Ford cria músicas com barulhos de carro
A Ford contratou os artistas de música eletrônica Joshua Harrison, Keith Kemp e Tom Newman para criar um som a partir dos “barulhos” do carro. O modelo utilizado para a criação da música foi o novo Ford Fusion americano, apresentado durante o Salão de Detroit no começo do ano. 

"Mesmo que inconscientemente, o som de cada componente do carro influencia muito na percepção de qualidade dos consumidores", afirma Ramita Chawla, engenheira de qualidade de som da Ford. Desde o som que a batida da tampa do porta-malas faz, passando pelo ronco do motor ao aviso do cinto de segurança foram gravados pelos músicos. Segundo Joshua Harrison, um dos coordenadores do projeto, a produção de música eletrônica é muito similar à fabricação de um carro, “há muitas partes pequenas que precisam ser encaixadas. O segredo é juntar todos esses elementos e fazê-los funcionar como uma peça única”. Confira no link o resultado final e o processo de produção do vídeo.


Música “I’m a believer” interpretada por Smash Mouth, trilha do filme Shrek.
Neste comercial cantada por Cristina Sampaio http://www.youtube.com/user/Cristinadsampaio?feature=guide.
comercial no YouTube
clipe com cenas do Filme Shrek
Letra:
(duh-duh,duh-duh)
(duh-duh,duh-duh)
I thought love was only true in fairy tales
Meant for someone else but not for me.
Oh, love was out to get me
That’s the way it seems
Disappointment haunted all my dreams.
Then I saw her face
Now I’m a believer.
Not a trace
Of doubt in my mind.
I’m in love
(oooooo)
I’m a believer, I couldn’t leave her
if I tried
I thought love was more or less a given thing
The more I gave the less I got, Oh Yeah
What’s the use of trying
All you get is pain
When I wanted sunshine I got rain
Then I saw her face,
Now i’m a believer.
Not a trace
Of doubt in my mind.
I’m in love
I’m a believer, I couldn’t leave her
if I tried
What’s the use in tyring
All you get is pain
When I wanted Sunshine I got rain!
Yes I saw her face,
Now I’m a believer.
No not a trace
Of doubt in my mind.
Said I’m a believer, yeah yeah…



Artista: VA
Álbum: Amor Eterno Amor: Nacional
Gravadora: Som Livre
Gênero: Trilha Sonora. Vários
Lançamento: 2012
N° de Faixas: 15
Qualidade: 192 Kbps
Formato: MP3
Tamanho: 74 Mb

Tracklist:
01. Ainda Bem – Marisa Monte
02. Le Va-Me Pra Lua ((Fly Me To The Moon) (In Other Words) – Ana Caram
03. Sete Dias – Roberta Campos
04. Linha Tênue – Maria Gadú
05. Ai Menina – Lia Sophia
06. Presença – Skank – Part. Esp.: Emicida
07. O Silêncio Das Estrelas – Lenine
08. Feliz – Leila Pinheiro
09. Adormecendo – Cogumelo Plutão
10. Se Eu Quiser Falar Com Deus – Roberta Spindel
11. Pauapixuna – Fafá De Belém
12. Tô Fazendo A Minha Parte – Diogo Nogueira
13. Geminiano – Lan Lan
14. Na Moral – Lincoln Tornado
15. Luz Do Sol – Caetano Veloso


Na próxima semana, comemoraremos 11 anos do dia em que Alicia Keys surgiu com seu formidável Songs in A Minor cantando os efeitos do amor nas teclas do piano. Desde lá, ela se tornou um referencial no Soul contemporâneo e acumulou diversos sucessos de rádio. Que tal relembrarmos essa carreira brilhante escutando todos os singles lançados até aqui?

