Quem já estava achando estranha a demora das gravadoras estrangeiras em acolher o brasileiro-fenômeno Michel Teló (que recentemente alcançou o topo das paradas na maioria dos países europeus) acaba de receber uma resposta.
A revista Veja acaba de publicar em seu site, que o cantor assinou contrato com a Syco, gravadora do famoso produtor e caça-talentos Simon Cowell, criador do reality American Idol.
Teló vai lançar o seu primeiro disco internacional na Inglaterra: ainda não há informações sobre datas, ou mesmo a tracklist do disco. A gravadora de Teló no Brasil não se pronunciou sobre a notícia.
A revista Veja acaba de publicar em seu site, que o cantor assinou contrato com a Syco, gravadora do famoso produtor e caça-talentos Simon Cowell, criador do reality American Idol.
Teló vai lançar o seu primeiro disco internacional na Inglaterra: ainda não há informações sobre datas, ou mesmo a tracklist do disco. A gravadora de Teló no Brasil não se pronunciou sobre a notícia.
Max Cavalera quer deixar todos os problemas para trás. A começar pela paralisia facial da qual se recupera desde o fim de fevereiro. Também pretende fazer as pazes com João Gordo, do Ratos de Porão, com quem brigou na primeira visita do Soulfly ao Brasil, em 1998. Quando voltou, em 2002, fez uma turnê que o deixou com "um gosto ruim" na boca, memória que conseguiu apagar com a recente passagem por aqui. Essa leveza de espírito talvez seja responsável por "Enslaved" ser o melhor álbum de sua banda atual, um trabalho que carrega o nível dos álbuns mais memoráveis que fez com seu antigo grupo, o Sepultura. O disco, o oitavo na discografia do Soulfly, sai nesta terça-feira (13).
Não por acaso, a empolgação com a qualidade do trabalho levou o novo baterista da banda a caracterizá-lo como uma espécie de "Arise [álbum clássico do Sepultura, lançado em 1991] após usar crack". Exagero? Talvez, mas o peso e a potência de "Enslaved" e seu olhar mais voltado para o death metal certamente vão agradar aos fãs da melhor fase do grupo brasileiro. Para completar, "Enslaved" conta com a participação dos três filhos de Max em "Revengeance", uma homenagem a Dana Wells, enteado do músico que morreu em 1996.
Em entrevista por telefone ao G1, o vocalista e guitarrista Max Cavalera falou sobre os novos integrantes do Soulfly e sua busca por uma sonoridade mais extrema em "Enslaved", deu detalhes sobre a autobiografia que está escrevendo e disse que ficou emocionado ao tocar no Brasil após 10 anos longe do país, afirmando que o público daqui é "o mais legal do mundo".
Como você está de saúde? Já melhorou da paralisia de Bell?
Max Calavera – Já melhorei. Fui no médico e ele falou que já passou 90% do problema. Tomei alguns antibióticos e fiz alguns exercícios mexendo a cara, mas é um vírus que demora um tempo pra sair. Só se percebe a melhora de três semanas a um mês. É quando dá pra notar se vai ficar ruim ou se vai melhorar. E no meu caso já melhorou. Os outros 10% vão melhorar no próximo mês
Max Calavera – Já melhorei. Fui no médico e ele falou que já passou 90% do problema. Tomei alguns antibióticos e fiz alguns exercícios mexendo a cara, mas é um vírus que demora um tempo pra sair. Só se percebe a melhora de três semanas a um mês. É quando dá pra notar se vai ficar ruim ou se vai melhorar. E no meu caso já melhorou. Os outros 10% vão melhorar no próximo mês
“Enslaved” já é o oitavo disco do Soulfly. Como você vê esse álbum na discografia da banda?
Max Cavalera – É legal porque o disco ficou bem porrada mesmo. Tem gente nova na banda: o Tony tocando baixo, que é um cara bom pra caramba e o David na bateria, que vem de uma escola de death metal, tocando com dois bumbos e fazendo coisas bem ligadas ao gênero. Com a ajuda desses caras eu consegui fazer o “Enslaved”, que é um disco mais ligado ao death metal, bem extremo, um Soulfly que ninguém estava esperando. Acho que surpreendeu muita gente. O single é “World scum” e todos gostaram dela. Julgando por essa música dá pra ter uma ideia de que o disco vai ser bem porrada, bem extremo. Acho que essa fase nova do Soulfly, indo pra um lado extremo, é um passo legal também. Mostra para os fãs que a gente está ligado ao heavy.
Max Cavalera – É legal porque o disco ficou bem porrada mesmo. Tem gente nova na banda: o Tony tocando baixo, que é um cara bom pra caramba e o David na bateria, que vem de uma escola de death metal, tocando com dois bumbos e fazendo coisas bem ligadas ao gênero. Com a ajuda desses caras eu consegui fazer o “Enslaved”, que é um disco mais ligado ao death metal, bem extremo, um Soulfly que ninguém estava esperando. Acho que surpreendeu muita gente. O single é “World scum” e todos gostaram dela. Julgando por essa música dá pra ter uma ideia de que o disco vai ser bem porrada, bem extremo. Acho que essa fase nova do Soulfly, indo pra um lado extremo, é um passo legal também. Mostra para os fãs que a gente está ligado ao heavy.
