Banda se apresenta em sete cidades em turnê no país.
Simple Plan toca em São Paulo nesta terça-feira (24).

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

A banda Simple Plan. (Foto: Divulgação)

Os canadenses do Simple Plan são daquelas bandas que gostam de visitar o Brasil sempre que possível. Na turnê atual, que começou no dia 18 em Porto Alegre, a banda se apresenta em sete cidades em todo o país, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Recife e Goiânia.

"Na verdade eu falo isso em todos os lugares do mundo para o qual eu vou: o Brasil tem o público mais louco, entusiasmado e feliz que nós poderíamos ter", confessa o guitarrista Jeff Stinco em entrevista por telefone ao G1.

"As pessoas são muito intensas e nós adoramos nossos fãs aí", completa. O Simple Plan está em turnê promovendo seu homônimo terceiro álbum – mas além das músicas novas, vai tocar seus sucessos.

"É claro que não vamos deixar os hits de fora, sem esquecer o material novo. Na verdade nós estamos preparando pequenas surpresas para os shows no Brasil – vão ser detalhes que vão fazer toda a diferença", conta Stinco, sem revelar os segredos.

 

 

Cena

O Simple Plan fez sucesso em todo o mundo com seus dois primeiros álbuns: "No pads, no helmets... Just balls" e "Still not gettin any..." – sucesso aliás, maior fora das fronteiras de seu país natal. "Não nos apresentamos tanto no Canadá, não somos da 'cena'. Tocamos mais em outros lugares do mundo", explica o músico – que ainda assim, elogia as novas bandas do país: "Apareceram ótimos artistas nos últimos, anos, como o Arcade Fire".

O Simple Plan tem preocupações sérias, que vão muito além da vida na estrada e do dia a dia como roqueiros. Com a Simple Plan Foundation, os membros se dedicam a ajudar jovens de todo o mundo, lidando com problemas como suicídio e dependência de drogas.

"A fundação virou algo maior que nós imaginamos, existe muita gente ajudando, gastando muito tempo e energia nela", comemora Stinco, que também diz que a banda conseguiu arrecadar muitos recursos em 2008. "Neste ano, queremos focar nas pessoas que ajudamos, todos esses jovens e seus problemas", diz, lembrando do trabalho em relação a adolescentes com câncer. Na verdade não passa de um plano simples – e muito nobre.

São Paulo
Quando: terça (24), às 21h30
Onde: Credicard Hall, Av. Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, (11) 2846-6010
Quanto: R$ 80 a R$ 250 / www.credicardhall.com.br

Rio de Janeiro
Quando
: quarta (25), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shop. Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846 (todos os dias, das 9h às 21h)
Quanto: R$ 150 a R$ 250

Belo Horizonte
Quando: quinta (26), às 21h
Onde: Chevrolet Hall, Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, São Pedro, tel. (31) 3209-8989 / (31) 2191-5700
Quanto: R$ 180

fonte portal g1

Cantor participou de coletiva de imprensa nesta segunda (23) em SP.
Rei prometeu lançar disco com canções inéditas ainda neste ano.

Do G1, em São Paulo

Roberto Carlos anunciou nesta segunda-feira (23) em São Paulo uma série de shows em 20 cidades e ainda uma megaexposição na Oca, no Parque do Ibirapuera, em janeiro de 2010, para comemorar 50 anos de carreira. O Rei dará início à turnê brasileira no dia de seu aniversário, 19 de abril, em Cachoeiro do Itapemirim - ele não se apresenta em sua cidade natal há 14 anos. No dia 11 de julho, ele fará uma apresentação no Maracanã, para um público estimado em 60 mil pessoas.

 

Foto: Daigo Oliva / G1

Roberto Carlos fala com a imprensa na tarde de segunda-feira (23) no Itaú Cultural, em São Paulo. (Foto: Daigo Oliva / G1)

Veja fotos de Roberto Carlos em entrevista coletiva em SP

 

A previsão é que a série de shows termine exatamente um ano depois, em Nova York, onde será dado o pontapé em uma turnê internacional. Segundo a organização do evento - a mesma responsável pelas homenagens à bossa nova, no ano passado -, a venda de ingressos será anunciada em breve.

