Com mensalidade, usuários poderão baixar número illimitado de canções.
Iniciativa pioneira pode apontar novos caminhos para indústria da música.

Do G1, no Rio

Amy Winehouse é uma das artistas da gravadora Universal. (Foto: AP)

Quem faz download ilegal de música no Reino Unido poderá ficar sem internet, graças a um acordo entre a gravadora Universal e o provedor Virgin Media. O acordo prevê o lançamento de um serviço de assinatura mensal - com preços que devem variar de 10 libras e 15 libras - oferecendo downloads ilimitados de música. 

Considerado o pioneiro no mundo, o acordo entre Universal e Virgin Media poderá ser um modelo de como a indústria da música e os provedores de internet podem tentar frear o problema da pirataria no setor.

 

As músicas não terão proteção contra cópia, diferenciando o novo serviço dos demais já existentes no mercado, ressaltou o "New York Times". 

Segundo a Virgin, a iniciativa tem o objetivo de incentivar que os usuários abandonem a prática ilegal, em troca de um serviço de download de música variado e - principalmente - legalizado. 

 

O acordo prevê que a Universal informe à Virgin quais de seus clientes na internet estão fazendo upload ilegal de músicas para serem copiadas de graça por terceiros. Com isso, o provedor vai avisar a esses clientes identificados que se eles não interromperem essa atividade ilegal terão seu serviço de internet bloqueado, provavelmente de forma temporária, conforme informou o jornal britânico "Daily Mail". 

 

No entanto, antes de chegar a esse estágio, a Virgin espera que esses clientes escolham migrar para o serviço de assinatura mensal de música.

Maior gravadora do mundo, a Universal tem entre seus artistas Amy Winehouse, U2, Duffy e James Morrison. Nesta segunda-feira (15), Duffy e James Morrison - artistas que foram financeiramente afetados pela pirataria na web - anunciaram seu apoio à iniciativa contra os downloads ilegais.

A Virgin segue em conversações com outros gigantes da música para tentar repetir o acordo feito com a Universal, ampliando o catálogo de artistas em serviços de assinatura futuros.

 Studio 2002

Tanto o trio quando o rapper lançaram faixas chamadas 'Paranoid'.
Compositor Nick Jonas diz que um mash-up das músicas 'seria ótimo'.

Do G1, em São Paulo

O trio norte-americano Jonas Brothers. (Foto: Divulgação)

Depois de colaborar com Taylor Swift e Demi Lovato, os Jonas Brothers estão procurando artistas mais estabelecidos para suas parcerias. Em uma entrevista para a MTV norte-americana, os irmãos sugeriram fazer uma música misturando seu novo single, "Paranoid", com a faixa de mesmo nome do rapper Kanye West.

A "Paranoid" de West, lançada originalmente no álbum "808s & heartbreak", ganhou recentemente um videoclipe gravado no Havaí com a participação de Rihanna. A música homônima dos Jonas é o primeiro single do seu novo disco de estúdio, "Lies, vines and trying times". Nick Jonas, caçula e principal compositor do trio, disse que "seria ótimo fazer um mash-up das duas músicas – Kanye, se você ler isso, saiba que seria ótimo!".

Kevin, o mais velho dos Jonas, ainda brinca, dizendo que a confusão pode ajudar o trio a ganhar novos fãs: "alguém que ouviu falar sobre a música do Kanye e que quiser baixar a música, pode acabar ouvindo a nossa. Atingimos um público que não conhece a banda".

 Studio 2002

Cat Stevens (ou Yusuf Islam, como é chamado desde sua conversão ao Islamismo) disse que já "perdoou" o Coldplay pelo suposto plágio de uma música de sua autoria. O cantor acusou a banda de que "Viva La Vida" foi copiada de sua "Foreigner Suite", de 1973.

"Eu mantenho o que disse. Eles copiaram a minha música, mas não acho que tenha sido de propósito. Eu mesmo me copiei sem perceber. Anoto uma melodia que eu acho muito boa e depois percebo que já a tinha escrito antes", explicou Cat Stevens ao Daily Express.

Cat Stevens disse ainda que não quer que Chris Martin e seus companheiros de banda pensem que ele está zangado. "Eu adoraria sentar para tomar um chá [com o Coldplay] e dizer que está tudo bem", garantiu o músico.
 
