"Como hoje é Dia da Mulher, eu posso tudo", disse a cantora.
Musa se apresenta na Quarta-Feira de Cinzas, no arrastão de trios.




Ivete Sangalo (Foto: Eduardo Freire/G1)
Ivete Sangalo (Foto: Eduardo Freire/G1)
No Dia da Mulher, comemorado nesta terça-feira (8), a cantora Ivete Sangalo arrastou uma multidão no circuito Campo Grande em Salvador.
"Como hoje é Dia da Mulher, eu posso tudo", disse a musa assim que subiu no trio. A cantora também pediu desculpas pelo atraso do desfile, que estava programado para ocorrer às 13h30. " Eu fui botar a roupa e quebrou um negócio. As mulheres me entendem, sabe como é isso."
Ivete Sangalo desfila no quinto dia do carnaval (Foto: Eduardo Freire/G1)Ivete Sangalo desfila no quinto dia do carnaval (Foto: Eduardo Freire/G1)
"Hoje, quando a mulher mandar, o homem tem que obedecer", disse Ivete. Com o sol forte, Ivete brincou com a possibilidade de passar mal. "Bati um estrogonofe com milho verde, nem quero ver no que isso vai se transformar."
Depois, a musa mandou um beijo para todas as mulheres. "A gente é mãe, trabalha, vai na manicure, vem pular no trio (...), mas meu lado mulher vem com tudo à noite."
Ivete ainda falou sobre violência contra a mulher. "Não se bate em mulher, se toca em mulher. Eu sou feliz por ser mulher, sou feliz com esse corpão que Deus me deu", disse.
Quando avistou em um camarote o cantor Reginho, do grupo Reginho e Banda Surpresa, conhecido pelo hit "Minha mulher não deixa não", Ivete parou o trio elétrico e lamentou o acidente que aconteceu com um ônibus da banda no final de fevereiro. Um integrante do grupo morreu no acidente. Depois, ela convidou Reginho para cantar e eles fizeram um dueto com parte da música "Minha mulher não deixa não", que é uma das concorrentes a música do carnaval 2011.
Ivete manda beijo para todas as mulheres (Foto: Eduardo Freire/G1)Ivete manda beijo para todas as mulheres (Foto: Eduardo Freire/G1)
Neste carnaval, Ivete já recebeu dois convidados especiais para os desfiles. No domingo (6), a musa cantou ao lado do sertanejo Luan Santana. Na segunda, ela recebeu o cantor Ricardo Chaves, que fez sucesso no passado com o hit "É o Bicho".
A estilista Patrícia Zuffa desenhou o traje usado pela cantora em seu quinto dia de desfiles. Ela também foi responsável pelos modelos usados pela musa nos outros dias. Todos são baseados em maiôs de estilo retrô.
Ivete encerra os desfiles de carnaval na Quarta-Feira de Cinzas no arrastão de trios, que reúne Carlinhos Brown e Timbalada.
Após subir ao trio, Ivete disse "posso tudo" (Foto: Eduardo Freire/G1)Após subir ao trio, Ivete disse "posso tudo" (Foto: Eduardo Freire/G1)

Ivete se apresenta na Quarta-Feira de Cinzas, no arrastão dos trios (Foto: Eduardo Freire/G1)Ivete se apresenta na Quarta-Feira de Cinzas, no arrastão dos trios (Foto: Eduardo Freire/G1)

Bibi Ferreira, Cida Moreira e Florence Welck têm novos trabalhos

 

Jefferson Botega / Agencia RBSCida Moreira revisita Gershwin, Chico, Caetano e Amy Winehouse

Neste Dia Internacional da Mulher, as principais novidades no amplo universo das vozes femininas vêm de artistas das mais diferentes origens, estilos e gerações. A saber: Bibi Ferreira comemora sete décadas de trajetória com álbum dedicado ao repertório nacional, enquanto Cida Moreira reúne canções interpretadas ao vivo no estúdio e Florence Welch apresenta remixes e registros de shows.

Bibi Ferreira Brasileira - Uma Suíte Amorosa é o título do novo álbum da diva Bibi. Aos 88 anos, a cantora, atriz e diretora se debruça sobre alguns dos clássicos do cancioneiro brasileiro. Em interpretações refinadas e de alto teor emocional, Bibi dá voz a temas antigos — do Apelo de Baden e Vinicius até As Praias Desertas, de Tom Jobim — e também a compositores mais recentes, fazendo a Ponte Aérea de José Miguel Wisnik aproximar-se de Todo Amor que Houver Nessa Vida, de Cazuza e Frejat. Conduzidos pelo piano de Francis Hime, os arranjos primam pela sutileza, muitas vezes sem intervalo entre as canções - o tema instrumental de Eu Sei que Vou te Amar, por exemplo, serve de interlúdio para ligar Preciso Aprender a Ser Só (Marcos e Paulo Sergio Valle) a Meiga Presença (Paulo Valdez e Otávio de Moraes).

O piano é também o instrumento principal em A Dama Indigna, o novo disco de Cida Moreira (foto). A paulista de 59 anos gravou o álbum em duas sessões de estúdio, sem maiores retoques, derramando sua voz grave em um canto carregado de teatralidade. Nesse roteiro, cabem acenos a canções do início do século 20 - como Youkali-Tango, de Roger Fernay e Kurt Weill, e The Man I Love, dos irmãos Gershwin. O Brasil de Caetano Veloso (Mãe, O Ciúme) e Chico Buarque (Uma Canção Desnaturada) também aparece. Assim como o pop mundial, com Soul Love (David Bowie) e Back to Black (Amy Winehouse) - esta última é a síntese e o ápice do disco, com Cida entregando um vocal arrebatado e arrebatador, a ponto de ser mais visceral até do que o da gravação original.

Se Amy Winehouse tem espaço no piano-e-voz de Cida, outra jovem artista inglesa também poderia render uma boa releitura: a estilosa Florence Welch, que prefere ser conhecida pelo codinome de sua banda, Florence and the Machine. Candidata ao Grammy de Revelação do Ano — prêmio que as internautas queriam ver nas mãos do cantorzinho pop Justin Bieber, mas que ficou com a jazzista Esperanza Spalding —, a garota de 24 anos está nas lojas com uma nova versão de seu disco de estreia, Lungs, que revelou uma cantora e compositora afeita ao drama e ao lirismo, herdeira da soturna Siouxie Sioux, mas também da etérea Kate Bush.

O duplo Between Two Lungs adiciona às canções do repertório original outras gravações - como um dueto com o rapper Dizzee Rascal (You Got the Dirtee Love), um tema da trilha do filmeEclipse, Heavy in Your Arms, mais registros ao vivo e remixes. O encarte traz textos da própria Florence sobre a vida na estrada e a criação de canções como Cosmic Love: "Eu estava de ressaca e, quando a canção chegou, veio como um doce alívio".

via segundo caderno


Foi-se o tempo em que o rock e pop eram um reduto machista; apesar de sempre protagonistas dos conteúdos das canções, as mulheres deixaram cada vez mais este lado para passar para o outro; dos inocentes “girls groups” dos anos 60, a encrenqueiras pioneiras como Dusty Springfield ou Janis Joplin ou as arquetípicas Billie Holiday e Nina Simone, elas conquistaram o espaço, muitas vezes e literalmente no grito, mas todo esse levante se consolidou a partir dos anos 90 e não parou mais; hoje é impossível conceber uma banda sem uma porção feminina, seja na instrumentação, no vocal ou na liderança.
Atualmente, parecem até muito mais antenadas que o sexo oposto, investindo nas mais diversas experimentações sonoras e estão longe de precisar de um só dia para comemorar; na música pop, todo dia é dia da mulher!
Do jazz ao pop experimental, confira dez lançamentos, onde a presença feminina se destaca:

Ham Sandwich é uma banda irlandesa da cidade de Kells, formada por Niamh Farrell nos vocais, Podge McNamee vocal e guitarra, Darcy guitarra e piano e Ollie Murphy na bateria; na ativa desde 2003, o Ham lançou seu disco de estreia, Carry the Meek, em 2008. Agora, divulga o badalado novo single, The Naturist, do segundo disco da banda: “White Fox”

Parenthetical Girls: fazendo um inusitado pop experimental, esta banda foi formada na cidade americana de Everett, Washington, no meio dos anos 2000; agora, baseada em Portland, fascina seus fãs ao unir influências dispares como Brian Eno (no começo de carreira), T. Rex, Dirty Projectors, Philip Glass, Xiu Xiu, e Phil Spector.

Julia Kent: atualmente em Nova Iorque, mas nascida no Canadá, esta cellista ficou famosa junto ao grupo “Rasputina”, que fazia um rock só com violoncelos, e depois, como integrante do “Antony and the Johnsons”. Em 2007, lançou seu primeiro disco solo, Delay. Agora, está de volta com o belo e original “Green and Grey”.

Earth Gir Helen Brown nascida em Vancouver, Canadá, cresceu na musical cidade americana de Athens, Georgia, e fez de sua tragédia pessoal (perder uma vista depois de um acidente na infância) uma busca pelo sentido musical da vida, tonando-se uma cantora nômade que une o folk e a psicodelia; sua primeira banda chamou, sintomaticamente, “One Eyed Tramps”. Afirma ter passado um longo tempo no Alaska com um xamã, e seus shows eram cheios de surpresas, como desmaios no meio do palco. Apesar disto tudo e de tantos factoides, sua música se mostra surpreendente e interessante, unindo country e folk alternativo, com sons dos anos 60, como “girls group” e R&B. Seu mais novo disco é o EP “Earth Girl Helen Brown - Story of an Earth Girl”.

The Lovely Eggs: uma dupla formada em Lancaster, Inglaterra, pelo casal Holly Ross e David Blackwell; Ross foi criadora, vocalista e guitarrista da banda feminina “Angelica Blackwell”; foi guitarrista da banda “3D Tanx”, que ganhou notoriedade no circuito “Cult”. O disco de estreia do duo foi “If You Were Fruit”, em 2009 e agora, vem o segundo: “Cob Dominos”.

Erin Ivey & The Finest Kind: morando em Austin, ela faz um jazz com acento pop e toques de country e folk, fugindo dos trejeitos da maioria das cantoras de jazz contemporâneo, que acabam exagerando nas firulas. Seu som é direto e objetivo e a sua banda de apoio, The Finest Kind, formada por Rolf Ordahl no Hammond B3, Ross Alexander no baixo e JJ Johnson na bateria, faz um show a parte; vale a pena conhecer seu novo disco: Broken Gold.

Adalita é um nome bem conhecido para quem curte o som indie australiano, pois ela foi um dos atrativos do grupo seminal “Magic Dirt”. Mas na sua estreia solo, ela mostra a amplitude de seus talentos como compositora, fazendo da introspecção uma forte aliada; de forma minimalista e crua, as dez canções de seu disco de estréia envolvem e fascinam.

Emilie Clepper, da novíssima geração folk, une suas influencias texanas e canadenses e se transforma em uma das maiores promessas do gênero; lança agora seu segundo trabalho, What You See, com a colaboração do multi instrumentista Joe Grass.

The Jane Austen Argument: também vindos da Austrália, mais precisamente de Melbourne, este duo, formado por Jennifer Kingwell e Tom Dickins faz um chamado “cabaret noir”, combinado baladas com um humor cínico; coisa fina! O registro de estreia é o EP “The Birthing Pyre”.

Sarah Lee Guthrie & Johnny Irion: Sarah Lee representa a terceira geração de músicos da nobre família Guthrie. Ela é filha caçula do renomado de cantor folk music, Arlo Guthrie, e neta do lendário Woody Guthrie. Sua estreia em disco foi em 2002. Em 1997, conheceu seu futuro marido Johnny Irion. Guthrie e Irion se casaram em 1999 e começaram a se apresentar juntos como Sarah Lee Guthrie & Johnny Irion.
via Blog do Maia

Cantor britânico ficou detido durante um mês pelo fato de dirigir drogado
The Grosby GroupThe Grosby Group
George Michael iniciou carreira solo em 1987

O cantor George Michael relatou sua experiência na prisão onde cumpriu uma pena de quatro semanas por ter batido seu carro contra uma loja de fotografia quando estava sob efeito de maconha e garantiu que mereceu a punição.
Em entrevista concedida ao programa da emissora britânica Radio 2, o ex-líder do grupo Wham! se disse envergonhado por ter infringido a lei em várias ocasiões e contou que, atualmente, se submete a tratamento para superar problemas com as drogas.
Michael indicou que devido ao seu vergonhoso comportamento - por ter infringido a lei repetidamente - sentia que tinha uma conta a ser paga e aceitou a sentença.
- Fui para a prisão e saldei minha dívida.
Perguntado sobre sua reação depois que um tribunal leu a sentença após declará-lo culpado da acusação de condução sob efeito de drogas e posse de dois cigarros de maconha, respondeu que, ao contrário do que as pessoas possam ter imaginado, a experiência não foi tão horrível.
- É muitíssimo mais fácil aceitar uma forma de castigo se você acha que realmente merece, e eu merecia.
Lembrou que sua prisão ocorreu por dois motivos: pelo fato de ser condenado pela segunda vez por um mesmo delito e também por ser quem era.
- Sou George Michael, o garoto propaganda da maconha.
No início, o artista, cujo nome real é Georgios Kyriacos, foi levado para a prisão londrina de Pentonville, no norte da cidade, onde recebeu cartas de outros artistas famosos como Elton John, Boy George e Paul McCartney.
Ao lembrar sua primeira noite atrás das grades, respondeu com ironia.
- Estamos falando de Pentonville, não de um fim de semana fora. O que eu pensava? Não senti pena de mim mesmo. Pensei: 'Meu Deus, este lugar é absolutamente indecente.
Quanto às publicações que garantiram que a estadia na prisão fez com que ele chorasse e o deixou totalmente desordenado, assegurou que eram tolices.
Michael saiu da prisão em 11 de outubro de 2010 após cumprir uma condenação de quatro semanas por ter dirigido sob o efeito de drogas quando bateu seu carro contra uma loja de fotografia em 4 de julho.
via R7


Então vamos abrir os trabalhos de Carnaval neste domingão em Salvadô. Veveta a-ba-lou com este modelito super apropriado pros 40ºC que deve fazer por lá. Vestidinho bem arejado inspirado na Vovó Donalda, não fosse a meia tipo Kendall média compressão. Será que Ivetinha está prevenindo as varizes? Adorei os penachos no bumbum.
E Claudinha Leitte, hein? A lôra, toda trabalhada nas penas que até parecem asas não sabe se canta ou se tira fotos dela mesma. Será que ela consegue postar a foto no Twitter, cantar e dançar ao mesmo tempo?? Afff

Tá, agora um momento decadência. Me digam, pelamordedeus, o que é esse trio elétrico da Carla Perez. Que coisa mais estranha aquele cirquinho armado só ali na frente. Perto dos mega master blaster trios de Ivetona, Claudinha, Daniela Mercury isso aí é dose. Eu, hein!

via holofote


Se você é daqueles que não curte cair na folia separamos os últimos lançamentos do mundo indie e rock para te fazer escapar das músicas tradicionais, que costumam embalar o feriadão. Aproveite os dias de folga com a seleção que preparamos para você! Tem a novíssima do Arctic Monkeys, a da dancinha do Radiohead, a aguardada do Strokes... Play!
via toptvz

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