A cantora Claudia Leitte gravou o DVD duplo "Verde e amarelo" na noite desta terça-feira (13), no Teatro Castro Alves, em Salvador. A apresentação, com apenas uma interrupção durante a música 'Falando sério', contou com as participações especiais de Tico Santa Cruz, Carlinhos Brown – que assina os arranjos do show –, Sérgio Mendes e Gracinha Leporace.
Mas foi o filho David que causou frisson na última música, "Locomotion batucada", ao surgir no palco e fazer um dueto com a mãe. Ele balbuciou algumas frases da música, que é cantada parte em inglês e parte em português, e ainda agradeceu ao público, que começou a gritar seu nome. “Beijo e tchau!”
Ao final de duas de gravação, Claudia Leitte voltou ao palco para regravar as músicas "Mas que nada", "Magalenha" e "Incendeia". Os fãs que se espalharam pelas cadeiras do teatro não reclamaram depois de o produtor do show anunciar que teriam de ficar por cerca de uma hora a mais no teatro.
Com repertório intimista, dedicado a músicas de MPB, Claudia Leitte só quebrou o andamento lento das músicas com "No carnaval de Salvador", que contou com uma percussão mais aparente e parecida com a forma de cantar e se apresentar da cantora.
Claudia Leitte surpreendeu o público logo de cara, quando surgiu por trás da área da plateia e cantando a música "Pássaros". Em seguida, ela entoou "Dois caminhos" e "A noite dos jangadeiros".
Nega lora, apelido dado pelo músico Carlinhos Brown, apresentou uma composição sua em homenagem ao marido Márcio, "Bem-vindo amor". Em seguida, ela variou o repertório com "Telegrama", de Zeca Baleiro.
O cantor Max Viana foi o primeiro convidado a subir ao palco. Ele cantou "Sorri, sou rey".
A primeira troca de figurino, feito pela grife Água de Coco, aconteceu na música "Afaste-se de mim". Depois de "Crime", Claudia cantou "Falando sério", quando ela mesma notou um erro de sincronia dela com os músicos e reiniciou o hit com naturalidade.
Tico Santa Cruz dividiu o palco em homenagem a Cazuza, cantando "O tempo não para". Ao fim do dueto, o cantor fez uma ode ao amor como solução dos problemas modernos.
Claudia Leitte canta "Você existe em mim" e sai do palco para a segunda troca de roupa.
Enquanto isso, Gracinha Leporace e Sérgio Mendes cantam "Mas que nada". A loira volta para "Magalenha" e "Sambah". Ela troca novamente de figurino para cantar "Mestre sala dos mares".
Em homenagem a Batatinha, ícone do carnaval baiano, Carlinhos Brown surge em meio aos integrantes do coro, posicionado ao fundo do palco, e canta "Pra todo efeito" e "Repente negalora".
Durante a música "Black man", Claudia pede aos fãs para se aproximarem do palco. Ela emenda "Locomotion batucada" com parte do público aos pés, colados no “gargarejo”.
O filho David quebra ainda mais o gelo e surge sorrateiro para abarçar a mãe, mas começa a cantar com Claudia o hit "Locomotion batucada".
A gravação da primeira etapa do DVD duplo encerrou por volta da 0h10 desta quarta-feira (14).
A sertaneja @PaulaFernandes7 e a cantora country norte-americana @TaylorSwift13 vão lançar um dueto em 2012. A canção estará presente nos próximos trabalhos de cada uma como faixa bônus. O nome da faixa ainda não foi confirmado.
Paula gravou sua parte, cantada em Português no Brasil. Enquanto Taylor Swift gravou sua participação nos Estados Unidos. As cantoras não se encontraram pessoalmente.
O próximo trabalho de Paula Fernandes começa a ser gravado em fevereiro e deve ser lançado ainda no primeiro semestre de 2012.