Menos pacifista é Joe Satriani, que também acusou o grupo de plagiar na mesma música sua faixa "If I Could Fly" e levou o caso ao tribunal

O baterista do Coldplay, Will Champion, se defendeu das acusações. "Há apenas oito notas musicais em uma oitava e elas não pertencem a ninguém. Existem cerca de 12 mil canções com a mesma seqüência de acordes".

Para Champion, a música só virou polêmica por sua alta qualidade. "Por alguma razão só as músicas que fazem sucesso são acusadas de serem roubadas", disse, referindo-se ao prêmio Grammy de melhor música entregue à "Viva La Vida".
 Studio 2002

Susan Boyle, que ficou mundialmente famosa depois de cantar no programa de televisão "Britain's Got Talent", vai cobrar 9.500 euros por minuto para se apresentar ao vivo. Segundo o jornal News of the World, a cantora fará shows de 12 minutos de duração para empresas por cerca de 120 mil euros.

 

Boyle cantou no concerto de abertura da turnê de finalistas, na sexta-feira (12), em Birmingham, e novamente no sábado (13) em Sheffield. Mas no domingo (14) ela deixou de comparecer, levantando novos receios quanto a sua saúde mental.

A cantora amadora escocesa de 48 anos foi a segunda colocada no popular programa de revelação de talentos, e os finalistas do programa, incluindo Boyle, devem participar de uma turnê pela Inglaterra em junho.

Ela deve voltar ao palco na noite desta segunda-feira (15) em Glasgow, Escócia, seu país. Depois do fim da turnê, a expectativa é que Boyle grave um álbum que chegará às lojas até o Natal.

via UOL musica

 Studio 2002

 

Parceria é mais uma tentativa de evitar pirataria pela internet.
Serviço permitirá que cliente ouça e baixe músicas com preço fixo.

Da Reuters

Divulgação
A cantora Mariah Carey. (Foto: Divulgação)

A operadora de TV a cabo Virgin Media vai lançar um serviço de assinatura de download ilimitado de músicas através de uma parceria com a maior gravadora musical do mundo, a Universal. Em seu catálogo, constam artistas como Mariah Carey, Pussycat Dolls e Lady Gaga, entre outros.


O serviço, que as duas empresas descrevem como o primeiro do mundo, permitirá que qualquer cliente de banda larga da Virgin Media tanto ouça quanto faça download de quantas faixas de música e álbuns quiser do catálogo da Universal, pagando um valor fixo.


A música estará no formato MP3, o que significa que pode ser tocada na maioria dos aparelhos de música, incluindo iPod e telefones celulares. O serviço será lançado no fim deste ano.


A Virgin disse que como parte de sua cooperação com a indústria da música, isto também poderá ajudar a evitar a pirataria em sua rede, e poderá, como um último recurso para transgressores persistentes, suspender o acesso à internet. No entanto, a Virgin garantiu que nenhum cliente será permanentemente desconectado.


A indústria da música tem estado desesperada para aumentar as vendas digitais nos últimos anos para superar o impacto da pirataria e tem lentamente oferecido novos serviços online.


Analistas dizem que a indústria não fará uma completa ruptura até que ela ofereça serviço de assinatura ilimitado, em que o preço esteja em um pacote dentro de outras taxas mensais, como a banda larga, então os clientes esquecerão que estão pagando pela música.


A Vivendi, da Universal Music Group, também concordou com um serviço de assinatura online com a maior empresa de televisão por assinatura da Grã-Bretanha, BSkyB, com um aumento no preço dos serviços.


O serviço da Virgin oferecerá uma "taxa de ingresso" mais barata para clientes que baixam músicas regularmente mas que não querem um serviço ilimitado, e também para aqueles que querem um serviço ilimitado.


A Virgin disse que também está em diálogo com outras gravadores principais e independentes do Reino Unido e editores para oferecer um catálogo completo, assim que o serviço for lançado.


"Nós vemos isto como um completo primeiro passo", disse a jornalistas o presidente e chefe-executivo da Universal Music, Lucian Grainge. "Nós temos ouvido nossos clientes, nossos fãs e nossos artistas, e pensamos que esta é uma oportunidade para trazer a música para um público amplo.

 Studio 2002

Cantor ainda se apresenta em Porto Alegre, Recife e Curitiba.
Esta é a segunda turnê de Lekman no Brasil, no projeto Invasão Sueca.

