A cantora Adele foi a grande vencedora dos prêmios Billboard da música nos Estados Unidos após ficar com 12 prêmios, incluindo o de melhor artista do ano, em cerimônia realizada esta noite em Las Vegas, marcada pelas ausências.

A cantora britânica, que este ano já foi protagonista na cerimônia dos Grammy, venceu também em categorias como melhor álbum por "21", melhor canção alternativa por "Rolling in the deep" e melhor artista feminina, no entanto Adele não compareceu à festa como também não Lil Wayne, que levou quatro prêmios.

Seu vazio foi preenchido por Justin Bieber e Katy Perry que levaram para casa um prêmio cada um (melhor artista em mídias sociais e prêmio para figura proeminente, respectivamente). Os dois fizeram apresentações, assim como o grupo LMFAO, que tocou no evento desde o início e levou seis prêmios.


"Isto é incrível, é um sonho tornado realidade", disse o cantor do grupo Red Foo quando recebeu o prêmio Hot 100 Song por "Party rock anthem".

Quatro prêmios foram para o rapper Lil Wayne e para o grupo de rock Coldplay, enquanto Casting Crowns, Jason Aldean e Lady Gaga, que venceu como melhor artista dance, ficaram com dois prêmios.


Gaga também não apareceu na cerimônia que aconteceu no auditório do hotel e cassino MGM de Las Vegas, da mesma forma que Nicki Minaj e Rihanna, também ganhadoras.

Os prêmios Billboard da música reconheceram o desempenho de artistas em 46 categorias em função de seu rendimento nas listas de sucessos Billboard nos EUA nas quais se contabilizam as vendas, os downloads, a difusão em rádio, a participação em redes sociais e as turnês.

Entre os latinos, destaque para a colombiana Shakira como artista do ano. "Dança kuduro", de Don Omar & Kucenzo, foi escolhida como melhor canção. Pitbull, que disputava cinco prêmios, ganhou com "Give me everything", que foi considerada a melhor canção radiofônica.


Ao longo das três horas de festa, que nos EUA foi transmitida pela rede "ABC" e conduzida pelos atores da série "Modern family" Ty Burrell e Julie Bowen, houve mais de 15 apresentações, entre as quais se destacou Katy Perry com suas acrobacias sobre um palco cheio de nuvens para apresentar seu novo single "Wide Awake".

Também apresentaram sua música Linkin Park, Carry Underwood e Chris Brown, que entrou de bicicleta. O momento mais emocionante dos prêmios Billboard foi vivido quando se lembrou os talentos que morreram recentemente.

A atriz Whoopi Goldberg se encarregou de apresentar o tributo a Whitney Houston, que morreu em fevereiro, e no qual participou John Legend que ao piano e acompanhado por uma orquestra cantou "The greatest love of all".

Sua versão foi seguida pela música mais conhecido da carreira de Whitney, "I will always love you", interpretada pela atriz Jordin Sparks.


A filha de Whitney Houston, Bobbi Kristina, não conseguiu evitar as lágrimas durante a homenagem. "Só quero dizer obrigado a todo mundo por nos mostrar seu apoio, não só quando as coisas iam bem. Sinto-me abençoada por ter feito parte da vida de uma mulher tão incrível. Não voltará a ter uma igual", comentou Bobbi Kristina no palco acompanhada pela cunhada da cantora, Pat Houston, no momento de receber em seu nome o prêmio honorífico Millennium.

Nos Billboard se guardou um instante de silêncio pela morte neste domingo de Robin Gibb dos Bee Gees, a cantora Natasha Bedingfield interpretou "Last dance" em lembrança de Donna Summer, que faleceu na quinta-feira, e para honrar Adam "MCA" Yauch dos Beastie Boys CeeLo Green e Goodie Mob acrescentaram "Fight for your right" a seu single "Fight to win".

O evento terminou com a entrega do prêmio Billboard Icon a Stevie Wonder, que junto com Alicia Keys interpretou "Higher ground", "Overjoye" e "Empire state of mind".

