Cachorro Grande é uma banda brasileira de rock and roll formada em 1999, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Seus integrantes são Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Rodolfo Krieger (baixo), Pedro Pelotas (teclado) e Gabriel Azambuja (bateria). A primeira formação contava ainda com Jerônimo Lima "Bocudo" no baixo, que saiu para dar lugar a Krieger, a partir do álbum Todos os Tempos lançado em 2007.
A banda tem cinco álbuns lançados, sendo o mais recente Cinema, de 2009. O sexto disco, chamado Baixo Augusta, começou a ser gravado em 11 de abril de 2011, pela gravadora Trama.

O nome Cachorro Grande foi sugerido por Beto Bruno. Logo depois, contou com o aval de Marcelo Gross e do restante da banda. A origem veio do fato que, no início da banda, ainda sem músicas próprias, fazia parte do repertório do grupo covers de bandas como The Rolling Stones, The Beatles e The Who. Para escolher quais canções tocar, era uma "briga de cachorro grande", expressão usada no Rio Grande do Sul para se referir a algo muito complicado. Então, o nome da banda ficou Cachorro Grande.

Após a turnê do álbum Cinema, a banda anunciou que irá começar a gravar o novo disco, Baixo Augusta, no dia 11 de abril de 2011. Desta vez, lançará não pela gravadora Deckdisc, mas pela Trama, com produção própria. Sessões de gravação serão transmitidas ao vivo pela TV Trama. Com esse contrato, também foi anunciado o álbum solo de Marcelo Gross.

Ronaldo de Assis Moreira, conhecido como Ronaldinho Gaúcho ou simplesmente Ronaldinho (Porto Alegre, 21 de março de 1980), é um futebolista brasileiro que atua como meia ou atacante. Atualmente, joga pelo Flamengo.
Uma de suas marcas registradas é o aspecto dentuço e por usar uma faixa na cabeça após adotar os cabelos longos. Extremamente habilidoso e muito preciso em seus chutes e passes, é considerado por muitos especialistas como o futebolista mais talentoso de sua geração. Venceu o prêmio de Melhor jogador do mundo pela FIFA em 2004 e 2005, época em que viveu o grande auge de sua carreira.

Na infância, a sua principal diversão era brincar com a bola, junto dos seus melhores amigos. Com sete anos começou a jogar na escola de futebol infantil do Grêmio Football Porto-Alegrense. Aos oito anos teve que suportar o falecimento do seu pai e recebeu apoio de sua mãe, irmã e de seu irmão mais velho como figura paterna.
Desde pequeno, Ronaldinho já demonstrava habilidade com a bola, como se pode ver em vídeos caseiros da sua família. Entre seus ídolos, além do seu irmão Assis, encontram-se Rivaldo e Ronaldo (com os quais ganhou a Copa do Mundo de 2002), Valdo, Romário, Zico, Rivelino, Maradona e Pelé.

Nesta terça-feira (20), comemora-se o Dia do Gaúcho, data que simboliza o início da Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos. A denominação “gaúcho” vai além de população do Rio Grande do Sul e abrange também pessoas ligadas à atividade pecuária na região do Vale do Rio da Prata.
Um sujeito de bota, bombacha, lenço e chapéu, tomando chimarrão enquanto assa um bom churrasco! É essa imagem que logo vem a cabeça quando se fala desse povo, além do sotaque típico acompanhado por expressões como: Tche, trilegal, mas bah, entre outras.
Para homenageá-los, o Stúdio 2002 preparou uma galeria com várias gaúchos que dão o que falar e mostram seus trabalhos por todo Brasil. 




                                                                   
Gisele Bündchen nasceu em uma família de descendentes de alemães na região noroeste do Rio Grande do Sul, na cidade de Horizontina. Seus pais são Valdir Bündchen e Vânia Nonnenmacher e a modelo tem cinco irmãs: Raquel, Graziela, Gabriela, Rafaela e, sua irmã gêmea, Patrícia. Quando adolescente, tinha o sonho de se tornar uma jogadora de vôlei e até cogitou entrar para o time da Sociedade de Ginástica Porto Alegre (Sogipa).
Em 2006, ao ser indagada em entrevista ao site Deutsche Welle sobre suas origens, a modelo respondeu:


