O anúncio que é aguardado desde a morte finalmente chegou! O primeiro álbum póstumo deAmy Winehouse já está a caminho.
Lioness: Hidden Treasures aterrissará na coleção de fãs no ápice das compras de Natal, tal qual a coleção inédita de Michael Jackson no ano passado, exatamente no dia 5 de Dezembro. Uma parcela do valor arrecadado com cada cd vendido será revertida para a Fundação Amy Winehouse. O pacote de doze faixas contém um mix duvidoso de materiais da década passada, covers, b-sides de Back To Black e pouquíssimas músicas novas, ou seja, se você está em busca de boa parte das canções gravadas para o terceiro projeto de Amy, espere o próximo bonde!
Capa, tracklisting e sinopses curtas de cada faixa já foram divulgadas oficialmente. Veja só:

1. OUR DAY WILL COME (Reggae Version): Re-gravação do clássico popular dos anos 60. Produção assinada por Salaam Remi em Maio de 2002.
2. BETWEEN THE CHEATS: Inédita gravada em Londres em Maio de 2008. Produção de Salaam Remi.
3. TEARS DRY: Versão original (em balada) do hit de Back To Black.
4. WAKE UP ALONE: A primeira música rodada nas sessões de estúdio para Back To Black. Esta é a demo bruta extraída em Março de 2006 por Paul O'Duffy.
5. WILL YOU STILL LOVE ME TOMORROW: Versão da clássica composição de Carole King para o grupo feminino Shireless. Produzida por Mark Ronson, com participação especial de Dap Kings e arranjo de cordas criado por Chris Elliott. Gravada em Setembro de 2004.
6. VALERIE: Versão lenta de uma das músicas que Amy mais adorava em seu catálogo. Foi single do re-lançamento de Back To Black.
7. LIKE SMOKE (feat. Nas): Amy e o rapper Nas ficaram amigos depois que ele foi citado em Me & Mr. Jones. A produção é de Salaam Remi.
8. THE GIRL FROM IPANEMA: Música que Amy gravou aos 18 anos no primeiro encontro com o produtor Salaam Remi em 2002.
9. HALFTIME: Diretamente das sessões para Frank com Salaam Remi.
10. BEST FRIENDS: Versão ao vivo da faixa de Frank. Data de fevereiro de 2003.
11. BODY & SOUL (with Tony Bennett): Cover do tradicional Jazz da década de 30 em forma de dueto para o disco mais recente do veteraníssimo Tony Bennett. Produzida por Phil Ramone.
12. A SONG FOR YOU: Versão avassaladora e emocional do hit de Donny Hathaway, artista favorita de Winehouse. A música foi gravada durante a primavera de 2009.
Créditos por terem posto a deliciosa Will You Still Love Me Tomorrow no repertório. Aquela grandiosidade de três minutos e meio não merecia passar a vida inteira como b-side de Love Is A Losing Game. Versões originais e demos nem me interessam diretamente no primeiro trabalho lançado depois da morte de um artista. Soa como trapaça colocar quatro novas versões num momento em que não faltava material para a montagem da tracklisting. Se sabe que Amy gravou muito nesses três anos que sucederam a finalização da divulgação de Back To Black, e não apresentar o resultado dessas sessões agora pode resultar num erro feio da gravadora.
A ansiedade bateu mais forte pelas três inédita e pela Garota de Ipanema... Lógico, né?

Lançamento: 5 de Dezembro


01. "You Have To Be There"
02. "Unchained Melody"
03. "Enjoy The Silence"
04. "Both Sides, Now"
05. "Lilac Wine"
06. "Mad World'
07. "Autumn Leaves"
08. "This Will Be The Year"
09. "Return"
10. "Someone To Watch Over Me"

LINK 1: Wupload
LINK 2: Fileserve

Gravado depois que o vídeo da música "Oração" virou sucesso na internet, o primeiro disco d'A Banda Mais Bonita Cidade foi lançado nessa terça-feira, dia 1 de novembro. O grupo curitibano disponibilizou o álbum para audição e download gratuito no seu site oficial e na sua página do Facebook.

O álbum foi financiado pelo próprio público conquistado principalmente com o vídeo de "Oração", através de um projeto no site de crowdfunding Catarse. Através da página, os fãs poderiam fazer suas doações escolhendo qual música do repertório da banda eles gostariam que entrasse no disco. O total arrecadado é digno de orçamento "banda grande", mais de 50 mil reais, e das 12 faixas incluídas inicialmente no projeto, apenas "Lobotomia" não recebeu doações suficientes.

Além das 11 faixas financiadas pelo público - incluindo, sim, "Oração" - A Banda Mais Bonita Da Cidade ainda registrou a balada "Se Eu Corro". Em vídeo, o grupo brincou com o "vazamento oficial" do debute, que será lançado oficialmente no próximo dia 5 de novembro, na Virada Cultural de Curitiba.

