A cinefilia (do grego kíne(ma), «movimento» +phílos, «amigo» +-ia) é o gosto pelo cinema e o interesse demonstrado por tudo aquilo que se relaciona com a sétima arte. Quem se interessa pelo cinema é considerado cinéfilo.
O próprio cinema tem produzido filmes onde a cinefilia é retratada, como em Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore. Os realizadores de cinema fazem frequentemente referência a clássicos de cinema ou parodiam sequências de filmes, demonstrando assim que pertencem ao círculo dos cinéfilos.
A cinefilia está muito ligado ao fenómeno dos cineclubes que, por exemplo, em Portugal tiveram um importante papel cultural na divulgação de filmes menos comerciais ou clássicos do cinema que despertam o interesse de quem gosta desta arte.
A cinefilia pode também verificar-se noutros produtos audiovisuais (por exemplo, é frequente, nas telenovelas brasileiras a referência a outros filmes - como, por exemplo, em "A rainha da sucata", onde as sequências e referências a filmes como Gaslight, de George Cukor; Gilda, de Charles Vidorou Citizen Kane de Orson Welles eram frequentes, ao lado de outras referências a filmes de género, como o filme de terror - vampiros - ou o filme negro).

cinéfilo

  • ci·né·fi·lo 
(cine- + -filo)
adjectivo e substantivo masculino
1. Que ou quem tem forte interesse ou entusiasmo pelo cinema.
2. Que ou aquele que tem fisionomia ou aspecto agradável semelhante à dos artistas de cinema. = FOTOGÉNICO

"cinéfilo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/cin%C3%A9filo [consultado em 21-11-2017].
  • adjetivo substantivo masculino 
    que ou aquele que ama o cinema como arte ou forma de lazer, que se interessa por sua evolução e suas realizações.
  • Viciado em cinema, bom gosto para cinema ou aquele com rica cultura em cinema.


QUIZ: VOCÊ É CINÉFILO? Clica no link:
http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/cinema/quiz-voce-e-um-cinefilo-361w1qpa251snedppc5e3u4mi



A Christmas Carol é um livro da autoria de Charles Dickens. Com várias traduções em Português, sendo uma delas Um Conto de Natal, o livro foi escrito em menos de um mês originalmente para pagar dívidas, mas tornou-se um dos maiores clássicos natalinos de todos os tempos e uma das mais célebres obras de Dickens. O autor descreveu-o como o seu "livrinho de Natal", e foi primeiramente publicado em 19 de dezembro de 1843, com ilustrações de John Leech. A história transformou-se instantaneamente num sucesso, vendendo mais de seis mil cópias apenas numa semana.

Charles Dickens

Quando criança, meus brinquedos eram os livros, e este foi um dos primeiros que li. Lembro que o enredo da história, ao mesmo tempo que me fez arrepiar de medo, me fascinou, fazendo com que eu o relesse várias e várias vezes ao longo desses anos todos. Pesquisando pela internet, achei a imagem do meu livrinho favorito, que era uma edição de bolso. Que saudade dele! 





"Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não gosta do Natal. Trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas. 


Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley havia sido um homem tão mau e avaro quanto Scrooge, e resolve visitar o amigo a fim de salvar sua alma, pois o espírito dele ainda não conseguiu descansar em paz por ter levado tanta amargura e ruindade para o túmulo. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma chance, e por isso três espíritos o visitariam. 



O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava de sua cabeça e um apagador de velas embaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto. 



O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalina dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai embora. 



O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge sua morte solitária, sem amigos. 



Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele".

E que todo aquele que ler esta fantástica história, possa ser tocado pelo espírito do Natal, tornando-se cada vez mais, uma pessoa melhor. Viva a literatura!

A Poinsétia, também chamada de flor de natal ou estrela-do-natal, é uma planta muito utlizada para fins decorativos, especialmente na época do Natal, devido a coloração vermelha.
Tem origem no México e América do Norte.
Conta a lenda mexicana… que uma menina de nome Pepita, não sabia o que oferecer ao Menino Jesus na missa do Natal. Expôs assim o seu problema ao seu primo Pedro, que a acompanha a caminho da Igreja. Pedro consola Pepita, e diz que aos olhos de Deus, não importa o valor da oferta, o que interessa é a intenção. Pepita vai colhendo plantas no caminho…

Quando chega à Igreja, vê a pobreza da sua oferta e chora… mas mesmo assim oferece as plantas. Então frente a toda a congregação reunida no templo, as folhas dos ramos ficam tingidas de uma cor brilhante e vermelha transformando seu simples e humilde presente em algo lindo e impressionante. O povo local considerou isso um milagre e mensagem de Jesus.
Desde então a planta nasce espontaneamente na região, as flores-de-natal, irrompem do chão molhado, pelas lágrimas puras e inocentes derramadas pela menina Pepita.