. Do G1, em São Paulo

O sueco Jens Lekman, que fará turnê no Brasil. (Foto: Divulgação)

O cantor indie sueco Jens Lekman se apresenta neste sábado (13) em São Paulo, no primeiro show da sua turnê no Brasil, que ainda passa por Porto Alegre no domingo (14), Recife na terça-feira (16) e Curitiba na quarta-feira (17).


Não é a primeira vez que Lekman vem ao país – sua primeira turnê no Brasil pelo projeto Invasão Sueca foi em 2006. Em entrevista ao G1, o músico diz não ter muitas lembranças da viagem. "Passei muito tempo dentro de um ônibus, tocando bastante, não pude visitar muitos lugares".

 

Ainda assim, ele diz ter conhecido "um mercado cheio de gente, onde se tocava samba e onde eu vi um papagaio que tirava a minha sorte" em São Paulo – referindo-se provavelmente ao Mercado Municipal. Desta vez, quer conhecer as cidades com mais calma, e também ouvir mais música brasileira. "Não sei praticamente nada sobre música brasileira moderna", explica.


Na sua primeira turnê, Lekman veio acompanhado de uma banda e fez shows mais acústicos, mas desta vez ele promete uma "festa dançante". "A maior parte das minhas músicas são baseadas em samples (trechos de outras músicas) , então serei eu e mais uma pessoa operando pads que disparam as faixas – parecemos uma dessas bandas de new metal, como Linkin Park, no palco".


Para escolher as músicas que serão sampleadas, Lekman recorre aos sebos de vinil. "Adoro aquelas seções de discos a US$ 1, vou escolhendo pelas capas ou por assuntos que eu gosto. Depois chego em casa e faço uma festa particular, ouvindo os achados e tomando vinho". Ele diz também que para seu próximo álbum está pesquisando música tradicional de países andinos como Peru e Bolívia.


O cantor trocou recentemente a gelada Suécia pelo sol da Austrália. "O clima lá não é tão diferente da Suécia, e como eu vivo viajando, não sinto tanta falta do meu país natal. Mas quando eu conheci Melbourne, vi que o sol tem um tipo de luz dourada pela qual eu me apaixonei".


Falando do sucesso recente de artistas suecos como Peter, Bjorn & John (da "música do assobio" "Young folks"), Lekman diz que a nova música do país começou a surgir há cinco anos. "Foi quando deixamos de nos preocupar em imitar os EUA e a Inglaterra para fazermos nossa própria música – transformando inclusive temas que eram cafonas como bingo, wordl music, euro disco e a cultura de barcos que temos na Seuécia em coisas legais", resume.

 

Jens Lekman no Brasil


São Paulo
Quando: sábado (13)
Onde: Studio SP – Rua Augusta, 591
Quanto: R$ 80, com direito à meia entrada. Telefone:(11) 3129-7040 – www.studiosp.org

 

Porto Alegre
Quando: domingo (14)
Onde: Santander Cultural – Rua Sete de Setembro, 1028
Quanto: R$ 10. Telefone: (51) 3287-5940 – www.santandercultural.com.br

 

Recife
Quando: terça-feira (16)
Onde: UK Pub – Rua Francisco da Cunha, 165
Quanto: R$ 20 (homem) e R$ 25 (mulher). Telefone: (81) 3465-1088 - http://www.ukpub.com.br/

 

Curitiba
Quando: quarta-feira (17)
Onde: Era Só O Que Faltava – Av. República Argentina, 1334
Quanto: R$ 30 antecipado/ R$ 40 na hora, com meia entrada. Telefone: (41) 3342-0826 – www.faltava.com.br 

 Studio 2002

Consumo de música em formatos digitais deu um salto de quase 80%.
Música digital representa hoje 12% das vendas das gravadoras.

Do G1, com informações do Jornal da Globo

O hábito de baixar músicas pela internet levou o mercado digital a crescer 80% no ano passado. O fenômeno faz com que artistas e gravadoras tentem ficar menos dependentes da venda de CDs , mas eles ainda se esforçam para reconquistar o público.


Vinte e sete anos de estrada e os Titãs estão com disco novo. "A nossa química ainda é boa e a gente consegue se reinventar", diz Charles Gavin.

