Twitter: Veja os posts da semana dos famosos da músicaImagem: Divulgação
Toda sexta-feira reunimos aqui algumas frases bacanas que as celebridades da música postam em seus perfis no Twitter. Sempre com novidades, polêmicas e bom humor, os tuítes dos artistas repercutem e viram notícia. Confira alguns deles:


"Músicos, bandas, produtores tentando ser descobertos? Poste algum material original aqui. Estou procurando algo inspirador para assinar!", vocalista do Limp Bizkit, Fred Durst (@freddurst) mostra que está apto a tentar descobrir novos talentos da música.

"Incrível a indigação e mobilização dos jovens por causa de um festival ou uma banda. Se essa energia fosse usada para estudar e votar...", o músico e apresentador Chuck Hipolitho (@ChuckHipolitho) critica as recentes polêmicas entre os consumidores e a organização do festival Lollapalooza Brasil.

"Obrigado autocorretor, mas eu NÃO estava tentando escrever 'chupe patos no inferno'. Mark Hoppus (@markhoppus), do Blink 182, faz piada com o autocorretor em seu Twitter.

"Cariocas, aprendam: vcs NAO podem - a) colocar acucar no suco de melancia e no chocolate gelado batido b) por ketchup na pizza. Ta errado!", o apresentador e músico Rafael Cortez (@cortezrafa) brinca com costumes dos cariocas.

"Nós vivemos em uma geração que não se apaixona e não fica junto, mas nós com certeza fazemos parecer que estamos juntos.", a estrela Rihanna (@rihanna) analisa a atual geração em sua página.

"Todo cara que é pego cometendo crime tem passagem pela polícia; por que não estava preso? Depois ainda querem fazer mais leis...", Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, critica a impunidade criminal.


Vocalista do Queen vai ganhar cinebiografia estrelada por Sacha Baron Cohen, intérprete de "Borat"


Morte de Freddy Mercury completa 20 anos, mas sua fama se mantém Divulgação/Blog Orelhada
Freddy Mercury hoje teria 65 anos

Esta quinta-feira marca o aniversário de 20 anos da morte de Freddie Mercury, que morreu em 1991 vítima de Aids. O tempo passou, mas a estrela do carismático líder do Queen brilha com mais força do que nunca e seus companheiros continuam vivendo de seus antigos sucessos.
A mítica banda de rock britânica, que completa 40 anos em 2011, está entre as que venderam mais discos em todos os tempos – cerca de 300 milhões, segundo fontes, a maioria nas últimas duas décadas, ou seja, após a morte de Mercury.
O guitarrista do Queen, Brian May, e o baterista, Roger Taylor, têm mais trabalho do que nunca e algumas músicas de Mercury, como Bohemian Rhapsody e Don't Stop me Now, tornaram-se clássicos.
Nos anos após a morte do cantor, que para o jornal britânico The Independent "pareceu apenas um susto na carreira", o valor do Queen subiu muito e diversos artistas populares da atualidade o citam entre suas influências, incluindo Lady Gaga, Robbie Williams e Muse.
Mercury morreu aos 45 anos em sua casa em Londres, no dia 24 de novembro de 1991, em consequência de uma broncopneumonia causada pela Aids, enfermidade que tinha sido diagnosticada vários anos antes. Seus admiradores lembram-se dele por suas cativantes atuações ao vivo, sua surpreendente voz e por hits inesquecíveis como We Are the Champions, hino inevitável de qualquer final esportiva, Killer Queen, Crazy Little Thing Called Love ou Barcelona, interpretada em dueto com a soprano espanhola Monserrat Caballé.
O musical We Will Rock You, que estrou em 2002, continua cheio em todas as suas apresentações em Londres e foi montado em vários países. O interesse que Mercury desperta impulsionou a produção de um filme biográfico, protagonizado pelo excêntrico Sacha Baron Cohen (intérprete de Borat) e que se concentrará nos anos anteriores à extraordinária apresentação do Queen no show Live Aid, em Londres, em 1985.
– Mesmo que não esteja fisicamente presente, sua presença parece mais poderosa do que nunca – escreveu May em um blog em setembro, pelo que seria o 65º aniversário de Mercury. – Devorava a vida. Comemorava cada minuto. E, como um grande cometa, deixou uma estrela luminosa que brilhará durante muitas gerações.
Um dia antes de morrer, Mercury confirmou em um comunicado que tinha Aids. Em menos de 24 horas, entrou em coma e morreu, depois de ter conservado sua doença em segredo, sem nunca expressar seu sofrimento. Mercury disse em uma entrevista em 1987 que não tinha medo de se tornar um velho de 70 anos rico e solitário.
– Vivi uma vida plena e se morresse amanhã, não me importaria. Fiz realmente de tudo – disse.
Nascido como Farrokh Bulsara, no dia 5 de setembro de 1946, em uma família indiana que morava em Zanzibar e educado em um internato de estilo inglês na Índia, o tímido adolescente chegou a Londres quando sua família fugiu da revolução no pequeno país africano em 1964.
Sua imagem mais clássica é com uma jaqueta de estilo militar amarela e calça branca que usou durante a turnê de 1986, bigode e o punho no alto, na pose imortalizada em estátua erguida em sua homenagem na cidade suíça de Montreux, às margens do lago Genebra.
Passado o luto, os três colegas da banda produziram músicas inteiras com pedaços da voz de Mercury que ele, já gravemente enfermo, tinha gravado em 1991, durante as preciosas horas em que recuperava alguma vitalidade. O álbum resultante, Made in Heaven, lançado em 1995, se tornou um dos mais famosos do Queen.
Para os integrantes da banda, enfrentar a vida sem Mercury não foi fácil. May mergulhou em uma profunda depressão, depois de perder também seu pai e após o fim de seu casamento, e pensou em suicídio. Taylor, assim como May, produziu alguns álbuns solo nos anos 1990, mas apesar dos esforços para se distanciar do Queen, aprendeu a viver com a lenda. Já o baixista John Deacon se aposentou em 1997, embora seus companheiros tenham sua benção para seguir em frente.
O lançamento de We Will Rock You, que foi visto por 13 milhões de pessoas no mundo, deu a eles uma nova vida ao oferecer aos fãs uma volta a todos os seus grandes sucessos. O Queen voltou a sair em turnê em 2005, desta vez com o ex-vocalista da banda Free, Paul Rodgers, com quem gravaram o, até agora último, álbum de estúdio The Cosmos Rocks (2008).