Cquote1.svg Nasci em Horizontina, uma cidade no interior do Rio Grande do Sul. A cidade é de colonização predominantemente alemã, inclusive, na escola onde estudei, era obrigatório o aprendizado da língua desde a 3ª série do ensino fundamental. Infelizmente, depois de muito tempo sem contato com a língua, acabei esquecendo o que havia aprendido. Mas meus pais falam alemão até hoje. Muitas vezes, quando se encontram com os irmãos, conversam só em alemão. Eu sou da sexta geração da família aqui no Brasil. Cquote2.svg
Gisele Bündchen
Bündchen namorou o ator Leonardo DiCaprio de 2001 a 2005. Em 2005 teve um relacionamento rápido com o surfista Kelly Slater. Em dezembro de 2006 ela começou a namorar o jogador de futebol americano Tom Brady, com quem se casou em 26 de fevereiro de 2009. A cerimônia ocorreu na Igreja Católica de Santa Mônica, em Santa Mônica, no estado norte-americano da Califórnia, em segredo. Em 5 de abril de 2009 o casal realizou uma nova cerimônia de casamento, dessa vez na Costa Rica e com a presença de John, filho de Tom com a ex-namorada a atriz Bridget Moynahan. No dia 8 de dezembro de 2009 nasceu o 1° filho do casal, Benjamin.
                                                                       

Se os bisavôs de João Carlos do Couto, 49 anos, estivessem vivos, sentiriam orgulho de vê-lo seguindo à risca o ritual de churrasco transmitido pelas gerações da sua família. Antes de amanhecer, ele já colocava a carne no fogo e explicava que iria servi-la nove horas depois. "Com calma, à moda antiga, como faziam meus avôs, que aprenderam com os pais deles. Enquanto isso, podemos beber e conversar com os amigos", diz ele no Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre (RS), onde Couto e milhares de gaúchos se reuniram nos últimos 13 dias para celebrar as tradições do Estado. A comemoração chega ao ponto alto nesta terça-feira, data oficial do feriado, com os desfiles da Revolução Farroupilha.
Em mais de 370 galpões levantados em 65 hectares no parque Harmonia, região central da capital, a dança, música, comida e outras manifestações culturais gaúchas são apresentadas para um público total estimado em 1 milhão de pessoas. Desde o dia 7 de setembro, elas circulam no espaço que, a partir de 1987, tornou-se referência para quem admira e deseja conhecer melhor a história do Rio Grande do Sul e seu povo.
"Tudo começou com um grupo de algumas dezenas de tradicionalistas. Eles acampavam com barracas e iam atraindo mais adeptos, até que chegamos ao nível de hoje. Reproduzimos aqui a vida do interior do Estado. As comemorações nos enchem de orgulho, estamos propagando nossa cultura", explica Celso Dimas, 50 anos, participante da primeira edição do evento.
"Revivemos no Acampamento Farroupilha os valores que os nossos pais passaram para a gente, como hospitalidade, companheirismo e coleguismo. Aqui firmamos amizades, ouvimos as histórias de vida dos outros e buscamos os tempos que já passaram. Temos saudades de uma época mais calma, quando as pessoas gostavam de conversar e eram desaceleradas", afirma Celso Garcia, 46 anos.
Além dos galpões, o acampamento disponibiliza um espaço para comércio de produtos locais e uma área gastronômica de pratos típicos. Com entrada franca, os visitantes podem ainda participar de oficinas e assistir exposições, festivais de coreografia e provas de laço de animais, coordenadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG).

Contadores de histórias

Quem circula pelas ruelas do acampamento é convidado a entrar nos galpões e puxar um banco, pois as histórias são longas e divertidas. "Uma vez, eu presenciei um 'cego' que tentava se apresentar no palco de shows. Ele queria um destaque e vantagens, mas depois descobrimos que ele não era cego. Nem preciso dizer que o sujeito levou um 'chá de casca de vaca' (surra)", conta Albeni Carmo de Oliveira, 61 anos.
Responsável pela rádio interna do parque, ele se intitula um trovador, ao estilo repentista. "Esses dias chegou um cidadão chorando aqui, querendo que eu anunciasse que ele tinha perdido a sogra. Eu disse que ou ele gostava muito dela, ou ela bancava tudo", diverte-se. O visitante mais extrovertido pode até mesmo pedir uma trova personalizada, como a que o Terra ganhou do músico e gaiteiro Gaúcho Fontana.
"Eu sou Gaúcho Fontana, que entende de repente; o seu Albeni falou que aqui circula muita gente; pessoas que vêm de fora pra conhecer o batente; do nosso Rio Grande amado porque é muito inteligente; por quê é muito inteligente, quantos bites tem um byte? Na hora do computador, faço um verso para este site".