No dia 26 de novembro de 2017, completou 26 anos do lançamento do 7° álbum de estúdio do U2, ACTHUNG BABY, um dos discos mais bem sucedidos da banda. no qual está "ONE" que foi nomeada a #36ª maior canção pela Rolling Stone na sua lista das 500 Maiores Canções de Todos os Tempos. ONE é tanto a terceira canção como o terceiro single do álbum de Achtung Baby, sendo lançado como single em 2 de fevereiro de 1992. A letra, escrita pelo vocalista Bono, descreve as lutas para manter relações com os outros, mas têm sido interpretada de outras maneiras. Foi lançada como uma canção de caridade, com os rendimentos que vão para a investigação de portadores de AIDS. A canção alcançou a #7 posição no UK Singles Chart, e #10 posição no Billboard Hot 100. Também liderou na Hot Mainstream Rock Tracks e Alternative Songs. Na promoção da música a banda teve vários vídeos de música filmados, embora não estivessem satisfeitos até que o terceiro vídeo fosse criado. A canção já foi aclamada como uma das maiores canções de todos os tempos, e é presença constante nas pesquisas de ouvinte e crítico. A canção foi interpretada pelo U2 em cada um de seus shows desde a estreia ao vivo da canção em 1992, e já apareceu em muitas das bandas de filmes-concerto. Em um cenário vivo, "One" é frequentemente utilizado pela banda para promoção dos direitos humanos e causas de justiça social. A música dá o seu homônimo de organização de caridade de Bono, a ONE Campaign. Em 2006 a banda regravou a música como parte de um dueto com a cantora R&B estadunidense Mary J. Blige.

As Novas Sete Maravilhas do Mundo foram escolhidas em concurso informal e popular , internacional promovido pela New Open World Foundation, com o lançamento da campanha New 7 wonders, que contou com mais de cem milhões de votos através de telefones celulares e da internet, enviados de todas as partes do mundo e anunciados em 7 de julho de 2007, numa cerimônia no Estádio da Luz em Lisboa, Portugal. Foram escolhidos apenas monumentos de culturas já extintas e um do cristianismo, que é o Cristo Redentor, ficando relegados monumentos como a estátua de Murugan na Malásia, estátuas também gigantescas de Shiva e Hanuman na Índia, entre outras. O concurso não contou com o apoio da UNESCO, órgão da Organização das Nações Unidas. Um monumento foi retirado da lista de finalistas para receber o título de "Maravilha Honorária", Necrópole de Gizé, no Egito, por ser a única remanescente das sete maravilhas do mundo originais.

1. COLISEU (ITÁLIA)
Coliseu (em italiano: Colosseo), também conhecido como Anfiteatro Flaviano (em latim: Amphitheatrum Flavium; em italiano: Anfiteatro Flavio), é um anfiteatro oval localizado no centro da cidade de Roma, capital da Itália. Construído com concreto e areia, é o maior anfiteatro já construído e está situado a leste do Fórum Romano. 
Embora parcialmente arruinado por causa de danos causados ​​por terremotos e saques, o Coliseu é ainda um símbolo da Roma Imperial. É uma das atrações turísticas mais populares da capital italiana e tem também conexões com a Igreja Católica Romana, pois a cada Sexta-feira Santa, o Papa guia a Via Crúcis que começa na área em torno do Coliseu. O Coliseu também é retratado na versão italiana da moeda de euro de cinco cêntimos.

2. CHICHÉN ITZÁ (MÉXICO)


Chichén Itzá (do iucateque: Chi'ch'èen Ìitsha) foi uma grande cidade pré-colombiana construída pela civilização maia no final do período clássico. O sítio arqueológico está localizado no município de Tinum, no estado de Yucatán, México.
Chichén Itzá está localizada no leste do estado de Yucatán, distante aproximadamente 80 km da costa caribenha. A cidade é composta por diversas sacbeobs (estradas elevadas) espalhadas por seus 15 km². Ainda nessa paisagem é possível observar um terreno pouco acidentado, graças a nivelação feita em sua composição original. O local também é cercado por diversas fontes e pequenos rios.