Acredita que os novos integrantes colaboraram para esse peso?
Max Cavalera – Logicamente! Principalmente o David, porque a bateria do “Enslaved” é animal, muito legal. O trabalho que o David fez nela, junto com o Zeuss, que produziu o disco, foi muito bom e eu adorei o som da bateria. Ele tocando parece o Dave Lombardo [Slayer] antigo, o Pete Sandoval [Terrorizer]... O cara segura a bronca mesmo.
Max Cavalera – Logicamente! Principalmente o David, porque a bateria do “Enslaved” é animal, muito legal. O trabalho que o David fez nela, junto com o Zeuss, que produziu o disco, foi muito bom e eu adorei o som da bateria. Ele tocando parece o Dave Lombardo [Slayer] antigo, o Pete Sandoval [Terrorizer]... O cara segura a bronca mesmo.
Como foi chegar aos nomes que foram convidados para participar de “Enslaved”?
Max Cavalera – Sempre convidamos alguém, como em todo disco do Soulfly. No passado, tivemos Tom Araya, Corey, do Slipknot, o Sean Lennon... dessa vez, tive a ideia de fazer com caras um pouco mais “underground”, como o Dez, que é do DevilDriver e do Coal Chamber. A gente se conhece há muito tempo, nossas famílias até trocam cartão de Natal. Já em “World scum”, a ideia original era fazer com o cara do Oceano, que é uma banda nova que eu gosto, mas ele não pôde, então chamei o Travis do Cattle Decapitation, um grupo de death metal. O cara tem um vocal animal e eu precisava de uma voz bem death metal para essa música, pois ela foi feita para ter um vocal mais pesado.
Max Cavalera – Sempre convidamos alguém, como em todo disco do Soulfly. No passado, tivemos Tom Araya, Corey, do Slipknot, o Sean Lennon... dessa vez, tive a ideia de fazer com caras um pouco mais “underground”, como o Dez, que é do DevilDriver e do Coal Chamber. A gente se conhece há muito tempo, nossas famílias até trocam cartão de Natal. Já em “World scum”, a ideia original era fazer com o cara do Oceano, que é uma banda nova que eu gosto, mas ele não pôde, então chamei o Travis do Cattle Decapitation, um grupo de death metal. O cara tem um vocal animal e eu precisava de uma voz bem death metal para essa música, pois ela foi feita para ter um vocal mais pesado.
Seus filhos também participam. Foi uma coisa bem natural tê-los no disco?
Max Cavalera – Estava esperando eles ficarem mais maduros, aprenderem a tocar melhor, para fazer uma música com eles em estúdio, que era um sonho meu. Sempre achei que seria legal gravar com meus filhos e fazer uma música inteira. Quando chegou a época de gravar esse disco, vi que eles já estavam bem maduros, tocando bem e aí eu resolvi fazer “Revengeance”, que é sobre o irmão deles, o Dana, que morreu em 1996. Então comecei a tocar com o Zyon e fiz metade da música. Depois levei para o estúdio e o Igor, meu filho pequeno, fez dois riffs que a gente colocou na faixa como um refrão e uma nova introdução. Cada um de nós canta nela, eu, o Igor e o Richie. Cada um tinha sua própria letra e seu próprio vocal, e no refrão cantamos juntos. Foi bem legal, com a família no estúdio, um dia divertido. A música ficou boa e eu acabei escolhendo-a para fechar o disco.
Max Cavalera – Estava esperando eles ficarem mais maduros, aprenderem a tocar melhor, para fazer uma música com eles em estúdio, que era um sonho meu. Sempre achei que seria legal gravar com meus filhos e fazer uma música inteira. Quando chegou a época de gravar esse disco, vi que eles já estavam bem maduros, tocando bem e aí eu resolvi fazer “Revengeance”, que é sobre o irmão deles, o Dana, que morreu em 1996. Então comecei a tocar com o Zyon e fiz metade da música. Depois levei para o estúdio e o Igor, meu filho pequeno, fez dois riffs que a gente colocou na faixa como um refrão e uma nova introdução. Cada um de nós canta nela, eu, o Igor e o Richie. Cada um tinha sua própria letra e seu próprio vocal, e no refrão cantamos juntos. Foi bem legal, com a família no estúdio, um dia divertido. A música ficou boa e eu acabei escolhendo-a para fechar o disco.
O baterista David afirmou que “Enslaved” é como um “Arise [álbum clássico do Sepultura, lançado em 1991] após usar crack”. Você concorda?
Max Cavalera – Acho que ele estava animado. Quando você fica animado, essas coisas saem da sua boca, como essa declaração louca. Achei engraçado ele falar isso, mas acho que foi mais porque ele estava empolgado, pois saía uma música atrás da outra, que levou ele a dar essa opinião, uma frase que acabou sendo divulgada no mundo inteiro.
Max Cavalera – Acho que ele estava animado. Quando você fica animado, essas coisas saem da sua boca, como essa declaração louca. Achei engraçado ele falar isso, mas acho que foi mais porque ele estava empolgado, pois saía uma música atrás da outra, que levou ele a dar essa opinião, uma frase que acabou sendo divulgada no mundo inteiro.
De onde veio a ideia para “Plata o plomo”, música cantada em português por você e em espanhol pelo Tony cuja letra é sobre o traficante Pablo Escobar?
