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O Kraftwerk poderá lançar um novo álbum em breve. O disco vem sendo desenvolvido pela banda há algum tempo, mas como “tempo” é algo muitíssimo relativo no que diz respeito ao Kraftwerk, que lançou seu último disco de inéditas, Tour de France, em 2003, e o anterior, Electric Cafe, em 1986, ninguém se preocupou muito em esperar pelo disco.
O fato é que o compositor e produtor Ralf Hütter, único integrante da formação original (Florian Schneider deixou a banda em janeiro de 2009, pouco antes do show com oRadiohead em março em São Paulo), disse ao New York Times que os músicos "não caíram no sono" e que sua "semana de 168 horas segue ativa desde 1970".
Ok, mas quando a gente vai escutar as novas músicas?
– Em breve – disse, sem explicar mais.
Hmmm. Certo. Bom, se a gente lembrar que em 2009 ele havia dito que o trabalho estava em estado "embrionário", é mesmo provável que o novo disco saia em um futuro próximo.Herr Hütter também comentou:
– O Kraftwerk é um organismo vivo. A música nunca termina. Ela recomeça no dia seguinte. Um disco é apenas um disco, mas para nós é algo quase chato. Nós gostamos mais dos programas (do que da música). Então, estamos operando, aprimorando e atualizando constantemente. Sempre há reprogramação, composição e novos conceitos.
Em março, a banda foi headliner do Ultra Music Festival, em Miami. Atualmente, o Kraftwerk está no MoMA, em NY, realizando o projeto Retrospective 1 2 3 4 5 6 7 8, no qual a banda toca todos os seus discos, na íntegra, em noites consecutivas.
Após o sucesso com o disco “We Sing. We Dance. We Steal Things” e o megahit “I’m yours”, Jason Mraz volta com o CD “Love is a Four Letter Word”. O novo trabalho do cantor americano será lançado no dia 17 de abril. Ouça com exclusividade todas as novas canções, incluindo o novo single “I Won’t Give Up”.
“É pessoal, é melódico. E é suave”, disse Mraz em entrevista publicada pela revista americana “Billboard”. “Têm alguns andamentos mais acelerados, mas a maioria prevalece com ritmo de batida do coração. É baseado na minha vida e no que tenho feito.”
CD '60' reúne apenas canções norte-americanas e britânicas dos anos 60.

Em 2009, Ritchie celebrou seus 25 anos de carreira com "Outra vez", CD e DVD gravados ao vivo com releituras de seus grandes sucessos. Agora, o cantor inglês promove uma viagem ainda mais profunda ao passado com "60", álbum que chega às lojas nesta terça (6), mesmo dia em que o músico britânico completa 60 anos.
Primeiro trabalho de carreira todo cantado em sua língua nativa, o novo CD resgata pérolas norte-americanas e britânicas dos anos 60, como o próprio Ritchie explica. "Foi a década que fez com que eu quisesse me tornar músico profissional. Selecionei aquelas canções que marcaram minha adolescência e pré-adolescência", disse o cantor, nascido Richard David Court.
No repertório, nada de obviedades: não há faixas dos Kinks, Animals, Beatles, Beach Boys ou Rolling Stones. Apenas faixas obscuras e menos conhecidas, como "Don't let the sun catch you crying", de Gerry & the Pacemakers (uma das maiores influências dos Beatles); "If you could read my mind", de Gordon Lightfoot; e "Summer in the city", do grupo americano The Lovin' Spoonful, boa parte delas com arranjos orquestrados.
"As músicas contam uma história que, de certa forma, é a minha história também. São canções com as quais me identifiquei, porque elas falavam muito da minha realidade naquele momento. Ou falam de uma realidade em que vivo hoje em dia", justifica Ritchie.








