12 de junho, dia dos namorados no Brasil. Para comemorar esta data tão bonitinha vamos compartilhar a história de amor de vários casais rock´n´roll. Entre um vício em drogas aqui, um soco na cara ali, veja a porção de Romeu e Julieta dos pombinhos abaixo:

Johnny e June
É proibido falar em histórias de amor sem citar Johnny Cash e June Carter, provavelmente uma das maiores epopéias romântica do rock. Já famoso e viciado em drogas, Johnny se apaixona por June Carter, a maior estrela country dos EUA, na época. June também se apaixona por Johnny, mas a primeira mulher do cantor, Vivian (Ginnifer Goodwin), o segundo casamento de June e a crescente dependência de Johnny a drogas e bebida os mantêm afastados por muitos anos.
Em turnês com Elvis Presley e Jerry Lee Lewis, a paixão de Johnny e June Carter resiste por quase uma década, mesmo depois do divórcio de June. Quando June decide finalmente ficar com Johnny, a vida de Mr. Cash chega ao fundo do poço com problemas financeiros de saúde e sua prisão. Mesmo assim, ficaram juntos por 35 anos.


Paul e Linda
Em 67, Paul McCartney conheceu  a fotógrafa Linda Eastman, numa festinha em Londres. Não demorou muito para os dois começarem um relacionamento e se casarem. Após a separação dos Beatles, Linda não quis saber de ficar em casa, e se tornou parte da carreira de McCartney. Participou dos Wings e tocou piano em shows e discos solos de Paul. Ficaram juntos e felizes até a morte de Linda, vítima de câncer.


Sid e Nancy
O casal é uma versão punk de Romeu e Julieta. Sid Vicious já era baixista dos Sex Pistols quando conheceu Nancy Spungen, que era groupie de bandas como Aerosmith, The New York Dolls e Ramones. O namoro durou só 11 meses, mas foi o suficiente pra devastar a vida de ambos. Além do abuso de heroína, Sid deixou a banda para viver em Nova York com a amada. Em 1978, aos 20 anos, Nancy foi encontrada morta a facadas no banheiro do quarto de hotel em que moravam. No ano seguinte, Sid morre de overdose de heroína, aos 21 anos de idade.

John e Yoko
John Lennon conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono em 68, e em 20 de março de 1969 já se casaram. A relação, segundo a lenda, foi a responsável por acabar com os Beatles.  Verdade ou não,  eles permaneceram inseparáveise em campanhas pela paz, contra a guerra do Vietnã e por mudanças sociais que ganharam notoriedade e divulgaram os ideais da contracultura hippie até a morte do músico, em 8 de dezembro de 1980.

Kurt Cobain e Courtney Love
A versão grunge do casal Sid e Nancy.  Esta é mais ou menos uma definição para o caso de amor entre Kurt Cobain, guitarrista, vocalista do Nirvana, e Courtney Love, do Hole. Eles se conheceram quando Courtney ainda namorava o vocalista dos Smashing Pumpkins, Billy Corgan. Após um namorico, Kurt e Courtney casaram-se em 92 e naquele mesmo ano nasceu a filha, Frances Bean Cobain. Afundados pelo uso de heroína e empilhando overdoses, o casal estava afastado quando Kurt suicidou-se com um tiro na cabeça, em 1994. Há teorias que afirmam que a morte foi homicídio, e apontam Courtney como responsável.
Pattie Boyd e George Harrison/ Eric Clapton
Pattie conheceu George durante as gravações de A Hard Day’s Night, dos Beatles. Apenas dois anos depois, em 66, eles se casaram. Porém, a vida de Pattie também se cruzou com a de Eric Clapton. Eric e George eram amigos íntimos, e é assim que começa uma das histórias de amor mais conturbadas da história do rock and roll. Pattie deixou George por Clapton, com quem se casou em 27 de Março de 1979, e se divorciou em 88.
Brody Dalle e Josh Homme
Um dos casais mais legais e rock´n roll. Eles se conheceram em 2003, pouco tempo depois de Brody ter se divorciado de Tim Armstrong, do Rancid. Em 2004 já namoravam quando Homme expulsou do Queens Of The Stone Age Nick Oliveri depois que ele “foi fisicamente abusivo à sua namorada”. Eles oficializaram a união em 2007, hoje estão felizes, e grávidos da segunda filha.
CURIOSIDADE: Certa feita, em uma entrevista para Conan O’Brien, Daniel Redcliff, o eterno Harry Potter, revelou que já ficou sem dormir por causa da musa do Distillers. Falou também que não devia ter se expressado dessa forma, porque agora vai ficar com medo do Josh Homme. “Soube que ele atacou um cara num pub só porque chegou para conversar com ela. Ele é grandão.”
Jack e Meg White
A intimidade da dupla que formou o White Stripes sempre foi um mistério. Quando surgiram, se chamavam de irmãos, depois foi noticiado que eles haviam sido casados. No filme Under Great White Northern, de 2010 (abaixo),  mostra que, apesar de sempre afirmar que eles são irmãos, eles foram casados no passado e que, ao que parece, a meg ainda não conseguiu superar isso.
Mick Jagger e Marianne Faithfull
Marianne era a gata do momento, e ele o príncipe da efervecente cena londrina nos anos 60. Conheceram-se numa festa e decidiram abandonar seus respectivos parceiros para irem morar juntos.
Marianne experimentou todas as drogas disponíveis enquanto acompanhava Rolling Stones, até eles adarem aquela mãozinha e a transformarem numa cantora. Quando o amor do casal Jagger-Faithfull terminou, ela não abandonou os Stones e começou um relacionamento com Keith Richards.

