ORFEU E EURÍDICE

Orfeu e Eurídice

Orfeu
era poeta e músico, filho da musa Calíope e de Eagro, rei da Trácia. Era o músico mais talentoso e quando tocava 
sua lira que lhe fora presenteada por Apolo, os pássaros paravam de voar para escutar e os animais selvagens perdiam o medo. As árvores se curvavam para pegar os sons no vento.

Ele foi um dos os argonautas que ajudou Jasão na viagem 
para buscar o Velocino de Ouro. Durante a ida, acalmava os tripulantes. Durante a volta, Orfeu salvou os outros tripulantes quando seu canto silenciou as sereias, responsáveis pelos naufrágios de inúmeras embarcações. 

Orfeu apaixonou-se por Eurídice e casou-se com ela. Enquanto Orfeu tocava feliz a sua lira, ela dançava e cantava 
nos bosque, aguardando por sua noite de amor. Mas Eurídice era tão bonita que, em pouco tempo atraiu um apicultor chamado Aristeu. Quando ela recusou suas atenções, ele a perseguiu e tentando escapar, ela tropeçou em uma serpente que a picou e a matou. A tão esperada concretização do seu casamento não se realizou. 

Orfeu ficou transtornado de tristeza e levando sua lira, resolve empreender uma viagem ao Mundo dos Mortos para 
tentar trazê-la de volta. Caminha por muitos dias e noites em florestas e encostas íngremes. Sua voz fraca e o luto amargo, comprometem a comunicação com as pessoas. Orfeu chega à entrada dos infernos, a gruta que fica ao pé do monte Tênaro. 

Afastando-se da luz, ele penetra as sombras e mergulha acompanhado pela paixão, na trilha repleta de frio e silêncio. 
Orfeu canta na solidão, quando avista o rio Estige. Ao avistar o barqueiro Caronte , condutor de almas, Orfeu pede que o transporte em busca da amada, mas ele nega alegando não conduzir vivos. A canção pungente e emocionada de sua lira convence o barqueiro Caronte a levá-lo pelo rio Estige.

Na mitologia grega, Caronte é o barqueiro do Hades, que carrega as almas dos recém-mortos sobre as águas do rio Estige e Aqueronte, que dividiam o mundo dos vivos do mundo dos mortos.

A canção da lira adormece Cérbero, o cão de três cabeças que 
vigiava os portões. Sua melodia alivia os tormentos dos condenados e encanta os monstros do caminho. Quando finalmente Orfeu chega ao trono de Hades, o rei dos mortos fica irritado ao ver que um vivo tinha entrado em seu domínio, mas a agonia na música de Orfeu o comove, e ele chora lágrimas de ferro. Sua esposa, a deusa Perséfone, implora que atenda o pedido de Orfeu. Assim, Hades atende seu desejo.
Hades e Perséfone


Cérbero - monstruoso cão de três cabeças que guardava a entrada do mundo inferior, o reino subterrâneo dos mortos.

Eurídice poderia voltar com Orfeu ao mundo dos vivos, porém com a condição de que não olhasse para ela até que estivessem à luz do sol. Orfeu parte pela trilha íngreme tocando músicas de alegria e celebração guiando a sombra de Eurídice de volta à vida. Porém, perto da saída do túnel escuro, desconfiado de que pudesse ter sido enganado por Hades, ele se vira para certificar-se de que era Eurídice que o seguia. Por um momento ele a vê mas aos poucos ela vai desaparecendo, e apesar de gritar seu nome, ele a perde para sempre.

Em total desespero, Orfeu passou a vagar pelo mundo. Tornou-se triste e passou a exercer o Orfismo, uma espécie de serviço de aconselhamento, em que ele ajudava a outros com seus conselhos, mas não conseguia resolver seus próprios problemas. 

Recusava-se a olhar para outras mulheres, até que furiosas por terem sido desprezadas, um grupo de mulheres selvagens e frenéticas, chamadas Mênades, o atacaram atirando dardos. Os dardos de nada valiam contra a sua música mas elas, abafando sua música com gritos, conseguiram atingi-lo e o mataram. Depois despedaçaram seu corpo e jogaram sua cabeça cortada no rio Hebro, que flutuava cantando, "Eurídice! Eurídice!"

Mênades eram conhecidas como selvagens e endoidecidas, de quem não se conseguia um raciocínio claro

As nove musas, Calíope e suas irmãs, reuniram seus pedaços e os enterraram no monte Olimpo, e desde então, os rouxinóis cantaram mais docemente que os outros, pois assim Orfeu, na morte, se uniu à sua amada Eurídice. 

Às Mênades, que tão cruelmente mataram Orfeu, não foi concedida a misericórdia da morte. Quando elas bateram os pés na terra em triunfo, sentiram seus dedos entrarem no solo. Quanto mais tentavam tirá-los, mais profundamente eles se enraizavam até que elas se transformaram em silenciosos carvalhos. E assim permaneceram pelos anos, batidas pelos ventos furiosos que antes se emocionavam ao som da lira de Orfeu. 



O sonho é uma experiência que possui significados distintos se for ampliado um debate que envolva religião, ciência e cultura. Para a ciência, é uma experiência de imaginação do inconsciente durante nosso período de sono. Para Freud, os sonhos noturnos são gerados, na busca pela realização de um desejo reprimido. Recentemente, descobriu-se que até os bebês no útero têm sono REM (movimentos rápidos dos olhos) e sonham, mas não se sabe com o quê. Em diversas tradições culturais e religiosas, o sonho aparece revestido de poderes premonitórios ou até mesmo de uma expansão da consciência.


Para a psicanálise o sonho é o "espaço para realizar desejos inconscientes reprimidos". O pesquisador James Allan Hobson considerou "os sonhos como um mero subproduto da atividade cerebral noturna".  Existem duas fases do sono. A primeira é o sono de ondas lentas, em que a atividade do cérebro é baixa e, por isso, não se formam filmes em nossa mente, apenas pensamentos mais ou menos normais que passam em uma espécie de tela escura, em imagens. Já a segunda fase é de alta atividade e nomeada REM - sigla em inglês para "movimentação rápida dos olhos" (Rapid Eyes Movement). E é durante a fase de REM que os sonhos ocorrem, pelo menos nos adultos. 

Sonho e Psicanálise


Procurar entender o significado dos sonhos nos ajuda a conhecermos-nos melhor. E quando nos conhecemos melhor, temos a oportunidade de viver uma vida mais tranquila. Não é a toa que um dos livros mais importantes e conhecidos de Sigmund Freud tenha sido a Interpretação dos Sonhos, que causou polêmica ao ser lançado em 1900. Neste livro dos sonhos, o pai da psicanálise define o conteúdo do sonho como a realização de um desejo. Para Freud, o enredo do sonho teria um sentido explícito, manifesto, e que importaria menos, e outro mais simbólico, ligado ao desejo de quem sonha, menos explicito, latente, e cujo significado importa muito para a terapia de quem sonha. Simplificando, o sonho seria, portanto, um ótimo material para o indivíduo entender seus desejos, e resolver suas questões. Mas o livro de Sigmund Freud não se trata de um dicionário de sonhos, mas sim uma obra complexa sobre o campo da psicanálise.

Interpretação Lúdica dos Sonhos

Além da psicanálise, a interpretação dos sonhos também faz parte da cultura popular, onde os significados foram desenvolvidos de uma maneira mais lúdica, sem pretensões científicas. E são exatamente estas interpretações que surgiram ao longo do tempo, e foram se incorporando as crenças populares.
Leia mais:
http://www.mariahelena.pt/en/pages/significado-dos-sonhos

Poema de Natal - Vinicius de Moraes


 
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos -
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.

Assim será a nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos -
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.

Não há muito que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez, de amor
Uma prece por quem se vai -
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.

Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte -
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.


                                                     A HISTÓRIA DE 'JEREMY'

Jeremy Wade Delle era um menino de 15 anos, caladão, que estudava há pouco mais de 4 meses na Richardson High School. Foi descrito pelos seus colegas de aula como “muito tímido” e era conhecido por sempre aparentar que estava triste. No fatídico dia chegou à aula levemente atrasado. A professora solicitou que ele buscasse uma autorização da diretoria para ingressar à aula.
O retorno do calado Jeremy à classe deu tom ao dramático refrão da canção; “Jeremy falou na aula de hoje”. Jeremy voltou para a classe com uma arma e logo ele, que nunca dizia nada, falou: “Senhorita, eu peguei o que tinha ido buscar”, colocou o cano da arma na boca, e puxou o gatilho antes que a professora ou alguém de sua turma pudessem fazer alguma coisa.


A outra história na qual a música é baseada, envolve um estudante que Vedder conheceu no ginásio em San Diego, Califórnia. Vedder disse em 91: “Quando eu estava no ginásio, em San Diego, Califórnia, eu conheci uma pessoa que fez a mesma coisa, só que ele não se matou, mas acabou dando uns tiros numa turma de oceanografia. Eu me lembro de estar nos corredores e ouvir a respeito, e eu realmente havia implicado com o rapaz no passado. Eu era um quinto-anista bem rebelde e acho que brigamos ou algo assim. Então é um pouco sobre um garoto chamado Jeremy e é também um pouco sobre um garoto chamado Brian”.


JEREMY : A CANÇÃO
"Jeremy" é uma canção da banda americana de rock Pearl Jam. A letra foi escrita pelo vocalista Eddie Vedder e a parte instrumental, pelo baixista Jeff Ament. "Jeremy" foi lançada em 1992 como o terceiro single do primeiro álbum do Pearl Jam, Ten, de 1991. Ela originalmente não entrou nas paradas da Billboard Hot 100, uma vez que não foi lançada como single comercial os EUA na época, mas um relançamento em julho de 1995 finalmente a trouxe até o número 79. Em 2004, a canção foi incluída no álbum greatest hits da banda chamado Rearviewmirror: Greatest Hits 1991-2003. Uma versão remixada da canção foi incluída na reedição do álbum Tenem 2009.
A música ganhou notoriedade com o lançamento do videoclipe (dirigido por Mark Pellington e lançado em 1992), ao qual passou inúmeras vezes na MTV e se tornou um hit. Em 1993, o clipe de "Jeremy" ganhou quatro MTV Video Music Awards, incluindo o de "Melhor Vídeo do Ano".


                                A HISTÓRIA DE 'HE AIN'T HEAVY HE'S MY BROTHER'



Dizem que o fato que inspirou a canção 'He Ain't Heavy He's My Brother" foi o seguinte: 
Certa noite, em uma forte nevasca, na sede de um orfanato em Washington DC, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la ele deparou-se com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto , o frio e a miséria dos dois comoveram o padre. O sacerdote mandou-os entrar e exclamou: “Ele deve ser muito pesado”.

O que o que carregava disse: “ele não pesa, ele é meu irmão. (He ain’t heavy, he is my brother) Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos de rua.
O autor da música soube do caso e se inspirou para compô-la. E da frase fez-se o refrão. Esses dois meninos, foram adotados pela instituição.”Missão dos Órfãos”, em Washington, DC.

HE AIN'T HEAVY HE'S MY BROTHER: A CANÇÃO

“He ain’t heavy, he is my brother” é uma canção escrita por Bobby Scott e Russell Bob. Originalmente gravada por Kelly Gordon em 1969, a canção se tornou um sucesso mundial depois de gravada por The Hollies no final daquele ano e novamente por Neil Diamond em 1970.