Max Cavalera – Eu tenho um livro que foi escrito pelo irmão do Escobar que é bem legal, e o emprestei para o Tony, para ele ler e fazer sua parte da letra. O Tony canta no Asesino, que é uma banda que tem um vocal death metal muito legal, em espanhol. Então falei para ele que a gente tinha que fazer uma música juntos e que ele deveria cantar da mesma forma que canta no Asesino. Inclusive, quando a gente for tocar ao vivo, ele vai botar a máscara que usa no Asesino, uma máscara de luta livre mexicana. Na banda, o chamam de Maldito X. Fiz minha parte em português, e ele em espanhol. O Mike botou uma guitarra flamenca que ficou muito legal. O clima ficou bem animal, com a história da vida do Pablo Escobar. Muita gente acha que ele é santo e outros dizem que ele é o diabo. É uma das músicas mais legais do disco, bem diferente do restante.
Max Cavalera – Eu tenho um livro que foi escrito pelo irmão do Escobar que é bem legal, e o emprestei para o Tony, para ele ler e fazer sua parte da letra. O Tony canta no Asesino, que é uma banda que tem um vocal death metal muito legal, em espanhol. Então falei para ele que a gente tinha que fazer uma música juntos e que ele deveria cantar da mesma forma que canta no Asesino. Inclusive, quando a gente for tocar ao vivo, ele vai botar a máscara que usa no Asesino, uma máscara de luta livre mexicana. Na banda, o chamam de Maldito X. Fiz minha parte em português, e ele em espanhol. O Mike botou uma guitarra flamenca que ficou muito legal. O clima ficou bem animal, com a história da vida do Pablo Escobar. Muita gente acha que ele é santo e outros dizem que ele é o diabo. É uma das músicas mais legais do disco, bem diferente do restante.
Você está escrevendo uma autobiografia? Em que pé está?
Max Cavalera – Estou, estamos vendo se dá pra sair no fim do ano, no Natal. A ideia é ser lançada antes do fim do mundo (risos), para todo mundo poder ler antes do mundo acabar. Está ficando legal, a introdução está sendo feita pelo Dave Grohl, que é amigo meu. Ele sempre ia assistir aos shows do Sepultura em Seattle. É um cara muito legal e um dos maiores “rockstars” do mundo nos dias de hoje. Ele ficou bem honrado em poder fazer a introdução do livro, que vai ter entrevista com muita gente, como Tom Araya e Sean Lennon. Falo de como cresci no Brasil, nasci em BH e me mudei para São Paulo, falo da morte do meu pai, da criação do Sepultura, de como eu fiz o Sepultura assinar com a Roadrunner, quando fui viajar para Nova York de terno e gravata, com o cabelo amarrado pra trás, com uma passagem de graça, pois fui como executivo da PanAm, que nem existe mais. Outra que já virou mito é a de quando vomitei no Eddie Vedder... Vai ter tudo isso no livro.
Max Cavalera – Estou, estamos vendo se dá pra sair no fim do ano, no Natal. A ideia é ser lançada antes do fim do mundo (risos), para todo mundo poder ler antes do mundo acabar. Está ficando legal, a introdução está sendo feita pelo Dave Grohl, que é amigo meu. Ele sempre ia assistir aos shows do Sepultura em Seattle. É um cara muito legal e um dos maiores “rockstars” do mundo nos dias de hoje. Ele ficou bem honrado em poder fazer a introdução do livro, que vai ter entrevista com muita gente, como Tom Araya e Sean Lennon. Falo de como cresci no Brasil, nasci em BH e me mudei para São Paulo, falo da morte do meu pai, da criação do Sepultura, de como eu fiz o Sepultura assinar com a Roadrunner, quando fui viajar para Nova York de terno e gravata, com o cabelo amarrado pra trás, com uma passagem de graça, pois fui como executivo da PanAm, que nem existe mais. Outra que já virou mito é a de quando vomitei no Eddie Vedder... Vai ter tudo isso no livro.
O Sepultura e o Ratos de Porão sempre foram bandas irmãs, surgindo mais ou menos na mesma época e tocando juntos por diversas vezes. Ainda mantém contato com o João Gordo?
Max Cavalera – Não tenho, mas através do Iggor, que o conhece e continua a amizade com ele, ele falou que queria me ver e eu também queria me encontrar com ele. Tivemos uma treta errada no primeiro show do Soulfly em São Paulo [em 1998], uma discussão quando a gente esteve na MTV. Acabamos brigando, nem sei o motivo, não dá nem para entender. Eu queria botar tudo para trás e continuar a amizade com ele, sou amigo, gosto muito do Ratos e, para mim, não tem muito a ver ficar brigado com as pessoas.
Max Cavalera – Não tenho, mas através do Iggor, que o conhece e continua a amizade com ele, ele falou que queria me ver e eu também queria me encontrar com ele. Tivemos uma treta errada no primeiro show do Soulfly em São Paulo [em 1998], uma discussão quando a gente esteve na MTV. Acabamos brigando, nem sei o motivo, não dá nem para entender. Eu queria botar tudo para trás e continuar a amizade com ele, sou amigo, gosto muito do Ratos e, para mim, não tem muito a ver ficar brigado com as pessoas.
