O cantor britânico George Michael remarcou as datas de sua turnê que havia cancelado anteriormente, depois que sofreu de pneumonia severa no ano passado e passou várias semanas internado em um hospital de Viena.

"George Michael está de volta em boa saúde e com novas forças, após uma batalha contra a pneumonia", disse um comunicado divulgado em seu nome nesta terça-feira.

O ex-líder da banda Wham! irá recomeçar sua turnê "Symphonica" em 4 de setembro com um novo concerto em Viena, onde irá doar mil ingressos como agradecimento à equipe médica que o tratou.

"Eu gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer primeiramente aos médicos e enfermeiras que salvaram minha vida e cuidaram muito bem de mim e a todos os meus fãs, família e amigos por seu amor e apoio", disse.

Michael, que seguiu uma carreira solo bem sucedida gravando sucessos como "Careless Whisper", "Faith" e "I Want Your Sex", também irá se apresentar no Palais Garnier Opera House, em Paris, em 9 de setembro.
Outro concerto adiado no Royal Albert Hall, em Londres, acontece em 29 de setembro, e os organizadores afirmaram que os ingressos originais das apresentações canceladas ainda serão válidos.

Michael vendeu em torno de 100 milhões de discos durante sua carreira e tem uma fortuna pessoal estimada em cerca de 90 milhões de libras, ou 120 milhões de dólares.

A cantora Adele e seu disco "21" subiram uma posição na lista dos álbuns mais vendidos de todos os tempos no Reino Unido, superado o clássico "The dark side of the moon", do grupo Pink Floyd.

De acordo com informações da Official Charts Company, o segundo trabalho da britânica já vendeu 4,14 milhões de cópias apenas no Reino Unido, o que o coloca na sétima posição. Caso venda mais 12 mil unidades de "21", Adele ultrapassará também "Brothers in arms", de Dire Straits, atualmente na sexta colocação.

Ainda na frente de Adele estão as bandas Queen, Beatles, Abba, Oasis e o músico Michael Jackson. Veja abaixo a lista completa dos 10 álbuns mais vendidos de todos os tempos no Reino Unido:

- Queen - "Greatest hits"
- The Beatles - "Sgt. Pepper's lonely hearts club band"
- Abba - "Gold"
- Oasis - "(What's the story) Morning glory?"
- Michael Jackson - "Thriller"
- Dire Straits - "Brothers in arms"
- Adele - "21"
- Pink Floyd - "The dark side of the moon"
- Michael Jackson - "Bad"
- Queen - "Greatest hits II"

Sebastian Bach estava verdadeiramente preocupado, ou talvez traumatizado, quando chegou a São Paulo em 2010, para fazer o show de abertura da apresentação do Guns N’ Roses. Em sua visita anterior, 14 anos antes, ele havia feito aquele que considera o pior show de sua carreira. A situação era pouco favorável, justifica ele em entrevista, por telefone. Escalado para tocar num festival que trazia grupos essencialmente pesados, Sebastian não mereceu a melhor das recepções por parte de uma plateia formada por fãs de bandas como Mercyful Fate e Motörhead.

Na época, ele integrava a banda que o consagrou, o Skid Row. E a imagem que o vocalista cultivava pouco contribuía no sentido de garantir uma boa aceitação. Para além do fato de o Skid Row fazer uma música inadequada para a ocasião, o cantor trazia ainda resquícios do tempo em que costumava figurar nas paredes dos quartos de adolescentes que o tomavam por símbolo sexual. Isso, sobretudo entre o fim da década de 1980 e o princípio da seguinte.

O fato de o show de 1996 ter sido o último de Sebastian como membro do Skid Row dá a dimensão dos efeitos daquilo tudo. Mas então veio a excursão de 2010 e o novo encontro com a audiência de São Paulo. “Foi o melhor show da minha vida!”, resume ele, àquela altura em carreira solo. A turnê rendeu um apelido: Tião. Sebastian afirma ter gostado tanto, que pretende providenciar uma tatuagem.