Depois de um ano avassalador em termos de grandes shows internacionais, o público brasileiro já pode ir preparando os bolsos para 2012. Superar o número de astros mundiais que estiveram por aqui em 2011 é tarefa árdua, ainda mais se considerarmos uma edição do Rock in Rio, mas os primeiros meses do próximo ano se mostram promissores.
James Blunt e Bruno Mars abrem o ano
Quem inicia os trabalhos em meados de janeiro é o britânico James Blunt com seu repertório cheio de baladas melosas. O cantor esteve por aqui abrindo as noites para Elton John em 2009 mas seu show não encaixou bem na Praça da Apoteose. Talvez desta vez, numa casa fechada, a coisa flua melhor. A turnê atual divulga o álbum "Some kind of trouble", de 2010, porém seus dois maiores sucessos, "You're beautiful" e "Same mistake", vem sendo incluídos no repertório do show. Nesta mesma época, a italiana Laura Pausini é outra que volta ao país para três apresentações em São Paulo.
Ainda no primeiro mês do ano, Bruno Mars aproveita a crista da onda para uma pequena turnê pelo país. Estourado com as faixas "Talking to the moon" e "Lazy song" (do divertido clipe das máscaras de macacos), o havaiano participa do Summer Soul Festival, o mesmo que trouxe Amy Winehouse ao Brasil neste ano.
Roger Waters retorna com mega-show
Após a pausa para as celebrações momescas, Rio, São Paulo e Porto Alegre recebem em março o maior nome dentre os confirmados até o momento: o ex-Pink Floyd e dublê de Richard Gere, Roger Waters, reaparece por aqui com a turnê do mega-espetáculo "The wall". A última aparição do baixista no país foi em 2007, quando trouxe o show "Dark side of the moon", onde tocava na íntegra o clássico álbum de sua ex-banda. Desta vez, dentre diversos elementos cênicos e efeitos visuais, um singelo muro de 70 metros de comprimento por 11 de altura é construído em frente ao palco durante a apresentação. A produção do espetáculo foi orçada em míseros 15 milhões de dólares. Imperdível, não?
Mesmo que não se confirmem os boatos sobre uma volta de Madonna e Van Halen, sem dúvidas já temos um excelente pontapé inicial.
Roger Waters - Comfortably Numb
Bruno Mars - Talking to the Moon
Quando Ana Carolina não está nos palcos, na turnê que deu origem ao disco "Ensaio das cores", a chance é grande de ela estar pintando com um de seus 150 pincéis. Afinal, ela diz ficar de "de oito da noite até cinco da manhã" criando seus quadros.
Em entrevista, a cantora fala de seu novo CD-DVD ao vivo, mas se empolga mais ao detalhar a paixão por cores e telas. Ana Carolina descreve a força das novelas, elogia sua banda só de mulheres e conta que a amiga Cássia Eller (1962-2001) costumava andar pelada pela casa.
Quando você começou a pintar e quando sentiu a necessidade de juntar pintura e música em um só projeto?
Ana Carolina - Eu comecei a pintar em 2000 e poucos. Quando vi tinha várias telas em casa, meus amigos pediam e eu não tinha vontade de fazer nada com aquilo. Não conseguia descobrir o momento que a tela acabava, continuava pintando eternamente. Chegou uma hora que pensei: só se for para fazer um projeto, ou fazer leilão para uma ONG. Pensei na associação dos diabéticos, porque sou diabética desde os 16 anos. Depois, pensei no show com músicas sobre o assunto ("Azul" do Djavan; "Rai das cores" do Caetano). Consegui o link que precisava entre as telas e as músicas.
Ana Carolina - Eu comecei a pintar em 2000 e poucos. Quando vi tinha várias telas em casa, meus amigos pediam e eu não tinha vontade de fazer nada com aquilo. Não conseguia descobrir o momento que a tela acabava, continuava pintando eternamente. Chegou uma hora que pensei: só se for para fazer um projeto, ou fazer leilão para uma ONG. Pensei na associação dos diabéticos, porque sou diabética desde os 16 anos. Depois, pensei no show com músicas sobre o assunto ("Azul" do Djavan; "Rai das cores" do Caetano). Consegui o link que precisava entre as telas e as músicas.
