Avenida BrasilNo começo do ano eu li que estavam sendo cogitadas duas músicas para ser o tema de abertura da novela Avenida Brasil: as clássicas “Aquarela do Brasil” e “Brasileirinho”.

Talvez com uma regravação com um arranjo mais atual, qualquer uma das músicas ficasse realmente boa e teriam coerência com o tema da novela.
A novidade (ruim) foi o que eu li na semana passada. Vários sites e blogs (nenhum com credibilidade) afirmam que a música que vai ser tema da novela Avenida Brasil é “Vem dançar Kuduro” ou “Vem dançar com tudo” gravada pelo Latino. Dá pra acreditar????
Não acredito que numa novela das 9hs os caras se apresentem com uma música dessas!
Pensando bem, a julgar pela última novela de João Emanuel Carneiro, “A Favorita”, que tinha como tema de abertura uma música que eu gostava muito: “Pa’ Bailar”, do grupo formado por argentinos e uruguaios Bajofondo, realmente fica difícil acreditar que vão colocar uma do Latino.
Bom, a novela Avenida Brasil  estreia na próxima segunda. É esperar pra ver (ou ouvir). Ah, como tema de abertura é a música que acompanha a novela pelos seus vários meses, vamos torcer para que as más notícias não se confirmem. Depois eu publico outro post ou edito este com informações corretas.
Quer lembrar de “A Favorita”?
Abertura da novela “A Favorita”
Encontre AQUI TODAS AS MÚSICAS que ouvir na novela Avenida Brasil.

Aquele Beijo - LogoNão sei se eu é que parei de assistir à novela Aquele Beijo ou o pessoal responsável pela parte musical da novela começou a despejar todas as músicas da Trilha Sonora Internacional de uma só vez.

Ultimamente tenho ouvido várias músicas que até então não tinha prestado atenção.
Acabei de ouvir Shakira cantando “Antes de Las Seis” numa cena com Antenor eBrigite.
Assista ao clipe no YouTube
Letra:
No actúes tan extraño
Duro como una roca
Si te mostré pedazos de piel
Que la luz del sol aun no toca
Y tantos lunares que ni yo misma conocía
Te mostré mi fuerza bruta
Mi talón de Aquiles, mi poesía
Qué harás?
Sólo una historia más
Qué haré si no te vuelvo a ver?
Oh, oh
Si desde el día en que no estás
Vi la noche llegar mucho antes de las seis
Si desde el día en que no estás
Vi la noche llegar mucho antes de las seis
Mucho antes
No dejes el barco
Tanto antes de que zarpemos
Hacia alguna isla desierta
Y después, después veremos
Si me ves desarmada
Por qué lanzas tus misiles?
Si ya conoces mis puntos cardinales
Los más sensibles y sutiles
Qué harás?
La vida lo dirá
Qué haré si no te vuelvo a ver?
Oh, oh
Si desde el día en que no estás
Vi la noche llegar mucho antes de las seis
Si desde el día en que no estás
Vi la noche llegar mucho antes de las seis
Mucho antes de las seis
Mucho antes