3. MACHU PICCHU (PERU)
Machu Picchu (em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha"), também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru.
O lugar foi elevado à categoria de Patrimônio mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interação com o turismopor ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru. A organização suíça New Open World Corporation (NOWC) em votação mundial gratuita pela internet e ligações telefônicas (mais de 100 milhões de votos pelo mundo) e com analise de arquitetos e arqueólogos classificou Machu Picchu como umas das sete maravilhas do mundo moderno. Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.

4. CRISTO REDENTOR (BRASIL)
Cristo Redentor é uma estátua art déco que retrata Jesus Cristo, localizada no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar, no Parque Nacional da Tijuca, com vista para a maior parte da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Em 2007 foi eleito informalmente como uma das sete maravilhas do mundo moderno. Em 2012 a UNESCO considerou o Cristo Redentor como parte da paisagem do Rio de Janeiro incluída na lista de Patrimônios da Humanidade.
Símbolo do cristianismo brasileiro, a estátua se tornou um ícone do Rio de Janeiro e do Brasil. Em 2011, em uma pesquisa de opinião pela internet, o Cristo Redentor foi considerado por 23,5 % de 1 734 executivos de todos os países da região como o maior símbolo da América Latina.

5. MURALHAS DA CHINA (CHINA)

Grande Muralha da China é uma série de fortificações feitas de pedra, tijolo, terra compactada, madeira e outros materiais, geralmente construída ao longo de uma linha leste-oeste através das fronteiras históricas do norte da China para proteger os Estados e impérios chineses contra as invasões dos vários grupos nômades das estepes da Eurásia, principalmente os mongóis. Várias muralhas estavam sendo construídas já no século VII a.C., que mais tarde foram unidas e tornadas maiores e mais fortes, no que agora é referido como a Grande Muralha.. Especialmente famosa é a muralha construída entre 220 e 206 a.C. por Qin Shi Huang, o primeiro Imperador da China. Pouco desta muralha permanece nos dias atuais. Desde então, a Grande Muralha foi reconstruída, mantida e melhorada; a maior parte do trecho existente é da dinastia Ming (1368-1644).

6. AS RUÍNAS DE PETRA (JORDÂNIA)
Petra (do grego πέτρα, petra; árabe: البتراء, Al-Bitrā/Al-Batrā), originalmente conhecido pelos nabateus como Raqmu, é uma cidade histórica e arqueológica localizada no sul da Jordânia. A cidade é famosa por sua arquitetura esculpida em rocha e por seu sistema de canalização de água. Outro nome para Petra é Cidade Rosa devido à cor das pedras do local.
O sítio arqueológico permaneceu desconhecido para o mundo ocidental até 1812, quando foi introduzido pelo explorador suíço Johann Ludwig Burckhardt. Foi descrita como "uma cidade rosa e vermelha tão velha quanto o tempo" em um poema de John William Burgon. A UNESCO a descreveu como "uma das mais preciosas propriedades culturais da herança cultural do homem". Petra foi nomeada entre uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo em 2007 e também foi escolhido pela revista Smithsonian como um dos "28 lugares para ver antes de morrer".
Fascinante, cidade perdida de Petra já foi cenário de "Indiana Jones e A Última Cruzada"


7. TAJ MAHAL (ÍNDIA)

Taj Mahal (em hindi ताज महल, persa تاج محل) é um mausoléu situado em Agra, na Índia, sendo o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. Foi anunciado em 2007 como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo.
A obra foi feita entre 1632 e 1653 com a força de cerca de 20 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no suntuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A joia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.
Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes. Supõe-se que o imperador pretendesse fazer uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou morto antes do início das obras por um de seus filhos.

18 DE NOVEMBRO DE 1991, há 26 anos, o U2 lançava ACHTUNG BABY, um dos discos mais importantes da sua carreira: !

A palavra em alemão, achtung, no título do álbum, traduz em português como "atenção" ou "cuidado". O engenheiro de áudio da banda, Joe O'Herlihy, usou as palavras "Achtung Baby" durante a gravação, e que supostamente, teria tirado a frase do filme de Mel Brooks, The Producers (1968). O título foi escolhido em agosto de 1991, perto do final das sessões do álbum. De acordo com Bono, foi um título ideal, cujo objetivo era chamar a atenção, referenciado na Alemanha, dando a entender qualquer romance ou nascimento, sendo que ambas foram temas do álbum.