Sua primeira exposição individual começou neste mês na galeria Romero Britto. Como foi escolher as telas, como é seu trabalho como pintora?
Ana Carolina - Eu fico de oito da noite até cinco da manhã. Compro a lona, lavo a lona. Eu fico horas preparando as misturas, tenho 150 pincéis. No dia da vernissage, eu parecia uma noiva no dia do casamento. Estava "nervosassa", pensando: "o que eu vou falar?". Foi muito doido. Todo mundo fica olhando, avaliando, discutindo sobre aquilo. Eu fiz um monte de loucurinha até achar a minha onda. Tinha uma coisa meio [Sydney] Pollack de jogar a tinta na tela.
Ana Carolina - Eu fico de oito da noite até cinco da manhã. Compro a lona, lavo a lona. Eu fico horas preparando as misturas, tenho 150 pincéis. No dia da vernissage, eu parecia uma noiva no dia do casamento. Estava "nervosassa", pensando: "o que eu vou falar?". Foi muito doido. Todo mundo fica olhando, avaliando, discutindo sobre aquilo. Eu fiz um monte de loucurinha até achar a minha onda. Tinha uma coisa meio [Sydney] Pollack de jogar a tinta na tela.
É difícil o desapego com a tela?
Ana Carolina - Não tanto, porque eu sou esperta. Acabei de pintar um negócio. Com custo, decido que aquilo terminou. Chamo um fotógrafo e ele tira uma foto bacanuda em alta [resolução] para mim. A foto é tirada em estúdio. Me falaram que isso é meio neurótico. Eu tenho que entregar a tela para a pessoa que comprou e ver a cara dela. O dono tem que pegar um avião e ou entrego quando eu faço um show perto de quem comprou. Ainda não sou dessas artistas plásticas que desapegam. Já vendi 18 telas assim e tenho outras 48 prontas.
Ana Carolina - Não tanto, porque eu sou esperta. Acabei de pintar um negócio. Com custo, decido que aquilo terminou. Chamo um fotógrafo e ele tira uma foto bacanuda em alta [resolução] para mim. A foto é tirada em estúdio. Me falaram que isso é meio neurótico. Eu tenho que entregar a tela para a pessoa que comprou e ver a cara dela. O dono tem que pegar um avião e ou entrego quando eu faço um show perto de quem comprou. Ainda não sou dessas artistas plásticas que desapegam. Já vendi 18 telas assim e tenho outras 48 prontas.
Por que decidiu montar uma banda só de mulheres para este show? Qual a diferença em ser acompanhada só por garotas?
Ana Carolina - Eu fiquei parecendo a vocalista de uma banda, senti mais músico do que nunca. Com elas eu me sinto mais músico. Com a banda masculina, eu era mais a cantora. A intensidade com a qual se toca é diferente quando há quatro mulheres no palco. Quando para ser mais delicado é mais delicado, quando é pra ser pesado é uma arroubo de peso, é uma coisa de útero. A Delia Fischer me deu quatro meses de aula de piano um tempo atrás. Eu acho que ela é um monstro. A Lan Lan não poderia ficar de fora. Quando se pensa em baterista e percussionista mulher, penso nela. Ficou uma cara de banda. Realizei essa fantasia. O projeto pode voltar daqui a dois ou três anos, com essa formação.
Ana Carolina - Eu fiquei parecendo a vocalista de uma banda, senti mais músico do que nunca. Com elas eu me sinto mais músico. Com a banda masculina, eu era mais a cantora. A intensidade com a qual se toca é diferente quando há quatro mulheres no palco. Quando para ser mais delicado é mais delicado, quando é pra ser pesado é uma arroubo de peso, é uma coisa de útero. A Delia Fischer me deu quatro meses de aula de piano um tempo atrás. Eu acho que ela é um monstro. A Lan Lan não poderia ficar de fora. Quando se pensa em baterista e percussionista mulher, penso nela. Ficou uma cara de banda. Realizei essa fantasia. O projeto pode voltar daqui a dois ou três anos, com essa formação.