01. "If I Ain't Got You"
02. "Fallin'"
03. "No One"
04. "You Don't Know My Name (Radio Edit)"
05. "Un-Thinkable (I'm Ready)"
06. "A Woman's Worth"
07. "Karma"
08. "Gangsta Lovin' (Feat. Eve)"
09. "Girlfriend"
10. "Teenage Love Affair"
11. "Try Sleeping With A Broken Heart"
12. "Unbreakable"
13. "Put It In A Love Song (Feat. Beyoncé)"
14. "How Come You Don't Call Me"
15. "Like You'll Never See Me Again"
16. "Diary"
17. "Doesn't Mean Anything"
18. "Superwoman"

LINK ÚNICO: Zippyshare

O músico Nelson Jacobina morreu na manhã desta quinta-feira (31) no Rio de Janeiro, aos 58 anos. Integrante da banda Orquestra Imperial e antigo parceiro de Jorge Mautner, com quem escreveu músicas como "Maracatu atômico", ele estava internado no CTI do Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, na Zona Sul, onde lutava contra um câncer.

O velório será realizado na tarde desta quinta, no Cemitério São João Batista, também em Botafogo.

De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, ele faleceu às 6h45. Um boletim médico ainda será enviado com mais detalhes sobre o óbito. O compositor estava internado desde domingo (27), quando reclamou de falta de ar após uma viagem a trabalho.

Violonista e guitarrista, Nelson Jacobina era parceiro de Mautner desde os anos 1970. Com ele, compôs clássicos como “Lágrimas negras”, “Maracatu atômico”, “Árvore da vida” e “Samba-jambo".

Já com a Orquestra Imperial desde o início dos anos 2000, ele trabalhava principalmente ao lado de músicos da nova geração da MPB, como Thalma de Freitas, Moreno Veloso, Nina Becker, Kassin e Domenico Lancelotti, além do também veterano Wilson das Neves. Há cerca de um mês, mesmo doente, gravou o segundo álbum de estúdio da banda.

Jacobina descobriu um tumor abaixo do queixo há 15 anos, passou por uma cirurgia e o câncer foi dado como curado. A doença, no entanto, voltou cinco anos atrás e se alastrou até ser diagnosticada a metástase, em 2010.

Dorival Caymmi, Tom Jobim, Luiz Gonzaga, o maestro Rogério Duprat e até Jimi Hendrix foram alguns dos ilustres convidados para a festa promovida por Gilberto Gil no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na noite desta segunda-feira (28). Prestes a completar 70 anos, o músico baiano reverenciou seus ídolos de maneira póstuma ao mesmo tempo em que releu alguns clássicos de seu próprio cancioneiro ao longo do emocionante show comemorativo "Concerto de cordas e máquinas de ritmo", que realizou junto da Orquestra Petrobras Sinfônica.


O projeto faz parte da série MPB & Jazz, idealizada pelo maestro Wagner Tiso e pela produtora Giselle Goldoni Tiso. Criada há oito anos, já homenageou gente como Paulinho da Viola, Edu Lobo, Guinga, Noel Rosa e Ataulfo Alves, entre outros. Em 2012 foi a vez de Gilberto Gil, que aproveitou a ocasião e recrutou o diretor Andrucha Waddington para filmar o espetáculo, que vai virar DVD pela Conspiração Filmes.

Sob a regência de Carlos Prazeres e Jaques Morelenbaum, a orquestra deu atmosfera grandiosa aos clássicos "Saudade da Bahia" e "Outra vez", de Caymmi e Jobim, respectivamente. E valorizou a obra do cantor baiano. As baladas "Estrela" e "Quatro coisas" (esta última em homenagem à esposa, Flora) ficaram ainda mais delicadas; "Domingo no parque" aproximou-se de sua versão original, gravada junto dos Mutantes e com arranjos do maestro Rogério Duprat (1932-2006) em 1967; "Oriente", que em 1972 foi lançada no formato "voz e violão", ganhou tom solene e dramático. No total, foram 13 as canções orquestradas, dentre elas a inédita "Eu descobri".

