- Jim Morrison, líder do The Doors
O rastro dos últimos passos de Morrison - que morreu com a mesma idade de Jimi Hendrix, Janis Joplin, Brian Jones e Kurt Cobain - deixou Paris repleta de lugares venerados por fãs incondicionais a cada 3 de julho.
No próximo domingo, na sala de espetáculos Bataclan, o tecladista e o guitarrista da banda farão um show em homenagem a Morrison sob o título "Ray Manzarek & Robby Krieger of The Doors", do qual não participará John Densmore, bateria do grupo original.
Porém, existem outros pontos da Cidade Luz que zelam pela memória do rapaz tímido e excêntrico que levou às rádios de todo o mundo o rock psicodélico de temas como "The End", "Break On Through" ou "Touch Me".
Protegidos por uma cerca metálica na divisão 6 do cemitério Père-Lachaise, os restos mortais de James Douglas Morrison (1943-1971) jazem sob uma lápide que nunca fica sem flores e onde um epitáfio reza: "Kata ton daimona eaytoy" (Fiel a seu próprio espírito).
Lá se reúnem adeptos, que frequentemente declamam poemas, tiram fotografias ou colocam garrafas de bourbon junto à célebre lápide, muito mais frequentada que as do escritor Oscar Wilde, a soprano Maria Callas ou do compositor Frédéric Chopin, que ficam próximas.
"Senti tristeza e respeito ao ver o túmulo", disse à Agência Efe Sandy Babtist, londrina estabelecida em Melbourne que voltará para casa com um pequeno busto do artista na mala.
Decorado com poltronas de couro e enfeitado com gigantescas efígies de Morrison e seu grupo, o Lézard King Bar serve coquetéis como "Light My Fire" ou "Strange Days" em homenagem às canções dos ídolos do proprietário, Christophe Maillet.
"Fiz este bar por Jim, com minha coleção pessoal", disse à Efe Maillet, a quem os advogados do The Doors reprovam por ter utilizado o nome e a imagem do grupo sem autorização.
Uma das maiores marcos relacionados a Morrison em Paris é o número 17 da rue de Beautreillis, um imóvel haussmaniano de cinco andares próximo à Praça dos Vosgos.
Trata-se do último lugar onde ele viveu durante seus quatro meses de residência na cidade, e onde foi declarado morto por parada cardíaca, embora seu corpo nunca tenha passado por necrópsia, o que gerou inúmeras teorias sobre sua morte.
Sam Bernet, autor de vários livros sobre o The Doors e proprietário do extinto clube Rock'n Roll Circus, sustenta que Morrison faleceu em seu bar, e que ele mesmo foi um dos que o levaram da discoteca até sua casa.
"Eu estava entre as três pessoas que o encontraram morto nos fundos da discoteca", afirmou Bernet, que garantiu que um cliente e um médico "constataram a morte por overdose" de heroína.
Há também quem suspeite que Morrison nunca morreu, e os que acham que seu pai, um militar, tirou seu corpo do sepulcro parisiense e o repatriou aos Estados Unidos clandestinamente.
"No fundo do meu coração, não quero pensar que ele morreu de overdose. Jim era melhor que todo isso", afirmou Sandy Babtist.
"O Rei Lagarto" chegou em Paris em março de 1971 acima do peso e alcoolatra, para se concentrar em sua poesia. Era um Morrison distante do jovem sensual e provocador que pouco tempo antes se destacava nos palcos com suas improvisações.
"Sem o The Doors, Jim só teria sido um bêbado e um viciado como todos nós", brinca Caataa Reed, que voou desde a Austrália para comemorar seu aniversário em Paris.
Um ano antes de chegar à França, Morrison tinha sido condenado por conduta lasciva e libidinosa durante um show em Miami, embora tenha evitado a prisão com apelações e após pagar fiança de US$ 50 mil.
O universo do rock havia sofrido na época um duro abalo com as mortes quase consecutivas de Jimi Hendrix e de Janis Joplin, e "Jimbo" se refugiou em Paris com sua namorada Pamela Courson, que pouco depois o encontraria morto em sua banheira.
"Jim não teria ido a Paris se não tivesse acontecido toda aquela m... em Miami", lamenta Baptist ao lembrar como terminou a espiral de sucesso e autodestruição de uma das maiores lendas do rock
O músico está atualmente sem contrato, e bateu pé dizendo que não lança nenhum trabalho novo até que tenha um acordo com alguma gravadora. Ele acredita que está sendo preterido porque os empresários se interessam apenas por novos artistas.
Foi aí que o reggae apareceu. Ainda mais lento que o rocksteady, o ritmo surgiu como uma síntese de tudo que estava sendo produzido na cultura jamaicana naquela época. E com ele vieram letras simples, que falavam do rastafarianismo, do cotidiano, do amor mas também tinham uma preocupação política.
