Betty White está cheia de fôlego, do alto de seus 89 anos. Ela é hoje uma das atrizes veteranas mais amadas e ativas de Hollywood: nos últimos anos participou de diversos filmes e até apresentou o programa de humor Saturday Night Live.
Conhecida de séries famosas como “Mary Tyler Moore”, White já incorporou uma infinidade personagens, mas o papel a seguir é inédito: a atriz resolveu virar rapper e contribuir para “I’m Still Hot”, single da novata Luciana, que está se lançando na dance music.
Betty White, toda assanhada, canta e dança ao lado de fortões sem camisa no clipe e ainda tira um tempinho para curtir uma torta. Não acredita? Dá uma olhada abaixo:
Conhecida de séries famosas como “Mary Tyler Moore”, White já incorporou uma infinidade personagens, mas o papel a seguir é inédito: a atriz resolveu virar rapper e contribuir para “I’m Still Hot”, single da novata Luciana, que está se lançando na dance music.
Betty White, toda assanhada, canta e dança ao lado de fortões sem camisa no clipe e ainda tira um tempinho para curtir uma torta. Não acredita? Dá uma olhada abaixo:
No dia 29 de outubro, os fãs do Paralamas do Sucesso que estiverem no Circo Voador vão voltar a 1986. É que a banda vai apresentar o disco "Selvagem?", que conta com hits como "Alagados" e "Melô do marinheiro". Lançado há 25 anos, com 700 mil cópias vendidas, o álbum é considerado um dos mais importantes da história do rock brasileiro.
Os ingressos para a primeira produção nacional do projeto Queremos já estão à venda na internet ou na bilheteria da casa de show. As entradas custam R$ 50,00 para quem tiver direito à meia-entrada, levar 1kg de alimento, flyer ou fizer parte do Clube do Assinante O Globo.
Para celebrar a ocasião, promovida pelo projeto Queremos, João Barone divulgou um texto com memórias sobre a produção do disco ainda em 1985. Leia abaixo na íntegra:
"No final de 1985, estávamos ensaiando no apartamento da saudosa Vovó Ondina, local emblemático do começo dos Paralamas. Num intervalo, Herbert resolveu mostrar o esboço de uma nova composição, quando fez um preâmbulo sobre a estranheza que ela poderia causar. Sua expectativa era explicável. Ao longo desse ano movimentado, que começou com o Rock in Rio e terminava com uma turnê com até dois shows por noite, Herbert chamava para si toda a responsabilidade pelo que seria o próximo passo da banda. O cara dos óculos vermelhos de bermuda em breve se defrontaria com o desafio de superar suas marcas anteriores, começou a aguçar sua inspiração e por mãos à obra. Para ele, era preciso arriscar mais, fugir do óbvio. Para isso, até operou os olhos e se livrou dos óculos, sua marca registrada. No segundo LP, a banda criou e afirmou uma assinatura sonora. Mas, e agora? Isso lhe tirava o sono... Tanto que no final de outubro de 85, quando tive um acidente de carro em Porto Alegre, Herbert sentiu-se culpado por desejar que algo extraordinário acontecesse para frear nossa agenda... Foi assim que durante um pequeno recesso em que eu estava de perna engessada (o que não nos impediu de participar de um show em homenagem aos 20 anos de carreira de Gilberto Gil mesmo assim!), Herbert começou a maturar algumas composições novas, inspiradas no mergulho profundo que fizemos no reggae e na música africana. Bi Ribeiro teve papel determinante nisso, pois comprava todos os discos de reggae e afro que podia, nos apresentando toda hora coisas interessantíssimas que iam além das obviedades, como Mutabaruka, Dr Alimantado, um tal de Yellow Man, Papa Wemba, Salif Keita, King Sunny Adé, para citar alguns poucos. Neste caldeirão também foram adicionadas doses de João Bosco, Gonzaguinha, Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Novos Baianos e Gil. Viajando