O Soulfly tocou recentemente no Brasil. Como foram os shows aqui? Como é voltar para cá e tocar para o público brasileiro?
Max Cavalera – Muito animal. O Brasil foi demais. Valeu a pena esperar 10 anos para tocar aí. O show de São Paulo foi muito emocionante, é o público mais legal do mundo. Foi o melhor show da turnê, não tenho palavras para expressar como foi. As pessoas cantaram todas as músicas, das mais antigas às novas, do Sepultura ao Soulfly... cantaram tudo, como se fosse uma banda só. Para mim, isso foi muito legal, porque o show que a gente fez da outra vez não foi muito legal, foi meio sacaneado, meio sabotado. Rolou uma grande confusão e ficou um gosto ruim na boca, então queria botar isso para trás. Esse show agora em São Paulo detonou, o do Circo Voador, lotado, também. Vi muitos amigos antigos, encontrei gente que não via há 20 anos. Outra coisa excelente foi meu filho Zyon tocando bateria. Levei ele só para a América do Sul, era uma coisa que queria fazer de especial e ele detonou.
Max Cavalera – Muito animal. O Brasil foi demais. Valeu a pena esperar 10 anos para tocar aí. O show de São Paulo foi muito emocionante, é o público mais legal do mundo. Foi o melhor show da turnê, não tenho palavras para expressar como foi. As pessoas cantaram todas as músicas, das mais antigas às novas, do Sepultura ao Soulfly... cantaram tudo, como se fosse uma banda só. Para mim, isso foi muito legal, porque o show que a gente fez da outra vez não foi muito legal, foi meio sacaneado, meio sabotado. Rolou uma grande confusão e ficou um gosto ruim na boca, então queria botar isso para trás. Esse show agora em São Paulo detonou, o do Circo Voador, lotado, também. Vi muitos amigos antigos, encontrei gente que não via há 20 anos. Outra coisa excelente foi meu filho Zyon tocando bateria. Levei ele só para a América do Sul, era uma coisa que queria fazer de especial e ele detonou.
A ideia para 2012 é excursionar? Vão para a Europa depois de tocar na América do Norte?
Max Cavalera – Sim, vamos começar agora pelo México, e aí vamos tocar nos Estados Unidos, e então seguimos para a Europa para tocar nos festivais de verão. Depois, continuaremos a tocar até o fim do ano.
Max Cavalera – Sim, vamos começar agora pelo México, e aí vamos tocar nos Estados Unidos, e então seguimos para a Europa para tocar nos festivais de verão. Depois, continuaremos a tocar até o fim do ano.
Durante dez anos, eles tentaram decolar como cantores defendendo o sertanejo de raiz. Há um ano e meio juntos, João Lucas e Marcelo resolverem seguir os mandamentos da cartilha de Michel Teló.
“Quem gosta de sertanejo de raiz é um público mais velho e caipira. Pra fazer sucesso, é preciso cantar o que a galera jovem pede. Resolvemos seguir o mesmo caminho pra ver se conseguíamos”, disse João Lucas, durante entrevista ao G1 por telefone.
Para tal, compraram o direto de regravar “Eu quero tchu, eu quero tcha”, sucesso de Shylton Fernandes, da banda Forró Safado - prática quase obrigatória do atual "sertanejo de pegação". O hit, como não poderia deixar de ser, já veio acompanhado de coreografia. Com o material adaptado em mãos, era só produzir o clipe e torcer para que a onomatopéia musical chegasse aos ouvidos do maior difusor popular: o jogador Neymar. Ouça aqui o "hit do Neymar".
Ao comemorar o 100° gol pelo Santos, ele fez os passinhos da dança. Bracinhos pra cima e uma reboladinha de segundos renderam à dupla a possibilidade de, finalmente, ganhar dinheiro. João Lucas revela que ainda não deu pra comprar nada, mas não esconde a ansiedade. “Confesso que tô com pressa para ganhar dinheiro, mas ainda não consegui arrematar uma casa pra minha família. Não tenho nada, só um carro.”
Novos ricos
A meta, entretanto, é estacionar um jatinho na garagem para atender à nova demanda de shows. Após a divulgação em rede nacional feita por Neymar, a dupla recebeu propostas internacionais de produtores em Portugal, Romênia e Itália.
Em território nacional, o artilheiro do Santos reforçou seu efeito Midas. O que ele dança, de fato, vira ouro. Antes da comemoração, os sertanejos faziam apenas oito apresentações por mês. Agora, já são mais de 20. O caminho é o mesmo de "Ai se eu te pego", que ganhou o mundo depois da dancinha de Cristiano Ronaldo.
O poder de multiplicação transforma os jogadores de futebol em novos padrinhos do sertanejo. Para João Lucas, que já teve duas duplas antes de se juntar a Marcelo, cair no gosto musical de Neymar é a forma mais eficiente de alavancar a carreira.“Os jogadores são os novos padrinhos mesmo, é a melhor forma de fazer sucesso e decolar. Seremos eternamente gratos ao Neymar.” A gratidão - e a exposição - fizeram a dupla colocar o nome do jogador na letra da música, que não hesitam em apresentar também como "hit do Neymar".
