'Michael Jackson's this is it' chega aos cinemas no dia 28 de outubro.
Longa traz bastidores dos ensaios de shows que cantor faria em Londres.
Do G1,
Mika tem 66 mil seguidores; cerca de 300 compareceram ao encontro.
Festa foi realizada em Londres e custou 25 mil libras ao músico.
Do G1, ulo
No Twitter, Mika tem mais de 66 mil seguidores. (Foto: Reprodução )
O cantor Mika teve de desembolsar 25 mil libras (cerca de R$ 75,3 mil) após fazer um convite a seus fãs no serviço de microblog Twitter. "Festa hoje à noite no bar Ground Floor, na Portobello Road, 186. Bebidas são por minha conta. Vejo vocês lá. É sério, não estou brincando", escreveu o músico na segunda-feira (7), em inglês.
Segundo o jornal "The Sun", mais de 300 pessoas atenderam ao convite de Mika, que está lançando o single "We are golden". À publicação, ele não se mostrou arrependido: "comprei um pint [copo padrão de cerveja, com 570 ml] para agradecê-los por serem brilhantes", afirmou.
No Twitter, o cantor que tem 66,7 mil seguidores manteve o discurso. "Muito obrigado a todos que foram hoje à noite. Foi uma das noites mais divertidas dos últimos anos. Vocês transformaram o pub em uma danceteria", escreveu.
Cerca de 300 pessoas foram até o encontro; convite foi feito pelo Twitter. (Foto: Reprodução/Sun)
G1 testou game para Xbox 360, PS3 e Wii que sai nesta quarta-feira (9).
Recriação de palcos e cenários dos sonhos mostram trajetória da banda.
Do G1, em São Paulo
Quando o jogo "The Beatles: Rock band" foi anunciado oficialmente em 30 de outubro de 2008, fãs de games musicais e beatlemaníacos se dividiram em dois grupos: o primeiro tinha a certeza de que o jogo seria um sucesso absoluto. Já o segundo, embora acreditasse que o poder do nome "Beatles" fosse suficiente para garantir as vendas, temia que a versão interativa não estivesse à altura da história de John, Paul, George e Ringo.
Um ano depois, esse temor já pode, enfim, se dissipar. "The Beatles: Rock band", que o G1 teve a chance de experimentar na semana passada e que será lançado nesta quarta-feira (9) em diversos países do mundo (o Brasil ainda deve esperar pelo menos até o próximo dia 18), atinge o objetivo de transpor a saga da banda de rock para o universo dos videogames.
É um produto cultural feito com um capricho ímpar, que agradará aos fãs dos Beatles e, ainda mais importante, será capaz de introduzir a saga do grupo considerado por muitos o maior e mais influente de todos os tempos nos anos 60 às novas gerações.
Para contar a história dos Beatles, os produtores utilizaram, com algumas alterações, a já consagrada plataforma "Rock band" que herda também características de sua série concorrente, "Guitar Hero". Nas guitarras de plástico, basta apertar os botões indicados na tela e "tocar" na hora certa. Na bateria, idem. Quem canta, além do tempo, precisa manter o tom correto. E, pela primeira vez na trajetória da franquia, é possível cantar em até três vozes, fazendo jus às harmonias vocais características de algumas fases do Fab Four.
Foram feitas mudanças para deixar "Rock band" mais palatável para quem, atraído pelos Beatles, está estreando no mundo dos jogos. Não é necessário, por exemplo, enfrentar inúmeros desafios para destravar músicas: o repertório inteiro já está liberado desde o início no modo Quick Play. Também é possível jogar descompromissadamente, sem correr o risco de falhar em alguma canção.
Opção estética
Mas, se não era possível revolucionar tanto na jogabilidade, a Harmonix investiu na narrativa e nos gráficos. E, em ambos os aspectos, merece ser louvada. É difícil lembrar de alguma obra multimídia que tenha conseguido utilizar tão bem a interatividade para contar uma história. E "The Beatles: Rock band" é exatamente isso: uma pequena ópera digital, com gráficos tridimensionais, fotos e vídeos históricos mesclados à sensação de estarmos ali, nos palcos e nos estúdios, construindo a carreira lendária da banda de Liverpool.