Como foi a composição de "Pra tomar três' com o Edu Krieger? E a escolha das outras canções?
Ana Carolina - Eu estava com essa sacada há um tempão na cabeça, querendo fazer um lance. Eu liguei para ele e a gente nem se conhecia. Quando aparece um compositor legal, é difícil esperar a oportunidade de falar com a pessoa. Sou ansiosa, consegui o celular e liguei. Eu mostrei para ele o verso e logo depois ele me mandou a letra toda. Fizemos tudo mais ou menos juntos. Foi um prazer ter trabalhado com ele. "Stereo" é uma música que fiz há um tempão para a Preta Gil. Se a música está tocando bem, também queria me dar bem. "Você não sabe" tinha um cheirinho de "Garganta". É uma letra revoltadinha, meio "eu sou mais eu".
Ana Carolina - Eu estava com essa sacada há um tempão na cabeça, querendo fazer um lance. Eu liguei para ele e a gente nem se conhecia. Quando aparece um compositor legal, é difícil esperar a oportunidade de falar com a pessoa. Sou ansiosa, consegui o celular e liguei. Eu mostrei para ele o verso e logo depois ele me mandou a letra toda. Fizemos tudo mais ou menos juntos. Foi um prazer ter trabalhado com ele. "Stereo" é uma música que fiz há um tempão para a Preta Gil. Se a música está tocando bem, também queria me dar bem. "Você não sabe" tinha um cheirinho de "Garganta". É uma letra revoltadinha, meio "eu sou mais eu".
Você já vendeu cinco milhões de CDs e DVDs. Tem interesse em saber dos números de vendas, de execuções em rádios? É algo que acompanha?
Ana Carolina - Eu tenho interesse quando alguém chega para mim e fala: "vendeu tanto". Eu digo: "que legal". Tem uma coisa que acontece com 12 anos de carreira... Você já tem um público que compra o disco sem precisar ouvir. Eu sou fã do Lou Reed, eu vou comprar o CD e f..., sabe? Se tem música ou não, quero ouvir. Isso acontece de maneira natural. Hoje eu sei que no mínimo 50 mil cópias eu devo vender.
Ana Carolina - Eu tenho interesse quando alguém chega para mim e fala: "vendeu tanto". Eu digo: "que legal". Tem uma coisa que acontece com 12 anos de carreira... Você já tem um público que compra o disco sem precisar ouvir. Eu sou fã do Lou Reed, eu vou comprar o CD e f..., sabe? Se tem música ou não, quero ouvir. Isso acontece de maneira natural. Hoje eu sei que no mínimo 50 mil cópias eu devo vender.
"Problemas" está em "Fina estampa" e está estourada nas rádios, muito por isso. É mais fácil emplacar uma música com ela na trilha de uma novela?
Ana Carolina - É inegável. No momento que toca na novela tem 50 milhões de pessoas ouvindo. Não tem rádio que consiga isso. Você coloca a cara a tapa à beça. O mais legal é estar na novela. Eu não acredito que a dramaturgia faça o cara gostar da música. O cara pode ouvir e falar: "odeio essa música". Você meio que invade a casa do cara. Faz diferença. Eu acho que o negócio é bem feito. Eu nunca vi uma música minha que não tivesse a ver com a dramaturgia. "Garganta" era uma música super dedo em riste e era a música da personagem da Débora Bloch em "Andando nas nuvens". É bem escolhido, não são músicas que não tem nada a ver. O Dan Stulbach e Julia Lemmertz.
Ana Carolina - É inegável. No momento que toca na novela tem 50 milhões de pessoas ouvindo. Não tem rádio que consiga isso. Você coloca a cara a tapa à beça. O mais legal é estar na novela. Eu não acredito que a dramaturgia faça o cara gostar da música. O cara pode ouvir e falar: "odeio essa música". Você meio que invade a casa do cara. Faz diferença. Eu acho que o negócio é bem feito. Eu nunca vi uma música minha que não tivesse a ver com a dramaturgia. "Garganta" era uma música super dedo em riste e era a música da personagem da Débora Bloch em "Andando nas nuvens". É bem escolhido, não são músicas que não tem nada a ver. O Dan Stulbach e Julia Lemmertz.
