Twitter: Veja os posts da semana dos famosos da músicaImagem: Divulgação
Toda sexta-feira reunimos aqui algumas frases bacanas que as celebridades da música postam em seus perfis no Twitter. Sempre com novidades, polêmicas e bom humor, os “tuítes” dos artistas repercutem e viram notícia. Confira alguns deles:

“A indústria da música não é exatamente para os pais. Nós temos a liberdade de fazer arte, PERMITA-NOS!  É o dever  de vocês que eles não se tornem como NÓS”, Rihanna (@rihanna) respondendo às críticas recebidas pelo clipe de “Man Down”.

 
“Cara, minha garganta ainda dói após tentar fazer um cover de Chaka Khan versão death metal no karaokê”, Katy Perry (@katyperry) sentindo dores ao radicalizar em noitada.

 
“Bom, baseado em minha agenda, o The Roots vai voltar ao Brasil em 2020”, baterista Questlove(@questlove), do The Roots, com planos para a volta do grupo ao Brasil, durante o Urban Music Festival.

 
“Obrigado São Paulo! Valeu por mostrar muito amor para mim e pelo The Roots. Um obrigado especial a Ana Carolina”, John Legend (@johnlegend) agradecendo ao público do Urban Music Festival.

 
“Olha, eu não sei porque o show foi cancelado, mas não tive nada a ver com isso. Mas eu amo o Brasil e peço desculpas aos fãs”, Cee-Lo Green (@ceelogreen) sobre o cancelamento  de seu show.

 
“Foi culpa do @fabolousfabz que eu não me apresentei no UBM. Se for ficar bravo, fique bravo com ele e não comigo. Amo vocês Brasil...”, rapper Ja Rule (@ruleyork) que, na última hora, não se apresentou no Urban Music Festival.

 
“Estamos muito felizes em dar as boas-vindas a nossa bebê, a saudável e bonita Willow Sage Hart. Ela é belíssima, igual ao pai”, Pink (@pink), falando sobre o nascimento da sua primeira filha.

 
"O mais idiota dessa nota é o tom meio ofendido no alarde de um detalhe dentro de uma palestra de duas horas”, Lobão (@lobaoeletrico), sobre a polêmica matéria da Folha de S. Paulo, onde o cantor supostamente ataca grandes nomes da MPB.

 
“@giovanabrandao: @LitaRee_real Rita. por um milhão você lamberia o corpo inteiro do Serguei? KKK”. // Lambo de graça”, Rita Lee (@litaree_real) brincando com o cantor Serguei no Twitter.

 
“POHAN! Matéria massa citando o DVD novo na Billboard gringa: http://bit.ly/isruGg. E ainda disseram que eu tava na pior...”, Pitty (@pittyleone) destacando a matéria da Billboard americana na qual é citada.


O American Idol terminou, o single de vitória saiu e não superou a força de Adele. Lady GaGa lançou Born This Way, o disco que talvez mais teve expectativa ao redor nos últimos anos, e nem sequer ameaçou tomar o reinado de Adele. Rolling In The Deep é elogiada por cada vez mais ouvintes e continua sendo febre de covers no Youtube, inclusive alguns vídeos célebres caíram na rede essa semana... Nicole Scherzinger e Ryan Tedder doOneRepublic. Mas essa semana foi especial, a baladinha conseguiu se tornar a música mais executada nas rádios americanas, além de ser a mais baixada legalmente.
Logo atrás vem Pitbull, e ele provavelmente vai precisar se contentar com o vice mais uma vez, repetindo o pico do hit I Know You Want Me (Calle Ocho) de 2009 com Give Me Everything. Talvez o rapper consiga fazer a ultrapassagem na semana de lançamento do disco Planet Pit, daqui a 18 dias. Por pouco Pitbull não emplaca uma dobradinha no Top 3.On The Floor continua ganhando posições, mesmo estando a 14 semanas de quando fez sua estréia... Superando assim singles de peso da carreira de Jennifer Lopez.
A Final do American Idol fez Lady GaGs ubir várias posições, Beyoncé estrear mais uma faixa de 4 na tabela e, principalmente, preencheu a moral perdida do reality colocando os dois winner-singles no Top 20. Scotty McReery aparece com I Love You This Big na 11ª posição [igualando o peak de No Boundaries do Kris Allen e superando de longeBeautiful Day do vencedor do ano passado, Lee DeWyze], McReery foi recebido de braços abertos pelo eixo Country, a música já apareceu nessa semana entre as 40 mais estouradas do estilo. A derrotada Lauren Alaina também não faz feio, sua melosa Like My Mother Does inicia com o pé direito na base do Top 20.
Entre as estréias da semana estão duas faixas avulsas de Born This e os novos singles deRihanna, Lil Wayne e Lupe Fiasco. Confira!

