Depois de confirmar os boatos de uma possível reunião, o Spandau Ballet marcou a data para iniciar a turnê de retorno aos palcos. Separados há 20 anos, a banda começa sua excursão no dia 13 de outubro, em Dublin.

AFP
Martin Kemp, Gary Kemp, Tony Hadley, John Keeble e Steve Norman no anúncio de retorno do Spandau Ballet (25/03/2009)

A volta do Spandau Ballet, que já colocou 17 músicas no top 40 britânico, foi anunciada durante uma entrevista coletiva a bordo de um navio de guerra que fica ancorado no rio Tâmisa.

Por enquanto, a agenda da banda tem oito datas apenas no Reino Unido, entre 13 e 28 de outubro. Eles vão se apresentar em cidades como Glasgow, Manchester e Londres (na tradicional casa de espetáculos O2 Arena). Durante a entrevista, o quinteto também prometeu uma turnê mundial.

Autores de hits como "True", "To Cut a Long Story Short" e "Gold", o Spandau Ballet lançou seis discos entre 1981 e 1989. O último de inéditas, "Heart Like a Sky", chegou às lojas pouco tempo antes de a banda se separar, em 1989.

Considerados os pioneiros do movimento oitentista de "new romantic", o grupo liderado por Tony Hadley completaria 30 anos de estrada em 2010.

Via UOL música

Com direção de Roberto de Oliveira, Oswaldo Montenegro grava novos DVD e CD ao vivo em shows agendados para 3 e 4 de abril de 2009, na casa Citibank Hall, em São Paulo (SP). Sem deixar de lado os maiores sucessos do menestrel, casos de Bandolins e de Intuição, o roteiro do espetáculo Quebra Cabeça Elétrico foi montado com músicas de compositores nordestinos como Alceu Valença (Na Primeira Manhã e Agalopada), Belchior (Na Hora do Almoço), Ednardo (Pavão Mysteriozo) e Fagner (Motivo, sobre poema de Cecília Meirelles). A idéia é embalar o repertório com arranjos mais pesados - Montenegro vai tocar guitarra em vez dos habituais violão e viola - para lembrar o início roqueiro do cantor.
Via notas musicais



 
  EDITORIAL
Em 17 de abril, os cariocas voltarão aos anos 80 com a apresentação da banda B-52´s. Keith Strickland, Cindy Wilson, Fred Schneider e Kate Pierson retomam a carreira e apresentam o primeiro álbum de canções inéditas após 16 anos, no Citibank Hall.

Funplex foi muito elogiado pela crítica e traz músicas como Juliet Of The Spirits, Love In The Year 3000, Dancing Now e Ultraviolet. Os fãs podem aguardar um repertório cheio dos grandes sucessos do grupo, como Legal Tender, Love Shack e Private Idaho.

Foto: Divulgação


 
INFORMAÇÕES

Local:
Preço(s):
R$ 140,00 a R$ 200,00.
Data(s):
17 de abril de 2009.
Horário(s):
Sexta, 22h.
 
Via Uol musica

Banda norueguesa não tocou músicas como 'Touchy!'.
Última música da noite, 'Take on me' levantou plateia.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

A-ha se apresenta em São Paulo. (Foto: Flávio Moraes/G1)

Eles ainda fazem algumas garotas gritarem, mas não são mais os meninos que despontaram da Escandinávia durante meados da década de 1980. Morten Harket, o vocalista galã do A-ha, está à beira dos 50 anos – mas ainda sustenta seu topete e o queixo quadrado que o levaram à fama (juntamente, é claro, com a voz capaz de alcançar notas quase inaudíveis de tão altas).

 

Veja fotos do show em SP

 

A apresentação do trio norueguês (além de Harket, Paul Waaktaar-Savoy nas guitarras e Magne Furuholmen nos teclados, acrescidos de um baterista e um segundo tecladista) em São Paulo contou majoritariamente com um público que foi adolescente na época de "Take on me", single de maior sucesso do grupo, de 1985.

 

Diante de uma plateia de 6 mil pessoas sedentas por relembrar os bons momentos do grupo, foi inexplicável a ausência de hits dançantes como "You are the one" e "Touchy!". Em troca, não deixaram nenhuma balada para trás, de "Cry wolf" a "Stay on these roads" – "Hunting high and low", acústica, foi um dos momentos altos da apresentação, com direito a coro da plateia e telão exibindo imagens de isqueiros acesos na escuridão.

 

Além dos clássicos, o A-ha se concentrou em músicas recentes: o show teve direito a três inéditas ("Riding the crest", "Shadow side" e "What there is"), que estarão presentes no disco que a banda deve lançar ainda em 2009, além de "Minor Earth, major sky" e "Analogue", faixas-título dos álbuns de 2000 e 2005, respectivamente. 