Como se fazendo jus ao título do seu novo disco, "Meus encantos", Paula Fernandes acaricia a cabeça de Fada, o mais bonito e também o mais arisco dos 17 pôneis que circulam pelo Terra de Gigantes, um haras vizinho ao seu sítio, dentro de um condomínio nos arredores de Belo Horizonte. O animal fica sossegado por alguns minutos, enquanto a cantora de 28 anos, virginiana, ascendente em capricórnio, posa com ele. Depois, o pônei volta a ficar inquieto e sai galopando pelo terreno.


— Adoro animais e quero ter uma vaquinha de leite e talvez um cavalo no meu sítio, mas ainda está tudo em obras, eu me mudei para cá há pouco tempo, menos de dois meses — diz ela, sentada num sofá na sala do vizinho, um veterinário, enquanto ajeita os longos cabelos cacheados.

A mineira de Sete Lagoas, que encantou Roberto Carlos, em 2010, durante um show na Praia de Copacabana, e vendeu mais de 1,6 milhão de cópias do seu último disco, "Paula Fernandes ao vivo" (2011), não se mudou para lá sozinha. Mora com a mãe ("Ela faz um frango caipira sensacional"), a irmã, uma prima ("Que também é minha secretária") e seus dois cachorros, Floquinho e Zeus.
— Precisava de um lugar que me trouxesse um pouco de sossego, minha vida já é muito agitada — conta ela, que faz, em média, 25 shows por mês. — É um entra e sai de hotel que às vezes eu preciso de uma colinha para me lembrar de onde estou. E olha que eu tenho uma memória muito boa. Mas estou tentando dar uma controlada nesse ritmo. Por isso, estou até pensando em comprar um jatinho, algo que nunca cogitei. Não é luxo desnecessário ou vaidade. Hoje vejo que é uma necessidade. Ando tanto de avião que as minhas milhagens devem estar nas alturas.

Aos 18, na onda da Geografia
A vida na estrada ou no ar não chega a ser uma novidade para Paula, que aos 12 anos se mudou com a família para São Paulo, depois de ser contratada por uma companhia de rodeios, com a qual rodou o interior do país. Por conta dessa experiência toda, ela diz que às vezes olha para o mapa do Brasil como se fosse um tabuleiro de um jogo do tipo "War", marcando os locais por onde já passou.

— Eu mesma me espanto por ter estado em tantos lugares e ter vivido tanta coisa com tão pouca idade. Só não perdi a cabeça porque sou muito disciplinada, como toda virginiana, e tenho um família maravilhosa ao meu lado. Acho que foi por isso que não me deslumbrei com o sucesso. Aprendi a lidar bem com essa situação. Só sinto falta de ir ao supermercado.

Aos 18 anos, porém, ela chegou a pensar em parar de cantar — na época, já tinha dois discos independentes lançados. Morando em Belo Horizonte, resolveu entrar para uma faculdade, chegando a cursar Geografia na PUC.

— Nossa, não sei onde eu andava com a cabeça. Estava aflita, querendo fazer faculdade de qualquer maneira e achava que Geografia tinha a ver com meu gosto pelo campo, pela terra, mas logo eu estava cantando em bares para pagar o curso e confirmando que a música era mesmo a minha paixão.

Em vez de geografia, o resto foi história. Incentivada pelo músico e produtor Marcus Viana, Paula gravou uma versão de "Ave Maria", de Schubert, que foi parar na trilha sonora da novela "América", exibida pela Globo em 2005. No mesmo ano, gravou seu terceiro CD, "Canções do vento sul", com a participação do grupo Sagrado Coração da Terra (do próprio Viana) e do cantor Sérgio Reis. Não parou mais.

— A Paula é cantora, instrumentista e autora. E excelente nesses três campos. São as características de uma artista completa — afirma Viana. — Além do mais, ela tem uma pegada bastante original no violão, que poucos conseguem repetir. Ela me lembra muito a Joni Mitchell.
— Ela é muito talentosa. Estive com ela em estúdio apenas uma vez, mas fiquei impressionado com a rapidez com que gravamos, de primeira, sem erro algum — conta o violonista Almir Sater, que gravou com Paula a música "Jeito de mato", incluída no disco "Pássaro de fogo", lançado por ela em 2009.


