Cantora se apresenta dia 16 de setembro em SP e 17 no Rio.
Ingressos para as noites nas duas capitais já estão à venda.

A cantora Lily Allen. (Foto: Divulgação)

Depois de sua estreia em palcos brasileiros no festival Planeta Terra em 2007, a cantora inglesa Lily Allen retorna ao país para duas apresentações: dia 16 de setembro no Via Funchal, em São Paulo, e dia 17 de setembro na HSBC Arena, no Rio de Janeiro.

 

As vendas de ingressos para o show na capital paulista começaram na última quarta-feira (29). 

 

Para a noite do Rio, as entradas começaram as ser vendidas nesta quarta (5). Nos dias 5 e 6 de agosto, a venda será exclusiva para clientes HSBC. A venda para o público em geral será a partir de sexta-feira (7).

 

A polêmica artista britânica fez sua primeira aparição em julho de 2006, e seu primeiro single, "Smile", chegou ao primeiro lugar nas paradas do Reino Unido.

 

Os shows de Lily Allen no Brasil e na Argentina em setembro fazem parte da turnê de lançamento de seu mais recente álbum, "It's not me, it's you", que já passou pelo tradicional Festival de Jazz em Montreux e, atualmente, está correndo diversos países da Europa.

No Brasil, a jovem artista teve seus álbuns lançados pela EMI, e já alcançou o topo das paradas radiofônicas com a música de trabalho "The fear", incluída na trilha da novela "Caras e Bocas", da TV Globo.

 

São Paulo

Quando: 16 de setembro (quarta), às 22h

Onde: Via Funchal, Rua Funchal, 65, V. Olímpia, (11) 2198-7718 (Call Center)
Quanto: R$ 280 (pista premium, em pé) / R$ 180 (pista) / R$ 150 (mezanino) / R$ 250 (camarote)

  

Ingressos:

Vendas online: www.viafunchal.com.br

Pontos de venda:
Newness (Livros e Revistas) - Av. Yojiro Takaoka, 4528 - Loja 02 - La Ville Mall (Alphaville-Santana do Parnaíba) - Somente Cartões de Crédito (Mastercard, Diners e Visa). Taxa de Conveniência: 18%
FUJJI TURISMO
Rua Tapajós, 33C - Guarulhos – SP (Paralela com Av. Paulo Faccini) - Somente Cartões de Crédito (Mastercard, Diners e Visa). Taxa de Conveniência: 18%

Os ingressos de estudantes são vendidos apenas nas bilheterias da Via Funchal.

 

Rio de Janeiro

Quando: 17 de setembro/2009 (quinta-feira), às 21h30

Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, tel. (21) 3035-5200

Quanto: R$ 120 (pista e nível 1) e R$ 240 (área vip e camarote)

Informações: www.hsbcarena.com.br

 

Ingressos:

 

Vendas online: www.ingresso.com
Televendas: 4003-2330
Pontos de Venda credenciados:
Somente Pagamento com Cartões de Crédito
Quiosque Americanas.com - Barra Shopping / Rio Sul / Uruguaiana / Visconde de Pirajá / Norte Shopping / Niterói Plaza / Botafogo Praia Shopping / Leblon
Somente Pagamento em Dinheiro
Postos BR Mirili / Posto BR Radial Oeste / Posto BR Bougainville / Posto BR Piraquê /Modern Sound

Paz e amor, nos olhos dos outros, é refresco

Em 15 de agosto de 1969, há exatos 40 anos, o mundo conhecia Woodstock, sem saber que, após este dia, nunca mais seria o mesmo. O festival, anunciado como uma "celebração aquariana", representou muito mais do que poderiam sonhar seus idealizadores; em apenas um fim de semana sagrou-se como o mais influente de todos os tempos, bem como a principal vitrine para os movimentos de contracultura que se opunham a caretice e a intolerância política, social e sexual vigentes na época. O resto, é história.

O fato é que o ideal de paz e amor, difundido pelos hippies e contestado desde sempre por sua utópica natureza, nunca esteve tão próximo de se tornar realidade como naqueles 3 dias. O legado deste inigualável evento sobrevive até hoje na imaginação dos aficionados pela boa música, sobretudo entre aqueles que ainda consideram ser possível de alguma forma repeti-lo.

Ledo engano. Em 1999 uma tentativa de reeditar o festival, em virtude de seu aniversário de 30 anos, terminou em quebra-quebra, pancadaria, incêndios e casos de estupro. Prova, indiscutível, de que os tempos já eram outros. Recentemente um projeto semelhante nem saiu do papel, sucumbiu por falta de quem o financiasse. Melhor assim.

Posto isto, a seguir, um top 10 contendo razões pelas quais Woodstock seria impensável atualmente:

1. Um evento em que se padece por falta de banheiros, tendas de alimentação, atendimento médico, local apropriado para camping e por engarrafamentos quilométricos pode ter despertado compaixão em 1969; em 2009, suscitaria reclamações e processos judiciais.

2. Considerar que um festival de rock atrairia público estimado em meio milhão de pessoas sem recorrer à escalação de bandas de apelo radiofônico e artistas cujo carisma supera o talento é utopia maior do que acreditar na viabilidade da paz e do amor.

3. E o que dizer do Motel El Monaco, única hospedaria da região? Sem sala de ginástica, heliporto, wi-fi zone, telão de plasma, jacuzzi, cama King size… duvido que as estrelas de hoje topariam passar sequer uma noite lá.

4. Quatro jovens se encontram, a partir de um anuncio de jornal, e resolvem tocar um projeto que se torna o maior encontro musical da história. Bonito, mas sem se associar a um grande patrocinador, daqueles que metem uma logo-marca gigante da empresa atrás do palco? Impossível.

5. Isso sem mencionar que reunir num mesmo festival um elenco a altura de Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who, Crosby Still, Nash & Young, Gratful Dead e Creedence Clearwather Revival seria, no mínimo, bastante improvável.

6. Complicado, também, seria reunir hoje em dia uma plateia disposta a acreditar que um festival de música pode chegar a transformar o mundo para melhor.