Crooner elegante

Com postura de crooner elegante, Harket passou o show inteiro em pé segurando seu microfone, movimentando-se pouco e quase não falando com o público, além de incessantemente mexer nos fones de retorno que ficavam em seus ouvidos. A maior parte da comunicação foi feita por Furuholmen, que a certa altura perguntou, ao agradecer a presença da plateia: "Vocês ainda usam a palavra 'obrigado' por aqui?".

 

O tecladista voltou a falar com o público no começo do bis, anunciando "The sun always shines on TV", do disco de estreia "Hunting high and low" como um "samba norueguês". Após "Analogue", veio a verdadeira apoteose: até quem estava dormindo nas cadeiras levantou-se para cantar o eterno hit "Take on me" – mesmo com um deslize de Harket, que chegou a passar a bola para a plateia na parte mais difícil da canção. Todos pareceram esquecer os hits ausentes e o show lento e burocrático, e, aos 45 do segundo tempo, o jogo foi ganho.

 

Set List
"Living a boy's adventure tale"
"The blood that moves your body"
"Cry wolf"
"Scoundrel days"
"Manhattan skyline"
"I've been losing you"
"Minor Earth, major sky"
"Riding the crest"

"Shadow side"

"I dream myself alive"
"Hunting high and low"
"Summer moved on"
"Train of thought"

"The swing of things"
"Stay on these roads"
"What there is"

"Forever not yours"
"Crying in the rain"
"Living daylights"

 

Bis
"The sun always shine on TV"
"Analogue"
"Take on me"

Via Portal G1

Taxa não vale para internautas dos EUA, Inglaterra e Alemanha.
Cobrança será feita porque ganho com anúncios não cobre despesas.

Do G1, em São Paulo

A rádio on-line Last.fm passará a cobrar assinatura mensal de 3 euros (cerca de R$ 9) dos usuários que não vivem nos Estados Unidos, Inglaterra ou Alemanha. Richard Jones, co-fundador do serviço, anunciou a mudança nesta terça-feira (24) no blog da Last.fm, sem informar quando a cobrança será iniciada.

Essa já era uma taxa opcional para aqueles que quisessem ficar longe dos anúncios, mas em breve o valor será obrigatório para os internautas fora dos países citados, que quiserem ter acesso ao arquivo de 7 milhões de músicas do site.

 

Foto: Reprodução

Site oferece 7 milhões de músicas. (Foto: Reprodução

Segundo o site de tecnologia "Wired", que ouviu uma fonte próxima ao caso, a cobrança será feita porque os ganhos com anúncios em diversos países não cobrem os custos de oferecer o serviço a seus usuários – assim, essas peças publicitárias deixarão de ser veiculadas.

Isso significa que os internautas dos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha podem "pagar" pelo acesso visualizando propaganda. Aos usuários de outras nações só resta pagar com dinheiro, pois eles não terão acesso aos anúncios que poderiam gerar receita ao site.

O post diz ainda que os internautas terão acesso gratuito a 30 músicas, para estimular a assinatura do serviço e mantê-los ouvindo a rádio. "Todo o conteúdo restante – vídeos, recomendações, biografias, eventos e vídeos, por exemplo -- continuará sendo gratuito em todos os países, como acontece agora", afirmou Jones.

via portal G1

A informação não é oficial, por ora. No entanto, de acordo com o tablóide inglês The Sun, as músicas inéditas compostas por Amy Winehouse para seu terceiro álbum teriam deixado decepcionados os executivos da gravadora Island. Gestado na temporada passada pela artista numa ilha do Caribe, o autoral repertório da cantora estaria (bem mais) voltado para o reggae, longe do soul que consagrou Amy Winehouse no álbum Back to Black (2007). Da mesma forma, as letras de tonalidades mais sombrias também não teriam contentado os diretores da Island. Porém, tudo pode não passar de boatos. Demos dessas músicas foram gravadas por Amy.
via notas musicais

Elvis Costello - à direita numa imagem de Alice Arnold - vai lançar em 1º de junho de 2009 um álbum voltado para ritmos como o country e o bluegrass. Intitulado Secret, Profane and Sugarcane, o disco foi gravado em três dias num estúdio de Nashville - a meca do country norte-americano - com produção T Bone Burnett. No repertório, o cantor revisita um tema do repertório de Bing Crosby (1903 - 1977) - Changing Partners, a faixa que fecha o disco - e apresenta sua segunda parceria com Loretta Lynn, I Felt the Chill. Eis as (13) faixas de Secret, Profane and Sugarcane:

1. Down among the Wine and Spirits
2. Complicated Shadows
3. I Felt the Chill
4. My All Time Doll
5. Hidden Shame
6. She Handed me a Mirror
7. I Dreamed of my Old Lover
8. How Deep Is the Red
9. She Was No Good
10. Sulfur to Sugarcane
11. Red Cotton
12. The Crooked Line
13. Changing Partners
 

Banda norueguesa volta ao Brasil pela primeira vez desde 2002.
Trio está gravando o sucessor do álbum 'Analogue', de 2005.

