Instrumento levou seis meses para ficar pronto.

Da BBC

Um flautista do oeste da Índia conseguiu fabricar um instrumento de quase 2,5 metros de comprimento.

Ao todo, foram seis meses de trabalho, nos quais Azzrudin contou com a ajuda de seu professor, o também flautista Pandit Keshav Ginde.

 

Assista ao vídeo

 

 

Foto: Reprodução/BBC
O flautista Azzrudin mostra sua criação. (Foto: Reprodução/BBC)

 

"A flauta tem quase 2,5 metros de comprimento e 7,5 centímetros de largura. Ela tem nove buracos e é feita a partir de um cano de PVC", diz Azzrudin.


O flautista se inspirou na divindade hindu krishna para fabricar o instrumento gigante.


Krishna é muita vezes representado com uma flauta. Segundo as histórias sobre o Deus, ele encantava com sua música humanos, animais e plantas.

Cantora apresentou hits como 'Smile' e 'The fear'.
Lily toca no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (17).

Lily Allen em show em São Paulo, na noite de quarta (16). (Foto: Daigo Oliva / G1)

Com pouca roupa e muita disposição, Lily Allen abriu sua segunda passagem pelo Brasil com um show em São Paulo na noite desta quarta-feira (16). Vestindo uma camiseta, um short curto e tênis nos pés, a cantora inglesa abriu o show pouco após as 22h com "Everyone´s at it", uma das primeiras músicas a serem divulgadas de seu novo álbum, "It`s not me, it`s you". A cantora se apresenta no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (17).

Pulando de um lado para o outro e sorrindo bastante, Allen parecia à vontade no palco e com sua banda de apoio – teclado, baixo, bateria e guitarra. Ao fundo, seu nome estava escrito em um letreiro, e ela tomava algum líquido por um canudinho em um copo de plástico nos intervalos – quando também tragava um "cigarro eletrônico" para contornar a lei estadual antifumo.

 

Veja fotos do show de Lily Allen em São Paulo

"Esse foi o melhor começo de show da minha vida", disse após a terceira faixa do show, "Never gonna happen". Na maquiagem, além do batom roxo (ou lilás, dependendo do ângulo), um detalhe com as cores da bandeira do Brasil saltava ao lado do olho direito.

Na plateia, boa parte dos quatro mil fãs gritavam a cada comentário de Lily, que também não pareceu se intimidar com o público um pouco esparso – era possível ver vários espaços vazios no Via Funchal. Pela metade do show, depois de tocar "Oh my God" do Kaiser Chiefs e "Everything's just wonderful", a cantora tirou sua blusa, revelando por baixo dela uma regata preta, com as costas à mostra. 

 

No lugar das influências de ska jamaicano que marcaram seu primeiro álbum e sua primeira apresentação errática em 2007 no Brasil, a nova Lily traz um electro rock com músicas que beiram o synth pop dos anos 80. O show ainda tem espaço para um "momento jazzy", nas palavras dela, com baladas mais açucaradas como "He wasn't there" e "Littlest things". 

 

Sensual



Quando chega a vez do ska, como em "Smile" (que ela abre pedindo sorrisos para a plateia), a música se transfigura no meio, virando um drum'n bass e voltando ao reggae enquanto Lily rebola de costas para o público.

"Vocês são incríveis pra c...", diz, com um pano com bandeiras do Brasil estampadas na mão. A cantora volta à sensualidade na música seguinte, o hit "The fear", em que ameaça mostrar os seios.

Para o bis, voltou ao palco descalça, cantando uma cover de "Womanizer", hit de Britney Spears. Antes de começar "Fuck you", dedica a música a George W. Bush, e os fãs concordam, cantando a letra com os punhos erguidos acompanhados do dedo médio em riste. 

 

Fechando a noite, Lily pergunta se a platéia gosta de country antes de emendar "Not fair", música em que brinca de ser Nancy Sinatra. Terminado o show, ela corre do palco, logo seguida pela banda. Saldo final: ingressos de até R$ 280 e show de uma hora e quinze minutos. O modelo fast food pode até funcionar, mas que deixa o público decepcionado e as casas de shows semi-vazias, isso deixa.