Durante a conversa, Sebastian parecia despreocupado. E orgulhoso. O contexto agora é bem outro: prestes a embarcar para o Brasil, Sebastian tinha em princípio agendado um show em São Paulo (14 de abril) e outro em Porto Alegre (15 de abril), mas os ingressos para a apresentação paulistana se esgotaram tão rapidamente, que foi preciso marcar uma data extra (17 de abril).

Haverá um quarto show, no Metal Open Air, em São Luís (MA), onde Sebastian toca como membro do supergrupo Rock N Roll All Stars. Seus companheiros por lá serão Gene Simmons (Kiss), Joe Elliott (Def Leppard), Matt Sorum (Guns N’ Roses), Duff McKagan (Guns N’ Roses), Gilby Clarke (Guns N’ Roses), Glenn Hughes (Deep Purple), Ed Roland (Collective Soul), Steve Stevens (Billy Idol), Mike Inez (Alice in Chains) e Billy Duffy (The Cult).

Aos 43 anos, Sebastian estava em sua casa, em Bervely Hills, quando atendeu o G1. Ele divide o imóvel com um casal de amigos. O cantor assegurou que, nos shows da nova turnê, tocará músicas de seus álbuns solo – o último é “Kicking & Screaming” (2011) – e do Skid Row, hits inclusos (leia-se: "I Remember You", "Youth Gone Wild", etc.). Também comentou sobre sua carreira paralela, como ator, ele que já figurou em seriados como “Gilmore Girls” (2000-2007) e terá em breve uma aparição no próximo trabalho de Tom Cruise, segundo antecipou. Leia trechos a seguir.

Na sua passagem mais recente pelo Brasil, em 2010, quando abriu os shows do Guns N’ Roses, você mostrou que sabia falar um pouco de português, ao gritar para o público “Sai do chão!” e “Tira do pé do chão!”. Ainda se lembra do que isso significa? Suas habilidade no idioma melhoraram, andou praticando?
Sebastian Bach –
(risos) Ah, não. Quando estou em turnê por esses outros países, tento falar um pouquinho da língua local. Porque acho que, se você está num palco diante de milhares de pessoas, é uma delicadeza tentar falar a língua delas, se elas não falam inglês. É para tentar me fazer entender...

Você deveria tentar repetir aquelas frases, parece ter dado certo.
Sebastian –
Sim, sim. Venho excursionando pela América do Sul há 20 anos e sempre faço isso.

Naquela turnê de dois anos atrás, você ganhou um apelido: Tião. E ainda uma camisa do Brasil, onde estava escrito “Tião”. Ainda usa a camisa?
Sebastian –
Eu vesti no Brasil por causa do que estava escrito, e ainda a tenho. Mas vou fazer uma tatuagem, escrever “Tião”! Porque é muito comovente os brasileiros terem um nome especialmente para mim. É legal.

Você tem outros apelidos, além de Tião?
Sebastian –
Na Inglaterra, me chamam de Sab, é fantástico. No Japão, me chamam de Basu [soletrando]. Basu! (risos).

Nestas suas turnês atuais, você toca para seus antigos fãs, pessoas mais velhas que o desde a época do Skid Row...
Sebastian –
Eu sou muito, muito sortudo mesmo, por ter uma carreira há décadas e décadas, tanto tempo, poder fazer meus shows como atração principal no Brasil. E depois tocar com o Rock N Roll All Stars... É incrível. Vou permanecer na América do Sul por mais de um mês, é fantástico. Rock and roll é impressionante, todo mundo ama. Aquilo que você carrega na alma fica com você pela vida toda.

Mas também vai haver gente mais jovem na plateia, pessoas que conhecem você graças a suas aparições em seriados de tevê, como “Gilmore Girls”.
Sebastian –
No Canadá, tem um outro programa de tevê, chamado “Trailer Park Boys”, que é realmente famoso lá. Mas sempre fico impressionado com o tamanho de “Gilmore Girls”. Vou tocar na Austrália, no México – inúmeros países –, e várias vezes quando ligo a tevê do hotel, vejo que está passando “Gilmore Girls”... É um programa muito popular.