Este é o décimo sexto álbum da banda. Quando lançaram "Cabeça dinossauro", nos anos 80, os Titãs venderam 400 mil cópias. Mas a realidade mudou. E o lançamento dos Titãs em 2005 não vendeu tanto. O álbum "A melhor banda dos últimos tempos da última semana" não passou das 200 mil cópias. Menos fãs? Nada disso. O mundo da música é que foi reinventado.


De 2004 a 2007, foram três anos de encolhimento da indústria fonográfica. Mas o CD resiste. No ano passado, houve crescimento de 6,5% nas vendas dos CDs e DVDs musicais.


Já o consumo de música em formatos digitais, como o popular mp3, deu um salto de praticamente 80%. A música digital representava 8% das vendas das gravadoras em 2007. No ano passado, passou a 12%.

 

Comércio ilegal

Para vender CDs e DVDs, as gravadoras também têm que enfrentar uma outra concorrência, essa ilegal. Nas esquinas, nas barracas dos camelôs, o trabalho dos artistas não vale quase nada. e, na internet, sai de graça nos sites de troca de conteúdo. Um nome bonito para o que não passa de pirataria digital.


"Como você vai convencer um jovem que está no computador a tirar um dinheiro e pagar - às vezes com um dinheiro que ele não tem - e abrir mão de um arquivo que alguém está oferecendo? Agora, a pirataria que é vendida na rua, isso eu sou radicamente contra e acho que o estado e o governo deviam tomar providências", afirma Gavin.


Em abril, na Suécia, os fundadores do Pirate Bay, um site de compartilhamento de arquivos, foram condenados a um ano de prisão e a multa de R$ 9 milhões.
Na França, o governo aprovou, no mês passado, a lei que autoriza o corte do acesso à internet de quem baixar filmes ou músicas piratas.


João Marcelo Bôscoli, dono da gravadora Trama, acha impossível proibir o hábito de uma geração inteira. Desde a caixa de música, passando pelo vinil até o mp3 o que mudou foi o objeto em que a música vem gravada. E, para ele, o que a indústria precisa mudar é o modelo de negócio.


"Música é uma coisa etérea. Ela é ar vibrando. Ela pode incorporar em diversas mídias. Quanto mais midia tiver, melhor. Eu sou fã. Compro todas. Se o Stevie Wonder lancar um disco em spray, eu compro", declara Bôscoli.

 Studio 2002

Cantor havia sido detido por dirigir embriagado e porte de drogas.
Ele pagou fiança de 50 mil libras (aproximadamente US$ 82.500).

Pete Doherty (Foto: Divulgação)

O cantor britânico Pete Doherty foi libertado depois do pagamento de uma fiança de 50 mil libras (aproximadamente US$ 82.500). Ele havia sido preso por dirigir bêbado e por posse de drogas, na quarta-feira (10), em Gloucester (oeste da Inglaterra).

Depois de passar duas noites preso da delegacia de Gloucester, Doherty, de 30 anos, foi posto em liberdade, enquanto espera seu julgamento.

A Polícia deteve o cantor na noite da quarta-feira, minutos depois de seu show, ao ver que o carro que dirigia circulava de maneira errática.  Os agentes constataram que o cantor dirigia sem carteira de motorista e sem seguro, e o prenderam junto com a mulher que o acompanhava, também considerada suspeita de posse de drogas, mas que foi liberada.

 

O cantor do grupo Babyshambles, conhecido por seus contínuos problemas com a Justiça e por seu namoro com a modelo Kate Moss, compareceu nesta sexta-feira (12) a um tribunal em Gloucester. Seu advogado informou que Doherty pode ser inocentado das acusações de ter dirigido bêbado. No entanto, acrescentou, o cantor deve ser culpado pela posse de drogas e pela falta da documentação.

No momento da prisão, Doherty carregava 0,6 grama de heroína e, em uma busca policial que já tinha ocorrido de sua casa de campo no condado de Wiltshire (sul da Inglaterra), foram encontrados 15 papelotes da droga, no valor de 300 libras.

 

Doherty só falou perante o juiz para confirmar sua idade e seu endereço. Além da fiança, ele terá que cumprir uma série de condições para obter a liberdade: passar esse tempo morando em sua residência de Wiltshire, não sair da propriedade entre as sete da noite e as sete da manhã, salvo quando tiver shows, não viajar em assentos dianteiros de um veículo, não consumir drogas e fazer um tratamento semanal.