Lily Allen no Rio de Janeiro
Quando:
quinta-feira (17), às 21h30
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, tel. (21) 3035-5200
Quanto: R$ 120 (pista e nível 1) e R$ 240 (área vip e camarote)
Informações: www.hsbcarena.com.br

Ingressos:

Vendas online: www.ingresso.com
Televendas: 4003-2330
Pontos de Venda credenciados:
Somente Pagamento com Cartões de Crédito
Quiosque Americanas.com - Barra Shopping / Rio Sul / Uruguaiana / Visconde de Pirajá / Norte Shopping / Niterói Plaza / Botafogo Praia Shopping / Leblon
Somente Pagamento em Dinheiro
Postos BR Mirili / Posto BR Radial Oeste / Posto BR Bougainville / Posto BR Piraquê /Modern Sound

Projeto 'Beatles'69' contou com a participação de 63 artistas.
Milton Nascimento fez dueto póstumo com Elis Regina.

 Do G1, no Rio

 

Em 2008, ele reuniu um time de mais de 90 artistas da música brasileira para comemorar os 40 anos de lançamento de  "The Beatles", clássico da banda conhecido como "Álbum branco". Agora, menos de um ano depois, o produtor e pesquisador musical Marcelo Fróes volta a escarafunchar o baú dos Fab Four para resgatar todas as canções de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr nascidas em 1969 e produzir uma nova homenagem a outro quarentão, o disco "Abbey road", o último e mais vendido do quarteto.


"Muita gente se queixou comigo por não ter participado da homenagem ao 'Álbum branco'. Me perguntavam se iria fazer algo semelhante de novo. Isso acabou me motivando. Então, surgiu o projeto 'Beatles'69'", explica Fróes, jornalista e produtor musical, fazendo questão de ressaltar que não se trata de um tributo, mas, sim, de um "estudo de repertório".

Ao todo, 63 artistas participaram da empreitada, que foi transformada em três CDs de 21 faixas cada um - todas gravadas em inglês. O elenco inclui Ivan Lins, João Donato, Paula Morelenbaum, Frejat, Detonautas, Capital Inicial, Jota Quest, Ultraje a Rigor e Wanderléa, entre outros.

 

Fróes conta ainda que cada artista licenciou por conta própria a sua música, o que acabou baixando sensivelmente os custos do projeto, que deve ser lançado até o final deste mês de maneira independente.

"Praticamente todo mundo que foi contatado topou participar, com exceção de alguns casos raros de desistência por problemas de agenda", diz o produtor. Para ele, uma ausência foi mais sentida.

"Teríamos Sá, Rodrix & Guarabyra, mas, infelizmente, isso não pôde ser possível", lamenta Fróes, referindo-se à morte do cantor e compositor Zé Rodrix, em 22 de abril deste ano, aos 61 anos. "Mas, numa próxima oportunidade, Sá & Guarabyra vão participar", afirma.


O projeto ainda traz algumas curiosidades, como o encontro virtual entre Milton Nascimento e Elis Regina na faixa "Golden Slumbers/Carry that weight" e a gravação da música "How d' you do", de Paul McCartney, na voz de Mallu Magalhães. A canção foi engavetada pelo ex-Beatle, em 1969, e permancia inédita até agora. 

 

Sotaque nordestino

A paixão pelo conjunto inglês também fez com que dois dos mais conhecidos cantores brasileiros participassem do projeto: o paraibano Zé Ramalho, que regravou "Another day" (esta já da fase solo de McCartney, porém composta em 1969 quando o músico ainda era um integrante da banda); e o cearense Fagner, com uma releitura de "The long and winding road".

"É a realização de um sonho. É uma música que eu sempre cantei a vida toda. Cheguei a fazê-la ao vivo algumas vezes, sozinho, ao piano. Finalmente tive a oportunidade de gravá-la. Fiquei muito feliz em participar", comemora Fagner.

Zé Ramalho, que recentemente dedicou discos inteiros a Raul Seixas, Luiz Gonzaga e Bob Dylan, explica que sente "um prazer muito grande" ao regravar canções. E revela seus métodos. "Procuro sempre colocar elementos de MPB e de música do Nordeste, como sanfonas, além da minha interpretação pessoal". E por que "Anoter day"?