7. Os hambúrgueres eram vendidos por U$ 1, o que nem na época era muito dinheiro, e ainda teve gente que reclamou de exploração. Mal sabiam eles como isso iria piorar.

8. Apesar de ser idealizado como um evento comercial, quando a organização percebeu que o público atraído superava em muito a estrutura disponível ordenou que as cercas fossem postas abaixo. Todo mundo entrou de graça e tudo certo. Quem duvida que, fosse agora, centenas tomariam cacetada ou parariam no xilindró?

9. Aliás, em 2009, que corpo de bombeiros, defesa civil ou similar liberaria um evento para 500 mil pessoas muito loucas numa fazenda lamacenta no meio do nada? Apesar da necessidade de se declarar calamidade pública na região, uma catástrofe maior foi evitada e apenas 2 pessoas morreram. Isso sim é sorte.

10. Woodstock, tal como foi, não seria possível nem no ano seguinte, quiçá 40 anos depois. O trauma na cidade que abrigou o festival, Bethel, foi tamanho que logo após o encerramento votou-se uma lei que impedia qualquer iniciativa semelhante no futuro. Paz e amor, nos olhos dos outros, é refresco!

via instante posterior

AP
  • Casal se abraça durante o festival de Woodstock

Foram três dias de paz, amor e música. 

E chuva, lama e caos.

O Festival de Música e Artes de Woodstock completa 40 anos neste ano, montado em uma onda renovada de lembranças –frequentemente seletivas– sobre o que aconteceu entre sexta-feira, 15 de agosto, e segunda-feira, 18 de agosto de 1969, na fazenda de Max Yasgur em Bethel, uma cidade no interior de Nova York.

Alguns lembram da desorganização, dos campos repletos de sujeira, das tempestades pesadas e da programação aparentemente aleatória de música, que esticou o festival previsto para três dias até uma inesperada quarta manhã, na qual Jimi Hendrix tocou sua famosa versão de "The Star-Spangled Banner".

Outros, entretanto, lembram de outras coisas: o espírito comunal de uma geração de jovens que mostrava ao mundo que era capaz de se reunir, ouvir sua música, protestar contra a guerra e, sim, tomar drogas, tudo com resultados genuinamente positivos. Foi, como o "Boston Globe" escreveu em um editorial na época, "um evento de massa de grande e positiva importância na vida do país (...) Em uma nação acossada por uma violência crescente, este é um sinal vibrante de esperança".

Improvisado, Woodstock reuniu 400 mil pessoas na lama

Passados 40 anos, festival de Woodstock continua inigualável

Para o guitarrista Carlos Santana, que tocou no sábado, Woodstock foi "um oceano de colares, cabelos, dentes, olhos e mãos... um oceano de carne em movimento".

"Se fechar os olhos, é possível esquecer o impacto de ver um oceano de carne em movimento", prossegue Santana. "Então é possível apenas sentir o som, que tinha uma reverberação diferente quando rebatia nas pessoas e voltava para você."

Tantos anos depois, o co-fundador de Woodstock, Michael Lang, ainda se alegra com seu contínuo impacto e notoriedade.

"É sempre interessante o quanto repercute atualmente e quão presente ainda está nas vidas de tantas pessoas", diz Lang, 64 anos, que também produziu as sequências de Woodstock em 1994 e 1999. "Foi como um encontro de tribos, se quiser, os jovens do mundo se reunindo para ouvir ótima música e estar juntos, pacificamente. Foi uma espécie de utopia, e acho que as pessoas ainda anseiam por isso."

Lang e outros com uma participação em Woodstock certamente esperam que ainda exista um apetite pelas lembranças do festival original, porque possuem uma série de souvenires sendo lançados nos próximos meses para comemorar o aniversário.

"Foi um ponto crítico no tempo", diz Cheryl Pawelski, uma vice-presidente da Rhino Records, cuja empresa relançou os álbuns originais "Music From the Original Soundtrack and More: Woodstock" (1970) e "Woodstock 2" (1971), e em 18 de agosto lançará "Woodstock -- 40 Years On: Back to Yasgur's Farm", uma caixa com seis CDs contendo 38 gravações não lançadas anteriormente.

"Meio milhão de jovens se reuniram pacificamente para curtir sua música", diz Pawelski, "e tudo deu certo e ninguém se machucou. Eu sinto que esse é o atrativo. Foi um momento no tempo que meio que validou todo o movimento jovem de contracultura da época. Foi histórico".

A divisão Legacy da Sony BMG está se juntando à festa dos CDs, com as edições "Woodstock Experience" de álbuns de 1969 de cinco atrações do festival –Jefferson Airplane, Janis Joplin, Santana, Sly & the Family Stone e Johnny Winter– cada um acompanhado de um segundo CD contendo pela primeira vez a apresentação completa do artista em Woodstock.

Uma nova edição em DVD de "Woodstock: 3 Dias de Paz, Amor e Música" saiu no início de junho, ao mesmo tempo em que um novo site Woodstock.com foi lançado. Uma série de livros –incluindo o livro de memórias de Lang, "The Road to Woodstock", "Roots of the 1969 Woodstock Festival: The Backstory of Woodstock", da editora Woodstock Arts, e um livro infantil chamado "Max Said Yes!: The Woodstock Story", de co-autoria da prima de Yasgur, Abigail–  estão sendo lançados ou sairão ao longo da celebração.

Parte da fazenda de Yasgur agora abriga o Bethel Woods Center for the Arts, um anfiteatro que se tornou um espaço ativo de concertos assim como lar do Museum at Bethel Woods, que celebra o festival e também a experiência geral da contracultura dos anos 60. O local também receberá um concerto "Heróis de Woodstock" em 15 de agosto, com a participação de veteranos do festival como Country Joe McDonald, Mountain e Ten Years After.

O Rock and Roll Hall of Fame + Museum, em Cleveland, também está planejando uma exposição especial para o aniversário de Woodstock, e a documentarista premiada Barbara Koppel criou um novo filme para os canais VH-1 Classic e History Channel. Até mesmo Hollywood está participando: "Taking Woodstock" de Ang Lee, que será lançado nos Estados Unidos em 14 de agosto, vê de modo cômico Elliot Tiber, um artista e designer de interiores que ajudou a levar Woodstock para Bethel após o festival ser expulso da vizinha Walkill, Nova York.

