Jau supera ansiedade e encara show na madrugada no Festival de Verão

Última atração do primeiro dia de Festival de Verão, o cantor Jau se livrou da ansiedade e encarou o público já pelas 4h10 de quinta-feira (26). "Acordei e queria que o show começasse um minuto depois. Sempre fico ansioso", revela o cantor para o G1.

Com seu costumeiro estilo musical, considerado versátil pela mistura entre afro pop e o axé, o baiano moldou seu show a partir de clássicos executados ao longo da carreira, como 'Flores na Favela', primeira canção tocada. Em seguida, foi a vez de 'Sandália de Couro' e 'Café com Pão', dois de seus grandes sucessos.

No repertório, Jau traz outras 14 músicas, várias delas são composições próprias; outras, sucessos da música brasileira, a exemplo de 'Pais e Filhos', de Renato Russo; 'Telegrama', de Zeca Baleiro ou 'Toda Menina Baiana', de Gilberto Gil. É a primeira vez que Jau faz apresentaçãonsolo no Festival de Verão.

 

Jorge e Mateus abrem noite de show no Festival com 'Amo Noite e Dia'

 A dupla sertaneja de Goiânia, Jorge e Mateus, é responsável por estrear o Palco Principal da 14ª edição do Festival de Verão na noite desta quarta-feira (25).

Primeira canção da dupla, 'Amo Noite e Dia' foi recebida com muitos gritos e teve a letra acompanhada ao coro pelo público, que já lota o Parque de Exposições. Em seguida, os goianos cantaram 'Inventor de Amores', 'De Tanto Querer' e 'Fogueira'.

"Obrigado pela recepção maravilhosa", cumprimentou Jorge, logo após a primeira música. "Que energia gostosa. Tomara que vocês curtam muito essa noite", declara Mateus, para a graça dos fãs.

É a terceira vez que a dupla é convidada para o Festival de Verão."Cada ano trazemos uma bagagem. No primeiro deu tremedeira, no segundo também. Hoje está mais tranquilo", revelou Mateus, pouco antes de entrar no palco.

Eles prepararam 31 músicas, cuja vertente sertaneja é a 'universitária', para uma hora de show. O ritmo ganhará ainda mais força com a participação do convidado Gustavo Lima, autor do hit 'Tchê, Tchê Rê Rê Tchê Tchê'.

Atração internacional da noite, James Blunt anima público do Festival

 

 O cantor inglês James Blunt é a terceira atração do Palco Principal nesta quarta-feira (25), primeira noite do Festival de Verão Salvador 2012. Entre as músicas apresentadas pelo músico está o sucesso aguardado pelo público “You’re beautiful”. Além de tocar guitarra, Blunt se apresentou ao piano.

A mistura de ritmos em festivais deixa o cantor "entusiasmado" para a apresentação na Bahia. "Tem sempre uma diferença porque é uma audiência misturada. Você nunca sabe o que esperar. Alguns dos meus melhores shows são de festivais", revela.

Em entrevista coletiva antes do show, Blunt declarou que está impressionado com o país. “O Brasil tem pessoas que estão sempre com um sorriso estampado nos rostos. O povo é charmoso e é sempre um prazer tocar. Já na Inglaterra, as pessoas são diferentes, mais sérias”, compara o músico.

No encontro com a imprensa, Blunt revelou que não entende de música brasileira. “Eu conheço Black Eyed Peas, que é o que está tocando agora [na boate do camarote Pepsi]. Mas canções do Brasil, não... Por isso que estou muito animado por vir e tocar no país”, disse o britânico.

Quando perguntado se o show teria alguma surpresa, James brincou: “Normalmente eu tiro minha roupa, mas acho que dessa vez vou ficar com ela”.

Trajetória

James Blunt começou a escrever músicas aos 14 anos e agora, aos 37, é um dos cantores e compositores mais conhecidos no mundo, com mais de 19 milhões de cópias vendidas. James chegou a servir no exército britânico e participou durante seis meses da guerra do Kosovo. Durante esse período, o músico levou seu violão e compôs algumas canções, entre elas o sucesso "Same Mistake". Após seis anos, largou a carreira militar e resolveu seguir de vez a vida artística.
Em janeiro, o cantor faz cinco shows no Brasil. O último é o desta quarta-feira, no Festival de Verão.

Claudia Leitte aposta em versão loira de Gabriela e faz show caliente

 

Ritmada por uma versão batucada de 'Amor Perfeito', Claudia Leitte subiu ao palco por volta das 22h com um vestido azul de cristais, salto alto e flores na cabeça, figurino inspirado na personagem Gabriela, do escritor centenário Jorge Amado, a quem presta homenagem na apresentação. Ela é a segunda atração do Palco Principal do Festival de Verão, que ocorre no Parque de Exposições, em Salvador, até sábado (28), e foi recebida por uma multidão de aproximadamente 200 mil pessoas.