"Assim como 'Eleanor Rigby', essa canção fala sobre pessoas solitárias, que têm uma história triste, esperando que algo aconteça e lhes tire desta solidão. São coisas com as quais me identifico muito", explicou o cantor, que não descarta a possibilidade de um projeto "Zé Ramalho canta Beatles". "É uma idéia que estou amadurecendo", diz, fazendo mistério. 

 

Novos ângulos

O capricho com a produção também pode ser percebido na arte do projeto. Todas as fotos que ilustram as capas dos CDs foram concebidas pelo designer Ricardo Leite, seguindo um conceito que deve agradar aos fãs da banda.

 

"Quem nunca visitou Abbey Road, não sabe como é a rua londrina [onde fica o estúdio homônimo que está na capa do disco original] por outro ângulo. Por isso, resolvemos retratar o lugar de maneiras diferentes: a versão clássica da capa original, com pequenas atualizações sobre a fotografia de Iain MacMillan; a visão oposta à da foto dele; e o que os Beatles estariam vendo quando atravessavam a rua na hora da foto", explica Leite.

 

 

Foto: Divulgação

Capas dos três CDs do tributo ao 'Abbey road' (Foto: Divulgação)

Cantora faz show no Rio de Janeiro na quinta-feira (17).
Ingressos para as noites nas duas capitais estão à venda.

Do G1, em São Paulo

A cantora inglesa Lily Allen. (Foto: AFP)

Depois de sua estreia em palcos brasileiros no festival Planeta Terra em 2007, a cantora inglesa Lily Allen retorna ao país para duas apresentações: nesta quarta (16) no Via Funchal, em São Paulo, e quinta (17) na HSBC Arena, no Rio de Janeiro.

 

Ainda há ingressos à venda. Os preços das entradas vão de R$ 120 a R$ 280. 

 

A polêmica artista britânica surgiu em julho de 2006, e seu primeiro single, "Smile", chegou ao primeiro lugar nas paradas do Reino Unido.

 

Os shows de Lily Allen no Brasil e na Argentina em setembro fazem parte da turnê de lançamento de seu mais recente álbum, "It's not me, it's you", que já passou pelo tradicional Festival de Jazz em Montreux e, atualmente, está correndo diversos países da Europa.

No Brasil, a jovem artista teve seus álbuns lançados pela EMI, e já alcançou o topo das paradas radiofônicas com a música de trabalho "The fear", incluída na trilha da novela "Caras e Bocas", da TV Globo.

 

São Paulo

Quando: quarta (16), às 22h

Onde: Via Funchal, Rua Funchal, 65, V. Olímpia, (11) 2198-7718 (Call Center)
Quanto: R$ 280 (pista premium, em pé) / R$ 180 (pista) / R$ 150 (mezanino) / R$ 250 (camarote)

  

Ingressos:

Vendas online: www.viafunchal.com.br

Pontos de venda:
Newness (Livros e Revistas) - Av. Yojiro Takaoka, 4528 - Loja 02 - La Ville Mall (Alphaville-Santana do Parnaíba) - Somente Cartões de Crédito (Mastercard, Diners e Visa). Taxa de Conveniência: 18%
FUJJI TURISMO
Rua Tapajós, 33C - Guarulhos – SP (Paralela com Av. Paulo Faccini) - Somente Cartões de Crédito (Mastercard, Diners e Visa). Taxa de Conveniência: 18%

Os ingressos de estudantes são vendidos apenas nas bilheterias da Via Funchal.

 

Rio de Janeiro

Quando: quinta-feira (17), às 21h30

Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, tel. (21) 3035-5200

Quanto: R$ 120 (pista e nível 1) e R$ 240 (área vip e camarote)

Informações: www.hsbcarena.com.br

 

Ingressos:

 

Vendas online: www.ingresso.com
Televendas: 4003-2330
Pontos de Venda credenciados:
Somente Pagamento com Cartões de Crédito
Quiosque Americanas.com - Barra Shopping / Rio Sul / Uruguaiana / Visconde de Pirajá / Norte Shopping / Niterói Plaza / Botafogo Praia Shopping / Leblon
Somente Pagamento em Dinheiro
Postos BR Mirili / Posto BR Radial Oeste / Posto BR Bougainville / Posto BR Piraquê /Modern Sound

Presidente comentava gafe do rapper em premiação da MTV.
Artista tomou o microfone da cantora Taylor Swift no VMA.

