A banda gaúcha Cachorro Grande grava cenas de 'Dance agora', primeiro clipe do álbum 'Cinema'. (Foto: Otavio Souza / Divulgação)
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Quinteto gaúcho prepara vídeo da música 'Dance agora'.
Canção faz parte do repertório do álbum 'Cinema'.
Do G1, em São Paulo
Cantor faria 51 anos no dia 29 de agosto.
Corpo de Jackson pode ser enterrado no cemitério de Forest Lawn.
O cantor Michael Jackson será enterrado em 29 de agosto, dia em que completaria 51 anos, no cemitério Forest Lawn, em Los Angeles, disse nesta segunda (17) o pai do artista, Joe Jackson, ao jornal "Daily news".
O corpo do rei do pop permanece congelado nas instalações deste cemitério, segundo a imprensa, à espera de que seus parentes decidam sobre o destino final do astro, que morreu em 25 de junho.
A princípio, especulou-se a possibilidade de que fosse enterrado em seu rancho Neverland, opção defendida por um dos irmãos, Jermaine Jackson, mas isso acabou sendo descartado, devido a problemas legais.
O pai do cantor propôs, na semana passada, que Michael fosse enterrado em las Vegas, em seu santuário, construído especialmente para a ocasião e que se transformaria em um local de peregrinação para os fãs.
No entanto, parece que ganhou terreno a ideia de um enterro no cemitério Forest Lawn de Los Angeles, como informou hoje Joe Jackson, que disse que a decisão foi tomada nos últimos dias.
Neste cemitério, no qual Michael será enterrado em um caixão banhado em ouro, descansam outros artistas, como David Carradine e Bette Davis.
Michael Jackson morreu de forma repentina em 25 de junho, em Los Angeles, por causas que oficialmente ainda não foram divulgadas, apesar de os resultados da autópsia estarem nas mãos das autoridades.
O relatório dos exames legistas feitos no corpo do cantor não será revelado enquanto continuar a investigação policial para esclarecer como ocorreu a morte de Michael.
'Mal sei como entrar no sistema', diz atriz e cantora a revista.
Em entrevista, Lopez também falou sobre maternidade e carreira.
A cantora e atriz Jennifer Lopez confessou ter fobia de informática e se declarou incapaz de mexer em um computador, e, por isso, não usa a internet, segundo publicou nesta segunda-feira (17) a revista "InStyle".
"Sou terrível com os computadores. Nunca me aproximo de um. Não gosto. Mal sei como entrar no sistema, portanto nunca me conecto à internet", disse a artista.
As declarações estão contidas no trecho de uma entrevista concedida à "InSyle" e antecipado no site da publicação, e que sairá na íntegra na edição de setembro.
Jennifer confessou idolatrar a americana Barbra Streisand, a quem admira por sua carreira multifacetada.
"Amo o que faz. É uma cantora, atriz e também fez direção, faz tudo", afirmou a cantora, que disse ter usado um dos sucessos de Streisand, "My man", para homenagear o marido.
"Foi a canção perfeita para ele. Fiz ele gravá-la para que assim pudesse ouvir no carro", afirmou Jennifer, que declarou ainda que a maternidade mudou sua maneira de viver.
"Há um você antes de filhos e outro depois, e não são o mesmo. Muda totalmente a perspectiva de tudo. Já não é você em primeiro lugar, há alguém com que se preocupa mais que consigo mesmo", disse.
Os gêmeos, Max e Emme, nascidos em fevereiro de 2008, também foram fonte de inspiração para algumas músicas, apesar de atualmente Jennifer ter freado sua produção musical.
"Estou em um ponto de minha vida no qual não tenho a necessidade de lançar algo a não ser que sinta que diz totalmente o que quero dizer", explicou.
A artista contou que é fã de livros sobre relacionamentos.
"Estou constantemente tratando de decifrá-lo. É a pergunta interminável sobre qual é a chave para o amor?", afirmou.
Cantora completa 51 anos neste domingo (16).
Fãs cantaram 'Parabéns' em inglês e polonês.
Da France Presse
A data exata do aniversário da cantora é 16 de agosto (domingo). Os fãs lançaram milhares de corações brancos feitos de cartolina e cantaram "Parabéns" em inglês e também em polonês.