tanto pelo Brasil, vimos e identificamos como a música negra havia se aclimatado aqui, especialmente na Bahia e fizemos o que alguns críticos entendidos explicaram depois como uma "contra-diáspora negra", até chegarmos em Londres, via Angola com escala em Kingston. Para nós, descobrimos um Brasil brazuca, vira-lata. Caímos na real muito antes do Plano Real. Quando Herbert fez suspense para mostrar pela primeira vez apenas com sua guitarra a melodia da canção que se tornaria conhecida como "Alagados", não precisou de tantos volteios. O que gerou a tal estranheza foi a semelhança da música - ainda sem letra - com um samba enredo. "E aí? Gostaram?", perguntou Herbert. "Parece um samba!", disse Bi, entreolhando para mim, quando exclamamos em uníssono: "Do caralho!". Isso pareceu aliviar Herbert. O bom astral resultante desse primeiro momento evoluiu na forma de uma demo que Herbert gravou num porta-estúdio (na época, eram pequenos gravadores cassete de quatro canais), quando nos mostrou a canção bem perto do formato conhecido, já com a letra e uma beat box primitiva marcando o tempo. Dali a pouco, estaríamos entusiasmados com várias ideias de músicas que renderiam o repertório do próximo álbum, quando ainda tocávamos no apartamento da Vovó Ondina em Copacabana. Um fato marcante nesse momento foi uma foto que se destacava entre outras, colada na parede do quarto de ensaio, onde aparecia o irmão do Bi, Pedro, estilizado como um índio na frente de uma barraca num acampamento nos tempos de Brasília. Quase que complementando a estranheza que o novo repertório que estávamos compondo poderia causar aos diretores de nossa gravadora - que deveriam estar esperando por uma sequência de "Óculos" ou "Meu Erro" - Herbert olhou aquela foto um tanto engraçada e rindo, disparou: "que tal a gente por ESSA foto na capa do próximo álbum?". Deu no que deu. No lado conceitual, estava pronto "Selvagem?", que ainda recebeu um ponto de interrogação para tentar aumentar mais a estranheza de seu título. Na época, não planejamos um levante estético, estávamos apenas dando linha ao nosso ideal um tanto inconsequente de fazer o que nos dava na telha. Mas tínhamos noção do contraponto que escolhemos, frente ao modelo estético anglo-saxão tão usado pelos artistas de nossa geração e de algumas bandas que despontavam na época. Nos destacamos da paisagem, como se tivéssemos nos pintado de verde-limão florescente. No lado prático, quisemos nos garantir de que a aventura seria ao menos bem registrada: convidamos Liminha para produzir o álbum, ele ouviu as demos, gostou e topou trabalhar com a gente. Convidamos Gil para cantar em "Alagados" e que ainda compôs "A Novidade". No estúdio, gravamos usando a percussão de Marçal, Liminha tocou guitarras e teclados, usamos ecos e efeitos dub à la Lee Scratch Perry. Os vídeos de Roberto Berliner para "Alagados" e "A Novidade" terminaram de explicar tudo para quem ainda não havia entendido nossa proposta. Vinte e cinco anos depois, não mudaríamos uma nota de nada que foi feito".
Para se despedir de vez dos fãs, o R.E.M preparou um presente especial para aqueles que os acompanharam durante os 31 anos de carreira. A coletânea "R.E.M., PART LIES, PART HEART, PART TRUTH, PART GARBAGE, 1982 - 2011" terá 40 canções, incluindo três inéditas. O lançamento está marcado para dia 15 de novembro, mas a faixa "We all go back to where we belong" foi divulgada, nesta terça-feira, no site da edição americana da revista "Rolling Stone". Em setembro, a banda utilizou seu site oficial para publicar um comunicado encerrando o fim das atividades. Michael Stipe e companhia escreveram agradecimentos aos fãs dizendo que "foi maravilhoso contruir algo extraordinário juntos" .
