Mesmo dedicando toda sua atenção à sua filha recém-nascida, Blue Ivy, Beyoncé continua disposta a promover o álbum "4". Chegando ao sétimo single, o disco vai ganhar um impulso nas próximas semanas graças ao clipe e a um concurso de remix para música "End Of Time".

Uma das favoritas dos fãs, "End Of Time" teve seu clipe gravado em julho do ano passado, quando Beyoncé ainda conseguia esconder a barriguinha da gravidez. A faixa será lançada como single nas próximas semanas, meses depois de ter aparecido na parada da Billboard mesmo sem nenhuma divulgação. Para acompanhar o lançamento a cantora quer que os fãs façam o remix oficial da música.

Beyoncé está oferecendo 4 mil dólares para quem se dispor a bancar o DJ. Os interessados devem ir até o site da artista, baixar as tracks de áudio de "End Of Time", registrar seu remix e divulgar muito na rede, já que Beyoncé vai selecionar a vencedora entre as 50 mais votadas no seu site.


Adele falou sobre o processo de recuperação e todas as dificuldades que enfrentou após a cirurgia de emergência sofrida na garganta em novembro de 2011. Afastada dos palcos e sem poder falar uma única palavra durante todo o tratamento, a cantora inglesa de 23 anos contou para o programa "60 Minutes" que o mais difícil foi parar de falar palavrões para as pessoas. O "problema" logo foi resolvido assim que a diva encontrou um aplicativo no iPhone que xingasse em seu lugar.



"Não falar foi muito difícil. Amo conversar", disse. Para se comunicar, a cantora usou tablets e aplicativos de escrita em seu iPhone. Entre todos os usados, um único chamou mais a sua atenção, já que falava tudo aquilo que ela escrevia, sem nenhum tipo de censura. "Eu tinha um aplicativo no meu telefone que você digitava as palavras e ele repetia. Mas se tem uma coisa que eu adoro é falar palavrão, e a maioria dos apps não aceita esse tipo de coisa."

Adele contou que descobriu que o problema na garganta era sério assim que sua voz "sumiu" ao vivo em programa de rádio francês. "Como se alguém tivesse colocado uma cortina na minha garganta. E eu podia sentir. Parecia que alguma coisa tinha batido na minha garganta", disse. "Fiz uma cirurgia a laser. Eles tiraram o pólipo e corrigiram a hemorragia."

Recuperada, Adele diz que nunca se sentiu tão confiante, e mostrou um pouco de sua voz pela primeira vez após todo o processo para o programa. Apesar de estar tudo certo, a cantora sabe que existem limites para sua saúde. "Se eu resolver fazer uma turnê de 200 dias no ano, voltarei a ter tudo novamente

Como letrista, Wando ficou célebre por composições de teor romântico e erótico. Sua marca registrada era a calcinha. Em depoimento disponível em seu site oficial, o próprio cantor conta como tudo teria começado, explicando que a peça foi uma espécie de fonte de inspiração para seu álbum “Tenda dos prazeres” (1990). “Uma calcinha de cabeça pra baixo, ela vira uma tenda, não é? Aí, coloquei uma calcinha na capa do disco, e essa coisa fez tanto sucesso, que até hoje eu não consigo tirar do show. Eu distribuo calcinhas e recebo, tenho uma coleção muito grande, de todas as formas, jeito, cores e tamanhos.”

No mesmo depoimento, Wando aborda outras estratégias que adotou ao longo da carreira: “Teve uma época [em] que eu mordia a maçã no palco, e continuo mordendo ainda, porque conta a história de como é que começou o pecado, não é?”. As alusões ao sexo prosseguiram, com distribuição de convites de motel – sempre durante apresentações ao vivo. “Teve uma época no Canecão [casa de shows do Rio de Janeiro, atualmente inativa] que a gente botou uma banheira no palco, eu botava uma mulher nua no palco. Eu sempre gostei desses negócios.”

