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    Jim Morrison, líder do The Doors
Paris, 2 jul (EFE).- Quatro décadas após sua morte em Paris, aos 27 anos, o magnetismo do mistério segue em torno da figura de Jim Morrison, o poeta que liderou o The Doors e que se tornou um ícone de uma geração.

O rastro dos últimos passos de Morrison - que morreu com a mesma idade de Jimi Hendrix, Janis Joplin, Brian Jones e Kurt Cobain - deixou Paris repleta de lugares venerados por fãs incondicionais a cada 3 de julho.

No próximo domingo, na sala de espetáculos Bataclan, o tecladista e o guitarrista da banda farão um show em homenagem a Morrison sob o título "Ray Manzarek & Robby Krieger of The Doors", do qual não participará John Densmore, bateria do grupo original.

Porém, existem outros pontos da Cidade Luz que zelam pela memória do rapaz tímido e excêntrico que levou às rádios de todo o mundo o rock psicodélico de temas como "The End", "Break On Through" ou "Touch Me".

Protegidos por uma cerca metálica na divisão 6 do cemitério Père-Lachaise, os restos mortais de James Douglas Morrison (1943-1971) jazem sob uma lápide que nunca fica sem flores e onde um epitáfio reza: "Kata ton daimona eaytoy" (Fiel a seu próprio espírito).

Lá se reúnem adeptos, que frequentemente declamam poemas, tiram fotografias ou colocam garrafas de bourbon junto à célebre lápide, muito mais frequentada que as do escritor Oscar Wilde, a soprano Maria Callas ou do compositor Frédéric Chopin, que ficam próximas.

"Senti tristeza e respeito ao ver o túmulo", disse à Agência Efe Sandy Babtist, londrina estabelecida em Melbourne que voltará para casa com um pequeno busto do artista na mala.

Decorado com poltronas de couro e enfeitado com gigantescas efígies de Morrison e seu grupo, o Lézard King Bar serve coquetéis como "Light My Fire" ou "Strange Days" em homenagem às canções dos ídolos do proprietário, Christophe Maillet.

"Fiz este bar por Jim, com minha coleção pessoal", disse à Efe Maillet, a quem os advogados do The Doors reprovam por ter utilizado o nome e a imagem do grupo sem autorização.

Uma das maiores marcos relacionados a Morrison em Paris é o número 17 da rue de Beautreillis, um imóvel haussmaniano de cinco andares próximo à Praça dos Vosgos.

Trata-se do último lugar onde ele viveu durante seus quatro meses de residência na cidade, e onde foi declarado morto por parada cardíaca, embora seu corpo nunca tenha passado por necrópsia, o que gerou inúmeras teorias sobre sua morte.

Sam Bernet, autor de vários livros sobre o The Doors e proprietário do extinto clube Rock'n Roll Circus, sustenta que Morrison faleceu em seu bar, e que ele mesmo foi um dos que o levaram da discoteca até sua casa.

"Eu estava entre as três pessoas que o encontraram morto nos fundos da discoteca", afirmou Bernet, que garantiu que um cliente e um médico "constataram a morte por overdose" de heroína.

Há também quem suspeite que Morrison nunca morreu, e os que acham que seu pai, um militar, tirou seu corpo do sepulcro parisiense e o repatriou aos Estados Unidos clandestinamente.

"No fundo do meu coração, não quero pensar que ele morreu de overdose. Jim era melhor que todo isso", afirmou Sandy Babtist.

"O Rei Lagarto" chegou em Paris em março de 1971 acima do peso e alcoolatra, para se concentrar em sua poesia. Era um Morrison distante do jovem sensual e provocador que pouco tempo antes se destacava nos palcos com suas improvisações.

"Sem o The Doors, Jim só teria sido um bêbado e um viciado como todos nós", brinca Caataa Reed, que voou desde a Austrália para comemorar seu aniversário em Paris.

Um ano antes de chegar à França, Morrison tinha sido condenado por conduta lasciva e libidinosa durante um show em Miami, embora tenha evitado a prisão com apelações e após pagar fiança de US$ 50 mil.