 

A homenagem ao Rei incluirá ainda três shows especiais, com renda revertida para projetos sociais. No dia 26 de maio, 14 cantoras brasileiras sobem ao palco do Teatro Municipal de São Paulo no espetáculo "Elas cantam Roberto Carlos". Já no dia 11 de agosto, haverá uma reunião de expoentes do rock nacional no show "Roberto Carlos Rock Symphony".

 

 

'As vezes imito os meus imitadores'

Finalmente, em março de 2010, o estádio do Pacaembu vai receber o show "Emoções Sertanejas", com a participação de duplas e artistas do gênero. Os três eventos terão a apresença de Roberto.

 

Quanto ao respertório, ele disse ainda não saber se vai interferir ou não. "Como dizem meus imitadores, são muitas emoções", brincou, em tom de voz "engraçadinho". "Às vezes eu imito os meus imitadores, sabe?"

 

Segundo o cantor, o set list de seus próprios shows ainda não estão definidos. "Vamos começar agora as reuniões para decidir o repertório. Vou participar diretamente na escolha das músicas." 

 

Quando perguntado sobre os artistas que admira, Roberto despistou. "Se eu disser algum nome, vai ter sempre alguém que ficará de fora. Tem muita gente boa fazendo coisas interessantes. Procuro sempre ouvir o que é sucesso. O que está acontecendo no momento é importante para mim, estou sempre aprendendo."

 

Mas, quando a ideia é falar de seus ídolos do passado, Roberto tinha a resposta na ponta da língua: Bob Nelson e Albertinho Fortuna. "Gostava do Bob Nelson quando eu era muito pequeno mesmo. Depois comecei a cantar boleros. Eu gostava muito de cantar em espanhol, achava que era chique."

 

"Às vezes ouço coisas do início da minha carreira e acho engraçadas", comentou. "Algumas músicas eu não teria feito daquela maneira. Já ouvi canções antigas e pensei 'puxa, acho que exagerei', principalmente na maneira de cantar. Mas são composições que fizeram parte de uma época."

 

 

Projetos inéditos

 

No meio de tantos compromissos, Roberto garante que seu mais novo disco de canções inéditas, adiado desde 2007, será finalmente lançado este ano. "Quero realmente que este álbum saia e estou trabalhando muito para isso. Tenho algumas faixas prontas que fiz sozinho e outras em parceria com Erasmo Carlos", contou. O tema principal do novo trabalho? "Sempre falei e continuo falando de amor, que é uma das coisas mais importantes que existem."

 

"Erasmo e eu sempre nos encontramos para compor. A diferença é que, com o passar dos anos, fomos ficando cada vez mais autocríticos e demoramos mais. Se antes fazíamos uma música em duas horas, hoje pode levar três dias ou três semanas. Há uma preocupação em fazer tudo com mais qualidade. A gente se questiona se vai falar alguma coisa e de que maneira vai falar." 

 

Outro plano para o futuro próximo é o lançamento de uma biografia autorizada, já que Roberto Carlos não concordou com o lançamento da obra escrita pelo jornalista Paulo Cesar de Araújo sem o seu consentimento - um recurso de liberação interposto pelo autor foi negado este mês.

 

"Não concordo com o lançamento daquela obra e já demonstrei isso de todas as formas. Penso numa biografia não escrita por mim, mas que tenha histórias que só eu conheço." 

via portal G1

Primeiro lançamento será 'Nevermind', ainda este ano.
'In Utero' e 'Unplugged' também terão versão em vinil.

Da EFE

 
Reprodução/Reprodução

Capa do álbum 'Nevermind', lançado em 1991 pelo Nirvana. (Foto: Reprodução)

A gravadora Original Recordings Group (ORG) reeditará em vinil os grandes sucessos da banda Nirvana, entre eles o disco "Unplugged", como informa a revista "Billboard". O lançamento deve começar já em 2009, com os álbuns "Nevermind" (1991), que será o primeiro a sair, assim como "In Utero" (1993) e "Unplugged" (1994).