O músico Jimi Hendrix foi consagrado nesta quarta-feira (23) como o melhor guitarrista da história, numa eleição realizada pela revista americana Rolling Stone junto a críticos e músicos.

"Jimi Hendrix extrapolou a nossa ideia sobre o que poderia ser o rock: ele manipulava a guitarra, a 'whammy bar', o estúdio e o palco", disse o guitarrista Tom Morello à publicação, citando "Purple Haze" e "The Star-Spangled Banner" como as principais gravações de Hendrix, que morreu em 1970.

O ranking inclui ainda vários ícones do rock nas últimas décadas. Entre os participantes da eleição, estavam os músicos Lenny Kravitz, Eddie Van Halen (que ficou em oitavo lugar), Brian May e Dan Auerbach, além de redatores e editores da Rolling Stone.

Veja a lista dos dez melhores guitarristas da história, segundo a revista:

1. Jimi Hendrix
2. Eric Clapton
3. Jimmy Page
4. Keith Richards
5. Jeff Beck
6. B.B. King
7. Chuck Berry
8. Eddie Van Halen
9. Duane Allman
10. Pete Townshend

Os músicos Ivete Sangalo, Gilberto Gil e Caetano Veloso apresentaram um ensaio juntos, na noite desta terça-feira (22), no Rio de Janeiro, para o especial de fim de ano que será exibido no dia 23 de dezembro na TV Globo. O ensaio aberto à imprensa foi gravado e fará parte do programa.

A proposta do trio é apresentar um repertório de clássicos da MPB inspirados por musas, amor e separação, como "Tigresa", "Tá combinado" e "Super-Homem". "É uma experiência linda. Hoje estou aqui como cantora, como fã, como tudo", disse Ivete.

"É um programa que fala de amores, de relacionamentos, da visão do feminino e do masculino por parte desses compositores. Mas sempre focando o amor. Seja com dor,  com felicidade, com separações ou encontros".
Para Ivete, a esolha das canções foi um desafio. "Em se tratando do repertório desses caras, tudo é imprescindível. Teríamos que ter um ano inteiro de especial, o que não seria má ideia, para a gente conseguisse cantar todas. São canções que povoam a nossa história e o nosso dia a dia", revelou a cantora.