Imagem: Divulgação
Nascido em Maranguape, Ceará, em 12 de abril de 1931, o humorista Chico Anysio faleceu nesta quinta-feira, dia 23, no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. Chico Anysio tinha 80 anos e foi vítima de complicações em seu sistema respiratório - enfermidade que o mantinha internado desde dezembro do ano passado.
Um dos mais importantes artistas do Brasil, o cearense Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho fez história na cultura do país criando mais de duzentos personagens e marcando época em seus programas televisivos como Chico CityChico Total e Chico Anysio Show.
Além de seu talento nato para o humor, Chico Anysio – apelido pelo qual ficaria conhecido por gerações – também mostrou sua habilidade musical em canções que iam de sambas e marchinhas a jingles humorísticos e sátiras musicais.
Seu maior sucesso como compositor, “Rancho Da Praça XI”  foi imortalizada pela cantora Dalva de Oliveira, que gravou a música mais tocada do carnaval carioca de 1965. Mas Chico também cantava, e em 1968 chegou ao terceiro lugar do IV Festival de Música Brasileira da TV Record com a música “A Família”, composta em parceria com o também humorista Ari Toledo.
Porém, as contribuições de Chico Anysio para a música brasileira vão além de suas composições. Em 1972, o humorista intermediou a volta de Caetano Veloso ao Brasil. O cantor baiano se encontrava exilado em Londres há dois anos, quando fora preso pelo regime militar brasileiro.
Com seu amigo e parceiro Arnaud Rodrigues, Chico Anysio deu vida aquele que viria a ser considerado um dos mais criativos grupos músico-satíricos do país, o Baianos e os Novos Caetanos. Criado em 1974 como uma alusão humorística ao movimento tropicalista - em especial ao amigo Caetano Veloso e a banda Novos Baianos – o grupo se tornou um sucesso, provando que, além de sua temática cômica, tinha alta qualidade musical.
Com o grupo, Chico lançou o segundo disco de sua carreira (o primeiro havia sido o compacto com as marchas “Não sou de nada”/“Eu sou durão”, lançado em 1960). A este se seguiriam outros três álbuns solo, todos com sua tradicional temática humorística.
Chico Anysio também foi responsável pela composição de “Hino Ao Músico”, tema de abertura de seu programa Chico Anysio Show, veiculado pelas TVs Excelsior, Rio e Globo, onde se consolidou como um dos mais importantes artistas do elenco da emissora.



A essa altura, você já deve ter visto Para Nossa Alegria, um vídeo do YouTube que mostra uma família cantando uma música religiosa de uma forma no mínimo engraçada, e que já ultrapassou as 8 milhões de visualizações.
Como esperado, o sucesso do vídeo gerou algumas paródias, e a família de cantores Jair RodriguesJair Oliveira e Luciana Mello lançou uma bem-humorada versão do viral, veja abaixo:


Confira a versão original da música do Hit para nossa Alegria! A música original se chama Galhos secos e é cantada pelo Catedral


Depois de agendar dois shows em Recife, Paul McCartney acaba de confirmar os rumores que já se espalharam entre os internautas brasileiros, de uma apresentação na cidade de Florianópolis no dia 25 de abril, no estádio da Ressacada.

Esse será o primeiro show do ex-Beatle na cidade e a produtora responsável por trazê-lo revelou que serão colocados 30 mil ingressos à venda: o bilhete mais caro irá custar 800 reais.

O show em Florianópolis é parte de uma até então pequena turnê sul-americana, com shows em Montevidéu, Assunção e em Recife. Por enquanto, não há sinais de shows no eixo Rio-São Paulo.

O cantor britânico George Michael remarcou as datas de sua turnê que havia cancelado anteriormente, depois que sofreu de pneumonia severa no ano passado e passou várias semanas internado em um hospital de Viena.

"George Michael está de volta em boa saúde e com novas forças, após uma batalha contra a pneumonia", disse um comunicado divulgado em seu nome nesta terça-feira.

O ex-líder da banda Wham! irá recomeçar sua turnê "Symphonica" em 4 de setembro com um novo concerto em Viena, onde irá doar mil ingressos como agradecimento à equipe médica que o tratou.

"Eu gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer primeiramente aos médicos e enfermeiras que salvaram minha vida e cuidaram muito bem de mim e a todos os meus fãs, família e amigos por seu amor e apoio", disse.

Michael, que seguiu uma carreira solo bem sucedida gravando sucessos como "Careless Whisper", "Faith" e "I Want Your Sex", também irá se apresentar no Palais Garnier Opera House, em Paris, em 9 de setembro.
Outro concerto adiado no Royal Albert Hall, em Londres, acontece em 29 de setembro, e os organizadores afirmaram que os ingressos originais das apresentações canceladas ainda serão válidos.