Você ficou um tempo na casa da Cássia Eller quando foi para o Rio. E no fim do mês completam-se 10 anos da morte dela. Que memórias você tem da Cássia daqueles tempo de convivência intensa?
Ana Carolina - Na verdade eu só ficava na casa dela porque ela era muito amiga de uma minha que ficava no Rio. Por isso, não tinha grana para ficar, não tinha grana para pagar o roadie. Ela era gente boa pra c... e me acolhia. Ela chegou a pagar um roadie para pagar comigo, ela foi a um show. Foi uma relação curta, um tempinho, mas foi muito legal. Ela sempre falou do meu trabalho com boa vontade e generosidade. Lembro de uma vez de manhã, a gente dormia na sala, toca a buzina e ela vem pelada pelo corredor afora e vai na janela e grita: "peraí, já tô descendo". Foi engraçado. [risos]
Ana Carolina - Na verdade eu só ficava na casa dela porque ela era muito amiga de uma minha que ficava no Rio. Por isso, não tinha grana para ficar, não tinha grana para pagar o roadie. Ela era gente boa pra c... e me acolhia. Ela chegou a pagar um roadie para pagar comigo, ela foi a um show. Foi uma relação curta, um tempinho, mas foi muito legal. Ela sempre falou do meu trabalho com boa vontade e generosidade. Lembro de uma vez de manhã, a gente dormia na sala, toca a buzina e ela vem pelada pelo corredor afora e vai na janela e grita: "peraí, já tô descendo". Foi engraçado. [risos]
Quando ouvi essa canção pela primeira vez nunca mais ela saiu de mim.
Ela não sai da gente, ela é sublime como muitas canções por aí... canções especiais.
Mas me digam se não é especial esse maestro com as mãos atrofiadas tocando nossos corações.
João Carlos Martins é um exemplo de vida pra mim.
E essas vozes abençoadas tocando nossas emoções.
E essa música linda abençoando nosso dia...
Amém!
Imagem: Divulgação
Toda sexta-feira reunimos aqui algumas frases bacanas que as celebridades da música postam em seus perfis no Twitter. Sempre com novidades, polêmicas e bom humor, os tuítes dos artistas repercutem e viram notícia. Confira alguns deles:
“O EP da @fresnorock tá num peso que cês não fazem ideia. São as melhores e mais intensas músicas que a gente já fez”, o músico Lucas (@lucasfresno) dá uma dica de como serão as novas músicas de sua banda Fresno.
“Ah! Só pra agradecer mais uma vez todas as orações, carinhos, denguinhos e tudo q vcs fazem bem! Amo e ponto. Fui”, a cantora Ivete Sangalo (@ivetesangalo) agradece o apoio de seus fãs em sua recente internação por meningite.
“Tim Maia era uma figura muito querida para mim. Ídolo que sempre me tratou bem. Como Tiago Abravanel o trata. Genial! Que talento!!!”, o cantor Leo Jaime (@LeoJaime) elogia o ator Tiago Abravanel, que interpreta o síndico na peça Tim Maia – Vale Tudo.
“‘Pense que podia ser pior’. NÃO. Eu penso que podia ser MELHOR. Sempre.”, a cantora Pitty (@pittyleone) mostra otimismo em sua página.
“Você começa a viver quando um momento parece com toda uma vida!”, o rapper Chris Brown (@chrisbrown) filosofa em seu Twitter.
“Viva com energia positiva... foque naquilo para que DEUS te colocou aqui... Dê graças por acordar todo dia... Seja humilde e você será bom :)”, o cantor Sean Kingston (@SeanKingston) dá conselhos em sua página.