Do G1, em São Paulo

 

Os integrantes do A-ha (Foto: Divulgação/MySpace do artista)

O grupo norueguês A-ha volta ao Brasil para mais uma turnê – desta vez com shows apenas em São Paulo na quarta-feira (25) e no Rio de Janeiro na quinta (26). A banda, formada em 1982, ficou conhecida mundialmente com o hit "Take on me" (e seu videoclipe, revolucionário à época) em 1985.

O A-ha tem uma base fiel de fãs no Brasil – o show do grupo em 1991, no Rock in Rio II, teve um público de quase 200 mil pessoas no estádio do Maracanã. A turnê posterior no país, no mesmo ano, passou por 13 cidades diferentes no país, com direito a três shows em São Paulo. O grupo esteve ainda duas outras vezes no Brasil, em 1989 e 2002. 

A banda entrou em hiato em 1994, mas se reuniu em 1998, e lançou o disco "Minor Earth, major sky" em 2000. A banda está preparando o álbum sucessor de "Analogue", de 2005, que deve ser lançado em julho deste ano.

A-ha no Brasil

São Paulo
Onde: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17955
Quando: quarta-feira (25)
Quanto: no site http://www.ticketmaster.com.br

Rio de Janeiro
Onde: Citibank Hall - Av.Ayrton Senna, 3000 - Cj. 1005
Quando: quinta-feira (26)
Quanto: Entre R$ 140 e R$ 520 (com direito à meia-entrada, dependendo do setor) no site http://www.ticketmaster.com.br 
via Portal G1

Banda se apresenta em sete cidades em turnê no país.
Simple Plan toca em São Paulo nesta terça-feira (24).

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

A banda Simple Plan. (Foto: Divulgação)

Os canadenses do Simple Plan são daquelas bandas que gostam de visitar o Brasil sempre que possível. Na turnê atual, que começou no dia 18 em Porto Alegre, a banda se apresenta em sete cidades em todo o país, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Recife e Goiânia.

"Na verdade eu falo isso em todos os lugares do mundo para o qual eu vou: o Brasil tem o público mais louco, entusiasmado e feliz que nós poderíamos ter", confessa o guitarrista Jeff Stinco em entrevista por telefone ao G1.

"As pessoas são muito intensas e nós adoramos nossos fãs aí", completa. O Simple Plan está em turnê promovendo seu homônimo terceiro álbum – mas além das músicas novas, vai tocar seus sucessos.

"É claro que não vamos deixar os hits de fora, sem esquecer o material novo. Na verdade nós estamos preparando pequenas surpresas para os shows no Brasil – vão ser detalhes que vão fazer toda a diferença", conta Stinco, sem revelar os segredos.

 

 

Cena

O Simple Plan fez sucesso em todo o mundo com seus dois primeiros álbuns: "No pads, no helmets... Just balls" e "Still not gettin any..." – sucesso aliás, maior fora das fronteiras de seu país natal. "Não nos apresentamos tanto no Canadá, não somos da 'cena'. Tocamos mais em outros lugares do mundo", explica o músico – que ainda assim, elogia as novas bandas do país: "Apareceram ótimos artistas nos últimos, anos, como o Arcade Fire".

O Simple Plan tem preocupações sérias, que vão muito além da vida na estrada e do dia a dia como roqueiros. Com a Simple Plan Foundation, os membros se dedicam a ajudar jovens de todo o mundo, lidando com problemas como suicídio e dependência de drogas.

"A fundação virou algo maior que nós imaginamos, existe muita gente ajudando, gastando muito tempo e energia nela", comemora Stinco, que também diz que a banda conseguiu arrecadar muitos recursos em 2008. "Neste ano, queremos focar nas pessoas que ajudamos, todos esses jovens e seus problemas", diz, lembrando do trabalho em relação a adolescentes com câncer. Na verdade não passa de um plano simples – e muito nobre.

São Paulo
Quando: terça (24), às 21h30
Onde: Credicard Hall, Av. Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, (11) 2846-6010
Quanto: R$ 80 a R$ 250 / www.credicardhall.com.br

Rio de Janeiro
Quando
: quarta (25), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shop. Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846 (todos os dias, das 9h às 21h)
Quanto: R$ 150 a R$ 250

Belo Horizonte
Quando: quinta (26), às 21h
Onde: Chevrolet Hall, Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, São Pedro, tel. (31) 3209-8989 / (31) 2191-5700
Quanto: R$ 180

fonte portal g1

Cantor participou de coletiva de imprensa nesta segunda (23) em SP.
Rei prometeu lançar disco com canções inéditas ainda neste ano.

