Espera-se que os Fab Four ocupem cinco posições entre os Top 20.
'Abbey Road' e 'Sgt Pepper's' serão os mais vendidos, diz empresa.

Da Reuters

Divulgação
Os Beatles. (Foto: Divulgação)

Os Beatles parecem prestes a dominar as paradas britânicas novamente nesta semana. Com o lançamento de versões remasterizadas dos álbuns da banda, que foram postos à venda na quarta-feira (9), e um videogame interativo, espera-se que os Fab Four ocupem cinco posições entre os Top 20 e induzam a um breve retorno da "Beatlemania", com filas nas grandes lojas de Londres.


A Companhia Oficial das Paradas disse que 15 álbuns da banda devem ficar entre os 75 mais vendidos até domingo (13). A empresa ainda previu que os relançamentos de "Abbey Road" e "Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band" serão os mais vendidos.


"Esses resultados para os relançamentos indicam que a 'Beatlemania' está viva e vai muito bem", disse o diretor-gerente Martin Talbot.


"Ainda temos três dias de vendas para contabilizar, mas já está claro que o apelo duradouro dos Beatles não dá sinais de diminuir."

Atriz e apresentadora assinou um contrato de cinco anos.
Ela assume a vaga deixada pela cantora Paula Abdul.

Da EFE

A atriz Ellen Degeneres. (Foto: AP)

A atriz e apresentadora Ellen Degeneres foi anunciada pela Fox como a mais nova jurada do programa "American Idol", informa a imprensa americana.

 

Ellen, que entrará no lugar que a cantora Paula Abdul deixou vago há cerca de um mês, assinou um contrato de cinco anos com a emissora.

 

Apesar de ser fã da atração, a atriz e apresentadora terá uma difícil missão: fazer o público esquecer de Paula, que ficou oito anos no programa.

 

Ellen, famosa por já ter apresentado o Oscar e o Emmy, recentemente assumiu o papel de jurada em outro programa da emissora o "So You Think You Can Dance".

 

"Nem eu mesma sei como aconteceu, mas jamais perdi um episódio do 'American Idol'", disse a atriz sobre o novo trabalho em seu próprio programa.

 

'Amo a música'

 

"Gosto de tudo nele. Amo a música. Espero ser o ponto de vista das pessoas, porque sou como vocês. Sinto-me em casa por não ver o programa como um produtor ou um crítico veem", acrescentou.

 

Nas últimas edições do "American Idol", o posto deixado vago por Paula Abdul foi ocupado por celebridades como Victoria Beckham, Mary J. Blige, Katy Perry e Avril Lavigne.

 

Ellen aparecerá ao lado dos outros jurados do programa - Simon Cowell, Randy Jackson e Kara DioGuardi - a partir de janeiro, quando começa a nona temporada do reality show.

 

"Vou ter um trabalho de dia e outro à noite", comentou a apresentadora, que seguirá à frente do matutino "The Ellen Degeneres Show". 

Viúva de Kurt Cobain diz que não autorizou uso de imagem do roqueiro.
Produtora alega que cantora e integrantes do Nirvana assinaram contrato.

Do G1, no Rio

No Twitter, Courtney Love postou que vai mover ação contra a Activision. (Foto: Reprodução)

A cantora Courtney Love, viúva de Kurt Cobain, disse que vai processar a produtora do game musical "Guitar hero" por uso indevido da imagem de seu marido. De acordo com posts publicados em sua conta no Twitter, a roqueira alega que não autorizou a utilização da imagem do líder da banda Nirvana, morto em 1994, no jogo musical "Guitar hero 5".

"Eu não aprovei o avatar de Kurt em Guitar hero 5. Acho que Kurt iria desprezar, deixar esse jogo sozinho e o seu avatar", escreveu a cantora, conforme publicou o site "Ars Technica", para completar em seguida: "Nós vamos processar a m. da Activision".

No Twitter, Courtney ainda reclamou da maneira como seu marido é retratado no game, o colocando para cantar músicas como 'Borderline', de Madonna, e "You Give Love A Bad Name", de Bon Jovi, entre outras que não tem relação com veia roqueira de Cobain.