Mas alguns sentem que toda a badalação é desnecessária, é claro.

"Foi ótimo, mas foi há 40 anos", diz Graham Nash, que tocou no festival com a então nova banda Crosby, Stills & Nash (& Young). "Quem é que ainda se importa?"

Resposta: muita gente, principalmente Lang.

Ele teve a idéia de Woodstock após se mudar para o interior de Nova York vindo de Coconut Grove, Flórida, onde dirigia uma loja para usuários de drogas e produziu o festival Miami Pop, em 1968. Em Woodstock, ele foi ao regular Sound-Outs, encontros de música ao ar livre que ocasionalmente contavam com grandes nomes que viviam na área.

"Eu pensei: 'Este é o modo de ver música. É simplesmente o paraíso'", lembra Lang. "Não havia restrições. Não havia pressão, nem policiais nem nada. Era apenas curtição, estar junto com ótimas pessoas ouvindo ótima música."

Lang, que diz que seu instinto é "sempre busque algo maior", conheceu Artie Kornfeld, um executivo da Capital Records, que ficou intrigado com a visão de Lang.

"Conversando", lembra Lang, "ele e eu simplesmente dissemos certa noite: 'Por não nos unimos, trazemos todo mundo que gostaríamos de ver e trazemos todas as pessoas com as quais nos sentimos conectados para ver o que acontece?'"

Seus futuros parceiros, o jovens empresários de formação universitária, John Roberts e Joel Roseman, eram estranhos parceiros, mas o festival de Woodstock se tornou uma realidade, mesmo após ser forçado a encontrar um novo lar restando apenas seis semanas para a data marcada para o evento. Os organizadores superaram um problema aparentemente intransponível atrás do outro, da retirada de último minuto dos policiais fora de serviço de Nova York que tinham sido contratados para compor a segurança do evento –eles acabaram sendo contratados sob pseudônimos– até batalhas com as fornecedoras de alimentos e os problemas contínuos com a construção do espaço, que no final fez com que o festival fosse gratuito, simplesmente porque os portões e catracas não foram concluídos.

"Foi um caos, não foi?" diz Pete Townshend, do Who. "Quero dizer, o que aconteceu fora do palco foi simplesmente além da compreensão –macas, corpos, pessoas vomitando e pessoas tendo viagens ruins. E tudo o que diziam era: 'Isto não é fantástico? Isto não é lindo?'"

"Eu achei que toda a América tinha enlouquecido naquele momento."

"Eu simplesmente fiquei nervoso o tempo todo em que estive lá", diz John Fogerty, do Creedence Clearwater Revival. "Não havia regras. Não havia profissionais de verdade organizando aquilo, nenhuma segurança real preparada. Eu me lembro de ver um sujeito vendendo água, cinco galões por um dólar. Eu considerei a coisa mais comercial e repulsiva que já tinha visto."

Steve Bartley, que estava se preparando para seu último ano na Universidade de Michigan quando foi a Woodstock, concorda que certamente teve um lado negativo.

"Eu não gosto quando leio artigos que dizem que era o melhor lugar do planeta", diz Bartley. "As pessoas esquecem que a maioria das pessoas não levou comida ou água, que estava quente, úmido e lamacento, e não havia toaletes suficientes."

"Mas todo mundo se entendeu", ele acrescenta. "Talvez seja o que o tenha tornado tão mágico. Mas não foi o Jardim do Éden."

A música foi o legado mais duradouro de Woodstock, vinda de superastros como Joan Baez, Creedence Clearwater Revival, Grateful Dead, Hendrix, Jefferson Airplane e Janis Joplin, ou artistas emergentes como Joe Cocker, Melanie, Santana, Sha Na Na e Ten Years After, cujas carreiras foram impulsionadas por sua participação no festival e, frequentemente, no filme lançado posteriormente.

Quando Crosby, Stills & Nash (& Young) subiram ao palco em Woodstock, aquela era apenas a segunda apresentação pública da banda.

"Todo mundo que conhecíamos ou com que nos importávamos na indústria da música estava lá", lembra David Crosby. "Eles eram heróis para nós, The Band, Hendrix e o The Who (...) Todos eles estavam atrás de nós em um círculo, tipo, 'Ok, vocês são os novos garotos no pedaço. Mostrem'."

Até mesmo Townshend, que famosamente expulsou o ativista Abbie Hoffman do palco quando ele tentou falar para o público durante a apresentação do Who, reconhece que Woodstock ajudou sua banda.

"Ele nos enriqueceu", ele diz. "'Tommy' (1969) já tinha encerrado seu ciclo, tinha vendido talvez um milhão e meio de cópias. Woodstock nos colocou de volta nas paradas e então saiu o filme, e 'Tommy' vendeu outras 4 milhões de cópias."

Richie Havens teve a honra duvidosa de abrir o festival em 13 de agosto. Apesar de programado como a quinta apresentação do dia, ele foi transferido para primeiro quando a banda prevista para abrir o festival, o Sweetwater, não pôde porque seu caminhão de equipamento ficou preso no enorme congestionamento causado pelo tráfego para o festival. Quando a notícia se espalhou de que poderiam ser requisitados a se apresentarem antes do programado, outros artistas fugiram de cena, mas Havens foi lento demais e acabou tendo que se apresentar primeiro.

"Eu pensei: 'Deus, três horas de atraso! Eles vão atirar latas de cerveja em mim. Eles vão me matar'" diz Havens, que na verdade subiu ao palco quase uma hora após o horário de início planejado. "Felizmente a reação foi 'Graças a Deus, alguém finalmente vai fazer algo' e ficaram felizes."

Baez, que fechou a primeira noite do festival, posteriormente fez uma aparição surpresa no palco livre, em outra área do festival.

"Aquilo foi muito engraçado", ela lembra. "A pessoa que estava anotando os nomes oficialmente e colocando as pessoas em ordem de apresentação não me reconheceu. Eu era apenas mais uma. Eu acho que apenas disse que meu nome era 'Joan'."