Mas Gil também fez bonito quando cantou acompanhado apenas da banda formada por Morelenbaum (violoncelo), Nicolas Krassik (violino), Bem Gil (violão) e Gustavo di Dalva (percussão). Foi o caso de "Juazeiro" (de Gonzagão e Humberto Teixeira), "Eu vim da Bahia" e "Up from the skies", de Jimi Hendrix. Também com a banda tocou a outra inédita da noite, "Futurível".


"Compus essa canção na cela de uma cadeia, como diz uma certa música de Caetano Veloso", disse Gil, relembrando os tempos em que esteve preso e como ficou surpreso ao ser gentilmente atendido depois de pedir um violão a um militar na prisão.

O baiano tamém ousou em alguns momentos. Em "Lamento sertanejo", parceria com Dominguinhos, foi acompanhado somente pelo cello de Morelenbaum, além de seu próprio violão. Citou "Ponteio" (Edu Lobo), grande vencedora do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, durante "Expresso 2222". E lançou-se a capella, batendo nas costas do instrumento, em uma sinistra versão para "Não tenho medo da morte".

'Judiação'


Ao fim do espetáculo — exibido em telões montados do lado de fora do teatro, na Rua Treze de Maio —, o cantor se disse satisfeito com o próprio desempenho, além das performances dos músicos e da plateia. "Esse entusiasmo que eu tenho com a música ficou muito evidente. A orquestra estava impecável, e o público estava receptivo, atento. Foi um show muito bom e uma noite muito interessante", destacou o cantor durante um rápido bate-papo com alguns jornalistas.
 
Gil lamentou apenas a dura tarefa de cortar músicas do repertório final, como "Esotérico" e "Seu olhar". "Ah, meu filho, são 500 e tantas músicas que precisei espremer num repertório de 20 canções. É uma judiação, né?"

Sobre a experiência de se apresentar com uma sinfônica, descreveu: "Orquestra tem aquela variedade de cores que remetem a situações, a paisagens naturais e humanas. Tem um peso enorme na formação cultural do planeta. As orquestras são maiores do que os parlamentos", brincou o cantor.

O guitarrista e cantor americano Doc Watson, vencedor de sete prêmios Grammy e pioneiro do folk e do bluegrass nos Estados Unidos, morreu nesta terça-feira aos 89 anos em um hospital da Carolina do Norte (EUA), informou a "CNN".

Watson morreu enquanto tentava recuperar-se de duas complicadas operações no cólon que foram realizadas na semana passada, segundo informou à emissora Mary Katherine Aldin, porta-voz da fonográfica do músico, a Folklore Productions.

Doc Watson é citado frequentemente pelos músicos de folk como influência, devido a sua mistura de bluegrass, blues, country e gospel.

O guitarrista era deficiente visual e começou carreira na década de 1960 com gravações como "Deep river blues" e "Shady grove".


Não fosse pelo público, o show em tributo à Legião Urbana, promovido pela MTV nesta terça-feira (29), no Espaço das Américas, em São Paulo, teria sido um ensaio razoável. A começar pelas inúmeras falhas no som, microfonia e instrumentos desafinados – Dado Villa-Lobos tocou mais de três músicas com a guitarra fora de compasso. Na introdução de “Pais e filhos”, Marcelo Bonfá até pediu “Gente, vamos começar de novo”.

Wagner Moura compensou a baixa qualidade vocal com muito suor, dedicação e performance. Correu pelo palco, chorou, deitou e se jogou no chão, pulou e requebrou. Visivelmente emocionado, incorporou os tremeliques característicos de Renato Russo, mas se apresentou como fã da banda por inúmeras vezes. “É um dos momentos mais incríveis da minha história. Essa banda mudou minha vida”, disse antes de cantar “Andrea Doira”, sua música preferida do repertório da Legião, ao lado de Fernando Catatau.

 Apesar do clima de ensaio, o público respondia com entusiasmo ao pedido de feedback de Moura: “Está tudo bem?” Fiel, a plateia cantou todas as músicas – o que ajudou a abafar a voz por vezes embargada do ator – e pareceu sensibilizada com a entrega dos músicos no palco. Quando desceu ao fosso para cantar “Ainda é cedo” ao lado dos fãs, Wagner Moura teve a camiseta rasgada.