Você gostava do seu personagem na série, o Gil? Era um músico, afinal.
Sebastian –
Sim. Eu gostava de aprender as falas, de me tornar um personagem, me tornar um cara diferente. A maioria dos programas de tevê de hoje são como competição de cantores ou coisa do tipo. Não existem mais programas em que você aprende a decorar um texto para interpretar um personagem. Sinto-me sortudo por ter feito isso.

Suponho que, atualmente, você esteja mais focado na música. Mas há alguma novidade nessa carreira de ator?
Sebastian –
Bem, eu estou agora filmando um novo programa – um piloto – chamado “Beverly Hills Rock Royalty”. Participam a [ex-modelo] Cheryl Rixon, ela tem uma linha de joias chamada Royal Order, e o marido dela, Art Davis, que dono de uma casa noturna. E nós temos uma casa fantástica, onde moramos. É um bom programa. Também estou num novo filme chamado “Rock of Ages”, que será lançado no verão, com Tom Cruise, Catherine Zeta-Jones, Russell Brand, Alec Baldwin...

É um elenco de gente conhecida.
Sebastian –
Encontrar todas essas pessoas é demais. Mas o rock and roll é meu primeiro trabalho. E eu também estou num novo seriado feito para a internet, chamado “Adults Only”, que você pode ver se visitar o meu site. É um programa engraçado. Estou sempre fazendo alguma coisa...

Voltando à nova turnê no Brasil. Eu assisti a um video em que você mandava um recado para os fãs de São Paulo, dizendo que, por causa da grande procura pelos ingressos, a organização decidiu agendar um segundo show na cidade. Você parecia realmente orgulho disso.
Sebastian –
São Paulo tem um lugar especial no meu coração, porque foi onde aconteceu o último show do Skid Row antes de nos separarmos, em 1996. Depois, deixei a banda – e aquele foi o pior show da minha vida. Depois, quando voltei, em 2010, eu não sabia o que esperar de São Paulo. Mas, quando subi no palco, a reação da plateia foi muito impressionante, foi como se todos os fãs estivessem me dizendo: “Nós te amamos, cara! Sentimos muito pelo show de 1996, somos verdadeiros fãs de rock and roll, seja bem-vindo de volta!”. Foi o melhor show da minha vida! O melhor que já fiz.

O melhor de toda a sua carreira, você quer dizer?
Sebastian –
Sim! Porque o anterior, em 1996, foi o pior! Em 2010, eu não sabia o que esperar, e os fãs deixaram muito claro que realmente me amavam, e minha música também.

Por que o de 1996 foi o pior?
Sebastian –
Porque nós tocamos no [festival] Monsters of Rock, com todas aquelas bandas de death metal, como Mercyful Fate, King Diamond, Motörhead... Havia muitos fãs de death metal, era o público errado para o Skid Row. Então você pode imaginar que, ao voltar, 14 anos depois, depois de longo tempo, eu não poderia esperar [ter uma recepção favorável]...

Levando em conta as bandas dos membros originais do Rock N Roll All Stars, qual é a sua favorita? Difícil escolher uma, não?
Sebastian –
É fácil responder: sou um fã do Kiss desde criança. Quando você é um garotinho e vê esses caras com maquiagens e fantasias, eles eram como super-heróis. Isso faz você se apaixonar pelo rock and roll. E, você sabe, este é o primeiro projeto paralelo do Gene Simmons fora do Kiss. É incrível ele ter escolhido fazer a turnê com a gente. Eu me sinto honrado.

O que vocês estão planejando tocar? Acho que não será exatamente um desafio encontrar hits para o show do Rock N Roll All Stars...
Sebastian –
(Risos) É isso aí. Na minha turnê – passarei por Santiago, Buenos Aires, duas noites em São Paulo e outra em Porto Alegre –, vou tocar muito mais as coisas de minha carreira solo e do Skid Row. Serão todas as melhores músicas da minha carreira. [Mas] no show com o Rock N Roll All Stars, vamos tocar o melhor do Kiss, o melhor do Def Leppard, o melhor do Guns N’ Roll, o melhor Skid Row, o melhor do Deep Purple... Vai ser uma oportunidade incrível, vamos tocar bem, bem pesado.