Os músicos ficaram pasmos com o tamanho do festival, que a maioria percebeu ao ser trazida ao local por helicóptero.

"Era como formigas em um morro ou algo assim", lembra o tecladista do Santana, Greg Rolie. "Era difícil conceber. Todo mundo já tinha tocado em vários festivais mas... nada como aquilo."

Quando o Creedence Clearwater Revival tocou na madrugada de domingo, diz o baixista Stu Cook, os membros da banda não conseguiam enxergar além da beira do palco. O público estava na total escuridão.

"Nós subimos e tocamos", ele diz, "e após as primeiras canções, nós ainda não sabíamos ao certo se havia alguém lá. Ocasionalmente alguém acendia um isqueiro lá longe. A certa altura um sujeito muito, muito longe, gritou: 'Nós estamos com vocês!' e sentimos, tipo, 'Ok, o concerto é para aquele sujeito'."

A apresentação do Grateful Dead foi atrapalhada pelo técnico de som –e famoso químico e fabricante de LSD– Owsley Stanley, que decidiu mudar os cabos do palco para a apresentação do grupo. Não apenas foram necessárias três horas para isso, lembra o guitarrista Bob Weir, mas ele estragou tudo.

"Ele fez tudo errado, o mais errado que já vi", diz Weir. "Nada estava aterrado, assim toda vez que um dos guitarristas encostava no seu instrumento, eles recebiam um choque de baixa voltagem, cerca de 15 volts. Era o suficiente para sacudir seu sistema nervoso."

"E toda vez que me aproximava do meu microfone, havia uma grande descarga azul que me erguia do chão e me atirava para trás contra meus amplificadores. Quando eu voltava eu estava com o lábio inchado, mas simplesmente voltava e continuava cantando a canção, mas eu não estava 100% enquanto estava lá."

O restante do festival foi mais do agrado de Weir, entretanto.

"Nós ficamos acampados lá por vários dias e realmente relaxamos com a lama, música e tudo aquilo", diz Weir, que nadou nu nos lagos existentes no local. "Foi muito divertido."

Arlo Guthrie também curtiu a experiência fora do palco.

"Eu caminhei em meio à multidão e subi até o lado de trás do morro", ele lembra. "Eu fiquei estupefato simplesmente por estar na multidão. Não havia para onde ir, nada a fazer exceto estar lá."

Antes de sua morte em 2002, o baixista do The Who, John Entwistle lembrou de ter bebido uísque e Coca-Cola com cubos de gelo batizados com LSD.

"Eu passei um tempinho viajando", ele disse. "Eu bebi o restante do uísque e desmaiei. Quando acordei eu estava bem grogue, mas em condição suficiente para tocar... Nós finalmente tocamos e a parte mais incrível foi que, enquanto cantávamos 'I'm Free', o sol nasceu, e foi o máximo."

Os artistas se recordam dos bastidores como "um bom local onde estar", segundo o baterista Mickey Hart, do Grateful Dead.

"Todos estavam curtindo as coisas que gostavam e batendo papo com todos seus pares", ele recorda. "Era um clima bem amistoso e todo mundo estava feliz por estarmos vendo uns aos outros."

"As coisas transcorreram muito bem nos bastidores", concorda Cook. "Havia muitos confortos. Havia amigos, comida, bom fumo, álcool, de tudo. Nós não estávamos experimentando o mesmo ambiente que as demais pessoas."

Santana lembra de ter chegado ao local e ter visto Jerry Garcia, o guitarrista do Grateful Dead, "tocando sua guitarra no morro, com um belo sorriso feliz em seu rosto".

Mas ocorreram alguns problemas com o abastecimento. Leslie West, o guitarrista do Mountain, reclama que Janis Joplin "matou o último bagel antes que eu chegasse aos bastidores", e Alvin Lee, do Ten Years After, que foi imortalizado pela versão de 10 minutos de "Goin' Home" que aparece no filme, passou por uma crise de abstinência de tabaco.

"Nós ficamos sem cigarros nos bastidores", lembra Lee. "Então alguém disse: 'Eu vou até lá ver se descolo alguns do público'. E ele voltou com uns 20 baseados! Ninguém tinha cigarros."

A apresentação de encerramento de Hendrix, diante de um público estimado de apenas 40 mil que permaneceram até a manhã de segunda-feira, se tornou um dos momentos icônicos do festival, mas Lang tentou ao máximo colocar o guitarrista diante de um público maior.

"Àquela altura Jimi era o maior astro de rock do mundo", diz Lang, que pagou US$ 5 mil a Hendrix para se apresentar no Miami Pop e US$ 50 mil para Woodstock. "Eu queria que ele abrisse o show com um set acústico e fechasse com a banda."

O set acústico nunca aconteceu e, quando ficou claro que o festival estava bastante atrasado, Lang ofereceu a Hendrix tocar à meia-noite de domingo, em vez de ser a última apresentação.

"O empresário dele disse, 'Não, não, não. Jimi tem que encerrar o show'", conta o promotor. "E eu disse: 'Tem certeza que você quer fechar o show?' E ele disse: 'Absolutamente'."

"Então ele se apresentou às 9 horas da manhã", diz Lang, "e o que me impressionou em sua apresentação foi que ele não se alterou. Aquilo não o incomodou nem um pouco".

(Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan.)

via UOL

Lenda da guitarra tinha 94 anos.
Paul morreu devido a complicações de uma pneumonia.

Do G1, com agências

Les Paul com o fã Paul McCartney. (Foto: AP)

Les Paul, o guitarrista e inventor que mudou a história da música com a guitarra elétrica e a gravação multicanais e chegou a ter alguns hits nas paradas (muitos ao lado da esposa Mary Ford), morreu nesta quarta-feira (12). Ele tinha 94 anos. 

Lester William Polsfuss, nome completo do aclamado músico e inventor nascido em Waukesha, no norte dos Estados Unidos, em 1915, morreu em um hospital da cidade de White Plains, no estado americano de Nova York, após "complicações de uma grave pneumonia", informou a Gibson Guitars em um comunicado de imprensa.Ele estava acompanhado da família e de amigos.

