Baixar CD SOJA – Peace in a Time of War  Gratis


Download do CD SOJA – Peace in a Time of War
Músicas do CD:
01. Revolution
02. Reality
03. Non Partial Non Political
04. Look Within
05. Rasta Courage
06. Peace In A Time Of War
07. Creeping In
08. Brothers And Sisters
09. True Love
10. Jah Atmosphere
11. Mother Earth
12. Forgive Don’t Forget
13. Did You Ever
14. Time Come Due
15. The End

Paul McCartney anunciou na segunda-feira que lançará em 2012 um álbum com "covers" e duas faixas originais, dando aos fãs uma chance de conhecerem canções que inspiraram os Beatles.
O álbum, ainda sem título e com lançamento previsto para 7 de fevereiro, será uma "jornada profundamente pessoal" por canções norte-americanas clássicas que inspiraram McCartney e seu colega John Lennnon a escreverem suas próprias canções.

"Quando eu comecei a compor, percebi como essas músicas eram bem estruturadas, e acho que tirei muitas lições delas", disse McCartney em nota.
"Sempre achei artistas como Fred Astaire muito legais. Compositores como Harold Arlen, Cole Porter, todos esses caras - eu achava as músicas simplesmente mágicas. E aí, quando me tornei compositor, achei bonita a maneira como eles fizeram essas canções."
Em parceria com a premiada pianista de jazz Diana Krall e com o produtor Tommy LiPuma, o ex-vocalista dos Beatles gravou numa cabine sem instrumentos, pela primeira vez na sua carreira.

"Foi muito espontâneo, meio que orgânico, o que então me lembrou da forma como trabalhávamos com os Beatles. Trazíamos uma música, ficávamos chutando-a de um lado para o outro, e quando encontrávamos um jeito de fazê-la a gente dizia: 'Ok, vamos fazer um take agora', e quando todo mundo tinha uma ideia do que estava fazendo, tínhamos aprendido a canção. Então foi o que fizemos, levamos o take ao vivo para o estúdio."

A lista completa das faixas ainda não foi divulgada, mas sabe-se que as duas faixas inéditas terão participação de músicos lendários: Stevie Wonder em "Only our hearts", e Eric Clapton, em "My valentine."

O músico Jon Bon Jovi colocou fim aos rumores sobre sua morte ao publicar uma foto sua no Facebook oficial da banda Bon Jovi. Na imagem, ele aparece em frente a uma árvore de Natal segurando um cartaz com a data desta segunda-feira (19) e com os dizeres "o céu se parece muito com Nova Jersey".


Os rumores afirmavam que Jon Bon Jovi havia morrido em decorrência de uma uma parada cardíaca, e que seu corpo teria sido encontrado em coma pelos paramédicos em um hotel, de acordo com informações do site The Hollywood Reporter. A falsa notícia se espalhou pela internet a ponto de colocar o músico na lista Trending Topic do Twitter.
Ao lado de Robert De Niro, Ashton Kutcher e Sarah Jessica Parker, Jon Bon Jovi faz parte do elenco de estrelas do filme "Noite de ano novo", que estreou no começo de dezembro nos Estados Unidos.

"Rainha do axé" é a expressão geralmente usada para falar de Daniela Merucry. Mas a cantora de 46 anos tem um adjetivo melhor para definir sua capacidade de concatenar ideias. "Eu sou pensadeira, componho e penso sobre tudo", diz ela.
Daniela encadeia raciocínios sobre os 20 anos do disco "O canto da cidade"; o novo CD-DVD "Canibália - Ritmos do Brasil"; o Carnaval; e o "sertanejo pós-axé" de Luan Santana.

'O canto da cidade' vai completar 20 anos em março. Você já deixou a faixa-título de fora de algum show? O significado mudou muito depois de tanto tempo?
Daniela Mercury -
Cada hora tem um significado diferente. Antes era celebrando a democracia. Hoje é um canto de afirmação do Brasil. Ela sempre foi uma canção afetiva. As pessoas se emocionam. Ela me traz alegrias e força. É visceral, diz o que signifco. Ela era bis nesse show. Depois dos primeiros anos, nunca mais ficou no corpo do show. É inevitável que seja o encerramento. Quando precisa, ela está ali esperando que a convide para o "grand finale".