"Atrás da porta", canção de Chico Buarque que a baiana apresentou sozinha, foi a que mais a emocionou. "Não sou mulher disso, mas é um sofrimento desgraçado", disse.
Gil, Ivete e Caetano são acompanhados por uma banda composta, por 17 músicos, incluindo naipe de metais, cordas e percussão. São poucas as composições que não são de Caetano ou Gil. Uma delas é "Atrás da porta", de Chico Buarque, que foi cantada por Ivete sozinha. Em "O meu amor", do mesmo compositor", ela foi acompanhada por Caetano.
Os dois também cantaram "Se eu não te amasse tanto assim", que foi gravada por Ivete, e "Tieta". A baiana lembrou que Caetano cantou pela primeira vez esta canção num trio elétrico, justamente com ela. Em seu solo, Gil apresentou "Dom de iludir", de Caetano.


A oportunidade de gravar um especial para a televisão fez com que Gil e Catenao relembrassem o sucesso da época dos festivais, que eram quase sempre transmitidos pela TV. "Naquele tempo, havia musicais na TV a semana toda. Isso prosseguiu com menos intensidade nos anos 80 e 90. Hoje em dia é bem raro. Mas gosto bastante de fazer", comentou o autor de "Drão", sendo interrompido por Caetano.
"Eu já não gosto tanto. No geral, acho música na televisão muito chato. Porque são muitas questões. Num show, eu me transformo num personagem. Mas, na TV, parando a toda hora, fica mais difícil. Mas não estou me queixando não, estou feliz", brincou o músico.
Os compositores explicaram que a escolha do repertório, que será composto por 17 canções, foi feita a partr dos diretores e roteiristas do especial, Roberto Talma e Rafael Dragaud. "Eu deixei nas mãos deles. Foram lá em casa conversar comigo já com um conjunto de sugestões que já coincidiriam basicamente com qualquer coisa que eu já viesse a pensar, algumas delas bem óbvias. Por exemplo: como fazer um programa sobre amor sem cantar 'Você é linda' ou 'Drão'? São músicas que já cativam e que já moram no coração das pessoas", comentou Gil.

Dragaud conta que o momento mais difícil da produção do especial foi conciliar as agendas dos três cantores. "Depois que você consegue reuni-los, não há complexidade alguma. Tem uma hora em que você para de trabalhar e fica simplesmente assistindo", destacou o diretor, acrescentando: "Caetano e Gil são dois gradessíssimos poetas, cantores e compositores. Colocaram a vida em suas músicas: as opiniões políticas, o amor, o sexo, a desilusão, a separação, a dor, a perda, o ciúme. Então é meio automático você querer levar isso para a televisão."

Falta pouco para a dupla mineira Victor & Leo completar 20 anos de carreira, 15 deles nos palcos apertados de barzinhos, como fazem questão de ressaltar. Os dois irmãos aproveitam a entrevista que tem como gancho o lançamento do disco "Amor de alma" para listar (e explicar) referências que vão do canadense Neil Young ao Trio Parada Dura.
Durante o bate-papo em um hotel em São Paulo, eles questionam o uso do termo sertanejo ("Não adianta colocar bota, chapéu e fazer pop") e contam que já conversaram várias vezes sobre um possível fim da parceria. Leia a entrevista completa:


 Sempre quando se pergunta sobre o novo sertanejo, é uma unanimidade dizer que ele é mais urbanizado. E vocês aparecem com cavalos na capa do novo disco. Como foi essa ideia, o que essa escolha significa?

Victor:
A palavra “sertanejo” advém de “sertão”. Se não for assim, não tem sentido. Se a pessoa não sabe minimamente o que é bucolismo ou não sabe vivenciar o sentido disso, ela não está fazendo música sertaneja. Não adianta colocar bota, chapéu e fazer rock ou pop. Sem nenhum tipo de ligação com o sertão, você está fazendo outra coisa. Isso aqui a gente faz desde criança [aponta para a capa do disco]. A ideia foi fazer uma capa natural. Não precisava ser bonita, nem photoshop tem. As golas estão desarrumadas. É do jeito que uma pessoa fica ao montar um cavalo. Se hoje uma pessoa disser que gosta de sertanejo, não sei do que ela gosta. Tem gente que está seguindo apenas uma fórmula.

Há muito de forró no disco, e vocês o definem como '80% dançante'. O CD é menos romântico?

Léo:
O anterior, “Boa sorte pra você”, não era para ser colocado em um churrasco. Coloco mais no carro para viajar. É lento, melancólico. A gente estava cansado, estressado. Assim, você quer ouvir uma coisa mais calma, se enfiar no quarto, ficar “de boa”. Aí tiramos férias de três meses. A gente veio cheio de gás. No estúdio, o astral foi muito bom.
Victor: Esse novo disco tem meu violão, acordeão, bateria, contrabaixo e percussão. Acabou. Ele é extremamente cru. É produzido, dirigido, arranjado, interpretado e tocado por nós.

Na faixa-título há um quê de pop rock. Esse lado sempre esteve na sua obra. Dinho, do Capital Inicial, já disse que vocês souberam fazer uso do pop que fez sucesso nos acústicos MTV. Bandas venderam muito com esse projeto, mas agora vocês que vendem. Há um pouco dessa sonoridade nas suas músicas?

Victor -
Eu não ligo muito a isso intrinsecamente, embora todos os Acústicos MTV sejam os meus prediletos. Desde o Eric Clapton que fez o primeiro, né? Mas fazemos isso naturalmente há muito tempo, mesmo quando a gente não tinha DVD para assistir e não tinha notícia de Acústico MTV. Em 1993, todo mundo tinha fita cassete. Eu pegava e fazia uma seleção com as minhas músicas prediletas. Eu punha uns nomes como “Apaixonado mil por hora” na fita. E daí começava... “What can I do / What can I say” [Victor imita a voz de Neil Young em “Already one”]. Aí quando acabava Neil Young começava Trio Parada Dura, “Barco de papel”. Aí vinha “Money for nothing”, do Dire Straits. Eram muitas referências misturadas, mas a principal era a música sertaneja de raiz.

E o que tem de Neil Young nas músicas que vocês cantam hoje?

Victor -
É uma referência. Nossas baladas românticas são folks. Tem uma que se chama “Pensei em você”. A cena da música, a cor dessa música, no Brasil quase ninguém soube entender ou classificar. É folk puro, com R&B. Renato Teixeira [cantor] chegou para nós e falou: “Vocês renovaram preservando a essência. Então, se no Brasil existisse uma música sertaneja que pudesse ser chamada de folk, seria o som que vocês fazem”.
Leo - Não é só a referência para o arranjo, tem a voz. É mais suave, o jeito de cantar do Neil Young tem isso. Nos discos com o Crazy Horse era aspereza pura e depois nos discos mais acústicos ficou mais suave. Mas existem outros que nos agradam: Eagles, Simon & Garfunkel, James Taylor. Temos a característica de cantar aveludado.


Vocês regravaram músicas populares. Como foi a escolha?

Leo -
Criamos um vínculo de sentimento com algumas músicas. Por isso, a gente regrava. Cantamos muito “Passe livre”, “Fuscão preto” e “Sexy Iemanjá” em bares. São especiais. Não buscamos hits no passado, é uma escolha afetiva.
Victor - Eu me lembro bem de “Fuscão preto”. Tinha sete anos. Eu tenho a cena clara de estar com meu pai, familiares, todos dançando, outros bebendo e rindo. E “Fuscão preto” comendo solto no fundo. Quando eu ouço, eu volto para lá. É quase como se fosse a goiabada com queijo que a sua avó fazia. Hoje quando como, estou comendo aquele momento. É um portal para aquele momento bom.

Em 2012, vocês completam 20 anos de dupla. Vocês estão cada vez mais perto dos 25 anos. Rick & Renner se separaram no 25º aniversário e Bruno & Marrone tiveram problemas. Melhor tomar cuidado com a maldição dos 25 anos.

Léo -
[Risos] Boa dica, cara. Mas ainda bem que faltam cinco anos...
Victor - É sério isso, maldição? [Risos] Já tivemos crises de contestar o porquê de estarmos juntos. Foram várias conversas no decorrer da carreira. Não podemos elevar a condição de irmão a uma obrigação profissional. A gente só canta junto porque quer. Depois que a gente incorporou esse pensamento, ficou mais confortável. Eu me sinto agradecido. Eu tenho o sentimento de gratidão por ele existir quando estou no palco. Vamos supor que aconteça um acidente e um dos dois morra. Não sei se vou continuar a cantar. Talvez pare mesmo.
Léo - Eu pararia na hora. Não vamos continuar a falar disso não, eu vou chorar.
Victor - Quando estiver no fim da vida, quero olhar para trás e ver que a minha intenção era fazer a diferença na vida de alguém. Não pode ser por um motivo vago.
 

Música para dançar, música para chorar, música para refletir, para meditar ou simplesmente para pular. E para tantas emoções, culturas, sociedades a humanidade criou – às vezes sem perceber – vários estilos musicais: jazz, rock, pop, blues, erudita, folk, soul e tantos outros.


A música é a forma da arte mais bela de manifestar as emoções. Uns pouco, outros muito, mas não há quem não goste de música. Música é alimento para alma. E para desbloquear tantos sentimentos que vai no interior das pessoas, elas compõem música – muitas vezes acontece de se ouvir uma canção e logo dizer: “esta música é para mim!” ou “ela traduz exatamente como me senti”. Música une as pessoas.
Não se sabe quando a humanidade começa fazer música. Dizem que os homens das cavernas, maravilhados com os fenômenos da Natureza – alguns aterrorizados – começaram a cantar para alguma Divindade, em busca de proteção ou de reconhecimento, sentindo que existe uma força superior por trás da vida. Os homens também cantam para Deus.
Mas a humanidade também canta para protestar, exprimir alegria, tristeza, raiva, medo. Música é uma necessidade. É também uma forma de contar histórias: lembranças de uma pessoa querida, da saudade de uma época, de sua terra natal ou até de imaginar o futuro. Seja ruim ou bom.
Música para dançar, música para chorar, música para refletir, para meditar ou simplesmente para pular. E para tantas emoções, culturas, sociedades a humanidade criou – às vezes sem perceber – vários estilos musicais: jazz, rock, pop, blues, erudita, folk, soul e tantos outros.
Se observarmos os grandes clássicos da música, eles simplesmente acontecem; raramente são planejados. Gary Brooker, da banda Procol Harum, sua linda canção “A Whiter Shade of Pale” surgiu quando ele brincava ao piano em cima de uma melodia de Bach. Brian Wilson (The Beach Boys) compôs “Good Vibrations” depois de ouvir uma história contada por sua mãe, que os cachorros sentem as vibrações das pessoas, algo que não se pode ver, apenas sentir.
Há aqueles clássicos que surgem de uma vez. Para Bob Dylan, nos anos 60, elas vinham aos montes. A letra de “Blowin in the Wind” foi feita em dez minutos.
Muitas canções vieram dos sonhos. O número de canções vindas do mundo onírico é fabuloso. “California Dreamin´” do The Mamas and The Papas aconteceu quando John Philips sentiu uma melodia chegar ao meio da noite. Ele acordou sua esposa, Michelle, também da banda, para ajudá-lo a terminá-la.
Jimi Hendrix fez a letra de Purple Haze depois de sonhar que podia andar debaixo d´água.
O riff de “Satisfaction” dos Rolling Stones acordou Keith Richards, enquanto ele não a gravou não pôde voltar a dormir.
Os Beatles têm duas famosas: “Yesterday” e “Let it Be”, ambas de Paul McCartney. A primeira, a melodia acordou Paul no meio da noite; a segunda surgiu de um sonho onde sua falecida mãe aparecia oferecendo conforto, assegurando-o que tudo ficaria bem em uma época conturbada para ele e sua geração.
Há músicas surgidas em momentos de solidão como “Will to Love” de Neil Young, quando ele estava sozinho no estúdio e todos tinham ido embora.
E há álbuns inteiros gravados sob o efeito da solidão e tristeza é o caso de “Pink Moon” de Nick Drake, o jovem cantor folk profundo e melancólico. O disco foi gravado em apenas duas noites.
Não pode faltar canções que são uma ode a alegria. “Shiny Happy People” do R.E.M; outras que trazem a alegria no próprio nome e convoca a todos a correr atrás do trio elétrico – “Alegria, Alegria “de Caetano Veloso.
E existem casos raros, como aquela banda que não só fazia músicas alegres como também era a própria alegria de viver: Os Mamonas Assassinas.
Mas há música para dar medo. Exemplo? “Black Sabbath” daquela velha bandinha macabra. Música surgida após terapia, “Mother” de John Lennon – na verdade foi o álbum todo. O primeiro solo dele.
Na verdade há música sobre tudo que assunto e para todos os momentos, até aqueles mais safadinhos, que o diga Serge Gainsbourg e seu “Je T´aime… Moi Non Plus”. Ou simplesmente sentir ódio de Deus ou Ele de nós – “God Hates Us All”, do Slayer. Dar uma chance a paz, “Give Peace a Chance”, de John Lennon, sair quebrando as escolas, “Another Brick in the Wall”, Pink Floyd ou passar por um extraterrestre que veio a terra, “Ziggy Stardust”, de David Bowie.
Para comemorar o Dia da Música, 22 de novembro, nada melhor do que deixar uma das mais lindas canções de todos os tempos. Uma canção que fala das coisas simples da vida e dar mais valor o que temos de mais precioso: a vida.
Ela foi composta especialmente para Louis Armstrong, por George Davi Weiss e Bob Thiele em 1967. Época que o mundo passava por várias mudanças, inclusive a própria música.