 

"Ele vinha recebendo o melhor tratamento disponível durante sua última batalha, quando mostrou força, tenacidade e coragem incríveis", acrescenta a nota sobre a morte do artista, que, ao longo de sua vida, sobreviveu a um grave acidente de trânsito e a uma delicada cirurgia no coração.


Ele havia sido hospitalizado em fevereiro de 2006, quando descobriu que ganharia dois Grammys por um disco que havia lançado depois de seu aniversário de 90 anos, "Les Paul & friends: American made, World played".

"Eu me sinto como um prédio condenado com uma bandeira novinha em folha instalada em cima", brincou na época. 

 Foto: AP Foto: AP

Les Paul em 2004, antes de um ensaio com sua banda. (Foto: AP)

Como inventor, Paul ajudou a no nascimento do rock 'n' roll ao criar a primeira guitarra elétrica de corpo sólido, e também foi responsável por uma das invenções mais revolucionárias nos métodos de gravação: o gravador multicanal.

Com ele, os músicos puderam gravar instrumentos diferentes na mesma música, até mesmo cantando em harmonia consigo mesmos – além de poderem mexer no equilíbrio entre as faixas dos canais para finalizar suas gravações.

 

"O mundo perdeu hoje um ser humano excepcional e verdadeiramente inovador. Ninguém no mundo conseguiu igualar suas técnicas", disse no comunicado o executivo-chefe da Gibson, Henry Juszkiewicz.

 

Com Ford, sua esposa entre 1949 e 1962, ele conseguiu 36 discos de ouro e 11 hits no primeiro lugar das paradas, incluindo "Vaya con Dios", "How high the moon", "Nola" e "Lover". Muitas das músicas da dupla usavam técnicas de gravação que Paul, o inventor, ajudou a desenvolver.

 Foto: AP Foto: AP

Durante seu aniversário de 72 anos, Les Paul autografa o peito do guitarrista Jimmy Page, do Led Zeppelin. (Foto: AP)

"Eu podia pegar Mary e fazer ela ter três, seis, nove, 12, quantas vozes quisesse", já explicou Paul. "Ter a dinâmica, ter a possibilidade de se expressar para além dos limites de um instrumento não amplificado, era incrível. Hoje ninguém pensaria em cantar uma música em um palco sem um microfone e um sistema de som". 

 

'The Log'

 

Músico e criador desde a infância, ele experimentou com a amplificação de guitarras por anos antes de chegar ao que chamou em 1941 de "The log" ("A tora"), uma placa de madeira com cordas de vilão de aço.

"Eu fui até uma casa noturna e a toquei. É claro que todo mundo me chamou de doido". Mais tarde ele colocou asas de madeira no corpo do instrumento para dar a impressão do formato de um violão mais tradicional.

 

"Queria demonstrar que conseguir uma tampa sólida, sem vibrações, era o caminho a seguir", explicou à época o próprio artista sobre a criação da "The Log", precursora da sua invenção mais venerada, instrumento com o qual conseguiu "amplificar a pureza das cordas sem a interferência da ressonância da madeira no som".

 

Desde 1952


Em 1952 a Gibson Guitar começou a produção da guitarra Les Paul. Pete Townsend do The Who, o virtuoso jazzista Al DiMoela e Jimmy Page do Led Zeppelin estão entre os que escolherem a Gibson Les Paul como sua guitarra preferida.

Ao longo dos anos a série Les Paul se tornou uma das guitarras mais usadas na indústria musical. Em 2005, a casa de leilões Christie's vendeu uma Gibson Les Paul de 1955 por US$ 45.600 (mais de R$ 85 mil). 

'These are my twisted words' apareceu em site de fãs do grupo.
Banda lançou novo single on-line na semana passada.

Thom Yorke, vocalista do Radiohead. (Foto: Divulgação)

Poucos dias após o Radiohead lançar um single on-line e anunciar que não deve mais gravar álbuns, uma suposta música inédita da banda começou a circular na internet. "These are my twisted words" apareceu inicialmente no site de fãs da banda Atease, e se espalhou, podendo ser ouvida em sites como o YouTube.

A banda ainda não se pronunciou sobre a música, uma faixa climática de mais de cinco minutos cujos primeiros dois minutos são puramente instrumentais. A principal teoria imaginada pelos fãs é de que a faixa faça parte de um novo EP do Radiohead chamado "Wall of ice", que seria lançado no dia 17 de agosto no site da banda. A evidência seria um arquivo de texto que acompanhava a faixa.

Thom Yorke, vocalista do Radiohead, estaria trabalhando em uma faixa chamada "New moon" para o filme "Lua nova", sequência do sucesso vampiresco "Crepúsculo".

 

A banda também lançou uma faixa chamada "Harry Patch" na semana passada, em homenagem ao último veterano inglês da Primeira Guerra Mundial. Yorke declarou recentemente em entrevista para a revista "Believer" que o quinteto deve parar de fazer álbuns e se concentrar em projetos menores.

Cantora coloca a venda na web produtos desenhados por ela.
Spears também disponibilizou imagens de sua turnê 'Circus'.

Da EFE

Reprodução/Facebook do artista
Britney disponibilizou também fotos de sua nova turnê (Foto: Reprodução/Facebook do artista)

A cantora Britney Spears lançou nesta quinta-feira (13) uma linha de presentes virtuais na internet, que serão vendidos na rede social Facebook, informou a imprensa local.


A artista, que conta com cerca de 2 milhões de fãs no site de relacionamentos, lançou, na quarta-feira, seis produtos desenhados por ela, assim como imagens de sua turnê "Circus". Cinco deles serão vendidos por US$ 2 e um será distribuído gratuitamente, mas em uma versão limitada.


Os usuários do Facebook poderão adquirir estes presentes e enviá-los a quem quiser, como o sistema que já funciona atualmente no Facebook.

 

 

A criação destes objetos virtuais foi obra da especialista em informática Susan Kare, famosa por criar ícones, que, nos anos 80, desenhou alguns dos símbolos dos computadores Macintosh.


Esta iniciativa transformou Britney "na primeira artista global que oferece presentes virtuais específicos no Facebook", segundo o blog da cantora.