Michael vendeu em torno de 100 milhões de discos durante sua carreira e tem uma fortuna pessoal estimada em cerca de 90 milhões de libras, ou 120 milhões de dólares.

A cantora Adele e seu disco "21" subiram uma posição na lista dos álbuns mais vendidos de todos os tempos no Reino Unido, superado o clássico "The dark side of the moon", do grupo Pink Floyd.

De acordo com informações da Official Charts Company, o segundo trabalho da britânica já vendeu 4,14 milhões de cópias apenas no Reino Unido, o que o coloca na sétima posição. Caso venda mais 12 mil unidades de "21", Adele ultrapassará também "Brothers in arms", de Dire Straits, atualmente na sexta colocação.

Ainda na frente de Adele estão as bandas Queen, Beatles, Abba, Oasis e o músico Michael Jackson. Veja abaixo a lista completa dos 10 álbuns mais vendidos de todos os tempos no Reino Unido:

- Queen - "Greatest hits"
- The Beatles - "Sgt. Pepper's lonely hearts club band"
- Abba - "Gold"
- Oasis - "(What's the story) Morning glory?"
- Michael Jackson - "Thriller"
- Dire Straits - "Brothers in arms"
- Adele - "21"
- Pink Floyd - "The dark side of the moon"
- Michael Jackson - "Bad"
- Queen - "Greatest hits II"

Sebastian Bach estava verdadeiramente preocupado, ou talvez traumatizado, quando chegou a São Paulo em 2010, para fazer o show de abertura da apresentação do Guns N’ Roses. Em sua visita anterior, 14 anos antes, ele havia feito aquele que considera o pior show de sua carreira. A situação era pouco favorável, justifica ele em entrevista, por telefone. Escalado para tocar num festival que trazia grupos essencialmente pesados, Sebastian não mereceu a melhor das recepções por parte de uma plateia formada por fãs de bandas como Mercyful Fate e Motörhead.

Na época, ele integrava a banda que o consagrou, o Skid Row. E a imagem que o vocalista cultivava pouco contribuía no sentido de garantir uma boa aceitação. Para além do fato de o Skid Row fazer uma música inadequada para a ocasião, o cantor trazia ainda resquícios do tempo em que costumava figurar nas paredes dos quartos de adolescentes que o tomavam por símbolo sexual. Isso, sobretudo entre o fim da década de 1980 e o princípio da seguinte.

O fato de o show de 1996 ter sido o último de Sebastian como membro do Skid Row dá a dimensão dos efeitos daquilo tudo. Mas então veio a excursão de 2010 e o novo encontro com a audiência de São Paulo. “Foi o melhor show da minha vida!”, resume ele, àquela altura em carreira solo. A turnê rendeu um apelido: Tião. Sebastian afirma ter gostado tanto, que pretende providenciar uma tatuagem.

Durante a conversa, Sebastian parecia despreocupado. E orgulhoso. O contexto agora é bem outro: prestes a embarcar para o Brasil, Sebastian tinha em princípio agendado um show em São Paulo (14 de abril) e outro em Porto Alegre (15 de abril), mas os ingressos para a apresentação paulistana se esgotaram tão rapidamente, que foi preciso marcar uma data extra (17 de abril).

Haverá um quarto show, no Metal Open Air, em São Luís (MA), onde Sebastian toca como membro do supergrupo Rock N Roll All Stars. Seus companheiros por lá serão Gene Simmons (Kiss), Joe Elliott (Def Leppard), Matt Sorum (Guns N’ Roses), Duff McKagan (Guns N’ Roses), Gilby Clarke (Guns N’ Roses), Glenn Hughes (Deep Purple), Ed Roland (Collective Soul), Steve Stevens (Billy Idol), Mike Inez (Alice in Chains) e Billy Duffy (The Cult).