Antes de terminarmos, gostaria que você comentasse aquela história envolvendo o Nirvana. Diz que o Kurt Cobain, logo que formou a banda dele, cogitou chamá-la de Skid Row. O que achou dessa possibilidade?
Sebastian –
Sim, eu ouvi essa história, ela é ótima!

Mas quando você soube disso: na época ou só depois?
Sebastian –
Ouvi essa história quando eles estavam começando a estourar. Lembro-me de estar na Inglaterra quando li no “NME” [semanário musical] e um dos caras da banda – acho que o Dave Grohl – dizendo: “Sim, a banda iria se chamar Skid Row, mas tivemos de trocar o nome porque não achávamos que este nome tivesse apelo suficiente”. (Risos) Eu pensei: “Quem são esses caras, p****?! Isso é besteira!”. (Risos) Na verdade, depois daquilo eu estive numa festa com o Dave Grohl, e ele é um cara incrível, engraçado, gosta de beber, de fazer festa... Também estive em festas com a Courtney Love [viúva de Cobain], e ela é muito legal. Na verdade, eles podem se tornar meus amigos, quem sabe...

Uma festa de casamento sem música não é festa / ShutterstockUma festa de casamento sem música não é festaShutterstock


A advogada Kadja Brandão Vieira e o atual marido conseguiram o ressarcimento desta cobrança. Ela decidiu em 2010 celebrar a união. No momento em que foi assinar o contrato de locação do local da festa, ela foi informada de que deveria pagar uma taxa de R$1.875 para o Ecad. “Até a véspera do evento, não sabia o valor da cobrança. Só soube quando recebi o boleto para pagamento”, revela.

Kadja diz que, na época, questionou o valor, mas segundo ela, todo o acerto foi feito via e-mail. “Fui informada de que o valor referia-se a uma porcentagem sobre o valor da locação do estabelecimento. Inicialmente foi este fato que me indignou, pois não havia qualquer referência às músicas executadas, bem como ao tempo de execução. O parâmetro me pareceu demasiadamente comercial e abusivo.”
A advogada afirma que pagou para evitar problemas, mas inconformada, resolveu estudar o caso. Após as comemorações Kadja foi sua própria defesa. “ Interpretando a atual lei, e a lei anterior, verifiquei que não havia clareza quanto à incidência da cobrança em festas familiares sem fins lucrativos. Entendo ser o casamento a mais familiar das festas. Encontrei duas recentes decisões do TJ [Tribunal de Justiça] de São Paulo que corroboravam meu entendimento, e me encorajei a pleitear o ressarcimento judicialmente.”

Enfim, o juiz Paulo Roberto Jangutta, do 7º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, condenou o Ecad a indenizar Kadja e o marido em R$ 5 mil, além de devolver a quantia paga pelo casal. “Acredito que poucos tenham feito o mesmo, justamente por ponderarem custo/benefício, uma vez que teriam que contratar um advogado sem certeza de obter sucesso”, finaliza.

Advogados comentam a cobrança
De acordo com a advogada Rita de Cássia Ferreira de Oliveira, os noivos não podem alegar que não conhecem a lei, ou que não sabiam da cobrança, pois a lei é pública e acessível à todos.

Rita ainda explica como é realizada a cobrança e dá uma dica: “A cobrança é lícita se a festa não for realizada no ambiente doméstico (casa dos noivos ou algum outro familiar). O que os noivos podem fazer para minimizar riscos é incluir no contrato com o local que eles escolheram para a festa, fora do ambiente doméstico, uma cláusula para, caso o responsável pelo evento não efetue o o pagamento dos direitos autorais, o mesmo seja solidariamente responsável (cláusula de solidariedade)”, revela.