Foi cancelado o show que o cantor inglês Pete Doherty faria em São Paulo em 16 de dezembro. O músico, ex-Libertines e Babyshambles, tocaria no Cine Joia, nova casa de shows da cidade. Segundo a produtora do evento, ele também cancelou a turnê que faria na Europa.

Doherty formou o Libertines ao lado de Carl Barât em 2002, ano de lançamento do primeiro álbum do grupo, "Up the bracket". Ele foi expulso da banda após roubar a casa do colega e devido ao abuso de drogas.
No mesmo ano ele criou o Babyshambles, que teve dois discos. Em 2009 lançou um disco solo. O músico foi notícia nos últimos anos pelas confusões em que se envolveu, como brigas de bar e prisões relacionadas ao porte de drogas. Em maio, foi condenado a seis meses de prisão por posse de cocaína.

O roqueiro foi namorado de Kate Moss e era amigo de Amy Winehouse, com quem chegou a morar junto. Outros nomes serão anunciados para a festa organizada pela Agência Nova.

"Não vamos parar de jeito nenhum", disse Luciano sobre a carreira ao lado do irmão Zezé di Camargo em entrevista a Jô Soares na tarde desta terça-feira (1º). O cantor, que havia anunciado o fim da dupla na última quinta (27), atribuiu sua declaração a "uma discussão muito forte" que teve com Zezé no mesmo dia. "Peguei de surpresa meu irmão e o Brasil".

Eles não revelaram o motivo da discussão, que Zezé chamou de "boba". Luciano, que foi internado na sexta-feira (28) após um desequilíbrio de potássio causado pelo uso de diuréticos, afirmou que "estava p... da vida e pensei: vou tomar um porre". Então tomou uísque com diurético e rivotril, um tranquilizante.


Zezé di Camargo e Luciano escolheram uma música emblemática para voltarem aos palcos depois da crise vivida pela dupla nos últimos dias. A primeira música cantada por eles desde que Luciano anunciou o fim da parceria, na quinta-feira (27), foi "No dia em que eu saí de casa", tema do filme "Dois filhos de Francisco", sobre os dois irmãos.

A dupla se apresentou durante gravação do Programa do Jô. Durante a apresentação, os dois se abraçaram e Luciano interagiu diversas vezes com a plateia, pedindo animação. O tema sobre a possível separação da dupla foi mencionado pelo apresentador no primeiro bloco. Nenhum dos dois irmãos explicou o motivo da briga no camarim, que ocorreu momentos antes de um show em Curitiba.

Jô Soares perguntou a Luciano: “falaram que um dos motivos de você ter tomado essa atitude tão radical era que estava sob a influência de algum medicamento. Isso tem alguma verdade?”
Luciano se apressou em dizer que não. E explicou que, por ter problema de retenção de urina, toma diurético duas ou três vezes por mês. O cantor, que afirmou não estar acostumado a beber, contou que bebeu “garrafinhas” de uísque do quarto do hotel, onde estava sozinho. Ao lado, estavam a mulher e um outro irmão dele.

“Fui para o meu quarto, tomei o uísque e o remédio para dormir”, continuou Luciano, sobre o rivotril. Em seguida, brincou: “Gente, não toma isso não. Eu sei que o negócio balançou.” Segundo o cantor, sempre que toma o diurético, ele precisa também de potássio. “Eu não tomei. Então, deu arritmia (cardíaca).” Por causa do mal-estar, foi internado.
Durante todo o programa, Jô Soares fez piada com a briga entre os irmãos. Começou perguntando se eles discutiam “desde criancinha”. Luciano respondeu. “Eu e o Zezé nunca tivemos uma discussão forte nesses 20 anos. Naquele dia, infelizmente, sei lá. Nós discutimos e eu saí.” A briga ocorreu no camarim do teatro onde houve a apresentação do dia 27. Luciano disse que foi embora.

"Eu não acreditei. Faltavam cinco minutos para o show”, disse Zézé Di Camargo. Em seguida, Luciano contou que voltou ao teatro e subiu ao palco para cantar. Antes, anunciou o fim do duo. “Falei naquele momento que eu não queria mais cantar. Que ia cumprir todos os compromissos até março e depois disso o Zezé continuaria cantando sozinho.”

A dupla fez piada com a situação. “Queremos transformar o Zezé Di Camargo e Luciano em uma nova versão do Tim Maia no Brasil: ‘vai ou não vai’?”, brincou Zezé. Tim era conhecido pelos “canos” que dava em shows. Luciano brincou ao longo da entrevista, que durou dois blocos do programa. “A causa sempre de eu querer abandonar o trabalho é o Zezé.” Todos riram. Jô Soares disse que daria uma caneca para cada um “para não ter briga”.