Do G1, em São Paulo

O site de jornalismo de entretenimento TMZ publicou nesta terça-feira (15) um áudio em que uma voz identificada como a do presidente dos EUA, Barack Obama, chama o rapper Kanye West de "jackass" por sua gafe durante a cerimônia do Video Music Awards.

O áudio foi gravado pouco antes de Obama gravar uma entrevista para a CNBC.

 

Ouça o aúdio (em inglês) no site da TMZ

 

West roubou a cena domingo (13) durante o Video Music Awards da MTV ao tomar o microfone da cantora Taylor Swift quando ela recebia o prêmio de melhor vídeo feminino.

 

Leia também: Gafe de Kanye West no VMA vira tema de piadas na internet

 

A expressão usada por Obama ("jackass") foi parar no twitter do jornalista Terry Moran, âncora da concorrente ABC e que estava presente na entrevista. 'Agora é presidencial', escreveu Moran, mas depois apagou sua mensagem.

 

"Aquilo foi inapropriado", diz Obama no áudio. "A jovem parece uma pessoa muito tranquila. Ela só está recebendo o seu prêmio. Por que ele fez aquilo?", pergunta.

 

  Desculpas

 

O rapper pediu desculpas mais uma vez pelo vexame e chorou no horário nobre da TV americana. Em uma participação no programa de Jay Leno, na NBC, o artista disse que, assim que devolveu o microfone à cantora de 19 anos, percebeu que estava errado.

 

"Isso foi rude, ponto final", disse West, acrescentando que gostaria de pedir desculpas à cantora pessoalmente e que agora vai refletir sobre sua conduta.

 

"Nunca tirei uma folga de verdade, sabe, música depois de música e turnê atrás de turnê. Estou me sentindo envergonhado porque a minha dor se transformou na dor de outra pessoa."


Durante a premiação, West roubou o microfone de Swift, dizendo que o melhor vídeo tinha sido o de Beyoncé. A MTV disse que West, que havia sido visto bebendo álcool no tapete vermelho, foi expulso da cerimônia. Ele foi sonoramente vaiado pela plateia ao ser citado depois do incidente.


Na segunda-feira, ele pediu desculpas pelo vexame em seu site. "Errei por ter ido ao palco e roubado o momento dela."


Beyoncé ficou com a maior honraria da noite - o prêmio de videoclipe do ano, por "Single Ladies (Put a ring on it)". Ao recebê-lo, chamou Swift de volta ao palco do Radio City Music Hall para que pudesse terminar seu discurso de agradecimento.


Ao final da cerimônia, o apresentador Russell Brand disse brincando que gostaria de oferecer a Swift "um ombro para chorar".

 

  Prêmios


Beyoncé, Lady Gaga e o Green Day foram os artistas mais premiados da noite - três estatuetas cada. Lady Gaga foi escolhida revelação, por "Poker face". O rapper T.I. venceu na categoria melhor vídeo masculino, por "Live your life."


Britney Spears consolidou sua volta por cima com o prêmio de melhor vídeo pop, "Womanizer". Eminem ganhou como melhor vídeo de hip hop, "We made you", e o Green Day ficou com o prêmio de melhor vídeo de rock, por "21 Guns."

 

  Tributo a Jackson


O show começou com um tributo a Michael Jackson, que morreu há menos de três meses, de overdose de medicamentos. "A maioria de nós deu as costas para ele", disse Madonna em um discurso no começo da cerimônia. "Ele foi tão ímpar, tão original, tão raro, e jamais haverá alguém como ele outra vez. Ele foi o rei."


Artistas vestidos como Jackson então tomaram o palco e dançaram ao som de alguns dos maiores sucessos dele, como "Thriller", "Bad" e "Smooth criminal".


Em seguida, Janet Jackson, irmã do cantor, apareceu no palco e, sem falar nada, imitou os passos dele em frente a um telão que exibia o vídeo de "Scream".