Já o advogado Bruno Zanim considera que o órgão age de forma abusiva. "Sim, a cobrança do Ecad é abusiva, posto contrariar interesses difusos e coletivos, ou seja, assuntos que envolvem aspectos sociais e pior, dificulta o acesso dos cidadãos à cultura e viola o costume", comenta.

Ele lembra que existem projetos de lei em estágio avançado que propõem a modificação da Lei dos Direitos Autorais e a criação de uma autarquia ligada ao Ministério da Cultura, com a consequente extinção do Ecad.

Por fim, ele orienta os noivos ou o buffet a procurarem orientação jurídica, se possível, de forma preventiva, a fim de resguardarem seus direitos.

Richard Bernardes, advogado, economista e administrador de empresas, também é contra à cobrança. “Penso dessa maneira, uma vez que os noivos não auferem lucro algum. Casamento é um evento privado e não é público. Salvo os ‘penetras’, quem não foi convidado não entra.”

Bernardes ainda diz que, ao executar uma música, quem a faz não pretende auferir lucro ou vantagem, e por isso não deveria ser obrigado a recolher a taxa de direito autoral junto ao Ecad. Em contra-partida, o advogado explica que, caso a organização do evento seja realizada por uma empresa, ou o próprio buffet, nesse caso a cobrança deve recair sobre quem realiza, ou seja, a empresa jurídica, vez que ela está auferindo lucros, mas, que de acordo com ele, em momento algum esta cobrança deve recair sobre os noivos.

Será que os noivos leem e ficam cientes da taxa?
Casada recentemente, a professora Vanessa Menezes, de 24 anos, diz que em nenhum momento falaram para ela sobre o Ecad. Já a bancária Vanessa Lombardo, de 32 anos, diz que desde o início esteve a par da cobrança, mas aceitou e não criou confusões na hora do pagamento.

O que as bandas acham disso?

Mauro Souto, responsável pela trilha sonora de festas de casamento, diz que um casamento ou uma festa social é um evento particular e, por isso, não deveria ser cobrada esta taxa, pois quem realiza já tem muitos outros encargos. "O Ecad deve existir sim, porém pra eventos grandes, ações de marketing, Rádio e TV”, opina.

Ecad
Segundo o Ecad, embora as festas de casamento não possuam finalidade de lucro, as execuções de músicas nesses eventos ensejam o pagamento dos direitos autorais. De acordo com a  Lei 9.610/98, a existência de lucro direto deixou de ser requisito para a cobrança. “A retribuição autoral pelo uso de músicas publicamente é devida mesmo quando não há a finalidade lucrativa. O órgão cobra dos locais que realizam essas festas, mas frequentemente os estabelecimentos repassam aos noivos a obrigação do pagamento dos direitos autorais”, esclarece.

A lei estabelece que são devidos direitos autorais pela execução de músicas em locais de frequência coletiva como salões de baile, clubes ou associações. Os únicos casos de não violação de direitos autorais previstos na lei são o uso da música para fins exclusivamente didáticos nos estabelecimentos de ensino e a música executada nas residências, não havendo em nenhum desses casos o intuito de lucro.

Por fim, cabe uma afirmação: uma festa de casamento sem música não é festa!


Amor Eterno AmorLegal ouvir uma música de David Gates numa novela em pleno ano 2012. 
Hoje ouvi na novela Amor Eterno Amor a música “Everything I Own” na cena com os personagens Beatriz (Carolina Kasting) e Gabriel (Felipe Camargo).
“Everything I Own” é uma composição de David Gates e foi gravada pela primeira vez em 1972 pela banda Bread, banda da qual David Gates fazia parte.
Vários artistas e bandas gravaram esta música, entre eles o Culture Club e mais recentemente foi gravada pela cantora Vanessa Hudgens para a trilha sonora do filme Bandslam.

