TJ-PR proíbe empresa de disponibilizar software P2P K-Lite Nitro.
Ação é movida pelas gigantes EMI, Som Livre, Sony, Universal e Warner.

Tico Santa Cruz (ao centro), do Detonautas, é a favor da música 'livre'. (Foto: Divulgação)

A decisão inédita no Brasil do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) em favor das gravadoras contra o software de compartilhamento de arquivos (P2P) K-Lite Nitro, divulgada nesta sexta (18), pegou muitos artistas de surpresa.

Pela decisão, a empresa Cadari Tecnologia da Informação e outros, responsáveis pelo desenvolvimento e manutenção do K-Lite Nitro, estão proibidos de disponibilizar o software P2P, enquanto não forem instalados no software filtros capazes de evitar a troca ilegal de arquivos protegidos por direitos autorais.

A ação foi movida pela Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos (Apdif), que atualmente faz parte da Associação Antipirataria de Cinema e Música (APCM) e representa as cinco maiores companhias fonográficas do país - EMI, Som Livre, Sony Music, Universal Music e Warner Music.

"Como músico acredito que a música é livre para as pessoas ouvirem da forma que quiserem. Agora, do lado de quem trabalha na indústria, tem que haver um meio termo para que as pessoas que trabalham e vivem da música possam ser recompensadas pelo seu trabalho. Afinal, a música surge de muito trabalho, que envolve muita gente. Mas qualquer visão radical me soa um pouco descabida. Acredito que essa questão devia ser levada ao público. As gravadoras têm que entender que a tecnologia chegou, a internet está aí, e não tem mais volta. Como músico, não sou contra as pessoas baixarem minhas músicas de graça. Eu mesmo já disponibilizei minha música de graça, mas tive que me entender depois com a minha gravadora". - Tico Santa Cruz (Detonautas). 

 

"Sou favorável ao download livre, mas acredito que deva ter autorização dos artistas e autores [para a disponibilização]. Difícil de controlar. A juventude de hoje está super habituada a usar a internet. É uma pena que tenham que proibir. O ideal é que o artista assinasse um documento autorizando o uso de seu traballho na internet. Sou favorável ao download por acreditar que funcionem como um cartão de visitas do artista. É até antipático tentarem limitar isso. Acho que seria justo ter uma autorização dos artistas, ter um certo controle disso. Ano a ano aumenta a quantidade de download pago. Ás vezes até é cobrado um valor simbólico. Cabe o bom senso, de saber a hora de vender e a hora de ceder". – Edgard Scandurra (Ira!).

 

Revelada pela internet, a cantora inglesa Lily Allen, que se apresentou essa semana no Brasil, declarou em seu blog ser parcialmente contra o download ilegal de músicas, em post publicado na segunda-feira (14).

A mensagem foi uma resposta à matéria publicada na semana passada no jornal britânico "Times", em que integrantes de bandas como Radiohead e Pink Floyd – que formaram o grupo chamado Featured Artists Coalition – declararam-se contra o projeto de lei britânico semelhante ao aprovado na França que visa desconectar o usuário que fizer download ilegal.

 

 Foto: Daigo Oliva / G1 Foto: Daigo Oliva / G1

Lily Allen em show em São Paulo, na noite de quarta (16). (Foto: Daigo Oliva / G1)

Allen discorda da opinião do grupo, de que trocar arquivos pela internet "é como samplear, como gravar uma fita da coleção de um amigo". "Essas fitas mixadas e gravações feitas do rádio são bem diferentes do compartilhamento de arquivos que acontece hoje. Fitas gravadas em casa tinham uma qualidade ridícula - você ia comprar o disco, porque gostava de uma faixa e queria ouvi-la sem ter um locutor falando por cima do final da música. No mundo digital, faixas pirateadas são tão boas quanto as compradas, por isso não há razão para procurar por melhor qualidade", postou a cantora.

"Falando assim, até parece que estou do lado dos donos das gravadoras. Não estou", garante a artista, preocupada com os futuros investimentos na indústria da música. "Mas à medida em que eles perdem muito dinheiro para a pirataria, eles não vão cortar os próprios salários – eles param de investir em direção artística".