 

Já a produtora Activision disse à revista "Rolling stone" no mês passado que não só a viúva de Kurt Cobain, bem como o ex-baterista do Nirvana, Dave Grohl, e Primary Wave Publishing - empresa que gerencia o catálogo da banda -, assinaram um contrato no qual aprovaram o direito de uso da imagem do vocalista no Nirvana no game. 

 

Foto: Divulgação

A imagem de Kurt Cobain no game 'Guitar hero 5'. (Foto: Divulgação)

Prévia do documentário será veiculada durante o VMA no domingo (13).
'This is it' mostra os ensaios dos shows que o cantor faria em Londres.

Michael Jackson em janeiro de 2002 em Los Angeles. (Foto: AFP)

Michael Jackson será lembrado no Video Music Awards no próximo domingo (13). Além de ser homenageado pela irmã, Janet, durante a premiação da MTV, o rei do pop vai aparecer no trailer do documentário "This is it", sobre os ensaios para a sua última turnê. A prévia do filme será apresentada durante a transmissão ao vivo da cerimônia.

 

Cobertura completa: Jackson morre

Resultado de 100 horas de filmagens de bastidores, o longa foi produzido com apoio da família Jackson. "This is it" vai mostrar os últimos três meses de vida do astro, que se dedicaria a uma temporada de 50 shows com ingressos esgotados na O2 Arena, em Londres. As cenas registram Michael ensaiando algumas músicas em seus últimos dias.

O filme tem direção de Kenny Ortega, que atuou como diretor artístico da série de apresentações. A Sony Pictures pretende lançar o filme nos cinemas dia 28 de outubro. "This is it" será exibido durante apenas duas semanas.

A MTV também vai exibir uma versão extendida do trailer de "Lua nova" com a presença dos atores Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner.

O VMA será apresentado novamente pelo comediante Russell Brand. Beyoncé, Jay-Z, Lady Gaga, Green Day, Pink, Taylor Swift e Muse estão entre as atrações confirmadas no Radio City Music Hall, em Nova York.


200709beirut

Banda norte-americana passará por Salvador (4/9), Rio de Janeiro (8/9) e São Paulo (11/9).

Nas três cidades, o grupo será trazido como atração do 16º festival Perc Pan – Panorama Percussivo Mundial. Com exceção da capital paulista, os norte-americanos dividirão o palco com artistas de diversas partes do mundo, incluindo Brasil, Argentina, Itália, França, Alemanha, Japão, EUA e Jordânia.

Em Salvador, o Beirut se apresenta no Teatro Castro Alves, com ingressos a R$ 30. As vendas começam no dia 3 de agosto na bilheteria do local e nos postos SAC Barra (Av. Centenário, 2992 – 1º andar – Shopping Barra) e SAC Iguatemi (Av. Antonio Carlos Magalhães, s/nº – Shopping Center Iguatemi).

O festival segue para o Rio de Janeiro, com as mesmas atrações, no Oi Casa Grande. Para as duas noites de evento (o Beirut sobe ao palco no primeiro dia), as entradas variam entre R$ 60 a R$ 120. As vendas também serão iniciadas em 3 de agosto, na bilheteria do local dos shows e no site ingresso.com.

Para encerrar a passagem pelo país, a banda aterrissa em São Paulo para uma única apresentação na Via Funchal, no dia 11 de setembro. As bilheterias da casa devem abrir a venda dos ingressos até o final desta semana, com valores entre R$ 60 e R$ 180.