Nico e: Lou Reed, Jim Morrison, Brian Jones, Iggy Pop, Alain Delon e Bob Dylan e etc.
Ninguém pode dizer que a Nico não se divertiu nesta vida. A modelo, atriz e cantora alemã acabou mais famosa pelos casos que teve com músicos e artistas famosos do que pelos discos e filmes que lançaria.
Um dos mais antigos romances foi o ator Alain Delon, com quem ela teve seu Filho. A criança foi criada a maior parte do tempo por vovô e vovó Delon, já que o pai insistiu em negar sua paternidade. 
Enquanto estava assinada com o selo inglês Immediate Records, ela se relacionou com Brian Jones, do Rolling Stones. Assim que se mudou para Nova York e se associou ao Velvet Underground, deu uns pegas no Lou Reed (que lhe expulsou da banda posteriormente).
Mas outros affairs aconteceram com a passagem de Nico pelos Estados Unidos, como Bob Dylan, John Cale, Jim Morrison, Iggy Pop, tudo regado a muito rock e heroína.
Nico faleceu em 88, em Ibiza, vítima de uma hemorragia cerebral.


Alice Cooper
Alice Cooper, que esteve recentemente no Brasil, falou ao Daily Mirror sobre o bizarro dia em que se encontrou com Elvis Presley. O cantor conheceu o Rei do Rock ao lado de Liza Minelli e da atriz pornô linda Lovelace (na época famosíssima por ter estrelado “Garganta Profunda”), em um hotel em Las Vegas.
Cooper diz que entrou em um quarto abarrotado de armas quando Elvis o levou até a cozinha, abriu uma gaveta e pediu para que ele lhe desse um tiro na cabeça. “Eu não sabia o que fazer. Estava esperando que a qualquer momento um de seus seguranças iria entrar e e me matar ali mesmo.”
Brincando ele diz que uma voz em sua cabeça lhe dizia “Vai lá, mate ele. Você sempre será o cara que matou Elvis” enquanto outra voz falava que ele não podia matar o Rei mas apenas feri-lo, o que lhe daria apenas alguns anos de cadeia.
Segundo depois Elvis deu um chute na arma, imobilizou Cooper no chão e disse. “Viu, é assim que você pára um homem armado.”