O universo do rock havia sofrido na época um duro abalo com as mortes quase consecutivas de Jimi Hendrix e de Janis Joplin, e "Jimbo" se refugiou em Paris com sua namorada Pamela Courson, que pouco depois o encontraria morto em sua banheira.

"Jim não teria ido a Paris se não tivesse acontecido toda aquela m... em Miami", lamenta Baptist ao lembrar como terminou a espiral de sucesso e autodestruição de uma das maiores lendas do rock
fonte UOL


O ex-vocalista dos Smiths Morrisey se recusou a lançar seu novo álbum com um selo independente, mesmo com sua mágoa e frustração com as gravadoras.
O músico está atualmente sem contrato, e bateu pé dizendo que não lança nenhum trabalho novo até que tenha um acordo com alguma gravadora. Ele acredita que está sendo preterido porque os empresários se interessam apenas por novos artistas.
“Eu não tenho nenhuma necessidade em ser inovador desta forma. Eu ainda me sinto preso ao sonho de ter um álbum que venda bem, não por conta do marketing, mas porque as pessoas gostam das músicas”, afirmou Morrisey.
Pelo jeito Morrissey não está de bem com a vida. Em sua apresentação no Glastonbury, na noite de segunda-feira (27/6), o cantor ofendeu seus fãs usando uma camiseta provocando seu fansite. Além dele, os membros da banda também vestiram uma peça igual.


Twitter: Veja os posts da semana dos famosos da músicaImagem: Divulgação
Toda sexta-feira reunimos aqui algumas frases bacanas que as celebridades da música postam em seus perfis no Twitter. Sempre com novidades, polêmicas e bom humor, os “tuítes” dos artistas repercutem e viram notícia. Confira alguns deles:

“Me sentindo bem melhor! Deus é bom! Obrigado a todos pelo apoio que recebi! Amo vocês! http://twitpic.com/5e08qb” , Sean Kingston (@seankingston), após se recuperar de um grave acidente de Jet Ski em Miami.

“Desvantagem de ficar sóbrio? Sempre ser designado para ser o motorista”, Slash (@slash), revoltado com a vida de bom moço.

“Tuitar é preciso, viver nāo é preciso”, Rita Lee (@litaree_real), em momento de pura filosofia.
“Eu espero que ela esteja pelada na cama...”, o rapper Trey Songz (@treysongz), dando detalhes da sua vida... sentimental, vamos dizer.

“Obaaaaa acho que vou conseguir!!! Apareceram alguns interessados! E em breve teremos um livro! Aposto que conseguiremos!!! ;)” Tico Santa Cruz (@ticostacruz), anunciando o suposto contrato para fazer um livro.

“Ainda não li os jornais, quais serão as baixarias de hoje?”, Dinho Ouro Preto (@@dinhoouropreto_), criticando a imprensa.

“@cibellecibelle Quando vier aqui em São Paulo vem em casa pra gente [...] tomar vinho, gravar e pirar”Pitty (@pittyleone) cogitando uma futura parceria com a cantora Cibele (@cibellecibelle)?.
“O Neil Young quis vir ao #SWU pra palestrar e não pra tocar. Claro que topamos! Afinal: "Mais vale um na mão do que dois no sutiã" (Mamonas Assassinas)”, perfil oficial do festival SWU (@swubrasil) acalmando com humor aos fãs desiludidos de Neil Young.

Clube paulistano comemora o Dia do ReggaeImagem: Divulgação


 International Reggae Day. Assim é chamado o dia em que se celebra mundialmente, desde 1994, o gênero popularizado por Bob Marley. A data de comemorações é 1° de julho.