Do G1, em São Paulo

Roberto Carlos anunciou nesta segunda-feira (23) em São Paulo uma série de shows em 20 cidades e ainda uma megaexposição na Oca, no Parque do Ibirapuera, em janeiro de 2010, para comemorar 50 anos de carreira. O Rei dará início à turnê brasileira no dia de seu aniversário, 19 de abril, em Cachoeiro do Itapemirim - ele não se apresenta em sua cidade natal há 14 anos. No dia 11 de julho, ele fará uma apresentação no Maracanã, para um público estimado em 60 mil pessoas.

 

Foto: Daigo Oliva / G1

Roberto Carlos fala com a imprensa na tarde de segunda-feira (23) no Itaú Cultural, em São Paulo. (Foto: Daigo Oliva / G1)

Veja fotos de Roberto Carlos em entrevista coletiva em SP

 

A previsão é que a série de shows termine exatamente um ano depois, em Nova York, onde será dado o pontapé em uma turnê internacional. Segundo a organização do evento - a mesma responsável pelas homenagens à bossa nova, no ano passado -, a venda de ingressos será anunciada em breve.

 

A homenagem ao Rei incluirá ainda três shows especiais, com renda revertida para projetos sociais. No dia 26 de maio, 14 cantoras brasileiras sobem ao palco do Teatro Municipal de São Paulo no espetáculo "Elas cantam Roberto Carlos". Já no dia 11 de agosto, haverá uma reunião de expoentes do rock nacional no show "Roberto Carlos Rock Symphony".

 

 

'As vezes imito os meus imitadores'

Finalmente, em março de 2010, o estádio do Pacaembu vai receber o show "Emoções Sertanejas", com a participação de duplas e artistas do gênero. Os três eventos terão a apresença de Roberto.

 

Quanto ao respertório, ele disse ainda não saber se vai interferir ou não. "Como dizem meus imitadores, são muitas emoções", brincou, em tom de voz "engraçadinho". "Às vezes eu imito os meus imitadores, sabe?"

 

Segundo o cantor, o set list de seus próprios shows ainda não estão definidos. "Vamos começar agora as reuniões para decidir o repertório. Vou participar diretamente na escolha das músicas." 

 

Quando perguntado sobre os artistas que admira, Roberto despistou. "Se eu disser algum nome, vai ter sempre alguém que ficará de fora. Tem muita gente boa fazendo coisas interessantes. Procuro sempre ouvir o que é sucesso. O que está acontecendo no momento é importante para mim, estou sempre aprendendo."

 

Mas, quando a ideia é falar de seus ídolos do passado, Roberto tinha a resposta na ponta da língua: Bob Nelson e Albertinho Fortuna. "Gostava do Bob Nelson quando eu era muito pequeno mesmo. Depois comecei a cantar boleros. Eu gostava muito de cantar em espanhol, achava que era chique."

 

"Às vezes ouço coisas do início da minha carreira e acho engraçadas", comentou. "Algumas músicas eu não teria feito daquela maneira. Já ouvi canções antigas e pensei 'puxa, acho que exagerei', principalmente na maneira de cantar. Mas são composições que fizeram parte de uma época."

 

 

Projetos inéditos

 

No meio de tantos compromissos, Roberto garante que seu mais novo disco de canções inéditas, adiado desde 2007, será finalmente lançado este ano. "Quero realmente que este álbum saia e estou trabalhando muito para isso. Tenho algumas faixas prontas que fiz sozinho e outras em parceria com Erasmo Carlos", contou. O tema principal do novo trabalho? "Sempre falei e continuo falando de amor, que é uma das coisas mais importantes que existem."

 

"Erasmo e eu sempre nos encontramos para compor. A diferença é que, com o passar dos anos, fomos ficando cada vez mais autocríticos e demoramos mais. Se antes fazíamos uma música em duas horas, hoje pode levar três dias ou três semanas. Há uma preocupação em fazer tudo com mais qualidade. A gente se questiona se vai falar alguma coisa e de que maneira vai falar." 

 

Outro plano para o futuro próximo é o lançamento de uma biografia autorizada, já que Roberto Carlos não concordou com o lançamento da obra escrita pelo jornalista Paulo Cesar de Araújo sem o seu consentimento - um recurso de liberação interposto pelo autor foi negado este mês.

 

"Não concordo com o lançamento daquela obra e já demonstrei isso de todas as formas. Penso numa biografia não escrita por mim, mas que tenha histórias que só eu conheço." 

via portal G1

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