Visivelmente emocionada, Madonna disse: "Adoro o que faço e vocês mudam a minha vida. É o presente de aniversário mais lindo que já recebi".
Este é o primeiro show da cantora americana na Polônia, que chegou ao país para mais uma etapa de sua turnê "Sticky and Sweet".
Quando estava cantando "Holiday", Madonna prestou homenagem a Michael Jackson, morto no fim de junho. Os organizadores mostraram uma foto em branco e preto de "Jacko" e um bailarino imitou o rei do pop com a música "Billy Jean".
G1 lista os artistas que foram convidados mas não tocaram em Woodstock.
'Show poderia ter mudado nossa carreira', diz baterista do Iron Butterfly.
Do G1, em São Paulo
Como "marco de geração" que se preze, Woodstock tem direito ao seu próprio hino. "Woodstock", a música, foi escrita por Joni Mitchell e ficou famosa na voz de Crosby, Stills Nash & Young, em 1970. Versos como "quando chegamos em Woodstock/ Nós tínhamos a força de meio milhão/ E por toda a parte, uma música e uma celebração" são lembrados com carinho pelos frequentadores do festival. Só que existe um porém: Mitchell não esteve em Woodstock.
A cantora folk canadense recusou o convite porque tinha uma aparição marcada para o programa de TV "The Dick Cavett show", e acabou acompanhando o festival pela televisão em seu quarto no hotel. A letra foi escrita com base nas histórias contadas pelo seu namorado, Graham Nash, que se apresentou em Bethel. "A impossibilidade de ter ido ao festival me deu um ângulo intenso sobre Woodstock", disse a compositora na época.
Mitchell não está sozinha nas fileiras dos artistas convidados que desistiram (ou não conseguiram chegar ao) do festival. Uma das ausências mais lembradas é do The Doors, e as versões do motivo da sua falta são as mais variadas, e costumam recair sobre o vocalista Jim Morrison.
Alguns relatos dão conta que o cantor tinha medo de que tentassem matá-lo, outros falam que ele não gostava de festivais a céu aberto e muito menos de hippies. Uma história mais prosaica seria de que a banda ficou presa no congestionamento monstruoso que aconteceu nos segundos e terceiros dias de Woodstock mas o baterista John Densmore pode ser visto no palco nas gravações do show de Joe Cocker no domingo.
Azar de verdade teve o Iron Butterfly a banda sul-africana havia viajado para os EUA para tocar no festival, mas não conseguiu um helicóptero que os levasse para o palco. Uma das histórias diz que o empresário da banda, dona do hit "In-A-Gadda-Da-Vida" (um épico de 17 minutos de 1968), ligou para a organização e exigiu que um helicóptero viesse buscar o grupo, que subiria ao palco e tocaria imediatamente e que depois do show seria levado de volta ao hotel.
A organização falou que retornaria a ligação avisando se seria possível atender às suas exigências mas o telefone não voltou a tocar. O baterista Ron Bushy admitiu, anos depois, que ter perdido a oportunidade de estar em Woodstock teria sido importante para a banda, que acabou pela primeira vez em 1971. "Com certeza teria mudado a nossa carreira".
Outras bandas mais famosas também fugiram do festival graças aos empresários, como foi o caso do Led Zeppelin. A gravadora e o promotor norte-americano do grupo de Jimmy Page gostavam da ideia, mas Peter Grant declinou o convite. "Em Woodstock nós seríamos apenas mais um nome na lista de shows". A banda seguiu incólume com sua turnê pelo país, atraindo multidões aos ginásios onde se apresentava, tocando em New Jersey no mesmo fim de semana do festival.
O Jethro Tull também preferiu não entrar na lista de bandas apesar de até hoje o vocalista e flautista Ian Anderson ouvir relatos de fãs sobre seu show em Woodstock. Anderson já foi citado dizendo que não queria "passar um fim de semana em uma fazenda cheia de hippies sem banho".
Dentre os artistas convidados que não tocaram naquele fim de semana em 1969 (a lista ainda inclui Bob Dylan e Moody Blues, entre outros) e que mais pareceram arrependidos estão os Byrds. O grupo de folk rock californiano, já na sua fase country, declinou porque os integrantes queriam descansar da última turnê.