Hoje contratada da gravadora Universal, a "cantora, instrumentista e autora" comanda uma equipe de 50 pessoas, entre assessores, músicos, técnicos de som, >ita<roadies etc.
— Desses 50, só três são mulheres, o resto é tudo homem, mas eles nos respeitam direitinho — brinca, dizendo ser "uma microempresária de si mesma".

É com esse time na retaguarda que ela viaja pelo país, agora se preparando para divulgar "Meus encantos", que tem participações de Zé Ramalho, do astro colombiano Juanes e da cantora americana Taylor Swift. O disco chega às lojas no próximo dia 29, mas seu primeiro single, "Eu sem você", foi lançado no iTunes no fim de abril.

— Não diria que é um disco de rupturas, mas sim de consolidação, de continuidade. Não mudei meu estilo, nem me senti pressionada a repetir o desempenho de vendas do disco ao vivo. Este disco novo apenas retrata a minha fase, o meu momento. As novidades que ele traz são bem sutis, uma orquestração aqui, um toque eletrônico ali, bem discreto, como na própria faixa-título, na qual rola uma viagem sonora.

Boates? Ela tá fora


Bem discreto mesmo. Afinal, Paula confessa que não é muito chegada a pistas de dança. Ela mexe mais uma vez nos cabelos e ri quando lembra suas experiências na área.

— Eu só fui a boates três vezes na vida. Na primeira, não curti muito aquela música alta, as luzes e principalmente a fumaça, já que sou alérgica. Nas outras vezes, não foi muito diferente — conta ela, que teve também uma fase rock, por conta de um ex-namorado. — Ele era louco por black metal, acredita? Eu ouvia, até gostava de alguma coisa, mas não era para mim. Por causa dele, aprendi a gostar do Metallica. Mas seria mentira dizer que eu batia cabeça ouvindo metal. Na maior parte dos casos, ele ia sozinho aos shows. Eu dizia: "Vai, meu amor, pode ir, eu vou ficar em casa."

Canhota, Paula diz que observava com admiração músicos canhotos também, como Jimi Hendrix e Paul McCartney. E destaca uma inusitada vantagem no lado esquerdo da Força.
— Toco com as cordas invertidas, parece tudo torto. Mas é bom porque no churrasco ninguém vem com a mão suja de linguiça pegar no meu violãozinho — brinca ela, arrumando mais uma vez os cabelos e ficando ruborizada ao lembrar de uma coisa. — Não sei se deveria dizer isso, mas tenho mania de usar cotonete, principalmente quando eu fico nervosa.



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Robin Gibb, que junto com os irmãos Barry e Maurice formaram o Bee Gees, um dos grupos de maior sucesso da era disco, morreu neste domingo (20), aos 62 anos, após uma longa batalha contra o câncer, informou o site oficial da banda.

Gibb, que tinha se recuperado de um câncer de colón e fígado diagnosticado em 2010, foi submetido em 25 de março a uma operação intestinal. Seu irmão gêmeo, Maurice, também integrante dos BeeGees, faleceu aos 53 anos em 2003 por causa de uma obstrução intestinal.

A família de Robin Gibb, do Bee Gees, anuncia com grande tristeza que Robin faleceu hoje após sua longa batalha contra o câncer e uma cirurgia no intestino. A família pede que a privacidade seja respeitada neste momento difícil", diz a nota do porta-voz do grupo, divulgada pelo site TMZ.

Gibb entrou para o Hall da Fama de compositores em 1994 e a banda passou a incluir o Hall da Fama do Rock três anos mais tarde.

A formação do Bee Gees, fundado na Ilha de Man (Reino Unido), continha ainda o irmão mais velho, Barry. A banda foi uma das mais famosas dos anos 70 e 80, com mais de 200 milhões de discos vendidos e temas tão conhecidos como 'How Deep is your Love' ou 'Stayin' Alive'.

A indústria da música não demorou em reagir ao falecimento de Gibb. A empresa fonográfica Sony Music lembrou o músico com uma mensagem na rede social Twitter: 'Descansa em paz, Robin Gibb. Obrigado pela música'.
O apresentador Paul Gambaccini descreveu Gibb, em declarações recolhidas pela cadeia britânica 'BBC', como 'uma das principais figuras na história da música britânica'.