A difusão da MTV contribuiu com o sucesso de vários clipes de Michael Jackson na década de 1980. A emissora também exibiu um trailer de "This is it", documentário sobre o cantor a ser lançado em outubro, e que incluirá cenas dos últimos ensaios da carreira dele.

Banda australiana divulgou data em seu site oficial.
Grupo se apresenta em São Paulo dia 27 de novembro.

Do G1, em São Paulo

A banda australiana de hard rock AC/DC confirmou uma apresentação no Brasil em seu site oficial. De acordo com as informações da página, o grupo fará um show no Estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 27 de novembro.

 

Os ingressos começam a ser vendidos no dia 1º de outubro. Informações sobre os preços das entradas ainda não foram divulgadas.

 

 

Foto: Reuters

A banda australiana AC/DC se apresenta na Telenor Arena, na Noruega. (Foto: Reuters)

 

Formada atualmente por Brian Johnson (vocais), Angus Young (guitarra),
Malcolm Young (guitarra e backing vocal), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria), a banda lançou em 2008 o álbum "Black ice".

'A pirataria musical tem um efeito perigoso na música britânica', diz.
Cantora se apresenta em São Paulo e no Rio de Janeiro esta semana.

Da EFE

AFP
A cantora inglesa Lily Allen se apresenta no festival Way Out West em Gotemburgo, na Suécia. (Foto: AFP)

A cantora inglesa Lily Allen, que faz dois shows no Brasil nesta semana, quarta (16) no Via Funchal, em SP, e quinta (17) na HSBC Arena, no Rio de Janeiro, criticou a decisão de bandas como Radiohead e Pink Floyd de liberar o compartilhamento de suas músicas na internet, o que é "um desastre" para os novos talentos que tentam se firmar.


Em texto publicado em sua página no MySpace, Allen diz que o compartilhamento de arquivos está transformando a indústria musical britânica em "marionetes pagas por Simon Cowell", diretor da gravadora Sony e jurado de diversos programas de televisão que revelam cantores, como "Britain's Got Talent", que deu fama a Susan Boyle.


"Acho que a pirataria musical tem um efeito perigoso na música britânica, mas alguns artistas realmente ricos e bem-sucedidos como Nick Mason, do Pink Floyd, e Ed O'Brien, do Radiohead, não pensam a mesma coisa", escreve a cantora em seu blog no MySpace.

O texto de Allen é uma resposta a um artigo publicado recentemente no jornal "The Times", no qual Mason e O'Brien, junto a outros músicos reunidos na chamada "Featured Artists Coalition", defendem o compartilhamento de arquivos de música na rede.


Para a cantora, Mason e O'Brien têm tal postura porque "fazem turnês esgotadas em estádios e têm as maiores coleções de Ferraris do mundo".


"Ninguém começa sua carreira musical com Ferraris. Na verdade, você contrai uma enorme dívida com sua gravadora e passa anos trabalhando para pagá-la", diz Allen.


"Eu acabei de pagar todo o dinheiro que devia à minha gravadora. Tenho sorte de ter tido sucesso e poder devolvê-lo, mas nem todos têm a mesma sorte", afirma a cantora inglesa.

Filipe Galvão lança seu primeiro disco com a banda Hori.
Sem a participação do pai cantor, grupo já gravou versão de 'Só você'.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

A banda paulistana Hori. (Foto: Divulgação)

Desde os 13 anos de idade Filipe Galvão toca com sua banda de rock, Hori. O talento precoce vem de casa – o pai dele, o cantor romântico Fábio Jr. começou a carreira aos 19 anos sob o pseudônimo de Uncle Jack, e no ano seguinte tinha um hit, "Don't let me cry" (já com o nome de Mark Davis).

Filipe (que também atende pelo apelido de Fiuk) montou a banda em 2004 em São Paulo, mas é só agora, aos 19 anos, está lançando o álbum de estreia homônimo do quinteto pela gravadora Warner. A formação atual apareceu quando o disco já estava em pré-produção. "Começamos do zero. Em seis meses montamos uma nova banda, criamos o repertório. Foi muito natural", diz Fuik em entrevista por telefone ao G1.

