No começo do ano eu li que estavam sendo cogitadas duas músicas para ser o tema de abertura da
Não sei se eu é que parei de assistir à novela Aquele Beijo ou o pessoal responsável pela parte musical da novela começou a despejar todas as músicas da Trilha Sonora Internacional de uma só vez.
Duro como una roca
Si te mostré pedazos de piel
Que la luz del sol aun no toca
Y tantos lunares que ni yo misma conocía
Te mostré mi fuerza bruta
Mi talón de Aquiles, mi poesía
Sólo una historia más
Qué haré si no te vuelvo a ver?
Oh, oh
Vi la noche llegar mucho antes de las seis
Si desde el día en que no estás
Vi la noche llegar mucho antes de las seis
Mucho antes
Tanto antes de que zarpemos
Hacia alguna isla desierta
Y después, después veremos
Si me ves desarmada
Por qué lanzas tus misiles?
Si ya conoces mis puntos cardinales
Los más sensibles y sutiles
La vida lo dirá
Qué haré si no te vuelvo a ver?
Oh, oh
Vi la noche llegar mucho antes de las seis
Si desde el día en que no estás
Vi la noche llegar mucho antes de las seis
Mucho antes
A essa altura, você já deve ter visto Para Nossa Alegria, um vídeo do YouTube que mostra uma família cantando uma música religiosa de uma forma no mínimo engraçada, e que já ultrapassou as 8 milhões de visualizações.
Como esperado, o sucesso do vídeo gerou algumas paródias, e a família de cantores Jair Rodrigues, Jair Oliveira e Luciana Mello lançou uma bem-humorada versão do viral, veja abaixo:
Confira a versão original da música do Hit para nossa Alegria! A música original se chama Galhos secos e é cantada pelo Catedral
Esse será o primeiro show do ex-Beatle na cidade e a produtora responsável por trazê-lo revelou que serão colocados 30 mil ingressos à venda: o bilhete mais caro irá custar 800 reais.
O show em Florianópolis é parte de uma até então pequena turnê sul-americana, com shows em Montevidéu, Assunção e em Recife. Por enquanto, não há sinais de shows no eixo Rio-São Paulo.
- The Beatles - "Sgt. Pepper's lonely hearts club band"
- Abba - "Gold"
- Oasis - "(What's the story) Morning glory?"
- Michael Jackson - "Thriller"
- Dire Straits - "Brothers in arms"
- Adele - "21"
- Pink Floyd - "The dark side of the moon"
- Michael Jackson - "Bad"
- Queen - "Greatest hits II"
Sebastian Bach estava verdadeiramente preocupado, ou talvez traumatizado, quando chegou a São Paulo em 2010, para fazer o show de abertura da apresentação do Guns N’ Roses. Em sua visita anterior, 14 anos antes, ele havia feito aquele que considera o pior show de sua carreira. A situação era pouco favorável, justifica ele em entrevista, por telefone. Escalado para tocar num festival que trazia grupos essencialmente pesados, Sebastian não mereceu a melhor das recepções por parte de uma plateia formada por fãs de bandas como Mercyful Fate e Motörhead.Sebastian Bach – (risos) Ah, não. Quando estou em turnê por esses outros países, tento falar um pouquinho da língua local. Porque acho que, se você está num palco diante de milhares de pessoas, é uma delicadeza tentar falar a língua delas, se elas não falam inglês. É para tentar me fazer entender...
Sebastian – Sim, sim. Venho excursionando pela América do Sul há 20 anos e sempre faço isso.
Sebastian – Eu vesti no Brasil por causa do que estava escrito, e ainda a tenho. Mas vou fazer uma tatuagem, escrever “Tião”! Porque é muito comovente os brasileiros terem um nome especialmente para mim. É legal.
Sebastian – Na Inglaterra, me chamam de Sab, é fantástico. No Japão, me chamam de Basu [soletrando]. Basu! (risos).
Sebastian – Eu sou muito, muito sortudo mesmo, por ter uma carreira há décadas e décadas, tanto tempo, poder fazer meus shows como atração principal no Brasil. E depois tocar com o Rock N Roll All Stars... É incrível. Vou permanecer na América do Sul por mais de um mês, é fantástico. Rock and roll é impressionante, todo mundo ama. Aquilo que você carrega na alma fica com você pela vida toda.
Sebastian – No Canadá, tem um outro programa de tevê, chamado “Trailer Park Boys”, que é realmente famoso lá. Mas sempre fico impressionado com o tamanho de “Gilmore Girls”. Vou tocar na Austrália, no México – inúmeros países –, e várias vezes quando ligo a tevê do hotel, vejo que está passando “Gilmore Girls”... É um programa muito popular.
Sebastian – Sim. Eu gostava de aprender as falas, de me tornar um personagem, me tornar um cara diferente. A maioria dos programas de tevê de hoje são como competição de cantores ou coisa do tipo. Não existem mais programas em que você aprende a decorar um texto para interpretar um personagem. Sinto-me sortudo por ter feito isso.