Jogo muda pouco em relação à tradicional série 'Rock Band'. Mas é suficiente. (Foto: Divulgação)
Apesar da opção estética por uma linguagem gráfica intermediária entre o realismo e o desenho animado, não há concessões: a riqueza de detalhes é impressionante, feita por gente que entendeu claramente o valor histórico do jogo. Lugares como o Cavern Club, em Liverpool, o cenário do programa de TV "Ed Sulivan show" ou o palco montado no Shea Stadium, em Nova York, estão ali, reproduzidos em perfeição. Pegue e compare o jogo a um vídeo qualquer gravado do show original, e se surpreenda ao notar que até os vincos da fita adesiva utilizada para segurar o microfone de John Lennon ao pedestal são exatamente iguais.
E é assim com a textura da madeira do baixo Höfner, de Paul McCartney, dos tijolos do topo da sede da Apple onde os Beatles se apresentaram ao vivo pela última vez, em 30 de janeiro de 1969 e até com as mechas do cabelo de George Harrison no canto do cisne da banda.
Lucy in the sky
Mas a melhor parte do jogo não está nos shows ao vivo, e sim nas músicas em que você acompanha os Beatles em estúdio. Enquanto você se diverte ou se esforça, dependendo do nível de dificuldade para tocar a canção, é surpreendido por cenários oníricos que fazem referência à música.
Preste atenção em "Lucy in the sky with diamonds": depois de alguns minutos de passeio por um caleidoscópio lisérgico, os quatro integrantes da banda subitamente "acordam" ao final da música, como se não tivessem entendido completamente o que acabara de acontecer.
Já a "viagem" de "I am the walrus" inclui os quatro integrantes vestindo roupas de animais como as que aparecem usando na capa do disco "The magical mistery tour".
Intocáveis
Não é fácil achar um ponto negativo em "The Beatles: Rock band", mas os jogadores mais experientes da série poderão sentir falta de ao menos dois recursos das encarnações anteriores do jogo que foram limados nesta. A alavanca de tremolo e os pedais de efeitos da guitarrinha de plástico, que permitiam ao jogador imprimir seu "estilo" em algumas passagens da música, não alteram em nada a sonoridade da canção. O mesmo vale para os rolos de bateria: se nos primeiros "Rock band" eles também eram livres em certos trechos das canções, na versão "Beatles" eles não podem ser executados.
Pecado ainda maior, aliás, seria poder vaiar os Beatles em pleno palco. Pois o recurso, que entrava em cena nas versões antigas do game sempre que o jogador falhava em sua performance, também foi cortado deste.
Por fim, outro problema é inerente à limitação natural do jogo, e acaba sendo na verdade uma bênção para seus criadores: são 45 faixas disponíveis no disco (veja lista completa), o que faz com que muitos clássicos fiquem de fora.
Ou seja, os fãs vão acabar gastando ainda mais dinheiro eventualmente para comprar músicas extras e até álbuns inteiros da banda por download para jogar em seus consoles: a íntegra de "Abbey road" estará disponível a partir da segunda quinzena de outubro; a de "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band" virá em seguida, em novembro, e "Rubber soul" chega em dezembro. No mundo dos videogames, o sonho dos beatlemaníacos ainda está longe de acabar.
Músico diz que a gravadora EMI está atrasando o processo.
Lançamento de 'The Beatles: Rock Band' é nesta quarta (9).
Do G1, em São Paulo
Paul McCartney durante show no Coachella, em abril de 2009. (Foto: AP)
O ex-beatle Paul McCartney quer que as músicas do grupo de Liverpool sejam disponibilizadas para download. O problema, segundo o cantor, baixista e compositor dos Fab Four, é a gravadora EMI.
"Tivemos alguns problemas com o iTunes bem, não com o iTunes exatamente, mas com a EMI", disse o músico em entrevista ao semanário britânico "NME".
"Gostaríamos de ter nossas canções na internet porque essa é a forma pela qual muita gente procura música atualmente."
A resistência da gravadora, no entanto, parece estar sendo superada com a chegada do quarteto à era dos videogames.
