Em show na Praça da Apoteose, no Rio, banda despista sobre fim de hiato.
'Just a Fest', na noite de sexta (20), também terá Radiohead e Kraftwerk.

Carla Meneghini Do G1, no Rio

 

Apreentação da banda Los Hermanos, no 'Just a Fest'. (Foto: Alexandre Durão/AgNews)

Depois de quase dois anos de espera e ansiedade, os fãs do Los Hermanos puderam matar as saudades e ter um gostinho de retorno da banda nesta sexta-feira (20), na Praça da Apoteose, no Rio. O show do quarteto abriu o evento "Just a Fest", que também trouxe os britânicos do Radiohead e os veteranos do Kraftwerk ao Brasil.

 

Veja fotos do 'Just a Fest'

 

Pontualmente às 19h, quando o local ainda estava meio vazio, Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina e Rodrigo Barba subiram ao palco de braços dados e foram recebidos com muitos aplausos. Mas a expectativa dos fãs não foi correspondida, já que durante toda a apresentação o grupo despistou sobre a chance de um retorno. "Sorte nossa estar aqui hoje", disse Amarante, como quem cai de pára-quedas em um evento.

 

Coincidência ou não, "Todo Carnaval tem seu fim" foi a música escolhida para abrir a apresentação, em que, os Hermanos mostraram um repertório panorâmico de sua carreira e o entrosamento de sempre, como se não tivessem ficado um só dia sem tocar juntos.

 

Entretanto, a energia era diferente de outras épocas. Aliás, que energia? Até as últimas três ou quatro músicas, a banda parecia estar com a pilha fraca. Mas eles estão de volta, nem que seja por um dia, então quem se importa?

 

Depois de um passeio por todos os álbuns da banda, com hits como "O vento" e "Cara estranho", o Los Hermanos engatou alguns de seus velhos "hinos", cantados em coro pelo público, como "Sentimental" e "A flor", que fechou a apresentação.

 

"Foi um prazer, vocês são demais", disse Camelo ao se despedir e a pergunta não foi respondida: é ou não é o fim do hiato, iniciado em junho de 2007? Quem sabe no show de domingo (22), em São Paulo, eles respondam. Mas a pouca animação que eles mostraram no palco pode ser uma pista.

 

Confira abaixo o repertório completo do show do Los Hermanos no "Just a Fest".

 

Todo Carnaval tem seu fim
O vencedor
Retrato para Iaiá
Último romance
Morena
Além do que se vê
O vento
Cher Antoine
A outra
Primeiro andar
Casa pré-fabricada
Deixa o verão
Cara estranho
Assim será
Condicional
Sentimental
Cadê teu suin?
A flor 

via Portal G1

 

Grupo alemão pronto para a turnê latina, a primeira após a saída de Florian Schneider-Esleben, um de seus membros-fundadores. Banda dividirá o palco com Radiohead e Los Hermanos no festival Just a Fest.

 

Os quatro integrantes do Kraftwerk fazem duas apresentações no Rio de Janeiro (20/03) e em São Paulo (22/03). Para a banda, que é um dos principais produtos de exportação da música eletrônica alemã, será uma primeira chance de provar ao público brasileiro que seus espetáculos continuam tão impactantes como antes, mesmo após o desligamento oficial de Florian Schneider-Esleben, um de seus membros-fundadores.

Não é a primeira vez que o Kraftwerk troca de formação. Desde 1970, já passaram pelo grupo outros dez integrantes, sem que isso representasse qualquer queda na produtividade desta usina sonora. Afinal, a dupla que inventou a banda – o próprio Schneider e Ralf Hütter – ainda permanecia em seus postos. Agora Hütter está só na sala de comando, à frente de Fritz Hilpert, Henning Schmitz e do ex-operador de vídeo do estúdio Kling Klang, Stefan Pfaffe, que veio ocupar o lugar de Florian Schneider.

Grupo de Düsseldorf ao vivoBildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Grupo de Düsseldorf ao vivo

Mas a saída do artista, que no palco se encarregava da bateria eletrônica, da flauta e do violino, parece não ter chocado muito os fãs da banda pioneira da música eletrônica. Poucos dias depois que os produtores do festival Movimentos – organizado em Wolfsburg pela Volkswagen – colocaram os ingressos à venda para as três apresentações do Kraftwerk em abril, os bilhetes se esgotaram.

Repercussão na mídia alemã

A imprensa alemã deu bastante destaque ao comunicado oficial da EMI, gravadora do Kraftwerk, confirmando a saída de Schneider no início de janeiro. Mas salientou principalmente o desconforto de saber da notícia só depois da mídia britânica, já que foi o New Musical Express o primeiro a divulgar a informação na internet. Ainda que Schneider tenha se ausentado de todos os nove concertos realizados pelo quarteto no ano passado, ninguém na Alemanha parecia suspeitar do que estava de fato acontecendo.