Mas o arrependimento não foi pela diferença que o show teria feito em sua carreira, mas por terem perdido a grande experiência de sua geração, explica o baixista John York. "No final, todos dissemos 'não' (para a oferta) e fomos descansar, e acabamos perdendo o festival mais divertido de todos".
Cantor saiu ileso, mas foi levado à delegacia para esclarecer ocorrido.
Ele já havia sido condenado a dois anos sem licença para dirigir.
Da EFE
O cantor britânico George Michael saiu ileso de um acidente depois que o carro que dirigia bateu em um caminhão no sul da Inglaterra.
O acidente ocorreu na madrugada de sexta-feira (14) e, em seguida, o cantor foi levado à delegacia para esclarecimentos, diante da suspeita de que estivesse dirigindo sob efeito de álcool ou drogas.
George Michael foi interrogado durante quatro horas e posto em liberdade sem acusações. O cantor, de 46 anos, acaba de sair de uma condenação de dois anos sem licença para dirigir por ter sido flagrado drogado conduzindo um veículo.
O motorista do caminhão, Laurie Rowe, disse ao jornal "Daily Mail" que o cantor "parecia estar completamente desorientado e não tinha nem ideia do que estava acontecendo".
"Ele parecia totalmente atordoado e tentou até subir na cabine do meu caminhão. Não parava de dizer que temia ir para a prisão", disse o caminhoneiro, que assegurou que antes da batida viu pelo retrovisor o Land Rover de George Michael andar de forma inconstante pela estrada.
Cantora se apresenta dia 16 de setembro em SP e 17 no Rio.
Ingressos para as noites nas duas capitais já estão à venda.
Do G1, em São Paulo
Depois de sua estreia em palcos brasileiros no festival Planeta Terra em 2007, a cantora inglesa Lily Allen retorna ao país para duas apresentações: dia 16 de setembro no Via Funchal, em São Paulo, e dia 17 de setembro na HSBC Arena, no Rio de Janeiro.
As vendas de ingressos para o show na capital paulista começaram na última quarta-feira (29).
Para a noite do Rio, as entradas começaram as ser vendidas nesta quarta (5). Nos dias 5 e 6 de agosto, a venda será exclusiva para clientes HSBC. A venda para o público em geral será a partir de sexta-feira (7).
A polêmica artista britânica fez sua primeira aparição em julho de 2006, e seu primeiro single, "Smile", chegou ao primeiro lugar nas paradas do Reino Unido.
Os shows de Lily Allen no Brasil e na Argentina em setembro fazem parte da turnê de lançamento de seu mais recente álbum, "It's not me, it's you", que já passou pelo tradicional Festival de Jazz em Montreux e, atualmente, está correndo diversos países da Europa.
No Brasil, a jovem artista teve seus álbuns lançados pela EMI, e já alcançou o topo das paradas radiofônicas com a música de trabalho "The fear", incluída na trilha da novela "Caras e Bocas", da TV Globo.
São Paulo
Quando: 16 de setembro (quarta), às 22h
Onde: Via Funchal, Rua Funchal, 65, V. Olímpia, ![]()
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(11) 2198-7718
(Call Center)
Quanto: R$ 280 (pista premium, em pé) / R$ 180 (pista) / R$ 150 (mezanino) / R$ 250 (camarote)
Ingressos:
Vendas online: www.viafunchal.com.br
Pontos de venda:
Newness (Livros e Revistas) - Av. Yojiro Takaoka, 4528 - Loja 02 - La Ville Mall (Alphaville-Santana do Parnaíba) - Somente Cartões de Crédito (Mastercard, Diners e Visa). Taxa de Conveniência: 18%
FUJJI TURISMO
Rua Tapajós, 33C - Guarulhos SP (Paralela com Av. Paulo Faccini) - Somente Cartões de Crédito (Mastercard, Diners e Visa). Taxa de Conveniência: 18%
Os ingressos de estudantes são vendidos apenas nas bilheterias da Via Funchal.