Sebastian – Bem, eu estou agora filmando um novo programa – um piloto – chamado “Beverly Hills Rock Royalty”. Participam a [ex-modelo] Cheryl Rixon, ela tem uma linha de joias chamada Royal Order, e o marido dela, Art Davis, que dono de uma casa noturna. E nós temos uma casa fantástica, onde moramos. É um bom programa. Também estou num novo filme chamado “Rock of Ages”, que será lançado no verão, com Tom Cruise, Catherine Zeta-Jones, Russell Brand, Alec Baldwin...
Sebastian – Encontrar todas essas pessoas é demais. Mas o rock and roll é meu primeiro trabalho. E eu também estou num novo seriado feito para a internet, chamado “Adults Only”, que você pode ver se visitar o meu site. É um programa engraçado. Estou sempre fazendo alguma coisa...
Sebastian – São Paulo tem um lugar especial no meu coração, porque foi onde aconteceu o último show do Skid Row antes de nos separarmos, em 1996. Depois, deixei a banda – e aquele foi o pior show da minha vida. Depois, quando voltei, em 2010, eu não sabia o que esperar de São Paulo. Mas, quando subi no palco, a reação da plateia foi muito impressionante, foi como se todos os fãs estivessem me dizendo: “Nós te amamos, cara! Sentimos muito pelo show de 1996, somos verdadeiros fãs de rock and roll, seja bem-vindo de volta!”. Foi o melhor show da minha vida! O melhor que já fiz.
Sebastian – Sim! Porque o anterior, em 1996, foi o pior! Em 2010, eu não sabia o que esperar, e os fãs deixaram muito claro que realmente me amavam, e minha música também.
Sebastian – Porque nós tocamos no [festival] Monsters of Rock, com todas aquelas bandas de death metal, como Mercyful Fate, King Diamond, Motörhead... Havia muitos fãs de death metal, era o público errado para o Skid Row. Então você pode imaginar que, ao voltar, 14 anos depois, depois de longo tempo, eu não poderia esperar [ter uma recepção favorável]...
Sebastian – É fácil responder: sou um fã do Kiss desde criança. Quando você é um garotinho e vê esses caras com maquiagens e fantasias, eles eram como super-heróis. Isso faz você se apaixonar pelo rock and roll. E, você sabe, este é o primeiro projeto paralelo do Gene Simmons fora do Kiss. É incrível ele ter escolhido fazer a turnê com a gente. Eu me sinto honrado.
Sebastian – (Risos) É isso aí. Na minha turnê – passarei por Santiago, Buenos Aires, duas noites em São Paulo e outra em Porto Alegre –, vou tocar muito mais as coisas de minha carreira solo e do Skid Row. Serão todas as melhores músicas da minha carreira. [Mas] no show com o Rock N Roll All Stars, vamos tocar o melhor do Kiss, o melhor do Def Leppard, o melhor do Guns N’ Roll, o melhor Skid Row, o melhor do Deep Purple... Vai ser uma oportunidade incrível, vamos tocar bem, bem pesado.
Sebastian – Sim, eu ouvi essa história, ela é ótima!
Sebastian – Ouvi essa história quando eles estavam começando a estourar. Lembro-me de estar na Inglaterra quando li no “NME” [semanário musical] e um dos caras da banda – acho que o Dave Grohl – dizendo: “Sim, a banda iria se chamar Skid Row, mas tivemos de trocar o nome porque não achávamos que este nome tivesse apelo suficiente”. (Risos) Eu pensei: “Quem são esses caras, p****?! Isso é besteira!”. (Risos) Na verdade, depois daquilo eu estive numa festa com o Dave Grohl, e ele é um cara incrível, engraçado, gosta de beber, de fazer festa... Também estive em festas com a Courtney Love [viúva de Cobain], e ela é muito legal. Na verdade, eles podem se tornar meus amigos, quem sabe...
Uma festa de casamento sem música não é festaShutterstock
Um dos itens mais importantes em uma festa de casamento é a música. Em relação a este ponto, os noivos devem ficar atentos às taxas do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), que cobram direitos autorais em relação às canções tocadas no evento. Uma noiva abriu caminho para a revisão desta taxa, que gera polêmica entre os especialistas.
A advogada Kadja Brandão Vieira e o atual marido conseguiram o ressarcimento desta cobrança. Ela decidiu em 2010 celebrar a união. No momento em que foi assinar o contrato de locação do local da festa, ela foi informada de que deveria pagar uma taxa de R$1.875 para o Ecad. “Até a véspera do evento, não sabia o valor da cobrança. Só soube quando recebi o boleto para pagamento”, revela.
Kadja diz que, na época, questionou o valor, mas segundo ela, todo o acerto foi feito via e-mail. “Fui informada de que o valor referia-se a uma porcentagem sobre o valor da locação do estabelecimento. Inicialmente foi este fato que me indignou, pois não havia qualquer referência às músicas executadas, bem como ao tempo de execução. O parâmetro me pareceu demasiadamente comercial e abusivo.”