Protesto por royalties

Durante os desfiles, está previsto o início de um movimento em defesa da justa distribuição dos royalties do petróleo brasileiro, para que "atenda aos interesses dos Estados de maneira igualitária e equilibrada", segundo o governo do Rio Grande do Sul, que organiza o ato com o objetivo de mobilizar a sociedade gaúcha.
A tribuna das autoridades terá faixas e banners com slogans como "O petróleo é de todos os brasileiros" e "Pela justa distribuição do pré-sal". Fitas e adesivos com mensagens de apoio a um novo modelo de divisão dos recursos serão distribuídos e, após o desfile, o governador Tarso Genro (PT) e outras autoridades oficializam o ato no Acampamento Farroupilha.
A mobilização ocorre no mesmo dia previsto para uma definição do governo federal sobre a proposta final de divisão dos royalties do petróleo do pré-sal. Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reunirá ministros e líderes partidários do Senado para uma rodada final de discussão. A última proposta do governo, apresentada em 14 de setembro, prevê que a parcela da União nos royalties cairia de 30% para 20% a partir de 2012.

A Revolução Farroupilha

A Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha foi um levante regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como Estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Ele estendeu-se de 1º de março de 1835 a 20 de setembro de 1845.
O termo farrapo era considerado originalmente pejorativo, sendo utilizado pelo menos uma década antes da Guerra dos Farrapos para designar os opositores ao governo central. O termo com o tempo foi adotado pelos próprios revolucionários.

Demarcada como uma das mais extensas rebeliões deflagradas no Brasil, a Revolução Farroupilha contou com uma série de fatores responsáveis por esse conflito que desafiou as autoridades imperiais. Naquele período, a insatisfação junto às políticas imperiais e a proximidade das jovens repúblicas latino-americanas demarcaram o contexto inicial do conflito.

Ao longo da história econômica da região sul, a pecuária tornou-se um dos principais focos da economia gaúcha. Ao longo do processo de diversificação das atividades econômicas do país, os estancieiros (fazendeiros) sulistas tornaram-se os principais produtores de charque do Brasil. Esse produto, devido sua importância nos hábitos alimentares da população e seu longo período de conservação, articulava a economia agropecuária sulista com as regiões Sudeste e Centro-oeste do país.

Durante o Primeiro Reinado e Regência, vários impostos impediam a ampliação dos lucros dos fazendeiros sulistas em consequência do encarecimento do preço final do charque gaúcho. Não bastando os entraves tributários, a concorrência comercial dos produtos da região platina colocou a economia pecuarista gaúcha em uma situação insustentável. Buscando acordo com o governo central, os estancieiros gaúchos exigiam a tomada de medidas governamentais que pelo menos garantissem o monopólio sulista sob o comércio do charque.

Em 1836, inconformados com o descaso das autoridades imperiais, um grupo liderado por Bento Gonçalves exigiu a renúncia do presidente da província do Rio Grande do Sul. Em resposta à invasão feita na cidade de Porto Alegre, um grupo de defensores do poder imperial, também conhecidos como chimangos, conseguiu controlar a situação em junho daquele mesmo ano. Logo após a batalha de Seival, de setembro de 1836, os revolucionários venceram as tropas imperiais e proclamaram a fundação da República de Piratini ou República Rio-Grandense.

Com a expansão do movimento republicano, surgiram novas lideranças revolucionárias na região de Santa Catarina. Sob a liderança de Guiseppe Garibaldi e David Canabarro, foi fundada a República Juliana que deveria confederar-se à República Rio-Grandense. Dessa vez, melhor preparadas, as tropas imperiais conseguiram fazer frente aos revoltosos que, devido à participação popular, ficaram conhecidos como farrapos. Sob a liderança do barão de Caxias, as forças imperiais tentavam instituir a repressão ao movimento.

Mesmo não conseguindo aniquilar definitivamente a revolta, o governo imperial valeu-se da crise econômica instaurada na região para buscar uma trégua. Cedendo às exigências dos revolucionários, o governo finalmente estabeleceu o aumento das taxas alfandegárias sobre o charque estrangeiro. A partir daí, Duque de Caxias iniciou os diálogos que deram fim ao movimento separatista.