Aos 43 anos, Sebastian estava em sua casa, em Bervely Hills, quando atendeu o G1. Ele divide o imóvel com um casal de amigos. O cantor assegurou que, nos shows da nova turnê, tocará músicas de seus álbuns solo – o último é “Kicking & Screaming” (2011) – e do Skid Row, hits inclusos (leia-se: "I Remember You", "Youth Gone Wild", etc.). Também comentou sobre sua carreira paralela, como ator, ele que já figurou em seriados como “Gilmore Girls” (2000-2007) e terá em breve uma aparição no próximo trabalho de Tom Cruise, segundo antecipou. Leia trechos a seguir.

Na sua passagem mais recente pelo Brasil, em 2010, quando abriu os shows do Guns N’ Roses, você mostrou que sabia falar um pouco de português, ao gritar para o público “Sai do chão!” e “Tira do pé do chão!”. Ainda se lembra do que isso significa? Suas habilidade no idioma melhoraram, andou praticando?
Sebastian Bach –
(risos) Ah, não. Quando estou em turnê por esses outros países, tento falar um pouquinho da língua local. Porque acho que, se você está num palco diante de milhares de pessoas, é uma delicadeza tentar falar a língua delas, se elas não falam inglês. É para tentar me fazer entender...

Você deveria tentar repetir aquelas frases, parece ter dado certo.
Sebastian –
Sim, sim. Venho excursionando pela América do Sul há 20 anos e sempre faço isso.

Naquela turnê de dois anos atrás, você ganhou um apelido: Tião. E ainda uma camisa do Brasil, onde estava escrito “Tião”. Ainda usa a camisa?
Sebastian –
Eu vesti no Brasil por causa do que estava escrito, e ainda a tenho. Mas vou fazer uma tatuagem, escrever “Tião”! Porque é muito comovente os brasileiros terem um nome especialmente para mim. É legal.

Você tem outros apelidos, além de Tião?
Sebastian –
Na Inglaterra, me chamam de Sab, é fantástico. No Japão, me chamam de Basu [soletrando]. Basu! (risos).

Nestas suas turnês atuais, você toca para seus antigos fãs, pessoas mais velhas que o desde a época do Skid Row...
Sebastian –
Eu sou muito, muito sortudo mesmo, por ter uma carreira há décadas e décadas, tanto tempo, poder fazer meus shows como atração principal no Brasil. E depois tocar com o Rock N Roll All Stars... É incrível. Vou permanecer na América do Sul por mais de um mês, é fantástico. Rock and roll é impressionante, todo mundo ama. Aquilo que você carrega na alma fica com você pela vida toda.

Mas também vai haver gente mais jovem na plateia, pessoas que conhecem você graças a suas aparições em seriados de tevê, como “Gilmore Girls”.
Sebastian –
No Canadá, tem um outro programa de tevê, chamado “Trailer Park Boys”, que é realmente famoso lá. Mas sempre fico impressionado com o tamanho de “Gilmore Girls”. Vou tocar na Austrália, no México – inúmeros países –, e várias vezes quando ligo a tevê do hotel, vejo que está passando “Gilmore Girls”... É um programa muito popular.

Você gostava do seu personagem na série, o Gil? Era um músico, afinal.
Sebastian –
Sim. Eu gostava de aprender as falas, de me tornar um personagem, me tornar um cara diferente. A maioria dos programas de tevê de hoje são como competição de cantores ou coisa do tipo. Não existem mais programas em que você aprende a decorar um texto para interpretar um personagem. Sinto-me sortudo por ter feito isso.

Suponho que, atualmente, você esteja mais focado na música. Mas há alguma novidade nessa carreira de ator?
Sebastian –
Bem, eu estou agora filmando um novo programa – um piloto – chamado “Beverly Hills Rock Royalty”. Participam a [ex-modelo] Cheryl Rixon, ela tem uma linha de joias chamada Royal Order, e o marido dela, Art Davis, que dono de uma casa noturna. E nós temos uma casa fantástica, onde moramos. É um bom programa. Também estou num novo filme chamado “Rock of Ages”, que será lançado no verão, com Tom Cruise, Catherine Zeta-Jones, Russell Brand, Alec Baldwin...

