Britânicos gostam de dormir ao som de Adele
Nem Radiohead, nada de Elton John e muito menos de Morrissey! De acordo com uma pesquisa da rádio britânica Capital FM, os ingleses indicam que Adele é a dona das músicas perfeitas para uma noite de sono.
O estudo quis saber, de duas mil pessoas, qual é o artista que tem as músicas ideaais para embalar o sono. A maioria respondeu que a intérprete de “Skyfall” é a dona do melhor repertório para uma ótima noite de sono.
Nomes como Snow Patrol, Coldplay e One Direction, também foram citados entre os participantes da pesquisa.
Prestes a virar balzaquiana (ela é de 28 de janeiro de 1983), a cantora
Sandy diz que chegou a hora de só fazer o que quer. “Já vendi o
suficiente para não precisar provar mais nada para ninguém”, diz ela,
sem subir o tom. O primeiro reflexo dessa postura é o EP Princípios, meios e fins,
com apenas cinco faixas, todas inéditas. Gravado de maneira
independente, o álbum foi lançado, no dia 30 de outubro, apenas no
formato digital. “As 10 mil cópias físicas do projeto só serão vendidas
em shows e através do meu site”, diz ela.
Entre um ensaio e outro, a moça atuou ao lado de Antonio Fagundes no filme de baixo orçamento Quando eu era vivo, do cineasta Marco Dutra. Sua segunda experiência no gênero, depois do desastroso Acquaria,
de 2003, deverá chegar às telas no ano que vem. E já terá a idade lhe
pesado nos ombros? “A disposição não é mais a mesma”, diz ela. “Se durmo
agora às 4 da manhã, acordo destruída, e com aquela ressaquinha.”
Natural de Cachoeiro de Itapemirim, município localizado no interior do
Espírito Santo, Roberto Carlos deixou momentaneamente suas origens de
lado na noite desta quarta-feira (21), quando gravou seu tradicional
especial de fim de ano para a TV Globo, no Citibank Hall, no Rio de
Janeiro. Com o espetáculo todo dedicado à Cidade Maravilhosa, o cantor
impregnou-se da descontração e do espírito cariocas para apresentar-se
diante da plateia de ilustres convidados, com um show divertido e (por
que não?) ousado.
As refererências ao Rio começavam pelo palco. Da mesma maneira em que
havia concebido um cenário repriduzindo pontos turísticos religiosos de
Jerusalém para o show que Roberto fez na cidade israelense, no ano
passado, a cenógrafa May Martins reproduziu os Arcos da Lapa, o Cristo
Redentor, as calçadas de pedra portuguesa da Praia de Copacabana e o Pão
de Açúcar. Lugares bem conhecidos do Rei, morador da cidade há cinco
décadas.
E, com a naturalidade de quem está em casa, Roberto Carlos tomou conta
da festa com a sequência inicial, formada por "Emoções" (com que abre
seus shows há anos) e um medley de canções românticas, seguido por "Como
é grande o meu amor por você". Chamou o cantor e compositor Arlindo
Cruz, a primeira participação especial da noite, com quem cantou em
dueto "Meu lugar" e "O homem". Esta última, com o refrão embalado numa
levada em ritmo de samba, gênero intimamente identificado com o Rio, bem
diferente da versão original. Prova de que, quando quer, o Rei consegue
fugir dos previsíveis arranjos de seu repertório ao vivo.
Mas foi ao lado das Empreguetes Empreguetes Cida (Isabelle Drummond),
Rosário (Leandra Leal), Penha (Tais Araújo), além de Chayene (Cláudia
Abreu) e Socorro (Titina Medeiros), todas personagens da novela "Cheias
de charme", que o cantor surpreendeu de verdade. Nem tanto pelo número
musical, a canção “É meu, é meu, é meu”, mas pelo beijo na boca dado
pela atriz Cláudia Abreu na boca do cantor.
"Vocês, empreguetes e todo o mundo: morram de inveja de Chayene",
gritou a atriz, que teve a audácia de repetir o feito, já que, por
questões técnicas, o número precisou ser refeito a pedido do diretor
Jayme Monjardim. "Chamar o doutor!", brincou o Roberto Carlos, sucedido
por um carioquíssimo comentário entreouvido na plateia: "O cara é
pegador!"
Recuperado, o cantor abriu espaço para duas de suas novas canções:
"Furdúncio", que reteme à fase funk/soul de "Ilegal, imoral ou engorda";
e "Esse cara sou eu": "Fiz esta canção para falar do cara que toda
mulher gostaria de ter, que todo homem gostaria de ser. E que eu mesmo
tento ser. Eu chego lá", disse o cantor, apresentando a música que faz
parte da trilha sonora da novela das 21h, "Salve, Jorge".
Junto de Seu Jorge, mesmo cantando “As curvas da estrada de Santos”,
evocou a Lapa, bairro boêmio da cidade muito identificado com o
ex-integrante do grupo Farofa Carioca. Para compensar, cantaram “Amiga
da minha mulher”, de autoria pelo convidado. "Sua música vem educando e
acalentando a gente", destacou Seu Jorge, exaltando a obra do Rei.