Salvador
4/9, a partir das 19h30
Teatro Castro Alves – Praça Dois de Julho, s/n – Campo Grande
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Informações: 71 3117-4899

Rio de Janeiro
8/9, a partir das 19h30
Oi Casa Grande – Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon
R$ 60 a R$ 120
Informações: 21 2511-0800

São Paulo
11/9, às 22h
Via Funchal – Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia
Plateia Vip: R$ 180,00
Plateia 1: R$ 150,00
Plateia 2: R$ 120,00
Plateia 3: R$ 90,00
Plateia Lateral: R$ 60,00
Mezanino Central: R$ 150,00
Mezanino Lateral: R$ 120,00
Camarote: R$ 180,00
Informações: 11 2198-7718 / www.viafunchal.com.br

Thiago Bernardes/UOL
  • Os integrantes do Backstreet Boys durante apresentação em São Paulo (05/03/2009)

Madri - Sucesso do pop adolescente dos anos 90, os Backstreet Boys desapareceram durante os primeiros anos do século 21, mas voltam no dia 6 de outubro, com o lançamento de seu sétimo disco, o "This Is Us", que tenta recuperar "a euforia" despertada pelo grupo.

Em entrevista à Agência Efe em Madri, um de seus integrantes, Howie Dorough, mais conhecido como Howie D, reconhece que "quando passa o auge, o público se esquece da gente".

O cantor, longe de se mostrar abatido, diz que este novo álbum é "um desafio, uma oportunidade" para voltar ao caminho de sucesso, aprovado por 75 milhões de discos vendidos.

Entre as novidades do novo trabalho, "This Is Us" apresenta o grupo transformado em quarteto, após a saída de Kevin Richardson, em 2006. Mas Brian, A.J., Nick Carter e Howie-D continuam.

Nick disse à Efe que embora o som seja mais "maduro, também é juvenil, já que pode ser escutado em qualquer formato". A mistura entre o novo e o antigo foi possível, segundo Nick, graças "aos produtores que trabalharam no disco, como T-Pain e Max Martin".

O título do disco, "This Is Us" (em tradução livre, "Somos Nós") gera a inevitável pergunta de quem tinham sido os Backstreet Boys até agora. "Sempre fomos nós mesmos, mas nossos trabalhos anteriores guiaram um caminho até este, no qual nos vemos mais refletidos", diz A.J.

Músicas como "Bigger", "She's a Dream", "Straight Trough My Heart" ou a faixa-título dão corpo a um álbum que tem influências do pop, do r&b e da música disco.

"O melhor de nossa música é que chega a um público muito variado, de idades diferentes, e que normalmente enchem nossos shows", diz Nick, "satisfeito" com seu trabalho, já que "os discos e as entradas para os shows continuam sendo vendidos", segundo ele.

O novo disco já vazou totalmente na internet, o que incomodou os integrantes do grupo. "Não gostamos, apreciamos mais os fãs que compram o disco, porque é o que nos permite fazer o seguinte", afirma Nick.

via UOL

'I look to you' teve 305 mil cópias vendidas, segundo a 'Billboard'.
Álbum tem colaborações de Akon, Alicia Keys, entre outros.

Da EFE

AP
A cantora Whitney Houston na cerimônia de entrega do Grammy, em fevereiro de 2009. (Foto: AP)

"I look to you", mais recente álbum de Whitney Houston, é número 1 em vendas nos Estados Unidos, com 305 mil cópias vendidas, informou a revista especializada "Billboard".


"I look to you", lançado no dia 31 de agosto, foi o álbum da cantora a alcançar o maior nível de vendas em sua estreia, desde 1991, ano no qual a companhia Nielsen SoundScan começou a contabilizar os índices.


Os índices de venda mais altos alcançados desde então por Whitney foi em 2002, quando "Just Whitney" foi número nove em vendas, com 205 mil cópias vendidas, pouco antes do Natal.


A cantora não tinha voltado à primeira posição em volume de vendas desde o grande sucesso da trilha sonora do filme "O guarda-costas", que liderou as listas de sucessos dos EUA durante 20 semanas consecutivas.


"I look to you" tem 11 faixas, foi produzido pelo selo americano Aresta Records e contou com a colaboração de compositores como Alicia Keys, Fernando Garibay, Stargateo, Akon e David Foster, entre outros.

'Michael Jackson's this is it' chega aos cinemas no dia 28 de outubro.
Longa traz bastidores dos ensaios de shows que cantor faria em Londres.

Do G1,

Foto: Divulgação

O filme estreia somente em 28 de outubro, mas o pôster de 'Michael Jackson's This is it', produzido pela Sony Pictures, já vazou na internet. O longa mostra bastidores dos ensaios da série de shows que o cantor faria em Londres. O astro morreu no dia 25 de junho, aos 50 anos, por intoxicação aguda do anestésico propofol. (Foto: Divulgação)

Mika tem 66 mil seguidores; cerca de 300 compareceram ao encontro.
Festa foi realizada em Londres e custou 25 mil libras ao músico.

No Twitter, Mika tem mais de 66 mil seguidores. (Foto: Reprodução )

O cantor Mika teve de desembolsar 25 mil libras (cerca de R$ 75,3 mil) após fazer um convite a seus fãs no serviço de microblog Twitter. "Festa hoje à noite no bar Ground Floor, na Portobello Road, 186. Bebidas são por minha conta. Vejo vocês lá. É sério, não estou brincando", escreveu o músico na segunda-feira (7), em inglês.


Segundo o jornal "The Sun", mais de 300 pessoas atenderam ao convite de Mika, que está lançando o single "We are golden". À publicação, ele não se mostrou arrependido: "comprei um pint [copo padrão de cerveja, com 570 ml] para agradecê-los por serem brilhantes", afirmou.


No Twitter, o cantor que tem 66,7 mil seguidores manteve o discurso. "Muito obrigado a todos que foram hoje à noite. Foi uma das noites mais divertidas dos últimos anos. Vocês transformaram o pub em uma danceteria", escreveu. 

 

Foto: Reprodução/Sun

Cerca de 300 pessoas foram até o encontro; convite foi feito pelo Twitter. (Foto: Reprodução/Sun)

G1 testou game para Xbox 360, PS3 e Wii que sai nesta quarta-feira (9).
Recriação de palcos e cenários dos sonhos mostram trajetória da banda.

Do G1, em São Paulo

Quando o jogo "The Beatles: Rock band" foi anunciado oficialmente em 30 de outubro de 2008, fãs de games musicais e beatlemaníacos se dividiram em dois grupos: o primeiro tinha a certeza de que o jogo seria um sucesso absoluto. Já o segundo, embora acreditasse que o poder do nome "Beatles" fosse suficiente para garantir as vendas, temia que a versão interativa não estivesse à altura da história de John, Paul, George e Ringo.


Um ano depois, esse temor já pode, enfim, se dissipar. "The Beatles: Rock band", que o G1 teve a chance de experimentar na semana passada e que será lançado nesta quarta-feira (9) em diversos países do mundo (o Brasil ainda deve esperar pelo menos até o próximo dia 18), atinge o objetivo de transpor a saga da banda de rock para o universo dos videogames.

 

É um produto cultural feito com um capricho ímpar, que agradará aos fãs dos Beatles e, ainda mais importante, será capaz de introduzir a saga do grupo – considerado por muitos o maior e mais influente de todos os tempos – nos anos 60 às novas gerações.


Para contar a história dos Beatles, os produtores utilizaram, com algumas alterações, a já consagrada plataforma "Rock band" – que herda também características de sua série concorrente, "Guitar Hero". Nas guitarras de plástico, basta apertar os botões indicados na tela e "tocar" na hora certa. Na bateria, idem. Quem canta, além do tempo, precisa manter o tom correto. E, pela primeira vez na trajetória da franquia, é possível cantar em até três vozes, fazendo jus às harmonias vocais características de algumas fases do Fab Four.


Foram feitas mudanças para deixar "Rock band" mais palatável para quem, atraído pelos Beatles, está estreando no mundo dos jogos. Não é necessário, por exemplo, enfrentar inúmeros desafios para destravar músicas: o repertório inteiro já está liberado desde o início no modo Quick Play. Também é possível jogar descompromissadamente, sem correr o risco de falhar em alguma canção.

 

Opção estética

Mas, se não era possível revolucionar tanto na jogabilidade, a Harmonix investiu na narrativa e nos gráficos. E, em ambos os aspectos, merece ser louvada. É difícil lembrar de alguma obra multimídia que tenha conseguido utilizar tão bem a interatividade para contar uma história. E "The Beatles: Rock band" é exatamente isso: uma pequena ópera digital, com gráficos tridimensionais, fotos e vídeos históricos mesclados à sensação de estarmos ali, nos palcos e nos estúdios, construindo a carreira lendária da banda de Liverpool. 