É um elenco de gente conhecida.
Sebastian –
Encontrar todas essas pessoas é demais. Mas o rock and roll é meu primeiro trabalho. E eu também estou num novo seriado feito para a internet, chamado “Adults Only”, que você pode ver se visitar o meu site. É um programa engraçado. Estou sempre fazendo alguma coisa...

Voltando à nova turnê no Brasil. Eu assisti a um video em que você mandava um recado para os fãs de São Paulo, dizendo que, por causa da grande procura pelos ingressos, a organização decidiu agendar um segundo show na cidade. Você parecia realmente orgulho disso.
Sebastian –
São Paulo tem um lugar especial no meu coração, porque foi onde aconteceu o último show do Skid Row antes de nos separarmos, em 1996. Depois, deixei a banda – e aquele foi o pior show da minha vida. Depois, quando voltei, em 2010, eu não sabia o que esperar de São Paulo. Mas, quando subi no palco, a reação da plateia foi muito impressionante, foi como se todos os fãs estivessem me dizendo: “Nós te amamos, cara! Sentimos muito pelo show de 1996, somos verdadeiros fãs de rock and roll, seja bem-vindo de volta!”. Foi o melhor show da minha vida! O melhor que já fiz.

O melhor de toda a sua carreira, você quer dizer?
Sebastian –
Sim! Porque o anterior, em 1996, foi o pior! Em 2010, eu não sabia o que esperar, e os fãs deixaram muito claro que realmente me amavam, e minha música também.

Por que o de 1996 foi o pior?
Sebastian –
Porque nós tocamos no [festival] Monsters of Rock, com todas aquelas bandas de death metal, como Mercyful Fate, King Diamond, Motörhead... Havia muitos fãs de death metal, era o público errado para o Skid Row. Então você pode imaginar que, ao voltar, 14 anos depois, depois de longo tempo, eu não poderia esperar [ter uma recepção favorável]...

Levando em conta as bandas dos membros originais do Rock N Roll All Stars, qual é a sua favorita? Difícil escolher uma, não?
Sebastian –
É fácil responder: sou um fã do Kiss desde criança. Quando você é um garotinho e vê esses caras com maquiagens e fantasias, eles eram como super-heróis. Isso faz você se apaixonar pelo rock and roll. E, você sabe, este é o primeiro projeto paralelo do Gene Simmons fora do Kiss. É incrível ele ter escolhido fazer a turnê com a gente. Eu me sinto honrado.

O que vocês estão planejando tocar? Acho que não será exatamente um desafio encontrar hits para o show do Rock N Roll All Stars...
Sebastian –
(Risos) É isso aí. Na minha turnê – passarei por Santiago, Buenos Aires, duas noites em São Paulo e outra em Porto Alegre –, vou tocar muito mais as coisas de minha carreira solo e do Skid Row. Serão todas as melhores músicas da minha carreira. [Mas] no show com o Rock N Roll All Stars, vamos tocar o melhor do Kiss, o melhor do Def Leppard, o melhor do Guns N’ Roll, o melhor Skid Row, o melhor do Deep Purple... Vai ser uma oportunidade incrível, vamos tocar bem, bem pesado.

Antes de terminarmos, gostaria que você comentasse aquela história envolvendo o Nirvana. Diz que o Kurt Cobain, logo que formou a banda dele, cogitou chamá-la de Skid Row. O que achou dessa possibilidade?
Sebastian –
Sim, eu ouvi essa história, ela é ótima!

Mas quando você soube disso: na época ou só depois?
Sebastian –
Ouvi essa história quando eles estavam começando a estourar. Lembro-me de estar na Inglaterra quando li no “NME” [semanário musical] e um dos caras da banda – acho que o Dave Grohl – dizendo: “Sim, a banda iria se chamar Skid Row, mas tivemos de trocar o nome porque não achávamos que este nome tivesse apelo suficiente”. (Risos) Eu pensei: “Quem são esses caras, p****?! Isso é besteira!”. (Risos) Na verdade, depois daquilo eu estive numa festa com o Dave Grohl, e ele é um cara incrível, engraçado, gosta de beber, de fazer festa... Também estive em festas com a Courtney Love [viúva de Cobain], e ela é muito legal. Na verdade, eles podem se tornar meus amigos, quem sabe...

Uma festa de casamento sem música não é festa / ShutterstockUma festa de casamento sem música não é festaShutterstock


A advogada Kadja Brandão Vieira e o atual marido conseguiram o ressarcimento desta cobrança. Ela decidiu em 2010 celebrar a união. No momento em que foi assinar o contrato de locação do local da festa, ela foi informada de que deveria pagar uma taxa de R$1.875 para o Ecad. “Até a véspera do evento, não sabia o valor da cobrança. Só soube quando recebi o boleto para pagamento”, revela.

Kadja diz que, na época, questionou o valor, mas segundo ela, todo o acerto foi feito via e-mail. “Fui informada de que o valor referia-se a uma porcentagem sobre o valor da locação do estabelecimento. Inicialmente foi este fato que me indignou, pois não havia qualquer referência às músicas executadas, bem como ao tempo de execução. O parâmetro me pareceu demasiadamente comercial e abusivo.”
A advogada afirma que pagou para evitar problemas, mas inconformada, resolveu estudar o caso. Após as comemorações Kadja foi sua própria defesa. “ Interpretando a atual lei, e a lei anterior, verifiquei que não havia clareza quanto à incidência da cobrança em festas familiares sem fins lucrativos. Entendo ser o casamento a mais familiar das festas. Encontrei duas recentes decisões do TJ [Tribunal de Justiça] de São Paulo que corroboravam meu entendimento, e me encorajei a pleitear o ressarcimento judicialmente.”

Enfim, o juiz Paulo Roberto Jangutta, do 7º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, condenou o Ecad a indenizar Kadja e o marido em R$ 5 mil, além de devolver a quantia paga pelo casal. “Acredito que poucos tenham feito o mesmo, justamente por ponderarem custo/benefício, uma vez que teriam que contratar um advogado sem certeza de obter sucesso”, finaliza.

Advogados comentam a cobrança
De acordo com a advogada Rita de Cássia Ferreira de Oliveira, os noivos não podem alegar que não conhecem a lei, ou que não sabiam da cobrança, pois a lei é pública e acessível à todos.

Rita ainda explica como é realizada a cobrança e dá uma dica: “A cobrança é lícita se a festa não for realizada no ambiente doméstico (casa dos noivos ou algum outro familiar). O que os noivos podem fazer para minimizar riscos é incluir no contrato com o local que eles escolheram para a festa, fora do ambiente doméstico, uma cláusula para, caso o responsável pelo evento não efetue o o pagamento dos direitos autorais, o mesmo seja solidariamente responsável (cláusula de solidariedade)”, revela.

Já o advogado Bruno Zanim considera que o órgão age de forma abusiva. "Sim, a cobrança do Ecad é abusiva, posto contrariar interesses difusos e coletivos, ou seja, assuntos que envolvem aspectos sociais e pior, dificulta o acesso dos cidadãos à cultura e viola o costume", comenta.

Ele lembra que existem projetos de lei em estágio avançado que propõem a modificação da Lei dos Direitos Autorais e a criação de uma autarquia ligada ao Ministério da Cultura, com a consequente extinção do Ecad.

Por fim, ele orienta os noivos ou o buffet a procurarem orientação jurídica, se possível, de forma preventiva, a fim de resguardarem seus direitos.