O momento mais comovente da noite veio com Michel Teló. "Chorei só de
ouvir você falar meu nome", disse o cantor, que voltou a se emocionar ao
relembrar um episódio da infância.
"Fiz uma homenagem ao meu pai na escola. Minha mãe me vestiu com um
terno branco, e cantei uma canção de Roberto para ele, 'Meu querido, meu
velho, meu amigo'", disse Teló, dedicando a musica mais uma vez ao pai,
sentado na plateia. Um divertido dueto no megasucesso "Ai se eu te
pego", com direito a passinhos de dança sincronizados, encerrou a
participação do cantor paranaense no especial. "Jesus Cristo" e as
disputadas rosas jogadas ao público fecharam a apresentação.
Foi um show solto, musicalmente diferente do que Roberto Carlos vem
apresentando nos últimos anos. E que mostra o quanto faria bem ao Rei (e
aos seus súditos) desgarrar-se das amarras musicais que o vêm mantendo
limitado ao vivo. Não falta emoção, mas sim uma dose maior deste
desprendimento tão comum ao estilo de vida da cidade homenageada pelo
artista capixaba.
Batizado de "Reflexões" e codirigido por João Daniel Tikhomiroff, o
especial será exibido no dia 25 de dezembro, logo após a novela das 21h,
"Salve Jorge".
Veja o repertório da gravação do especial de fim de ano de Roberto Carlos:
"Emoções"
Medley: "Seu corpo", "Café da manhã", "Os seus botões", "Falando sério", "Côncavo e convexo"
"Como é grande o meu amor por você"
"Meu lugar" (com Arlindo Cruz)
"O homem" (com Arlindo Cruz)
"É meu, é meu, é meu" (com as Empreguetes)
"Esse cara sou eu"
"Furdúncio"
"Aquerela do Brasil" (instrumental)
"As curvas da estrada de Santos” (com Seu Jorge)
“Amiga da minha mulher” (com Seu Jorge)
"Detalhes"
"O portão"
"Meu querido, meu velho, meu amigo” (com Michel Teló)
"Ai se eu te pego" (com Michel Teló)
"Jesus Cristo"
Medley: "Seu corpo", "Café da manhã", "Os seus botões", "Falando sério", "Côncavo e convexo"
"Como é grande o meu amor por você"
"Meu lugar" (com Arlindo Cruz)
"O homem" (com Arlindo Cruz)
"É meu, é meu, é meu" (com as Empreguetes)
"Esse cara sou eu"
"Furdúncio"
"Aquerela do Brasil" (instrumental)
"As curvas da estrada de Santos” (com Seu Jorge)
“Amiga da minha mulher” (com Seu Jorge)
"Detalhes"
"O portão"
"Meu querido, meu velho, meu amigo” (com Michel Teló)
"Ai se eu te pego" (com Michel Teló)
"Jesus Cristo"
Artista: VA
Álbum: Salve Jorge: Nacional
Gravadora: Som Livre
Gênero: Trilha Sonora, OST, Vários
Lançamento: 2012
N° de Faixas: 18
Formato: MP3
Qualidade: 192 Kbps
Tamanho: 101 MB
Álbum: Salve Jorge: Nacional
Gravadora: Som Livre
Gênero: Trilha Sonora, OST, Vários
Lançamento: 2012
N° de Faixas: 18
Formato: MP3
Qualidade: 192 Kbps
Tamanho: 101 MB
A trilha sonora de Salve Jorge, novela das nove que substituiu Avenida Brasil, promete ser uma atração à parte. Roberto Carlos gravou duas músicas inéditas para a trama: uma balada intitulada “Esse cara sou eu”, tema dos mocinhos Morena (Nanda Costa) e Theo (Rodrigo Lombardi), e um funk chamado “Furdúncio”. Outro artista que gravou uma canção especialmente para a novela foi Seu Jorge, que está embalando o tema de abertura da trama, chamada “Alma de guerreiro”. Confira!
Tracklist:
01. Esse Cara Sou Eu – Roberto Carlos
02. Alma De Guerreiro – Seu Jorge
03. Me Deixas Louca (Me Vuelves Loco) – Maria Rita
04. Favela Fashion Week – Leandro Sapucahy
05. Tristeza – Diogo Nogueira
06. Sorte e Azar – Barão Vermelho
07. Vive – Maria Bethânia Part. Djavan
08. Fazendo Coisa Boa – Tchê Garotos
09. Quando O Amor Acontece – Nana Caymmi
10. Tiranizar – Caetano Veloso
11. Meu Corpo Quer Você – Naldo Part. Preta Gil
12. No Me Compares – Alejandro Sanz Part. Ivete Sangalo
13. Mais Um Na Multidão – Erasmo Carlos Part. Marisa Monte
14. Amor Surreal – Alcione
15. É Nóis Faze Parapapá – Michel Teló e Sorriso Maroto
16. Furdúncio – Roberto Carlos
17. Aquele Abraço – Tim Maia
18. Mesmo Que Seja Eu – Ney Matogrosso
02. Alma De Guerreiro – Seu Jorge
03. Me Deixas Louca (Me Vuelves Loco) – Maria Rita
04. Favela Fashion Week – Leandro Sapucahy
05. Tristeza – Diogo Nogueira
06. Sorte e Azar – Barão Vermelho
07. Vive – Maria Bethânia Part. Djavan
08. Fazendo Coisa Boa – Tchê Garotos
09. Quando O Amor Acontece – Nana Caymmi
10. Tiranizar – Caetano Veloso
11. Meu Corpo Quer Você – Naldo Part. Preta Gil
12. No Me Compares – Alejandro Sanz Part. Ivete Sangalo
13. Mais Um Na Multidão – Erasmo Carlos Part. Marisa Monte
14. Amor Surreal – Alcione
15. É Nóis Faze Parapapá – Michel Teló e Sorriso Maroto
16. Furdúncio – Roberto Carlos
17. Aquele Abraço – Tim Maia
18. Mesmo Que Seja Eu – Ney Matogrosso
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No comunicado feito apenas três dias após a confirmação das apresentações da banda no país, o grupo pede desculpas aos fãs, mas não revela o motivo do adiamento.
