Mostrando postagens com marcador Cyndi Lauper. Mostrar todas as postagens
Artista: Cyndi LauperMúsica: Time After Time
Álbum: She's So Unusual
Composição: Cyndi Lauper, Rob Hyman
Produção: Rick Chertoff
Billboard Hot 100: #1
Como Flashback trago hoje um dos grandes sucessos da indiscutivelmente original Cyndi Lauper e um das maiores canções que marcaram a música Pop até hoje. Essa poderosa balada é levemente influenciada pelo Rock e deixa isso claro nas guitarras chorosas do início... Naquela época, uma música lenta era incomum para o perfil que Cyndi demonstrava, de mulher revoltada, alegre, mas foi justamente Time After Time que deu uma alavancada tão grande quanto sua anterior Girls Just Want To Have Fun. O sucesso do disco que continha esses dois megahits foi tanto que a colocou páreo a páreo com Madonna e fez o público se perguntar qual das duas duraria mais. A história nos deu o resultado, mas naquele momento Lauper era um ícone à altura...
A canção é marcante pela quantidade de Covers que acumulou e pelos filmes que apareceu como Trilha Sonora. Foi um dos #1's de 1984 - e até hoje é tocada frequentemente nas rádios adultas -, teve um dos clipes mais exibidos da história da MTV e chegou a ser indicada ao Grammy de Música do Ano em 95.
O legal é que a faixa é completamente atemporal, dá pra escutar hoje e parecer atual. Sem dúvidas, uma maravilha em forma de música que prova por que Cyndi Lauper é referência e influência para milhares de cantores e cantoras de nossa geração.
LINK: 4shared
Resenha de Show
Título: Memphis Blues
Artista: Cyndi Lauper (em foto de Mauro Ferreira)
Local: Vivo Rio (RJ)
Data: 20 de fevereiro de 2011
Cotação: * * * *
Agenda da turnê nacional do show Memphis Blues, de Cyndi Lauper
22 e 23 de fevereiro de 2011 - Via Funchal (São Paulo, SP)
25 de fevereiro de 2011 - Atlanta Music Hall (Goiânia, GO)
26 de fevereiro de 2011 - Centro de Convenções Pantanal (Cuiabá, MT)
27 de fevereiro de 2011 - Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Brasília, DF)
1º de março de 2011 - Teatro do Bourbon Country (Porto Alegre, RS)
Já se foram as cores berrantes dos anos 80. No palco, Cyndi Lauper prefere o preto, mais de acordo com o blues que propaga em seu 11º álbum de estúdio, Memphis Blues (2010), lançado no Brasil pelo selo Lab 344. Mas a voz - potente, enérgica, aguda - continua com a mesma força da década que projetou a artista norte-americana, como ficou comprovado na ótima apresentação carioca da turnê nacional que estreou no Recife (PE) em 19 de fevereiro de 2011 e passa esta semana por São Paulo (SP), Goiânia (GO), Cuiabá (MT) e Brasília (DF), culminando com show em Porto Alegre (RS) em 1º de março. Numa era em que boa parte das intérpretes dos Estados Unidos soterra seu canto sob as batidas estéreis dos produtores do momento, Lauper se garante com sua voz, sua banda azeitadissíma - apresentada com orgulho pela artista no início e no fim do show que animou o público que encheu a casa Vivo Rio na noite de 20 de fevereiro - e sua capacidade de se renovar. Até mesmo os hits inevitáveis em seus shows são apresentados com arranjos cheios de frescor - caso de The Goonies 'R' Good Enough, envolvido numa suingante batida percussiva que destacou a presença da brasileira Lan Lan na banda, que incorporou o saxofonista Leo Gandelman em números como I Don't Want to Cry (balada gravada por Lauper com Gandelman para a edição brasileira de Memphis Blues), Don't Cry no More e a sempre irresistível Girls Just Want to Have Fun, repaginada no longo bis que teveSally's Pigeons (em versão a capella), True Colors e Time After Time. Além da voz na melhor das formas, Lauper mostrou energia e vitalidade que desmentem os 58 anos que vai completar neste ano de 2011. Já no primeiro número, o blues Just Your Fool, ela se mostrou elétrica. E assim, elétrica, permaneceu durante todo o show, se movimentando pelo palco e eventualmente até descendo para a plateia, como em Crossroads. Em cena, Lauper se mostrou uma convicente blueswoman, simulando com interpretações vigorosas o sentimento jorrado nesses temas pelos compositores imersos desde sempre nas águas lamacentas do blues. E, justiça seja feita, Lauper consegue equilibrar no roteiro as músicas de Memphis Blues - "Ninguém comprou o disco, né?", brincou à certa altura do show - com os sucessos que seus fãs querem ouvir. Dos hits, apenas I Drove All Night foi esquecido. Lauper cantou She Bop, All Through the Night e os hinos que, em meados dos anos 80, fizeram da cantora uma rival para Madonna. Os anos 80 e 90 se passaram, Madonna foi entronizada como rainha do pop e Cyndi Lauper nem sempre permaneceu sob os holofotes. Contudo, o tempo tem lhe feito muito bem, como reitera este show tão vigoroso quanto o feito pela artista em sua última passagem pelo Brasil, em 2008. Aos 57 anos, Lauper continua uma garota divertida no palco.
