O cantor Lobão participou, na semana passada, do programa “Pânico”, na Rádio Jovem Pan.
Entre críticas a alguns jovens que fazem sucesso no Brasil (Restart, Fiuk), Lobão definiu Luan Santana como “uma coisa horrorosa” e “aquela bost*”. As críticas se estenderam ao “sertanejo universitário”.
Luan, como costuma fazer quando criticado, não disse nada, mas seu empresário, Anderson Ricardo, resolveu se manifestar.
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Abaixo, o que Lobão disse no “Pânico”.
via UOL


A Coruja e o Coração, segundo álbum da cantora paulistana, traz diversidade instrumental e muitas participações; repertório será mostrado no Auditório Ibirapuera em 8 de abril
Foto: Divulgação
Tiê vai mostrar repertório de seu segundo disco no Auditório Ibirapuera
Tiê vai mostrar repertório de seu segundo disco no Auditório Ibirapuera
(BR Press) - O segundo álbum da cantora paulistana Tiê, A Coruja e o Coração, ainda nem chegou às lojas e já se fala nele. Já há, inclusive, shows confirmados em São Paulo, no Auditório Ibirapuera, em 8 de abril, no Rock in Rio 2011, no festival SXSW, no Texas, e nas casas Nublu e Pianos, em Nova York.

A Coruja e o Coração traz participações do uruguaio Jorge Drexler, Marcelo Jeneci, Karina Zeviani e Hélio Flanders em composições autorais, além de parcerias e versões de músicas de Thiago Pethit, Dorgival Dantas e Tulipa Ruiz. A produção é de Plínio Profeta - que tocou todos os instrumentos com a cantora em seu disco de estreia, Sweet Jardim (2009).

Neste novo álbum Tiê mostra arranjos mais encorpados e novos elementos, como a presença de bateria e percussão na maioria das músicas, e até de um banjo.

"Na Varanda da Liz" abre o disco que sugere, começando pelo título, o momento atual da vida da cantora, que há um ano tornou-se mãe. Fundamental para a nova fase, a presença da pequena Liz inaugura o clima leve e mais "colorido" das onze faixas de A Coruja e o Coração. Presente de Plínio Profeta, "Na Varanda da Liz" ganhou letra de João Cavalcanti, vocalista e percussionista da banda Casuarina e filho de Lenine, e arremates da mãe coruja.

As cores também aparecem na capa do disco, ilustrada pela estilista Rita Wainer, que divide com Tiê, Profeta e Ka (Karina Zeviani), a autoria de "Piscar o Olho", terceira faixa do disco. Ka, que atualmente integra a banda francesa Nouvelle Vague e o projeto norte-americano Thievery Corporation, ainda divide mais duas parcerias com Tiê: "Já É Tarde" e "Pra Alegrar o Meu Dia", esta também com Rafael Barion.

Em A Coruja e o Coração, Tiê também celebra os compositores de sua festejada geração com versões de "Só Sei Dançar Com Você", de Tulipa Ruiz, e "Mapa-Múndi", de Thiago Pethit, que também coassina "Hide and Seek", com participação de Hélio Flanders, vocalista e compositor da banda Vanguart.

O lançamento digital do disco, pelo Terra Sonora, inclui duas faixas bônus: "Ando Meio Desligado", de Os Mutantes, e uma versão em inglês de "Hide and Seek" que poderão ser ouvidas, assim como todas as faixas do disco a partir deste mês. A Coruja e o Coração, chega às lojas de todo Brasil na segunda quinzena de março.

No palco do Auditório Ibirapuera, Tiê assume microfone, violão e piano e conta com o produtor e multi-instrumentista Plínio Profeta (guitarra, baixo, banjo), Naná Rizini (bateria, percussão e escaleta), Gianni Dias (baixo, guitarra e violão) e músicos convidados.

Tiê no Auditório Ibirapuera
Sexta-feira, 4 de abril, às 19h
Ingressos: R$ 30 (há meia entrada)
Informações: mobz.com.br ou 11 2846-6000
via rollingstone

Eric Clapton comanda o Crossroads Guitar Festival. Foto: AP

Eric Clapton tem um centro de reabilitação no Caribe
Foto: AP

O roqueiro britânico Eric Clapton levantou US$ 2,15 milhões com um leilão promovido em Nova York na quarta-feira (9) de 75 guitarras e 55 amplificadores. O valor é mais que o triplo do esperado, disse a casa de leilões Bonhams.

A renda do leilão irá para o Crossroads Centre, um centro de tratamento para dependentes de drogas e álcool que o mítico guitarrista de 65 anos mantém no Caribe.

O leilão incluiu instrumentos doados por músicos amigos de Clapton, como Jeff Beck, J.J. Cale e Joe Bonamassa.

Um dos destaques foi uma guitarra Gibson L-5P de 1948, prevista para render US$ 20 a 30 mil, mas que acabou sendo arrematada por US$ 82.960. Uma Zemaitis S22BP 3S de 2005, estimada em até US$ 18 mil, foi vendida por US$ 75.640.

Os amplificadores mais caros do leilão foram um par de Fender Twin Amps de 1997, estimados em US$ 9 a 12 mil e vendidos por US$ 42.700.

Eric Clapton não estava presente ao leilão, já que ele e sua banda iriam tocar em Los Angeles. Ele é considerado um dos maiores guitarristas da história do rock e é reconhecido tanto como artista solo quanto por suas colaborações com The Yardbirds e Cream.

via terra


A pesquisa foi difícil, mas o resultado impressiona: o site de compras Amazon.com oferece fitas cassete novas, ainda embaladas em plástico, de mais de 2.600 títulos de pop e rock.
Saiba onde comprar fitas cassete gravadas
Sim, as fitas cassete originais, com a capinha do disco, aquelas que muita gente considerava extintas.
Além dessas, novidades chegam ao mercado. Os próximos lançamentos de Pearl Jam e Foo Fighters também virão nesse formato.
Depois da "volta do vinil", surpreende ver que o pop pode ser ainda mais retrô. Os fãs desejam as fitas como se fossem camisetas ou qualquer item de colecionador.
A Amazon sabe disso, e seu departamento de estratégia coloca preços bem diferenciados para esses consumidores.
Assim, uma fita nova de Whitney Houston é vendida a menos de R$ 4, mas um exemplar ainda lacrado em plástico de "OK Computer" (1997), do badalado Radiohead, custa cerca de R$ 56.
O produto mais caro da loja em formato de fitas é o box "The Beatles", com todos os álbuns originais do quarteto e mais dois cassetes bônus. Custa cerca de R$ 1.600.
Dependendo da fita, mesmo usada ela pode valer muito. Há dois meses, um site americano de leilões vendeu um cassete do projeto USA for Africa, o "We Are the World", por cerca de R$ 330.
Alessandro Shinoda/Folhapress
Paulo Sokol, proprietário da Engenharia do Vinil, exibe fitas da Legião Urbana em sua loja, em São Paulo
Paulo Sokol, proprietário da Engenharia do Vinil, exibe fitas da banda Legião Urbana em sua loja, em São Paulo
TAMBÉM NO BRASIL
Essa valorização de raridades ainda não chegou com força ao Brasil, mas o mercado de fitas já ressuscita. Paulo Sokol, 38, abriu em 2008 a loja Engenharia do Vinil, no centro de São Paulo.
Apesar do nome, desde o início ele dedica espaço aos cassetes. Embora outras lojas de álbuns usados também exibam algumas fitas à venda, é nessa que elas ocupam toda uma parede.
Os preços variam de R$ 5 a R$ 25, um pouco mais por fitas bem raras. "Que loucura pagar mais de R$ 300 pelo 'We Are the World'. Vendi uma por R$ 5", lamenta.
Paulo também é colecionador. Além das incontáveis fitas, tem sete toca-fitas, entre walkman, aparelhos de som e decks profissionais.
Segundo ele, o que mais vende é metal e rock dos anos 80, época da maior produção de fitas no Brasil e no mundo. Mas ícones pop, como Beatles, Madonna e Elvis Presley, sempre atraem. "Madonna é uma loucura, vende tudo. E outro dia um cara veio aqui e comprou todas que eu tinha de Elvis, umas 12 fitas."
Ezio Fernandes de Avilla, 49, comerciante e colecionador de fitas, frequenta a loja. "Guardo também vinil e CD, mas já tive umas 800 fitas."
Além de procurar clássicos que admira, como David Bowie e Roxy Music, Ezio está atento a novidades. "No ano passado, uma banda que eu gosto muito, Goldfrapp, lançou uma edição em cassete de seu álbum mais recente, 'Head First', mas o preço passou dos R$ 100, não deu para comprar." Ele costuma pagar até R$ 25 por uma fita.
Outro tipo de consumidor que ajuda a manter vivo o mercado de fitas é aquele que escuta música no carro. Segundo Fausto Batalha, dono de uma loja de som automotivo, ainda são fabricados no Brasil seis modelos de rádio para carro com toca-fitas.
Quem compra carros antigos quer fitas. "O rádio original é valioso num carro antigo. Nem precisa ser tão velho, os alemães até 2008, por exemplo, ainda têm toca-fitas", explica Batalha.
A volta do vinil foi bancada pelas gravadoras. Quanto ao cassete, nenhuma ainda se mexeu. Para os colecionadores, só aumenta o fetiche.
via folha


Desde 2002, o dia 9 de março se tornou o World DJ Day no calendário internacional. A ideia de criar um dia para celebrar a profissão partiu de duas instituições: a World DJ Fund e aNordoff Robbins Music Therapy, esta última uma organização inglesa que usa a música para tratamento de adultos e crianças doentes.
O DJ Day agrega vários eventos beneficentes pelo mundo, a agenda de festas e sets online você confere aqui. Deixando um pouco de lado o marketing por trás da data, o Todo DJ Já Sambou compilou uma lista de nomes fundamentais pra entender a profissão. DJs sem os quais certamente teríamos demorado muito mais para chegar ao cenário de hoje. Vamos a um top 10 de mestres DJs:
Larry Levan mixando na cabine do Paradise Garage
Larry Levan (1954-1992) – Ícone do Paradise Garage, em Nova York, o primeiro clube a colocar o DJ em primeiro plano. Levan foi o primeiro a arrasatar multidões a seus sets. Seus fãs se referiam às suas apresentações no Paradise Garage como “missa de sábado”. Em suas apresentações como DJ, Levan foi pioneiro ao incluir sintetizadores e bateria eletrônica.
Kevin Saunderson, Derrick May e Juan Atkins ainda moleques
Derrick May, Juan Atkins e Kevin Saunderson – Conhecidos como The Belleville Three (Belleville era o nome do colégio em que os três estudavam), Saunderson, Atkins e May entraram para a história como fundadores do techno, mais especificamente do techno de Detroit. Individualmente, os três ajudaram a espalhar o nome da cidade de Detroit e sua música com referências afro-futuristas mundo afora. Os três participaram da primeira coletânea de techno, lançada em 1988, Techno – The New Dance Sound of Detroit.
Frankie Knucles ficou conhecido como um dos pais da house music
Frankie Knuckles – Integrante do Dance Music Hall of Fame, Knuckles é tido como um dos pais da house music. Nascido em Nova York, ele chegou a fazer dupla com Larry Levan no histórico The Continental Baths, antes de se mudar para Chicago, no final dos anos 70, onde foi ser DJ do clube Warehouse. Pois foi no Warehouse, onde tocou entre 77 e 82, que ele ajudou a batizar o gênero (a música que se ouvia no Warehouse virou então apenas house) e amealhou uma legião de fãs. Depois do Warehouse, Knuckles abriu seu próprio clube (Power Plant) e se jogou na produção musical.
Além de DJ, Mancuso fomentou a cultura da dance music
David Mancuso – Um ícone da disco music de Nova York, David Mancuso foi DJ do The Loft e criador do conceito de clube privé. Ele foi um grande lançador de hits na era disco, ajudando a criar o sistema de assinatura de discos exclusivo para DJs. Membro do Dance Music Hall of Fame, Mancuso é importante personagem de livro (Love Saves The Day – A History of American Dance Culture) e filme (Maestro) sobre a história da dance music.
Mills foi fundo no experimentalismo e chegou a tocar com uma orquestra
Jeff Mills – Nascido em Detroit, Mills chamou atenção nos anos 80 quando comandava um programa de rádio numa estação local, usando o aka The Wizard. Um dos maiores divulgadores do som detroitiano, Mills foi um dos criadores do coletivo Underground Resistance, até hoje um celeiro de música, arte e ideias em torno do som de Detroit. Seu experimentalismo o levou ao extremo da ousadia, ao conduzir um espetáculo impecávelao lado da Orquestra Filarmônica de Montpellier, parceria registrada no DVD The Blue Potential.
Sven Vath vive intensamente seus longos sets
Sven Vath – Provavelmente o DJ mais importante da Alemanha, Vath começou a discotecar em 1982. Seu nome se confunde com a história do trance. O alemão também entrou para a história como um dos mais DJs mais animados do planeta, famoso por longos sets regados a diferentes tipos de combustível.
Norman Cook veste camisas de gringo para virar Fatboy Slim
Fatboy Slim – Pode ser que não seja um dos melhores do mundo, mas entrou nesta lista por ter aproximado multidões da música eletrônica. O inglês Norman Cook já foi baixista de banda de rock, mas foi discotecando que ele encontrou sua verdadeira vocação. Sempre acompanhado de muitos hi-fis, ele mixa de rock a clássicos da música eletrônica, com espaço até pra samba. No Brasil, ele discotecou para 200 mil pessoas, numa praia carioca, em 2004.
Ricardo Lamounier foi ídolo da disco music no Brasil
Ricardo Lamounier – Ícone absoluto da disco music no Rio de Janeiro. Nascido numa família de músicos, Lamounier começou cedo na noite. Aos 13 estreou como DJ num pequeno clube, o Samba Top. Aos 20, já havia trabalhado com os empresários top da noite carioca da década de 70. Lamounier foi pioneiro em vários aspectos. Foi um dos primeiros DJs a fazer performances na cabine. Durante os sets, usava sempre macacões de lamê e cachecol. Em 1976, fez o primeiro de uma série de cinco discos que lançaria com a marca da discoteca que ajudou a imortalizar, a New York City Discothèque. Naquele ano, então, chegaria às lojas o primeiro disco mixado do Brasil. Em 1978, montou um curso de formação de novos disc-jóqueis, que ministrava em seu próprio apartamento, em Copacabana. Lamounier morreu em fevereiro de 1987, aos 36 anos, em decorrência de um tumor no cérebro.
Grandmaster Flash criou técnicas de mixagem como o scratch
Grandmaster Flash – Junto como o The Furious Five, o DJ entrou para o Rock and Roll Hall of Fame, tornando-se os primeiros artistas de rap a receber tal honra. Nascido em Barbados, Flash se mudou como a família para Nova York, onde foi viver no Bronx. Estudando os movimentos de DJs mais velhos, como Kool Herc, Flash desenvolveu técnicas de discotecagem como o scratch e o backspin. Não à toa, ele é o host do videogame DJ Hero.
O francês Laurent Garnier escreveu um livro de memórias, onde conta quase tudo
Laurent Garnier – O francês começou a discotecar nos anos 80, em Manchester, no auge da vida noturna da cidade. Seus sets inspiraram bandas como The Stone Roses e Happy Mondays a colocar pitadas de house em seu som. De volta a Paris, ele fundou dois dos mais importantes fomentadores da cena eletrônica na França, o clube Rex e o selo F-Com. Apesar de ter ficado famoso como DJ de techno, Garnier é conhecido por seus longos sets, onde há espaço para os mais diferentes gêneros musicais (de drum’n'bass a Roberto Carlos, ele pode tudo).
PS – Que fique bem claro, esse é o meu top 10, lógico que muitos DJs importantíssimos ficaram de fora. Se quiser, faça a sua lista nos comentários.
via todo dj ja sambou


Hahahaha crianças adoram uma travessura, né?
Saibam que Thomas, o baterista da banda Restart, aprontou uma dessas num vídeo.
Ao ser questionado sobre que lugar gostaria de tocar, o fofo respondeu prontamente: “queria tocar muito no Amazonas. Imagina tocar no meio do mato? Não sei como é o público de lá, se tem gente civilizada, civilização”. DÃÃÃÃÃÃÃÃ!
Ó, o vídeo:
Detalhe: o grupo fará show em Manaus em abril. Serão muito bem-recebidos, néãm? NOT.
Em seu Twitter, em que ele se chama de “Thominhas” (nada contra, acho ótimo), o jovem Thomas se explicou: “galera eu disse que achava que nao tinha ninguem la! nao desvalorizei a galera de la não! tenho muita vontade de conhecer manaus, o acre!” (sic). Hahahahaha! FAIL.
via holofote



Artista: Ace of Base
Álbum: Playlist: The Very Best of Ace of Base
Gênero: Pop, Dance
Lançamento: 2011
N° de Faixas: 14
Qualidade: MP3 | VBR
Duração: 51:28 min
Tamanho: 70 Mb


Tracklist:
01. All That She Wants
02. The Sign 3
03. Don’t Turn Around
04. Beautiful Life
05. Lucky Love (Acoustic Version)
06. Cruel Summer
07. Whenever You’re Near Me
08. Never Gonna Say I’m Sorry
09. Everytime It Rains
10. Donnie
11. Happy Nation
12. Always Have, Always Will
13. Life Is A Flower
14. My Deja Vu



Artista: Phil Collins
Álbum: The Very Best Of
Lançamento: 2011
Gênero: Rock,Pop
N° de Faixas: 16
Qualidade: MP3|320 Kbps
Duração: 01:13:21
Tamanho: 176MB


Tracklist:
01. A Groovy Kind Of Love
02. One More Night
03. Sussudio
04. You Can’t Hurry Love
05. In The Air Tonight
06. Two Hearts
07. I Wish It Would Rain Down
08. Against All Odds [Take A Look At Me Now]
09. Something Happened On The Way To Heaven
10. Separate Lives
11. Both Sides Of The Story
12. True Colors
13. Easy Lover
14. Take Me Home
15. Another Day In Paradise
16. Dance Into The Light


Por: Laura Agossini | Foto: Grosby-Group | 07/03/2011 | 12:21 Paparazzo flagra Shakira coçando as partes íntimas

Shakira foi flagrada coçando o bumbum, enquanto conversava com uma de suas bailarinas, na sacada de seu hotel em Punta Del Este.
A cantora colombiana assistia à sessão de alongamento de sua dançarina com uma saia branca, botas e jaqueta preta.
Distraída, Shakira deu uma coçadinha básica no traseiro, sem saber que havia um paparazzo escondido que clicou o gesto.
A cantora se apresentou no Conrad Resort e Casino no domingo (6) e desembarca com sua turnê em Porto Alegre no próximo dia 15. No dia 17, Shakira se apresenta em Brasília e no dia 19, no estádio do Morumbi, em São Paulo.
via: Portal Shakira e Ofuxico

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