 

"Que nós saibamos, esta será a primeira vez que 'Unplugged' sairá em vinil", comentou Monti Olson, fundador da ORG e vice-presidente da Universal Publishing Group/Interscope Records.

 

A gravadora ORG, que começou em 2006 como uma pequena companhia centrada na reprodução de música em vinil, chegou a um acordo com a Universal para utilizar a coleção do Nirvana, atualmente no catálogo desta última.

 

Com isso, a ORG seguirá os passos da Sub Pop, empresa que colocará novamente à venda a versão em vinil de "Bleach" (1989), primeiro álbum da banda de Seattle.

 

Liderada por Kurt Cobain, o Nirvana foi fundado em 1986 e se tornou um marco da música pop. A banda grunge - como foi classificada pela imprensa -

se desfez em 1994 após o suícidio de seu vocalista. 

O Nirvana vendeu cerca de 60 milhões de álbuns no mundo até hoje.

Via portal G1

Em show na Praça da Apoteose, no Rio, banda despista sobre fim de hiato.
'Just a Fest', na noite de sexta (20), também terá Radiohead e Kraftwerk.

Carla Meneghini Do G1, no Rio

 

Apreentação da banda Los Hermanos, no 'Just a Fest'. (Foto: Alexandre Durão/AgNews)

Depois de quase dois anos de espera e ansiedade, os fãs do Los Hermanos puderam matar as saudades e ter um gostinho de retorno da banda nesta sexta-feira (20), na Praça da Apoteose, no Rio. O show do quarteto abriu o evento "Just a Fest", que também trouxe os britânicos do Radiohead e os veteranos do Kraftwerk ao Brasil.

 

Veja fotos do 'Just a Fest'

 

Pontualmente às 19h, quando o local ainda estava meio vazio, Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina e Rodrigo Barba subiram ao palco de braços dados e foram recebidos com muitos aplausos. Mas a expectativa dos fãs não foi correspondida, já que durante toda a apresentação o grupo despistou sobre a chance de um retorno. "Sorte nossa estar aqui hoje", disse Amarante, como quem cai de pára-quedas em um evento.

 

Coincidência ou não, "Todo Carnaval tem seu fim" foi a música escolhida para abrir a apresentação, em que, os Hermanos mostraram um repertório panorâmico de sua carreira e o entrosamento de sempre, como se não tivessem ficado um só dia sem tocar juntos.

 

Entretanto, a energia era diferente de outras épocas. Aliás, que energia? Até as últimas três ou quatro músicas, a banda parecia estar com a pilha fraca. Mas eles estão de volta, nem que seja por um dia, então quem se importa?

 

Depois de um passeio por todos os álbuns da banda, com hits como "O vento" e "Cara estranho", o Los Hermanos engatou alguns de seus velhos "hinos", cantados em coro pelo público, como "Sentimental" e "A flor", que fechou a apresentação.

 

"Foi um prazer, vocês são demais", disse Camelo ao se despedir e a pergunta não foi respondida: é ou não é o fim do hiato, iniciado em junho de 2007? Quem sabe no show de domingo (22), em São Paulo, eles respondam. Mas a pouca animação que eles mostraram no palco pode ser uma pista.

 

Confira abaixo o repertório completo do show do Los Hermanos no "Just a Fest".

 

Todo Carnaval tem seu fim
O vencedor
Retrato para Iaiá
Último romance
Morena
Além do que se vê
O vento
Cher Antoine
A outra
Primeiro andar
Casa pré-fabricada
Deixa o verão
Cara estranho
Assim será
Condicional
Sentimental
Cadê teu suin?
A flor 

via Portal G1

 

Grupo alemão pronto para a turnê latina, a primeira após a saída de Florian Schneider-Esleben, um de seus membros-fundadores. Banda dividirá o palco com Radiohead e Los Hermanos no festival Just a Fest.