"Com muita tristeza nós fomos forçados a adiar a nossa recém-anunciada tour na América Latina devido a circunstâncias inesperadas. Pedimos desculpas a todos que estavam esperando pelos shows e torcemos para que novas datas sejam anunciadas em breve", diz a nota.
A venda de ingressos para os shows no Brasil estava prevista para começar na próxima semana. Essa seria a quinta vez do grupo no Brasil.
Gene Simmons, Tommy Thayer e Paul Stanley, ao vivo, em 2010: line-up volta ao Brasil após três anos
No início da década de 1970, quando o Reino Unido já havia se firmado como o grande berço dos grandes grupos de rock mundial, surgia nos EUA uma banda diferente de todas os outras. Mistério e pirotecnia se aliavam a temáticas de amor e de adolescência rebelde em uma mistura que tornou um quarteto um dos mais enigmáticos, populares e lucrativos da história do rock. Nascia, na cidade de Nova York, a banda Kiss, que retorna ao Brasil, pela quinta vez, nesta semana, para shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Fundado em 1973 por Paul Stanley (guitarra e vocal), Gene Simmons (baixo e vocal), Peter Criss (bateria) - os três até então integrantes do Wicked Lester - e Ace Frehley (guitarra solo), o Kiss buscou desde sempre a fama de uma forma diferente. Para chamar a atenção para suas canções joviais, com temáticas como amor, sexo e rebeldia, o grupo criou personagens para cada um de seus membros, com pinturas faciais e vestimentas características. Eram eles The Starchild (Stanley), The Demon (Simmons), The Spaceman (Frehley) e The Catman (Criss). Logo, em novembro daquele ano, o quarteto chamou a atenção do executivo Neil Bogart, recém-fundador do selo Casablanca Records, que assinou um contrato com os músicos.
No entanto, apesar de Kiss, o primeiro trabalho de estúdio, de 1974, ter trazido em seu play-list canções que viriam a se tornar hits absolutos do rock, como Strutter e Deuce, o sucesso não veio da forma rápida como era esperada. O mesmo ocorreria com seus sucessores, Hotter than Hell (1974) e Dressed to Kill (1975), que não conseguiram posições de destaque nas paradas de sucesso norte-americanas. Sem um nome de peso em seu casting, a Casablanca Records se afundava em dívidas, e, mesmo com apenas alguns meses de vida, já se encontrava à beira da falência.
Mas a grande virada estaria por vir. Bogart logo percebeu que, enquanto os discos do quarteto custavam a vender, suas apresentações ao vivo estavam sempre cheias. A solução era simples: produzir um disco ao vivo que conseguisse transmitir ao fã, por meio de seu toca-discos, toda a energia de um show do grupo, incluindo o barulho do público, as explosões e os gritos do carismático Paul Stanley. Alive! chegou às lojas dos EUA em setembro de 1975, atingiu a oitava colocação das paradas de sucesso do país e logo conquistou o certificado de Disco de Ouro por ali. Enfim o Kiss ganhava relevância e, sua gravadora, sobrevida no mercado.
Auge
Foi a partir daí que o Kiss começou a se mostrar capaz de se tornar um caça-níqueis da música mundial. Meses depois do lançamento de Alive!, o quarteto lançou, em 1976 e 1977, três imensos sucessos de sua discografia:Destroyer, Rock and Rol Over e Love Gun - todos certificados com Disco de Platina nos EUA. O slogan "a banda mais quente do mundo", bradado desde o início da carreira em todas as suas apresentações, começava a fazer sentido. A segunda compilação de suas canções ao vivo, Alive II, que também trazia algumas músicas inéditas, seguiu o mesmo percurso, vendendo mais de 2 milhões de cópias somente nos EUA.
Foi a partir daí que o Kiss começou a se mostrar capaz de se tornar um caça-níqueis da música mundial. Meses depois do lançamento de Alive!, o quarteto lançou, em 1976 e 1977, três imensos sucessos de sua discografia:Destroyer, Rock and Rol Over e Love Gun - todos certificados com Disco de Platina nos EUA. O slogan "a banda mais quente do mundo", bradado desde o início da carreira em todas as suas apresentações, começava a fazer sentido. A segunda compilação de suas canções ao vivo, Alive II, que também trazia algumas músicas inéditas, seguiu o mesmo percurso, vendendo mais de 2 milhões de cópias somente nos EUA.