A Jamaica é pequenininha, mas seu coração é grande e já faz tempo que ela conquistou sua importância no mapa. Sua cultura nasceu do sincretismo, da mistura de povos, raças e cores. E foi desse mexe-mexe de aruaques, latinos, ingleses e africanos que surgiu o reggae.
O gênero, imortalizado na figura de Bob Marley, tem muitas influencias das músicas tradicionais africanas e caribenhas e também no blues americano, mas sua origem vem diretamente do ska e rocksteady que era produzido na pequena ilha na década de 60. 
O ska, que por sua vez veio do mento, tinha uma batida constante e nervosa, com uma guitarra tchaka tchaka no tempo fraco, mais uma pitada de riffs jazzísticos nos metais. E foi neste ritmo que os Skatalites fizeram a cabeça dos jovens jamaicanos.
Aos poucos, a batida frenética do ska foi ficando mais devagar e essa desaceleração do tempo deu origem ao rocksteady, que chegou falando sobre a realidade dos guetos, o amor, e pela primeira vez, colocou o rastafarianismo em pauta na música.
Música do rei
Foi aí que o reggae apareceu. Ainda mais lento que o rocksteady, o ritmo surgiu como uma síntese de tudo que estava sendo produzido na cultura jamaicana naquela época. E com ele vieram letras simples, que falavam do rastafarianismo, do cotidiano, do amor mas também tinham uma preocupação política.
Não se sabe ao certo da onde veio o nome reggae, alguns dizem que é uma onomatopéia do próprio ritmo, outros que era o nome de uma dança já conhecida na ilha, também há versões que afirmam que a palavra nasceu de um termo espanhol que significa “música do rei”. O termo, no entanto, ficou conhecido em 1968, depois que o grupo Toots & The Maytals gravou a música ‘Do The Reggay’. 
O estilo do reggae foi definido por Lee "Scratch" Perry, líder do The Uppsetters, que se libertou dos padrões e começou a usar o seu baixo oscilante para marcar o ritmo ao invés de apenas harmonizar as canções. E ele ganhou as paradas de sucesso da Europa, dos Estados Unidos e do resto do mundo, no início dos anos 70, na voz de Eric Clapton com a clássica ‘I Shot the Sherif’, do ícone Bob Marley.
Mas antes disso já havia se espalhado pela pequena ilha no mar do Caribe. Em 1963, Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailers fundaram a banda The Wailers, que mais tarde seria conhecida mundialmente por ter acompanhado a transformação do ska em reggae. Outros nomes que ajudaram a eternizar o reggae e levá-lo para todo o mundo foram Jimmy Cliff, Prince Buster, Desmond Dekker e Jackie Mittoo.
Na terra do samba 
O Brasil ouviu o reggae pela primeira vez nos fim dos anos 60, quando Jimmy Cliff veio se apresentar em um dos Festivais Internacionais da Canção. Mas foi Gilberto Gil o primeiro a experimentar o ritmo, no compacto ‘Não chores mais’, uma versão de ‘Woman No Cry’, de Marley, que chegou a se apresentar no país um tempo depois e prometeu que voltaria.
A música jamaicana já estava fazendo a cabeça dos jovens brasileiros, principalmente nas regiões do norte e nordeste, no Pará, Maranhão e na Bahia, e também no eixo Rio-São Paulo. Nesse meio tempo a notícia da morte de Bob Marley chegou e muitos consideraram aquele o fim do reggae.
E foi difícil convencer as gravadoras e os meios de comunicação do contrário, mas aos poucos, o ritmo foi deixando o underground e voltando ao mainstream, com o surgimento de novas bandas e programas de TV e rádio mais abertos ao tchaka tchaka da Jamaica.
Hoje em dia, o reggae tem o um público cativo no Brasil, que só vem crescendo. E para celebrar esse 3 de julho, nada melhor do que “emancipate yourselfs from mental slavery...”. Arrasa, Bob!
'Redemption Song' - Bob Marley



Assista a “Brighter Than The Sun”, clipe novo de Colbie CaillatImagem: Divulgação
Foi divulgado na web o novo clipe de Colbie Caillat, “Brighter Than The Sun”. A canção fará parte do álbum All Of You, que chegará às lojas no dia 12 de junho. O vídeo, cheio de luz e natureza, mostra a cantora de 26 anos exibindo a sua beleza. Confira:




Artista: VA
Álbum: RTL2 – Pop Rock Selection
Lançamento: 2011
Gênero: Rock, Pop
N° de Faixas: 36
Duração: 146 Min
Qualidade: mp3 | 320 kbps
Tamanho: 346 MB


Tracklist:
CD1:
01. Start Me Up (Remastered) – The Rolling Stones
02. Beautiful Day – U2
03. Who Are You (Single Edit) – The Who
04. Money For Nothing (Edit) – Dire Straits
05. Live And Let Die – Paul McCartney
06. Sunshine Of Your Love – Cream
07. The Logical Song (Album Version) – Supertramp
08. Parisienne Walkways – Gary Moore
09. Born To Be Wild (Single Version) – Steppenwolf
10. Addicted To Love (Edit) – Robert Palmer
11. Crazy Crazy Nights – Kiss
12. Question – The Moody Blues
13. The Boys Are Back In Town (Album Version) – Thin Lizzy
14. The Eton Rifles (Album Version) – The Jam
15. Jessica: Jessica (Single Version) – The Allman Brothers Band
16. This Ain’t A Scene It’s An Arms Race (Album Version) – Fall Out Boy
17. America – Razorlight
18. Puisses-Tu – Jean Louis Aubert
CD2:
01. Je Dis Aime – M
02. A Forest (Album Version) – The Cure
03. Layla – Derek & The Dominos
04. All Right Now – Free
05. Free Bird (Edit) – Lynyrd Skynyrd
06. Caroline (Album Version) – Status Quo
07. Wild Thing (Album Version) – The Troggs
08. Rock You Like A Hurricane (Album Version) – Scorpions
09. Maggie May (Album Version) – Rod Stewart
10. When You Were Young (Album Version) – The Killers
11. These Days (Edit) – Bon Jovi
12. Don’t You (Forget About Me) – Simple Minds
13. The Only Thing That Looks Good On Me Is You (Album Version) – Bryan Adams
14. Word Up (Radio Mix) – Gun
15. Since You Been Gone (Album Version) – Rainbow
16. Woman (Single) – Wolfmother
17. Ace Of Spades – Motorhead
18. Strange Kind Of Woman (Live (1987 / Irvine Meadows)) – Deep Purple


Pepeu Gomes se prepara para agitar o Carnaval de Salvador. Foto: Antonio Reis/Especial para Terra
Pepeu Gomes reforçará o encorntro entre o Monobloco e a banda espanhola Macaco
Foto: Antonio Reis/Especial para Terra
O Rock in Rio anunciou nesta quinta-feira (30) novas atrações presentes no palco Sunset, na edição 2011 do festival. Andreas Kisser, o grupo californiano The Growlers, a banda portuguesa The Gift, a Sinfônica de Heliópolis e o guitarrista Pepeu Gomes são os convidados de Ed Motta, Marcelo Camelo, The Asteroids Galaxy Tour, Mike Patton e Monobloco, respectivamente.