Empolgada para 'entreter' o público, Claudinha fez juz ao show 'caliente', como classificou a sua participação no evento, pouco antes de subir ao palco. Acompanhada por oito dançarinos, os sucessos dos mais de 10 anos de carreira têm sido acompanhados por muito batuque e samba no pé. Entre eles, 'Corda de Carangueijo', 'Bola de Sabão', 'Doce Desejo' e 'Safado, Cachorro, Sem Vergonha'. 'Extravaza' foi a canção escolhida para o encerramento.

O convidado anunciado, Tuca Fernandes, velho amigo da cantora, entrou no palco ao som de 'Fevereiro',para entusiasmo da plateia. Logo depois, foi a vez do hit de verão 'Praieiro'. É a segunda participação de Tuca em um show de Claudia Leitte após ter saído da banda Jammil, no ano passado.

"A gente se conhece há muito tempo, tocávamos violão e trilhamos o mesmo caminho, a música baiana. Ela, Ivete e outros, como o Chiclete, estão me dando muita força nesse recomeço", disse Tuca Fernandes. A estreia da parceria, pós-carreira solo de Tuca, ocorre no último Axé Brasil, quando ele anunciou a saída. "É tudo novidade, mas ao mesmo tempo um ponto de segmento. Voltei a compor, isso é novidade, e estou tocando todas as músicas que fizeram parte da minha história, até as da época da banda de rock", conta.


  • Apesar de pirataria ser alta, indústria fonográfica acredita em processo de legalização
    Apesar de pirataria ser alta, indústria fonográfica acredita em processo de legalização
A cada quatro usuários de internet, pelo menos um consome música pirata, segundo um estudo da IFPI (do inglês, Federação Internacional da Indústria Fonográfica). O levantamento publicado nesta segunda-feira (23) faz um balanço de 2011 e mostra que 28% dos internautas acessam mensalmente páginas de compartilhamento de arquivos de áudio ilegais.
Apresentado anualmente, o estudo cita que o consumo de música digital legal tem crescido consideravelmente em todo o mundo. No início de 2011, apenas 23 países contavam com serviços de música. Já no fim do ano passado, 58 países tinham acesso a lojas virtuais ou serviços de streaming de músicas, como iTunes, Spotify, Google Music, Rdio ou Deezer.
De acordo com a federação, alguns governos em específico têm cooperado para a melhoria do mercado fonográfico digital que apresentou crescimento de 8%. Os países citados foram França – que com a implantação de leis que punem redes ponto a ponto reduziu a pirataria em 26% --, os Estados Unidos, Nova Zelândia, Coreia do Sul e a União Europeia, em que alguns membros bloquearam o acesso ao site de torrents PirateBay.
Mesmo com a popularidade de downloads ilegais em alta, as gravadoras estão tendo bons resultados com a venda de arquivos digitais. Segundo o estudo, 32% do lucro das gravadoras provêm de vendas pela internet – o maior valor desde a popularização deste tipo de serviço. O número de usuários que pagam por música apresentou crescimento de 65% em 2011, isso representa 13,4 milhões de internautas.
A expectativa da IFPI para 2012 é de que os usuários cada vez mais paguem pelo acesso aos arquivos digitais. O principal motivo para isso é a expansão contínua de serviços. “Há boas razões para ser otimista no mundo da música digital. Serviços legalizados de música têm expandido a audiência por todo o mundo e a capacidade de escolha dos consumidores passou por uma revolução”, argumentou Frances Moore, diretor-executivo da IFPI.
Músicas mais vendidas em formato digital
A federação também aproveitou para divulgar as músicas mais vendidas em formato digital no ano de 2011. O cantor americano Bruno Mars emplacou três músicas no ranking das dez mais vendidas: "Just the way you are" (12,5 milhões), "Grenade" (10,2 milhões) e "The Lazy Song" (6,5 milhões).
Aparecem ainda na lista o duo LMFAO com a música "Party rock anthem" (9,7 mihões), Jennifer Lopez com "On the Floor" (8,4 milhões) e a britânica Adele com a canção "Rolling in the deep" (8,2 milhões).