Os cantores também falaram sobre vacas, bois e touros – Zezé Di Camargo tem criação de gado Nelore. No fim, a dupla relevou a agenda de show para os próximos dias. Eles finalizaram a participação no programa cantando “Mentes tão bem”.


Se você revira os olhos quando um tiozinho coloca We No Speak Americano no último volume do som do carro achando que tá moderno, venha para o time e torça para a mais nova música do Yolanda Be Cool também fazer sucesso. Pense comigo, é a única forma do "Pa Parla Americano" assentar e não voltar tão cedo!
Os australianos passaram uma temporada em Ibiza formulando o novo material. Em Le Bump eles encontram na lendária diva da música eletrônica Crystal Waters os vocais perfeitos para embalarem mais batidas brincalhonas de rachar os autofalantes. Aqui as picapes pendem mais para uma deliciosa mistura de Jazz com Funk. Saxofones e percussões continuam sendo o segredo napolitano da banda.

LINK 1: Hulkshare
LINK 2: Zippyshare


Músicas da colombiana Shakira foram um sinônimo de sucesso durante o Pan. Foto: Reuters
Músicas da colombiana @Shakira foram um sinônimo de sucesso durante o Pan
Foto: Reuters
Durante 17 dias, as 34 sedes esportivas dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara executaram, no mínimo três vezes ao dia, a música tema do evento El Mismo Sol (O Mesmo Sol, em português), do astro mexicano Alejandro Fernández. Essa foi uma das exigências do Comitê Organizador do Pan (Copag).
No restante do tempo, cada sede teve 3.500 opções de músicas com direitos autorais já negociados para tocar nos locais de competição e animar o público. Além disso, segundo conta Edgar Paredes de La Hoya, coordenador de produção do Ginásio São Rafael, cada sede pôde ter sua próprias músicas desde que pagassem direitos autorais por dia que as utilizava.
Outra possibilidade, bem explorada no ginásio que abrigou as disputas de handebol, eram as vinhetas. Quando algum time pedia tempo, tocava-se um "tic-tac"; quando um jogador fazia um belo gol, ouvia-se o barulho de um carro de Fórmula 1 passando; quando alguém caía de mal jeito na quadra, a sirene de uma ambulância era escutada; e quando algum atleta cobrava o tiro de sete metros - o equivalente ao pênalti do futebol -, tocava-se uma música de tensão, a mesma do filme "Tubarão", de Steven Spielberg; já quando saía um gol, tambores rufavam desde a cabine do DJ da arena. De acordo com Edgar, todos esses "barulhinhos" foram previamente aprovados pelos organizadores do Pan.
Além das opções dadas pelo Copag, cada sede tinha a possibilidade de buscar músicas que fizessem relação com o esporte disputado no local ou com os países participantes do evento. No entanto, conforme explica Edgar, era preciso mesclar músicas regionais do México com sucessos universais - aqueles que tiram o público da cadeira e criam coros.
Shakira, por exemplo, representava uma garantia, segundo Edgar. Rabiosa e Loca também foram algumas das canções mais executadas nos estádios de Guadalajara. Os sucessos de Maná, grupo muito conhecido no México, também eram frequentes, assim como os de Ricky Martin e Nely Furtado. Além disso, havia muito espaço também para Beyoncé, com Run The World (Girls), Lady Gaga com a já clássica Bad Romance, e Hot N' Cold, de Katy Perry. Give Me Everything (Tonight), de Pitbull, foi outra música bastante escutada nas sedes da competição, além de Danza Kuduro, que aos ouvidos brasileiros pode soar nacional, mas que na verdade é cantada em espanhol por Don Omar.
A organização do evento privilegiou ainda artistas representativos de todos os países participantes, buscando vários sambas do Brasil para ecoar quando atletas do País estiveram em ação, por exemplo. Para Edgar, a música em um estádio, em uma competição, vai além da ambientação - simplesmente não existe hoje jogo sem uma trilha sonora, pois é ela que mantém o público envolvido com o espetáculo.
Dos clássicos que também agradaram fez parte Macarena, de Los del Río, remixada de todos os jeitos possíveis desde os anos 90, quando estorou. No Rompa Más, do grupo Caballo Dourado, é outro sucesso que correu o mundo e tem versões em diferentes línguas, como Aserejé, de Las Ketchup, que no Brasil virou moda com o nome de Ragatanga, das Meninas do Rouge. Ainda segundo Edgar, as canções no Pan sempre respeitaram a média de 3.200 decibéis de altura, mas não há dúvidas de que, dependendo do que tocou e da empolgação do público, escutou-se música bem mais alto do que isso em Guadalajara.