Em 1844, depois da derrota farroupilha na batalha de Porongos, um grupo de líderes separatistas foi enviado à capital federal para dar início às negociações de paz. Após várias reuniões, estabeleceram os termos do Convênio do Ponche Verde, em março de 1845. Com a assinatura do acordo foi concedida anistia geral aos revoltosos, o saneamento das dívidas dos governos revolucionários e a libertação dos escravos que participaram da revolução.

Não há como negar: ele é um fenômeno. Belo deixou o grupo Soweto há dez anos no auge do sucesso para correr atrás de seu sonho e fazer carreira solo. A escolha do cantor deu certo e ele continua arrastando multidões por onde passa.

Belo escolheu Salvador, pois é a cidade que concentra seu maior fã clube no Brasil e foi recebido com muito carinho pelos baianos. “Adoro o carinho do povo baiano. Estou muito feliz em fazer esse megashow em Salvador", contou.

A escolha da cidade aconteceu após o sucesso no último Salvador Fest, em que Belo cantou para cerca de 70 mil pessoas.

O show teve uma superestrutura e contou com participação especial do Padre Marcelo Rossi, que foi o primeiro a subir ao palco com Belo. "É um prazer cantar ao lado de alguém tão religioso e com coração tão bom quanto Belo. Que Deus continue abençoando sua carreira sempre", desejou o padre.


Daniela Mercury cantou uma música de Djavan ao lado de Belo e logo depois o cantor fez uma homenagem à Bahia com participação de parte da banda do Olodum e Marcio Vitor, vocalista do Psirico, levando o público ao delírio. "Sou sua fã desde a primeira vez que ouvi sua voz. Me sinto honrada em cantar ao seu lado", disse Daniela. Marina Elali foi a última convidada de Belo e cantou uma música inédita com o cantor.

Gracyanne Barbosa como sempre acompanhou o marido em mais um momento importante da vida dele. “Belo esta muito feliz. Ele tem um carinho especial pela Bahia. Tenho certeza que este DVD será mais um sucesso dele", disse.

Belo cantou sucessos da epoca do Soweto e fez uma retrospectiva de seus dez anos de carreira solo, embalando a multidão com seus hits. "Quero agradecer a Deus por tudo que ele me proporcionou até hoje. Esse é mais um marco na minha carreira. Também quero agradecer muito a todos os meus fãs que sempre estiveram ao meu lado", finalizou Belo.

O DVD chegará as lojas em novembro e Belo continuará rodando o Brasil com seu show.

Uma das bandas que mais vendem discos no mundo. Shows por todo o planeta. O vocalista casado com uma estrela de Hollywood.
A vida do Coldplay acontece sob os olhos vigilantes do público. Pelo menos quase sempre é assim. Porque nos últimos tempos eles andam escondidos. Mas o Fantástico sabe onde encontrá-los. Em um bairro calmo, no Norte de Londres, na Inglaterra.

O esconderijo do Coldplay fica no fundo de um beco, um dos estúdios do Coldplay é chamado de ‘A padaria’.

O cantor Chris Martin e o guitarrista Jonny Buckland recebem o Fantástico com a maior simpatia. Raridade entre astros do rock. Explicam que estão passando por uma fase sempre complicada para a banda. Finalizar o álbum novo, o quinto da carreira. Quer dizer, desta vez, um pouco menos complicada.

“É que a gente já vem tocando várias músicas novas nos shows mais recentes”, explica Chris Martin. Perdemos o medo de que o material novo, ao ser apresentado ao vivo, vazasse para internet.

O guitarrista Buckland completa “Então a gente já sabe quais partes das músicas novas funcionam. Às vezes, a gente até mexe na estrutura de uma canção de acordo com o resultado ao vivo.”

Repórter: Shows cheios de músicas novas. Será assim também no Rock in Rio , dia 1º de outubro?

O guitarrista explica melhor. “Vai ser uma lista de canções bem para festival mesmo. Muitas antigas, e só algumas novas”, diz Buckland.

“E a gente vai com gás total”, antecipa Chris Martin. “Sempre quisemos tocar no Rock in Rio. Uma imagem que não esqueço é a do Michael Stipe, do R.E.M, NO Rock in Rio de 2001. Ele no meio da plateia sendo tocado por aquelas lindas mãos brasileiras. Eu vi e pensei que queria me apresentar lá”, declara.