"É estúpido o fato de que adolescentes não podem comprar nada na internet, forçando-os a roubar o cartão de crédito da mãe ou baixar discos de graça. É sobre isso que os donos de gravadoras, artistas, provedores de acesso à internet e o governo deveriam estar discutindo", completou. 

Banda se apresenta sábado (19) e domingo (20) no Citibank Hall.
Músicas novas e sucessos antigos farão parte do repertório.

Do G1, em São Paulo

Neste fim de semana, os Titãs fazem show de lançamento de seu novo álbum, "Sacos plásticos", em São Paulo. A banda se apresenta neste sábado (19) e domingo (20) no Citibank Hall. Os ingressos custam entre R$ 50 a R$ 130. 

 

Foto: Silmara Ciuffa / Divulgação

Tony Bellotto toca em gravação do vídeo da música 'Antes de você', primeiro single do CD 'Sacos Plásticos'. (Foto: Silmara Ciuffa / Divulgação)

Pela primeira vez, Branco Mello (voz e baixo), Charles Gavin (bateria), Paulo Miklos (voz e guitarra), Sérgio Britto (voz, teclados e baixo) e Tony Bellotto (guitarra) sobem no palco sem músicos convidados.

 

Leia entrevista com Paulo Miklos

 

Primeiro álbum de inéditas do Titãs desde "Como estão vocês?" (2003), o novo trabalho tem produção de Rick Bonadio – que trabalhou com Mamonas Assassinas, Charlie Brown Jr, Ira!, CPM 22 – e marca uma fase em que a referência é a própria discografia do grupo.


Nos shows, a banda apresenta as novas "Porque eu sei que é amor", "Sacos plásticos", "A estrada" e "Antes de você", que está na trilha sonora da novela "Caras & Bocas", além dos clássicos "Televisão", "Go back" e "Diversão". 

 

Após o sucesso do lançamento no cinema, os Titãs lançaram o DVD do documentário musical "A vida até parece uma festa", dirigido por Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves.

 

O DVD traz como extras cenas inéditas com 10 minutos de duração, seis clipes históricos especialmente remixados em 5.1, "Flores", "Saia de mim", "Isso", "Epitáfio", "A melhor banda de todos os tempos da última semana" e "Será que é isso que eu necessito?", além de 42 partituras de todas as músicas que estão no filme, extraídas do Songbook oficial, para download em computador.

Divulgação
  • Os integrantes da banda Natiruts posam para foto

O UOL oferece download exclusivo da música "Sorri, Sou Rei", da banda de reggae Natiruts. Para baixar a música, clique no link com o botão da direita do mouse e escolha "Salvar" ou "Save Target As": "Sorri, Sou Rei".

A canção, que conta com participação da cantora Claudia Leitte, faz parte do mais novo disco do grupo brasiliense, "Raçaman".
O UOL também oferece com exclusividade o download da faixa 
"Groove Bom".

via UOL

 
AP

O pianista Jerry Lee Lewis durante concerto em Zurich, na Suíça (10/11/2008)

Depois da passagem de Chuck Berry pelo Brasil em agosto, agora é a vez de outra lenda viva do rock se apresentar em São Paulo. Jerry Lee Lewis volta nesta sexta-feira (18) à capital paulista para show único no Credicard Hall. Dessa vez, o pianista vem com a turnê do álbum "The Last Man Standing".

Ainda há ingressos à venda na bilheteria da casa (av. das Nações Unidas, 17.955). As entradas custam R$ 90 (pista superior 3), R$ 100 (pista superior 2), R$ 120 (pista superior 1), R$ 220 (pista setor 2), R$ 250 (camarote setor 2), R$ 280 (pista setor 1 e cadeira setor 2), R$ 300 (cadeira setor 1), R$ 350 (camarote setor 1) e R$ 400 (cadeira setor vip). Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia-entrada.

O show, que começa a partir das 22h, terá abertura de Edinho Santa Cruz e Banda. Não é permitida a entrada de menores de 14 anos.

Essa será a segunda visita do cantor e pianista de 73 anos ao Brasil --seu primeiro show no país foi há dezesseis anos. Eternizado por clássicos como "Great Balls of Fire", "Whole Lotta Shakin' Goin' On" e "Breathless", ele lançou seu último disco em 2006, "Last Man Standing". Neste trabalho, há parcerias com Mick Jagger, Keith Richards, Ringo Starr, Eric Clapton, B.B. King e Kid Rock.

JERRY LEE LEWIS EM SP

 

Quando: hoje, 18/09, a partir das 22h
Onde:
Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955)
Quanto: R$ 90 (pista superior 3), R$ 100 (pista superior 2), R$ 120 (pista superior 1), R$ 220 (pista setor 2), R$ 250 (camarote setor 2), R$ 280 (pista setor 1 e cadeira setor 2), R$ 300 (cadeira setor 1), R$ 350 (camarote setor 1) e R$ 400 (cadeira setor vip)

Ingressos:
bilheteria da casa
Informações: (11) 2846-6000,
www.credicardhall.com.br

via UOL

Quinteto de garotas começa turnê com show no Recife nesta sexta (18).
'Nossos amigos disseram que amaríamos tocar no Brasil', diz baterista.

A banda sueca Those Dancing Days. (Foto: Divulgação)

Elas são suecas, branquelas e querem fazer você dançar. Apesar de a descrição poder ser aplicada ao ABBA (provavelmente a banda sueca mais conhecida de todos os tempos), ela se aplica com precisão ao Those Dancing Days, quinteto de garotas que começa sua turnê brasileira no Recife nesta sexta-feira (18), com um show no festival No Ar Coquetel Molotov.

Elas ainda se apresentam No bar Órbita, em Fortaleza, neste sábado (19) e na semana seguinte tocam em São Paulo, no dia 25 (no SESC Pompéia), seguem para Porto Alegre no dia 26 (no Beco) e terminam a turnê voltando para São Paulo, no dia 27, com um show no Centro Cultural da Juventude.

"Começamos em 2005", conta a baterista Cissi Efraimsson em entrevista por telefone ao G1. "Eu conhecia Lisa e Rebecka, nós tínhamos uma banda chamada 'Herpeas' (esse nome é tão embaraçoso...) quando estávamos na escola. Depois conheci Mimi, e ela falou que tinha uma amiga que cantava muito bem – a Linnea. Na época, Linnea e Mimi tinham uns 16 anos".

Influenciadas por grupos de indie pop como Bis e Girlfriendo, além do chamado "northern soul" – "gênero" inglês que reúne artistas obscuros da soul music – as cinco garotas fizeram barulho na imprensa especializada apenas com um EP homônimo e um álbum, "In our space hero suits".

 

"Foi realmente rápido. Assim que lançamos o EP e criamos nossa página no MySpace, começamos a receber recados de pessoas de fora da Suécia", conta Cissi. Elas já fizeram turnês pela Europa, incluindo festivais como o Latitude, na Inglaterra – e sua passagem pelo Brasil será a primeira grande turnê fora do continente. 

 

Estágio

Mas isso não significa que o Those Dancing Days já seja a única ocupação das garotas. "A gente não tem só a banda – eu, por exemplo, sou designer, faço ilustrações. Quando eu não estou ensaiando ou viajando com as Those Dancing Days eu trabalho como estagiária de design em uma revista", explica a baterista.

Depois dos shows no Brasil, elas voltam para a Europa – seus planos para 2010 incluem a gravação de um novo álbum. "Nós já temos as demos das novas músicas, e pretendemos gravar um novo álbum durante o inverno, mas ainda estamos sem produtor", revela Cissi.

 

Mas a baterista já adianta que infelizmente os brasileiros não vão poder ouvir as inéditas. "Acho que não vamos tocar músicas novas no Brasil, queremos mantê-las em segredo. Então vocês vão ter que esperar mais um pouco para ouvir as novas faixas", diz, rindo baixinho e um pouco tímida.

Com o nome inspirado na faixa "Dancing days", dos dinossauros do Led Zeppelin ("Mimmi é uma grande fã deles", entrega Cissi), elas já sabem o que esperar do público brasileiro. "Falei com o pessoal do Shout Out Louds (grupo sueco no Brasil em 2008) e eles me disseram que o show foi incrível e que nós amaríamos tocar no Brasil. Os brasileiros que conhecemos em shows na Europa são sempre muito felizes – então espero que as pessoas dancem muito nos nossos shows aí".

Instrumento levou seis meses para ficar pronto.

Da BBC

Um flautista do oeste da Índia conseguiu fabricar um instrumento de quase 2,5 metros de comprimento.

Ao todo, foram seis meses de trabalho, nos quais Azzrudin contou com a ajuda de seu professor, o também flautista Pandit Keshav Ginde.

 

Assista ao vídeo

 

 

Foto: Reprodução/BBC
O flautista Azzrudin mostra sua criação. (Foto: Reprodução/BBC)

 

"A flauta tem quase 2,5 metros de comprimento e 7,5 centímetros de largura. Ela tem nove buracos e é feita a partir de um cano de PVC", diz Azzrudin.


O flautista se inspirou na divindade hindu krishna para fabricar o instrumento gigante.


Krishna é muita vezes representado com uma flauta. Segundo as histórias sobre o Deus, ele encantava com sua música humanos, animais e plantas.

Cantora apresentou hits como 'Smile' e 'The fear'.
Lily toca no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (17).

Lily Allen em show em São Paulo, na noite de quarta (16). (Foto: Daigo Oliva / G1)

Com pouca roupa e muita disposição, Lily Allen abriu sua segunda passagem pelo Brasil com um show em São Paulo na noite desta quarta-feira (16). Vestindo uma camiseta, um short curto e tênis nos pés, a cantora inglesa abriu o show pouco após as 22h com "Everyone´s at it", uma das primeiras músicas a serem divulgadas de seu novo álbum, "It`s not me, it`s you". A cantora se apresenta no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (17).

Pulando de um lado para o outro e sorrindo bastante, Allen parecia à vontade no palco e com sua banda de apoio – teclado, baixo, bateria e guitarra. Ao fundo, seu nome estava escrito em um letreiro, e ela tomava algum líquido por um canudinho em um copo de plástico nos intervalos – quando também tragava um "cigarro eletrônico" para contornar a lei estadual antifumo.

 

Veja fotos do show de Lily Allen em São Paulo

"Esse foi o melhor começo de show da minha vida", disse após a terceira faixa do show, "Never gonna happen". Na maquiagem, além do batom roxo (ou lilás, dependendo do ângulo), um detalhe com as cores da bandeira do Brasil saltava ao lado do olho direito.

Na plateia, boa parte dos quatro mil fãs gritavam a cada comentário de Lily, que também não pareceu se intimidar com o público um pouco esparso – era possível ver vários espaços vazios no Via Funchal. Pela metade do show, depois de tocar "Oh my God" do Kaiser Chiefs e "Everything's just wonderful", a cantora tirou sua blusa, revelando por baixo dela uma regata preta, com as costas à mostra. 

 

No lugar das influências de ska jamaicano que marcaram seu primeiro álbum e sua primeira apresentação errática em 2007 no Brasil, a nova Lily traz um electro rock com músicas que beiram o synth pop dos anos 80. O show ainda tem espaço para um "momento jazzy", nas palavras dela, com baladas mais açucaradas como "He wasn't there" e "Littlest things". 

 

Sensual



Quando chega a vez do ska, como em "Smile" (que ela abre pedindo sorrisos para a plateia), a música se transfigura no meio, virando um drum'n bass e voltando ao reggae enquanto Lily rebola de costas para o público.

"Vocês são incríveis pra c...", diz, com um pano com bandeiras do Brasil estampadas na mão. A cantora volta à sensualidade na música seguinte, o hit "The fear", em que ameaça mostrar os seios.

Para o bis, voltou ao palco descalça, cantando uma cover de "Womanizer", hit de Britney Spears. Antes de começar "Fuck you", dedica a música a George W. Bush, e os fãs concordam, cantando a letra com os punhos erguidos acompanhados do dedo médio em riste. 

 

Fechando a noite, Lily pergunta se a platéia gosta de country antes de emendar "Not fair", música em que brinca de ser Nancy Sinatra. Terminado o show, ela corre do palco, logo seguida pela banda. Saldo final: ingressos de até R$ 280 e show de uma hora e quinze minutos. O modelo fast food pode até funcionar, mas que deixa o público decepcionado e as casas de shows semi-vazias, isso deixa.

Lily Allen no Rio de Janeiro
Quando:
quinta-feira (17), às 21h30
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, tel. (21) 3035-5200
Quanto: R$ 120 (pista e nível 1) e R$ 240 (área vip e camarote)
Informações: www.hsbcarena.com.br

Ingressos:

Vendas online: www.ingresso.com
Televendas: 4003-2330
Pontos de Venda credenciados:
Somente Pagamento com Cartões de Crédito
Quiosque Americanas.com - Barra Shopping / Rio Sul / Uruguaiana / Visconde de Pirajá / Norte Shopping / Niterói Plaza / Botafogo Praia Shopping / Leblon
Somente Pagamento em Dinheiro
Postos BR Mirili / Posto BR Radial Oeste / Posto BR Bougainville / Posto BR Piraquê /Modern Sound

Projeto 'Beatles'69' contou com a participação de 63 artistas.
Milton Nascimento fez dueto póstumo com Elis Regina.

 Do G1, no Rio

 

Em 2008, ele reuniu um time de mais de 90 artistas da música brasileira para comemorar os 40 anos de lançamento de  "The Beatles", clássico da banda conhecido como "Álbum branco". Agora, menos de um ano depois, o produtor e pesquisador musical Marcelo Fróes volta a escarafunchar o baú dos Fab Four para resgatar todas as canções de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr nascidas em 1969 e produzir uma nova homenagem a outro quarentão, o disco "Abbey road", o último e mais vendido do quarteto.


"Muita gente se queixou comigo por não ter participado da homenagem ao 'Álbum branco'. Me perguntavam se iria fazer algo semelhante de novo. Isso acabou me motivando. Então, surgiu o projeto 'Beatles'69'", explica Fróes, jornalista e produtor musical, fazendo questão de ressaltar que não se trata de um tributo, mas, sim, de um "estudo de repertório".

Ao todo, 63 artistas participaram da empreitada, que foi transformada em três CDs de 21 faixas cada um - todas gravadas em inglês. O elenco inclui Ivan Lins, João Donato, Paula Morelenbaum, Frejat, Detonautas, Capital Inicial, Jota Quest, Ultraje a Rigor e Wanderléa, entre outros.

 

Fróes conta ainda que cada artista licenciou por conta própria a sua música, o que acabou baixando sensivelmente os custos do projeto, que deve ser lançado até o final deste mês de maneira independente.

"Praticamente todo mundo que foi contatado topou participar, com exceção de alguns casos raros de desistência por problemas de agenda", diz o produtor. Para ele, uma ausência foi mais sentida.

"Teríamos Sá, Rodrix & Guarabyra, mas, infelizmente, isso não pôde ser possível", lamenta Fróes, referindo-se à morte do cantor e compositor Zé Rodrix, em 22 de abril deste ano, aos 61 anos. "Mas, numa próxima oportunidade, Sá & Guarabyra vão participar", afirma.


O projeto ainda traz algumas curiosidades, como o encontro virtual entre Milton Nascimento e Elis Regina na faixa "Golden Slumbers/Carry that weight" e a gravação da música "How d' you do", de Paul McCartney, na voz de Mallu Magalhães. A canção foi engavetada pelo ex-Beatle, em 1969, e permancia inédita até agora. 

 

Sotaque nordestino

A paixão pelo conjunto inglês também fez com que dois dos mais conhecidos cantores brasileiros participassem do projeto: o paraibano Zé Ramalho, que regravou "Another day" (esta já da fase solo de McCartney, porém composta em 1969 quando o músico ainda era um integrante da banda); e o cearense Fagner, com uma releitura de "The long and winding road".

"É a realização de um sonho. É uma música que eu sempre cantei a vida toda. Cheguei a fazê-la ao vivo algumas vezes, sozinho, ao piano. Finalmente tive a oportunidade de gravá-la. Fiquei muito feliz em participar", comemora Fagner.

Zé Ramalho, que recentemente dedicou discos inteiros a Raul Seixas, Luiz Gonzaga e Bob Dylan, explica que sente "um prazer muito grande" ao regravar canções. E revela seus métodos. "Procuro sempre colocar elementos de MPB e de música do Nordeste, como sanfonas, além da minha interpretação pessoal". E por que "Anoter day"?

"Assim como 'Eleanor Rigby', essa canção fala sobre pessoas solitárias, que têm uma história triste, esperando que algo aconteça e lhes tire desta solidão. São coisas com as quais me identifico muito", explicou o cantor, que não descarta a possibilidade de um projeto "Zé Ramalho canta Beatles". "É uma idéia que estou amadurecendo", diz, fazendo mistério. 

 

Novos ângulos

O capricho com a produção também pode ser percebido na arte do projeto. Todas as fotos que ilustram as capas dos CDs foram concebidas pelo designer Ricardo Leite, seguindo um conceito que deve agradar aos fãs da banda.

 

"Quem nunca visitou Abbey Road, não sabe como é a rua londrina [onde fica o estúdio homônimo que está na capa do disco original] por outro ângulo. Por isso, resolvemos retratar o lugar de maneiras diferentes: a versão clássica da capa original, com pequenas atualizações sobre a fotografia de Iain MacMillan; a visão oposta à da foto dele; e o que os Beatles estariam vendo quando atravessavam a rua na hora da foto", explica Leite.

 

 

Foto: Divulgação

Capas dos três CDs do tributo ao 'Abbey road' (Foto: Divulgação)

Cantora faz show no Rio de Janeiro na quinta-feira (17).
Ingressos para as noites nas duas capitais estão à venda.

Do G1, em São Paulo

A cantora inglesa Lily Allen. (Foto: AFP)

Depois de sua estreia em palcos brasileiros no festival Planeta Terra em 2007, a cantora inglesa Lily Allen retorna ao país para duas apresentações: nesta quarta (16) no Via Funchal, em São Paulo, e quinta (17) na HSBC Arena, no Rio de Janeiro.

 

Ainda há ingressos à venda. Os preços das entradas vão de R$ 120 a R$ 280. 

 

A polêmica artista britânica surgiu em julho de 2006, e seu primeiro single, "Smile", chegou ao primeiro lugar nas paradas do Reino Unido.

 

Os shows de Lily Allen no Brasil e na Argentina em setembro fazem parte da turnê de lançamento de seu mais recente álbum, "It's not me, it's you", que já passou pelo tradicional Festival de Jazz em Montreux e, atualmente, está correndo diversos países da Europa.

No Brasil, a jovem artista teve seus álbuns lançados pela EMI, e já alcançou o topo das paradas radiofônicas com a música de trabalho "The fear", incluída na trilha da novela "Caras e Bocas", da TV Globo.

 

São Paulo

Quando: quarta (16), às 22h

Onde: Via Funchal, Rua Funchal, 65, V. Olímpia, (11) 2198-7718 (Call Center)
Quanto: R$ 280 (pista premium, em pé) / R$ 180 (pista) / R$ 150 (mezanino) / R$ 250 (camarote)

  

Ingressos:

Vendas online: www.viafunchal.com.br

Pontos de venda:
Newness (Livros e Revistas) - Av. Yojiro Takaoka, 4528 - Loja 02 - La Ville Mall (Alphaville-Santana do Parnaíba) - Somente Cartões de Crédito (Mastercard, Diners e Visa). Taxa de Conveniência: 18%
FUJJI TURISMO
Rua Tapajós, 33C - Guarulhos – SP (Paralela com Av. Paulo Faccini) - Somente Cartões de Crédito (Mastercard, Diners e Visa). Taxa de Conveniência: 18%

Os ingressos de estudantes são vendidos apenas nas bilheterias da Via Funchal.

 

Rio de Janeiro

Quando: quinta-feira (17), às 21h30

Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, tel. (21) 3035-5200

Quanto: R$ 120 (pista e nível 1) e R$ 240 (área vip e camarote)

Informações: www.hsbcarena.com.br

 

Ingressos:

 

Vendas online: www.ingresso.com
Televendas: 4003-2330
Pontos de Venda credenciados:
Somente Pagamento com Cartões de Crédito
Quiosque Americanas.com - Barra Shopping / Rio Sul / Uruguaiana / Visconde de Pirajá / Norte Shopping / Niterói Plaza / Botafogo Praia Shopping / Leblon
Somente Pagamento em Dinheiro
Postos BR Mirili / Posto BR Radial Oeste / Posto BR Bougainville / Posto BR Piraquê /Modern Sound

Presidente comentava gafe do rapper em premiação da MTV.
Artista tomou o microfone da cantora Taylor Swift no VMA.

Do G1, em São Paulo

O site de jornalismo de entretenimento TMZ publicou nesta terça-feira (15) um áudio em que uma voz identificada como a do presidente dos EUA, Barack Obama, chama o rapper Kanye West de "jackass" por sua gafe durante a cerimônia do Video Music Awards.

O áudio foi gravado pouco antes de Obama gravar uma entrevista para a CNBC.

 

Ouça o aúdio (em inglês) no site da TMZ

 

West roubou a cena domingo (13) durante o Video Music Awards da MTV ao tomar o microfone da cantora Taylor Swift quando ela recebia o prêmio de melhor vídeo feminino.

 

Leia também: Gafe de Kanye West no VMA vira tema de piadas na internet

 

A expressão usada por Obama ("jackass") foi parar no twitter do jornalista Terry Moran, âncora da concorrente ABC e que estava presente na entrevista. 'Agora é presidencial', escreveu Moran, mas depois apagou sua mensagem.

 

"Aquilo foi inapropriado", diz Obama no áudio. "A jovem parece uma pessoa muito tranquila. Ela só está recebendo o seu prêmio. Por que ele fez aquilo?", pergunta.

 

  Desculpas

 

O rapper pediu desculpas mais uma vez pelo vexame e chorou no horário nobre da TV americana. Em uma participação no programa de Jay Leno, na NBC, o artista disse que, assim que devolveu o microfone à cantora de 19 anos, percebeu que estava errado.

 

"Isso foi rude, ponto final", disse West, acrescentando que gostaria de pedir desculpas à cantora pessoalmente e que agora vai refletir sobre sua conduta.

 

"Nunca tirei uma folga de verdade, sabe, música depois de música e turnê atrás de turnê. Estou me sentindo envergonhado porque a minha dor se transformou na dor de outra pessoa."


Durante a premiação, West roubou o microfone de Swift, dizendo que o melhor vídeo tinha sido o de Beyoncé. A MTV disse que West, que havia sido visto bebendo álcool no tapete vermelho, foi expulso da cerimônia. Ele foi sonoramente vaiado pela plateia ao ser citado depois do incidente.


Na segunda-feira, ele pediu desculpas pelo vexame em seu site. "Errei por ter ido ao palco e roubado o momento dela."


Beyoncé ficou com a maior honraria da noite - o prêmio de videoclipe do ano, por "Single Ladies (Put a ring on it)". Ao recebê-lo, chamou Swift de volta ao palco do Radio City Music Hall para que pudesse terminar seu discurso de agradecimento.


Ao final da cerimônia, o apresentador Russell Brand disse brincando que gostaria de oferecer a Swift "um ombro para chorar".

 

  Prêmios


Beyoncé, Lady Gaga e o Green Day foram os artistas mais premiados da noite - três estatuetas cada. Lady Gaga foi escolhida revelação, por "Poker face". O rapper T.I. venceu na categoria melhor vídeo masculino, por "Live your life."


Britney Spears consolidou sua volta por cima com o prêmio de melhor vídeo pop, "Womanizer". Eminem ganhou como melhor vídeo de hip hop, "We made you", e o Green Day ficou com o prêmio de melhor vídeo de rock, por "21 Guns."

 

  Tributo a Jackson


O show começou com um tributo a Michael Jackson, que morreu há menos de três meses, de overdose de medicamentos. "A maioria de nós deu as costas para ele", disse Madonna em um discurso no começo da cerimônia. "Ele foi tão ímpar, tão original, tão raro, e jamais haverá alguém como ele outra vez. Ele foi o rei."


Artistas vestidos como Jackson então tomaram o palco e dançaram ao som de alguns dos maiores sucessos dele, como "Thriller", "Bad" e "Smooth criminal".


Em seguida, Janet Jackson, irmã do cantor, apareceu no palco e, sem falar nada, imitou os passos dele em frente a um telão que exibia o vídeo de "Scream".


A difusão da MTV contribuiu com o sucesso de vários clipes de Michael Jackson na década de 1980. A emissora também exibiu um trailer de "This is it", documentário sobre o cantor a ser lançado em outubro, e que incluirá cenas dos últimos ensaios da carreira dele.

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