Letra:
You sheltered me from harm.
You kept me warm.
You kept me warm.
You gave my life to me.
You set me free.
You set me free.
The finest years i ever knew.
Were all the ones i spent with you.
I would give anything i own.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
You taught me how to love.
And what it’s of,
What it’s of.
You never said too much but still you showed the way.
And so i knew
From watching you.
Nobody else can ever know.
The part of me that can’t let go.
I would give anything i own.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
Just to touch you once again.
Is there someone you know
You’re loving them so
But taking them all for granted?
You may lose them one day.
Someone takes them away
And they’ll never hear the words you have to say.
I would give anything i own.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
Everything i own.
My life, my heart, my home.
I’d give everything i own.
My life, my heart, my home.
Every little thing. (repeat)
Just to have you back again.
Just to hold you.


Via Marte - Inverno 2012
A Via Marte acaba de lançar sua campanha da coleção inverno 2012 no intervalo de Fina Estampa.
A música foi feita para o comercial pela produtora de áudio Technologica.
Quem está cantando é Tephy Marcondes e Kanhanga – o rapper.
Quer ouvir Tephy Marcondes cantando Paramore? Aqui!



Assista ao comercial e ouça mais uma vez os 2 minutos da música
No site GarotasDoBrasil.com.br tem as datas e horários especiais de lançamento da campanha. Veja!
15.03 – intervalo de fina Estampa
16.03 – intervalo Big Brother Brasil
17.03 – intervalo Fina Estampa
18.03 – intervalo do Fantástico
Depois o comercial entra na programação normal.


C&A - AbusadasEssa é a propaganda da C&A e a música:  “Elas estão DESCONTROLADA” assinada pelo “Bonde do Tigrão”.
Pra fazer referência â música original, coloquei este vídeo porque achei muito legal a animação. Mas, pra ver o vídeo completo, tive que ouvir a música toda também. E, é surpreendente: ela não consegue cantar nenhuma vez da maneira correta – o plural: “descontroladaSSSSSSS”.
Essa música é podre e a letra extremamente complexa… Além disso, hoje, depois de passados muitos anos do “sucesso” dela, dá pra relaxar e lembrar que o pessoal se divertia com ela.
Vou ter que passar uma semana ouvindo meus rockzinhos light pra purificar os ouvidos. Mas valeu a brincadeira.
Assista ao comercial no YouTube
Aqui está a original com a animação
Letra original:
Ah! Que isso?
Elas estão descontroladas
Ah! Que isso?
Elas estão descontroladas
Ela sobe, ela desce, ela dá uma rodada
Elas estão descontroladas
Ela sobe, ela desce, ela dá uma rodada
Elas estão descontroladas
Não para, não para, não para, não!
Não para, não para, não para, não!
Não para, não para, não para, não para, não para
Até o chão!
Vai, vai
A paradinha, a paradinha, a paradinha
A paradinha, a paradinha, a paradinha
A paradinha, a paradinha, a paradinha…vai
vai…elas estão descontroladas
vai…vai…elas estão descontroladas
Ah! Que isso?
Elas estão descontroladas
Ah! Que isso?
Elas estão descontroladas
Ela sobe, ela desce, ela dá uma rodada
Elas estão descontroladas
Ela sobe, ela desce, ela dá uma rodada
Elas estão descontroladas
Não para, não para, não para, não!
Não para, não para, não para, não!
Não para, não para, não para, não para, não para
Até o chão!
Vai, vai
A paradinha, a paradinha, a paradinha
A paradinha, a paradinha, a paradinha
A paradinha, a paradinha, a paradinha…vai
vai…elas estão descontroladas
vai…vai…elas estão descontroladas
Ah! Que isso?
Elas estão descontroladas
Ah! Que isso?
Elas estão descontroladas
Ela sobe, ela desce, ela dá uma rodada
Elas estão descontroladas
Ela sobe, ela desce, ela dá uma rodada
Elas estão descontroladas
Não para, não para, não para, não!
Não para, não para, não para, não!
Não para, não para, não para, não para, não para
Até o chão!
Vai, vai
A paradinha, a paradinha, a paradinha
A paradinha, a paradinha, a paradinha
A paradinha, a paradinha, a paradinha

Victor & Leo formam uma das duplas sertanejas mais respeitadas do mercado e a prova disso é o time de peso que os dois levaram para gravação de seu novo DVD. O show acontece em Florianópolis, a dita "nova capital do sertanejo", e terá participações de Nando Reis, Thiaguinho, Zezé Di Camargo & Luciano e Paula Fernandes.