Fazer shows. É disso que Chris Martin gosta. Para ele, gravar em estúdio faz parte da profissão. Mas legal mesmo é ao vivo.

“O palco é o lugar da recompensa máxima. Gravando um disco, você não vê as pessoas realmente desfrutando do seu trabalho. É como ser um astro de cinema. Pode ser um mega sucesso, tipo ‘Avatar’ ou ‘De volta para o futuro’. Mas quem fez não tem contato com o público. Já tocar ao vivo, é sentir o retorno da plateia em tempo real”, revela o cantor.

A gente pergunta se o Coldplay tem noção de que é uma espécie rara. Uma banda ainda no auge, que já está no Brasil pela terceira vez. Coincidência, ou eles fazem mesmo questão de vir?

Chris Martin faz a maior social. “Tocar na América Latina é como ir para o céu. Acho que você não se dá conta porque é de lá. Mas tocar no Rio é ver todos os seus sonhos se realizarem em um único show. Eu sei que o Brasil tem os seus problemas e tudo mais, mas para um músico, estar lá é o máximo.”

E ainda bem no estilo inglês, ele tira uma onda com a própria banda. “Desculpe pessoal do Brasil, estamos indo de novo tocar aí.”

Até 1º de outubro, no Rock in Rio. 


Em seu segundo show no Brasil, neste domingo (18), Rihanna colocou para cantar cerca de 8 mil pessoas no Ginásio do Mineirinho, segundo a produtora do evento. Como na abertura da turnê, no sábado (17), em São Paulo, a cantora começou a apresentação com quase uma hora e meia de atraso, às 21h25. O repertório também foi idêntico ao da estreia no Brasil e mais uma vez não houve sequer uma troca de roupa durante uma hora e 30 minutos de show. Desta vez, o traje escolhido foi top, microshortinho jeans e salto alto.

Do início com "Only girl (in the world)" ao final com seu maior hit, em versão mais pesada de "Umbrella", Rihanna entrega o setlist esperado pelo público mineiro, que comprou aproximadamente 80% dos ingressos disponíveis. Na última antes do bis, “Don’t stop the music”, vem o auge da interação com a plateia. Ela anda próxima da frente da área vip, dá autógrafos e ri ao ter seu seio esquerdo apalpado por um fã.
A popstar caribenha dança com uma bandeira do Brasil jogada pela plateia ("Disturbia"), rebola para dois dançarinos que quase não se mexem ("S&M") e reaparece em cima de um tanque de guerra rosa. Rihanna está quase o tempo toda solta pelo palco e só se arrisca com instrumentos quando toca percussão por não mais que um minuto. Mais perto ao fim do show, brinda ao Brasil antes de "Cheers".

O músico com o qual mais interage é o guitarrista português Nuno Bettencourt (da banda Extreme), sobretudo em “Shut up and drive”, a mais roqueira da noite; e quando ele toca violão pintado com as cores de Barbados, sentado ao lado de Rihanna em “Hate that I love so”.

Depois de Belo Horizonte, Rihanna se apresenta em Brasília, na quarta-feira (21), e na primeira noite do Rock in Rio, na sexta-feira (23).

Veja o setlist completo do show:

"Only girl (in the world)"
"Disturbia"
"Shut up and drive"
"Man down"
"S&M"
"Let me"
"Raining man (interlúdio)"
"Hard"
'Breakin' dishes"
"Glamours life"
"Run this town/Live you life"
"Unfaithful"
"Hate that I love you"
"California king bed"
"Pon the replay (interlúdio)"
"What’s my name"
"Rude boy"
"Cheers (drink to that)"
"Don’t stop the music"
"Love the way you lie (part II)"
"Umbrella"

Depois de Belo Horizonte, Rihanna se apresenta em Brasília, na quarta-feira (21), e na primeira noite do Rock in Rio, na sexta-feira (23).
Brasília
Quando: 21 de setembro
Onde: Ginásio Nilson Nelson - Setor SRPN, Eixo Monumental, Asa Norte.
Ingressos: entre R$ 100 e R$ 700 (com direito à meia-entrada).
Vendas: no site www.zetks.com; ou das 12h às 22h no quiosque do Shopping Pier 21, Setor de Clubes Sul, trecho 2, lote 32/33. Tel.: (61) 8432-3661.
Há o limite de venda de um ingresso de meia-entrada e seus ingressos regulares por CPF. A taxa de conveniência cobrada pelo site é de 16%. Em todos os pontos de vendas serão aceitos cartões de débito e crédito da VISA, MasterCard e American Express.