Grande encontro
Marcelo é compositor conhecido no mercado. Já fez canções para Luan Santana e Victor e Leo, mas penou até encontrar uma segunda voz ideal. Conheceu João Lucas em uma festa de aniversário de amigos na cidade de Aruanã, Goiás, em 2010. Ambos encerravam parcerias de insucesso com outros cantores. “A gente não vingava”, explica João.
Em janeiro de 2011, com a dupla formada e empresário contratado, eles gravaram o primeiro CD. O disco não estourou como previsto e os rapazes foram atrás de um “hit pegação”. Ouviram na internet a música de Shylton e entraram em contato com o compositor.
João diz não saber o preço pago ao dono de “Eu quero tchu, eu quero tcha”. O acordo garante a exclusividade de cantar a versão, mas os direitos permanecem de Shylton. “Nosso empresário que fez tudo, não sei quanto foi. De qualquer forma, valeu cada centavo.”
Regravaram inicialmente em versão forró, mas não gostaram do resultado. Decidiram misturar o arrocha com uma batida de funk e apostaram. Lançaram novamente o CD, incluindo o hit e mais algumas faixas inéditas. Agora, começam a mensurar os resultados de vendas.
Toque de caixa
João garante que ele e seu parceiro reconhecem a baixa qualidade musical dos hits de verão, mas acredita ser o único caminho para manter-se no mercado. “Ou abraçávamos isso, ou ficávamos pra trás.”
Confortáveis com a fama, eles pretendem abusar do potencial de “Eu quero tchu, eu quero tcha” até o seu esgotamento. Na gaveta, já está pronta uma música muito similar, composta pela dupla juntamente com Shylton. Letra e melodia foram feitas em menos de 24 horas. “A batida é bem parecida, letra fácil e melodia simples também. É a forma que encontramos de manter o sucesso.”
Além do material, eles contrataram uma coreógrafa para que Marcelo, o mais travado da dupla, solte o quadril em cima dos palcos. “Meu parceiro não dança nada. Eu engano um pouquinho, mas ele é primeira voz e precisa se concentrar. Estamos com uma professora de dança, e vamos fazer aula duas vezes por semana. Se a gente dança, a mulherada se empolga e reproduz a coreografia. Isso ajuda muito, pois 90% do nosso público é feminino.”
“Quem gosta de sertanejo de raiz é um público mais velho e caipira. Pra fazer sucesso, é preciso cantar o que a galera jovem pede. Resolvemos seguir o mesmo caminho pra ver se conseguíamos”, disse João Lucas, durante entrevista ao G1 por telefone.
Para tal, compraram o direto de regravar “Eu quero tchu, eu quero tcha”, sucesso de Shylton Fernandes, da banda Forró Safado - prática quase obrigatória do atual "sertanejo de pegação". O hit, como não poderia deixar de ser, já veio acompanhado de coreografia. Com o material adaptado em mãos, era só produzir o clipe e torcer para que a onomatopéia musical chegasse aos ouvidos do maior difusor popular: o jogador Neymar. Ouça aqui o "hit do Neymar".
Ao comemorar o 100° gol pelo Santos, ele fez os passinhos da dança. Bracinhos pra cima e uma reboladinha de segundos renderam à dupla a possibilidade de, finalmente, ganhar dinheiro. João Lucas revela que ainda não deu pra comprar nada, mas não esconde a ansiedade. “Confesso que tô com pressa para ganhar dinheiro, mas ainda não consegui arrematar uma casa pra minha família. Não tenho nada, só um carro.”
Novos ricos
A meta, entretanto, é estacionar um jatinho na garagem para atender à nova demanda de shows. Após a divulgação em rede nacional feita por Neymar, a dupla recebeu propostas internacionais de produtores em Portugal, Romênia e Itália.
Em território nacional, o artilheiro do Santos reforçou seu efeito Midas. O que ele dança, de fato, vira ouro. Antes da comemoração, os sertanejos faziam apenas oito apresentações por mês. Agora, já são mais de 20. O caminho é o mesmo de "Ai se eu te pego", que ganhou o mundo depois da dancinha de Cristiano Ronaldo.
O poder de multiplicação transforma os jogadores de futebol em novos padrinhos do sertanejo. Para João Lucas, que já teve duas duplas antes de se juntar a Marcelo, cair no gosto musical de Neymar é a forma mais eficiente de alavancar a carreira.“Os jogadores são os novos padrinhos mesmo, é a melhor forma de fazer sucesso e decolar. Seremos eternamente gratos ao Neymar.” A gratidão - e a exposição - fizeram a dupla colocar o nome do jogador na letra da música, que não hesitam em apresentar também como "hit do Neymar".
Grande encontro
Marcelo é compositor conhecido no mercado. Já fez canções para Luan Santana e Victor e Leo, mas penou até encontrar uma segunda voz ideal. Conheceu João Lucas em uma festa de aniversário de amigos na cidade de Aruanã, Goiás, em 2010. Ambos encerravam parcerias de insucesso com outros cantores. “A gente não vingava”, explica João.
Em janeiro de 2011, com a dupla formada e empresário contratado, eles gravaram o primeiro CD. O disco não estourou como previsto e os rapazes foram atrás de um “hit pegação”. Ouviram na internet a música de Shylton e entraram em contato com o compositor.
João diz não saber o preço pago ao dono de “Eu quero tchu, eu quero tcha”. O acordo garante a exclusividade de cantar a versão, mas os direitos permanecem de Shylton. “Nosso empresário que fez tudo, não sei quanto foi. De qualquer forma, valeu cada centavo.”