“Vá fazer lição de casa ou qualquer coisa. Há sempre um teste para você estudar.”, a rapper Nicki Minaj (@NICKIMINAJ) aconselha seus seguidores a se dedicarem aos estudos.
“Meus fãs são perfeitos. Enquanto vocês estiverem comigo eu sempre estarei aqui para vocês. Obrigado”, o astro teen Justin Bieber (@justinbieber) agradece o carinho de seus fãs.
1. “Chaos Lives In Everything (feat. Skrillex)"
2. “Kill Mercy Within (feat. Noisia)"
3. “My Wall (feat. Excision)"
4. “Narcissistic Cannibal (feat. Skrillex & Kill The Noise)"
5. “Illuminati (feat. Excision & Downlink)"
6. “Burn The Obedient (feat. Noisia)"
7. “Sanctuary (feat. Downlink)"
8. “Let’s Go (feat. Noisia)"
9. “Get Up! (feat. Skrillex)"
10. “Way Too Far (feat. 12th Planet)"
11. “Bleeding Out (feat. Feed Me)"
12. “Fuels The Comedy (feat. Kill The Noise)"
13. “Tension (feat. Excision, Datsik & Downlink)"
LINK 1: Fileserve
LINK 2: Filesonic
3. “My Wall (feat. Excision)"
4. “Narcissistic Cannibal (feat. Skrillex & Kill The Noise)"
5. “Illuminati (feat. Excision & Downlink)"
6. “Burn The Obedient (feat. Noisia)"
7. “Sanctuary (feat. Downlink)"
8. “Let’s Go (feat. Noisia)"
9. “Get Up! (feat. Skrillex)"
10. “Way Too Far (feat. 12th Planet)"
11. “Bleeding Out (feat. Feed Me)"
12. “Fuels The Comedy (feat. Kill The Noise)"
13. “Tension (feat. Excision, Datsik & Downlink)"
LINK 1: Fileserve
LINK 2: Filesonic
1. "Hangover (feat. Flo Rida)"
1. "Our Day Will Come"
2. "Between The Cheats"
3. "Tears Dry (Original Version)"
4. "Will You Still Love Me Tomorrow (Demo)"
5. "Like Smoke (Feat. Nas)"
6. "Valerie ('68 Version)"
7. "The Girl From Ipanema"
8. "Half Time"
9. "Wake Up Alone (Original Version)"
10. "Best Friends, Right?"
11. "Body And Soul (With Tony Bennett)"
12. "A Song For You"
LINK 1: Fileserve
3. "Tears Dry (Original Version)"
4. "Will You Still Love Me Tomorrow (Demo)"
5. "Like Smoke (Feat. Nas)"
6. "Valerie ('68 Version)"
7. "The Girl From Ipanema"
8. "Half Time"
9. "Wake Up Alone (Original Version)"
10. "Best Friends, Right?"
11. "Body And Soul (With Tony Bennett)"
12. "A Song For You"
LINK 1: Fileserve
O álbum "21", o mais recente da cantora Adele, é o mais vendido deste século no Reino Unido, informou nesta segunda-feira a Official Charts Company, empresa que elabora a lista dos discos mais vendidos do país.
Adele, que lançou seu segundo álbum no começo do ano, vendeu 3,4 milhões de cópias, superando "Back to black" da cantora britânica Amy Winehouse. O disco de Amy precisou de cinco anos para alcançar os 3,3 milhões de exemplares vendidos, e mesmo assim parte do sucesso deve-se a sua morte prematura, aos 27 anos, em julho deste ano.
Desde seu lançamento, "21" ficou entre os dez discos mais vendidos e recebeu seis indicações ao Grammy na semana passada, entre elas o de melhor álbum do ano. A cantora, que se recupera de uma cirurgia nas cordas vocais, expressou sua alegria através de seu blog: "há poucos dias recuperei a voz e agora estou estupefata".
Seu primeiro álbum de estúdio, intitulado "19", foi lançado em 2008 e vendeu 4 milhões de cópias no mundo todo.