O Kiss inaugurou uma nova era para os grandes shows. Com pirotecnia, fogos e muita teatralidade, o quarteto logo viu a aliança perfeita entre seus hits rock´n´roll e sua misteriosa e característica imagem. Passaram a brotar participações do grupo em especiais de televisão e uma série de produtos atrelados a ele, como revistas em quadrinhos, bonecos, fantasias e até um longa-metragem - Kiss Meets the Phantom of the Park, produção filmada em um parque de diversões californiano, na qual os integrantes do quarteto interpretavam a si próprios, mas como super-heróis. Uma pesquisa conduzida pela Gallop Poll, em 1977, elegeu a banda a mais popular dos EUA.
Com quatro trabalhos certificados com Discos de Platina em um período de dois anos, a banda logo partiria para um projeto ambicioso. Em 1978, Stanley, Simmons, Frehley e Criss lançaram, cada um, na mesma data, seus primeiros álbuns solo, todos com capas semelhantes, em que apareciam desenhados individualmente com suas respectivas máscaras, e com o logotipo do Kiss cravado no canto superior esquerdo. Mais uma vez, os quatro levaram platina. No entanto, era o começo da derrocada do grupo. Lançado em 1978, Dinasty foi o último disco da banda a figurar entre os top 10 das paradas norte-americanas em muito tempo - algo que só viria a se repetir em 1992, com Revenge. Apesar da boa vendagem, alavancada principalmente pelo sucesso da canção I Was Made for Loving You, o trabalho foi mal recebido pela crítica e, a despeito da duração de sua turnê, a com mais datas do grupo até então, o giro não foi bem-sucedido, tendo uma série de shows cancelados.
Além disso, o baterista Peter Criss, que praticamente nada gravou para o álbum devido a um acidente de carro, começava a se mostrar desinteressado pelo grupo. E sua técnica parecia a cada dia menos apurada. Tais fatos o levaram a ser demitido do Kiss ao fim do giro, sendo substituído por Eric Carr, que também assumiu uma nova máscara na banda, a da raposa (The Fox).
A crise se manteve. Em 1982, insatisfeito com os rumos tomados pelo quarteto, principalmente devido aos fracassados Unmasked e Music from the Elder, lançados em 1980 e 1981, Frehley abandonou o Kiss. Pela primeira vez, o grupo que havia se tornado o mais popular dos EUA se via apenas com seus dois idealizadores no line-up. E, também pela primeira vez, se via na urgência de reinventar-se totalmente, a fim de se manter relevante no mundo da música.
Uma nova fase
O mundo ainda desconhecia os rostos por baixo das pinturas. Nas chegadas a eventos, shows e mesmo caminhando pelas ruas, os integrantes do Kiss insistiam em manter no ar o mistério de suas faces, andando sempre disfarçados, sem revelá-las ao público. A última turnê mascarada se deu entre os anos de 1982 e 1983, quando o grupo fez sua estreia em território brasileiro, trazendo como novidade um novo guitarrista, Vinnie Vincent, na pele do personagem guerreiro Ankh, símbolo do antigo egípcio. Em 1983, no entanto, após o giro do pesado Creatures of the Night, os músicos finalmente mostravam seus rostos, na capa de Lick it Up. Tinha ínício uma nova fase, com um hard rock mais moldado àquele que fazia cada vez mais sucesso nos EUA e um visual glam.
O mundo ainda desconhecia os rostos por baixo das pinturas. Nas chegadas a eventos, shows e mesmo caminhando pelas ruas, os integrantes do Kiss insistiam em manter no ar o mistério de suas faces, andando sempre disfarçados, sem revelá-las ao público. A última turnê mascarada se deu entre os anos de 1982 e 1983, quando o grupo fez sua estreia em território brasileiro, trazendo como novidade um novo guitarrista, Vinnie Vincent, na pele do personagem guerreiro Ankh, símbolo do antigo egípcio. Em 1983, no entanto, após o giro do pesado Creatures of the Night, os músicos finalmente mostravam seus rostos, na capa de Lick it Up. Tinha ínício uma nova fase, com um hard rock mais moldado àquele que fazia cada vez mais sucesso nos EUA e um visual glam.
Apesar de os quatro trabalhos seguintes - Animalize (1984), Asylum (1985), Crazy Nights (1987) e Hot in the Shade (1989) - terem conseguido, todos, ao menos um certificado de Disco de Ouro em território norte-americano, o Kiss claramente não era mais a banda de outrora. Com mais duas trocas de line-up - Mark St. John no lugar de Vincent, em 1984, e, posteriormente, Bruce Kulick assumindo seu posto, no mesmo ano -, o quarteto viu a figura de Gene Simmons, cada vez mais preocupado com projetos fora da música, perder espaço e a de Paul Stanley, logo alçado ao status de sex-symbol, ganhar mais e mais força como frontman.