Além de Filipe, o grupo conta com Fê Campos (baixo), Xande Bispo (bateria), Renan Augusto e Max Klein (guitarras e backing vocals). O último, produtor musical de bandas de hardcore e ex-guitarrista do Glória, foi uma das peças-chave na nova fase do grupo.

"Foi muito sincero, a primeira vez que eu encontrei com o Max na minha casa já saiu um som", explica Fiuk. O guitarrista assina com Renan e com Fabio Maciel a música "Segredo", primeira faixa de trabalho do grupo, que já tem videoclipe.

"Quando o Max apareceu em um ensaio, levado pelo Mi, vocalista do Glória, ele pegou a guitarra e tocou muito – nem tocou tudo direito, mas foi demais. E foi aí que eu pensei, 'é isso que eu quero. É disso que eu estou falando'. Ao o Max começou a me apresentar esse meio underground, me falar do Fê antes de ele entrar no grupo", lembra Filipe.

 

Casamento


Mas para o próprio guitarrista, o grupo é uma instituição coesa. "Todo mundo dá o sangue pela banda, faz as paradas, cria. Isso que faz a gente confiar um no outro. Podemos entregar o destino da banda nas mãos um do outro, fechar os olhos. A gente se completa", define Max também por telefone.

Filipe, sempre o mais empolgado, concorda. "Eu acho irado isso. É um casamento de cinco pessoas. E é ótimo. Uma hora o Rê vem e mostra uma música: 'fiz isso ontem'. A gente acha demais. Outra hora o Max vem e diz 'deixa eu mexer em uma letra aqui'. Ele me manda pela internet, da casa dele, pedindo para eu fazer uma parte. É muito bom isso, a cumplicidade".

A Hori diz que está pronta para encarar a estrada. "O que a gente quer é tocar. A gente ama o que faz. Se tiver uma comida no hotel, um palco e amplificador, pode chamar que a gente vai onde você quiser", diz Fiuk, explicando a filosofia da banda.

 

Pai

 

Enquanto tocam em lugares menores e usam ferramentas como MySpace, Orkut e Twitter para divulgar a banda, os cinco não deixam de sonhar mais alto. "É claro que eu quero tocar no rádio. Música foi feita para tocar no rádio, já dizia o meu pai", imagina Filipe.

Aliás, o assunto "pai" não é nenhum tabu para o vocalista. "Tenho maior orgulho de ter um pai desses. Meu sonho é cantar uma música de rock com o meu pai", conta. "A gente ainda não têm experiência para isso. Ainda precisamos de uns dois anos de ralação para podermos ter 1/20 da experiência que ele tem".

Mesmo assim, eles já gravaram Fábio Jr. "A música que eu queria cantar com ele já está gravada, é 'Só você'. Logo, logo nós lançamos a nossa versão". Agora resta saber se Fabio Jr. pai vai querer topar a sua parte.

Atrações seguem o estilo de produções como 'American Idol'.
'A batalha das bandas' teve 10 milhões de espectadores no país.

Da EFE

Divulgação
Músicos da banda chinesa Hua Er Yue Dui, que participaram do reality show musical 'A batalha das bandas'. (Foto: Divulgação)

Os programas no estilo "Fama" e "American Idol" multiplicam-se na TV chinesa e embalam os sonhos de jovens aspirantes à fama. O caso mais recente é o da atração "A batalha das bandas", no qual dez grupos de rock competem para gravar um disco.

 

Da mesma forma que no resto do planeta, a juventude urbana e endinheirada da China se põe diante da televisão quase diariamente para acompanhar seus ídolos: futuras estrelas do rock e do pop.

 

Não faltam voluntários para esses desafios e vale tudo para conquistar a vitória. Em "A batalha das bandas", a rebeldia do rock perde espaço quando o objetivo é conquistar as premiações: um grande show na China e a chance de gravar um disco nos Estados Unidos.

 

"Discutimos muitos entre os membros da nossa banda se participaríamos do concurso, já que ele é diferente dos festivais de rock nos quais tocamos até agora, é mais comercial", falou Xiong Mao, o cantor da Hua Er Yue Dui, uma das bandas participantes.


No entanto, Xiong acrescenta que na China "é difícil encontrar outro jeito de atingir um número tão grande de espectadores, já que cada programa costuma ser assistido por cerca de 10 milhões de espectadores".