Divulgação
Divulgação
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Documentário teve seu premiere no Festival de Tribeca. Veja o primeiro teaser
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Alguém tem dúvidas de que a vida de Ozzy Osbourne tem subsídios para um bom filme? Pois é, essa saga ímpar acaba de ganhar um documentário para endossar essa constatação.  Os diretores, Mike Fleiss (que dirigiu um remake de O Massacre da Serra Elétrica) e Mike Piscitelli(da minissérie Generation Kill) ficaram dois anos na estrada com a lenda do rock, para só então apresentar ao mundo - God Bless Ozzy Osbourne, filme que  conta toda a trajetória do Príncipe das Trevas, da infância, de seus pais, irmãs, mulheres, filhos, seus anos no Black Sabbath e consequentemente sua carreira solo.
O cantor que diz estar sóbrio há meia década, fala entre outras coisas, sobre sua luta com as drogas e o álcool. “Eu deveria ter morrido umas 100 vezes e nunca morri. Eu não me lembro da década de 80. Não existiu.”
O filme, que conta com produção de Jack Osbourne, um dos rebentos do astro, foi exibido apenas no festival canadense de Tribeca desse ano, e ainda não há data de lançamento para o circuito comercial.
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Veja o primeiro teaser!
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Uma pequena amostra você vê abaixo - Ozzy & Sharon (esposa do ídolo, que também é produtora executiva do projeto) falam sobre como uma pobre pomba sofreu nas mãos (e na boca) do vocalista. Sem legendas em português.
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Twitter: Veja os posts da semana dos famosos da músicaImagem: Divulgação
Toda sexta-feira reunimos aqui algumas frases bacanas que as celebridades da música postam em seus perfis no Twitter. Sempre com novidades, polêmicas e bom humor, os “tuítes” dos artistas repercutem e viram notícia. Confira alguns deles:
 
 
“Esse era para ser o nosso palco... Tão triste :( http://yfrog.com/edqqsuj” Will.i.am (@iamwill), líder do Black Eyed Peas, após cancelar um show no Central Park por causa do mau tempo em Nova York.
 
 
“Eu estava meio ‘vou cantar com a Fergie em Nova York!?’, mas parece que teve uma forte chuva e agora cancelaram o show e fiquei meio triste”, Taylor Swift (@taylorswift13), que também participaria do show com o Black Eyed Peas.
 
 
“Amando boa música em um dia ensolarado!”, Lindsay Lohan (@lindsaylohan) “curtindo” sua prisão domiciliar. 
 
 
‘”EU SONHEI COM UM UNICORNIO CHAMADA TAMIE. ELA VAI SER BEM LEGAL COMIGO E ME LEVAR PARA LUGARES LEGAIS. ADEUS”, Tyler, The Creator (@fucktaylor), líder do Odd Future Wolf Gang Kill Them All, e seus posts criativos.
 
 
“@ivetesangalo Ivete, muito obrigado pelas flores e pelo seu DVD. Você é incrível! Estou assistindo, parabéns!” Dulce Maria (@dulcemaria) tietando Ivete Sangalo.
 
 
 
“Eu já fui gatinho. Agora sou gastinho”, Leo Jaime (@leojaime) sobre a passagem do tempo.
 
 
“Após operar a fimose disse à todos: Estou depauperado!”, Arnaldo Baptista (@ArnaldoBaptista) contando piadas aos seus seguidores.
 
 
“Seria genial se de repente alguma coisa fizesse sentido”, Rita Lee (@LitaRee_real) sendo Rita Lee.
 
 
“Passei esses últimos dois dias vibrando positivamente para o EXALTASAMBA. Como gosto desses caras e imagino o quanto foi difícil chegar ai”, Ivete Sangalo (@ivetesangalo) como comentarista de música.
 
 
“Tenho o maior respeito pelos cupins do meu armário, tiro o pó e deixo eles em paz. Mas no piano, NÃO! Agora é guerra!!! Jimo Hendrix neles!” Humberto Gessinger (@1bertoGessinger), em guerra contra os cupins.


Foto: DivulgaçãoNesta sexta-feira, o pai da bossa nova, o cantor João Gilberto, completa 80 anos e prepara sua volta aos palcos brasileiros para setembro. O cantor que ajudou na criação do gênero musical devido a seu jeito calmo de cantar e de uma batida própria no violão, subiu aos palcos brasileiros pela última vez em 2008, quando foi comemorado os 50 anos do surgimento da bossa nova.
Dia 3 de setembro é a vez da capital paulista receber o cantor na casa de eventos HSBC Brasil, porém ainda não está confirmado quando começa as vendas de ingressos, preços e horário do show. Dia 10 de setembro, o Vivo Rio, no Rio de Janeiro, recebe João Gilberto, e algo inédito na carreira do músico está sendo negociado, como a possibilidade de transmitir via satélite o show para as salas de cinemas do Brasil e do exterior.
João Gilberto nasceu em Juazeiro e várias homenagens foram preparadas para o mestre no dia de seu aniversário no centro cultural batizado como o mesmo nome do artista, em sua cidade natal. O cantor João Bosco fará uma participação especial às margens do Rio São Francisco, logo após uma missa que acontecerá na Catedral de Nossa Senhora das Grotas.