Enfim, o juiz Paulo Roberto Jangutta, do 7º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, condenou o Ecad a indenizar Kadja e o marido em R$ 5 mil, além de devolver a quantia paga pelo casal. “Acredito que poucos tenham feito o mesmo, justamente por ponderarem custo/benefício, uma vez que teriam que contratar um advogado sem certeza de obter sucesso”, finaliza.
Advogados comentam a cobrança
De acordo com a advogada Rita de Cássia Ferreira de Oliveira, os noivos não podem alegar que não conhecem a lei, ou que não sabiam da cobrança, pois a lei é pública e acessível à todos.
Rita ainda explica como é realizada a cobrança e dá uma dica: “A cobrança é lícita se a festa não for realizada no ambiente doméstico (casa dos noivos ou algum outro familiar). O que os noivos podem fazer para minimizar riscos é incluir no contrato com o local que eles escolheram para a festa, fora do ambiente doméstico, uma cláusula para, caso o responsável pelo evento não efetue o o pagamento dos direitos autorais, o mesmo seja solidariamente responsável (cláusula de solidariedade)”, revela.
Já o advogado Bruno Zanim considera que o órgão age de forma abusiva. "Sim, a cobrança do Ecad é abusiva, posto contrariar interesses difusos e coletivos, ou seja, assuntos que envolvem aspectos sociais e pior, dificulta o acesso dos cidadãos à cultura e viola o costume", comenta.
Ele lembra que existem projetos de lei em estágio avançado que propõem a modificação da Lei dos Direitos Autorais e a criação de uma autarquia ligada ao Ministério da Cultura, com a consequente extinção do Ecad.
Por fim, ele orienta os noivos ou o buffet a procurarem orientação jurídica, se possível, de forma preventiva, a fim de resguardarem seus direitos.
Richard Bernardes, advogado, economista e administrador de empresas, também é contra à cobrança. “Penso dessa maneira, uma vez que os noivos não auferem lucro algum. Casamento é um evento privado e não é público. Salvo os ‘penetras’, quem não foi convidado não entra.”
Bernardes ainda diz que, ao executar uma música, quem a faz não pretende auferir lucro ou vantagem, e por isso não deveria ser obrigado a recolher a taxa de direito autoral junto ao Ecad. Em contra-partida, o advogado explica que, caso a organização do evento seja realizada por uma empresa, ou o próprio buffet, nesse caso a cobrança deve recair sobre quem realiza, ou seja, a empresa jurídica, vez que ela está auferindo lucros, mas, que de acordo com ele, em momento algum esta cobrança deve recair sobre os noivos.
Será que os noivos leem e ficam cientes da taxa?
Casada recentemente, a professora Vanessa Menezes, de 24 anos, diz que em nenhum momento falaram para ela sobre o Ecad. Já a bancária Vanessa Lombardo, de 32 anos, diz que desde o início esteve a par da cobrança, mas aceitou e não criou confusões na hora do pagamento.
O que as bandas acham disso?
Mauro Souto, responsável pela trilha sonora de festas de casamento, diz que um casamento ou uma festa social é um evento particular e, por isso, não deveria ser cobrada esta taxa, pois quem realiza já tem muitos outros encargos. "O Ecad deve existir sim, porém pra eventos grandes, ações de marketing, Rádio e TV”, opina.
Ecad
Segundo o Ecad, embora as festas de casamento não possuam finalidade de lucro, as execuções de músicas nesses eventos ensejam o pagamento dos direitos autorais. De acordo com a Lei 9.610/98, a existência de lucro direto deixou de ser requisito para a cobrança. “A retribuição autoral pelo uso de músicas publicamente é devida mesmo quando não há a finalidade lucrativa. O órgão cobra dos locais que realizam essas festas, mas frequentemente os estabelecimentos repassam aos noivos a obrigação do pagamento dos direitos autorais”, esclarece.
A lei estabelece que são devidos direitos autorais pela execução de músicas em locais de frequência coletiva como salões de baile, clubes ou associações. Os únicos casos de não violação de direitos autorais previstos na lei são o uso da música para fins exclusivamente didáticos nos estabelecimentos de ensino e a música executada nas residências, não havendo em nenhum desses casos o intuito de lucro.
Por fim, cabe uma afirmação: uma festa de casamento sem música não é festa!
You kept me warm.
You kept me warm.
You set me free.
You set me free.
Were all the ones i spent with you.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
And what it’s of,
What it’s of.
And so i knew
From watching you.
The part of me that can’t let go.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
You’re loving them so
Someone takes them away
And they’ll never hear the words you have to say.
Give up my life and my heart, my home.
I would give everything i own
Just to have you back again.
My life, my heart, my home.
I’d give everything i own.
My life, my heart, my home.
Just to hold you.