Mas, em 1991, veio a tragédia. Após dez anos sob o comando das baquetas do quarteto, Eric Carr morreu, em 24 de novembro, mesmo dia do falecimento de Freddie Mercury, do Queen, de hemorragia cerebral, aos 41 anos de idade. O óbito veio durante as gravações deRevenge, após meses de luta do músico contra um câncer. Stanley e Simmons, no entanto, optaram por dar prosseguimento aos planos da banda, e Eric Singer, cujo currículo incluía nomes como Alice Cooper, o substituiu e finalizou o trabalho.
Retorno ao auge
Em agosto de 1995, Peter Criss e Ace Frehley foram convidados para participar das gravações do Acústico MTV. Apesar de ter lançado, no ano seguinte, Carnival of Souls, disco que já estava pronto desde 1994, com Kulick e Singer no line-up , era o início da reunião. No dia 28 de fevereiro de 1996, Simmons, Stanley, Criss e Frehley apareceram pela primeira vez lado a lado e mascarados após mais de 15 anos, na 38ª edição dos prêmios Grammy. Em junho, a formação original do grupo iniciava sua primeira turnê desde 1978, que contou com 192 shows em 11 meses, com lucros de mais de US$ 40 milhões no período. O espetáculo de abertura daReunion Tour teve seus 40 mil ingressos esgotados em apenas 40 minutos.
Em agosto de 1995, Peter Criss e Ace Frehley foram convidados para participar das gravações do Acústico MTV. Apesar de ter lançado, no ano seguinte, Carnival of Souls, disco que já estava pronto desde 1994, com Kulick e Singer no line-up , era o início da reunião. No dia 28 de fevereiro de 1996, Simmons, Stanley, Criss e Frehley apareceram pela primeira vez lado a lado e mascarados após mais de 15 anos, na 38ª edição dos prêmios Grammy. Em junho, a formação original do grupo iniciava sua primeira turnê desde 1978, que contou com 192 shows em 11 meses, com lucros de mais de US$ 40 milhões no período. O espetáculo de abertura daReunion Tour teve seus 40 mil ingressos esgotados em apenas 40 minutos.
Três anos depois, o que os fãs mais aguardavam se tornava realidade. Após 20 anos, o line-up que tornou o nome do Kiss um dos maiores da história do rock voltou a lançar um trabalho de inéditas. Psycho Circus, contudo, foi envolto em controvérsias. Boatos de que os integrantes do grupo sequer teriam gravado seus instrumentos, rumor que atingiu também a performance de palco do quarteto, proliferaram. Frehley e Criss continuavam a causar problemas pela falta de dedicação e excesso de álcool/drogas durante as turnês. No entanto, o gigantismo do show 3D, o primeiro da história da música, ofuscou tudo isso, e a banda permaneceu no topo.
Todo o aspecto mercadológico do Kiss voltava com tudo. Histórias em quadrinhos, dezenas de séries de bonecos de ação (action figures), camisinhas, livros, DVDs comemorativos e até um caixão, o Kiss Kasket, geravam aos músicos mais lucros do que nunca. Mas a reunião não durou. Logo, em 2001, Criss foi substituído por Eric Singer. Um ano depois foi a vez de Frehley, tendo o seu posto ocupado por Tommy Thayer.
De volta ao estúdio
As turnês prosseguiam, apresentando repertórios compostos apenas por clássicos ou celebrando datas especiais - como a Alive 35 Tour, que passou pelo Brasil. Mas dez anos se passaram desde o lançamento dePsycho Circus e nada de novos discos de estúdio. Enfim, em 2008, a banda, já envolta há anos em rumores de que poderia até encerrar sua carreira, trouxe um trabalho de inéditas aos fãs. E Sonic Boom foi um grande sucesso.
As turnês prosseguiam, apresentando repertórios compostos apenas por clássicos ou celebrando datas especiais - como a Alive 35 Tour, que passou pelo Brasil. Mas dez anos se passaram desde o lançamento dePsycho Circus e nada de novos discos de estúdio. Enfim, em 2008, a banda, já envolta há anos em rumores de que poderia até encerrar sua carreira, trouxe um trabalho de inéditas aos fãs. E Sonic Boom foi um grande sucesso.
O disco chegou ao topo da Billboard 200, principal ranking da música norte-americana, e, apesar de não ter recebido críticas sempre positivas, deu um novo gás à banda. "O propósito deste álbum não é deixar as pessoas saberem que ainda estamos por aí, é deixá-las sabendo que ainda conseguimos bater em qualquer um que está por aí", disse Stanley na ocasião do lançamento do trabalho.
Em abril de 2012, um novo disco, o 20º do quarteto - e o segundo em um espaço de apenas três anos: Monster. E é esse disco, talvez o melhor do Kiss dos últimos 20 anos, que a banda promove em três shows no Brasil nesta semana. Com agenda já cumprida em Porto Alegre, Buenos Aires, Assunção e Santiago, o giro sul-americano será encerrado no domingo (18), na HSBC Arena, no Rio de Janeiro.
O Google estreou nesta quinta-feira (8) mais um de seus projetos para mostrar os recursos do navegador Chrome. Batizado de Jam With Chrome , o site permite que o internauta toque um instrumento musical e convide mais três amigos para tocar música.
Logo ao entrar no Jam With Chrome, o internauta escolhe seu instrumento favorito. É possível escolher entre vários tipos de bateria, violão, guitarra, baixo e teclado. Todos eles têm uma versão para iniciantes, que permite escolher entre alguns tipos de ritmos já configurados.