Como vê a influência do axé em hits sertanejos, antes quase sempre românticos, mas hoje dançantes?
Daniela Mercury -
As novas gerações aprenderam que a diversidade está aí. O axé fez isso com uma geração que misturou todo tipo de gênero. Minha geração é a encarnação do desejo do movimento antropofágico. É um gênero brasileiro, rítmico. O olhar do Brasil sobre si é de um país de ritmos. A Bahia se espalhou pelo Brasil, como berço da africanidade, um dos berços do samba. O Brasil gosta de festa, para compensar a realidade dura. Eles são os sertanejos pós-axé, são mais vibrantes, canibalistas, engolem tudo o que conheceram. É o Brasil da praia e do campo; do interior e do litoral. A música do Luan [Santana] é assim. É um sonho de Brasília se realizando. É quebrar fronteiras e se ver mais com um país de todas as influências.

Como foi a ideia do dueto virtual com Carmen Miranda?
Daniela Mercury -
Tive vontade, no disco "Canibália" [de 2009], de gravar "O que que a baiana tem?". Comecei a ver arranjos. Percebi que encaixava no twist. Dei pulos de felicidade. Cantamos no mesmo tom. Eu queria fazer esse dueto mais "concretamente". Foi difícil segurar a emoção para não chorar. Eu grito "Rio de Janeiro! A Carmen está de volta na sua terra".

Você pensa antes em frases como essa ou cria na hora?
Daniela Mercury -
Eu sou muito pensadeira, componho e penso sobre tudo. Eu escrevo sobre o mundo, sobre a minha arte. Os textos completam as canções, que são metáforas. Eu fico pensando no roteiro do show e imaginando a emoção de cada canção, pensando o que quero dizer. Os textos saem de forma espontânea, não decoro. Eles mudam durante a turnê e vão se firmando. Não é de uma maneira racional. Eu reflito, mas não é um texto pré-definido.


Ter a participação da Unidos da Tijuca, do Boi Bumbá Garantido e depois reunir as duas juntas no mesmo palco foi algo que deu certo de cara ou deu trabalho?
Daniela Mercury - Sou bailarina, fico tentando arrumar a casa. Foi um ensaio muito rápido, no mesmo dia. Fizemos ensaios de percussão fora do palco, antes. Os meninos do AfroReggae foram muito disciplinados. Aconteceram passagens das mulatas de forma improvisada. Elas iam para frente, eu ia para trás. Escolhi dois sambas-exaltação, "Quero ver o mundo sambar" e "Vide gal". Eu me dou bem com percussões seja de onde forem. Eu sou íntima dos tambores. Não é difícil lidar com sambistas.
Você está acostumada a cantar para multidões, em trios elétricos e em palcos. Quais as diferenças?
Daniela Mercury -
Meu trio elétrico é um palco, com 80 metros quadrados. Eu uso a parte rítima com dança, gosto de ser bailarina. Palco e trio se aproximaram. Eu consigo me comunicar com massas por isso. O trio me deu a vivência de dominar multidões. A conexão não se perde. O trio é um palco que anda, é uma caixinha de música com esse encantamento. Quando não posso andar com o palco, faço andarem como se estivessem no trio. Aprendi a ser maestro de multidão. Fica o desafio para fazer que se movimentem fluidamente como se o palco movesse.

Estando lá em cima, você tem uma visão privilegiada. Acontece de você ver algo acontecendo na multidão e não ter como interferir?
Daniela Mercury -
A minha energia é tão positiva que eu tive pouquíssimas experiências de parar show. Eu fico monitorando, se percebo a confusão eu mudo o ritmo. Eu vou administrando a avenida, conheço os pedaços perigosos, quando ficam mais apertados. Quando acontece algum tumulto, paro imediatamente. Faço advertências, chamo a polícia, peço calma. Eu já fiz até greve de silêncio em Salvador. Era uma turminha de moleques que gostava de confusão, no Morro do Cristo, há alguns anos. Pedi licença ao público, passei dez minutos por dia sem tocar. Dentro do possível, sou uma educadora. Carnaval é um exercício de convivência.


