
Álbum: Sambas de Enredo 2010
Gênero: Samba Enredo
Lançamento: 2009
Tamanho: 62 mb
Formato: MP3
Qualidade: VBR kbps
O samba-enredo, também chamada de samba de enredo, é um sub-gênero do samba moderno, surgido no Rio de Janeiro na década de 1930, feito especificamente para o desfile de uma escola de samba.
Tracklist:
01. União da Ilha Enredo: "Dom Quixote de La Mancha, o Cavaleiro dos Sonhos Impossíveis"
02. Imperatriz Enredo: "Brasil de todos os Deuses"
03. Unidos da Tijuca Enredo: "É Segredo!"
04. Viradouro Enredo: "México, o Paraíso das Cores, sob o Signo do Sol"
05. Salgueiro Enredo: "Histórias Sem Fim"
06. Beija-flor Enredo: "Brilhante ao sol do novo mundo, Brasília do sonho à realidade, a capital da esperança"
07. Mocidade Independente Enredo: "Do paraíso de Deus ao paraíso da loucura, cada um sabe o que procura"
08. Porto da Pedra Enredo: "Com que roupa
Eu vou? Pro samba que você me convidou"
09. Portela Enredo: "Derrubando fronteiras, conquistando a liberdade, o Rio de paz em estado de graça"
10. Grande Rio Enredo: "Das Arquibancadas ao Camarote Nº1 Um "Grande Rio" de Emoção Na Apoteose do Seu Coração"
11. Vila Isabel Enredo: "Nöel: A presença do poeta da Vila"
12. Mangueira Enredo: "Mangueira é música do Brasil"
Foto por Divulgação-EMI O Creed está de volta. Uma das bandas de rock mais populares entre 1996 e 2001, o quarteto americano comunicou sua separação em 2004, após uma briga entre o vocalista Scott Stapp e o guitarrista Mark Tremonti.
Nesse meio tempo, Stapp lançou um disco solo. Por sua vez, Tremonti montou o Alter Bridge ao lado de seus outros colegas de Creed, o baixista Brian Marshall e o baterista Scott Phillips. A repercussão desses trabalhos foi mediana.
Aí, ficou no ar o clima para uma reconciliação, que acabou ocorrendo há alguns meses. O encontro ocorreu em um hotel em Orlando, na Flórida (eles são de lá), e as arestas foram devidamente aparadas. Os velhos amigos, então, resolveram retomar o Creed.
Full Circle, o primeiro disco de estúdio após a reunião, acaba de chegar às lojas, e mantém o estilo pesado com refrões melódicos que marcou os CDs anteriores do quarteto americano. Stapp comemora a reunião.
-Tivemos uma oportunidade de estabelecer nossas vidas fora da banda, crescendo como homens em termos de responsabilidades de vida, cuidando de nossas mulheres e filhos. Nós todos temos um senso renovado de autoconfiança e segurança em nós mesmos.
Embora a sonoridade de Full Circle tenha muito a ver com o que eles já fizeram anteriormente, Scott Stapp faz questão de ressaltar o desejo de buscar novas sonoridades que a banda teve nesse retorno.
-Tudo o que somos e que costumávamos ser está enterrado e acabado. Somos tão apaixonados pela música que fazemos como sempre fomos, talvez mais. Queremos ir adiante e fazer discos cada vez melhores.
Dessa forma, o Creed se reúne a várias bandas que voltaram à ativa nos últimos tempos, após separações que muitos encaravam como definitivas.
O Faith No More é um exemplo clássico. A banda se manteve fora de cena durante onze anos. Mas Mike Patton e sua turma resolveram retomar as atividades, e estão fazendo shows bastante badalados.
No Brasil, foram destaque do festival Maquinária. Ainda não está previsto um disco de inéditas, mas uma coletânea marcando o retorno chegou às lojas há alguns meses.
Com a morte do cantor Lane Staley em 2002, o Alice In Chains parecia devidamente enterrado. O grupo americano, ponta de lança do movimento grunge dos anos 90 ao lado de Nirvana, Pearl Jam e Soundgarden, sumiu de cena.
Mas os músicos, entre os quais o ótimo guitarrista Jerry Cantrell, encontraram um novo vocalista, William DuVall, e resolveram retomar a carreira. Black Gives Way To Blue, lançado há poucas semanas, tem como surpresa a participação especial de Elton John.
No cenário do rock brasileiro, o retorno fica por conta dos Raimundos. Desde a saída do vocalista Rodolfo em 2000, a banda brasiliense entrou em franca decadência, e desapareceu dos holofotes.
Da formação original, sobraram Canisso (baixo) e Digão (vocal e guitarra). Agora, eles se tornaram novamente notícia ao anunciar shows tendo Tico Santa Cruz, do Detonautas, como seu vocalista. Essa parceria pode ser provisória ou até mesmo definitiva.
Álbum sairá até junho de 2010 e lançará cantora no mercado internacional
Foto por Divulgação/Site oficial da Claudia LeitteO álbum, que ainda não ganhou nome e será lançado até o final do junho de 2010, já tem a primeira música de trabalho As Máscaras e contará com participações especiais.
Apesar de muito falante e receptiva, Claudinha não revelou os nomes dos artistas que estarão com ela na nova empreitada. Mas, deixou escapar que haverá dois homens um gringo e um brasileiro e não descartou uma possível parceria com a cantora colombiana Shakira.
Não vou falar nada porque ainda não tenho nada fechado. O que posso dizer é que um dos caras é um cantor romântico e outro tem pegada eletrônica.
Além disso, a artista anunciou que o CD terá 14 faixas, como todos os seus discos anteriores, das quais seis já estão gravadas.
Meu trabalho novo é todo fundamentado no samba. Vou usar a música eletrônica porque está em voga, faz parte da minha vida e eu curto.
A ex-vocalista do Babado Novo reiterou a intenção de seguir voo internacional. Para isso, a musa já domina o inglês e o espanhol.
Na Sony [nova gravadora], a gente vai partir para a carreira internacional. Num primeiro momento, vamos para o México, Argentina e Uruguai. Depois, para tudo quanto é canto do mercado latino.
Apesar dessa sede, Claudia afirmou que não pensa em se reinventar musicalmente, ou seja, abandonar a axé music.
Não deixo o axé nem a pau. Acabei de fechar um trio elétrico com o meu empresário que será uma coisa de louco para o Carnaval 2010. Sou a favor da fusão de ritmos, como usei a música eletrônica em Extravasa e Beijar Na Boca. Canto de tudo. Já fiquei 12 horas em cima do trio e isso me permite ir muito além da música baiana, mas não no sentido de abandonar o meu axé. Isso jamais. Misturo tudo porque eu estou a fim de fazer e vou aonde a música me leva. Tenho o pé, na verdade, o corpo inteiro na senzala.
Cansou? Pois ela não! Depois dessa rápida entrevista que se encerrou às 21h20, Claudia correu para um estúdio na capital paulista onde passaria mais três horas trabalhando seu mais novo "rebento".

Baixar CD Padre Fábio de Melo – Iluminar
Faixas:
1. Incendeia Minha Alma
2. Abraço Eterno
3. No Meio de Nós – Part. Esp.: Zezé Di Camargo
4. Imagem e Semelhança
5. Jesus, Meu Deus Humano
6. Viver pra Mim É Cristo – Part. Esp.: André Leonno
7. Levanta-Te
8. Onde Está o Teu Irmão
9. Cores de Eucaristia
10. Maria e o Anjo – Part. Esp.: Elba Ramalho
11. Meu Deus Quis Assim
12. Iluminar
13. Motivos pra Recomeçar
14. Sim à Vida
15. Novo Tempo – Part. Esp.: Roupa Nova
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Promo: Did It Again
Gravadora: Sony Music
Lançamento: 26-11-2009
Gênero: Club, Dance
N° de Faixas: 12
Duração: 59:07 min
Tamanho: 75,8 mb
Qualidade: MP3 | VBR kbps / 44,1kHz / Joint Stereo
Tracklist:
01. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Benassi Remix)
02. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Benassi Dub Remix)
03. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Benassi Radio Remix)
04. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Superchumbo Remix)
05. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Superchumbo Dub Remix)
06. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Superchumbo Radio Remix)
07. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (DJ Laz Extended Remix)
08. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (DJ Laz Dub Remix)
09. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (DJ Laz Radio Remix)
10. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Main Version)
11. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Album Version)
12. Shakira Ft. Kid Cudi Did It Again (Spanish Version)
Banda de Angus Young faz um show previsível. E o estádio inteiro agradece
Foto por Keiny Andrade/AEAngus Young, não tão "young" assim aos 54 anos, continua tocando como se ele, e não a guitarra, estivesse ligado na tomada. Em duas horas e cinco minutos de show, ele não parou um instante. Vestindo o eterno uniforme de estudante britânico de calças curtas, balançando a cabeça freneticamente e percorrendo o palco de um lado a outro com seu "passo de pato", aquele jeito de andar chutando uma perna para frente enquanto saltita apoiado na outra, Angus é o motor da banda. Figura diminuta, usando uma guitarra também pequena (Gibson SG, inseparável parceira), ele solta trovões das seis cordas. Vira um gigante nos telões absurdamente nítidos do cenário de alta tecnologia erguido no gramado.
Com os personagens queridos do público e um roteiro já conhecido e adorado, esse show único dessa turnê no Brasil, 12 anos depois da última visita do grupo, vem com um ótimo bônus. Black Ice, o álbum lançado pelo AC/DC em 2008, é uma paulada roqueira. Dentro do estilo bruto e sem sutilezas da banda, é considerado por muita gente o melhor trabalho do quinteto desde For Those About to Rock We Salute You, de 1981. Prova disso é que quatro faixas dele entram no show e não destoam nem um pouco dos clássicos que formam o repertório. O show abriu pontualmente às 21h30 com uma canção do último álbum, Rock N' Roll Train. Em seguida veio uma dos anos 1970, Hell Ain't a Bad Place to Be, e nessa ponte musical entre quatro décadas o AC/DC ganhou a platéia e correu para o abraço. Os elementos manjados do cenário deram as caras, como o grande sino em Hells Bells, uma boneca inflável gigante em Whole Lotta Rosie e os canhões de mentirinha em For Those About to Rock, que encerrou o show com direito a uma bateria de fogos coloridos. Angus correu, pulou e solou, muito. Em The Jack, a canção mais blues que a banda já criou, ele fez o tradicional strip-tease para a platéia, tirando a gravata e a camisa e depois abaixando a calça de costas para o público. A diferença é que antes ele mostrava rapidamente as nádegas branquelas. Desta vez ele exibiu uma sunga com a logomarca da banda estampada. As comunidades roqueiras na internet já estavam tratando este como o "show do ano em São Paulo". Realmente foi. E há grande chance de que isso sempre se repita em cada ano que o AC/DC resolva sacudir um estádio por aqui.

Álbum: The Very Best Of MTV Unplugged
Gênero: Pop / Rock / Vários
Lançamento: 2009
Gravadora: Universal Music/Warner
Tamanho: 252 MB
Formato: MP3
Qualidade: 160 Kbps
Tracklist:
Vol 1
01. Eric Clapton Tears In Heaven.
02. Alanis Morisette Ironic.
03. R.E.M. Losing My Religion.
04. Sheryl Crow Strong Enough.
05. Lenny Kravitz Are You Gonna Go My Way.
06. Page And Plant Gallows Pole.
07. Bryan Adams Summer Of 69.
08. Paul Simon Mrs Robinson.
09. Annie Lennox Here Comes The Rain Again.
10. Paul Mccartney Every Night.
11. Rod Stewart Tonights The Night.
12. The Cranberries Linger.
13. Kd Lang Constant Craving.
14. The Corrs What Can I Do.
15. Seal Kiss Form A Rose.
16. Live Lightning Crashes.
17. Noel Gallagher Don´t Look Back In Anger.
18. Sting Walking On The Moon.
Vol 2
01. Sting Every Breath You Take.
02. Chris Isaak Wicked Game.
03. The Cranberries Zombie.
04. R.E.M. Imitation Of Life.
05. Eric Clapton Layla.
06. Crowded House Four Seasons In One Day.
07. Tori Amos Cornflake Girl.
08. Rod Stewart Have I Told You Lately (That I Love You).
09. Bob Dylan Like A Rolling Stone.
10. Bjork Human Behaviour.
11. Seal Crazy.
12. Midnight Oil Beds Are Burning.
13. Sheryl Crow Run, Baby, Run.
14. Bryan Adams I´m Ready.
15. Phil Collins In The Air Tonight.
16. Elton John Don´t Let The Sun Go Down On Me
Vol 3
01. Sting Message In A Bottle.
02. Eric Clapton Nobody Knows When You´re Down And Out.
03. R. E. M. It´s The End Of The World As We Know It.
04. Alanis Morrissette Head Over Feet.
05. Page and Plant Battle Of Evermore.
06. Paul Simon Bridge Over Troubled Water.
07. Sheryl Crow Leaving Las Vegas.
08. K. D. Lang Crying.
09. Chris Isaak Blue Hotel.
10. The Corrs Runaway.
11. Kiss Sure Know Something.
12. Bryan Adams The Only Thing That Looks Good On Me Is You.
13. Elton John Benny And The Jets.
14. Hootie and The Blowfish Hold My Hand.
15. The Cure Boys Don´t Cry.
16. Alice In Chains Would_.
17. Live I Alone.
Disco de estreia da cantora pode superar a marca obtida por Eminem em maio
Foto por DivulgaçãoTá dominado, tá tudo dominado. Se soubesse português, a cantora britânica Susan Boyle provavelmente cantaria o refrão dessa música do grupo brasileiro SD Boys. Afinal de contas, o disco de estreia dela, I Dreamed a Dream, vai tomar conta do mundo.
O mercado britânico já se rendeu à voz potente da intérprete revelada pelo reality show inglês Britain's Got Talent. Agora, pelo visto, vai ser a vez dos Estados Unidos abrirem caminho para uma performance arrasadora do disco de Susan.
Segundo matéria publicada pelo site da revista Billboard, é unânime a expectativa positiva do mercado fonográfico em torno do desempenho de I Dreamed a Dream por lá. Aliás, eles esperam que o disco quebre o recorde de vendas em uma única semana em 2009.
A melhor marca do ano pertence ao CD Relapse, de Eminem, que em sua semana de estreia, em maio, cravou 608 mil cópias vendidas.
O mercado americano espera vendagem mínima de 550 mil cópias por parte do CD de Boyle, e aposta-se até em um número próximo de 700 mil cópias.
O desempenho maior ou menor dependerá da capacidade da Sony Music, responsável pelo lançamento, abastecer as lojas e repor o produto quando o CD sumir das prateleiras físicas e virtuais.
Susan Boyle é um típico fenômeno gerado pela internet. Seu vídeo interpretando a música I Dreamed a Dream, do musical Les Miserables, foi campeão de visualizações no site Youtube, e a levou a ser ouvida nos quatro cantos do mundo.
Vale lembrar que Britain's Got Talent só é exibido no Reino Unido. Então, a expectativa em torno de Susan Boyle tem muito a ver com essa divulgação espontânea via Youtube. O curioso é que ela acabou não sendo a vencedora do programa.
Mas, pelo visto, será na vida real. É o mesmo que aconteceu com a americana Jennifer Hudson, que perdeu o reality show American Idol, mas se tornou uma grande estrela, ganhando um Oscar e vendendo milhares de CDs.
Depois de 13 anos sem vir ao país, turnê de Black Ice traz grupo em sua melhor fase
Foto por Guido KarpForam 13 anos de espera desde a última aparição do AC/DC no Brasil. Mas nesta sexta-feira (27), os milhares de fãs da banda criada na Austrália em 1973 poderão rever seus ídolos, em um show que rola no estádio do Morumbi, em São Paulo.
E o retorno não poderia ocorrer em momento melhor. O quinteto formado por Brian Johnson (vocal), os irmãos Angus (guitarra solo) e Malcolm Young (guitarra base), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria) vive uma ótima fase.
Em outubro de 2008, eles lançaram Black Ice, seu primeiro disco de inéditas desde Stiff Upper Lip, de 2000. O CD se tornou rapidamente um fenômeno de vendas, atingindo a marca de 784 mil cópias vendidas nos Estados Unidos logo na semana de lançamento.
Mais: o disco liderou as paradas de sucesso de 28 países, impulsionado pela música Rock 'N' Roll Train, sua faixa de trabalho. Além disso, a banda está em meio a uma turnê de divulgação que tem obtido ótima recepção dos fãs.
Nada mal para um grupo que os inimigos acusam de gravar sempre o mesmo disco sem nunca mudar seu som, um rock and roll básico, beirando o heavy metal e recheado de riffs de guitarra de rock e também de blues.
Goste ou não, é preciso admitir que se trata de um trabalho autêntico, honesto e feito por quem tem competência e acredita piamente no rock como um meio de diversão e rebeldia.
O AC/DC iniciou a carreira na Austrália, e se mudou para a Inglaterra na segunda metade dos anos 70. Quando viviam uma ótima fase, perderam seu carismático vocalista, Bon Scott, morto em fevereiro de 1980 de overdose alcoólica.
O que poderia ter sido o fim da banda acabou inspirando seu disco mais conhecido. Lançado naquele mesmo ano, Back In Black é um dos discos de rock mais vendidos de todos os tempos, com hits como a faixa título e You Shook Me All Night Long.
No ano seguinte, For Those About To Rock (We Salute You) os levou ao primeiro lugar da parada americana pela primeira vez. Desde então, a banda se mantém na ativa, com um fã-clube fiel que se recusa a diminuir.
A primeira passagem do AC/DC no Brasil ocorreu na primeira edição do Rock In Rio, em 1985. A segunda rolou em 1996, com direito a um show inesquecível no Estádio do Pacaembu, em São Paulo.
Ao vivo, o AC/DC não inventa, tocando sempre seus maiores sucessos e oferecendo ao público um som alto, potente e sem firulas. Músicas como as citadas acima e diversos outros hits podem ser esperados.
O show de 1996, que tive a oportunidade de ver, foi sensacional. Direto, energético e feito sob medida para quem não quer nada além de pular, dançar e se divertir durante quase duas horas. Além do que, é muito divertido ver Angus Young no palco.
Desnecessário dizer que Black Ice oferece mais do mesmo. O disco é puro AC/DC, e agradou em cheio quem já gostava deles, assim como irritou seus eternos inimigos. Sempre foi assim, sempre será assim.