Jam WIth Chrome permite montar banda com amigos
Quem tem algum conhecimento musical pode optar pela versão avançada dos instrumentos. Ela permite usar o teclado do computador para ter controle total sobre o instrumento escolhido.
O internauta pode ainda convidar até três amigos para tocar músicas de forma conjunta. O site ainda está em fase de testes e o desempenho pode variar, dependendo da velocidade da conexão à internet e da configuração da máquina do usuário.
Artista: Coldplay
Álbum: Live 2012
Gravadora: Parlophone
Gênero: Britpop, Piano Rock, Pop-Rock, Live
Lançamento: 2012
N° de Faixas: 15
Qualidade: VBR~280 Kbps
Tamanho: 128 Mb
Tracklist:
01. Mylo Xyloto
02. Hurts Like Heaven
03. In My Place
04. Major Minus
05. Yellow
06. God Put A Smile Upon Your Face
07. Princess Of China
08. Up In Flames
09. Viva La Vida
10. Charlie Brown
11. Paradise
12. Us Against The World
13. Clocks
14. Fix You
15. Every Teardrop Is A Waterfall
02. Hurts Like Heaven
03. In My Place
04. Major Minus
05. Yellow
06. God Put A Smile Upon Your Face
07. Princess Of China
08. Up In Flames
09. Viva La Vida
10. Charlie Brown
11. Paradise
12. Us Against The World
13. Clocks
14. Fix You
15. Every Teardrop Is A Waterfall
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Muito já se falou sobre as farpas trocadas por @LadyGaga e @MDNA.
Mas, no fim das contas, o melhor lugar para as rivais resolverem suas
diferenças é o palco. E a batalha começa nesta sexta-feira (9), quando
Gaga estreia no Rio.
O G1 assistiu aos shows das duas popstars antes que elas dessem o ar da graça por aqui. Em Milão, na Itália, Madonna foi além de stripteases e tiros para o alto e em San Juan, em Porto Rico, Gaga mostrou potência no gogó e algum blablablá.
Se você só tem verba para acompanhar um grande show pop neste fim de
2012, a escolha pode ser pautada com a leitura dos dez itens abaixo.
Qual a idade média da plateia e quais as atrações de abertura? E o que
dizer de cenários, dos figurinos, das coreografias e da presença de
músicas não tão conhecidas? Veja as respostas abaixo:
Fala muito
Uma das características notáveis de Gaga é sua proximidade com os fãs. Para mostrar isso, ela fala muito entre uma música e outra. Ela agradece por terem comprado ingresso (veja no YouTube) e cada falatório dura até cinco minutos. Há papos em que defende minorias, falas sobre a liberdade de expressão e os tempos difíceis em Nova York antes de virar uma estrela pop. Grande parte dos discursos, porém, parece ensaiada demais.
Fala pouco
As falas de Madonna entre as músicas são menos comuns e assim tudo fica bem menos truncado nas apresentações da MDNA Tour. Há poucos discursinhos ensaiados. Nas pausas, a opção é por frases pontuais e levemente autoirônicas como "é muito bom estar sentada agora", dita após frenética coreografia. "Se vocês quiserem e souberem, podem cantar. Ou eu vou aí chutar a bunda de vocês", ameaça rindo, em Milão.
Uma das características notáveis de Gaga é sua proximidade com os fãs. Para mostrar isso, ela fala muito entre uma música e outra. Ela agradece por terem comprado ingresso (veja no YouTube) e cada falatório dura até cinco minutos. Há papos em que defende minorias, falas sobre a liberdade de expressão e os tempos difíceis em Nova York antes de virar uma estrela pop. Grande parte dos discursos, porém, parece ensaiada demais.
Fala pouco
As falas de Madonna entre as músicas são menos comuns e assim tudo fica bem menos truncado nas apresentações da MDNA Tour. Há poucos discursinhos ensaiados. Nas pausas, a opção é por frases pontuais e levemente autoirônicas como "é muito bom estar sentada agora", dita após frenética coreografia. "Se vocês quiserem e souberem, podem cantar. Ou eu vou aí chutar a bunda de vocês", ameaça rindo, em Milão.
Nascida da vagina
Dois momentos são marcantes no show de Gaga. O primeiro acontece quando ela sai de uma vagina inflável gigante em “Born this way” (veja no YouTube), logo no começo. Outro bom momento está mais para o final da apresentação, quando a cantora convoca fãs da plateia para subir ao palco e participar da execução de canções.
Atira para todos os lados
As coreografias em que Madonna segura um revólver e simula matar seus dançarinos está entre os bons momentos do show. É tiro para todo lado, mas não suficiente para matar os 22 profissionais que dividem o palco com a cantora. Fique de olho em "Gang bang".
Dois momentos são marcantes no show de Gaga. O primeiro acontece quando ela sai de uma vagina inflável gigante em “Born this way” (veja no YouTube), logo no começo. Outro bom momento está mais para o final da apresentação, quando a cantora convoca fãs da plateia para subir ao palco e participar da execução de canções.