Regravaram inicialmente em versão forró, mas não gostaram do resultado. Decidiram misturar o arrocha com uma batida de funk e apostaram. Lançaram novamente o CD, incluindo o hit e mais algumas faixas inéditas. Agora, começam a mensurar os resultados de vendas.
Toque de caixa
João garante que ele e seu parceiro reconhecem a baixa qualidade musical dos hits de verão, mas acredita ser o único caminho para manter-se no mercado. “Ou abraçávamos isso, ou ficávamos pra trás.”
Confortáveis com a fama, eles pretendem abusar do potencial de “Eu quero tchu, eu quero tcha” até o seu esgotamento. Na gaveta, já está pronta uma música muito similar, composta pela dupla juntamente com Shylton. Letra e melodia foram feitas em menos de 24 horas. “A batida é bem parecida, letra fácil e melodia simples também. É a forma que encontramos de manter o sucesso.”
Além do material, eles contrataram uma coreógrafa para que Marcelo, o mais travado da dupla, solte o quadril em cima dos palcos. “Meu parceiro não dança nada. Eu engano um pouquinho, mas ele é primeira voz e precisa se concentrar. Estamos com uma professora de dança, e vamos fazer aula duas vezes por semana. Se a gente dança, a mulherada se empolga e reproduz a coreografia. Isso ajuda muito, pois 90% do nosso público é feminino.”
Há doze anos sem um álbum de estúdio, Sidney Magal chegou a lançar um trabalho ao vivo no meio do caminho, em 2006. Mas isso não é para ele: “Gravar DVD de show ao vivo é coisa pra novato, que tem pouco tempo de estrada e precisa disso pra vender, ganhar projeção. Não tenho necessidade e nem gosto disso.”Pela primeira vez neste século, o cantor está com um álbum de estúdio pronto, que será lançado em junho deste ano, acompanhado de um DVD, que ainda será gravado. A demora - que incluiu um ano para o processo de seleção das músicas - se deve à relutância de Magal no que considera um mercado "pouco digno" com os artistas.
“Virou essa b... horrorosa com a pirataria e os abusos da internet. Acho que agora estamos começando a regularizar e me deu vontade de produzir.”
O sinal dos novos tempos de Magal também incluirá uma releitura da música “Preciso dizer que te amo”, de Cazuza. A versão não chega a remexer os quadris de Sandra Rosa, mas é minimamente dançante. “Não faço o Cazuza dançar lambada, apenas uma requebradinha.”
Quem assina as faixas inéditas são os músicos Caique Vandera, maestro e parceiro de Magal há 11 anos, e Milton Guedes, que compôs com exclusividade para ele. O CD já esta pronto, mas o DVD ainda será gravado em um estúdio paulista nos próximos meses.
O trabalho duplo está previsto para chegar às lojas próximo ao dia 19 de junho, quando o cantor completará 59 anos. “Já comecei as comemorações dos quase 60 anos de vida e 40 de carreira. Esse CD está muito bonito, gostei demais da minha voz nessas músicas”, destaca, Magal que se considera um dos maiores cantores do Brasil.
Fãs e sexo
“Quero vê-la sorrir, quero vê-la cantar, quero ver o seu corpo dançar sem parar”. Os versos do hit de Magal não embalam apenas festas de flashback. Segundo o cantor, a música “Sandra Rosa Madelena” é trilha sonora de motel para inúmeras fãs. “Ela é considerada uma poesia. Tem gente que me fala que adora transar ao som de Sandra Rosa”, diverte-se.
Enquanto Wando colecionava calcinhas, Magal acumula histórias inusitadas de admiradoras exageradas. Há 30 anos, no camarim do extinto Cine Show Madureira, no Rio de Janeiro, uma fã sentou em seu colo, trançou as pernas em sua coxa e, em seguida, começou a gemer até desmaiar. Segundo ele, o "êxtase" da moça durou 15 minutos.
“Ela fez sexo com minha perna. Esperamos acabar o orgasmo, que durou uns 15 minutos, pra chamar um médico e ajudar, saber se era só tesão mesmo ou algum problema de saúde.” A cena foi presenciada pela esposa de Magal e assessora, que não sabiam como reagir. “Foi constrangedor pra elas no momento, mas hoje em dia a gente ri. Minha mulher se diverte.”
Bono, líder do U2, vai cantar de graça na praia de Copacabana no dia 24 de junho, segundo informações do colunista Leo Dias, do jornal carioca "O Dia" deste sábado (10). O músico seria um dos principais convidados da "Rio + 20 - Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável", que vai acontecer na cidade no meio do ano. O evento vai celebrar os 20 anos da ECO-92.
Engajado nas causas ambientais, o artista também deve falar no encontro internacional, que vai reunir os maiores especialistas do tema. Gilberto Gil é outro convidado que estará no palco montado na praia, segundo a publicação.
O repertório do show de Bono ainda não foi definido, mas sabe-se que a banda irlandesa não virá com o astro. Aos 51 anos, Bono anunciou em outubro de 2011, numa polêmica entrevista, que 2012 seria o ano que marcaria o fim do U2, considerada a maior banda de pop-rock do mundo.