1 1 ADELE "Rolling In The Deep"
3 2 PITBULL "Give Me Everything (Feat. Ne-Yo, Afrojack & Nayer)"
2 3 KATY PERRY "E.T. (Feat. Kanye West)"
5 4 JENNIFER LOPEZ "On The Floor (Feat. Pitbull)"
4 5 BLACK EYED PEAS "Just Can't Get Enough"
6 6 BRUNO MARS "The Lazy Song"
7 7 BRITNEY SPEARS "Till The World Ends"
19 8 LADY GAGA "The Edge Of Glory"
8 9 LMFAO "Party Rock Anthem (Feat. Lauren Bennett & GoonRock)"
78 10 DJ KAHLED "I'm On One (Feat. Drake, Rick Ross & Lil Wayne)"


-- 11 SCOTTY MCREERY "I Love You This Big"
15 14 NICKI MINAJ "Super Bass"
92 18 JASON DERULO "Don't Wanna Go Home"
-- 20 LAUREN ALAINA "Like My Mother Does"
28 23 ONEREPUBLIC "Good Life"
29 27 JASON ALDEAN "Dirt Road Anthem"
50 29 BEYONCÉ "Run The World (Girls)"
33 31 RASCALL FLATS "I Won't Let Go"
-- 36 LADY GAGA "Yoü and I"
24 42 LADY GAGA "Born This Way"
-- 57 BEYONCÉ "1+1"
80 66 RIHANNA "California King Bed"
-- 69 LIL WAYNE "How To Love"
-- 74 REEVE CARNEY "Rise Above 1 (Feat. Bono & The Edge)"
88 77 TAYLOR SWIFT "The Story Of Us"
73 78 FOSTER THE PEOPLE "Pumped Up Kicks"
-- 79 LADY GAGA "Marry The Night"
-- 94 RIHANNA "Man Down"
97 95 COLBIE CAILLAT "I Do"
-- 98 LUPE FIASCO "Out Of My Head (Feat. Trey Songz)"


A capa de Every Teardrop Is A Waterfall saiu no início da semana, e muitos poderiam ter pensado: "Isso é Coldplay? Com esse tanto de cor e essa arte de rua?". Pois, preparem-se antes de escutar oficialmente a carro-chefe desse quinto disco. A música saiu hoje, e é... Dançante O_O
Segundo eles, a quantidade de shows de verão em que estão agendados para o próximo mês os impulsionou a pensar em algo mais agitado. Mas, não se enganem. Tudo é mais uma tentativa de, antes de tudo, conseguir crfiar mais um grude para as rádios.
Enquanto as influências são notáveis, eles não se renderam de vez ao gênero. Every Teardrop tem um instrumental poderoso que inclui arranjos de violão e um épico riff de guitarra, tudo isso acoplado numa base eletrônica que dá um F5 na carreira da banda americana. A faixa faz uma apologia ao poder grandioso que a música tem de causar efeitos, e tem uma letra tão forte quanto qualquer outro projeto anterior do Coldplay. Segue um caminho completamente imprevisível, vai ficando maior e maior com o tempo e de repente pára. Até dá pra imaginar essa música abrindo os shows, a galera indo a loucura procurando fôlego pra segurar os outros hits na sequência. Seria exagero considerar o surgimento de uma nova Viva La Vida?