Veja abaixo a lista de 40 músicas que estarão na coletânea dupla:
Disco 1:
Gardening At Night, Radio Free Europe, Talk About The Passion, Sitting Still, So. Central Rain, (Don't Go Back To) Rockville, Driver 8, Life And How To Live It, Begin The Begin, Fall On Me, Finest Worksong, It's The End Of The World As We Know It (And I Feel Fine), The One I Love, Stand, Pop Song 89, Get Up, Orange Crush, Losing My Religion, Country Feedback, Shiny Happy People
Disco 2:
The Sidewinder Sleeps Tonite, Everybody Hurts, Man On The Moon, Nightswimming, What's The Frequency, Kenneth?, New Test Leper, Electrolite, At My Most Beautiful, The Great Beyond, Imitation Of Life, Bad Day, Leaving New York, Living Well Is The Best Revenge, Supernatural Superserious, ÜBerlin, Oh My Heart, Alligator_Aviator_Autopilot_Antimatter, A Month of Saturdays, We All Go Back To Where We Belong, Hallelujah
Muitos rumores e negativas depois, os quatro membros originais do The Stone Roses - Ian Brown, John Squire, Reni e Mani - anunciaram na manhã dessa quinta-feira, em Londres, que a banda está de volta. Separado desde 96, os integrantes do grupo britânico parecem ter feitos as pazes e vão reviver o legado de dois discos - "The Stone Roses" de 89 e "Second Coming" de 94 - numa turnê que deve rodar o mundo nos próximos anos.
Por enquanto, a banda só tem dois shows marcados, dias 29 e 30 de junho de 2012 num parque da cidade-natal do grupo, Manchester. No entanto, é esperado que uma turnê mundial seja anunciada em breve.
Principal banda da cena "madchester" (movimento que misturava rock psicodélico, música eletrônica, rave e uma boa dose de drogas ilícitas), o grupo irá revistar nos shows hinos indies como "Elephant Stone" e "I Wanna Be Adored". Além dos clássicos, o Stone Roses também deve apresentar músicas novas, compostas durantes os ensaios que vem acontecendo desde abril. Os integrantes, no entanto, não confirmam se haverá um terceiro álbum da banda ou não.
Por enquanto, a banda só tem dois shows marcados, dias 29 e 30 de junho de 2012 num parque da cidade-natal do grupo, Manchester. No entanto, é esperado que uma turnê mundial seja anunciada em breve.
Principal banda da cena "madchester" (movimento que misturava rock psicodélico, música eletrônica, rave e uma boa dose de drogas ilícitas), o grupo irá revistar nos shows hinos indies como "Elephant Stone" e "I Wanna Be Adored". Além dos clássicos, o Stone Roses também deve apresentar músicas novas, compostas durantes os ensaios que vem acontecendo desde abril. Os integrantes, no entanto, não confirmam se haverá um terceiro álbum da banda ou não.
1. "Mylo Xyloto"
2. "Hurts Like Heaven"
3. "Paradise"
4. "Charlie Brown"
5. "Us Against The World"
6. "M.M.I.X."
7. "Every Teardrop Is A Waterfall"
8. "Major Minus"
9. "U.F.O."
10. "Princess Of China (Feat. Rihanna)"
11. "Up In Flames"
12. "A Hopeful Transmission"
13. "Don’t Let It Break Your Heart"
14. "Up With The Birds"
LINK 2: Fileserve
2. "Hurts Like Heaven"
3. "Paradise"
4. "Charlie Brown"
5. "Us Against The World"
6. "M.M.I.X."
7. "Every Teardrop Is A Waterfall"
8. "Major Minus"
9. "U.F.O."