 

Os quatro integrantes do Kraftwerk fazem duas apresentações no Rio de Janeiro (20/03) e em São Paulo (22/03). Para a banda, que é um dos principais produtos de exportação da música eletrônica alemã, será uma primeira chance de provar ao público brasileiro que seus espetáculos continuam tão impactantes como antes, mesmo após o desligamento oficial de Florian Schneider-Esleben, um de seus membros-fundadores.

Não é a primeira vez que o Kraftwerk troca de formação. Desde 1970, já passaram pelo grupo outros dez integrantes, sem que isso representasse qualquer queda na produtividade desta usina sonora. Afinal, a dupla que inventou a banda – o próprio Schneider e Ralf Hütter – ainda permanecia em seus postos. Agora Hütter está só na sala de comando, à frente de Fritz Hilpert, Henning Schmitz e do ex-operador de vídeo do estúdio Kling Klang, Stefan Pfaffe, que veio ocupar o lugar de Florian Schneider.

Grupo de Düsseldorf ao vivoBildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Grupo de Düsseldorf ao vivo

Mas a saída do artista, que no palco se encarregava da bateria eletrônica, da flauta e do violino, parece não ter chocado muito os fãs da banda pioneira da música eletrônica. Poucos dias depois que os produtores do festival Movimentos – organizado em Wolfsburg pela Volkswagen – colocaram os ingressos à venda para as três apresentações do Kraftwerk em abril, os bilhetes se esgotaram.

Repercussão na mídia alemã

A imprensa alemã deu bastante destaque ao comunicado oficial da EMI, gravadora do Kraftwerk, confirmando a saída de Schneider no início de janeiro. Mas salientou principalmente o desconforto de saber da notícia só depois da mídia britânica, já que foi o New Musical Express o primeiro a divulgar a informação na internet. Ainda que Schneider tenha se ausentado de todos os nove concertos realizados pelo quarteto no ano passado, ninguém na Alemanha parecia suspeitar do que estava de fato acontecendo.

Para o Frankfurter Allgemeine Zeitung, "da mesma forma minimal como o duo sempre operou, ele também se separou". O Die Welt foi taxativo ao reconhecer o significado dos doze álbuns do Kraftwerk para a música, lembrando que "só bandas se desintegram, ícones e idéias jamais", e que não há razões para temer um "curto-circuito" na qualidade do trabalho do grupo pois, "no caso deles, todos são substituíveis. Até mesmo por robôs, em caso de emergência."

Foto da banda em 1981Bildunterschrift: Foto da banda em 1981

Enquanto o Tagesspiegel considerou a auto-demissão de Florian Schneider o fim de uma instituição cultural alemã, o Taz sentenciou: "A dupla que inventou o homem-máquina, que cantava se imaginando como robô, e que ia para o estúdio como outros vão para o escritório, se separou  e quase ninguém reparou porque o conceito deles é tão bem sucedido, que ninguém se interessa por quem está por trás".

A máquina é o mito

O Kraftwerk foi criado em Düsseldorf no ano de 1970 pelos amigos Florian Schneider e Ralf Hütter, que já vinham trabalhando juntos no grupo Organisation, que fundaram em 1968. O Organisation, um típico representante do krautrock, acabou gravando apenas um LP, intitulado Tone Float, que apostava num tipo de rock influenciado pela psicodelia do Pink Floyd.

Em 1970, a dupla montou um estúdio próprio – o hoje quase lendário Kling Klang Studio – para embarcar na viagem eletrônica do Kraftwerk. No segundo semestre daquele mesmo ano, lançaram seu disco de estreia, ainda acompanhados por dois bateristas que só participaram do primeiro trabalho: Klaus Dinger, falecido no ano passado, e Andreas Hohmann. O álbum, ainda voltado à sonoridade acústica, chegou a ficar entre os trinta mais vendidos da parada alemã. Mas a alta rotatividade dos membros coadjuvantes da banda prosseguiu.