Vanderley Alves dos Reis nasceu em 2 de outubro de 1945 – “num arraial chamado Bom Jardim [em Minas Gerais]”. Lá, ficava a fazenda que teria pertencido aos seus avós. Seu registro, no entanto, foi feito na cidade de Cajuri, no mesmo estado. Ele conta que, ainda criança, mudou-se para Juiz de Fora (MG), onde concluiu o antigo primário. Mais tarde, ele foi para Volta Redonda (RJ), “onde eu entreguei leite nas casas, vendi jornal, virei feirante, dirigi caminhão na estrada”. Na mesma época, passou a se interessar por música, tendo inicialmente se dedicado ao estudo do “violão clássico”.

“E aí eu descobri que não era legal o violão clássico para o que eu queria: eu queria tocar pras moças, né?”, afirma. “O violão clássico é bacana, mas elas [as mulheres], acho que ficavam um pouquinho entediadas. Descobri que eu tinha que fazer umas canções de amor. Comecei a sentir que era legal, que a música socialmente com a parte feminina dava muito certo, me apaixonei por aquele negócio.”

Após deixar a profissão de feirante, Wando mudou-se para Congonhas (MG). Lá, começou a “viver de música”, como integrante de um conjunto chamado “Escaravelhos” – “escaravelho pra quem não sabe, é um besouro, a mesma coisa que Beatles”. Cinco anos mais tarde, decidiu tentar a sorte no “eixo Rio de Janeiro – São Paulo”. Frustrada a passagem pelo Rio, chegou a São Paulo, onde teve gravado seu primeiro sucesso, na voz de Jair Rodrigues. A composição, “O importante é ser fevereiro”, teria sido “uma música muito tocada no carnaval de 1974”, lembrou-se Wando.

A canção integra o disco de estreia de Wando, “Gloria a Deus e samba na Terra” (1973). De acordo com ele, aquele trabalho seguia a linha “do formato do Caetano Veloso, do Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil”. A guinada em direção ao repertório romântico foi simbolizada pela música “Moça”, do disco seguinte, “Wando” (1975). A justificativa: “Cantando na noite em São Paulo, eu descobri que a parte feminina adorava quando eu tocava música romântica.”

Ao longo da década seguinte, Wando consolidaria a reputação, como ele mesmo lista, de “obsceno, o cara da maçã, o cara da calcinha”. É desse período, quando o cantor já vivia no Rio de Janeiro, sua música mais conhecida, “Fogo e paixão”, do disco “O mundo romântico de Wando” (1988), o 14º da carreira, segundo a contagem do site oficial. Ele foi precedido por trabalhos como “Gosto de maçã” (1978), “Gazela” (1979), “Fantasia noturna” (1982), “Vulgar e comum é não morrer de amor” (1985) e “Ui – Wando paixão” (1986). Na sequência, viriam, dentre outros, “Obsceno” (1988), “Depois da cama” (1992) e “O ponto G da história” (1996).
 
Entre álbuns de estúdio e registros ao vivo, o site de Wando contabiliza 28 trabalhos, ao todo. O cantor acreditava ter vendido dez milhões de discos – “até na época que a gente contava”. “Depois [houve] a história da pirataria, que acabou me fazendo muito mais popular. Eu acho que a pirataria é ruim para um lado, para o lado compositor, mas para o lado intérprete, o cara que faz show, eu acho que ela favoreceu muito.”

Em entrevista à Agência Estado, em 2007, Wando comentou sua imagem de “sedutor”: “Na verdade, eu sou como um ator. Até porque eu estaria morto hoje se fosse mesmo assim. Isso é um personagem, naturalmente. É normal que as pessoas pensem que eu sou desse jeito, mas não deixo que as pessoas alimentem muito essa imagem”. Sobre a fama de brega, ele respondeu que incomodou e seguia incomodando.

“Quando as pessoas falam de brega, sempre se referem a uma coisa ruim. Então eu brigo por isso. Agora, eles até quiseram colocar o brega como uma coisa bacana, mas eu acho que é uma forma de pedir desculpa, e isso é mau. Se for ver, você tem que chamar o Chico Buarque de brega, a Maria Bethânia, o Caetano Veloso, o Gilberto Gil. Eles gravaram as músicas que a gente grava. Eles gravam melhor? Não. Isso foi uma coisa cruel que eles fizeram.”

Na entrevista, Wando também comentava a música “Emoções”, gravada em 1978, que ele dizia versar sobre a relação entre dois homens: “Fiz isso porque acho que o relacionamento masculino é uma coisa válida. Não por ter aderido, mas porque eu tenho amigos que vivem esse tipo de coisa”.