Integrantes do grupo de rap Racionais Mc's aparecem com armas nas mãos em foto registrada durante a gravação do videoclipe da música 'Marighella', que estará no próximo álbum dos rappers. A imagem foi publicada na página pessoal do músico e produtor Sau Santiago nesta sexta-feira.

Segundo Santiago, a foto foi tirada por um produtor, amigo de Mano Brown, que publicou a imagem na rede via aplicativo Instagram. "A foto isolada é impactante, dentro do contexto da música tem significado. Quem é fã sabe que as letras dos Racionais são para pensar e refletir, jamais para incitar a violência", afirma Santiago.

A assessoria de imprensa do grupo informou que o clipe será lançado dentro de um mês e que o cd não tem previsão de estreia. Ainda segundo a assessoria, basta escutar a música para compreender porque os integrantes aparecem armados.


R$ 350 mil, R$ 300 mil... acha pouco? É o preço para quem deseja contratar alguns artistas brasileiros.
Quem cobra mais? Quem cobra menos? Confira o top 10 dos shows mais caros do Brasil.

A lista continua com Chitãozinho & Xororó (150 mil), Zezé di Camargo e Luciano (150 mil), Edson e Hudson (130 mil), Jota Quest (130 mil), Lulu Santos (120 mil), Marcos e Belutti (120 mil), Skank (110 mil), Paralamas do Sucesso (80 a 100 mil), Milionário e José Rico (85 mil), Belo (80 mil), Gian e Giovanni (60 mil), Inimigos da HP (50 mil), Pixote (35 mil) e Turma do Pagode (35 mil).
Saiba mais:
1: Os valores podem variar para mais ou para menos, dependendo da localidade do show ou se outra cidade próxima contratou o músico, por exemplo.
2: O preço de um show inclui variáveis como se o artista está na moda, se emplacou um sucesso ou por tempo de carreira.
3: Estima-se que os artistas fiquem com cerca de 30% a 40% do valor total de cada show.
* Ivete Sangalo, Roberto Carlos e Claudia Leitte ficaram de fora da lista da Folha. Os dois primeiros são contratados da TV Globo, o que faz o cachê variar ainda mais.



Curiosidades sobre música – Efeitos no desempenho

Ouvir música ao mesmo tempo em que se realizam outras tarefas pode ter os mais variados efeitos. Pesquisadores da Universidade Chemnitz e da Universidade de Erfurt, ambas na Alemanha, comprovaram que, durante a leitura, ouvir música de fundo pode afetar a compreensão. Na memória, os efeitos foram negativos, mas muito baixos. Já na prática de atividades físicas e em reações emocionais, os impactos da música são muito positivos.

Curiosidades sobre música – Música favorita

Rebecca Webb e Alexandra Lamont, pesquisadoras da Universidade de Keele, no Reino Unido, concluíram que escolhemos nossa música favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional. Os resultados de suas pesquisas revelaram que a escolha tem muito a ver com as motivações pessoais dos ouvintes e com suas histórias relacionadas com suas músicas favoritas.

Curiosidades sobre música – Afeta seu comportamento

Ao testar os efeitos da música no comportamento das pessoas e, especialmente, em suas condutas sociais positivas, pesquisadores da Universidade de Sussex, no Reino Unido, descobriram que ouvir músicas com letras socialmente positivas aumentaram a disposição de ajuda nos ouvintes.

Curiosidades sobre música – Pode deixá-lo mais inteligente

Em um experimento com 144 crianças, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, concluíram que as crianças que participaram de grupos com aulas de música exibiram aumentos de QI e melhor desempenho acadêmico. Novas pesquisas também mostram que o cérebro de músicos é desenvolvido de tal forma que os deixam mais alertas, dispostos a aprender e calmos.

Curiosidades sobre música – Faz você gastar mais dinheiro

Em bares, aumentar o volume da música eleva o consumo de álcool. Já em lojas de flores, músicas românticas provocam aumento das vendas. É o que mostram pesquisas feitas por cientistas da Universidade Bretagne-Sud, na França.

