom de pato assado — era a véspera de Natal —; isso sim, ela não esquecia.
Achou um canto, formado pela saliência de uma casa, e acocorouse ali, com os pés encolhidos, para abrigá-los ao calor do corpo; mas cada vez sentia mais frio. Não se animava a voltar para casa, porque não tinha vendido uma única caixinha de fósforos, e não ganhara um vintém. Era certo que levaria algumas lambadas. Além disso, em sua casa fazia tanto frio como na rua, pois só havia o abrigo do telhado, e por ele entrava uivando o vento, apesar dos trapos e das palhas com que lhe tinham tapado as enormes frestas.
Tinha as mãozinhas tão geladas… estavam duras de frio. Quem sabe se acendendo um daqueles fósforos pequeninos sentiria algum calor? Se se animasse a tirar um ao menos da caixinha, e riscá-lo na parede para acendê-lo… Ritch!. Como estalou, e faiscou, antes de pegar fogo!
Deu uma chama quente, bem clara, e parecia mesmo uma vela quando ela o abrigou com a mão. E era uma vela esquisita aquela! Pareceu-lhe logo que estava sentada diante de uma grande estufa, de pés e maçanetas de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor. E a meninazinha ia estendendo os pés enregelados, para aquecê-los, e… tss! Apagouse o clarão! Sumiu-se a estufa, tão quentinha, e ali ficou ela, no seu canto gelado, com um fósforo apagado na mão. Só via a parede escura e fria.
Riscou outro. Onde batia a luz, a parede tornava-se transparente como um véu, e ela via tudo lá dentro da sala. Estava posta a mesa. Sobre a toalha alvíssima via-se, fumegando entre toda aquela porcelana tão fina, um belo pato assado, recheado de maçãs e ameixas. Mas o melhor de tudo foi que o pato saltou do prato, e, com a faca ainda cravada nas costas, foi indo pelo assoalho direto à menina, que estava com tanta fome, e…
Mas — o que foi aquilo? No mesmo instante acabou-se o fósforo, e ela tornou a ver somente a parede nua e fria na noite escura. Riscou outro fósforo, e àquela luz resplandecente viu-se sentada debaixo de uma linda árvore de Natal! Oh! Era muito maior e mais ricamente decorada do que aquela que vira, naquele mesmo Natal, ao espiar pela porta de vidro da casa do negociante rico. Entre os galhos, milhares de velinhas. Estampas coloridas, como as que via nas vitrinas das lojas, olhavam para ela. A criança estendeu os braços diante de tantos esplendores, e então, então… apagou-se o fósforo. Todas as luzinhas da árvore de Natal foram subindo, subindo, mais alto, cada vez mais alto, e de repente ela viu que eram estrelas, que cintilavam no céu. Mas uma caiu, lá de cima, deixando uma esteira de poeira luminosa no caminho.
— Morreu alguém — disse a criança.
Porque sua avó, a única pessoa que a amara no mundo, e que já estava morta, lhe dizia sempre que, quando uma estrela desce, é que uma alma subiu para o céu.
Agora ela acendeu outro fósforo; e desta vez foi a avó quem lhe apareceu, a sua boa avó, sorridente e luminosa, no esplendor da luz.
— Vovó! — gritou a pobre menina. Leva-me contigo… Já sei que, quando o fósforo se apagar, tu vais desaparecer, como sumiram a estufa quente, o pato assado e a linda árvore de Natal! E a coitadinha pôs-se a riscar na parede todos os fósforos da caixa, para que a avó não se desvanecesse. E eles ardiam com tamanho brilho, que parecia dia, e nunca ela vira a vovó tão grandiosa, nem tão bela! E ela tomou a neta nos braços, e voaram ambas, em um halo de luz e de alegria, mais alto, e mais alto, e mais longe… longe da Terra, para um lugar, lá em cima, onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo, porque elas estavam, agora, no céu com Deus.
A luz fria da madrugada achou a menina sentada no canto, entre as casas, com as faces coradas e um sorriso de felicidade. Morta. Morta de frio, na noite de Natal.
A luz do Natal iluminou o pequenino corpo, ainda sentado no canto, com a mãozinha cheia de fósforos queimados.
— Sem dúvida, ela quis aquecer-se — diziam.
Mas… ninguém soube que lindas visões, que visões maravilhosas lhe povoaram os últimos momentos, nem com que júbilo tinha entrado com a avó nas glórias do Natal no Paraíso.
16 DE NOVEMBRO 2006, o álbum “Greatest Hits” do Queen foi declarado o disco britânico mais vendido de todos os tempos pela “Official UK Charts Company”. O registro foi levantado através dos dados de venda dos últimos 50 anos, e mostrou que a coletânea havia vendido 5.407.587 cópias. Os Beatles ocuparam a segunda posição com “Sgt. Pepper’s Lonely Heart’s Club Band”.
16 DE NOVEMBRO 1974, John Lennon estava no topo das paradas norte-americanas com o single “Whatever Gets ou Through The Night”. Elton John participou da sessão de gravação da música e fez um acordo com Lennon: se a canção chegasse ao nº 1, Lennon teria que fazer uma aparição num show de Elton. Lennon cumpriu o acordo e tocou três canções num show do pianista: “I Saw Her Standing There”, “Lucy In The Sky With Diamonds” e “Whatever Gets You Through The Night”. Após o concerto, no backstage, John e Yoko reataram seu relacionamento após uma separação temporária.

