Participações

Foram 28 músicas em mais de duas horas de show, transmitido ao vivo pela MTV.  Às 22h10 Wagner Moura, Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos, acompanhados por Rodrigo Favaro (baixo), Caio Costa (teclado e arranjos) e Gabriel Carvalho (violão) abriram a apresentação com “Tempo perdido”, música que foi trilha sonora de dois filmes em que Moura é protagonista – “O homem do futuro” e “VIP”.
No tributo, mostraram ao vivo pela primeira vez duas músicas do álbum “A Tempestade ou o Livro dos dias”, lançado em 1996 – e o último de Renato Russo . Em “Via láctea”, composição que deixa claro o sofrimento e a tristeza do ex-vocalista, já bem doente na época, Dado deitou no chão do palco e tocou olhando para as imagens do céu projetadas no teto.

Em “Geração Coca -Cola”, Dado e Bonfá, sem Wagner, apresentaram uma versão acústica da canção, e contaram com o reforço da gaita do multi-instrumentista Clayton Martin. A homenagem à Legião Urbana ainda teve a participação de um naipe de cordas em "Monte castelo", além de Andy Gill, do grupo Gang of Four, com Bi Ribeiro na dobradinha “Damaged Goods” e “Ainda é cedo”. Dado apresentou o convidado internacional como o responsável pela sua carreira como músico. “Ele foi a grande inspiração para que eu me tornasse um guitarrista.”

Gill também não poupou os afagos: “É uma honra estar aqui. Eu fazia música a mais de 10 mil quilômetros de distância e não tinha ideia que minhas canções chegavam ao Brasil. Quando descobri a Legião Urbana, senti sintonia”.

A apresentação foi encerrada com “Será”, música que o público já tinha cobrado antes de primeiro bis. Chorando, Dado, Wagner e Bonfá deixaram o palco com a plateia clamando por “Faroeste Caboclo”.
Wagner Moura deu o recado inúmeras vezes durante a apresentação: “Essa é talvez a última vez que vocês vão ver o Dado e o Bonfá cantaram juntos, esse repertorio.” O segundo show do tributo acontece nesta quarta-feira (30), às22h, no Espaço das Américas, em São Paulo.

É bom notar que Paula Fernandes deixou de cantar quase sempre com a voz empostada, como costumava fazer em seus seis discos anteriores. Em “Meus encantos”, lançado nesta terça-feira (29), a cantora mineira parece estar muito mais solta.

E ela concorda, em parte. "Estou em evolução. Talvez esteja mais solta, porque a recepção foi boa. Meu pai sempre dizia: 'faça o que você sabe fazer, que tá bom'. Não invento", disse, em entrevista coletiva.

O G1 ouviu o primeiro CD de Paula após a fama e constatou que a cantora vai por gêneros além do sertanejo romântico que a fez vender mais de 1,5 milhão com seu disco ao vivo. Nas letras, a mineira só quer saber de amor. Das 13 inéditas compostas por ela, 12 têm a palavra na letra. Leia o faixa a faixa:

1 - “Cuidar mais de mim”
A levada de violão e a letra sofrida (sobre omissão) dão a entender que Paula quer falar sobre mágoas, em letra assinada por ela. "A minha vida é em vão / Isso é morrer / Eu sei que parte do que eu passei / Foi culpa minha porque eu deixei".

2 - “Se o coração viajar”
Menos melancólica do que a abertura, a segunda do disco começa a dar sinais de que arranjos puxados para o country pop de Taylor Swift e Shania Twain têm vez no CD. "Se o coração viajar / Ah, aaaahhhh, vai chegar / Nessa paixão viajar / Ah, aaaahhhh, vai chegar", canta ela. É uma das mais antigas composições e quase foi parar no disco de outros artistas.