Infelizmente os discos mais importantes que ajudam entender a importância e a reverência de tantas gerações do músico são quase impossíveis de serem encontrados. Mas sucessos mais recentes como "João Gilberto Prado Pereira de Oliveira" (1999) e "João voz e violão" (2000) são mais facéis de encontrar à venda. Como se não bastasse, as aparições públicas, shows e entrevistas de Gilberto também se tornaram raras. Os fãs e a MPB começaram a perder um pouco do músico, desde o lançamento de "O Mito", em 1992. O álbum reunia os três primeiros LPs de João, "Chega de saudade", "O amor, o sorriso e a flor" e "João Gilberto", mais o EP "Orfeu da Conceição", pois o artista ficou furioso com o projeto, reclamando da remasterização e do fim da sequência original das faixas, sendo assim, Gilberto travou uma briga judicial sem previsão de fim com a gravadora EMI que compilou seu trabalho e que detinha os direitos sobre o catálogo do cantor.

Até hoje a maneira do precursor da bossa nova de tocar violão, que levou meses tentando encontrar uma batida ideal e o jeito único de cantar, influencia muitos artistas nacionais e internacionais. Foi com a maneira única de cantar e tocar as melodias de Tom Jobim e as letras de Vinicius de Moraes, que João Gilberto criou a bossa nova. O álbum "Canção do amor demais", lançado por Elizeth Cardoso em 1958, era para ter sido o "Laboratório" de João só com composições de Tom Jobim e Vinicius. O disco que trazia as faixas do músico "Chega de saudade" e "Outra vez" é considerado o que marcou o início da bossa nova.

Inspirado na voz e no jeito de tocar violão de João Gilberto, a partir de 1958 a bossa nova consagraria uma revelação de músicos brasileiros, como Carlos Lyra, Nara Leão, Luizinho Eça, João Donato e Roberto Menescal e outros.


Boy George and Freddie Mercury
Boy George e Freddie Mercury
Frida Kahlo and Josephine Baker (submitted by Noémi)
Frida Kahlo and Josephine Baker
Chuck Norris and Bruce Lee
Chuck Norris e Bruce Lee
David Bowie, Iggy Pop and Lou Reed, 1972 (submitted by shineonyoucrazybastard:, Sean, and apple80)
David Bowie, Iggy Pop e Lou Reed
Madonna, Sting and 2Pac (submitted by Frank)
Madonna, Sting e 2Pac
Salvador Dali & Walt Disney
Salvador Dali e Walt Disney
Woody Allen e Michael Jackson

A organização do Prêmio da Música Brasileira divulgou nesta segunda-feira (6) a lista de indicados para sua 22ª edição. São 104 nomes escolhidos, distribuídos em 16 categorias.
A entrega será realizada no dia 6 de julho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Lideram as indicações, com três cada, Zeca Pagodinho (com "Vida da minha vida), Pato Fu ("Música de brinquedo), Hamilton de Holanda (por "Gismontipascoal", "Esperança - ao vivo na Europa" e "Sinfonia monumental), Arnaldo Antunes ("Ao vivo lá em casa"), Pequeno Cidadão ("Bodas de coral no samba brasileiro"), Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho (com a canção "Baila no ar") e Paulo César Pinheiro ("Capoeira de besouro").

'Mundo de brinquedo' é o 9ª trabalho de estúdio dos mineiros do Pato Fu (Foto: Divulgação)
'Mundo de brinquedo', dos mineiros do Pato Fu, concorre a prêmio. (Foto: Divulgação)
Concorrem ainda Gilberto Gil, Renato Reiteira, Roupa Nova, Tulipa Ruiz, Roberta Sá...