Uma equipe de pesquisadores ingleses descobriu que música alta faz com que o cérebro ache o gosto do álcool mais doce, o que por sua vez faz com que as pessoas em bares e baladas bebam mais.
O psicólogo Lorenzo Stafford e sua equipe reuniram 80 indivíduos, e os dividiram em diferentes ambientes, alguns com muita distração e outros com nenhuma distração (desde música com volume muito alto a ler uma reportagem).
Os participantes foram então estimulados a beber álcool e classificar o sabor das bebidas em doçura, teor alcoólico e amargor.
Os cientistas descobriram que os participantes classificaram as bebidas como mais doces quando estavam distraídos por música alta.
Segundo o Dr. Stafford, as pessoas naturalmente preferem alimentos doces, e a diferença de doçura do álcool percebida pelos participantes quando eles estavam distraídos pela música alta versus qualquer outra coisa foi significativa o suficiente para concluir que a música alta tocada em clubes e bares pode realmente incentivar as pessoas a beber muito mais do que beberiam normalmente.
Além disso, os frequentadores de balada podem não ter consciência da força da sua bebida enquanto as batidas altíssimas insistentemente danificam seus tímpanos.
E ainda podemos fazer uma reflexão sobre a reação que a música alta pode causar: se a música estimula o consumo excessivo de álcool, e o consumo excessivo de álcool aumenta as chances de sexo irresponsável, o sexo irresponsável leva a mais disseminação de DSTs, então quem sabe os DJs do mundo inteiro estão disseminando gonorréia por aí… Muitos perigos envolvidos, não?

O rapper norte-americano Slim Dunkin foi morto após levar um tiro em frente a um estúdio em Atlanta, nos Estados Unidos, na sexta-feira (16) passada, segundo informações da agência AP.
De acordo com a polícia, Slim Dunkin estava no local para gravar um clipe. "Aparentemente, a vítima e o suspeito discutiram. Não sabemos o motivo da discussão. O suspeito mostrou uma arma e a disparou uma vez, acertando a vítima no peito", contou o policial Keith Meadows à AP.

Meadows disse ainda que tem tentado "juntar as peças do quebra-cabeça" para solucionar o crime, mas afirma que as testemunhas têm dado versões muito diferentes do acontecimento. "Estamos tentando voltar e fazer com que tudo tenha sentido".
Slim Dunkin fazia parte do coletivo de rap 1017 Brick Squad, grupo liderado por Gucci Mane que conta ainda com Waka Flocka Flame.

Como em seus trabalhos anteriores, Padre Fábio de Melo compila em seu novo disco ao vivo músicas que nada têm a ver com religião. "No meu interior tem Deus", como o disco faz supor, traz como temática canções sobre o interior do Brasil.
Estão lá versões como "'Disparada" (de Geraldo Vandré e Theo de Barros), "Tocando em frente" (Almir Sater e Renato Teixeira), e "Vida marvada" (Rolando Boldrin).

"É uma trilha sonora que ajuda a viver", define, em entrevista. Durante o bate-papo, ele também conta que tem o costume de chorar ao ouvir músicas e ver filmes, como no mais recente dirigido por Woddy Allen. "Fiquei emocionado durante 'Meia-noite em Paris'. Aquilo ali é uma metáfora muito interessante para quem escreve. Meus heróis sempre foram escritores", revela.

O senhor usa o termo 'música secular' para canções não religiosas?
Padre Fábio -
Acho o termo pretensioso. Eu tenho respeito por tudo o que é arte. Não gosto de chamar as canções de seculares, reconheço sacralidade que não encontro em músicas religiosas. São letras com valores humanos, questões fundamentais, que a modernidade nos privou de conhecer.


É mais facil ter fé por meio não só da música, mas da repetição de mensagens, de versos? Os refrões são usados nesse sentido pelo senhor?
Padre Fábio -
A religião não pode perder seu ofício de aliviar o fardo, a existência. É uma trilha sonora que ajuda a viver, é o objetivo do homem que evangeliza. Ajuda as pessoas a serem melhores. Eu experimento isso. Trabalho com música há 16 anos. Muito mais do que criar um mantra, oferemos músicas que causam um bem estar e uma possível mudança de estado de espírito. A palavra pode fazer bem e mal. Não quero me limitar a cantar uma música religiosa, cantar hinos. Estou cada vez mais comprometido a um trabalho de arte com uma mudança antropológica, para sermos mais solidários, amorosos.