Com capacidade para 25 mil pessoas, o palco Sunset Rock in Rio promoverá encontros entre diversos gêneros da música nacional e internacional. No dia 23 de setembro, Ed Motta e o líder do Sepultura, Andreas Kisser, vão tocar juntos com o o cantor e compositor português Rui Veloso para o público do festival, assim como o grupo pop psicodélico The Asteroids Galaxy Tour, da Dinamarca, unirá seu som ao dos portugueses do The Gift, que trazem ao Brasil seu novo álbum, Explode.
Já em 24 de setembro, o vocalista do Faith No More, Mike Patton, mostra no País pela primeira vez seu projeto paralelo Mondo Cane e contará com a participação da Sinfônica de Heliópolis. O americano fará releituras orquestradas de clássicos da música pop italiana dos anos 1950 e 1960.
Pepeu Gomes sobe ao palco para reforçar o encontro entre o Monobloco e o grupo pop espanhol Macaco, no dia 30 de setembro. O ex-integrante dos Novos Baianos participou das últimas três edições do Rock in Rio. O último show do palco Sunset em 2 de outubro ficará a cargo de Marcelo Camelo e os californianos do The Growlers. O convidado do cantor Zeca Baleiro ainda não foi divulgado.
As atrações do Palco Sunset terão início às 14h45 e terminam antes das 19h, para que o público não perca nenhuma atração do Palco mundo. No total serão 28 shows: Móveis Coloniais de Acaju, Orkestra Rumpilezz e Mariana Aydar; Ed Motta, Rui Veloso e Andreas Kisser; Bebel Gilberto e Sandra de Sá; The Asteroids Galaxy Tour e The Gift; Marcelo Yuka, Cibelle, Karina Buhr e Amora Pêra; Tulipa Ruiz e Nação Zumbi; Milton Nascimento e Esperanza Spalding; Mondo Cane e Orquestra de Heliópolis; Matanza e B Negão; Korzus e The Punk Metal Allstars; Angra e Tarja Turunen; Sepultura e Tambours du Bronx; Buraka Som Sistema e MixHell; João Donato e Céu; Cidade Negra, Martinho da Vila e Emicida; Pepeu Gomes, Monobloco e Macaco; Cidadão Instigado e Júpiter Maçã; Tiê e Jorge Drexler; Zeca Baleiro e convidado; Erasmo Carlos e Arnaldo Antunes; The Monomes e David Fonseca; Tom Zé e Os Mutantes; Titãs e Xutos & Pontapés; além de Marcelo Camelo e a banda californiana The Growlers

      O cantor pop @JustinBieber estará no Brasil no início do mês de outubro para fazer um show no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, segundo nota do colunista Ancelmo Góis, do jornal "O Globo", nesta quinta-feira. Ainda de acordo com a nota, @SelenaGomez também fará uma apresentação  no Brasil, só que no final de outubro.



Lançado apenas em formato digital em junho de 2010, o atual álbum de Oswaldo Montenegro -Canções de Amor, base do show que rodou o Brasil nesse ano de 2010 - ganha um ano depois edição em CD, nas lojas neste mês de junho de 2011 com distribuição da Microservice. No disco, títulos pouco conhecidos, caso de Se Puder Sem Medo, e dueto com Zélia Duncan em Sempre Não É Todo Dia.

Hey people!
Hoje vim trazer música antiga na voz de gente nova e desconhecida.
Estou falando dos patenses Nayara, Carlos Eduardo e Gabriel, cantando Beatles. Vocês podem imaginar que é somente mais alguém regravando uma música, mas não, pra começar nem cantores profissionais são. Essas 03 músicas que irei mostrar, estão em um CD entitulado "Minha casa canta assim", é uma homenagem à Cidinha pelos seus 50 anos. Esses três jovens são seus filhos, que Beatlemaníacos como ela tiveram a felicidade de fazer essa surpresa. Vou apresentar uma música por vez e junto com ela a história de cada canção. A música de hoje é "Mother Nature's Son"

ps: confesso que me apaixonei por algumas cançãos dos Beatles graças à essas músicas.

- "Mother Nature's Son"

    É uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. A canção segue a linha de “Blackbird” (que é a próxima música que vou trazer) e é toda gravada por Paul. 
   Na letra ele conta sobre um rapaz pobre, filho da Mãe Natureza e que passa o dia a cantar canções para todo mundo. A música ainda cita montanhas, córregos e campos gramados.
Segundo Paul McCartney na sua autobiografia “Many Years From Now,” de Barry Miles: “Eu me lembro de ter escrito Mother Nature’s Son, na casa de meu pai em Liverpool. Eu geralmente o visitava e nessas visitas sentia um bom terreno para compor canções. Então essa é minha homenagem para a Mãe Natureza. Eu sempre adorei ‘Nature Boy’ de Nat King Cole, e eu sempre gostei de natureza e quando Linda e eu começamos a sair, descobrimos esse profundo amor em comum. Deve ter tido ajuda de John em alguns versos.”

Baixem e se deliciem à vontade.


Baixe a música aqui.


Beijos e até a próxima!

 
 

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