A apresentação será de graça e fará parte das comemorações dos 286 anos da capital catarinense. O show acontece na Avenida Beira-Mar Continental, no dia 28 de março. O DVD deve ser baseado no último disco da dupla, "Amor De Alma", além de conter algumas inéditas e sucessos dos quase 20 anos de carreira.

Confira o flyer de divulgação:





Assista ao comercial no YouTube
A música é Lisztomania da banda Phoenix.
Ouça a música com a letra
Letra:
So sentimental, not sentimental no
Romantic not disgusting yet
Darling, I’m down and lonely when with the fortunate only
I’ve been looking for something else
Do let, do let, do let, jugulate, do let, do let, do
Let’s go slowly discouraged
Distant from other interests on your favorite weekend ending
This love’s for gentlemen only that’s with the fortunate only
No, I gotta be someone else
These days it comes, it comes, it comes, it comes, it comes and goes
Lisztomania
Think less but see it grow like a riot, like a riot, oh
I’m not easily offended
It’s not hard to let it go from a mess to the masses
Lisztomania
Think less but see it grow like a riot, like a riot, oh
I’m not easily offended
It’s not hard to let it go from a mess to the masses
Follow, misguide, stand still
Disgust, discourage on this precious weekend ending
This love’s for gentlemen only, wealthiest gentlemen only
And now that you’re lonely
Do let, do let, do let, jugulate, do let, do let, do
Let’s go slowly discouraged, we’ll burn the pictures instead
When it’s all over we can barely discuss
For one minute only, not with the fortunate only
Thought it could have been something else
These days it comes, it comes, it comes, it comes, it comes and goes
Lisztomania
Think less but see it grow like a riot, like a riot, oh
I’m not easily offended
It’s not hard to let it go from a mess to the masses
Lisztomania
Think less but see it grow like a riot, like a riot, oh
I’m not easily offended
It’s not hard to let it go from a mess to the masses
This is show time, this is show time, this is show time
This is show time, this is show time, this is show time
Time, time is your love, time is your love, yes time is your
Time, time is your love, time is your love, yes time is your
From the mess to the masses
Lisztomania
Think less but see it grow like a ride, like a ride, oh
Discuss, discuss, discuss
Discuss, discuss, discouraged

Raul Seixas teve muitas mulheres, como mostra o documentário “Raul: o início, o fim e o meio”, de Walter Carvalho, que estreia no próximo dia 23 nos cinemas. A primeira, no entanto, Edith, que se recusou a aparecer no filme, é considerada por amigos e familiares do músico o grande amor de sua vida e até, para alguns, a causa da entrega ao alcoolismo, vício que ajudou a matá-lo precocemente, aos 44 anos, vítima de uma pancreatite em consequência da diabete, em 1989.

“O Raul morreu por amor. De uma paixão pela Edith. Ele 'marcou uma touca' lá no início e achou que poderia resolver quando quisesse. E nunca mais ele conseguiu chegar perto. Ela foi embora com a filha (Simone) e ele nunca mais a viu”, conta o diretor de “Janela de alma” (2001) e “Cazuza – O tempo não para” (2004), em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (14), no Centro do Rio de Janeiro.

Raul conhecia Edith desde a adolescência e se casou com ela aos 23 anos, após completar o segundo grau, fazer cursinho e passar na faculdade só para convencer o pai da moça, um pastor protestante americano, a permitir que ficassem juntos. A “farsa”, segundo os amigos de infância de Salvador, deu certo e o sogro foi convencido. Sete anos depois, no entanto, após acompanhar o amigo e parceiro Paulo Coelho no exílio político em Nova York, e estourar no Brasil com o álbum “Gita”, viu sua mulher ir embora e levar a filha do casal para os Estados Unidos.