Confira os valores das apresentações do Creedence Clearwater RevisitedImagem: Divulgação
Stu Cook e Doug Clifford (membros do antigo Creedence Clearwater Revival) formaram o genérico Creedence Clearwater Revisited, e passaram a excursionar pelo mundo, tocando antigos sucessos da banda original.
O Creedence Clewater Revisited anunciou sua passagem pelo Brasil em 2012 para relembrar grandes sucessos que marcaram época, como “Susie Q”, “Lodi”, “Proud Mary”, “Who´ll Stop The Rain”, entre outros. Confira abaixo mais informações sobre ingressos e valores:

Serviço Creedence Clearwater Revisited:

Rio de Janeiro

Data: 18 de MARÇO de 2012
Local: Citibank Hall – RJ - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca
Horário: 20h
Duração do show: aproximadamente 1h30
Classificação etária: 15 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados).

Preços:

Camarote – 300 reais
Pista Premium – 280 reais
Poltrona – 280 reais
Pista – 180 reais

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

- Pré-venda Credicard, Citibank e Diners: entre 21 e 27 de novembro de 2011

- Vendas ao público em geral: A partir de 28 de novembro de 2011

Horário da abertura das vendas:

0h (meia-noite): Internet (informações e vendas) — Tickets For Fun (www.ticketsforfun.com.br). Entrega em domicílio. Há taxas de conveniência e de entrega para esse serviço.

9h: Telefone para vendas — 4003 5588 (válido para todo o país), 9h às 21h, segunda a sábado. Entrega em domicílio. Há taxas de conveniência e de entrega para esse serviço.

10h: Pontos de Venda Tickets For Fun. Há taxa de conveniência para esse serviço. 

10h: Bilheteria Oficial – Citibank Hall/RJ - diariamente, das 12h às 20h (Av. Ayrton Senna, 3000 – Rampa externa do Shopping Via Parque - Barra da Tijuca). Não serão cobradas taxas para esse serviço.

São Paulo

Local: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro – SP
Única apresentação: 25 de MARÇO de 2012
Horário do show: 20h
Duração do show: aproximadamente 1h30
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 e 13 anos acompanhados dos pais ou responsáveis e a partir de 14 anos desacompanhados.

Preços: 

Pista Premium – 350 reais
Camarote Setor I – 350 reais
Camarote II – 300 reais
Pista – 210 reais
Poltrona I – 250 reais
Poltrona II – 220 reais
Plateia Superior I – 150 reais
Plateia Superior II – 130 reais
Plateia Superior III – 110 reais
Visão Parcial – 80 reais

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

- Pré-venda Credicard, Citibank e Diners: entre 21 e 27 de novembro de 2011

- Vendas ao público em geral: A partir de 28 de novembro de 2011
  
Horário da abertura das vendas:

0h (meia-noite): Internet (informações e vendas) — Tickets For Fun (www.ticketsforfun.com.br). Entrega em domicílio. Há taxas de conveniência e de entrega para esse serviço.

9h: Telefone para vendas — 4003 5588 (válido para todo o país), 9h às 21h, segunda a sábado. Entrega em domicílio. Há taxas de conveniência e de entrega para esse serviço.

10h: Pontos de Venda Tickets For Fun. Há taxa de conveniência para esse serviço. 

10h: Bilheteria Oficial – Credicard Hall - diariamente, das 12h às 20h (Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro – São Paulo/SP). Não serão cobradas taxas para esse serviço.

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