Twitter: Veja os posts da semana dos famosos da músicaImagem: Divulgação / Jairo Goldflus
Toda sexta-feira reunimos aqui algumas frases bacanas que as celebridades da música postam em seus perfis no Twitter. Sempre com novidades, polêmicas e bom humor, os tuítes dos artistas repercutem e viram notícia. Confira alguns deles:


“A história de Zezé Di Camargo & Luciano não acabou. Os dois, como todos irmãos, tem seus desentendimentos. A dupla continua! Equipe ZCL”, a assessoria de Zezé Di Camargo e Luciano (@zcloficialZezéDiCamargoLuciano) desmente a separação da dupla. Rumores sobre o fim continuam circulando.

“É clichê, super manjado, brega, será usado contra vc, de tāo patético é ridículo...mas dizer ‘eu te amo’ funciona”, a cantora Rita Lee (@LitaRee_Real) fala sobre a eficiência do “eu te amo”.

 “Não me filio a nada - não entendo gente filiada. Não acredito em alma e nem em coisa "sagrada" - eu fico no meu cantinho sem garantia”, Nando Reis (@nando_reis) demonstra ceticismo em sua página.

“Engraçado como tudo parece meio ridículo através da mídia de massa. Mesmo as coisas que são boas”, a cantora Pitty (@pittileone) dispara contra a abordagem da mídia.

“O verão é lindo quando se está na beira da praia/piscina, munido de toneladas de côco e caipirinhas mil. De resto, é só COFRINHO SUADO.”, o músico Lucas (@lucasfresno), da banda Fresno, pragueja contra as altas temperaturas na cidade de São Paulo.

“Os homens pedem sexo quando querem um abraço. As mulheres pedem um abraço quando querem sexo.”, o cantor e ator Leo Jaime (@LeoJaime) filosofa sobre as relações entre homens e mulheres.

“Felicidade é a coisa mais preciosa da terra. Amor é um dom divino. Ter ambos é quase impossível. Seja gentil com aqueles que você estima”, Mariah Carey (@mariahcarey) dá conselhos sobre a vida.

“Eu sei que isso é super nerd mas... Me desculpe Call Of Duty, Battlefield 3 irá chutar sua bunda!!! Acima e além, Call!!!”, Nick Carter (@nickcarter), dos Backstreet Boys, mostra entendimento quando o assunto é jogos

O uso da música para a prática  da corrida vem sendo contestada por alguns especialistas. 
Estudos recentes apontam que ela pode prejudicar a performance  do atleta, desviando sua atenção para o foco de suas passadas. Alguns cientistas acreditam que ouvir música distancia o corredor de outros sons produzidos pelo ato de correr. A respiração e o impacto das passadas ficam despercebidos e estar consciente dos seus movimentos é fundamental para uma corrida perfeita, dizem os especialistas. 
Outro ponto negativo apontado pelos estudiosos é o fato de ela afastar a pessoa do ambiente em que está. A música provoca distração e impede o corredor de perceber um carro ou uma pessoa atrás de si. Nas provas, ela isola o atleta dos outros corredores e impede de ouvir instruções dos treinadores. 
Para muitos cientistas, a música faz o corredor perder a noção daquilo que realmente é motivador, como a sensação de energização provocada pela corrida. Na esteira ela é ainda mais maléfica, diz a turma que é contra a música. Os pesquisadores acreditam o uso de MP3 na esteira ergométrica dificulta o movimento das passadas e o som da respiração fazendo com que o atleta fique desconectado do seu nível de esforço. 
Por Carolina Abranches

Depois de assistir à apresentação da banda R2D3, na noite desta quarta-feira, 26, durante um desfile beneficente no Rio, a empresária e diretora artística Marlene Mattos falou ao EGO sobre o projeto que está desenvolvendo junto aos jovens talentos que surgiram inspirados no extinto grupo mexicano RBD.
“Eles são demais e o que precisam agora é de organizar os talentos. Talento é um dom que precisa ser administrado. Muita gente pensa que ser artista só tem validade quando é para ganhar dinheiro e não é assim que a coisa funciona. Aceitei esse convite de estar com eles e vamos trabalhar com muita maturidade essa banda”, contou Marlene.

Na função de empresária da banda, Marlene acredita que atualmente o mercado musical destinado aos jovens brasileiros está muito defasado: “Gosto de trabalhar com gente ousada. O que encontramos hoje são pessoas focadas em uma realidade que não é a nossa. Esses meninos me conquistaram pela ousadia e pela determinação. Isso sim funciona.”

Com o clipe da música "Nasci pra te amar” já circulando pela internet, a banda R2D3 se prepara para o lançamento do primeiro CD: “Vamos distribuir bem esse material e divulgar o talento deles. No começo o público vai ligar mesmo o R2D3 com os Rebeldes pois são produtos parecidos mas com o tempo eles ganham a identidade própria dentro do mercado”, concluiu Marlene Matos.

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