Glener Uehara/Divulgação
  • Leonardo durante entrevista em São Paulo sobre lançamento do DVD "Esse Alguém Sou Eu" (11/08/2009)

Os 26 anos de carreira de Leonardo, sozinho no palco e somados ao lado do irmão Leandro, foram transformados em um novo CD e DVD ao vivo. O trabalho "Esse Alguém Sou Eu", com repertório escolhido pelos fãs e uma grande produção envolvida, já é definido pelo próprio cantor como um show de "respeito". "Eu acho que esse é o meu melhor trabalho", orgulha-se.

O registro ao vivo chega este mês às lojas em DVD com 24 faixas, entre elas as duas inéditas "Flor do Meu Sertão" e "O Cara Errado", além da faixa-título, música de autoria de Victor (que faz dupla com Léo) que é o carro-chefe deste trabalho. "É uma canção de refrão forte. E a dupla é maravilhosa, eles têm voz de veludo. O sertanejo só tem a ganhar com essa molecada", elogia.

O CD sai com repertório mais enxuto: são 18 músicas no total. Entre as faixas excluídas do disco estão os sucessos "Talismã"/"Desculpe, Mas Eu Vou Chorar", "Não Aprendi A Dizer Adeus" e "Sonho Por Sonho"/"Pense Em Mim", que no DVD aparecem numa sessão acústica, com o cantor sentado num banquinho na passarela que o leva até o meio do público.

O show ganha clima de cabaré quando Leonardo leva ao palco três músicas de Waldick Soriano para interpretar. Com chapéu e óculos escuros, o sertanejo canta e encena "Paixão de Um Homem", "Na Hora do Adeus" e "Eu Não Sou Cachorro Não". "Sou muito fã dos boleros, por isso busquei o velho Waldick, que é muito apaixonado. Foi para mim mesmo que gravei", conta.

Assim como
Zezé Di Camargo & Luciano, Leonardo também escolheu gravar seu DVD em São Paulo, no Credicard Hall. "A ideia do meu DVD é recente, dentro de um mês ensaiamos e já gravamos. Mas o deles já estava pronto. Estava esperando eles lançarem, mas aí demoraram e agora coincidiu", conta, rindo. "Foi em Goiás que eu comecei, mas foi em São Paulo que minha carreira se consolidou. Tenho um carinho muito grande pela capital, mas penso também em gravar um DVD na minha terra, no meu Goiás".

via UOL

Efe
  • Neil Young durante show no Rock in Rio Madri, Espanha (27/06/2008)

LOS ANGELES (Reuters) - Neil Young, que não escondeu seu desdenho pelos Grammy que já ganhou, receberá uma premiação humanitária do grupo que distribui o maior prêmio musical.

O cantor e escritor canadense, de 63 anos, será homenageado durante a 20a festa anual MusiCares, em Los Angeles, no dia 29 de janeiro, dois dias antes do Grammy.

O evento, que consiste de um jantar e um show, levanta fundos para ações da MusiCares, que ajudam músicos com necessidades financeiras, médicas e pessoais. Homenageados anteriores incluem Neil Diamond, Aretha Franklin, Billy Joel, Brian Wilson, Natalie Cole e Elton John.

Young, famoso por "Heart of Gold", "Like a Hurricane" e "Hey Hey, My My (Into the Black)", é co-fundador do Farm Aid, que arrecada fundos para fazendeiros. Ele também apresenta os shows anuais Bridge School, no norte da Califórnia, que ajudam a financiar educação para jovens.

"Eu não sou material para o Grammy", ele disse em entrevista em 1987 publicada em sua biografia autorizada. "Odeio aquela m.... Não tem nada a ver com rock 'n' roll. Só tem a ver com Hollywood".
via UOL

Universal relança versões remasterizadas de 'Got to be there' e 'Ben'.
Cantora Demi Lovato aparece roqueira em seu novo 'Here we go again'.

Do G1,

MICHAEL JACKSON - "GOT TO BE THERE" E "BEN"
Divulgação
Divulgação
Gravadora: Universal

A estreia solo de Michael Jackson, então adolescente, e o disco que saiu em seguida, no mesmo ano de 1972, pela lendária gravadora Motown, estão sendo relançados agora no Brasil em CDs remasterizados pela Universal. "Got to be there" e "Ben" vão além da função de meros caça-níqueis. Os dois álbuns resgatam a era da inocência na tão conturbada trajetória do rei do pop, morto aos 50 anos. Canções clássicas como "Ain't no sunshine", do mestre Bill Withers, que abre o primeiro disco, foram imortalizadas por sua voz infantil e até hoje são sinônimo do que há de mais autêntico na soul music. Já "Ben", além da faixa-título, traz as ótimas versões de "My girl" e "What goes around comes around", entre outras. (LÍGIA NOGUEIRA)

  

 DEMI LOVATO – "HERE WE GO AGAIN"
Divulgação
Divulgação
Gravadora: Universal

Da última leva de estrelas teens da Disney (Jonas Brothers, Hannah Montana, High School Musical), Demi Lovato é seguramente a mais roqueira. Ela não esconde a preferência, seja se apresentando com uma camiseta do AC/DC em São Paulo ou falando sobre heavy metal (já se declarou fã de Dimmu Borgir e Lamb of God, entre outros). Por isso as guitarras altas da faixa-título de seu segundo disco "Here we go again" e o tom épico de "U got nothin' on me" não são surpresas, mas sinais de uma artista escolhendo seus caminhos. Mas ela também sabe jogar o jogo pop, como em "Every time you lie" e na balada "World of chances" (parceria com o bom garoto John Mayer, de quem também é fã). Ainda assim, esse será por um bom tempo o melhor disco da coleção da sua irmã mais nova. (AMAURI STAMBOROSKI JR.)