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Quem eram as Harmony Cats?
Era um grupo brasileiro de meninas inventado pela gravadora RGE em 1976 para capitalizar em cima da febre disco.
A maior parte do seu repertório eram medleys cafonas de sucessos brasileiros e gringos adaptados para a “discotheque”.
Mas, no meio da bagaceira, existia ouro.
Essa “Harmony Cats Theme” é um funk light, percussivo e atmosférico, que já apareceu até em blog gringo. É sensacional, ainda mais considerando que o grupo era mega-popular, assíduo dos programas de auditório e tido como lixo pelo “bom gosto” da época.
Harmony Cats – Harmony Cats’ Theme
Legal também a versão das HC para o clássico da MPB, “Deixa” (Vinícius e Baden Powell), usada na abertura da novela global Duas Vidas.





Artista: Kylie Minogue
Álbum: Aphrodite: Les Folies Tour Edition
Lançamento: 2011
Gênero: Pop
N° de Faixas: 21
Duração: 105 min
Qualidade: MP3 | VBR V0 kbps
Tamanho: 200 mb


Tracklist:
CD1:
01. All The Lovers
02. Get Outta My Way
03. Put Your Hands Up (If You Feel Love)
04. Closer
05. Everything Is Beautiful
06. Aphrodite
07. Illusion
08. Better Than Today
09. Too Much
10. Cupid Boy
11. Looking For An Angel
12. Can’t Beat The Feeling
CD2:
01. Put Your Hands Up (Pete Hammond Remix)
02. Aphrodite (Denzal Park Remix)
03. Cupid Boy (Stereogamous Dub)
04. Get Outta My Way (Paul Harris Vocal Mix)
05. All The Lovers (WAWA & MMB Anthem Remix)
06. Put Your Hands Up (Muscles Club Remix)
07. Better Than Today (Bimbo Jones Remix)
08. Higher (Feat. Taio Cruz)
CD3:
01. 20 Minute Party Remix


Foto: DivulgaçãoA revista "Época" fez uma lista dos 40 nomes mais expressivos para a construção de um novo Brasil. Entre os nomes, estão Ivete Sangalo, Luan Santana, Fiuk e Di Ferrero, do Nx Zero."Ivete vem inspirando uma geração de novas cantoras que sonham em alcançar seu posto. Até agora, nenhuma conseguiu chegar perto", diz a publicação.
Fiuk entrou na lista por ter se tornado um fenômeno instantâneo, com direito a licenciamento de produtos, assim como Luan Santana, que, em 2009, fez 306 shows, e em 2010, 250, com cachê em média de R$500 mil. Já Di Ferrero aparece na lista por redefinir o rock nacional. "Ele não fuma, bebe pouco, troca baladas pelo videogame e evita confusões", diz a revista.
Além deles, outros nomes famosos, fora da música, foram citados: Marcelo Adnet, Ronaldinho, Wagner Moura, Gisele Bundchen, Felipe Neto, Wagner Moura, Thalita Rebouças, Luciano Huck, Selton Mello, Bruno Mazzeo e Cesar Ciello.