Isso acontece não só com os discos, mas com filmes também?
Padre Fábio - Às vezes vamos ao cinema e saímos bem. Todo o discurso religioso tem que fazer pensar. Precisamos quebrar paradigmos, descobrir que existe uma inadequação. É saudável fazer isso diariamente, quebrar o cotidiano. É bom você se surpreender com alguma coisa, algo que mostrou que não sabe tanto assim. A arte tem a natureza de te posicionar de um jeito novo. Religião que não faz isso aliena.

 O que ouvia quando criança?
Padre Fábio -
Cresci ouvindo as modas de viola tocadas pelo meu pai. Ele foi um músico como eu sou, tinha uma intuição musical e não estudou. Ele chorava quando ouvia uma música bonita. Ele sabia tocar a música com a emoção. É a grande herança que ele me deixou.


Qual a última vez que chorou ouvindo música?
Padre Fábio -
Ontem. Eu me emociono muito. Eu estava ouvindo uma música da Mônica Salmaso, "Senhorinha". Fazia tempo que não ouvia.
Qual o último filme que viu? Chorou?
Padre Fábio -  Eu fiquei muito emocionado durante "Meia-noite em Paris". Aquilo ali é uma metáfora muito interessante para quem escreve. Meus heróis sempre foram escritores. Eu tive dois encontros que me marcaram: com a poetisa Helena Kolody [1912-2004] e quando tomei um café com Adélia Prado. Foi parecido com a dinâmica do filme. Há quatro anos, compus "Humana voz de Deus" para ela.

Já pensou em seguir carreira na política?
Padre Fábio - Eu já ouvi propostas mas não tenho vocação e disposição. Eu não seria um bom administrador, não tenho capacidade. Eu sofreria muito, minha sensibilidade não permitiria. Não aguentaria o tranco de uma vida política.

Bozo Barretti, que tocou muito tempo com o Capital Inicial, é seu diretor musical e tecladista. Há algo de Capital no seus shows e discos?
Padre Fábio - Quando eu fiz a primeira reunião com o diretor do DVD, Serginho Bittencourt, foi o primeiro nome que veio. Eu sabia que ele tinha competência. Conheço o trabalho dele no Capital, mas não o conhecia. O Bozo trouxe um pouco de modernidade para o antigo. As canções são formas antigas de comunicar, mas tem a leveza da música popular brasileira do Bozo. Sempre gostei de Capital Inicial, da roupagem da música. Uma das preocupações é que às vezes a música diz uma coisa e o arranjo diz outra. O desafio do arranjador é colocar a roupagem certa. Eu gosto de arranjador que lê a letra.

Adele foi eleita pela Billboard americana a artista mais bem-sucedida de 2011. Mas Katy Perry passou na frente em outra eleição. A MTV a consagrou Artista do Ano graças a sua jornada como singles em primeiro lugar na parada dos EUA. Ela até empatou com Bad, de Michael Jackson, com cinco singles do disco Teenage Dream na primeira posição – OK, lá vai a lista, California Gurls, E.T., Firework e Last Friday Night, sendo que The One That Got Away também está na subida para passar na frente do falecido Rei do Pop. 

A lista completa da MTV sairá esta semana, mas um prévio debate sobre o primeiro colocado já foi divulgado. Será a primeira vez que a TV e sua edição online vão fazer uma lista única, para dar ênfase em sua raíz musical. Adele, no entanto, não ficou muito atrás, já que sua música Rolling in the Deep foi eleita a Música do Ano pela emissora. Outra categoria já revelada foi a de Artista de Música Eletrônica Dance, Skrillex, que ficou à frente de David Guetta.


Confira os melhores momentos musicais dos MuppetsImagem: Divulgação
Os famosos Muppets, criados por Jim Henson na década de 50, estão de volta às telas do cinema fazendo sucesso entre o público adulto e infantil. Em diversas ocasiões ao longo de sua história, os personagens mostraram talento ao lado de grandes nomes da música, e a Billboard separou alguns desses melhores momentos.

Você poderá conferir desde Miss Piggy fazendo um dueto com o lendário cantor e compositor Johnny Cash até Elton John trajando fantasias carnavalescas ao apresentar o hit “Crocodile Rock”. 

A banda californiana liderada por Rivers Cuomo, Weezer, também não ficou de fora e gravou um videoclipe no set de filmagens do show de TV dos Muppets.

E, para fechar com chave de ouro, não deixe de assistir a uma memorável homenagem ao Queen feita pelos bonecos em um clipe cover de “Bohemian Rhapsody”:




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