Simone aparece no longa e diz, em inglês, que não sente nada pelo pai e que não o conheceu. Ainda lê, via Skype, uma carta de Edith, na qual diz que não dá entrevistas sobre Raul porque são lembranças que a fazem mal e que ela está “feliz e envelhecendo ao lado do homem que ama”.

O artista teve outras quatro mulheres marcantes, todas presentes no documentário: Gloria Vaquer (irmã de Jay Vaquer), Tania Menna Barreto, Kika Seixas e, por fim, Lena Coutinho, de quem se separou um ano antes de morrer. Teve ainda três filhas mulheres: Simone; Scarlet, que também foi morar nos EUA com a mãe, Gloria; e Vânia, de Kika, a única que mora no Brasil. Diante de tantas trocas de companheiras, é impossível não perguntar: Raul era mulherengo?

“Só quando estava no final da relação”, diz o amigo Sylvio Passos. “Ou então quando estava bêbado, doidão. Aí o que caía na rede era peixe”, completa, com um detalhe revelador para um personagem que começou a beber antes por volta dos 13 anos e nunca mais parou.

Fundador e presidente do fã-clube Raul Rock Club, Sylvio, no entanto, concorda com Walter Carvalho sobre a paixão eterna do cantor. “Fiquei nove anos convivendo com o Raul e ouvindo ele falar da Edith. Ele tinha uns rolinhos de Super 8 em que apareciam Edith e Simone, e chorava feito criança toda vez que assistia”, lembra.

Parcerias

Se teve várias musas, Raul também teve seus parceiros, como Paulo Coelho, com quem mantinha uma relação quase como um casamento: “Tinha tudo, menos o sexo”, conta no longa o hoje escritor, coautor de grandes sucessos como “Sociedade alternativa”, “Gita”, “Há dez mil anos atrás” e “Tente outra vez”.
Até com Paulo, porém, a relação teve um rompimento. Por mais de dez anos, se “separaram”. O reencontro foi no palco do Canecão, na turnê que Raul fez com Marcelo Nova, a última da vida do músico, em 1989. Com a carreira literária de vento em popa e morando na Suíça, o escritor quase fica de fora do documentário.

“Já tinha pensado em fazer o filme sem o Paulo, o que seria uma perda irreparável. Mas o Feijão (Denis, produtor) não desistiu. Um dia, o Multishow exibiu um especial dos 20 anos da morte do Raul, e o Sylvio (Passos) disse que eu estava fazendo um trabalho sério. O Paulo por acaso vê, pega o telefone, liga para o Feijão e diz que pode falar comigo.”

Na entrevista, uma coincidência caiu como uma luva para retratar uma relação cheia de misticismo e com uma certa rivalidade. Uma mosca, imortalizada por Raul em “Mosca na sopa”, ronda e pousa em Paulo Coelho por várias vezes. Após dizer que não vai matar e até chamá-la de Raul, ele não resiste e dá um tapa no inseto, antes de sorrir.

Arquivos

Os arquivos foram colhidos em televisão, jornal, cinejornal e filmes de família. A imagem mais antiga em movimento é de Raul garoto, com menos de 20 anos, comprando cigarro na Bahia, sua terra natal.

De 2009 a 2010, a equipe entrevistou 94 pessoas, entre amigos e familiares, mas 44 foram cortadas na edição final, restando 50. Com mais de 400 horas de material, o diretor levou um ano e seis meses para montar o filme. Entre os famosos, estão, Paulo Coelho, amigo, principal parceiro e por ano desafeto de Raul; além de Caetano Veloso, Tom Zé, Zé Ramalho, Pedro Bial e Roberto Menescal, entre outros.

“Hoje em dia a grande maioria dos que surgem são artistas fabricados. Na época do Raul, que é a época do Caetano, do Gil, do Chico, do Geraldo Vandré, era ao contrário. A prova disso é que hoje muitos não duram tanto. Ele era um artista irreverente, um compositor, um artista de palco, um tipo de artista que não acontece mais”, define Walter Carvalho.

Related Posts with Thumbnails