Bono já se apresentou com o U2 no Brasil por três vezes, e fez um showcase para a Globo: em 1998, eles tocaram no Rio de Janeiro e em São Paulo; em 2000, o U2 fez uma apresentação especial para o "Fantástico", além de gravar nas ruas do Rio o clipe da música "Walk On". Em 2006 e 2011, a banda se apresentou na capital paulistana, no Estádio do Morumbi.
O repertório do show de Bono ainda não foi definido, mas sabe-se que a banda irlandesa não virá com o astro. Aos 51 anos, Bono anunciou em outubro de 2011, numa polêmica entrevista, que 2012 seria o ano que marcaria o fim do U2, considerada a maior banda de pop-rock do mundo.
Bono já se apresentou com o U2 no Brasil por três vezes, e fez um showcase para a Globo: em 1998, eles tocaram no Rio de Janeiro e em São Paulo; em 2000, o U2 fez uma apresentação especial para o "Fantástico", além de gravar nas ruas do Rio o clipe da música "Walk On". Em 2006 e 2011, a banda se apresentou na capital paulistana, no Estádio do Morumbi.
A primeira a receber o espetáculo é Porto Alegre, cidade natal de Elis. Maria Rita se apresenta na capital gaúcha no dia 24 de março. O local da apresentação será definido em breve assim como em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, onde a Maria Rita apresenta o espetáculo nos dias 8 e 29 de abril, respectivamente.
Já no dia 1 de abril, o "Viva Elis" será apresentado no Parque Dona Lindu, em Recife. E dia 22 do mesmo mês do auditório do Parque do Ibirapuera, na grande São Paulo. A entrada é gratuita.
Ao lado dos músicos Thiago Costa (piano e teclado), Sylvinho Mazzucca (baixo), Davi Moraes (guitarra) e Cuca Teixeira (bateria), Maria Rita interpreta 25 grandes sucessos de Elis.
Segundo a produção, além dos shows, o projeto "Viva Elis" envolve ainda uma exposição multimidia intinerante, com documentário sobre a vida e obra de Elis Regina e um livro baseado em sua trajetória, ambos com previsão de lançamento para 2012.
MULHER...
No mundo existem diversos tipos de mulheres. Existem as que curam com a força do seu amor e as que aliviam dores com a sua compaixão. Foram exemplos Irmã Dulce, na Bahia e Madre Tereza, na Índia.
Existem mulheres que cantam o que a gente sente e as que escrevem o que a gente sente.
Há muitas mulheres glamourosas, como o foi Lady Di e mulheres maravilhosas que deixam lições eternas, como Eunice Weaver e Madame Curie.
Existem mulheres que fazem rir, e mulheres talentosas no Teatro, nas telas dos cinemas, nos palcos do Mundo.
Entre tantos tipos de mulheres existem as que não são conhecidas ou famosas. Mulheres que deixam para trás tudo o que têm, em busca de uma vida nova. Lembramos das nossas nordestinas e sua luta constante contra a adversidade, para que os filhos sobrevivam.
Mulheres que todos os dias se encontram diante de um novo começo, que sofrem diante das injustiças das guerras e das perdas inexplicáveis, como a de um filho amado, pela tola disputa de um pedaço de terra, um território, um comando.
Mães amorosas que, mesmo sem terem pão, dão calor e oferecem os seios secos aos filhos famintos. Mulheres que se submetem a duras regras para viver.
Mulheres que se perguntam todos os dias, ante a violência de que são vítimas, qual será o seu destino, o seu amanhã.
Mulheres que trazem escritos nos sulcos da face, todos os dias de sua vida, em multiplicadas cicatrizes do tempo.
Todas são mulheres especiais. Todas, mulheres tão bonitas quanto qualquer estrela, porque lutam todos os dias para fazer do mundo um lugar melhor para se viver.
Entre essas, as que pegam dois ônibus para ir para o trabalho e mais dois para voltar. E quando chegam em casa, encontram um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.
Mulheres que vão de madrugada para a fila a fim de garantir a matrícula do filho na escola.
Mulheres empresárias que administram dezenas de funcionários de segunda a sexta e uma família todos os dias da semana.
Mulheres que voltam do supermercado segurando várias sacolas, depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulheres que levam e buscam os filhos na escola, levam os filhos para a cama, contam histórias, dão beijos e apagam a luz.
Mulheres que lecionam em troca de um pequeno salário, que fazem serviço voluntário, que colhem uvas, que operam pacientes, que lavam a roupa, servem a mesa, cozinham o feijão e trabalham atrás de um balcão.
Mulheres que criam filhos, sozinhas, que dão expediente de oito horas e ainda têm disposição para brincar com os pequenos e verificar se fizeram as lições da escola, antes de colocá-los na cama.
Mulheres que arrumam os armários, colocam flores nos vasos, fecham a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantêm a geladeira cheia.
Mulheres que sabem onde está cada coisa, o que cada filho sente e qual o melhor remédio para dor de cotovelo do adolescente.
Podem se chamar Bruna, Carla, Teresa ou Maria. O nome não importa. O que importa é o adjetivo: mulher.
Uma das maiores redes sociais de música do mundo, a Last.fm divulgou recentemente a lista das faixas mais “indesejadas” por seus usuários no mês de fevereiro.