Em 1974, o Kraftwerk conseguiu alcançar visibilidade internacional com o lançamento de Autobahn, cuja faixa-título durava 22 minutos. O disco fez sucesso até no Brasil, onde o tema "Mitternacht" chegou a ser usado como vinheta dos quadros de suspense do programa televisivo Fantástico.

Opção pela arte

Até o final dos anos 70, o grupo lançou sete álbuns, com clássicos como "Radioaktivität", "Trans-Europa Express", "Die Roboter" e "Das Model", um de seus maiores hits. De lá para cá, os intervalos entre um disco e outro foram aumentando. Consolidados no olimpo da música pop mundial, eles – que nunca abriram mão de batizar os trabalhos em alemão, nem de cantar em sua língua materna quando bem entendessem – optaram por priorizar a qualidade em relação aos lucros.

Wolfgang Flür, que a partir de 1972 pilotou a bateria eletrônica da banda por longos 14 anos, afirmou certa vez: "Tivemos que receber o aval dos Estados Unidos e lá ganhar nossas medalhas de ouro para que a Alemanha se interessasse realmente por nós".

Trinta anos depois, incumbido de compor uma vinheta para a feira Expo 2000 em Hannover, o Kraftwerk gerou polêmica: gravou uma peça de quinze segundos, na qual uma voz robótica repetia em diversos idiomas o nome do evento, e faturou um cachê respeitável de 400 mil marcos (cerca de 200 mil euros).

Banda inglesa se apresenta pela primeira vez no Brasil no Just a Fest.
Shows estão marcados para sexta (20) no Rio e domingo (22) em SP.

Do G1, em São Paulo

O grupo inglês Radiohead é atração principal do Just a Fest, evento que acontece no Rio de Janeiro nesta sexta (20), na Praça da Apoteose, e em São Paulo no domingo (22), na Chácara do Jockey. O festival terá ainda shows da banda alemã Kraftwerk e do grupo carioca Los Hermanos, que volta a se reunir depois de quase dois anos em hiato.

 

Esta será a primeira passagem do Radiohead pelo Brasil. Composto por Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O'Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão), o grupo está junto desde os anos 80. Naquela época, os integrantes se apresentavam como On a Friday. 

 

Ouça especial GloboRadio com músicas do Radiohead
 

O primeiro álbum do quinteto, "Pablo Honey", saiu em 1993. A partir de então, o Radiohead lançou uma série de trabalhos cuja importância é essencial na música pop. Confira a seguir detalhes dos sete discos de estúdio da banda de Oxfordshire.

Kraftwerk

Pioneiro da música eletrônica com formato de canção, o Kraftwerk surgiu na Alemanha na década de 70 e influenciou toda a música pop que veio depois de seu trabalho.

 

O refinado uso de computadores e sintetizadores para compor absolutamente todos os arranjos de suas músicas viraram referência para o synth pop dos anos 80, para o tecno e até para o hip hop: a faixa seminal do estilo, "Planet rock", de Afrika Bambaataa, tem o sample de "Trans-Europe express", dos alemães.

 

Ao longo dos anos, o Kraftwerk teve diferentes formações, mas sempre se manteve fiel ao conceito do minimalismo eletrônico – que encontrou ecos até no Radiohead da fase dos álbuns "Kid A" e "Amnesiac".

Banda toca em Porto Alegre, Curitiba, Recife, Goiânia, SP, Rio e BH.
Quinteto canadense apresenta músicas de seu disco homônimo no país.

Do G1, em São Paulo

A banda canadense Simple Plan. (Foto: Divulgação)

Famoso pela mistura de pop com elementos de punk, o Simple Plan retorna ao Brasil este mês para mais uma turnê. A banda canadense traz na bagagem músicas de seu mais recente álbum, "Simple Plan".

O grupo se apresenta nesta quarta (18) no Pepsi On Stage, em Porto Alegre, quinta (19) no Master Hall, em Curitiba, sábado (21) no Chevrolet Hall, no Recife, e domingo (22) no Clube Jaó , em Goiânia.