Rio de Janeiro
Quando: 17 de setembro/2009 (quinta-feira), às 21h30
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, tel. ![]()
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Quanto: R$ 120 (pista e nível 1) e R$ 240 (área vip e camarote)
Informações: www.hsbcarena.com.br
Ingressos:
Vendas online: www.ingresso.com
Televendas: 4003-2330
Pontos de Venda credenciados:
Somente Pagamento com Cartões de Crédito
Quiosque Americanas.com - Barra Shopping / Rio Sul / Uruguaiana / Visconde de Pirajá / Norte Shopping / Niterói Plaza / Botafogo Praia Shopping / Leblon
Somente Pagamento em Dinheiro
Postos BR Mirili / Posto BR Radial Oeste / Posto BR Bougainville / Posto BR Piraquê /Modern Sound
Em 15 de agosto de 1969, há exatos 40 anos, o mundo conhecia Woodstock, sem saber que, após este dia, nunca mais seria o mesmo. O festival, anunciado como uma "celebração aquariana", representou muito mais do que poderiam sonhar seus idealizadores; em apenas um fim de semana sagrou-se como o mais influente de todos os tempos, bem como a principal vitrine para os movimentos de contracultura que se opunham a caretice e a intolerância política, social e sexual vigentes na época. O resto, é história.
O fato é que o ideal de paz e amor, difundido pelos hippies e contestado desde sempre por sua utópica natureza, nunca esteve tão próximo de se tornar realidade como naqueles 3 dias. O legado deste inigualável evento sobrevive até hoje na imaginação dos aficionados pela boa música, sobretudo entre aqueles que ainda consideram ser possível de alguma forma repeti-lo.
Ledo engano. Em 1999 uma tentativa de reeditar o festival, em virtude de seu aniversário de 30 anos, terminou em quebra-quebra, pancadaria, incêndios e casos de estupro. Prova, indiscutível, de que os tempos já eram outros. Recentemente um projeto semelhante nem saiu do papel, sucumbiu por falta de quem o financiasse. Melhor assim.
Posto isto, a seguir, um top 10 contendo razões pelas quais Woodstock seria impensável atualmente:
1. Um evento em que se padece por falta de banheiros, tendas de alimentação, atendimento médico, local apropriado para camping e por engarrafamentos quilométricos pode ter despertado compaixão em 1969; em 2009, suscitaria reclamações e processos judiciais.
2. Considerar que um festival de rock atrairia público estimado em meio milhão de pessoas sem recorrer à escalação de bandas de apelo radiofônico e artistas cujo carisma supera o talento é utopia maior do que acreditar na viabilidade da paz e do amor.
3. E o que dizer do Motel El Monaco, única hospedaria da região? Sem sala de ginástica, heliporto, wi-fi zone, telão de plasma, jacuzzi, cama King size duvido que as estrelas de hoje topariam passar sequer uma noite lá.
4. Quatro jovens se encontram, a partir de um anuncio de jornal, e resolvem tocar um projeto que se torna o maior encontro musical da história. Bonito, mas sem se associar a um grande patrocinador, daqueles que metem uma logo-marca gigante da empresa atrás do palco? Impossível.
5. Isso sem mencionar que reunir num mesmo festival um elenco a altura de Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who, Crosby Still, Nash & Young, Gratful Dead e Creedence Clearwather Revival seria, no mínimo, bastante improvável.
6. Complicado, também, seria reunir hoje em dia uma plateia disposta a acreditar que um festival de música pode chegar a transformar o mundo para melhor.
7. Os hambúrgueres eram vendidos por U$ 1, o que nem na época era muito dinheiro, e ainda teve gente que reclamou de exploração. Mal sabiam eles como isso iria piorar.
8. Apesar de ser idealizado como um evento comercial, quando a organização percebeu que o público atraído superava em muito a estrutura disponível ordenou que as cercas fossem postas abaixo. Todo mundo entrou de graça e tudo certo. Quem duvida que, fosse agora, centenas tomariam cacetada ou parariam no xilindró?
9. Aliás, em 2009, que corpo de bombeiros, defesa civil ou similar liberaria um evento para 500 mil pessoas muito loucas numa fazenda lamacenta no meio do nada? Apesar da necessidade de se declarar calamidade pública na região, uma catástrofe maior foi evitada e apenas 2 pessoas morreram. Isso sim é sorte.
10. Woodstock, tal como foi, não seria possível nem no ano seguinte, quiçá 40 anos depois. O trauma na cidade que abrigou o festival, Bethel, foi tamanho que logo após o encerramento votou-se uma lei que impedia qualquer iniciativa semelhante no futuro. Paz e amor, nos olhos dos outros, é refresco!
via instante posterior