via notas musicais
'Se eu não tocar ‘Girls’, os fãs vão ficar chateados, não acha?', diz ao G1.
Ícone dos anos 80 traz ao Brasil turnê de álbum 'Memphis blues', de 2010.
A cantora Cyndi Lauper (Foto: Divulgação)É bom deixar um aviso para quem pretende ver os shows da turnê de Cyndi Lauper no Brasil e encontrar uma imagem que lembre a mulher de cabelos, som e visual multicoloridos dos anos 80: chegue por volta de uma hora atrasado.
A primeira parte da apresentação com que a estrela de 57 anos abre sua turnê neste sábado (19) em Recife é dedicada ao blues, gênero que domina o seu mais recente álbum, “Memphis blues”, de 2010.
A primeira parte da apresentação com que a estrela de 57 anos abre sua turnê neste sábado (19) em Recife é dedicada ao blues, gênero que domina o seu mais recente álbum, “Memphis blues”, de 2010.
A versão brasileira do disco - que inclui standards do estilo como "Rollin' and tumblin", de Muddy Waters, e "Crossroads", de Robert Johnson - conta com a participação do saxofonista carioca Leo Gandelman.
O músico se junta a Cyndi no palco no Rio e em São Paulo. A percurssionista Lan Lan foi convocada para todos os shows. “Fui apresentada a eles pela minha gravadora no Brasil. São dois músicos incríveis. Eu fiquei empolgada em tê-los nos shows. Mal posso esperar em ter outra mulher no palco comigo. Nunca tive percussionista na minha banda antes, e ela é ótima”, diz Cyndi em entrevista ao G1.
Mas os anos 80 também estarão representados na segunda parte do repertório, seja em canções lentas ("True colors", "Time after time") ou agitadas ("She bop", "Girls just want to have fun"). “Tenho feito desse jeito na América do Norte, o único lugar onde apresentei o show deste álbum até agora. Tem funcionado”, explica a cantora. “Começo com blues, depois canto os hits e vira uma festa."
Mas os anos 80 também estarão representados na segunda parte do repertório, seja em canções lentas ("True colors", "Time after time") ou agitadas ("She bop", "Girls just want to have fun"). “Tenho feito desse jeito na América do Norte, o único lugar onde apresentei o show deste álbum até agora. Tem funcionado”, explica a cantora. “Começo com blues, depois canto os hits e vira uma festa."
Muita gente acha que nos anos 80 a música era só um modismo, mas discordo. Havia artistas únicos. Foi um grande momento para a música e parece que as pessoas estão reconhecendo isso"
Cyndi Lauper
Prova de que, como diz a letra, as garotas ainda querem se divertir? “Elas buscam a mesma coisa [do que buscavam nos anos 80]: a liberdade de fazer o que queremos e não sermos mulheres de segunda classe para os parceiros homens”, responde. “Se eu não tocar ‘Girls’, ‘True colors’ ou ‘Time’, os fãs vão ficar bem chateados, você não acha?”, pergunta a cantora, já vista ao lado de Lady Gaga em campanhas publicitárias de uma marca de cosméticos.
Cindy é curta e fina para comentar sobre a colega loira. “Ela definitivamente tem som e estilo próprios. Gosto que ela tenha tanto sucesso. Bom para ela.” Ao levar em conta não só o som de Gaga, mas de outras divas recentes, o que une e separa o pop oitentista e o feito agora?
Cindy é curta e fina para comentar sobre a colega loira. “Ela definitivamente tem som e estilo próprios. Gosto que ela tenha tanto sucesso. Bom para ela.” Ao levar em conta não só o som de Gaga, mas de outras divas recentes, o que une e separa o pop oitentista e o feito agora?
“Muita gente acha que nos anos 80 a música era só um modismo, mas discordo. Havia artistas únicos. Foi um grande momento para a música e, recentemente, parece que as pessoas estão reconhecendo isso. Há música boa agora também. Como em qualquer época, há o que é ótimo, o que é bom e o que é nada bom”, analisa.
Cyndi Lauper se apresenta no Brasil em shows de hits dos anos 80 e clássicos do blues (Foto: Divulgação)Aprendiz de celebridadeAlém do blues e dos hits, Cyndi se dedica a reality shows. No ano passado, esteve em “The celebrity apprentice”, versão com famosos do programa comandado pelo magnata americano Donald Trump. “Eu aprendi muito. Nós trabalhamos muitas horas e eu me esforcei para ser boa para minha equipe. Voltei com uma querida amiga, Sharon Osborne”, lembra.
Agora, parte para seu próprio reality, sem previsão de estreia. “Estou fazendo o meu programa com Mark Burnett [produtor de TV britânico] e sairá em breve! É sobre meu cotidiano, principalmente a vida profissional. Você vai ver minha família e amigos algumas vezes, claro”, antecipa.
Cyndi Lauper no Brasil
Recife
Quando: 19 de fevereiro, horário não confirmado
Onde: Chevrolet Hall
Ingressos: R$ 120 (pista), R$ 200 (pista vip) e R$ 1.800 (camorarote 1º piso para 10 pessoas)
Recife
Quando: 19 de fevereiro, horário não confirmado
Onde: Chevrolet Hall
Ingressos: R$ 120 (pista), R$ 200 (pista vip) e R$ 1.800 (camorarote 1º piso para 10 pessoas)
Rio de Janeiro
Quando: 20 de fevereiro
Onde: Vivo Rio, às 21h
Ingressos: R$ 100 (setor 3), R$ 150 (setor 2), R$ 180 (setor 1), R$ 250 (pista vip), R$ 280 (vip premium), R$ 120 (frisas), R$ 200 (camarote A) e R$ 280 (camarote B)
São Paulo
Quando: 22 e 23 de fevereiro, às 22h
Onde: Via Fuchal
Ingressos: R$ 300 (vip), R$ 250 (premium), R$ 200 (plateia 1), R$ 150 (plateia 2), R$ 200 (mezanino central), R$ 150 (mezanino lateral) e R$ 300 (camarote)
Goiânia
Quando: 25 de fevereiro, horário não confirmado
Onde: Atlanta Music Hall
Ingressos: R$ 40 (vip), R$ 100 (camarote front stage), R$ 500 (mesa amarela para quatro pessoas), R$ 400 (mesa azul para quatro pessoas), R$ 150 (camrote empresarial). Todos os com open bar
Quando: 20 de fevereiro
Onde: Vivo Rio, às 21h
Ingressos: R$ 100 (setor 3), R$ 150 (setor 2), R$ 180 (setor 1), R$ 250 (pista vip), R$ 280 (vip premium), R$ 120 (frisas), R$ 200 (camarote A) e R$ 280 (camarote B)
São Paulo
Quando: 22 e 23 de fevereiro, às 22h
Onde: Via Fuchal
Ingressos: R$ 300 (vip), R$ 250 (premium), R$ 200 (plateia 1), R$ 150 (plateia 2), R$ 200 (mezanino central), R$ 150 (mezanino lateral) e R$ 300 (camarote)
Goiânia
Quando: 25 de fevereiro, horário não confirmado
Onde: Atlanta Music Hall
Ingressos: R$ 40 (vip), R$ 100 (camarote front stage), R$ 500 (mesa amarela para quatro pessoas), R$ 400 (mesa azul para quatro pessoas), R$ 150 (camrote empresarial). Todos os com open bar
Cuiabá (com Capital Inicial)
Quando: 26 de fevereiro, às 22h45
Onde: Centro de Eventos Pantanal
Ingressos: R$ 170 (vip) e R$ 150 (pista)
Quando: 26 de fevereiro, às 22h45
Onde: Centro de Eventos Pantanal
Ingressos: R$ 170 (vip) e R$ 150 (pista)
Brasília
Quando: 27 de fevereiro, às 20h
Onde: Centro de Convenções
Ingressos: R$ 90 (mezanino), R$ 140 (cadeira vip verde), R$ 200 (cadeira vip laranja)
Porto Alegre
Quando: 1º de março, às 21h
Onde: Bourbon Country
Ingressos: R$ 100 (galerias), R$ 130 (pistas), R$ 140 (mezanino e plateia alta) e R$ 140 (camarote)
Quando: 27 de fevereiro, às 20h
Onde: Centro de Convenções
Ingressos: R$ 90 (mezanino), R$ 140 (cadeira vip verde), R$ 200 (cadeira vip laranja)
Porto Alegre
Quando: 1º de março, às 21h
Onde: Bourbon Country
Ingressos: R$ 100 (galerias), R$ 130 (pistas), R$ 140 (mezanino e plateia alta) e R$ 140 (camarote)