O lançamento do jogo "The Beatles: Rock Band" acontece nesta quarta-feira (9), junto com a chegada às lojas de todo o catálogo remasterizado do grupo. Na entrevista, McCartney disse que ainda não testou o novo game.
Robin Gibb disse à rádio BBC que reencontrou seu irmão mais velho.
Terceiro irmão e membro da banda, Maurice, morreu há 6 anos.
Os dois irmãos remanescentes da banda Bee Gees estão se preparando para tocar juntos novamente, seis anos após a morte do terceiro irmão e membro da banda, Maurice Gibb, segundo artigos da imprensa.
Robin Gibb disse à rádio BBC que acabou de se reunir com seu irmão mais velho Barry em Miami e que eles estão prontos para atuar juntos novamente, planejando uma série de concertos.
"Estamos voltando juntos à medida em que conversamos", disse Gibb ao programa "Test Match Special" da rádio BBC.
Ele afirmou que ele e Barry "viveram uma enxurrada de emoções" após a morte do irmão em 2003.
Maurice Gibb morreu subitamente em 2003, aos 53 anos, de complicações decorrentes de uma operação para corrigir um problema no intestino. Na época, os irmãos afirmaram que não atuariam mais juntos como o Bee Gees após 45 anos de carreira.
Robin Gibb disse que seu irmão gêmeo Maurice, que tocava diversos instrumentos, era "não somente um irmão, mas um verdadeiro companheiro de armas".
"É uma questão emocional perder alguém tão próximo".
Um quarto irmão, Andy, também cantor mas que não fazia parte do grupo, morreu em 1988, aos 30 anos, por complicações no coração.
Desde a morte de Maurice, os dois irmãos remanescentes cantaram poucas vezes juntos, em eventos de caridade.
O Bee Gees foi uma das bandas de mais sucesso na década de 1970, ganhando nove prêmios Grammy.
Francês Pascal Kleiman foi vítima da talidomida e utiliza os pés para trabalhar.
Da BBC
O francês Pascal Kleiman, radicado na Espanha há 26 anos, nasceu sem braços devido a uma malformação fetal causada pelo medicamento talidomida, ingerido por sua mãe na gravidez.
A deficiência física, no entanto, não o impediu de tentar a carreira de DJ. Como Kleiman conta no documentário espanhol Héroes, no hacen falta alas para volar ("Heróis, não é preciso asas para voar", em tradução livre), prêmio Goya ao melhor curta-metragem deste ano, "aprender a usar os pés foi uma resposta natural".
O filme ganhou mais de 30 prêmios internacionais, aumentando ainda mais a popularidade do DJ.
Kleiman adotou a profissão em 1989, quando trancou o curso de Direito e começou a tocar para os amigos.
Autodidata, descobriu que "aquilo era a única coisa que permitia uma expressão absoluta".
A partir dali passou a dar shows pela Europa, Austrália, China e Estados Unidos, e em 2009 foi eleito por publicações espanholas um dos melhores DJs locais do verão.
Filho de um clarinetista de jazz, Pascal Kleiman considera um exagero ser chamado de "herói", mas admite ter feito muitos esforços para realizar seu sonho com a música.
Quando criança, aprendeu a ler e escrever com o avô e compreendeu cedo que usando os pés poderia superar quase qualquer limitação.
"Meus pais me diziam que quando eu era bebê chorava quando me vestiam com este tipo de macacão que cobre os pés, porque aquilo me cortava o movimento. Meus pés sempre foram claramente minhas ferramentas de primeira necessidade", afirmou no documentário.
Por isso, declarou no filme que a persistência e a capacidade de adaptação são suas "armas secretas", e gostaria que muitos espectadores pudessem ver o documentário para acreditar em suas próprias possibilidades.
"Vivemos em uma sociedade que não está feita para nós (deficientes), portanto temos que nos adaptar a tudo. O que consegui foi me adaptando e acreditando em que tudo é possível".
O DJ que já tocou até numa discoteca em pleno deserto no Oriente Médio percorreu 88 países com a promoção do filme sobre a vida dele, do autor espanhol Ángel Loza.