   A dupla sertaneja Bruno e Marrone esteve no palco do Domingão para anunciar a separação temporária dos músicos. Em maio deste ano, Marrone sofreu um grave acidente de helicóptero. “Após o acidente, eu tive que dar um tempo, mas a agenda estava bastante lotada. Conversei com o Bruno e vamos dar um tempo”, disse.
   Durante esse tempo, Bruno fará os shows sozinhos, para que Marrone realize um tratamento psicológico e se livre do trauma do acidente. Afinal, desde o ocorrido, Marrone não consegue entrar em avião.
Antes mesmo do acidente, o cantor já tinha esse medo. Por isso, ele resolveu adquirir um helicóptero.“Eu agradeço o Bruno, a gente tem 25 anos de história e muitos fãs. Viemos aqui hoje para explicar que o que aconteceu não é por acaso. Estou me tratando, mas vamos levar alegria. Assim que eu estiver recuperado, vou voltar cantando mais alegre do que nunca”, confessou Marrone.
  No palco, eles cantaram as músicas “Juras de Amor” e “Dormi na Praça”, levantando a plateia. Eles relembraram a primeira vez em que estiveram no Domingão, em 2000. Os dois foram apresentados pelo cantor Leonardo.  A dupla já vendeu mais de 16 milhões de discos. Bruno já vem fazendo alguns shows sem o companheiro. “O palco fica muito maior. Sinto muita falta dele”, disse.
 

Leia abaixo  a carta oficial, divulgada pela assessoria da dupla, sobre o afastamento de Marrone

“Na tarde do dia 18 de setembro de 2001, a dupla Bruno & Marrone se apresentou no Domingão do Faustão por dois motivos especiais: lançar o 18o CD da carreira – Juras de Amor e também para comunicar ao público o afastamento de Marrone dos palcos para tratamento médico.
Marrone, que sofreu um acidente aéreo em 02 de maio deste ano, sempre demonstrou apreensão em viagens aéreas. O acidente veio a agravar a situação. Mesmo assim, o cantor prosseguiu com a agenda de compromissos de Bruno & Marrone.
  No dia 31 de agosto, Marrone foi acometido de uma crise de pânico, diagnosticada posteriormente como estresse pós-traumático . Desde então, Bruno vem cumprindo os compromissos da dupla sozinho. Marrone, por sua vez, iniciou um tratamento resultando em seu afastamento. Seu retorno está condicionado à liberação médica, e todos nós torcemos para que seja breve.
Em respeito ao público e aos contratantes de shows de Bruno & Marrone, o comunicado foi feito em rede nacional, ao qual agradecemos o espaço cedido, assim Bruno & Marrone puderam falar diretamente com seu público e expor a verdade dos fatos.
   Bruno seguirá cumprindo a agenda de shows e divulgação da dupla e conta com o carinho e compreensão de todos,  o que já  vem acontecendo.
  Aproveitamos para informar que Bruno & Marrone estão unidos pelo mesmo ideal que os uniu há 25 anos: o amor pela música, além do respeito mútuo entre eles construído pelos anos de convivência. E assim ficarão por muito tempo!”

As exóticas listas de exigências das bandas internacionais que se apresentam no Brasil já viraram uma atração à parte. Os roqueiros do Red Hot Chili Peppers – que desembarcam no Brasil nesta terça-feira, 20 – também fizeram alguns pedidos para suas apresentações em solo tupiniquim. Segundo o colunista Bruno Astuto do jornal “O Dia”, os integrantes da banda pediram uma sala de meditação no camarim, com cortinas e carpete brancos, mesa de centro e duas árvores altas como palmeiras com muitas folhas para criar o clima zen.

E não para por aí! Como trazem seu próprio chef, exigiram uma cozinha industrial com pia tripla, potes, panelas, gel sanitizador e 24 panos de prato. Além disso, luminárias com dimmer em todas as salas, um lounge para exercícios vocais e um refeitório ao lado das salas destinadas às famílias e às crianças.

O Red Hot Chili Peppers se apresenta no dia 21 na Arena Anhembi, em São Paulo. No dia 24, a banda é a atração principal do Palco Mundo no Rock in Rio.

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