 

Na próxima terça-feira (24) o grupo toca no Credicard Hall, em São Paulo, quarta (25) no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, e quinta (26) no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte.

Com mais 8 milhões de CDs vendidos em todo o mundo, o Simple Plan é formado por Pierre Bouvier (vocais), Chuck Comeau (bateria e vocais), David Desrosiers (baixo e vocais), Sebastien Lefebvre (guitarra e vocais) e Jeff Stinco (guitarra).

Para os shows no Brasil o público pode esperar sucessos como "I'd do anything", "Addicted", "Perfect", "Welcome to my life" e os "loops" de sintetizador do novo single "When I'm gone".

De acordo com a crítica internacional, o novo trabalho do Simple Plan confirma o amadurecimento do quinteto de Montreal.

Simple Plan no Brasil

 

Porto Alegre

Quando: quarta (18), às 21h (show de abertura: banda Área Restrita)

Onde: Pepsi On Stage, Av. Severo Dullius, 1995, Bairro Anchieta

Quanto: R$ 60 a R$ 120

 

São Paulo

Quando: terça (24), às 21h30 
Onde: Credicard Hall, Av. Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, (11) 2846-6010 
Quanto: R$ 80 a R$ 250 / 
www.credicardhall.com.br

 

Rio de Janeiro

Quando: quarta (25), às 21h30

Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shop. Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846 (todos os dias, das 9h às 21h) 
Quanto: R$ 150 a R$ 250

 

Belo Horizonte

Quando: quinta (26), às 21h

Onde: Chevrolet Hall, Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, São Pedro, tel. (31) 3209-8989 / (31) 2191-5700

Quanto: R$ 180

Via Portal G1

Cantora mineira cuja voz já ganhou projeção nacional através de gravações incluídas nas trilhas sonoras de novelas exibidas pela Rede Globo (caso de Dust in the Wind, propagada em 2006 em Páginas da Vida), Paula Fernandes tenta alçar vôo mais alto no mercado fonográfico com o lançamento de seu quinto álbum, Pássaro de Fogo. Produzido por Marcus Viana, o CD tem 15 faixas e chega às lojas esta semana pela gravadora Universal Music no embalo da estréia da novela Paraíso, que vai difundir a partir de segunda-feira, 16 de março de 2009, a faixa Jeito de Mato, na qual Almir Sater figura como convidado. A cantora (em foto de Guto Costa) dá sua versão para Meu Eu em Você, tema autoral que forneceu para a dupla Victor & Leo, e entoa similares músicas sentimentais como Quero Sim e Vai. Já faixas como Debaixo do Cacho e Espaço Sideral - gravada com a dupla César Menotti & Fabiano - miram os bailões sertanejos e arrasta-pés que animam o vasto interior do Brasil. Paula Fernandes tem 25 anos e - além de cantora e compositora - toca violão (presente neste quinto disco).
Via Notas musicais

Música se chama "We're all criminals now" (Somos todos criminosos agora).
Ela narra como o brasileiro foi morto ao ser confundido com terrorista.

Do G1, em São Paulo

 

O duo inglês Pet Shop Boys.

O grupo de pop britânico Pet Shop Boys compôs uma música em homenagem a Jean Charles de Menezes, o brasileiro que foi morto pela polícia londrina em uma estação de metrô, em julho de 2005, relata o tabloide "The Sun" nesta terça-feira (17).

"We're all criminals now" (Somos todos criminosos agora) conta como o brasileiro foi executado por engano com vários tiros após ser confundido com um terrorista. A música faz parte do mais recente single da dupla, "Love etc."

A letra da canção que é chamada pelo jornal de a mais controversa de Neil Tennant e Chris Lowe, narra os eventos que levaram à morte do brasileiro. "Got the bus to the station/Music playing in my head/Ran to get on the tube train/Police shoot someone dead" (peguei o ônibus para a estação/ música tocando na minha cabeça/ corri para pegar o metrô/ a polícia atira e mata alguém). 

O refrão, por sua vez, diz que a liberdade está sendo destruída por medidas contra o terrorismo no país.