Curiosidades sobre música – Rockstars realmente vivem menos

Mark Bellis da Universidade John Moores, no Reino Unido, apresentou estudos que mostram que entre três a 25 anos depois de se tornarem famosos, artistas de todos os 1000 principais álbuns de rock e música pop são 1.7 vezes mais propensos a morrer do que pessoas comuns da mesma idade. Eles morrem por problemas relacionados a álcool e drogas (31%), acidentes (14%), violência e suicídio (9%), doenças cardiovasculares (14%) e câncer (20%).

Curiosidades sobre música – Personalidade

Segundo as pesquisas de Peter J. Rentfrow e Samuel D. Gosling, os gostos musicais podem prever apersonalidade das pessoas. Por exemplo, gostos complexos e reflexivos como blues, jazz, música clássica e folk refletem personalidades emocionalmente estáveis, abertas para novas experiências, boas habilidades verbais e com inteligência acima da média.

Curiosidades sobre música – Relaxar

Sky Chafin da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos testou os efeitos da música clássica, pop e jazz no relaxamento das pessoas depois de eventos estressantes. Os resultados mostraram que ouvir música pop e jazz tem o mesmo efeito restaurativo que o silêncio. Já a música clássica fez efeitos muito mais rápidos e a pressão sanguínea caiu para os níveis normais em tempo muito menor.

Curiosidades sobre música – Dor

Laura Mitchell, Raymond MacDonald e Christina Knussen concluíram em seus estudos que ouvir sua música preferida durante períodos de dor pode aumentar de forma significativa a tolerância à dor, se comparado com estímulos visuais ou silêncio.

Curiosidades sobre música – Romance

Nicolas Guéguen estudou os efeitos das músicas românticas. Seus experimentos revelaram que 52,3% das mulheres que participaram dos experimentos ofereçam seus telefones quando uma música romântica estava tocando. Do outro lado, quando a música tocada era neutra, a porcentagem caiu para 27,9%.



A música no ambiente de trabalho é motivo de discussão, alguns gestores não se importam que sua equipe trabalhe ouvindo as canções que mais gostam, enquanto outros não autorizam de maneira nenhuma. Mas afinal, ouvir música no trabalho é bom o ruim?
Na verdade, não existe uma resposta certa. É o que explica a consultora sênior de Recursos Humanos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Emília Dias. “Tem gente que consegue trabalhar muito bem ouvindo música. Outros não conseguem e acabam se distraindo. É muito individual”.
A especialista explica que em atividades que exigem muita concentração e que o trabalho seja feito em silêncio, a música pode atrapalhar.
Autorização do chefe Indiferentemente da pessoa conseguir trabalhar ouvindo música, não cabe a ela decidir sobre o assunto. A música no trabalho só deve ser ouvida se o líder autorizar.
“Ele pode sentar com a equipe e decidir. É possível até mesmo fazer um teste por uma semana para saber se o trabalho combinado foi entregue no período esperado”. Emília acrescenta ainda que o gestor também conseguirá analisar quais profissionais conseguem trabalhar desta maneira.
Cabe ao chefe também estabelecer as regras, se a música poderá ser ouvida somente por meio dos fones de ouvido ou ser terá uma caixa de som comum a todos. Neste caso, cada dia, uma pessoa pode escolher o tipo de música que irá tocar ou haverá uma estação de rádio fixa, geralmente, as que tocam músicas mais tranquilas.
“De qualquer maneira, o volume tem que estar bem baixinho, para não atrapalhar. No caso do fone, o ideial é utilizar em apenas em um dos ouvidos”.
As orientações só não servem para quem trabalha diretamente com o público. “Neste caso, a música ambiente não é legal porque é difícil agradar todo mundo. Também não é possível trabalhar com fone de ouvido, já que é necessário estar de prontidão para atender os clientes”.
DJ na empresa Quem trabalhar, quase todos os dias, ouvindo música é o diretor de Arte, Cleyton Adjair. “A minha relação com a música já vem de fora do trabalho, não tinha como trazer para empresa”. Ele conta que a música o ajuda no desenvolvimento das atividade, já que estimula a criação e a criatividade.
Na empresa em que trabalha, as músicas são ouvidas por meio de caixa de som e ninguém reclama. “A música ajuda no trabalho de todos. No dia de fechamento do jornal, escutamos uma música mais agitada. A escolha varia de acordo com o ritmo de trabalho”.
Além disso, ele acrescenta que a música ajuda a criar um ambiente mais leve e aumenta até mesmo a interação da equipe. “Às vezes, colocamos uma música mais engraçada para fazer piada. Todo mundo se diverte”.