Confira abaixo a lista completa de indicados:
Arranjador
Cristóvão Bastos por ‘Tantas Marés’ - Edu Lobo
Mario Adnet por ‘O samba vai’ - Mario Adnet
Paulão 7 Cordas por ‘Bodas de coral no samba brasileiro’ – Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara

Melhor canção
‘Baila no ar’, de Dona Ivone Lara, Délcio Carvalho e André Lara - intérpretes Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara (CD ‘Bodas de coral no samba brasileiro’)
‘Dolores e suas desilusões’, de Monarco e Mauro Diniz - intérprete Zeca Pagodinho (CD ‘Vida da minha vida’)
‘Procissão da padroeira’, de Guinga e Paulo César Pinheiro - intérprete Ilana Volcov (CD ‘Banguê’)

Projeto visual
DJ Tudo, disco ‘Nos quintais do mundo’ – Daniel Cabral
Pato Fu, disco ‘Música de brinquedo’ - Andréia Costa Gomes
Paulo César Pinheiro, disco ‘Capoeira de Besouro’ – Gringo Cardia

Revelação
Luísa Maita
Tulipa Ruiz
Vitor Garbelotto

Canção popular
Melhor álbum

‘Cabaret do Rossi’, de Reginaldo Rossi, produtores Antônio Mojica e Victor Kelly
‘Cine Tropical’, de Criolina, produtores Evaldo Luna e Criolina
‘Roupa Nova 30 anos ao vivo’, de Roupa Nova, produtor Roupa Nova

Melhor dupla
Criolina (‘Cine Tropical’)
Victor e Léo (‘Boa sorte pra você’)
Zezé Di Camargo & Luciano (‘Double face’)

Melhor grupo
Roupa Nova (‘Roupa Nova 30 anos ao vivo’)
Sua mãe (‘The very best of the greatest hits’)
The Fevers (‘Vem Dançar II’)


Melhor cantor
Bebeto (‘Prazer, eu sou Bebeto’)
Leonardo (‘Alucinação’)
Reginaldo Rossi (‘Cabaret do Rossi‘)

Melhor cantora
Hebe Camargo (‘Mulher’)
Maga Lieri (‘Bem acompanhada’)
Sandra de Sá (‘África Natividade’)

Intrumental
Melhor álbum

‘Cristal’, de Marco Pereira, produtor Swami Jr.
‘Gismontipascoal – a música de Egberto e Hermeto’, de Hamilton de Holanda e André Mehmari, produtores Hamilton de Holanda e André Mehmari
‘Lado B’, de Yamandu Costa e Dominguinhos, produtores Yamandu Costa e Dominguinhos

Melhor solista
Dominguinhos (‘Lado B’)
Hamilton de Holanda (‘Esperança - ao vivo na Europa’)
Yamandu Costa (‘Lado B’)

Melhor grupo
Hamilton de Holanda Quinteto e Orquestra Brasilianos (‘Sinfonia Monumental’)
SA GRAMA (‘Chão batido, palco, picadeiro’)
Trio de câmara brasileiro (‘Saudades da Princesa’)

MPB
Melhor álbum

‘Johnny Alf ao vivo e à vontade com seus convidados’, de Johnny Alf, produtor Nelson Valencia e Thiago Marques Luiz
‘Quando o canto é reza’, de Roberta Sá & Trio Madeira Brasil, produtores Pedro Luís, Marcello Gonçalves e Renato Alscher
‘Tantas Marés’, de Edu Lobo, produtor Cristóvão Bastos
Melhor grupo 
Geraldo e os amigos do Rumo (‘Sopa de concha’)
Os cariocas (‘Nossa alma canta’)
Sá, Rodrix & Guarabyra (‘Amanhã’)

Melhor cantor

Emílio Santiago (‘Só danço samba’)
Milton Nascimento (‘E a gente sonhando’)
Zé Renato (‘Papo de passarim’)

Melhor cantora

Célia (‘O lado oculto das canções’)
Maria Bethânia (‘Amor Festa Devoção’)
Roberta Sá (‘Quando o canto é reza ‘)

Pop/rock/reggae/hip-hop/funk
Melhor álbum


‘Ao vivo lá em casa’, de Arnaldo Antunes, produtor Betão Aguiar
‘Música de brinquedo’, de Pato Fu, produtor John Ulhoa
‘Nos quintais do mundo’, de DJ Tudo, produtor Alfredo Bello Aka (DJ Tudo)

Melhor grupo
Mombojó (‘Amigo do Tempo’)
Pato Fu (‘Música de brinquedo’)
Pedro Luís e a Parede (‘Navilouca ao vivo’)