10. "Princess Of China (Feat. Rihanna)"
11. "Up In Flames"
12. "A Hopeful Transmission"
13. "Don’t Let It Break Your Heart"
14. "Up With The Birds"
LINK 2: Fileserve
“Por que eu não aceitei o emprego?”. Essa é a pergunta que o destinatário da carta acima deve se fazer até hoje – se não pulou de algum arranha-céu ou algo assim, claro. A assinatura embaixo confere o status de idolo eterno da música para o músico que se aventurasse na jornada. Trata-se de uma carta recém-achada, dobrada, dentro de um livro à venda em uma “venda de jardim” em Liverpool (atenção: vá a todas as vendas de jardim possíveis em Liverpool!) e que agora está em poder da casa de leilão Christie’s para se tornar uma memorabilia bem cara. A carta também coloca uma nova luz na história dos Beatles, já que a alguém (o baterista misterioso da carta) foi oferecido o posto que ficou com Ringo Starr, bem lá no início da carreira da banda.
Baterista livre
Era um teste, uma audição, mas tendo em vista que Ringo pegou o cargo, muitos poderiam ter levado o posto – Ringo nunca foi considerado um baterista excepcional, apesar de um grande séquito de fãs dizer o contrário. A carta, datada 12 de agosto de 1960, é de dois anos antes de Peter Best (o primeiro baterista dos Beatles) deixar o cargo em favor de Ringo e foi escrita à mão por Paul. O que se entende também é que a carta é um resposta a um anúncio de um “baterista jovem livre” colocado em um jornal, o Liverpool Echo. Não se sabe se o baterista aceitou o teste, compareceu, se os Beatles gostaram dele, nem nada – a casa de leilão não conseguiu um depoimento de Paul a respeito do caso. Espera-se que no dia 17 de novembro, quando a carta irá a leilão juntamente com outros itens pop, o valor chegue a perto de 11 mil dólares.
A carta…
Era um teste, uma audição, mas tendo em vista que Ringo pegou o cargo, muitos poderiam ter levado o posto – Ringo nunca foi considerado um baterista excepcional, apesar de um grande séquito de fãs dizer o contrário. A carta, datada 12 de agosto de 1960, é de dois anos antes de Peter Best (o primeiro baterista dos Beatles) deixar o cargo em favor de Ringo e foi escrita à mão por Paul. O que se entende também é que a carta é um resposta a um anúncio de um “baterista jovem livre” colocado em um jornal, o Liverpool Echo. Não se sabe se o baterista aceitou o teste, compareceu, se os Beatles gostaram dele, nem nada – a casa de leilão não conseguiu um depoimento de Paul a respeito do caso. Espera-se que no dia 17 de novembro, quando a carta irá a leilão juntamente com outros itens pop, o valor chegue a perto de 11 mil dólares.
A carta…
“Caro senhor, em resposta a seu anúncio no Echo, quarta-feira à noite, gostaríamos de oferecer a você uma audição para a posição de baterista em nosso grupo. Você terá, no entanto, de estar preparado para viajar o mais rápido possível para Hamburgo (despesas pagas 18 libras por dia (aproximadamente) por dois meses). Se estiver interessado, ligue para Jacaranda Club, Slater St. (Royal 65’44) e pergunte tanto por um membro dos ‘Beatles’, Allan Williams, ou deixe uma mensagem, começando com quando você estaria disponível.
Grato,
Paul McCartney, The Beatles”
Paul McCartney, The Beatles”
Lady Gaga é mesmo cheia de surpresas. No final de semana, a cantora transformou o seu grande hit “Bad Romance” em “Bill Romance”, durante o show de comemoração do 10º aniversário da William J. Clinton Foundation, que aconteceu no sábado no Hollywood Bowl, em homenagem aos 65 anos do ex-presidente americano Bill Clinton.
A cantora vestiu uma peruca loira e comparou a homenagem àquela feita por Marilyn Monroe em 1962, quando a eterna bombshell cantou “Happy Birthday Mr President” para John F Kennedy. Gaga ainda disparou para o político sorridente na platéia: “gostaria que você tocasse sax aqui no palco comigo hoje, amor”, arrancando risos da platéia e do político, que é amante do instrumento.