Recentemente, o nome de Wando vinha sendo lembrado graças ao documentário “Vou rifar meu coração”, de Ana Rieper, que vem frequentando o circuito dos principais festivais de cinema do país desde alguns meses atrás. Há pouco tempo, teve boa recepção na Mostra de Cinema de Tiradentes, encerrada no último dia 28. O filme trata justamente da música tida como “brega” e traz depoimentos de cantores como Amado Batista, Nelson Ned, Agnaldo Timóteo, Peninha, além de Wando e de ouvintes que contam suas histórias com obras do “gênero”.



O cantor Wando morreu aos 66 anos na manhã desta quarta-feira (8) no Biocor Instituto, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde estava internado desde o dia 27 de janeiro. A informação é do médico particular dele, João Carlos de Souza Dionísio. Segundo o médico, ele teve uma parada cardiorrespiratória às 8h desta quarta-feira (8).

Dionísio informou que foram feitas manobras de ressuscitação, mas o paciente não resistiu. Segundo boletim médico divulgado na terça-feira (7), ele apresentava quadro estável e apresentava melhora progressiva. No domingo (5), o cantor enviou um bilhete para os fãs.  "Eu estou na oficina de Deus arrumando a turbina. Me aguardem!”. Ele lutava contra o entupimento das três artérias coronárias. O cantor chegou a ser submetido a duas cirurgias e havia tido um infarto agudo dentro do hospital.


Pesquisa encomendada pelo produtor teatral britânico David King apontou a música "Everybody hurts", do grupo R.E.M., como a mais deprimente de todos os tempos. A canção "Candle in the wind", escrita por Elton John para Marilyn Monroe, ocupou a segunda colocação da pesquisa. A música que ficou famosa por se transformar em um tributo à princesa Diana, morta em 1997.
Na lista estão ainda "Nothing compares to you", de Prince, mas que ganhou o mundo na voz de Sinéad O'Connor, My heart will go on", tema do filme 'Titanic', da cantora Celine Dion, e "Fix you", da banda Coldplay.
O objetivo do estudo era avaliar o poder da música, e revelou que sete em cada dez homens entrevistados assumiram que já se emocionaram ao escutar uma canção triste. Entre as mulheres, a média chegou aos 90%.


Não estava superlotado, não contou com efeitos especiais de última geração e nem teve dezenas de dançarinas fazendo elaboradas coreografias sobre o palco. Mas sobraram momentos de animação e de singela “cumplicidade”. Assim podemos resumir o show que a cantora Selena Gomez e a banda The Scene realizaram neste sábado, no HSBC Arena, na Barra da Tijuca, como parte da turnê do novo álbum “When the sun goes down”. 

Na apresentação, a namorada de Justin Bieber cantou sucessos de sua jovem carreira como “Hit the lights”, “Magic” e “Who says”, e entre as músicas, fazia questão de declarar seu amor aos fãs brasileiros: “Vocês são a plateia mais amável de toda a turnê. Estou muito feliz por ter vindo”, disparou Selena para um público adolescente empolgadíssimo que retribuía os elogios com coros de “Selena, eu te amo”.

Embora a estrela teen não tenha feito nenhuma menção ao namorado famoso ao longo da apresentação, isso não pareceu ter frustrado os fãs, que cantavam todas as músicas do repertório com muita animação e iluminaram o espetáculo com centenas de bastões de luzes coloridas - que, certamente, proporcionaram uma noite muito lucrativa aos vendedores do artefato que circulavam pelo local.

Durante a canção de encerramento, “Who says”, Selena mais uma vez, se derreteu em elogios ao público: “Obrigada Brasil, amo muito vocês. Foi tudo perfeito e eu prometo voltar” disse a cantora, enquanto vários espectadores levantavam cartazes de “Na, Na, Na, Na...”, assim como ocorreu na apresentação de Paul McCartney no Rio de Janeiro, em maio de 2011. Sem grandes excessos, surpresas ou arroubos de criatividade, Selena fez um show simples e bem comportado, mas que pareceu agradar em cheio às expectativas dos fãs.