A HISTÓRIA DE 'TIE A YELLOW RIBBON AROUND THE OLD OAK TREE'



"Uma velha e adocicada canção country americana, composta por Irwin Levine e L. Russel Brown (Tie a Yellow Ribbon round the Old Oak Tree) narra a história de um homem torturado pelo medo de ter decepcionado a mulher que amava, e assim ter de enfrentar a possibilidade de que ela não o ame mais.
Em resumo, a letra é narrada do ponto de vista de um passageiro de ônibus. Este personagem estava preso durante os últimos três anos, tendo finalmente recebido a  liberdade. O ônibus o está levando de volta para casa. A canção não deixa claro por que motivo o protagonista estava preso, que delitos cometeu, mas isso nem é relevante.
Ele explica aos demais passageiros do ônibus que o que mais o fere é a possibilidade de que sua mulher tenha deixado de lhe amar nestes três anos – de que ver seu homem cometer um crime e ser humilhado perante a sociedade tenha partido seu coração de forma irremediável. Está implícito o quanto ele se sente envergonhado, que considera justa a punição (cumpri minha pena, paguei o que devia) – mas não obstante ter recuperado a liberdade, ela nada lhe valerá sem o amor da mulher que deixou para trás. Ele não se julga mais digno do amor dela.
A dúvida que ele tem é, basicamente, se ainda MERECE o amor daquela senhorita que foi forçado a abandonar três anos atrás. Incapaz de perguntar diretamente à moça, temeroso de conhecer de antemão a verdade, ele tece um pequeno estratagema: pouco antes de ser solto, escreve uma carta à sua amada. Não pede nem aguarda uma resposta… diz apenas que no dia tal, a tal horário, estará dent
ro do ônibus que passará em frente a sua antiga casa. Ora, no quintal desta casa, muito imponente e sereno, está fincado um velho carvalho sob o qual o casal teria passado horas românticas em tempos passados. Ele pede a ela um único sinal:
Se você ainda me amar, amarre uma fita amarela ao redor do velho carvalho. Essa fita, eu a verei de longe. Se eu não vir uma fita amarela ao redor do carvalho, eu ficarei no ônibus, nem vou descer. Esquecerei tudo o que houve entre nós, pode pôr a culpa em mim, siga sua vida, seja feliz. Se houver uma fita amarela no carvalho, eu descerei e conversaremos. Se não houver uma fita amarela ao redor do carvalho, ficarei no ônibus e de algum modo tocarei minha vida adiante.
Nosso herói, então, termina de contar a história para todos os passageiros do ônibus, que compreensivelmente estão ansiosos para saber o desfecho da cena. Quando o ônibus vira a esquina de sua casa, ele, incapaz de encarar o carvalho, pergunta aos demais passageiros se há ou não uma fita ao redor da árvore. E então ouve dezenas de estrondosas risadas…todo o ônibus está rindo alegremente. Ele abre os olhos e mal pode acreditar no que vê:

"Há centenas de brilhantes fitas amarelas amarradas ao redor do velho carvalho!" (Texto por: Arlei)

TIE A YELLOW RIBBON AROUND THE OLD OAK TREE: A CANÇÃO
"Tie A Yellow Ribbon Around The Old Oak Tree" é uma música de Dawn com Tony Orlando. Foi escrito por Irwin Levine e L. Russell Brown e produzido por Hank Medress e Dave Appell, com vocalista de apoio da Motown / Stax, Telma Hopkins, Joyce Vincent Wilson e sua irmã Pamela Vincent em vocais de apoio.  Foi um sucesso mundial para o grupo em 1973.
O single atingiu o top 10 em dez países, em oito dos quais liderou as paradas. Alcançou o número um nos gráficos dos EUA e do Reino Unido durante quatro semanas em abril de 1973, número um nas paradas australianas por sete semanas de maio a julho de 1973 e número um nas paradas da Nova Zelândia por dez semanas de junho a agosto de 1973. Ele foi o single mais vendido em 1973 nos EUA e no Reino Unido.
Em 2008, a Billboard classificou a música como a 37ª maior música de todos os tempos em sua edição comemorando o 50º aniversário do Hot 100. 


A maioria das mulheres tem catsaridafobia e o Cascão, ablutofobia.

Fobia é um tipo de perturbação da ansiedade caracterizado por medo ou repulsa persistente de um objeto ou de uma situação. As fobias geralmente causam o aparecimento súbito de medo e estão presentes por mais de seis meses. A pessoa afetada exerce grandes esforços para evitar a situação ou o objeto, geralmente a um grau superior em relação ao perigo real do próprio objeto ou situação. Quando não é possível o objeto ou a situação serem evitados, a pessoa afetada apresenta sinais acentuados de aflição. No caso de fobia ao sangue ou a ferimentos pode ocorrer desmaio, e no caso de agorafobia são comuns ataques de pânico. Geralmente, um indivíduo apresenta fobias a diversos objetos ou situações.
As fobias podem ser divididas em fobias específicas, fobias sociais e agorafobia.

TIPOS DE FOBIAS ESPECÍFICAS MAIS COMUNS

As fobias específicas mais apresentadas são:
  • Medo de altura (acrofobia)
  • Medo de lugares cheios e multidões (agorafobia)
  • Medo de aranhas (aracnofobia)
  • Medo de baratas (catsaridafobia)
  • Medo de cachorros (cinofobia)
  • Medo de lugares fechados, como elevadores ou aviões (claustrofobia)
  • Medo de escuro que persiste após a infância (escotofobia)
  • Medo de falar em público (glossofobia)
  • Medo de sangue (hematofobia)
  • Medo de dentistas (odontofobia)
Existem ainda fobias mais raras e um tanto quanto inusitadas, como o medo de bonecos de ventríloquo (automatonofobia), de palhaços (coulrofobia), de galinhas (alectorofobia) e até de banho (ablutofobia).



Medo de baratas (catsaridafobia)

Medo de aranhas (aracnofobia)

MEDO E FOBIA

Medo e Fobia são diferentes, a começar pelo fato de que, o MEDO todos vão sentir em algum momento da vida. O medo pode acontecer em situações aparentemente corriqueiras do nosso dia a dia, como falar em público.

Já a FOBIA é imobiliza a pessoa a ponto dela não conseguir seguir adiante. Neste estado, o indivíduo canaliza toda ansiedade, medo e angústia diante da situação ou objeto. O problema das fobias que elas, muitas vezes, atrapalham o convívio social.

Quando a fobia ultrapassa os limites de um medo comum e começa a oferecer transtornos à vida da pessoa, é indispensável buscar ajuda e iniciar um tratamento, de forma a evitar que o problema evolua e cause consequências mais graves, como isolamento social, depressão, dependência química, alcoolismo e transtornos de ansiedade.



A cinefilia (do grego kíne(ma), «movimento» +phílos, «amigo» +-ia) é o gosto pelo cinema e o interesse demonstrado por tudo aquilo que se relaciona com a sétima arte. Quem se interessa pelo cinema é considerado cinéfilo.
O próprio cinema tem produzido filmes onde a cinefilia é retratada, como em Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore. Os realizadores de cinema fazem frequentemente referência a clássicos de cinema ou parodiam sequências de filmes, demonstrando assim que pertencem ao círculo dos cinéfilos.
A cinefilia está muito ligado ao fenómeno dos cineclubes que, por exemplo, em Portugal tiveram um importante papel cultural na divulgação de filmes menos comerciais ou clássicos do cinema que despertam o interesse de quem gosta desta arte.
A cinefilia pode também verificar-se noutros produtos audiovisuais (por exemplo, é frequente, nas telenovelas brasileiras a referência a outros filmes - como, por exemplo, em "A rainha da sucata", onde as sequências e referências a filmes como Gaslight, de George Cukor; Gilda, de Charles Vidorou Citizen Kane de Orson Welles eram frequentes, ao lado de outras referências a filmes de género, como o filme de terror - vampiros - ou o filme negro).

cinéfilo

  • ci·né·fi·lo 
(cine- + -filo)
adjectivo e substantivo masculino
1. Que ou quem tem forte interesse ou entusiasmo pelo cinema.
2. Que ou aquele que tem fisionomia ou aspecto agradável semelhante à dos artistas de cinema. = FOTOGÉNICO

"cinéfilo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/cin%C3%A9filo [consultado em 21-11-2017].
  • adjetivo substantivo masculino 
    que ou aquele que ama o cinema como arte ou forma de lazer, que se interessa por sua evolução e suas realizações.
  • Viciado em cinema, bom gosto para cinema ou aquele com rica cultura em cinema.


QUIZ: VOCÊ É CINÉFILO? Clica no link:
http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/cinema/quiz-voce-e-um-cinefilo-361w1qpa251snedppc5e3u4mi



A Christmas Carol é um livro da autoria de Charles Dickens. Com várias traduções em Português, sendo uma delas Um Conto de Natal, o livro foi escrito em menos de um mês originalmente para pagar dívidas, mas tornou-se um dos maiores clássicos natalinos de todos os tempos e uma das mais célebres obras de Dickens. O autor descreveu-o como o seu "livrinho de Natal", e foi primeiramente publicado em 19 de dezembro de 1843, com ilustrações de John Leech. A história transformou-se instantaneamente num sucesso, vendendo mais de seis mil cópias apenas numa semana.

Charles Dickens

Quando criança, meus brinquedos eram os livros, e este foi um dos primeiros que li. Lembro que o enredo da história, ao mesmo tempo que me fez arrepiar de medo, me fascinou, fazendo com que eu o relesse várias e várias vezes ao longo desses anos todos. Pesquisando pela internet, achei a imagem do meu livrinho favorito, que era uma edição de bolso. Que saudade dele! 





"Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não gosta do Natal. Trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas. 


Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley havia sido um homem tão mau e avaro quanto Scrooge, e resolve visitar o amigo a fim de salvar sua alma, pois o espírito dele ainda não conseguiu descansar em paz por ter levado tanta amargura e ruindade para o túmulo. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma chance, e por isso três espíritos o visitariam. 



O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava de sua cabeça e um apagador de velas embaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto. 



O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalina dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai embora. 



O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge sua morte solitária, sem amigos. 



Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele".

E que todo aquele que ler esta fantástica história, possa ser tocado pelo espírito do Natal, tornando-se cada vez mais, uma pessoa melhor. Viva a literatura!

A Poinsétia, também chamada de flor de natal ou estrela-do-natal, é uma planta muito utlizada para fins decorativos, especialmente na época do Natal, devido a coloração vermelha.
Tem origem no México e América do Norte.
Conta a lenda mexicana… que uma menina de nome Pepita, não sabia o que oferecer ao Menino Jesus na missa do Natal. Expôs assim o seu problema ao seu primo Pedro, que a acompanha a caminho da Igreja. Pedro consola Pepita, e diz que aos olhos de Deus, não importa o valor da oferta, o que interessa é a intenção. Pepita vai colhendo plantas no caminho…

Quando chega à Igreja, vê a pobreza da sua oferta e chora… mas mesmo assim oferece as plantas. Então frente a toda a congregação reunida no templo, as folhas dos ramos ficam tingidas de uma cor brilhante e vermelha transformando seu simples e humilde presente em algo lindo e impressionante. O povo local considerou isso um milagre e mensagem de Jesus.
Desde então a planta nasce espontaneamente na região, as flores-de-natal, irrompem do chão molhado, pelas lágrimas puras e inocentes derramadas pela menina Pepita.




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