 

MOBY - "WAIT FOR ME"
Divulgação
Divulgação
Gravadora: EMI

Um discurso do cineasta David Lynch ("Twin Peaks") foi o ponto de partida para que o DJ, compositor e multiinstrumentista nova-iorquino Moby começasse a trabalhar em seu nono álbum de estúdio. "Wait for me", como foi intitulado, resgata a melancolia de "Play", um de seus melhores trabalhos. Gravado inteiramente em um estúdio montado em casa e com a colaboração de alguns convidados desconhecidos do mainstream, o disco reúne as melodias sombrias que tornaram o artista famoso há uma década. Um dos pontos altos é "Pale horses", com vocal de Amelia Ziria Brown, mas as 16 faixas funcionam bem quando ouvidas na ordem do álbum. (LN)

  

LUCAS SANTTANA – "SEM NOSTALGIA"
Divulgação
Divulgação
Gravadora: YB

Desde seu lançamento, já se tornou clichê dizer que o novo álbum do baiano Lucas Santanna "reinventou o violão" – afinal, realmente o fez. Ou pelo menos trabalhou com afinco em esgotar as possibilidades do instrumento, da percussão ao sample, passando pelos dedilhados, acordes abertos e outros artifícios. Do clima Jorge Ben de "Cira, Regina e Nana" às parcerias com Arto Lindsay, como a dark "Night time in the backyard", "Sem nostalgia" é um disco introspectivo, daqueles que saem após o autor voltar de um exílio, espiritual, físico ou de si mesmo – que em momentos remete a "Transa", disco de Caetano Veloso de 1972. Para além das listas de melhores do ano em que deve figurar, é um álbum para ser redescoberto ao longo do tempo. (ASJ)

Roddy Bottum diz que a banda se apresentará em SP em novembro.
Show será no festival Maquinaria - ingressos custam até R$ 450.

Do G1, em São Paulo

Integrantes da banda norte-americana Faith No More. (Foto: Divulgação)

O roqueiro Roddy Bottum, tecladista do Faith No More, confirmou uma apresentação da banda no Brasil em seu Twitter.

 

Em post publicado nesta terça-feira (11), o músico diz que o grupo fará um show no Maquinaria Festival, em São Paulo, no dia 7 de novembro. Segundo ele, os ingressos começam a ser vendidos na próxima sexta (14). 

 

Em comunicado enviado nesta terça à imprensa, a assessoria de comunicação do festival afirma que o evento acontecerá na Chácara do Jockey, onde as atrações serão divididas em dois palcos.

 

Os ingressos custam R$ 200 (pista) e R$ 450 (pista vip). De 14 até 30 de agosto as entradas poderão ser adquiridas pelo Ingressorápido (via telefone 4003-1212 ou site www.ingressorapido.com.br). Outras bandas ainda serão anunciadas.

 

O Faith No More já havia confirmado shows em Santiago, no Chile (no dia 10 de outubro) e em Buenos Aires, na Argentina (1º de novembro), segundo a página da banda no MySpace. Atualmente, o FNM está em turnê pela Europa.

 

Frequentemente lembrada como uma das pioneiras da mistura de rap com heavy metal, a banda tem entre seus principais integrantes o vocalista Mike Patton, Quando o grupo encerrou suas atividades, em 1998, Patton se envolveu em outros projetos, como Fantômas, Lovage e Tomahawk. O disco mais recente do FNM é o "Album of the year" (1997). 

 

Maquinaria

Quando: 7 de novembro (sábado)

Onde: Chácara do Jockey, Av. Pirajussara, s/n (altura do 5.100 da av. Francisco Morato), censura 16 anos

Quanto: R$ 200 (pista) e R$ 450 (pista vip)

 

Pontos de venda:

 

Serviço de Vendas Ingresso Rápido.
A compra pelos canais de venda do Ingresso Rápido poderá estar sujeita ao acréscimo de taxa de conveniência.
Call Center – 4003-1212
De 2ª a Sábado das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 11h às 19h.
Entregas em domicílio: São Paulo; Grande São Paulo; Campinas e região; Rio de Janeiro; Niterói; Salvador; Belo Horizonte; Curitiba; e Joinville.

www.ingressorapido.com.br

São Paulo – Capital

• Shopping Iguatemi – Show Tickets
Av. Brig. Faria Lima, 2.232/3º Piso/Alameda de Serviços
De 2ª a sábado das 10h às 21h30. Domingos das 14h às 19h30. Feriado não abre.
• Shopping Morumbi – Fnac
Av. Roque Petrônio Jr. .1.089
Todos os dias das 10h às 21h. Feriados das 12h às 21h.
• Paulista – Fnac
Av. Paulista, 901.
Todos os dias das 10h às 20h.
• Pinheiros – Fnac
Praça dos Omaguás, 34
Todos os dias das 10h às 20h.
• Vila Mariana – Digital Stadium
Rua Dr. Bacelar, 1.207
De 2ª a 6ª das 12h às 21h.30.h. Sábados das 11h às 17h30.
• Centro – Espaço Parlapatões
Praça Franklin Roosevelt, 158
De 3ª a Domingo e Feriados das 16h às 22h

Grande São Paulo e Interior

• Santo André – Posto Gravatinha
Av. Portugal, 1.756, Jardim Bela Vista
De 2ª a 6ª das 12h às 20h. Sábados e Feriados das 10h às 18h.
• Barueri, Alphaville – Livraria Solis
Al. Rio Negro, 1.033 / Alpha Shopping D / Piso Inferior
De 2ª a Sábado das 7h às 19h30
• Santana do Parnaíba, Alphaville – Newness
Av. Yojiro Takaoka, 4.528 / Loja 2 / La Ville Mall
Todos os dias das 7h às 19h
• Guarulhos – Fuji Turismo
R. Tapajós, 33C, Centro
De 2ª a 6ª das 9h às 18h30. Sábados das 10h às 14h..
• Shopping Dom Pedro, Campinas – Fnac
Av. Guilherme Campos, 500 / Loja A-017
De 2ª a Sábado das 10h às 20h. Domingos e Feriados das 12h as 19h.
• Shopping Ventura Mall, Campinas – Livraria Solis
Rua Santo Zoia, 30 / Lojas 05 e 07.
Todos os dias das 10h às 19h.
• Bauru – 100% Vídeo
Av. Getúlio Vargas, 493, Vila Mariana
Todos os dias das 10h às 24h.
• Chapelaria Tihany –
Rua Pará, 106 - Centro - São Caetano do Sul – SP
De 2ª a 6ª das 9h às 19h. Sábados das 9h às 19h.
Tel: (11)2668-5075