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Adam Lambert, vice-campeão do American Idol de 2009 foi o escolhido
Será que realmente dá pra encarar essa parada? Ou aquela química mágica de Freddie Mercurya frente do Queen pode ser reprisada de alguma forma? Bom, Adam Lambert, cantor que foi vice-campeão do reality show musical American Idol de 2009 topou o desafio.
Ele irá assumir o posto de vocalista de uma das bandas mais amadas de todos os tempos. Além de ter cantado ao lado Brian May e Roger Taylor na final do famoso programa de talentos, Lambert também se apresentou com o Queen (ou o que restou dele) em novembro do ano passado, durante o European Music Awards, premiação da MTV.
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O grupo deve fazer sua estreia oficial  no festival Sonisphere, marcado para acontecer entre os dias 6 e 8 de julho na Europa. Sobre a possibilidade do Queen lançar um disco de inéditas com Lambert no vocal, o músico disse que ainda não houve uma discussão a respeito, mas afirmou estar preparado. Abusado esse moleque!
Assim como já aconteceu na formação Queen + Paul Rodgers (ex-Bad Company, Free), o baixista John Deacon não participará da formação 2012. Quem viver verá.
Canta pra nós aí, Frédinho! Mostra pro guri como funciona o cortado.
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Inna - Ai Se Eu Te PegoPara os fãs da música de maior sucesso dos últimos tempos, mais uma novidade. A cantora romena Inna gravou uma versão de “Ai se eu te pego” em claro e bom(razoável) “POR TU GUÊS”.
A música ganhou um arranjo techno e o resultado final (de gosto meio duvidoso) foi assinada pela dupla de produtores “Play&Win”, os mesmos que produzem os discos de Inna.
A gravação pareceu mais uma brincadeira. Mas também deve ter sido uma chance de aproveitar a boa maré de Teló na Europa. Inna declarou-se fã do sucesso e publicou isto em sua página no Facebook:
“And here it is: a remix made for my favorite track at the moment. – INNA – Ai se eu te pego (Remix by Play&Win)“.
Em português ela diz: “E aqui está ela: um remix para minha música favorita no momento…”.
A versão ao vivo é bem melhor e respeita o arranjo original. Para quem já conheceum pouco de Inna, vai estranhar o visual dela e a banda que a acompanha com seus instrumentos no palco. Parece mais uma artista paraguaia ou argentina tocando um arrasta-pé qualquer do que uma cantora que faz sucesso com música eletrônica.
Inna cantando ao vivo em um show de TV
Inna – Ai se eu te pego – Versão Techno

Entre os 16 e 18 anos, Adele Laurie Blue Adkins ganhava uns trocados como atendente de um café em Londres. O salário era péssimo, o trabalho era muito, só que o domingo trazia um alento: ouvir a parada de sucessos no rádio.— Eu trabalhava demais, mas foi a época mais divertida da minha vida — diz Adele, num trecho extraído da biografia "Adele" (Leya).

O livro, do jornalista inglês Chas Newkey-Burden, que se especializou em biografar celebridades (também escreveu sobre Amy Winehouse e Justin Bieber), chegou ao Brasil neste mês. E foi lançado na Inglaterra em outubro de 2011, um mês antes, portanto, da cirurgia a que a cantora se submeteu, nas cordas vocais.


15 milhões de CDs

Em pouco mais de 200 páginas, Newkey-Burden foca nos caminhos que, em cinco anos, levaram Adele do anonimato do balcão ao topo da música pop. Seu segundo álbum, "21", foi líder de vendas em todo o mundo, com mais de 15 milhões de cópias. E, no próximo dia 12, ela disputa as seis principais categorias do Grammy.

A ascensão da cantora ofuscou a parafernália — marketing, publicidade, escândalo, moda e música — do fenômeno Lady Gaga que, a bordo de seu terceiro disco, "Born this way" (2011), atingiu apenas um terço das vendas de Adele. Para Newkey-Burden, o o sucesso da nova musa britânica se deve à mistura do soul de Amy Winehouse com a pegada pop de Gaga, mas numa linguagem própria.