Atira para todos os lados
As coreografias em que Madonna segura um revólver e simula matar seus dançarinos está entre os bons momentos do show. É tiro para todo lado, mas não suficiente para matar os 22 profissionais que dividem o palco com a cantora. Fique de olho em "Gang bang".
Monstrinhos fantasiados
O público de Lady Gaga é formado por muitos adolescentes, com meninas e gays na maioria. Parte dos fãs, chamados por ela de “monstrinhos”, gosta de se maquiar e usar figurinos ousados e chamativos, imitando o estilo exótico da cantora.
O público de Lady Gaga é formado por muitos adolescentes, com meninas e gays na maioria. Parte dos fãs, chamados por ela de “monstrinhos”, gosta de se maquiar e usar figurinos ousados e chamativos, imitando o estilo exótico da cantora.
Trintões devotos
A plateia é mais velha: cheia de trintões e quarentões. Gays empunham bandeiras do movimento LGBT e acompanham tudo com gritinhos. Poucos têm menos de 18 anos. Quase ninguém está fantasiado. São incontáveis as camisetas estampadas com as mais diferentes fases da popstar.
A plateia é mais velha: cheia de trintões e quarentões. Gays empunham bandeiras do movimento LGBT e acompanham tudo com gritinhos. Poucos têm menos de 18 anos. Quase ninguém está fantasiado. São incontáveis as camisetas estampadas com as mais diferentes fases da popstar.
Castelo de Grayskull
Gaga parece não ter medo de se aproximar do brega quando o assunto é seu cenário. O castelo móvel – que abre, fecha e se movimenta dependendo de ocasião – é o centro das atenções do espetáculo. A cantora também usa bem o cenário, caminhando por seus vários andares e utilizando seus quatro cantos. Outros notável elemento do show é a moto “dirigida” por Gaga em uma das músicas.
Gaga parece não ter medo de se aproximar do brega quando o assunto é seu cenário. O castelo móvel – que abre, fecha e se movimenta dependendo de ocasião – é o centro das atenções do espetáculo. A cantora também usa bem o cenário, caminhando por seus vários andares e utilizando seus quatro cantos. Outros notável elemento do show é a moto “dirigida” por Gaga em uma das músicas.
Telões e plataformas
Os telões e as projeções são comparáveis aos do muro de Roger Waters. Não há muitas alegorias e firulas: a breguice passa longe do palco da cantora. Outros destaques são plataformas móveis que sobem e descem.
Os telões e as projeções são comparáveis aos do muro de Roger Waters. Não há muitas alegorias e firulas: a breguice passa longe do palco da cantora. Outros destaques são plataformas móveis que sobem e descem.
Do vestido de carne ao sutiã com armas
São realmente surpreendentes os figurinos de Gaga durante o show. Ela usa em torno de 18 ousadas, grandiosas e marcantes roupas na apresentação, entre elas o famoso “vestido de carne” (veja no YouTube) e o sutiã com armas. Também impressiona a rapidez com que Gaga troca de roupa.
São realmente surpreendentes os figurinos de Gaga durante o show. Ela usa em torno de 18 ousadas, grandiosas e marcantes roupas na apresentação, entre elas o famoso “vestido de carne” (veja no YouTube) e o sutiã com armas. Também impressiona a rapidez com que Gaga troca de roupa.
Tudo de marca e nada comprado em açougue
O look com o qual Madonna foi mais fotografada em 2012 foi a roupa de líder de torcida. Mas não é só isso. Se você piscar, vai perder uma das peças de Jean-Paul Gaultier (o sutiã cone estará lá), Jeremy Scott, Alexander Wang Prada, MiuMiu, Dolce&Gabbana e J. Brand. No armário da equipe, constam mais de 700 pares de sapato.
O look com o qual Madonna foi mais fotografada em 2012 foi a roupa de líder de torcida. Mas não é só isso. Se você piscar, vai perder uma das peças de Jean-Paul Gaultier (o sutiã cone estará lá), Jeremy Scott, Alexander Wang Prada, MiuMiu, Dolce&Gabbana e J. Brand. No armário da equipe, constam mais de 700 pares de sapato.
Gaga satânica
A cantora americana enfrentou muitos protestos durante a passagem de sua turnê pela Ásia. Apesar de muita reclamação por parte de conservadores na Coreia do Sul, ela conseguiu fazer seu show. Na Tailândia, por exemplo, Gaga foi denunciada por entrar no palco com uma moto que trazia a bandeira do país, e nas Filipinas teve de lidar com protestos de grupos cristãos que a chamaram de anticristã. Por fim, após ameaças de grupos fundamentalistas, a “satânica” Gaga cancelou seu show na Indonésia.
A cantora americana enfrentou muitos protestos durante a passagem de sua turnê pela Ásia. Apesar de muita reclamação por parte de conservadores na Coreia do Sul, ela conseguiu fazer seu show. Na Tailândia, por exemplo, Gaga foi denunciada por entrar no palco com uma moto que trazia a bandeira do país, e nas Filipinas teve de lidar com protestos de grupos cristãos que a chamaram de anticristã. Por fim, após ameaças de grupos fundamentalistas, a “satânica” Gaga cancelou seu show na Indonésia.
