Cantora conta que continua cantando suas músicas, e que está lançando versão gospel de ‘Como uma deusa’.

Rosanah posa na casa da amiga Claudia: religião não mudou a carreira
Mas em um bate papo com o EGO, ela diz que a “nova fé” não é tão recente assim, que sempre foi cristã, mas que teve, sim, um encontro com a religião em 2000, depois de viver uma experiência sobrenatural.
“Comecei a questionar algumas coisas e a sentir falta de algo que preenchesse um vazio depois que minha mãe morreu. Depois, passei por outro momento difícil quando perdi um bebê. Nessa época, comecei a ler a bíblia e a frequentar a Igreja Renascer, em São Paulo. Quando voltei a morar no Rio de Janeiro, em 2000, tive uma experiência muito forte. Entrei em uma igreja e senti como se Deus falasse comigo, e Ele dizia que era para eu não me preocupar com nada, que eu ficaria grávida e tudo daria certo. Um mês depois eu estava esperando o Davy”, lembra.
EGO: Como surgiu a ideia para esse trabalho? Não teve medo de fazer uma versão de um grande sucesso e não dar certo?
ROSANA FIENNGO:O disco “Nascer de Novo” é da Claudia, que é uma grande irmã, e que teve a inspiração para fazer a versão de “O Amor e o Poder”. Ela me mostrou, gostei e topei gravar. Não tive medo de fazer essa regravação, não. Só faço um trabalho no qual acredito. Ninguém pode dizer que meu trabalho é ruim porque ele é um dos melhores do Brasil. Acho que a versão ficou ótima.
Mas o ‘Amor e o Poder’ foi seu maior sucesso, não? Não dá um certo medo mexer um clássico? O sucesso é percebido de formas diferente para quem canta e para as outras pessoas. Essa música nem foi a mais importante para mim. Claro que foi um sucesso. Mas, mas antes dela, teve ‘Nem um toque’, que foi a música com a qual eu estourei nas rádios e fiz sucesso. Depois veio o “Amor e o Poder”, que estava na trilha da novela(Mandala) e causou toda aquela comoção. Tenho no mínimo 17 músicas trilhas sonoras de novela. Alavanca muito trabalho. (Veja aqui a versão original da música)
As pessoas confundem muito as coisas. Sou convertida há muito tempo, mas continuo cantando música seculares. Minha fé não impede meu trabalho. Só agrega. Topei esse projeto porque acredito demais na música gospel. Lá fora, toda cantora tem um projeto paralelo, gospel.
Como é o seu show? Continuo cantando de tudo. Canto as minhas músicas, algumas gospel, músicas de outros cantores.
O fato de ter se convertido afastou seu público? Sofreu preconceito? Senti preconceito na igreja. Não foi no secular, não. Na igreja teve o maior preconceito. Muita gente não entendia o fato de eu estar lá dentro, mas continuar cantando minhas músicas. Mas, como eu estava de coração puro e limpo, isso acabou. Consegui unir o secular e o gospel, e hoje vários fãs meus vão para a igreja, acabaram se convertendo também.
Você sempre teve um público gay muito fiel. Como foi esse junção? A maioria dos gays que conheço são da igreja. Não julgo a vida de ninguém. Sigo só o que Jesus manda, e Ele não tinha esse tipo de preconceito. Continuo cantando para todo mundo.
Seria um sonho emplacar uma música gospel em uma trilha sonora de novela? Ah, seria. Claro! É difícil, mas não seria impossível. Já aconteceu com a Aline Barros.
Sugiro que ouçam algumas músicas no Youtube, como as que eu postei aqui. Se gostarem, aí é só procurar os cds, DVDs e baixar tudo! É muito bom!
Se deliciem à vontade pra começar a semana com o pé direito.
Até a próxima, @vivianicorrea.

Após uma série de três shows em solo brasileiro em março deste ano, @Shakira está de volta, desta vez para subir ao palco principal do Rock in Rio no dia 28 de setembro. A colombiana trará ao Rio seu show "Sale el Sol World Tour", que já passou pela América do Sul, Europa e México. O álbum que dá nome à turnê (o terceiro gravado em inglês e espanhol) foi lançado em outubro de 2010 e traz sucessos como "Loca" e "Waka Waka", canção tema da última Copa do Mundo, disputada na África do Sul. Também no ano passado, a cantora esteve presente em ambas as edições do Rock in Rio, em Lisboa e em Madrid.
Beyoncé investe em efeitos psicodélicos, belíssima fotografia e a beleza delicada dela derretem a tela. 1+1 é o terceiro de muitos vídeos que devem ser levantados de 4. Bom início!
Imagem:
4 Non Blondes é uma banda de rock alternativo, norte-americana, formada em 1989 em San Francisco, com Linda Perry (vocal), Roger Rocha (guitarra), Christa Hillhouse (baixo), Dawn Richardson (bateria).
Assistindo o Programa do Jô, outro dia, me deparei com uma cantora portuguesa cuja voz me emocionou... Tá certo, eu já estava pra lá de emocionado pela conquista do título da Recopa pelo meu INTER momentos antes.
A voz de Ana Moura entrou-me na alma, aliás como todo fado o faz, herança de minha mãe que adorava Amália Rodrigues.
Não bastasse o fado a portuga ainda mostrou, em uma outra canção que não me recordo agora, uma versatilidade na voz que me conquistou de vez.
Eis, pra vocês, Ana Moura:
A fadista portuguesa Ana Moura abre hoje, sexta-feira, o Festival Back do Black, no Rio de Janeiro, partilhando o palco com o cantor brasileiro Gilberto Gil.
Site: www.anamoura.net