— Com certeza, Adele traz elementos de Amy — diz o autor do livro. — Elas frequentaram a mesma escola, e a sonoridade é próxima, mas a diferença é que enquanto Amy viveu mais do que toda a tragédia que suas letras mostram, Adele deixa a tristeza nas canções e, no minuto seguinte já está se acabando de rir. Também há similaridades entre Adele e Lady Gaga, mas Gaga faria tudo para ser tão talentosa e não ter de inventar tantos truques para permanecer nas paradas.

Para o autor, a ausência de artifícios na carreira de Adele serviu para minar a típica fórmula das divas pop: corpos esculturais e insinuações sexuais misturadas a música.

— A indústria quer impor o quanto elas devem pesar, como devem se vestir. Adele sofreu muita pressão para emagrecer e mudar a aparência, mas seguiu do jeito que é.

Nascida e criada entre Tottenham — bairro com a maior diversidade étnica de Londres — e o centro da capital inglesa, Adele estudou com garotos de todas as raças, credos e classes. Vestia-se como roqueira ao mesmo tempo em que sonhava com Lauryn Hill e em ser tão pop como as Spice Girls. Isso até começar a apreciar bandas indie como The Cure e ícones do jazz e do soul, como Etta James e Aretha Franklin, referências centrais de seu canto. Boa parte de suas músicas reflete experiências vividas entre a infância e o fim da adolescência. Para o autor, os relacionamentos frustrados que servem de inspiração aos seus hits estão ligados à ausente figura do pai, Mark Evans, que se separou da mãe de Adele quando ela tinha 4 anos.
— A separação e a falta do pai, quando ele saiu de casa, estabeleceram cedo uma conexão com o sofrimento que os homens podem causar na vida das mulheres, um dos temas centrais da música dela.

Ao contrário de "19", em que muitos casos amorosos lhe serviram de inspiração, em "21" um único rompimento foi o suficiente para moldar boa parte das canções. Newkey-Burden descreve o trabalho como uma etapa de amadurecimento, resultado de um relacionamento que Adele teve com um homem mais velho e bem-sucedido (o autor não revela quem é), que a fez crescer intelectualmente e prestar atenção em assuntos que, antes, pouco lhe interessavam, como política e história, literatura e cinema, culinária e viagens. "Além de outras coisas para as quais eu nunca dei bola. Eu só pensava em sair e encher a cara", diz a cantora, num dos raros trechos em que a biografia revela uma face menos cor-de-rosa de sua vida.


Hino mundial, o hit do cantor sertanejo Michel Teló ‘Ai se eu te pego‘ é a nova sensação nacional e internacional. Tá bom, não tão nova assim pelas milhões de vezes colocadas repetidamente em loop pelas rádios mundiais. Diferente dos antigos sucessos que disparavam antigamente, com o auxílio da internet e suas redes sociais, é bem mais fácil compartilhar e criar versões personalizadas das músicas.
Michel Teló
Foi o que aconteceu com a canção lançada em julho do ano passado pela Som Livre. Com a estratégia de disponibilizar o MP3 da mesma em seu site oficial, Michel Teló acabou quebrando inúmeras barreiras e foi conquistando fãs mundo afora.

Fenômeno: Banda de uma Música Só?

Mesmo aproveitando o embalo do sucesso da música ‘Fugidinha’ do Exalta Samba’, Teló só disparou mesmo com ‘Delícia/Delícia/Assim, você me mata’. Começou com apoio de artistas que cantavam em seu seus shows. Logo em seguida, veio o boom nas redes sociais, como Facebook, Twitter e Orkut. Daí para frente foi meio difícil segurar seu destino, partindo para um patamar além-fronteira.
Complicado afirmar que Teló continuará no auge com sucesso em tempos em que a internet produz muito conteúdo e traz cada dia novos modismos. Melhor acreditar que ele criará novo hit, porque se continuar pegando essa música, não vai ser nada delícia para os nossos respeitosos ouvidos.
Só para deixar registrado, Michel já fez versão em inglês da mesma canção; cantou ao lado do jogador sensação do momento Neymar; possui shows internacionais agendados, inclusive convidado especial no aniversário da cantora colombiana Shakira; e ainda ganhou a versão boneco estilo Ken. O cara tá podendo!

Versões da Música Ai se Eu te Pego

  • linguagem dos Sinais

  • Soldados em Israel

  • If I Catch you

  • Alvin e os Esquilos

  • Chaves

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