Com o sucesso do documentário e dos shows, a única coisa que espera é "continuar tendo uma vida normal", inclusive com seus dois filhos, que nasceram perfeitos, mas também estão aprendendo a usar os pés para atuar como DJs.
Álbum 'Reality killed the video star' sai no dia 9 de novembro.
Cantor divulgou também os nomes das 12 faixas do novo trabalho.
O primeiro single do longamente aguardado novo álbum de Robbie Williams foi tocado em estações de rádio de todo o mundo nesta sexta-feira (4) e já pode ser ouvido na internet.
Depois de seu último álbum, "Rudebox," ter tido uma recepção ambígua, tanto seus fãs quanto a crítica aguardam para ver se o single "Bodies" vai assinalar o retorno do cantor às grandes vendas do passado.
"Reality killed the video star", o primeiro álbum de Robbie Williams em três anos, será lançado em 9 de novembro.
"Estou num momento de virada em minha carreira. Este próximo disco vai decidir meu caminho," disse ele. "Estou um pouco assustado, porque não faço nada há três anos, mas por outro lado sempre fico assustado quando sai um álbum novo meu. Sou assim mesmo."
Desde que se lançou em carreira solo depois de deixar o grupo Take That, Robbie Williams já vendeu mais de 55 milhões de álbuns em todo o mundo. De acordo com a gravadora Virgin Records, da EMI, em 2006 ele vendeu 1,6 milhão de ingressos em um só dia para sua turnê daquele ano.
O álbum foi produzido por Trevor Horn, que fez sucesso em 1979 com sua banda The Buggles e o álbum "Video killed the radio star."
A gravadora disse que a maioria das 12 faixas novas foi composta no estúdio que Williams tem em sua casa em Los Angeles e gravada em Londres.
Confira os nomes das músicas de "Reality killed the video star":
1 - "Morning sun"
2 - "Bodies"
3 - "You know me"
4 - "Blasphemy"
5 - "Do you mind?"
6 - "Last days of disco"
7 - "Somewhere"
8 - "Deceptacon"
9 - "Starstruck"
10 - "Difficult for weirdos"
11 - "Won't do that"
12 - "Superblind"
13 - "Morning sun (Remix)"
'I dreamed a dream' sai só em novembro, mas já é campeão de vendas.
Pedidos na Amazon ultrapassam Whitney Houston e até Beatles.
Do G1,
Susan Boyle, participante do programa 'Britain's Got Talent'. (Foto: Reprodução)
O álbum de estreia da cantora Susan Boyle, "I dreamed a dream", só sai em novembro, mas a caloura do programa "Britain's Got Talent" já se aproxima do topo das paradas.
O disco, que chega às lojas só no dia 24, já está no topo dos mais vendidos da loja virtual Amazon, graças ao grande número de pedidos na pré-venda. A data de lançamento foi anunciada há apenas alguns dias, mas tudo indica que os fãs mal podem esperar para ouvir o CD.
O frenesi chegou a tal ponto que fez Susan Boyle ultrapassar a cantora Whitney Houston e até os Beatles nas vendas da loja inglesa.
Susan deixou a turnê de "Britain's Got Talent" em julho para gravar algumas canções para o álbum, sobre o qual o jurado Simon Cowell comentou: "Ela soa fantástica, muito boa mesmo."
No início de 2009, a cantora escocesa de 48 anos ficou mundialmente conhecida ao apresentar uma versão de "I dreamed a dream", do espetáculo "Les misérables", no programa inglês, mas acabou ficando em segundo lugar na competição. Depois da final, ela teve um colapso nervoso e teve de ser internada em uma clínica de repouso.
De volta aos eixos, Susan parece estar pronta para disputar as paradas com outros apadrinhados de Cowell, como Carrie Underwood, Kris Allen, Adam Lambert e Leona Lewis, que também devem lançar material inédito em novembro.
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Michael Jackson saúda o público ao receber prêmio de artista do século no American Music Awards, em Los Angeles (02/01/2002)
O cantor Michael Jackson foi enterrado nesta quinta-feira à noite, no cemitério Forest Lawn, nos arredores de Los Angeles, mais de dois meses depois de sua morte, em uma cerimônia privada apenas com a presença da família e amigos.