"O título da música e a própria canção resumem a forma como o governo trata as pessoas no reino Unido. Estamos todos sob constante vigilância e somos todos tratados como potencialmente culpados, como se estivéssemos a ponto de cometer algum crime. Somos todos criminosos agora", disse Neil Tennant ao "Sun".

via portal G1

Baixista diz em seu microblog que Faith No More pode tocar no Brasil.
Sonic Youth, Trent Reznor e Chris Cornell também adotaram o serviço.

Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

A banda Faith No More anuncia retorno em 2009 - e diz, pelo Twitter, que pode vir ao Brasil. (Foto: Divulgação)

Se o MySpace se tornou uma das ferramentas mais populares na divulgação de bandas e suas atividades – recentemente, tanto os britânicos do Oasis quanto o trio norte-americano Jonas Brothers anunciaram turnês brasileiras por meio de suas respectivas páginas – o Twitter está estreitando ainda mais a relação dos artistas com seus fãs.

O Faith No More anunciou em fevereiro seu retorno aos palcos depois de uma década. Nem bem começaram as especulações a respeito de uma possível turnê da banda e o baixista Billy Gould aguçou a curiosidade dos brasileiros dizendo, por meio do serviço de microblog que, sim, o FNM está pensando em tocar por aqui.

O músico disse ainda que por enquanto o Twitter será a principal fonte de informação sobre a banda, que reúne atualmente Mike Patton no vocal, Jon Hudson na guitarra, Mike Bordin na bateria e Roddy Bottum no teclado. Segundo o baixista, o intuito é adotar um esquema de "faça-você-mesmo", "sem entrevistas e o intermédio da imprensa". Quem lê os posts do roqueiro, aliás, já sabe que a banda está à procura de um nome para a nova turnê.

Como é possível twittar não só pela página oficial na internet, mas também usando programas no computador ou pelo celular, os artistas não perdem tempo. Questlove, líder da banda de rap The Roots, alimenta seus mais de 30 mil seguidores com informações preciosas frequentemente. Uma das boas novas divulgadas pelo seu microblog é que o grupo prepara seu 11º álbum, "How I got over", ainda para este ano.

Foi pelo Twitter, também, que o Sonic Youth anunciou aos fãs que tocará em Santiago do Chile no dia 29 de março. Já o rapper Jay Electronica contou os pormenores do nascimento de seu primeiro filho com a cantora Eryka Badu, no mês passado. E, enquanto Trent Reznor, do Nine Inch Nails, provoca Chris Cornell dizendo como se sentiu constrangido ao ouvir seu mais novo disco, produzido por Timbaland, o ex-Soundgarden cita a Bíblia e aproveita para anunciar uma promoção do álbum a US$ 2,99 em uma loja virtual. 

 

Enquanto isso, no Brasil...

Por aqui, o ritmo dos artistas no Twitter é mais lento. A Nação Zumbi até anunciou uma tentativa de comunicação, mas não costuma fazer atualizações. No microblog, quem sai na frente são os grupos independentes, a exemplo de Ecos Falsos, Grenade, Holger, entre outros.

 

"Entramos no Twitter para ter uma representação da banda lá. Queremos falar dos nossos shows e músicas, mas também contar histórias engraçadas, falar do que gostamos", diz Pedro Bruno, guitarrista e vocalista do Holger.

O grupo paulistano também pretende contar os detalhes de sua passagem pelo festival South By Southwest, no Texas, via Twitter – "vamos falar dos nossos shows, dos amigos, das bandas que somos fãs, e até se ficamos presos na alfândega", brinca o músico.

Pamela Leme, uma das sócias da agência Alavanca, que divulga jovens artistas como Guizado, Pata de Elefante e Supercordas, é adepta do Twitter para dar notícias em primeira mão.

 

"Nenhum outro serviço, atualmente, tem tamanha capacidade de comunicação em tempo real. Ele tem ajudado a aumentar o número de visitas ao nosso site e a dar mais visibilidade às bandas que agenciamos e divulgamos."

Via portal G1

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