Richard Bernardes, advogado, economista e administrador de empresas, também é contra à cobrança. “Penso dessa maneira, uma vez que os noivos não auferem lucro algum. Casamento é um evento privado e não é público. Salvo os ‘penetras’, quem não foi convidado não entra.”

Bernardes ainda diz que, ao executar uma música, quem a faz não pretende auferir lucro ou vantagem, e por isso não deveria ser obrigado a recolher a taxa de direito autoral junto ao Ecad. Em contra-partida, o advogado explica que, caso a organização do evento seja realizada por uma empresa, ou o próprio buffet, nesse caso a cobrança deve recair sobre quem realiza, ou seja, a empresa jurídica, vez que ela está auferindo lucros, mas, que de acordo com ele, em momento algum esta cobrança deve recair sobre os noivos.

Será que os noivos leem e ficam cientes da taxa?
Casada recentemente, a professora Vanessa Menezes, de 24 anos, diz que em nenhum momento falaram para ela sobre o Ecad. Já a bancária Vanessa Lombardo, de 32 anos, diz que desde o início esteve a par da cobrança, mas aceitou e não criou confusões na hora do pagamento.

O que as bandas acham disso?

Mauro Souto, responsável pela trilha sonora de festas de casamento, diz que um casamento ou uma festa social é um evento particular e, por isso, não deveria ser cobrada esta taxa, pois quem realiza já tem muitos outros encargos. "O Ecad deve existir sim, porém pra eventos grandes, ações de marketing, Rádio e TV”, opina.

Ecad
Segundo o Ecad, embora as festas de casamento não possuam finalidade de lucro, as execuções de músicas nesses eventos ensejam o pagamento dos direitos autorais. De acordo com a  Lei 9.610/98, a existência de lucro direto deixou de ser requisito para a cobrança. “A retribuição autoral pelo uso de músicas publicamente é devida mesmo quando não há a finalidade lucrativa. O órgão cobra dos locais que realizam essas festas, mas frequentemente os estabelecimentos repassam aos noivos a obrigação do pagamento dos direitos autorais”, esclarece.

A lei estabelece que são devidos direitos autorais pela execução de músicas em locais de frequência coletiva como salões de baile, clubes ou associações. Os únicos casos de não violação de direitos autorais previstos na lei são o uso da música para fins exclusivamente didáticos nos estabelecimentos de ensino e a música executada nas residências, não havendo em nenhum desses casos o intuito de lucro.

Por fim, cabe uma afirmação: uma festa de casamento sem música não é festa!


Amor Eterno AmorLegal ouvir uma música de David Gates numa novela em pleno ano 2012. 
Hoje ouvi na novela Amor Eterno Amor a música “Everything I Own” na cena com os personagens Beatriz (Carolina Kasting) e Gabriel (Felipe Camargo).
“Everything I Own” é uma composição de David Gates e foi gravada pela primeira vez em 1972 pela banda Bread, banda da qual David Gates fazia parte.
Vários artistas e bandas gravaram esta música, entre eles o Culture Club e mais recentemente foi gravada pela cantora Vanessa Hudgens para a trilha sonora do filme Bandslam.

Letra:
You sheltered me from harm.
You kept me warm.
You kept me warm.
You gave my life to me.
You set me free.
You set me free.
The finest years i ever knew.
Were all the ones i spent with you.
I would give anything i own.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
You taught me how to love.
And what it’s of,
What it’s of.
You never said too much but still you showed the way.
And so i knew
From watching you.
Nobody else can ever know.
The part of me that can’t let go.
I would give anything i own.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
Just to touch you once again.
Is there someone you know
You’re loving them so
But taking them all for granted?
You may lose them one day.
Someone takes them away
And they’ll never hear the words you have to say.
I would give anything i own.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
Everything i own.
My life, my heart, my home.
I’d give everything i own.
My life, my heart, my home.
Every little thing. (repeat)
Just to have you back again.
Just to hold you.

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