Rio de Janeiro – Capital

• Barra Shopping – Fnac
Av. das Américas, 4.666 / Loja B 101/114.
De 2ª a Sábado das 10h às 20h. Domingos e Feriados das 15h às 20h.
• Copacabana – Modern Sound
Rua Barata Ribeiro, 502 / loja D.
De 2ª a 6ª das 9h30 às 20h. Sábados das 9h30 às 19h.
• Leblon – Obggi 2007
Rua Carlos Góes, 234 – Lj. I
De 2ª a 6ª das 10h30 às 20h. Sábado das 10h30 às 16h.
• Lagoa – Posto Piraquê
Av. Borges de Medeiros, s/nº.
Todos os dias das 9h às 20h.
• Jacarepaguá – Alfa Turismo
R. Cândido Benício, 1.381 / Sala 201.
De 2ª a 6ª das 9h às 19h. Sábados das 9h às 14h.
• Campo Grande – Posto Ipiranga Três Pontos
Estrada do Cachamorra (em frente ao Heliogás).
Todos os dias das 9h às 20h.
• Tijuca – Posto BR Bougainville
Rua Uruguai esquina com Rua Maxell.
Todos os dias das 9h às 20h.
• Loja Vivo Ipanema
Rua Visconde de Pirajá, 443
De 2ª a 6ª das 14h às 20h
Sábados das 10h às 16h.
• Loja Vivo Leblon
Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 106-N – Shopping Leblon
De 2ª a sábado das 14h às 20h
Domingos e feriados das 15h às 21h.

Niterói RJ

• Icaraí – Posto São Bento
Rua Roberto Silveira, 283.
Todos os dias das 9h 20 às 20h.

Curitiba PR

• Barigui – Fnac
R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 / Loja 101.
Todos os dias das 10h às 20h.
• Centro – Mv.4
R. Vicente Machado, 285 – loja 02/04 ( entrada tb pela Comendador Araújo, 268 ).
De 2ªa 6ª das 9h.20 às 20h. Sábados das 9h.30 às 18h.
• Centro – Teatro Lala Schneider
R. Treze de Maio, 626.
De 3ªa 6ª das 13h às 20h. Sábados das 14h às 22h. Domingos das 14h às 21h.
• Centro – Teatro Reikrauss Benemond
Praça Tiradentes, 106.
De 2ª à 6ª das 14h às 18h. Sábados das 10h às 12h
• Shopping Estação – Teatro Regina Vogue
Av. Sete de Setembro, 2.775 / loja 2004.
2ª das 14h às 18h. De 3ª a Domingo das 14h às 22h.

Ponta Grossa - PR

• PDN Rádio Mundi PR
R. Ermelino de Leão, 703 Olarias Loja T45.
De Domingo a Sexta das 14h30 às 20h30.

Joinville SC

• Bairro Atiradores - Biergarten Chopp & Cozinha
R. Visconde de Taunay, 1.183.
De 3ª a Sábado das 13h às 20h.

Belo Horizonte - MG

• Shopping 5ª Avenida – Loja Ingresso Rápido
R. Alagoas, 1.314. - loja 27C
De 2ª a 6ª das 9h às 19h. Sábados das 10h às 14h
• BH Shopping – Livraria Leitura
Rod. BR 356, 3.049 / Loja OP51, Belvedere
De 2ª à Sábado das 10h às 21h30. Domingos das 14h às 19h30.

Juiz de Fora - MG

• Leitura Megastore
Av. Rio Branco, 2.161 – Centro (em frente ao Parque Halfeld)
De 2ª a 6ª das 9h às 20h. Sábados das 10h às 14h30

Uberaba - MG

• Loja Pro
R. Novo Horizonte, 594 – Vila Maria Helena
De 2ª a 6ª das 9h às 18h.

Brasília - DF

• Guará – Fnac
SAI / SO área 6580 LUC 149P.
Todos os dias das 10h às 20h.
• Pátio Brasil, Asa Sul – Planet Music
SCN Quadra 7 Bloco A Loja T046
De 2ª a sábado das 10h às 21.30h. Domingos das 14h às 19.30h
• Brasilia Shopping, Asa Norte – Planet Music
SCN Quadra 5 Bloco A, 172-C – Primeiro Subsolo
De 2ª a Sábado das 10h às 21.30h. Domingos das 13h às 20h.

Goiânia-GO

• Livraria Leitura
Av. T-0010, 1.300 / Sala 321A / Piso 03.
De 2ª a sábado das 10h às 22h. Domingos das 15h às 21h.

Salvador-BA

• Shopping Barra – Ticketmix
Av. Centenário, 2.992 / Piso 1 / Setor Sul (próximo a Perine).
De 2ª a Sábado das 9h às 22h. Domingos e Feriados das 14h às 20h.

• Shopping Iguatemi – Ticketmix
Av. Tancredo Neves, 148 / 2º Piso / Quadra M (ao lado da lotérica).
De 2ª a Sábado das 9h às 22h. Domingos e Feriados das 14h às 20h.
• Shopping Sumaré – Ticketmix
Av. Tancredo Neves, 1506.
De 2ª a Sexta das 9h às 19h. Sábado das 09h às 17h.

Bahia, outras cidades

• Lauro de Freitas, Shopping Estrada do Coco – Iguana Villas
Av. Santos Dumont, 6.216 / Loja 154 / Villas do Atlântico.
De 2ª a Sábado das 10h às 22h.

Porto Alegre – RS

• Cristal – Barra Shopping Sul, Fnac
Rua Diário de Notícias, 300 – Nível Jóquei
De 2ª a sábado das 11h às 21h – Domingos das 14h às 19h.

Vitória - ES

• Praia do Canto – OUT LAST (antiga Aqualung)
Rua Joaquim Lírio, 512 – Lj. 04
De 2ª a 6ª das 10h às 18h. Sábado das 14h às 14h.
• Vila Velha – OUT LAST – Shop. Praia da Costa
Shopping Praia da Costa, L3
2ª a Sábado das 10h as 22h. Domingo das 16h as 22h

Related Posts with Thumbnails