"Fizemos uma comprovação e vimos que sua agenda permite que o cantor faça tudo isto", disse o juiz Christopher Weaver.

 Studio 2002

Os ingressos para o show que Roberto Carlos fará no Maracanã começam a ser vendidos nesta quarta-feira (10). A apresentação do Rei no estádio será no dia 11 de julho, a partir das 21h30.

Inicialmente, apenas clientes Itaú Personalité poderão comprar as entradas. A venda para o público em geral começa no próximo dia 15 de junho.

  • Marcos Hermes/Divulgação

    Roberto Carlos dividiu com as cantores os versos de "Como É Grande O Meu Amor Por Você"

O evento tem ingressos a preços populares de R$ 20 (arquibancadas verde e amarela), R$ 30 (arquibancada branca) e R$ 40 (cadeiras azuis de anel). Nos locais mais próximos do palco, as entradas custam R$ 90 (gramado 2 setor branco) e R$ 180 (gramado 1 setor amarelo).

Os bilhetes podem ser comprados na bilheteria 1 do Maracanazinho, entre 10h e 18h; pela Internet ou pelo telefone 0300-789-6846. Os clientes Itaú/ Unibanco têm 10% de desconto na compra com cartões de crédito ou débito dos bancos. Será permitida a compra de quatro ingressos por cartão.

Este será o segundo dos cinco eventos especiais das comemorações dos 50 anos de carreira de Roberto Carlos. O primeiro foi o show "Elas Cantam Roberto", que reuniu algumas das mais importantes cantoras da música brasileira no dia 26 de maio, em São Paulo.

Também fazem parte da série o concerto "RC Rock Symphony", com o próprio homenageado ao lado de astros do rock nacional; o show "Emoções Sertanejas", que reunirá o Rei com nomes do gênero; e a "Expo RC 50 anos", uma mostra completa sobre a história do Rei, com curadoria de Marcello Dantas e estreia prevista para janeiro de 2010, na Oca do Ibirapuera, em São Paulo.

 

ROBERTO CARLOS NO MARACANÃ

Onde: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Quando: 11 de julho (sábado), 21h30
Quanto: R$ 20 (arquibancadas verde e amarela), R$ 30 (arquibancada branca), R$ 40 (cadeiras azuis de anel), R$ 90 (gramado 2 setor branco) e R$ 180 (gramado 1 setor amarelo)
Ingressos: Bilheteria 1 do Maracanazinho (Rua Professor Eurico Rabello, s/nº), 10h às 18h; pelo telefone 0300-789-6846 ou no site www.ticketmaster.com.br

 Studio 2002

Agente teria assinado contrato para Michael cantar com Jackson 5.
Produtora pede indenização no valor de US$ 20 milhões.

Da EFE

Reuters
Michael Jackson em março de 2009. (Foto: Reuters)

A produtora encarregada de produzir o anunciado show dos Jackson Five processou Michael Jackson hoje, sob a acusação de que o cantor descumpriu a promessa de atuar com sua família, informou o site especializado em famosos TMZ.


A AllGood Entertainment apresentou o caso perante um tribunal federal americano para reivindicar ao "rei do pop" um valor mínimo de US$ 20 milhões (quase R$ 39 milhões) em indenização e que o juiz cancele os shows de Jackson, a partir do mês que vem, em Londres.


A produtora alegou que o artista tinha assinado um acordo, através de seu agente, prometendo que atuaria no reencontro familiar sobre os palcos, no qual os Jackson Five voltariam a cantar juntos, acompanhados da irmã, e também cantora, Janet Jackson.


Segundo a denúncia da AllGood Entertainment, Jackson renegou o contrato e combinou, separadamente, seus shows no Reino Unido.

 

  'Secretamente'

Os documentos apresentados perante a Corte asseguram que Jackson e seu representante Frank Dileo "se aliaram secretamente com a AEG (uma produtora londrina)" com pleno conhecimento de que o "rei do pop" tinha se comprometido a fazer o show com sua família primeiro.


A produtora americana afirmou que o acordo firmado com Jackson impedia que ele fechasse outros contratos até três meses depois de sua reaparição com os Jackson Five.


Jackson afirmou que ele nunca assinou nenhum contrato com a AllGood, somente seu agente.


A AllGood desconsiderou o discurso por afirmar que Dileo responde por Jackson.

 Studio 2002

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