A estrela do rap 50 Cent recupera-se em um hospital de Los Angeles e aproveitou para divulgar no Twitter algumas fotos no local. Numa delas, ele surge com alguns ursinhos de pelúcia. Ele também aproveitou sua página na rede social para anunciar o lançamento em breve de seu novo disco, apesar de muitos suspeitarem que se trata de um truque publicitário.

O rapper enviou uma série de mensagens no Twitter desde a quarta-feira (16), nas quais havia imagens dele numa cama depois de ser hospitalizado por uma infecção estomacal, segundo declarou seu amigo DJ Drama à revista especializada especializada XXLMag.com.

"Estou no hospital, mas meu disco 'Gangsta Grillz Lost Tape' está terminado, e sairá em breve", afirmou em um dos primeiros 'tweets' na quarta. "Não quero ser operado", continuou em uma segunda mensagem acompanhada de uma foto. "Me sinto melhor hoje, creio que sairei em breve do hospital", afirmou nesta quinta.


A revista "People" questiona a veracidade de sua hospitalização: "50 Cent está realmente com doença estomacal ou só precisa de atenção?", enquanto cita fontes que afirmam que sua internação foi um truque publicitário para promover o lançamento de seu próximo álbum.



A cantora Donna Summer morreu na madrugada desta quinta-feira (17), aos 63 anos, após batalha contra o câncer de pulmão. Chamada de rainha da disco music, embora não gostasse do rótulo, ela vendeu aproximadamente 130 milhões de discos em todo o mundo.

Summer ganhou cinco prêmios Grammy e fez sucesso, principalmente nos anos 70, com músicas como "Last Dance," "Hot Stuff", "She Works Hard for the Money" e "Bad Girls".

Nascida em Boston no dia 31 de dezembro de 1948, LaDonna Adrian Gaines (nome real da cantora) começou sua carreira como vocalista de apoio do trio Three Dog Night. Segundo o jornal "The New York Times", ela aprendeu a cantar na igreja em um coral gospel. Ainda adolescente, integrou um grupo de rock psicodélico chamado The Crow. A estreia solo em disco foi lançada em 1974, "Lady of the Night". Seu primeiro grande hit foi "Love to Love You Baby", que chegou ao segundo lugar na parada da revista americana "Billboard", em 1976.

Com o sucesso, passou a lançar pelo menos um LP por ano até 1984. Summer lançou 17 álbuns de estúdio. Entre os trabalhos mais importantes estão "Bad Girls" e "On the Radio, Volume I & II".


Ela já liderou a principal parada nos EUA com canções como "Hot Stuff" e "MacArthur Park". O disco mais recente é "Crayons", de 2008, com músicas como "I'm a fire", "Stamp your feet", "It's only love" e "Fame (the game)". O álbum ficou na 17ª posição do ranking de mais vendidos nos EUA. Ela veio ao Brasil em 2009 para divulgar o CD, lançado após hiato de 17 anos.

Ao trocar de gravadora, assinando com a Geffen Records em 1983, Donna passou a ter menos destaque nas paradas. Nos anos 80, não conseguiu repetir o sucesso da década anterior. Ela chegou até a deixar de cantar seus principais hits da disco music.


Ela foi a única a ter três discos-duplo consecutivos em primeiro lugar na lista de mais vendidos. Foi também a primeira cantora com quatro singles número um em um período de 13 meses, de acordo com o Rock Hall of Fame, onde foi homenageada neste ano. (Veja, ao lado, vídeo exibido pelo Fantástico, em 1978, com performance de "Let's Dance".)

A cantora deixa seu marido Bruce Sudano, com quem teve dois filhos, e quatro netos. Ela também teve um filho de seu primeiro casamento, com Helmuth Sommer. "Esta manhã, perdemos Donna Summer Sudano, uma mulher cheia de talento, sendo que o maior deles era a sua fé", disse a família em um comunicado. "Enquanto lamentamos a sua morte, estamos em paz celebrando a sua extraordinária vida e seu legado permanente. Palavras realmente não podem expressar o quanto nós apreciamos suas orações e seu amor para a nossa família neste momento difícil." Ela morava em Nashville, no estado americano do Tennessee.