Melhor cantor

Lulu Santos (‘Lulu Acústico MTV II’)
Paulinho Moska (‘Pouco’)
Seu Jorge (‘Seu Jorge e Almaz’)

Melhor cantora
Nina Becker (‘Azul’)
Tulipa Ruiz (‘Efêmera‘)
Vanessa da Mata (‘Bicicletas, bolos e outras alegrias’)

Regional
Melhor álbum

‘Capoeira de besouro’, de Paulo César Pinheiro, produtor Luciana Rabello
‘Délibáb’, de Vitor Ramil, produtor Vitor Ramil
‘Fé na festa’, de Gilberto Gil, produtor Gilberto Gil

Melhor dupla
Caju e Castanha (‘Festival de emboladas’)
Renato Teixeira e Sérgio Reis (‘Amizade sincera’)
Zé Mulato e Cassiano (‘Sertão ainda é sertão’)


Melhor grupo

Mais caipira (‘Mais caipira’)
Quinteto Violado (‘Quinteto Violado canta Adoniran Barbosa e Jackson do Pandeiro’)
Umbando (‘Umbando’)

Melhor cantor
Gilberto Gil (‘Fé na festa’)
Renato Teixeira (‘Amizade sincera’)
Vitor Ramil (‘Délibáb’)

Melhor cantora
Elba Ramalho (‘Marco Zero – ao vivo’)
Juliana Spanevello (‘Pampa e flor’)
Margareth Menezes (‘Naturalmente acústico’)

Samba
Melhor álbum

‘Bodas de coral no samba brasileiro’, de Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara, produtor Luiz Moraes
‘Pra gente fazer mais um samba’, de Wilson das Neves, produtores Wilson das Neves, Zé Luiz Mais, João Rebouças e André Tandeta
‘Vida da minha vida’, de Zeca Pagodinho, produtor Rildo Hora

Melhor grupo
Gafieira São Paulo (‘Gafieira São Paulo’)
Saia no samba (‘Saia no samba‘)
Tio Samba (‘É batata – Carmem Miranda Revisited’)

Melhor cantor
Martinho da Vila (‘Poeta da cidade’)
Wilson das Neves (‘Pra gente fazer mais um samba’)
Zeca Pagodinho (‘Vida da minha vida’)

Melhor cantora
Alcione (‘Acesa – ao vivo em São Luís do Maranhão’)
Mariene de Castro (‘Santo de casa’)
Mart´nália (‘Mart´nália em África ao vivo’)
Finalistas / especiais
DVD

Arnaldo Antunes / ‘Ao vivo lá em casa’, diretor Andrucha Waddington
Ney Matogrosso / ‘Beijo bandido’, diretores Felipe Nepomuceno e Renato Martins
Pequeno Cidadão / ‘Pequeno cidadão’, diretor Fábio Mendonça

Álbum em língua estrangeira
‘Alma mia’ / Leny Andrade, produtor Ruy Quaresma
'Cauby sings Sinatra’ / Cauby Peixoto, produtor Thiago Marques Luiz
‘Tide’ / Luciana Souza, produtor Larry Klein

Álbum erudito
‘Chopin the Nocturnes’ / Nelson Freire
‘Tchaikovsky – Sinfonia No 6- Patética Abertura 1812‘ / Osesp
‘Villa-Lobos’ – Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo

Álbum infantil
‘Além do mar’ / Kha Machado, produtor Kha Machado
‘Quando eu crescer’/ Éramos Três, produtor Éramos três
‘O soldadinho e a bailarina’ / O soldadinho e a bailarina, produtor Victor Pozas

Álbum projeto especial
‘Adoniran 100 anos’ / Vários, produtor Thiago Marques Luiz
‘Mário Lago, homem do século XX’ / Vários, produtores Luiz Moraes, Afonso Carvalho e Dermeval Coelho
‘Quando fevereiro chegar – uma lírica de Fausto Nilo’ / Vários, produtor Robertinho do Recife
Álbum eletrônico
‘Calavera’ / Guizado, produtor Guilherme ‘Guizado’ Menezes
‘Mundialmente anônimo – o magnético sangramento da existência’ / Maquinado (Lúcio Maia) produtor Lúcio Maia
Fonte:G1

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