"Que tal ser recebido por Lady Gaga, hein?", perguntou Clinton do paco num breve discurso. "Mas comecei a me preocupar... disse que haveria um 'momento Marilyn', pensei, meu Deus, a Lady Gaga vai me dar um ataque de coração ao comemorar meus 65 anos! Eu sou a única pessoa da história que foi presidente e depois ganhou uma festa de aniversário com a presença de Lady Gaga e da Secretária de Estado”, brincou, lembrando da mulher Hillary.
Bono e The Edge, do U2, também participaram da festa com uma apresentação acústica. O ex-presidente dividiu a platéia com muitas outras celebridades, como o mestre Stevie Wonder (que abriu os shows) e os atores Ashton Kutcher e Colin Farrell.
A cantora vestiu uma peruca loira e comparou a homenagem àquela feita por Marilyn Monroe em 1962, quando a eterna bombshell cantou “Happy Birthday Mr President” para John F Kennedy. Gaga ainda disparou para o político sorridente na platéia: “gostaria que você tocasse sax aqui no palco comigo hoje, amor”, arrancando risos da platéia e do político, que é amante do instrumento.
"Que tal ser recebido por Lady Gaga, hein?", perguntou Clinton do paco num breve discurso. "Mas comecei a me preocupar... disse que haveria um 'momento Marilyn', pensei, meu Deus, a Lady Gaga vai me dar um ataque de coração ao comemorar meus 65 anos! Eu sou a única pessoa da história que foi presidente e depois ganhou uma festa de aniversário com a presença de Lady Gaga e da Secretária de Estado”, brincou, lembrando da mulher Hillary.
Bono e The Edge, do U2, também participaram da festa com uma apresentação acústica. O ex-presidente dividiu a platéia com muitas outras celebridades, como o mestre Stevie Wonder (que abriu os shows) e os atores Ashton Kutcher e Colin Farrell.
Sandy surpreende novamente. Depois de aparecer em uma comercial de cerveja posando de “garota devassa”, ela prepara um show com o repertório do astro pop Michael Jackson. As apresentações, que acontecem a partir de novembro, fazem parte do projeto Circuito Cultural do Banco do Brasil.
Com idealização e direção de Monique Gardenberg e co-curadoria do músico Toni Platão, o projeto ainda traz Maria Bethânia interpretando um dos seus compositores favoritos, Chico Buarque, de quem já lançou e gravou canções como “Anos dourados”, “Rosa dos Ventos”, Teresinha, O meu amor, entre outras.
Já Lulu Santos escolheu visitar uma face um pouco esquecida da dupla de compositores Roberto e Erasmo Carlos: as canções com uma pegada mais roqueira. Lulu, que já fez sucesso uma regravação de "Se você pensa" – composição feita pela dupla nos anos 60 –, pretende resgatar algumas músicas do período da Jovem Guarda.
O Circuito Cultural do Banco do Brasil foi criado em 1999 e, durante uma década, investiu em diversos projetos artísticos. Nessa volta, em um primeiro momento, focará sua atenção para a música.
Os shows de Maria Bethânia, Lulu Santos e Sandy passarão por Curitiba, São Paulo, Ribeirão Preto (interior de SP), Goiânia e Recife.
Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, afirmou que sua biografia deve dar origem a um filme, segundo o site da revista "NME".
O livro "Does the noise in my head bother you?" ("O barulho da minha cabeça está te incomodando?", em tradução livre) foi lançado em maio deste ano nos EUA.
Tyler revelou que os direitos da obra foram comprados pela produtora de Ron Howard, diretor de filmes como "O código Da Vinci" e "Uma mente brilhante". Segundo ele, o cineasta "está pensando em fazer algo".
No livro, o vocalista conta histórias vividas em palcos, quartos e clínicas. Ele dá vários detalhes sobre sua vida pessoal. "Sexo gay não é para mim. Experimentei uma vez quando era mais novo", escreveu o líder do Aerosmith.
Além de ser vocalista do grupo, que se apresenta em São Paulo no dia 30 de outubro, o cantor faz parte do time de jurados do programa de calouros "American idol".