Música no cinema: Na trilha do amor
O pesquisador mostra que a escolha da música vai, de fato, muito além daquilo que o ouvido parece pedir: uma tonalidade menor para a tristeza, uma tonalidade maior para a alegria, um andamento mais rápido ou mais lento para determinadas ações, um acorde apropriado para cada sentimento. [Imagem: Unicamp/Reprodução]

Música no cinema
Desde que começou a fazer parte das pesquisas da área de cinema, a música deixou de ser pensada como um simples acessório da produção cinematográfica.
Vários estudos mostram que, quando aplicada no contexto da construção audiovisual, a música passa a agregar valor à narrativa da imagem.
No que diz respeito a cenas de amor, este gênero artístico tornou-se elemento indispensável.
Porém, para compreender a convivência entre música e imagem é preciso uma análise refinada, como as que se apresentam na pesquisa do professor César Henrique Rocha Franco, da Unicamp.
Músicas de amor
A partir da análise pormenorizada de partituras, a pesquisa aponta aspectos da construção musical que contribuem na arquitetura audiovisual de cenas românticas.
As time goes by, do filme Casablanca (1942); Moon River, de Bonequinha de Luxo (1961); e Love Theme, da ficção Blade Runner (1982), estão entre as peças estudadas por Franco.
O pesquisador investigou os procedimentos composicionais utilizados nesses e em outros temas. O estudo contém um exame detalhado das convenções musicais do gênero fílmico melodrama romântico, observando minuciosamente as características musicais.
Além de aprimorar o estudo de significados estabelecidos em convenções melódicas abordadas em outros estudos, como o livro The Language of Music, de Deryck Cooke, o trabalho inaugura uma nova fase na área de pesquisa em música aplicada à dramaturgia e à produção audiovisual, por fundamentar os resultados em aspectos da teoria musical, analisando todas as unidades musicais presentes nas partituras dos temas de produções melodramáticas ou não.
O orientador do trabalho, professor Claudiney Carrasco, disse desconhecer outra pesquisa brasileira dedicada à abordagem analítica de temas de amor no cinema. Ele afirma que, até o momento, vários estudos investiram na análise de texto, mas não se tem conhecimento de outro trabalho dedicado à análise usando referencial e recursos musicais para observar e tentar compreender como se dá a construção do sentido audiovisual. "César consegue avançar na pesquisa sobre a construção do sentido por meio da música no contexto audiovisual", reforça.
Melodias do sentimento
O pesquisador mostra que a escolha da música vai, de fato, muito além daquilo que o ouvido parece pedir: uma tonalidade menor para a tristeza, uma tonalidade maior para a alegria, um andamento mais rápido ou mais lento para determinadas ações, um acorde apropriado para cada sentimento.
Esta seria uma análise mais simplista, segundo Carrasco, mas Franco mostra que era preciso observar todas as unidades musicais. "Trata-se de pesquisa fina, em que cada unidade musical deve ser observada para não cair numa análise simplista", acrescenta Carrasco.
De acordo com Franco, os elementos musicais observados durante a pesquisa são capazes de representar emoções e sentimentos diversos vividos pelos personagens.
Ao estudar as unidades musicais presentes na partitura de As time goes by, por exemplo, ele observa que há uma concordância entre o perfil melódico não só com a cena, mas com a situação vivida pelos personagens da história do filme Casablanca. Os movimentos ascendentes ou descendentes vão ajudando a compor as cenas e até a modificar a história de amor entre os personagens Rick e Ilsa.
Enquanto o primeiro movimento representa a alegria do reencontro, o segundo acompanha o forte teor passional em que o casal se separa e, segundo Franco, "se não é a exata expressão de uma alegria passiva, também não é a de dor profunda, mas de resignação, de aceitação reconfortante".
As time goes by, segundo ele, é um exemplo de adequação da música à cena de amor. Ele explica que depois de analisar as características da estrutura musical desta canção e a exploração dela na narrativa do filme Casablanca, seja na sua forma original, ou com tratamento orquestral dado pelo compositor Max Steiner (1888-1971), é possível reafirmar a ênfase dada por ela ao sentido emotivo das cenas que integra.