 


É claro que Hollywood iria adorar "Real in Rio". É difícil encontrar outra canção que pudesse comprimir, em menos de quatro minutos, tantos estereótipos sobre o que é um brasileiro, um carioca.
A música de Carlinhos Brown, Sergio Mendes e Siedah Garrett, que acaba de ser indicada ao Oscar na categoria Melhor Canção Original, começa com piados de pássaros, filhos das nossas florestas tropicais tão exóticas.
Entra uma bateria de escola de samba. "We are the best at rhythm and laughter/ That s why we love Carnaval" [Somos os melhores em ritmo e riso/ É por isso que amamos o Carnaval], rasga a letra do samba enredo pesadíssimo. E com direito à voz de Brown puxando: "E aí meu Rio?".
Na repetição, o volume da batucada desce e um violão quase bossa nova toma conta. Pronto: mais uma referência ao Brasil que gringo ama achar que conhece muito.
A presença da dobradinha Sergio Mendes/will.i.am na concepção da trilha tem muito a ver com a indicação. O mundo revive o clima "Brasil tropical" desde que, em 2006, o músico brasileiro e o rapper americano emplacaram a tão tocada versão de "Mas que Nada", de Jorge Ben Jor.
"Real in Rio" compete na categoria Melhor Canção com "Man or Muppet", de Bret McKenzie, do filme "Os Muppets".
A Academia de Hollywood entregará os prêmios da 84ª edição dos prêmios Oscar no próximo dia 26 de fevereiro em Los Angeles.
Carlinhos Brown recebeu em 2005 um prêmio Goya, concedido pela Academia de Cinema da Espanha, pela canção "Zambie Mameto", do documentário "O Milagre do Candeal".
Ouça abaixo a música "Real in Rio":





Não é sempre que Damon Albarn resolve remixar as músicas dos outros. Mas Lana Del Rey parece ter conquistado até mesmo o incansável líder do Blur e Gorillaz, que postou há alguns minutos um remix para o hit “Born To Die” (confira abaixo).

A música é parte do debute da cantora-sensação, que chega às lojas no dia 30 de janeiro. O disco conta com 12 faixas, incluindo as já conhecidas "Blue Jeans", "Off To The Races", "Video Games" e "National Anthem".

Enquanto isso, o produtor William Orbit (conhecido por sua longa parceria com Madonna) deu pistas de estar trabalhando com o Blur para o seu próximo disco de estúdio. Orbit disse em sua conta no Twitter que está prestes a entrar em estúdio com Damon Albarn.

Damon Albarn ainda não comentou o assunto, mas um tweet de Orbit  ao guitarrista Graham Coxon é o maior indício de que o produtor está trabalhando para o próximo disco do Blur: “Oi Graham! Estou adorando as guitarras que você fez! Gravamos vocais no dia 3 de março!”


A cantora e compositora Rita Lee, que anunciou em seu Twitter neste domingo (22) que não vai mais se apresentar ao vivo, disse que ainda continuará a fazer músicas e a gravar. "Aposentar dos palcos não significa parar de cantar, au contraire, vou ser rato de estúdio, tenho material para gravar mais cinco discos de inéditas", afirmou no microblog na manhã desta segunda-feira (23).

Ela também comentou que não gosta do termo "aposentadoria". "A palavra tem muitas olheiras, troco por 'feriaday': dar-se feriado diariamente. Fulana feriadeu-se, do verbo feriadar. Melhor", brincou.
Por fim, falou um pouco mais sobre a "fragilidade física" que fez com que ela tomasse a decisão de se afastar dos palcos. "Por Zeus! Minha múmia está viva, me tirem da tumba! Não estou feriadando porque quero, eu preciso. Nem só de palco vive a música, bebê".

Há ainda um show marcado para a turnê “Etc” na praia Atalaia Nova, em Barra dos Coqueiros, na Região Metropolitana de Aracaju, no próximo sábado (28). A cantora se prepara para lançar, em março, “Reza”, seu primeiro álbum só com músicas inéditas desde 2003, quando ela gravou “Balacobaco”.

Ela ainda não tem o mesmo carisma e personalidade que sua madrinha Amy Winehouse teve na música. Também não tem idade suficiente para falar de amor e das loucuras da vida com a propriedade de uma diva do soul. Mas a britânica Dionne Bromfield, cantora de apenas 15 anos que se apresenta nesta terça (24) no Summer Soul Festival, em São Paulo, já conta com o mais importante para fazer com que ela chegue cada vez mais longe: a voz.

Apesar da pouca idade, Bromfield desembarca no Brasil com a turnê de seu segundo álbum, “Good for the soul”, de 2011. A boa mistura do soul de artistas como Aretha Franklin e Tammi Terrell - duas de suas influências - com a música pop está presente tanto no novo disco quanto em "Introducing Dionne Bromfield", de 2009. Ambos os trabalhos saíram pela Lioness Records, selo fundado por Amy Winehouse, que apadrinhou musicalmente a jovem cantora. "Ela sempre dizia para eu compor minhas próprias músicas", lembra Dionne em entrevista por telefone.

Na conversa, a britânica conta que tem o CD de Justin Bieber em casa, diz que podem surgir surpresas no repertório das apresentações do Summer Soul Festival e fala sobre o soul em sua vida e a lacuna existente no universo musical após a morte de Amy Winehouse.