 

 

Foto: Divulgação

Jogo muda pouco em relação à tradicional série 'Rock Band'. Mas é suficiente.  (Foto: Divulgação)


Apesar da opção estética por uma linguagem gráfica intermediária entre o realismo e o desenho animado, não há concessões: a riqueza de detalhes é impressionante, feita por gente que entendeu claramente o valor histórico do jogo. Lugares como o Cavern Club, em Liverpool, o cenário do programa de TV "Ed Sulivan show" ou o palco montado no Shea Stadium, em Nova York, estão ali, reproduzidos em perfeição. Pegue e compare o jogo a um vídeo qualquer gravado do show original, e se surpreenda ao notar que até os vincos da fita adesiva utilizada para segurar o microfone de John Lennon ao pedestal são exatamente iguais.

 

E é assim com a textura da madeira do baixo Höfner, de Paul McCartney, dos tijolos do topo da sede da Apple – onde os Beatles se apresentaram ao vivo pela última vez, em 30 de janeiro de 1969 – e até com as mechas do cabelo de George Harrison no canto do cisne da banda.

 

Lucy in the sky

Mas a melhor parte do jogo não está nos shows ao vivo, e sim nas músicas em que você acompanha os Beatles em estúdio. Enquanto você se diverte – ou se esforça, dependendo do nível de dificuldade – para tocar a canção, é surpreendido por cenários oníricos que fazem referência à música. 

 

Preste atenção em "Lucy in the sky with diamonds": depois de alguns minutos de passeio por um caleidoscópio lisérgico, os quatro integrantes da banda subitamente "acordam" ao final da música, como se não tivessem entendido completamente o que acabara de acontecer.

 

Já a "viagem" de "I am the walrus" inclui os quatro integrantes vestindo roupas de animais como as que aparecem usando na capa do disco "The magical mistery tour".

 

 

Intocáveis

 

Não é fácil achar um ponto negativo em "The Beatles: Rock band", mas os jogadores mais experientes da série poderão sentir falta de ao menos dois recursos das encarnações anteriores do jogo que foram limados nesta. A alavanca de tremolo e os pedais de efeitos da guitarrinha de plástico, que permitiam ao jogador imprimir seu "estilo" em algumas passagens da música, não alteram em nada a sonoridade da canção. O mesmo vale para os rolos de bateria: se nos primeiros "Rock band" eles também eram livres em certos trechos das canções, na versão "Beatles" eles não podem ser executados.

 

 

As limitações, contudo, não surpreendem quem acompanha as notícias sobre quaisquer tentativas de reeditar ou alterar uma única vírgula no legado musical dos Beatles. Quando não são os próprios integrantes - ou suas viúvas - a vetar as intromissões, são os próprios fãs mais radicais que reclamam por se mexer nos cânones do grupo. Estes, portanto, não devem se incomodar tanto com a impossibilidade de improvisar sobre as canções - ao contrário, talvez achassem uma heresia poder fazê-lo.

 

Pecado ainda maior, aliás, seria poder vaiar os Beatles em pleno palco. Pois o recurso, que entrava em cena nas versões antigas do game sempre que o jogador falhava em sua performance, também foi cortado deste. 

 

Por fim, outro problema é inerente à limitação natural do jogo, e acaba sendo na verdade uma bênção para seus criadores: são 45 faixas disponíveis no disco (veja lista completa), o que faz com que muitos clássicos fiquem de fora.

 

Ou seja, os fãs vão acabar gastando ainda mais dinheiro eventualmente para comprar músicas extras e até álbuns inteiros da banda por download para jogar em seus consoles: a íntegra de "Abbey road" estará disponível a partir da segunda quinzena de outubro; a de "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band" virá em seguida, em novembro, e "Rubber soul" chega em dezembro. No mundo dos videogames, o sonho dos beatlemaníacos ainda está longe de acabar.

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