3 - “Eu sem você”
Em letra que faz lembrar a de “É o amor”, Zezé di Camargo e Paula assinam versos como: “Tô tão carente feito um prisioneiro / Vivo um pesadelo, beijo sem paixão”.

4 - “Harmonia do amor”
A faixa é composta e cantada em parceria com Zé Ramalho. A música parece ter escapado do repertório do cantor. Para Paula, trata-se de uma "belezura de canção".

5 - “Céu vermelho”
A moda com viola caipira fala sobre perdão e "colinho". É a única das novas composições que não cita a palavra "amor".

6 - “Mineirinha ferveu”
É a mais “espevitadinha”, na descrição de Paula. “Pode até ser dançante, mas não precisa ser vazia”, alertou. É outra com letra de Zezé. "Ele ligou dizendo sobre uma música que tinha a ver com minha cintura."
 
7 - “Na contramão”
Outro country pop que faz lembrar Taylor Swift. O refrão é pouco memovável e a letra é genérica além da conta: "Me humilhei pra buscar no teu peito / Um amor que eu jamais conheci / Inventei uma ilusão do meu jeito / Foi então aí que eu me perdi."

8 - “Além da vida”
A música mais arrastada do disco é uma das provas que a moça está cantando de modo mais suave. A faixa é escrita por ela com Victor Chaves, da dupla Victor & Léo. Tido como ex-affair de Paula, o cantor deixa claro que baladinha folk romântica bem feita é com ele mesmo.

9 - “Meus encantos (Nunca só)”
A canção conduzida por batidas eletrônicas dá nome ao CD. Em nenhum outro momento, Paula emposta tanto a voz.

10 - “Barco de Papel”
A mais colante do disco tem certo ar infantil, como a cantora adiantou. Poderia estar no repertório de Sandy & Junior, graças a bons versos pueris da escola Paula Toller de composição: "Mergulhei em lágrimas de dor / Tô tão perdida que nem eu sei me achar / E não adianta nadar". Basta escutar uma vez para ficar com o refrão na cabeça: "Oh oh, nanina, na, não / Seja bonzinho e vê se vem me salvar".

11 - “Aos olhos do tempo”
A mais pop rock do álbum tem introdução com banjo. Logo após o início, Paula grita um "yeah". Está entre as mais animadas de "Meus encantos".


12 - “Nunca mais eu e você”
O folk sombrio fala sobre a crueldade de perder alguém, com violino em destaque, tocado por Marcus Viana. O músico é uma espécie de padrinho musical da cantora e é conhecido por ter composto trilhas de novelas. "Esta música tem uma cor roxa para mim", resumiu Paula.

13 - “Versos de amor”
Declaradamente inspirada em Eagles, a faixa é mais um folk sério com letra emotiva: "Olha, amor, aqui está meu coração / Eu só vim dizer que eu vou morrer de paixão".

14 - “Hoy me voy”
A primeira faixa bônus do disco é retirada do disco acústico do colombiano Juanes. É uma boa tentativa de levar as canções de Paula para o mercado de língua espanhola. Afinal, o cantor já vendeu 15 milhões de discos.

15 - “Long live”
Muito mais artificial do que o dueto com Juanes, a parceria com Taylor Swift fecha o CD. Paula não se encontrou com Taylor para o registro da música, cantada em português e inglês.





Quando eu não puder
Pisar mais na avenida
Quando as minhas pernas
Não puderem agüentar
Levar meu corpo
Junto com meu samba
O meu anel de bamba
Entrego a quem mereça usar
Eu vou ficar
No meio do povo, espiando
Minha escola
Perdendo ou ganhando
Mais um carnaval
Antes de me despedir
Deixo ao sambista mais novo
O meu pedido final
Antes de me despedir
Deixo ao sambista mais novo
O meu pedido final
Não deixe o samba morrer
Não deixe o samba acabar
O morro foi feito de samba
De Samba, prá gente sambar...

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