Achtung Baby é o sétimo álbum de estúdio da banda de rock irlandesa U2. Foi produzido por Daniel Lanois e Brian Eno, sendo lançado em 18 de novembro de 1991 pela gravadora Island Records. Sendo bastante criticado pelo álbum anterior, Rattle and Hum (1988), a banda mudou seu estilo musical incorporando na sua sonoridade um gênero de rock alternativo, música industrial e dance music. Tematicamente, o álbum é mais obscuro, mais introspectivo, e às vezes mais irreverente do que seus trabalhos anteriores. Achtung Baby e as subsequentes utilizações da multimídia na turnê Zoo TV Tour foram fundamentais na reinvenção da banda na década de 1990, substituindo a imagem deles de "fechados" frente ao público para uma mais descontraída e auto-depreciativa.
Achtung Baby é um dos álbuns mais bem sucedidos do U2. Ele recebeu críticas favoráveis, estreando na posição de número 1, na Billboard 200, dos Estados Unidos, enquanto que simultaneamente, esteve no topo das paradas de muitos outros países. O álbum gerou cinco singles, como "One", "Mysterious Ways", "The Fly", "Even Better Than the Real Thing" e "Who's Gonna Ride Your Wild Horses". O álbum vendeu 18 milhões de cópias mundialmente, ganhando um Prêmio Grammy em 1993 de "Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocais". Um dos álbuns mais aclamados da década de 1990, Achtung Baby é regularmente citado na lista dos "500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos" pela revista Rolling Stone. Em outubro de 2011, o álbum foi reeditado, para comemorar o 20º aniversário de seu lançamento.
A banda é creditada como compositora de todas as canções de Achtung Baby, apesar dos períodos de composições separadas. Eles escreveram as músicas através do jam session, representando uma prática comum para eles. O álbum apresenta uma divergência desde a sonoridade dos álbuns anteriores da banda; as canções têm menos hinos em sua melodia, explorando um novo território sônico para o grupo. O estilo musical demonstra características mais europeia, introduzindo influências do rock alternativo, de música industrial, e de música eletrônica.
Bono foi creditado como o letrista exclusivo. Em contraste com as gravações anteriores do U2, que muitas vezes fez declarações políticas e sociais, Achtung Baby é mais pessoal e introspectivo, explora o amor, a sexualidade, espiritualidade, fé e traição. As letras têm um tom mais obscuro, descrevendo as conturbadas relações pessoais e sentimentos que emana confusão, solidão e imperfeição.
A capa de Achtung Baby foi desenhada por Steve Averill e Shaughn McGrath, que tinham criado a maioria das capas do U2. Para espelhar a sua mudança de gênero musical, a banda considerava o conceito de várias imagens e cores para contrastar com a gravidade do indivíduo, principalmente das imagens monocromáticas de capas dos álbuns anteriores.
Achtung Baby foi o primeiro álbum da banda em três anos, e um material novo incluído, em mais de 4 anos. O grupo manteve um perfil baixo, após o lançamento do disco, com críticos evitando entrevistas e permitindo que o público fizesse suas próprias avaliações. Ao invés de participar de um artigo com a revista Rolling Stone, a banda pediu a Eno que escrevesse um artigo para eles. O plano de marketing para o álbum focou-se em promoções de varejo da imprensa. Além de rádios e propagandas televisivos que estavam sendo produzidos, foi divulgada também através de pôsteres com 16 imagens distribuídas para as lojas de discos e jornais alternativos nas grandes cidades. Em comparação com a campanha publicitária de outros grandes álbuns lançados no ano de 1991, o diretor geral da gravadora, Andy Allen, explicou o marketing relativamente discreto de Achtung Baby: "O U2 não vai sair com este tipo de alarde, em termos de mídia externa. Nós sentimos a legião de fãs em si, gerando esse tipo de emoção"

Lista de faixas

Todas as letras escritas por Bono, todas as músicas compostas por U2.
                          