Madonna política
Virou moda xingar Madonna durante esta turnê, mas a reação mais polêmica em shows veio em Paris, em julho. A apresentação durou apenas 45 minutos e houve quem decidiu vaiar a moça no final. Madonna ainda usou vídeo com imagem de uma suástica em Marine Le Pen, do principal partido francês de extrema-direita, a Frente Nacional (FN). Depois, trocou símbolo nazista por ponto de interrogação.
Virou moda xingar Madonna durante esta turnê, mas a reação mais polêmica em shows veio em Paris, em julho. A apresentação durou apenas 45 minutos e houve quem decidiu vaiar a moça no final. Madonna ainda usou vídeo com imagem de uma suástica em Marine Le Pen, do principal partido francês de extrema-direita, a Frente Nacional (FN). Depois, trocou símbolo nazista por ponto de interrogação.
Lady gogó
Apesar de não ter fama, Lady Gaga canta para valer em boa parte do show. Sua voz soa como a que ouvimos em seus discos, sem truques – e, mesmo com as danças, ela não sai do ritmo. A americana dispensa a banda em uma faixa para executá-la apenas ao piano enquanto conversa com os fãs. Veja a performance em vídeo no YouTube.
Apesar de não ter fama, Lady Gaga canta para valer em boa parte do show. Sua voz soa como a que ouvimos em seus discos, sem truques – e, mesmo com as danças, ela não sai do ritmo. A americana dispensa a banda em uma faixa para executá-la apenas ao piano enquanto conversa com os fãs. Veja a performance em vídeo no YouTube.
Como um acústico
Já na segunda metade da apresentação, a cantora dispensa dançarinos e dá folga para projeções. Em versão irreconhecível para desavisados, dá novo sentido para o sucesso "Like a virgin". A moça canta acompanhada só por pianista. Veja vídeo da performance em show na Polônia, gravado por fã.
Já na segunda metade da apresentação, a cantora dispensa dançarinos e dá folga para projeções. Em versão irreconhecível para desavisados, dá novo sentido para o sucesso "Like a virgin". A moça canta acompanhada só por pianista. Veja vídeo da performance em show na Polônia, gravado por fã.
| Darnkness abre para Gaga e Will.i.am canta antes de Madonna (Foto: Divulgação e Reuters) |
Picaretagem e diversão
Embora a performática DJ Lady Starlight (que é amiga de Gaga) tenha uma das piores apresentações dos últimos tempos, o grupo britânico Darkness é definitivamente uma ótima escolha para abrir o show da cantora (ouça músicas do grupo). A banda de rock é divertida e, justamente por não ter nada a ver com o som da estrela pop, agrada ao público com muita empolgação em cima do palco.
Embora a performática DJ Lady Starlight (que é amiga de Gaga) tenha uma das piores apresentações dos últimos tempos, o grupo britânico Darkness é definitivamente uma ótima escolha para abrir o show da cantora (ouça músicas do grupo). A banda de rock é divertida e, justamente por não ter nada a ver com o som da estrela pop, agrada ao público com muita empolgação em cima do palco.
Will.i.am, de novo
Na turnê europeia, foi o DJ francês Martin Solveig o escalado para tocar antes da loira. Versado em electro, o produtor do disco mais recente de Madonna toca set bem farofeiro. Aqui no Brasil, o eleito é Will.i.am, vocalista do Black Eyed Peas, banda que já veio seis vezes ao Brasil. Na última vez, no SWU, cantou três músicas do Jorge Ben Jor e transformou o festival paulista de pop rock em uma festinha.
Na turnê europeia, foi o DJ francês Martin Solveig o escalado para tocar antes da loira. Versado em electro, o produtor do disco mais recente de Madonna toca set bem farofeiro. Aqui no Brasil, o eleito é Will.i.am, vocalista do Black Eyed Peas, banda que já veio seis vezes ao Brasil. Na última vez, no SWU, cantou três músicas do Jorge Ben Jor e transformou o festival paulista de pop rock em uma festinha.
Quase 'pudica'
Dá para dizer que Gaga não mostra muito o corpo durante o show, especialmente por conta de seus figurinos. Até mesmo sua cara, de vez em quando, fica coberta ao vivo. Dependendo do traje, ela deixa parte das pernas e braços à mostra, mas raramente aparece com um decote mais ousado.
Dá para dizer que Gaga não mostra muito o corpo durante o show, especialmente por conta de seus figurinos. Até mesmo sua cara, de vez em quando, fica coberta ao vivo. Dependendo do traje, ela deixa parte das pernas e braços à mostra, mas raramente aparece com um decote mais ousado.
Magic Magde
"Human nature" é a trilha para os stripteases mais comentados desta MDNA Tour. Em shows anteriores, ela já mostrou calcinha, costas (às vezes com alguma mensagem especial grafada), seio e bumbum. Veja vídeo no YouTube do momento em que ela mostra seio durante show na Turquia, gravado por fã.
"Human nature" é a trilha para os stripteases mais comentados desta MDNA Tour. Em shows anteriores, ela já mostrou calcinha, costas (às vezes com alguma mensagem especial grafada), seio e bumbum. Veja vídeo no YouTube do momento em que ela mostra seio durante show na Turquia, gravado por fã.