Fontes confirmaram ao site TMZ que a cantora acreditava ter ficado doente após os atentados de 11 de setembro, ao inalar partículas tóxicas. A cantora Dionne Warwick disse em comunicado que estava triste em perder uma grande intérprete e "querida amiga". "Meu coração vai para seu marido e seus filhos", disse Warwick. "Orações serão rezadas para mantê-los fortes."

No Twitter, fãs famosos lamentaram a morte. "Descanse em paz, querida Donna Summer. Sua voz foi a batida do coração e a trilha sonora de uma década", resumiu o produtor Quincy Jones, famoso por trabalhar com Michael Jackson, Sarah Vaughan e Ray Charles. "Uau, outra lenda se foi. Descanse em paz rainha do soul Donna Summer", escreveu a rapper Nicki Minaj.

"Uma das minhas primeiras inspirações musicais. Descanse em paz. 'Bad girls' para sempre" foi a mensagem da popstar australiana Kylie Minogue. "A rainha do disco nos deixou. Donna Summer siempre estará viva por meio de sua música! Obrigado por sua voz incomparável e por sua grandeza", agraceceu a mexicana Thalia. "É uma perda terrível. Ela era de fato a rainha da disco", elogiou La Toya Jackson.

Até Roberto Carlos deu uma passadinha na festa de arromba de Erasmo no Municipal, em julho do ano passado. E só o papo descontraído dos velhos amigos, em cima do palco, já teria justificado o lançamento desse CD/DVD de 50 anos de estrada (carreira, não, que é termo "polêmico", brinca o próprio). Sendo o cantor a metade da dupla de hitmakers que tomou para si a bandeira do rock, custe o que custar (e olhe que custou bastante naquele primeiro Rock in Rio!), nada mais justo do que o que lhe foi dado na noite: a moldura perfeita para provar que, aos 70 anos, quem quiser pode vir quente. Erasmo Carlos está fervendo.

O primeiro acerto do projeto foi a banda escalada, que une quatro gerações: a do artista, a do novo baiano Dadi (guitarra), de Billy Brandão (guitarra solo de categoria) e do grupo Filhos da Judith (guitarra, baixo, bateria e coros afinados). Distante de qualquer breguice que um dia possa ter ousado se infil$em sua música, Erasmo nem precisou se fingir de jovem atlético: bom humor e charme ajudaram a cumprir a tarefa com louvor em clássicos do top de "Sou uma criança, não entendo nada", "Negro gato" (de Getúlio Côrtes, aqui em clima funky 007) e "Mesmo que seja eu".

Outro acerto de "50 anos de carreira" é a seleção do repertório, disposto em bem sacado roteiro. Os hits estavam lá, claro, mas também $presença o Erasmo Carlos rejuvenescido do disco "Rock’n’roll" (2009), nos bons rocks "Jogo sujo", "Chuva ácida" e "Cover".

E o amor, verdadeira razão de se fazer rock (diz o cantor), não poderia ficar de fora da festa. Romântico, ele foi até de sobra, nas baladas "Gatinha manhosa" e "Mais um na multidão" (parceria dos anos 2000 com Carlinhos Brown e Marisa Monte, que subiu ao palco para dividir a $ção), e ainda na série de sucessos de Roberto Carlos compostos em parceria: "Desabafo", "Olha", "Proposta", "Cavalgada", que foram reunidos em medley com o piano de José Lourenço e as cordas do Teatro Municipal.

Com Roberto, por sinal, o número foi curto, mas adequado: uma lembrança de onde tudo começou entre os dois ("Parei na contramão") e a simbólica "É preciso saber viver". Curiosamente (ou não assim), a música que rola, no DVD, imediatamente após a saída do convidado é "Quero que vá tudo pro inferno", levando Erasmo de volta aos caminhos do rock que dão em "Minha fama de mau" e, enfim, na "Festa de arromba". Em plena terra sagrada da música, o avô do rock brasileiro não titubeou e seguiu com sua cruzada. Mas sem perder a ternura, jamais.

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