21 anos sem Cazuza, gênio antes de mito

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Nesta quinta-feira (7), o Brasil relembra a morte de uma das mai­o­res figuras mais rebeldes, boêmias e polêmicas da música bra­si­leira: Cazuza. O cantor mor­reu às 8h30 do dia 7 de julho de 1990, consequên­cia de uma agra­nu­lo­ci­tose decor­rente da AIDS.
Nascido Agenor de Miranda Araújo Neto, no dia 4 de abril de 1958, no Rio de Janeiro, Cazuza foi criado em Ipanema e come­çou sua car­reira na década de 80, à frente da banda de rock Barão Vermelho, com a qual gravou quatro discos: Barão VermelhoBarão Vermelho 2Maior Abandonado e Ao Vivo no Rock in Rio I.
Em car­reira solo, o artista registrou os álbuns ExageradoSó Se For A DoisIdeologiaO Tempo Não Pára - ao vivoBurguesia e os póstumos Por Aí e O Poeta Está Vivo - Show no Teatro Ipanema 1987. Em apenas nove anos de carreira, Cazuza deixou 126 canções gravadas, 78 inéditas e 34 para outros intérpretes.
Em outu­bro de 1989, depois de qua­tro meses seguindo um tra­ta­mento alter­na­tivo em São Paulo, Cazuza via­jou para Boston, Estados Unidos, onde ficou inter­nado até março do ano seguinte. Seu estado já era muito deli­cado e não resis­tiu. O enterro acon­te­ceu no cemi­té­rio São João Batista, no Rio de Janeiro.

Posted by Paulo Studiow @ quinta-feira, 7 de julho de 2011 0 comments

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