A atriz Elizabeth Taylor, o ator Macaulay Culkin e o produtor musical Quincy Jones estavam entre os cerca de 200 convidados que assistiram ao funeral. A segurança foi reforçada e a presença da imprensa restrita, com as câmeras de TV sendo desligadas após a chegada do caixão.
Gladys Knight cantou durante a cerimônia e o reverendo Al Sharpton, conhecido ativista pelos direitos civis, foi um dos oradores.
O enterro em Glendale começou mais de uma hora atrasado, por volta das 20:30hrs, horário local (0:30hr, horário de Brasília), depois que o cortejo fúnebre de 31 carros da família demorou a chegar ao local.
Os irmãos de Michael Jackson - Randy, Jackie, Tito, Jermaine e Marlon - retiraram o caixão do cantor, folheado a ouro, do carro funerário.
Todos estavam vestidos de maneira idêntica, com ternos pretos e usando uma única luva branca - figurino tornado famoso pelo rei do pop.
Os filhos do cantor - Prince Michael, 12 anos, Paris, 11 anos e Prince Michael II, 7 anos - sentaram na primeira fila de cadeiras junto aos pais de Michael, Katherine e Joe.
Segurança A família insistiu em ter uma cerimônia particular e estabeleceu regras restritas para a cobertura da mídia no enterro.
As ruas próximas ao cemitério foram fechadas, assim como o espaço aéreo perto do local.
O corpo do cantor foi enterrado em um mausoléu de segurança reforçada, monitorado por câmeras e vigias, e de acesso restrito. Um comunicado da família disse que o corpo foi enterrado às 21h43, hora local (01h43 em Brasília).
"A família Jackson quer agradecer, mais uma vez, todos os fãs de Michael mundo afora por sua generosa demonstração de apoio durante esta época terrivelmente difícil", disse o comunicado.
Depois do enterro, a família e alguns amigos compareceram a uma recepção pós-funeral em um restaurante italiano, perto de Pasadena.
Os custos da cerimônia foram cobertos pelo espólio de Jackson, após decisão judicial que favoreceu pedido da mãe do cantor, Katherine.
"Os gastos são extraordinários, mas Michael Jackson era extraordinário", disse o procurador Jeryll Cohen.
Segundo ele, uma das razões para o alto preço é o fato de que foram compradas 12 covas, apesar de ainda não ter sido revelada a razão da compra.
O enterro estava originalmente marcado para o último sábado, dia 29 de agosto, quando o cantor teria completado 51 anos, mas a data foi adiada para dar mais tempo à família para preparar a cerimônia.
O cemitério de Forest Lawn é conhecido por abrigar os túmulos de várias celebridades de Hollywood, como Humphrey Bogart, Errol Flynn, John Wayne e Clark Gable.
via UOL
Jake Brockman morreu nesta quinta (3) na Grã-Bretanha.
Músico era conhecido como 'quinto Bunnyman' pelos fãs.
Do G1, em São Paulo
Jake Brockman, ex-tecladista do Echo and the Bunnymen. (Foto: Divulgação / Site oficial)
Jake Brockman, ex-tecladista da banda inglesa Echo & the Bunnymen morreu em um acidente de motocicleta nesta quinta-feira (3) na Ilha de Man, na Grã-Bretanha, diz a BBC.
O músico tinha 53 anos e chegou a ser considerado o "quinto Bunnyman" pelos fãs esteve com a banda no auge, na década de 80 e foi incorporado como membro permanente em 1989.
Brockman morreu ao colidir sua motocicleta com uma ambulância. Pete de Freitas, baterista da banda, morreu em um acidente parecido no dia 14 de junho de 1989.
"A música era um aspecto central na vida de Jake", disse a sua esposa Sally Mundy em uma nota à imprensa. No site oficial da banda, o Echo & the Bunnymen publicou uma nota dizendo: "Nossos pensamentos estão com sua esposa, família e amigos".
Brockman também fazia parte do duo de música eletrônica BOM com o baterista Damon Reece (Spiritualized), e trabalhava como engenheiro de som da BBC.