Um dos grandes sucessos das versões de caça-talentos chinesas é "Wo xing wo Show" ("Sou bom para um show"), que teve a primeira temporada em 2006 e ainda continua no ar, só que agora com outros títulos como "Jia You! Hao Nan Er!" ("Ânimo, bom menino!"), no qual só concorrem homens.


Embora nenhum até agora tenha alcançado jamais o êxito de "Supergirl", gêmeo chinês de "Operação Triunfo" e "American Idol", que teve mais de 500 milhões de espectadores e sua ganhadora, Li Yuchun, ainda mantém-se no auge da fama.


O ex-goleiro da seleção alemã de futebol Oliver Kahn, inclusive, tem seu próprio programa, nos mesmos moldes de qualquer concurso musical. Neste direcionado ao esporte, jovens chineses com idades entre 17 e 24 anos concorrem a uma estadia na Federação Alemã de Futebol.


A proliferação deste tipo de concurso é tanta no gigante asiático que a Administração Estatal de Rádio, Cinema e Televisão da China iniciou uma campanha contra o formato em 2007. Desde então, muitos foram cancelados por promover a vulgaridade e despertar nos jovens o desejo de serem celebridades instantâneas.


Mesmo assim, a inundação desses caça-talentos parece ter vida longa na China, em parte por culpa dos patrocinadores, que encontraram um mercado lucrativo que envolve jovens chineses modernos e com alto poder aquisitivo.


"A batalha das bandas" foi criada e é patrocinada pela multinacional americana Pepsi, cujo vice-presidente de marketing no país assegurou que a partir desse programa a marca conquistou a juventude.


No entanto, para Yu Yang, responsável pelo "Rock in China", um dos maiores locais da internet dedicado a promover grupos chineses deste estilo musical no exterior, o programa não é mais que um evento publicitário, embora reconheça que é muito bom para as bandas de rock, que quase nunca aparecem na televisão chinesa.

Rapper norte-americano lança 'The blueprint 3' nesta semana.
Disco tem participação de Kanye West, Rihanna e Alicia Keys.

Do G1,

O rapper Jay-Z. (Foto: AP)

Quando Jay-Z lançou seu primeiro "Blueprint", em 11 de setembro de 2001, ele não fazia a menor de ideia do quão monumental e trágico aquele dia seria. Na última sexta-feira (11), o rapper encerrou a trilogia com "The blueprint 3" – que tem participações de Kanye West, Rihanna e Alicia Keys -, mas a data escolhida foi proposital.

"Na verdade era para o disco ter saído no ano passado, mas por alguma razão não deu certo. Então fez sentido para mim aproveitar esse momento, porque antes não exisitia o '11 de Setembro'. Não sabíamos que aquilo ia acontecer. Agora, devemos nos manter fortes e superar o passado, mas sem esquecê-lo."

Sobre o processo de gravação, o artista diz que foi uma questão de se manter "fiel às emoções verdadeiras". "Não segui tendências ou coisas do tipo. Lançar um álbum me proporciona uma sensação ótima. Levei um mês só para escolher a sequência das músicas. Estou orgulhoso do disco." 

 

Kanye West, que já havia trabalhado como produtor de Jay-Z em 2001, aparece novamente neste trabalho. "O mais interessante no estúdio foi Kanye, porque ele evoluiu muito. Há oito anos ele era um iniciante, colocando batidas aqui e ali, e desta vez ele tinha uma opinião sobre como as faixas deveriam soar."

Mantendo a tradição, outros novatos participam de "Blueprint 3", entre eles Drake, Kid Cudi, Mr. Hudson e J. Cole.

 

"Quando você está começando no negócio, você chega com vontade. Isso explica por que a cada álbum chamo um novo produtor ou um novo rapper, eu amo essa energia. O que eles vão fazer depois depende deles, mas aquela energia do momento é crua e muito bacana."

Jay-Z, chegou a anunciar sua aposentadoria em 2003, mas agora diz que não faria isso novamente. "Aprendi que devemos deixar as coisas simplesmente acontecerem. Se eu um dia eu não fizer mais música, eu apenas vou deixar de fazer música."

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