1."Zoo Station"  Daniel Lanois4:36
2."Even Better Than the Real Thing" Steve Lillywhite, com Brian Eno e Lanois3:41
3."One"  Lanois com Eno4:36
4."Until the End of the World"  Lanois com Eno4:39
5."Who's Gonna Ride Your Wild Horses"  Lillywhite, Lanois e Eno5:16
6."So Cruel"  Lanois5:49
7."The Fly"  Lanois4:29
8."Mysterious Ways"  Lanois com Eno4:04
9."Tryin' to Throw Your Arms Around the World"  Lanois com Eno3:53
10."Ultraviolet (Light My Way)"  Lanois com Eno5:31
11."Acrobat"  Lanois4:30
12."Love Is Blindness"  Lanois4:23



Para ler e refletir na época mais maravilhosa do ano: o Natal!


A PEQUENA VENDEDORA DE FÓSFOROS
Hans Christian Andersen

Era véspera de Natal. Fazia um frio intenso; já estava escurecendo e caía neve. Mas a despeito de todo o frio, e da neve, e da noite, que caía rapidamente, uma criança, uma menina descalça e de cabeça descoberta, vagava pelas ruas. Ela estava calçada quando saiu de casa, mas os chinelos eram muito grandes, pois eram os que a mãe usara, e escaparam-lhe dos pezinhos gelados quando atravessava correndo uma rua para fugir de dois carros que vinham em disparada. Não pôde achar um dos chinelos e o outro apanhouo um rapazinho, que saiu correndo, gritando que aquilo ia servir de berço aos seus filhos quando os tivesse. A menina continuou a andar, agora com os pés nus e gelados. Levava no avental velhinho uma porção de pacotes de fósforos. Tinha na mão uma caixinha: não conseguira vender uma só em todo o dia, e ninguém lhe dera uma esmola — nem um só cruzeiro.
Assim, morta de fome e de frio, ia se arrastando penosamente, vencida pelo cansaço e desânimo — a imagem viva da miséria.
Os flocos de neve caíam, pesados, sobre os lindos cachos louros que lhe emolduravam graciosamente o rosto; mas a menina nem dava por isso. Via, pelas janelas das casas, as luzes que brilhavam lá dentro. Sentia-se na rua um cheiro bom de pato assado — era a véspera de Natal —; isso sim, ela não esquecia.
Achou um canto, formado pela saliência de uma casa, e acocorouse ali, com os pés encolhidos, para abrigá-los ao calor do corpo; mas cada vez sentia mais frio. Não se animava a voltar para casa, porque não tinha vendido uma única caixinha de fósforos, e não ganhara um vintém. Era certo que levaria algumas lambadas. Além disso, em sua casa fazia tanto frio como na rua, pois só havia o abrigo do telhado, e por ele entrava uivando o vento, apesar dos trapos e das palhas com que lhe tinham tapado as enormes frestas.
Tinha as mãozinhas tão geladas… estavam duras de frio. Quem sabe se acendendo um daqueles fósforos pequeninos sentiria algum calor? Se se animasse a tirar um ao menos da caixinha, e riscá-lo na parede para acendê-lo… Ritch!. Como estalou, e faiscou, antes de pegar fogo!
Deu uma chama quente, bem clara, e parecia mesmo uma vela quando ela o abrigou com a mão. E era uma vela esquisita aquela! Pareceu-lhe logo que estava sentada diante de uma grande estufa, de pés e maçanetas de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor. E a meninazinha ia estendendo os pés enregelados, para aquecê-los, e… tss! Apagouse o clarão! Sumiu-se a estufa, tão quentinha, e ali ficou ela, no seu canto gelado, com um fósforo apagado na mão. Só via a parede escura e fria.
Riscou outro. Onde batia a luz, a parede tornava-se transparente como um véu, e ela via tudo lá dentro da sala. Estava posta a mesa. Sobre a toalha alvíssima via-se, fumegando entre toda aquela porcelana tão fina, um belo pato assado, recheado de maçãs e ameixas. Mas o melhor de tudo foi que o pato saltou do prato, e, com a faca ainda cravada nas costas, foi indo pelo assoalho direto à menina, que estava com tanta fome, e…
Mas — o que foi aquilo? No mesmo instante acabou-se o fósforo, e ela tornou a ver somente a parede nua e fria na noite escura. Riscou outro fósforo, e àquela luz resplandecente viu-se sentada debaixo de uma linda árvore de Natal! Oh! Era muito maior e mais ricamente decorada do que aquela que vira, naquele mesmo Natal, ao espiar pela porta de vidro da casa do negociante rico. Entre os galhos, milhares de velinhas. Estampas coloridas, como as que via nas vitrinas das lojas, olhavam para ela. A criança estendeu os braços diante de tantos esplendores, e então, então… apagou-se o fósforo. Todas as luzinhas da árvore de Natal foram subindo, subindo, mais alto, cada vez mais alto, e de repente ela viu que eram estrelas, que cintilavam no céu. Mas uma caiu, lá de cima, deixando uma esteira de poeira luminosa no caminho.
— Morreu alguém — disse a criança.
Porque sua avó, a única pessoa que a amara no mundo, e que já estava morta, lhe dizia sempre que, quando uma estrela desce, é que uma alma subiu para o céu.
Agora ela acendeu outro fósforo; e desta vez foi a avó quem lhe apareceu, a sua boa avó, sorridente e luminosa, no esplendor da luz.
— Vovó! — gritou a pobre menina. Leva-me contigo… Já sei que, quando o fósforo se apagar, tu vais desaparecer, como sumiram a estufa quente, o pato assado e a linda árvore de Natal! E a coitadinha pôs-se a riscar na parede todos os fósforos da caixa, para que a avó não se desvanecesse. E eles ardiam com tamanho brilho, que parecia dia, e nunca ela vira a vovó tão grandiosa, nem tão bela! E ela tomou a neta nos braços, e voaram ambas, em um halo de luz e de alegria, mais alto, e mais alto, e mais longe… longe da Terra, para um lugar, lá em cima, onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo, porque elas estavam, agora, no céu com Deus.
A luz fria da madrugada achou a menina sentada no canto, entre as casas, com as faces coradas e um sorriso de felicidade. Morta. Morta de frio, na noite de Natal.
A luz do Natal iluminou o pequenino corpo, ainda sentado no canto, com a mãozinha cheia de fósforos queimados.
— Sem dúvida, ela quis aquecer-se — diziam.
Mas… ninguém soube que lindas visões, que visões maravilhosas lhe povoaram os últimos momentos, nem com que júbilo tinha entrado com a avó nas glórias do Natal no Paraíso.