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A popstar Adele está no topo do mundo, faturando Grammys e vendendo milhões de CDs. Mas, junto com todo esse sucesso, vem uma taxa de rejeição. Uma das maiores redes sociais de música do mundo, a Last.fm divulgou recentemente a lista das faixas mais “indesejadas” por seus usuários no mês de fevereiro. Em primeiro lugar, ficou “Rolling in the deep”, da cantora britânica.
Essas faixas são aquelas que, logo depois de executadas no site, foram deletadas pelos usuários. A americana toda-poderosa Lady Gaga tem nada menos do que seis músicas entre as fez mais rejeitadas (“Bad romance”, “Judas” e “Born this way”, entre outras). Katy Perry aparece com dois de seus maiores hits (“Firework” e “Teenage dream”). Veja, abaixo, o Top 10.
1 - “Rolling in the deep”, Adele
2 - “Poker face” - Lady Gaga
3 - “Bad Romance” - Lady Gaga
4 - “Alejandro”, Lady Gaga
5 - “Paparazzi”, Lady Gaga
6 - “Someone like you”, Adele
7 - “Born this way”, Lady Gaga
8 - “Judas”, Lady Gaga
9 - “Firework”, Katy Perry
10 - “Teenage dream”, Katy Perry
Inzeita Barroso, Roberta Miranda e Paula Fernandes são as cantoras sertanejas que representam o Dia Internacional da Mulher
Hoje no Dia Internacional das Mulheres o Studio 2002 resolveu homenagear todas as mulheres com algumas de suas representantes; as cantoras sertanejas que literalmente se tornaram a voz das mulheres em todo o Brasil, conquistando fãs e admiradores no mundo todo.
São dezenas cantoras sertanejas que merecem nossa homenagem e o destaque no dia de hoje, mas escolhemos apenas três, que representam épocas distintas e momentos diferentes do cenário musical da música sertaneja e da música no Brasil.
Nesse quesito não elegemos beleza, mas a história de cada uma das homenageadas que vamos citar aqui. Talvez você não conheça a trajetória completa delas, mas aqui vamos justificar por que escolhemos estas três para representar as mulheres do mundo.
1 – Inezita Barroso
Nascida no dia 4 de março de 1925 no bairro da Barra Funda em São Paulo, foi uma mulher que desde pequena mostrou o gosto pela viola e pela música sertaneja. Ainda quando pequena ouvia os amigos de seus pais cantando clássicos da época em uma roda de viola e se emocionava profundamente com as músicas que tocavam sua alma.
Inezita aprendeu a tocar violão com sete anos de idade. Atriz, cantora, instrumentista, folclorista, professora, Inezita ou “Zitinha” como é carinhosamente chamada foi a pioneira no rádio Brasileiro a apresentar programa de música sertaneja.
Atualmente na TV Cultura, Inezita Barroso é a mulher mais velha da TV Brasileira com 87 anos ela deixa para traz a veterana Hebe Camargo.
Sucessos como “A marvada pinga” e “Luar do Sertão” tornaram-se clássicos em sua voz.
2 – Roberta Miranda
Nascida em João pessoa na Paraíba, chegou em São Paulo com a família aos oito anos de idade. Enquanto os irmãos se tonaram professores a travessa Roberta Miranda “matava” as aulas do cursinho para aprender a tocar violão. Além de apanhar quando seus pais descobriram ela foi quase mandada para um colégio interno. Mesmo assim Roberta Miranda seguiu seu sonho e trabalhou por quatorze anos nos bares de São Paulo até ganhar notoriedade no meio musical.
Depois de brigar contra o machismo e enfrentar o preconceito Roberta Miranda tornou-se a cantora sertaneja que mais vendeu CDs no Brasil. São 23 álbuns lançados e 15 milhões de discos vendidos.
Sucessos como “A majestade o Sabiá”, “Vá com Deus” e “Sol da minha vida” consagraram definitivamente a carreira de Roberta Miranda.
3 – Paula Fernandes
Não poderia de forma alguma deixar de fora da nossa lista a cantora que conquistou o Brasil com a música “Pássaro de Fogo” e caiu nas graças do rei Roberto Carlos. Paula Miranda se tornou a música da música sertaneja, tem batido recordes de vendas e shows, tem ultrapassado fronteiras do Brasil e recentemente lançou a música “Long Live” ao lado da estrela americana Tylor Swift e participou do primeiro DVD do cantor colombiano Juanes, gravado mês passado em Miami.
Nascida em Sete Lagoas, cidade do interior de Minas Gerais começou a cantar aos oito anos de idade, mudou-se para São Paulo aos doze e foi contratada por uma companhia de rodeios, com qual viajou por todo o Brasil.
Aos 18 anos, deprimida, voltou para Minas Gerais, pensou em largar a vida artística, mas por nossa sorte, depois de muita dificuldade e preconceito Paula Fernandes chegou para ficar de deixar a sua marca na música Brasileira como a música inspiradora de uma nova geração.
Escolhemos a dedo, estas três artistas para homenagear as mulheres de todo o mundo. Queremos que você que está terminado esta matéria veja a mulher com outros olhos, não com aquela imagem inventada do século passado de “sexo frágil” mas de mulheres batalhadores, lutadoras que enfrentam todos os tipos de preconceito, mas quando querem alcançam o que desejam. FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES