- Apesar de pirataria ser alta, indústria fonográfica acredita em processo de legalização
A cada quatro usuários de internet, pelo menos um consome música pirata, segundo um estudo da IFPI (do inglês, Federação Internacional da Indústria Fonográfica). O levantamento publicado nesta segunda-feira (23) faz um balanço de 2011 e mostra que 28% dos internautas acessam mensalmente páginas de compartilhamento de arquivos de áudio ilegais.
Apresentado anualmente, o estudo cita que o consumo de música digital legal tem crescido consideravelmente em todo o mundo. No início de 2011, apenas 23 países contavam com serviços de música. Já no fim do ano passado, 58 países tinham acesso a lojas virtuais ou serviços de streaming de músicas, como iTunes, Spotify, Google Music, Rdio ou Deezer.
De acordo com a federação, alguns governos em específico têm cooperado para a melhoria do mercado fonográfico digital que apresentou crescimento de 8%. Os países citados foram França – que com a implantação de leis que punem redes ponto a ponto reduziu a pirataria em 26% --, os Estados Unidos, Nova Zelândia, Coreia do Sul e a União Europeia, em que alguns membros bloquearam o acesso ao site de torrents PirateBay.
Mesmo com a popularidade de downloads ilegais em alta, as gravadoras estão tendo bons resultados com a venda de arquivos digitais. Segundo o estudo, 32% do lucro das gravadoras provêm de vendas pela internet – o maior valor desde a popularização deste tipo de serviço. O número de usuários que pagam por música apresentou crescimento de 65% em 2011, isso representa 13,4 milhões de internautas.
A expectativa da IFPI para 2012 é de que os usuários cada vez mais paguem pelo acesso aos arquivos digitais. O principal motivo para isso é a expansão contínua de serviços. “Há boas razões para ser otimista no mundo da música digital. Serviços legalizados de música têm expandido a audiência por todo o mundo e a capacidade de escolha dos consumidores passou por uma revolução”, argumentou Frances Moore, diretor-executivo da IFPI.
Músicas mais vendidas em formato digital
A federação também aproveitou para divulgar as músicas mais vendidas em formato digital no ano de 2011. O cantor americano Bruno Mars emplacou três músicas no ranking das dez mais vendidas: "Just the way you are" (12,5 milhões), "Grenade" (10,2 milhões) e "The Lazy Song" (6,5 milhões).
Aparecem ainda na lista o duo LMFAO com a música "Party rock anthem" (9,7 mihões), Jennifer Lopez com "On the Floor" (8,4 milhões) e a britânica Adele com a canção "Rolling in the deep" (8,2 milhões).
É claro que Hollywood iria adorar "Real in Rio". É difícil encontrar outra canção que pudesse comprimir, em menos de quatro minutos, tantos estereótipos sobre o que é um brasileiro, um carioca.
A música de Carlinhos Brown, Sergio Mendes e Siedah Garrett, que acaba de ser indicada ao Oscar na categoria Melhor Canção Original, começa com piados de pássaros, filhos das nossas florestas tropicais tão exóticas.
Entra uma bateria de escola de samba. "We are the best at rhythm and laughter/ That s why we love Carnaval" [Somos os melhores em ritmo e riso/ É por isso que amamos o Carnaval], rasga a letra do samba enredo pesadíssimo. E com direito à voz de Brown puxando: "E aí meu Rio?".
Na repetição, o volume da batucada desce e um violão quase bossa nova toma conta. Pronto: mais uma referência ao Brasil que gringo ama achar que conhece muito.
A presença da dobradinha Sergio Mendes/will.i.am na concepção da trilha tem muito a ver com a indicação. O mundo revive o clima "Brasil tropical" desde que, em 2006, o músico brasileiro e o rapper americano emplacaram a tão tocada versão de "Mas que Nada", de Jorge Ben Jor.
"Real in Rio" compete na categoria Melhor Canção com "Man or Muppet", de Bret McKenzie, do filme "Os Muppets".
A Academia de Hollywood entregará os prêmios da 84ª edição dos prêmios Oscar no próximo dia 26 de fevereiro em Los Angeles.
Carlinhos Brown recebeu em 2005 um prêmio Goya, concedido pela Academia de Cinema da Espanha, pela canção "Zambie Mameto", do documentário "O Milagre do Candeal".
Ouça abaixo a música "Real in Rio":
Não é sempre que Damon Albarn resolve remixar as músicas dos outros. Mas Lana Del Rey parece ter conquistado até mesmo o incansável líder do Blur e Gorillaz, que postou há alguns minutos um remix para o hit “Born To Die” (confira abaixo).
A música é parte do debute da cantora-sensação, que chega às lojas no dia 30 de janeiro. O disco conta com 12 faixas, incluindo as já conhecidas "Blue Jeans", "Off To The Races", "Video Games" e "National Anthem".
Enquanto isso, o produtor William Orbit (conhecido por sua longa parceria com Madonna) deu pistas de estar trabalhando com o Blur para o seu próximo disco de estúdio. Orbit disse em sua conta no Twitter que está prestes a entrar em estúdio com Damon Albarn.
Damon Albarn ainda não comentou o assunto, mas um tweet de Orbit ao guitarrista Graham Coxon é o maior indício de que o produtor está trabalhando para o próximo disco do Blur: “Oi Graham! Estou adorando as guitarras que você fez! Gravamos vocais no dia 3 de março!”
A música é parte do debute da cantora-sensação, que chega às lojas no dia 30 de janeiro. O disco conta com 12 faixas, incluindo as já conhecidas "Blue Jeans", "Off To The Races", "Video Games" e "National Anthem".
Enquanto isso, o produtor William Orbit (conhecido por sua longa parceria com Madonna) deu pistas de estar trabalhando com o Blur para o seu próximo disco de estúdio. Orbit disse em sua conta no Twitter que está prestes a entrar em estúdio com Damon Albarn.
Damon Albarn ainda não comentou o assunto, mas um tweet de Orbit ao guitarrista Graham Coxon é o maior indício de que o produtor está trabalhando para o próximo disco do Blur: “Oi Graham! Estou adorando as guitarras que você fez! Gravamos vocais no dia 3 de março!”
Ela também comentou que não gosta do termo "aposentadoria". "A palavra tem muitas olheiras, troco por 'feriaday': dar-se feriado diariamente. Fulana feriadeu-se, do verbo feriadar. Melhor", brincou.
Por fim, falou um pouco mais sobre a "fragilidade física" que fez com que ela tomasse a decisão de se afastar dos palcos. "Por Zeus! Minha múmia está viva, me tirem da tumba! Não estou feriadando porque quero, eu preciso. Nem só de palco vive a música, bebê".
Há ainda um show marcado para a turnê “Etc” na praia Atalaia Nova, em Barra dos Coqueiros, na Região Metropolitana de Aracaju, no próximo sábado (28). A cantora se prepara para lançar, em março, “Reza”, seu primeiro álbum só com músicas inéditas desde 2003, quando ela gravou “Balacobaco”.
Apesar da pouca idade, Bromfield desembarca no Brasil com a turnê de seu segundo álbum, “Good for the soul”, de 2011. A boa mistura do soul de artistas como Aretha Franklin e Tammi Terrell - duas de suas influências - com a música pop está presente tanto no novo disco quanto em "Introducing Dionne Bromfield", de 2009. Ambos os trabalhos saíram pela Lioness Records, selo fundado por Amy Winehouse, que apadrinhou musicalmente a jovem cantora. "Ela sempre dizia para eu compor minhas próprias músicas", lembra Dionne em entrevista por telefone.
Na conversa, a britânica conta que tem o CD de Justin Bieber em casa, diz que podem surgir surpresas no repertório das apresentações do Summer Soul Festival e fala sobre o soul em sua vida e a lacuna existente no universo musical após a morte de Amy Winehouse.
Você é uma cantora adolescente, mas não pertence ao atual grupo de artistas jovens, como Justin Bieber e Selena Gomez, por exemplo. Sua música é mais séria e adulta. Foi uma coisa natural em sua carreira ou algo mais consciente?
Dionne Bromfield – Foi muito natural, definitivamente não foi pensado. Justin Bieber e Selena Gomez fazem um som mais pop e, não vou mentir, tenho o disco do Justin Bieber em casa. Eu gosto de suas coisas. Mas eu sou uma cantora de soul, aprecio o gênero, a Motown, o r&b. Embora seja bom dizer que eu definitivamente ainda tenho o espírito de uma criança.
Dionne Bromfield – Foi muito natural, definitivamente não foi pensado. Justin Bieber e Selena Gomez fazem um som mais pop e, não vou mentir, tenho o disco do Justin Bieber em casa. Eu gosto de suas coisas. Mas eu sou uma cantora de soul, aprecio o gênero, a Motown, o r&b. Embora seja bom dizer que eu definitivamente ainda tenho o espírito de uma criança.
Está feliz por se apresentar no Brasil?
Dionne – Sim, mal posso esperar. Terminei os ensaios e realmente estou muito empolgada.
Dionne – Sim, mal posso esperar. Terminei os ensaios e realmente estou muito empolgada.
O repertório dos shows terá surpresas?
Dionne – Talvez apareçam algumas surpresas no meio das coisas que vou tocar. Depende de como vocês vão me tratar (risos). Apresentarei algumas faixas do meu primeiro disco e também outras do meu novo álbum, que será lançado em breve no Brasil.
Dionne – Talvez apareçam algumas surpresas no meio das coisas que vou tocar. Depende de como vocês vão me tratar (risos). Apresentarei algumas faixas do meu primeiro disco e também outras do meu novo álbum, que será lançado em breve no Brasil.
De onde vem essa influência de soul? Quais são seus artistas preferidos dentro do gênero?
Dionne – Na verdade veio da Aretha Franklin, Marvin Gaye, Tammi Terrell e todos aqueles artistas dos anos 60, da Motown e também da Lauryn Hill. Amo ela. Mas também quero que minha música seja um pouco mais livre. Há músicas como “Good for the soul”, que obviamente mostram bem o lado soul. Por outro lado, “Move a little faster” é genuinamente uma canção pop. Eu queria meio que caminhar entre os dois mundos, não queria fazer nem um disco simplesmente de soul e nem algo completamente pop. A ideia era misturar as duas coisas.
Dionne – Na verdade veio da Aretha Franklin, Marvin Gaye, Tammi Terrell e todos aqueles artistas dos anos 60, da Motown e também da Lauryn Hill. Amo ela. Mas também quero que minha música seja um pouco mais livre. Há músicas como “Good for the soul”, que obviamente mostram bem o lado soul. Por outro lado, “Move a little faster” é genuinamente uma canção pop. Eu queria meio que caminhar entre os dois mundos, não queria fazer nem um disco simplesmente de soul e nem algo completamente pop. A ideia era misturar as duas coisas.
Amy Winehouse era sua madrinha na música. Qual lembrança você tem dela?
Dionne – São muitas. Ela sempre dizia para eu compor minhas próprias músicas e eu nunca entendi o porquê até ter que fazer meu segundo álbum. Pensei: “agora sei porque ela me pedia pra fazer isso”.
Dionne – São muitas. Ela sempre dizia para eu compor minhas próprias músicas e eu nunca entendi o porquê até ter que fazer meu segundo álbum. Pensei: “agora sei porque ela me pedia pra fazer isso”.
Você cantou no tributo dela. Como foi essa experiência?
Dionne – Esse foi o meu melhor momento cantando desde o programa “Strictly come dancing” em 2009. Cantei muito bem, foi maravilhoso poder homenagear Amy com “Love is a losing game”. Foi realmente adorável.
Dionne – Esse foi o meu melhor momento cantando desde o programa “Strictly come dancing” em 2009. Cantei muito bem, foi maravilhoso poder homenagear Amy com “Love is a losing game”. Foi realmente adorável.
Além disso, você também foi a última pessoa com quem ela se apresentou antes de morrer. Acredita que ela deixou uma lacuna na música que será difícil de ser preenchida?
Dionne – Sim, ninguém pode substituir Amy. Nem eu, nem Adele, nem Duffy. Ela era uma artista de verdade e ninguém pode tentar ser Amy.
Dionne – Sim, ninguém pode substituir Amy. Nem eu, nem Adele, nem Duffy. Ela era uma artista de verdade e ninguém pode tentar ser Amy.
Seu primeiro disco saiu quando você tinha apenas 13 anos. Como foi esse período? Seus pais te ajudaram a controlar tudo?
Dionne – Minha mãe, minha equipe e todos ao meu redor me apoiaram bastante. Eu era muito jovem. Que eu saiba não havia ninguém no Reino Unido naquele momento que fazia o que eu estava fazendo. Eu era meio que o único peixe na lagoa naquela época, mas foi incrível poder fazer isso tão jovem, porque agora sei como funciona a indústria da música.
Dionne – Minha mãe, minha equipe e todos ao meu redor me apoiaram bastante. Eu era muito jovem. Que eu saiba não havia ninguém no Reino Unido naquele momento que fazia o que eu estava fazendo. Eu era meio que o único peixe na lagoa naquela época, mas foi incrível poder fazer isso tão jovem, porque agora sei como funciona a indústria da música.
Então veio o segundo disco, e agora você vai tocar no Brasil...
Dionne – É uma coisa fenomenal. Nunca pensei que fosse conseguir me apresentar fora do Reino Unido, para começar. Visitar o Brasil é algo espetacular, espero que vocês me aceitem e gostem de mim!
Dionne – É uma coisa fenomenal. Nunca pensei que fosse conseguir me apresentar fora do Reino Unido, para começar. Visitar o Brasil é algo espetacular, espero que vocês me aceitem e gostem de mim!
Prevaleceu a fome do povo por música!
No ano passado os projetos de lei SOPA e PIPA foram sugeridos no congresso americano. Elas acabaram recebendo bastante atenção da mídia por causa da censura prévia e estado de vigilância que ela sugeria aos provedores americanos. E devido às duras críticas que os projetos receberam, eles foram retirados de pauta do congresso e não vão mais ser votados.
O primeiro a ser arquivado foi o PIPA, que seria votado no dia 24 desse mês. O líder do senado americano, Harry Reid, disse que o projeto não seria votado do jeito que estava sendo proposto. Pouco depois, o principal idealizador do SOPA, Lamar Smith, abandonou e arquivou o projeto, dizendo que ele precisava ser revisto.
As duas foram arquivadas um dia depois de um enorme protesto organizado por grandes sites como o Google, Wikipédia e Reddit. Alguns deles retiraram suas páginas do ar como forma de sensibilizar seus usuários sobre o problema. A tática parece ter funcionado.
A ideia dos projetos, no entanto, podem aparecer novamente na forma de uma nova lei. Mas por causa da péssima impressão que a SOPA e PIPA causaram na Internet, dificilmente veremos elas saírem dos arquivos.
A assessoria de imprensa da cantora informou ao G1 que está apurando o que houve com o site oficial e que o mesmo é produzido pela Universal Music. Por volta das 11h45, o site já estava no ar.
Na madrugada deste sábado, uma das contas no Twitter do grupo hacker Anonymous relatou ataques a sites brasileiros com domínio 'df.gov.br' - do governo do Distrito Federal. Pela manhã, os endereços mencionados estavam funcionando normalmente. As contas do grupo no Twitter ainda apontavam para perfis brasileiros, que teriam realizado o ataque. Os posts também mencionavam o Megaupload.
Na última sexta (20), o Anonymous havia afirmado que tirou do ar o site do FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, por cerca de uma hora. O grupo também disse ter sido responsável pela saída do ar dos sites do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país, dentre outros endereços.
No Twitter, o grupo diz "a internet contra-ataca", e que a luta é pela “liberdade da internet”. Em uma das mensagens, o Anonymous também ameaçou um ataque contra o site da Casa Branca.
Além de tirar o Megaupload do ar, o FBI também prendeu o fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. A acusação alega que o site deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.
Nascida em 25 de janeiro de 1938 em Los angeles, a artista foi diagnosticada com a doença em 2010, e sofria ainda de demência e hepatite C. Ela morreu em um hospital de Riverside, na Califórnia.
Lupe De Leon, que trabalhou como empresário da cantora por 30 anos, afirmou que "é uma tremenda perda para a família, seus amigos e fãs ao redor do mundo. Ela conseguia cantar tudo. Sua música desafiava a categorização".
Etta James, cujo nome verdadeiro era Jamesetta Hawkins, começou sua carreira em 1954 e, no ano seguinte, emplacou a canção "The wallflower (roll with me, Henry)" no topo das paradas de r&b. Ao longo dos anos, lançou hits como "Dance with me, Henry", "Tell mama", and "I'd rather go blind", mas seu maior sucesso é "At last", que pertence ao disco de mesmo nome lançado em 1960.
A cantora não foi a primeira a gravar a música, que em sua versão tinha altas doses de jazz, mas foi a de James que se tornou a mais famosa e a que iria definí-la como uma cantora lendária. Ao longo das décadas, muitas noivas ao redor do mundo usaram a canção, que foi passada de geração em geração por aparecer em trilhas sonoras de filmes como "American pie". Além disso, o presidente Obama e a primeira-dama dançaram ao som do sucesso no baile de inauguração.
A artista, cuja sonoridade caminhava entre o soul, o blues e o jazz, teve uma vida turbulenta. Nunca conheceu seu pai, mas descrevia sua mãe como ausente e uma viciada em drogas. Foi criada por Lula e Jesse Rogers, que eram donos da casa onde a mãe de James chegou a morar. Ela frequentava a igreja graças à dupla, e sua voz costumava se destacar dentro do coral. Ficou tão famosa pelos momentos nos quais cantava sozinha que dizia receber a visita de estrelas de Hollywood que queriam vê-la cantar.
O r&b fez com que Etta James se afastasse da igreja. O músico Johnny Otis – que morreu nesta terça (17) – a encontrou cantando numa esquina de San Francisco com algumas amigas no começo da década de 50. Com 15 anos, James então foi a Los Angeles com Otis (após forjar um documento no qual sua mãe supostamente alegava que ela tinha 18) para gravar “Dance with me, Henry” em 1955.
Em 1959, assinou com a gravadora Chess, de Chicago, e começou a excursionar com artistas como Bobby Vinton, Little Richard, Fats Domino, Gene Vincent e Jerry Lee Lewis. Gravou vários hits no final dos anos 50 e na década de 60, entre eles "Trust in me”, ''Something's got a hold on me", ''Sunday kind of love", ''All I could do was cry" e, claro, "At last".
Gravou, em 1967, o que é considerado um dos melhores álbuns de soul de todos os tempos, “Tell mama”, uma fusão de rock e música gospel com arranjos de sopro, ritmos de funk e refrões com cara de coral de igreja. Uma das faixas do disco, “Security”, entrou para o top 40 de singles em 1968.
Seu sucesso, entretanto, caminhou lado a lado com seus demônios pessoais. Seu vício em drogas, que começou em 1960, durou muitos anos e a levou a uma existência angustiante, destruindo sua habilidade de cantar e quase acabando com sua carreira.
Pelo menos duas décadas foram necessárias para acabar com o vício da cantora. Seu marido, Artis Mills, permaneceu preso por anos após assumir a culpa, que na verdade era de James, por posse de drogas. Após voltar à ativa, ela conseguiu reconstruir sua carreira e, em 1984, foi convidada para cantar o hino nacional americano nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. Além do problema com drogas, ela lutou contra a balança, chegando a fazer shows numa cadeira de rodas. Nos anos 2000, fez uma cirurgia e perdeu cerca de 90 quilos.
Etta James entrou para o Hall da fama do rock em 1993, ganhou um Grammy em 2003 na categoria melhor álbum contemporâneo de blues por “Let’s roll”, um em 2004 por melhor álbum tradicional de blues por “Blues to the bone” e, por fim, um com melhor performance vocal de jazz por “Mystery lady: songs of Billie Holiday”, de 1994. Também em 2003, levou um Grammy pelo conjunto da obra e uma estrela na calçada da fama de Hollywood.
Com a piora de seu estado de saúde, a artista passou a ter cuidados médicos em casa em 2011. Ela sofria de demência, problemas nos rins e leucemia, que, no final do ano passado, foi caracterizada como terminal por seu médico.
Seu último álbum, “The dreamer”, foi lançado em novembro de 2011 e trouxe sua interpretação para canções como “Welcome to the jungle”, do Guns N’ Roses e “Misty blues”, de Bob Montgomery.
Artista: VA
Título: O Melhor do Acústico MTV Vol.1
Gênero: Vários, Acústico
Duração: 75min
Tamanho: 698 Mb
Resolução: 512 x 384
Frame Rate: 30 Fps
Qualidade: DVDRip
Formato: AVI
Tamanho: 698 Mb
Vídeo: XViD
Áudio: Mp3
Idioma: Português
Tracklist:
Título: O Melhor do Acústico MTV Vol.1
Gênero: Vários, Acústico
Duração: 75min
Tamanho: 698 Mb
Resolução: 512 x 384
Frame Rate: 30 Fps
Qualidade: DVDRip
Formato: AVI
Tamanho: 698 Mb
Vídeo: XViD
Áudio: Mp3
Idioma: Português
Tracklist:
01. Agora Só Falta Você – Rita Lee
02. Lágrimas e Chuva – Kid Abelha
03. Malandragem – Cássia Eller
04. Independência – Capital Inicial
05. Tarde Vazia – IRA!
06. Tempos Modernos – Lulu Santos
07. Girassol – Cidade Negra
08. O Papa É Pop – Engenheiros Do Hawaii
09. O Segundo Sol – Cássia Eller
10. Vapor Barato – Zeca Baleiro e Gal Costa
11. Doce Vampiro – Rita Lee
12. Eu Tive um Sonho – Kid Abelha
13. Eu Vou Estar – Capital Inicial e Zélia Duncan
14. O Girassol – IRA!
15. Vida Real – Engenheiros Do Hawaii
16. O Pulso – Titãs e Arnaldo Antunes
17. Samba Makossa
18. Loadeando – Marcelo D2
19. Não Sou Mais Disso – Zeca Pagodinho
20. Filho Maravilha – Jorge Ben Jor
02. Lágrimas e Chuva – Kid Abelha
03. Malandragem – Cássia Eller
04. Independência – Capital Inicial
05. Tarde Vazia – IRA!
06. Tempos Modernos – Lulu Santos
07. Girassol – Cidade Negra
08. O Papa É Pop – Engenheiros Do Hawaii
09. O Segundo Sol – Cássia Eller
10. Vapor Barato – Zeca Baleiro e Gal Costa
11. Doce Vampiro – Rita Lee
12. Eu Tive um Sonho – Kid Abelha
13. Eu Vou Estar – Capital Inicial e Zélia Duncan
14. O Girassol – IRA!
15. Vida Real – Engenheiros Do Hawaii
16. O Pulso – Titãs e Arnaldo Antunes
17. Samba Makossa
18. Loadeando – Marcelo D2
19. Não Sou Mais Disso – Zeca Pagodinho
20. Filho Maravilha – Jorge Ben Jor
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Elis Regina morreu em 19 de janeiro de 1982, vítima de overdose de cocaína e álcool
Elis Regina, a eterna Pimentinha, é considerada a maior cantora brasileira de todos os tempos. Dona de uma personalidade única, Elis morreu em 19 de janeiro de 1982, aos 36 anos, vítima de uma mistura fatal de cocaína e álcool. Deixou três filhos: João Marcelo Bôscoli, Pedro Mariano e Maria Rita, que na época tinham 12, 7 e 5 anos, respectivamente.
Nascida em Porto Alegre, Elis Regina começou sua carreira aos 11 anos, em um programa de rádio para as crianças. Aos 16 lançou seu primeiro disco, mas foi na década de 60 que surgiu a grande estrela, com uma presença de palco inconfundível. Sucesso nos tradicionais festivais nacionais, conquistou o Brasil ao cantarArrastão no Festival de Música na TV Excelsior e, no final da década, se lançou no exterior.
Após conquistar o público europeu, Elis conseguiu um feito e se tornou a primeira artista a se apresentar duas vezes no mesmo ano no Olympia, a mais antiga e famosa casa de espetáculos de Paris, na França. Na década de 70 e início de 80 se consolidou como a maior cantora do Brasil e causou polêmica. Foi nessa época que ela disse a histórica frase: "neste País só duas cantam, a Gal (Costa) e eu".
Engajada na política, não chegou a ser exilada e sua enorme popularidade a livrou da prisão e tortura, mas não de "acertar" as contas com o exército. Ela foi obrigada a cantar o Hino Nacional no estádio, revoltando a esquerda brasileira. Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), Elis participou de reuniões no Congresso e chegou a ser presidente da Assim, Associação de Intérpretes e Músicos.
Homenagens
Nesta quinta-feira (19), a morte da Pimentinha completa 30 anos e o que não falta é homenagem. Será lançado um disco de raridades da cantora, que terá no repertório a inédita Comigo É Assim, encontrada como sobra de outro álbum nos arquivos da gravadora Universal.
Nesta quinta-feira (19), a morte da Pimentinha completa 30 anos e o que não falta é homenagem. Será lançado um disco de raridades da cantora, que terá no repertório a inédita Comigo É Assim, encontrada como sobra de outro álbum nos arquivos da gravadora Universal.
Maria Rita, a caçula - que desde o início da carreira é comparada à mãe, principalmente pela voz e trejeitos -, lançará um show com repertório apenas com músicas de Elis que terá a primeira apresentação no dia 17 de março, em São Paulo, antes de seguir para Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre.
O projeto Viva Elis, encabeçado pelos filhos, reúne também uma exposição multimídia, com vídeos, fotos, discos, roupas, objetos pessoais e acervo de documentos. Depois de rodar algumas cidades do País, a ideia é abrigar esse acervo no Instituto Elis Regina, que será criado em São Paulo, Rio de Janeiro ou Porto Alegre. Um livro também será escrito por Allen Guimarães, que reuniu pesquisas e entrevistas da cantora.