O Brasil ouviu o reggae pela primeira vez nos fim dos anos 60, quando Jimmy Cliff veio se apresentar em um dos Festivais Internacionais da Canção. Mas foi Gilberto Gil o primeiro a experimentar o ritmo, no compacto ‘Não chores mais’, uma versão de ‘Woman No Cry’, de Marley, que chegou a se apresentar no país um tempo depois e prometeu que voltaria.
Álbum: RTL2 – Pop Rock Selection
Lançamento: 2011
Gênero: Rock, Pop
N° de Faixas: 36
Duração: 146 Min
Qualidade: mp3 | 320 kbps
Tamanho: 346 MB
Tracklist:
02. Beautiful Day – U2
03. Who Are You (Single Edit) – The Who
04. Money For Nothing (Edit) – Dire Straits
05. Live And Let Die – Paul McCartney
06. Sunshine Of Your Love – Cream
07. The Logical Song (Album Version) – Supertramp
08. Parisienne Walkways – Gary Moore
09. Born To Be Wild (Single Version) – Steppenwolf
10. Addicted To Love (Edit) – Robert Palmer
11. Crazy Crazy Nights – Kiss
12. Question – The Moody Blues
13. The Boys Are Back In Town (Album Version) – Thin Lizzy
14. The Eton Rifles (Album Version) – The Jam
15. Jessica: Jessica (Single Version) – The Allman Brothers Band
16. This Ain’t A Scene It’s An Arms Race (Album Version) – Fall Out Boy
17. America – Razorlight
18. Puisses-Tu – Jean Louis Aubert
02. A Forest (Album Version) – The Cure
03. Layla – Derek & The Dominos
04. All Right Now – Free
05. Free Bird (Edit) – Lynyrd Skynyrd
06. Caroline (Album Version) – Status Quo
07. Wild Thing (Album Version) – The Troggs
08. Rock You Like A Hurricane (Album Version) – Scorpions
09. Maggie May (Album Version) – Rod Stewart
10. When You Were Young (Album Version) – The Killers
11. These Days (Edit) – Bon Jovi
12. Don’t You (Forget About Me) – Simple Minds
13. The Only Thing That Looks Good On Me Is You (Album Version) – Bryan Adams
14. Word Up (Radio Mix) – Gun
15. Since You Been Gone (Album Version) – Rainbow
16. Woman (Single) – Wolfmother
17. Ace Of Spades – Motorhead
18. Strange Kind Of Woman (Live (1987 / Irvine Meadows)) – Deep Purple
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Foto: Antonio Reis/Especial para Terra
Com capacidade para 25 mil pessoas, o palco Sunset Rock in Rio promoverá encontros entre diversos gêneros da música nacional e internacional. No dia 23 de setembro, Ed Motta e o líder do Sepultura, Andreas Kisser, vão tocar juntos com o o cantor e compositor português Rui Veloso para o público do festival, assim como o grupo pop psicodélico The Asteroids Galaxy Tour, da Dinamarca, unirá seu som ao dos portugueses do The Gift, que trazem ao Brasil seu novo álbum, Explode.
O cantor pop @JustinBieber estará no Brasil no início do mês de outubro para fazer um show no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, segundo nota do colunista Ancelmo Góis, do jornal "O Globo", nesta quinta-feira. Ainda de acordo com a nota, @SelenaGomez também fará uma apresentação no Brasil, só que no final de outubro.
Hey people!
Hoje vim trazer música antiga na voz de gente nova e desconhecida.
Estou falando dos patenses Nayara, Carlos Eduardo e Gabriel, cantando Beatles. Vocês podem imaginar que é somente mais alguém regravando uma música, mas não, pra começar nem cantores profissionais são. Essas 03 músicas que irei mostrar, estão em um CD entitulado "Minha casa canta assim", é uma homenagem à Cidinha pelos seus 50 anos. Esses três jovens são seus filhos, que Beatlemaníacos como ela tiveram a felicidade de fazer essa surpresa. Vou apresentar uma música por vez e junto com ela a história de cada canção. A música de hoje é "Mother Nature's Son"
ps: confesso que me apaixonei por algumas cançãos dos Beatles graças à essas músicas.
- "Mother Nature's Son"
É uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. A canção segue a linha de “Blackbird” (que é a próxima música que vou trazer) e é toda gravada por Paul.
Na letra ele conta sobre um rapaz pobre, filho da Mãe Natureza e que passa o dia a cantar canções para todo mundo. A música ainda cita montanhas, córregos e campos gramados.
Segundo Paul McCartney na sua autobiografia “Many Years From Now,” de Barry Miles: “Eu me lembro de ter escrito Mother Nature’s Son, na casa de meu pai em Liverpool. Eu geralmente o visitava e nessas visitas sentia um bom terreno para compor canções. Então essa é minha homenagem para a Mãe Natureza. Eu sempre adorei ‘Nature Boy’ de Nat King Cole, e eu sempre gostei de natureza e quando Linda e eu começamos a sair, descobrimos esse profundo amor em comum. Deve ter tido ajuda de John em alguns versos.”
Baixem e se deliciem à vontade.
Baixe a música aqui.
Beijos e até a próxima!