Você é uma cantora adolescente, mas não pertence ao atual grupo de artistas jovens, como Justin Bieber e Selena Gomez, por exemplo. Sua música é mais séria e adulta. Foi uma coisa natural em sua carreira ou algo mais consciente?
Dionne Bromfield – Foi muito natural, definitivamente não foi pensado. Justin Bieber e Selena Gomez fazem um som mais pop e, não vou mentir, tenho o disco do Justin Bieber em casa. Eu gosto de suas coisas. Mas eu sou uma cantora de soul, aprecio o gênero, a Motown, o r&b. Embora seja bom dizer que eu definitivamente ainda tenho o espírito de uma criança.

Está feliz por se apresentar no Brasil?
Dionne –
Sim, mal posso esperar. Terminei os ensaios e realmente estou muito empolgada.
O repertório dos shows terá surpresas?
Dionne –
Talvez apareçam algumas surpresas no meio das coisas que vou tocar. Depende de como vocês vão me tratar (risos). Apresentarei algumas faixas do meu primeiro disco e também outras do meu novo álbum, que será lançado em breve no Brasil.


De onde vem essa influência de soul? Quais são seus artistas preferidos dentro do gênero?
Dionne –
Na verdade veio da Aretha Franklin, Marvin Gaye, Tammi Terrell e todos aqueles artistas dos anos 60, da Motown e também da Lauryn Hill. Amo ela. Mas também quero que minha música seja um pouco mais livre. Há músicas como “Good for the soul”, que obviamente mostram bem o lado soul. Por outro lado, “Move a little faster” é genuinamente uma canção pop. Eu queria meio que caminhar entre os dois mundos, não queria fazer nem um disco simplesmente de soul e nem algo completamente pop. A ideia era misturar as duas coisas.
Amy Winehouse era sua madrinha na música. Qual lembrança você tem dela?
Dionne –
São muitas. Ela sempre dizia para eu compor minhas próprias músicas e eu nunca entendi o porquê até ter que fazer meu segundo álbum. Pensei: “agora sei porque ela me pedia pra fazer isso”.
Você cantou no tributo dela. Como foi essa experiência?
Dionne –
Esse foi o meu melhor momento cantando desde o programa “Strictly come dancing” em 2009. Cantei muito bem, foi maravilhoso poder homenagear Amy com “Love is a losing game”. Foi realmente adorável.

Além disso, você também foi a última pessoa com quem ela se apresentou antes de morrer. Acredita que ela deixou uma lacuna na música que será difícil de ser preenchida?
Dionne –
Sim, ninguém pode substituir Amy. Nem eu, nem Adele, nem Duffy. Ela era uma artista de verdade e ninguém pode tentar ser Amy.

Seu primeiro disco saiu quando você tinha apenas 13 anos. Como foi esse período? Seus pais te ajudaram a controlar tudo?
Dionne –
Minha mãe, minha equipe e todos ao meu redor me apoiaram bastante. Eu era muito jovem. Que eu saiba não havia ninguém no Reino Unido naquele momento que fazia o que eu estava fazendo. Eu era meio que o único peixe na lagoa naquela época, mas foi incrível poder fazer isso tão jovem, porque agora sei como funciona a indústria da música.

Então veio o segundo disco, e agora você vai tocar no Brasil...
Dionne –
É uma coisa fenomenal. Nunca pensei que fosse conseguir me apresentar fora do Reino Unido, para começar. Visitar o Brasil é algo espetacular, espero que vocês me aceitem e gostem de mim!

Prevaleceu a fome do povo por música!

No ano passado os projetos de lei SOPA e PIPA foram sugeridos no congresso americano. Elas acabaram recebendo bastante atenção da mídia por causa da censura prévia e estado de vigilância que ela sugeria aos provedores americanos. E devido às duras críticas que os projetos receberam, eles foram retirados de pauta do congresso e não vão mais ser votados.
Projetos de lei "SOPA e PIPA" são retirados da pauta do Congresso Americano (Foto: Reprodução/arstechnica)Projetos de lei "SOPA e PIPA" são retirados da pauta do congresso americano (Foto: Reprodução/arstechnica)
O primeiro a ser arquivado foi o PIPA, que seria votado no dia 24 desse mês. O líder do senado americano, Harry Reid, disse que o projeto não seria votado do jeito que estava sendo proposto. Pouco depois, o principal idealizador do SOPA, Lamar Smith, abandonou e arquivou o projeto, dizendo que ele precisava ser revisto.
As duas foram arquivadas um dia depois de um enorme protesto organizado por grandes sites como o Google, Wikipédia e Reddit. Alguns deles retiraram suas páginas do ar como forma de sensibilizar seus usuários sobre o problema. A tática parece ter funcionado.
A ideia dos projetos, no entanto, podem aparecer novamente na forma de uma nova lei. Mas por causa da péssima impressão que a SOPA e PIPA causaram na Internet, dificilmente veremos elas saírem dos arquivos.

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