Hans Christian Andersen 

(também conhecido na Escandinávia por H. C. Andersen ou pelo acrônimo H. C. A.; Odense, 2 de abril de 1805 — Copenhaga, 4 de agosto de 1875) foi um escritor e poeta dinamarquês de histórias infantis.
Em vida, escreveu peças de teatro, canções patrióticas, contos, histórias, e, principalmente, contos de fadas, pelos quais é mundialmente conhecido. Desde o século XIX, seus contos já foram traduzidos para mais de 125 idiomas e inspiraram inúmeras peças de dramaturgia, óperas, sinfonias e filmes.

Desde 1956, a organização não-governamental suíça International Board on Books for Young People (IBBY) concede o Hans Christian Andersen Award, um prêmio literário batizado em homenagem ao autor, e que é considerado o "Prêmio Nobel da literatura infanto-juvenil".

16 DE NOVEMBRO 2006, o álbum “Greatest Hits” do Queen foi declarado o disco britânico mais vendido de todos os tempos pela “Official UK Charts Company”. O registro foi levantado através dos dados de venda dos últimos 50 anos, e mostrou que a coletânea havia vendido 5.407.587 cópias. Os Beatles ocuparam a segunda posição com “Sgt. Pepper’s Lonely Heart’s Club Band”.



16 DE NOVEMBRO 1974, John Lennon estava no topo das paradas norte-americanas com o single “Whatever Gets ou Through The Night”. Elton John participou da sessão de gravação da música e fez um acordo com Lennon: se a canção chegasse ao nº 1, Lennon teria que fazer uma aparição num show de Elton. Lennon cumpriu o acordo e tocou três canções num show do pianista: “I Saw Her Standing There”, “Lucy In The Sky With Diamonds” e “Whatever Gets You Through The Night”. Após o concerto, no backstage, John e Yoko reataram seu relacionamento após uma separação temporária.



Whatever Gets You Through The Night - John Lennon Elton John

 Lucy in the Sky with Diamonds - Elton John & John Lennon LIVE 



 I Saw Her Standing There - John Lennon Elton John MSG 1974




Related Posts with Thumbnails