Ainda tomando como exemplo As time goes by, Franco afirma que algumas convenções musicais do melodrama coincidem com certas características desta canção. Uma delas é a execução do piano com a voz. Outra convenção diz respeito às harmonias que incorporam notas "estranhas" à formação triádica (três sons) dos acordes. A música está presente em todos os momentos da relação do casal, marcada por ressentimentos, tristeza e a repressão dos sentimentos (especialmente por parte de Rick).
Música e letra
Segundo a análise de Franco, as manipulações realizadas posteriormente na trilha musical do filme, por Steiner, transformam a canção em vários aspectos, incorporando outros elementos do paradigma do melodrama, como a orquestração fazendo amplo uso das cordas, com a melodia executada nos violinos. A música consegue mudar a emoção das cenas. O pesquisador fez uma análise criteriosa comparando aspectos melódicos e rítmicos da canção.
Por se tratar de uma canção, Franco também se preocupou em analisar a interação entre a fraseologia musical e a letra, o que tornou mais evidente a importância da música na narrativa. Ele observa que, assim como as idas e vindas da letra, os motivos A e B (divididos assim para aprimorar a análise) mostram um contraste melódico, marcado por movimento de impulso e retenção. "Podemos inferir que a letra da canção também se caracteriza pela mescla, ou alternância de impulso (emocional) e retenção, de diálogo e narração, de expressão pessoal e comentário", explica Franco.
Na letra, o impulso e a retenção são marcados por momentos de paixão e de interrupção da paixão e Steiner acentua essas emoções com seu arranjo.
De acordo com Franco, as unidades musicais se repetem em diferentes partituras, mesmo que as produções não tenham o mesmo gênero fílmico ou apresentem desdobramentos contrários. Por exemplo, o movimento ascendente encontrado em Casablanca, usado geralmente para expressar ou representar um sentimento de visível, ativa e assertiva emoção de alegria, está presente em cenas de Em algum lugar do passado, Laura, Casablanca, Bonequinha de Luxo, Moscou contra 007 e Blade Runner.
Enquanto no filme Em algum lugar do passado, por exemplo, esse movimento ilustra um reencontro amoroso no além-vida, em Casablanca, ele acompanha a alegria momentânea de um reencontro interrompido pela separação ao final da história. Bonequinha de Luxo, Moscou contra 007 e Blade Runner trazem este movimento em cenas em que a alegria é expressa pelo encontro amoroso que ocorre no desfecho de cada filme, ainda que os gêneros sejam distintos.
Amor proibido
Apesar de focar a produção melodramática, entre as 16 cenas analisadas Franco incluiu títulos da ficção científica em que em algum momento a história de amor se apresenta como conteúdo importante. É o caso de Blade Runner, em que Love Theme, música romântica inserida numa linguagem popular, acompanha a relação amorosa que é relevante para a continuidade da narrativa, pois toda a trajetória do personagem principal, o caçador de androides Rick Deckard, muda por causa de Rachel, mulher por quem se apaixona.
Já em Bonequinha de Luxo, tema de Moon River, acompanha tanto a personagem principal, Holly Golightly, quanto a cena de amor. Em Star Wars, o romance também não é o foco principal, mas o amor proibido entre o jedi Anakin e a princesa Padmé traz consequências marcantes no desenrolar da saga. Nesses momentos de afeto, o tema de amor ganha força nas produções, modificando o significado da história.
De acordo com Franco, a atribuição de significados extramusicais a determinado elemento musical, seja ele melódico, harmônico, tímbrico, é amplamente discutida entre estudiosos da área. No que diz respeito à música fílmica, ele afirma que as cenas de amor analisadas comprovam a sintonia entre imagem e música, cumprindo o significado desejado.
Outras produções importantes para a pesquisa de Franco foram Branca de neve e os sete anões (1937), Laura (1944), Vertigo (1958), Moscou contra 007 (1963), Dr. Jivago (1965), Romeu e Julieta (1968), Os girassóis da Rússia (1970), Love Story (1970), The Summer of 42 (1971), O poderoso chefão (1972), Em algum lugar do passado (1980), Cinema Paradiso (1988), e Star Wars II: Atack of clones (2002).

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