Para o Frankfurter Allgemeine Zeitung, "da mesma forma minimal como o duo sempre operou, ele também se separou". O Die Welt foi taxativo ao reconhecer o significado dos doze álbuns do Kraftwerk para a música, lembrando que "só bandas se desintegram, ícones e idéias jamais", e que não há razões para temer um "curto-circuito" na qualidade do trabalho do grupo pois, "no caso deles, todos são substituíveis. Até mesmo por robôs, em caso de emergência."

Foto da banda em 1981Bildunterschrift: Foto da banda em 1981

Enquanto o Tagesspiegel considerou a auto-demissão de Florian Schneider o fim de uma instituição cultural alemã, o Taz sentenciou: "A dupla que inventou o homem-máquina, que cantava se imaginando como robô, e que ia para o estúdio como outros vão para o escritório, se separou  e quase ninguém reparou porque o conceito deles é tão bem sucedido, que ninguém se interessa por quem está por trás".

A máquina é o mito

O Kraftwerk foi criado em Düsseldorf no ano de 1970 pelos amigos Florian Schneider e Ralf Hütter, que já vinham trabalhando juntos no grupo Organisation, que fundaram em 1968. O Organisation, um típico representante do krautrock, acabou gravando apenas um LP, intitulado Tone Float, que apostava num tipo de rock influenciado pela psicodelia do Pink Floyd.

Em 1970, a dupla montou um estúdio próprio – o hoje quase lendário Kling Klang Studio – para embarcar na viagem eletrônica do Kraftwerk. No segundo semestre daquele mesmo ano, lançaram seu disco de estreia, ainda acompanhados por dois bateristas que só participaram do primeiro trabalho: Klaus Dinger, falecido no ano passado, e Andreas Hohmann. O álbum, ainda voltado à sonoridade acústica, chegou a ficar entre os trinta mais vendidos da parada alemã. Mas a alta rotatividade dos membros coadjuvantes da banda prosseguiu.

Em 1974, o Kraftwerk conseguiu alcançar visibilidade internacional com o lançamento de Autobahn, cuja faixa-título durava 22 minutos. O disco fez sucesso até no Brasil, onde o tema "Mitternacht" chegou a ser usado como vinheta dos quadros de suspense do programa televisivo Fantástico.

Opção pela arte

Até o final dos anos 70, o grupo lançou sete álbuns, com clássicos como "Radioaktivität", "Trans-Europa Express", "Die Roboter" e "Das Model", um de seus maiores hits. De lá para cá, os intervalos entre um disco e outro foram aumentando. Consolidados no olimpo da música pop mundial, eles – que nunca abriram mão de batizar os trabalhos em alemão, nem de cantar em sua língua materna quando bem entendessem – optaram por priorizar a qualidade em relação aos lucros.

Wolfgang Flür, que a partir de 1972 pilotou a bateria eletrônica da banda por longos 14 anos, afirmou certa vez: "Tivemos que receber o aval dos Estados Unidos e lá ganhar nossas medalhas de ouro para que a Alemanha se interessasse realmente por nós".

Trinta anos depois, incumbido de compor uma vinheta para a feira Expo 2000 em Hannover, o Kraftwerk gerou polêmica: gravou uma peça de quinze segundos, na qual uma voz robótica repetia em diversos idiomas o nome do evento, e faturou um cachê respeitável de 400 mil marcos (cerca de 200 mil euros).

Banda inglesa se apresenta pela primeira vez no Brasil no Just a Fest.
Shows estão marcados para sexta (20) no Rio e domingo (22) em SP.

Do G1, em São Paulo

O grupo inglês Radiohead é atração principal do Just a Fest, evento que acontece no Rio de Janeiro nesta sexta (20), na Praça da Apoteose, e em São Paulo no domingo (22), na Chácara do Jockey. O festival terá ainda shows da banda alemã Kraftwerk e do grupo carioca Los Hermanos, que volta a se reunir depois de quase dois anos em hiato.

 

Esta será a primeira passagem do Radiohead pelo Brasil. Composto por Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O'Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão), o grupo está junto desde os anos 80. Naquela época, os integrantes se apresentavam como On a Friday. 

 

Ouça especial GloboRadio com músicas do Radiohead
 

O primeiro álbum do quinteto, "Pablo Honey", saiu em 1993. A partir de então, o Radiohead lançou uma série de trabalhos cuja importância é essencial na música pop. Confira a seguir detalhes dos sete discos de estúdio da banda de Oxfordshire.

Kraftwerk

Pioneiro da música eletrônica com formato de canção, o Kraftwerk surgiu na Alemanha na década de 70 e influenciou toda a música pop que veio depois de seu trabalho.

 

O refinado uso de computadores e sintetizadores para compor absolutamente todos os arranjos de suas músicas viraram referência para o synth pop dos anos 80, para o tecno e até para o hip hop: a faixa seminal do estilo, "Planet rock", de Afrika Bambaataa, tem o sample de "Trans-Europe express", dos alemães.

 

Ao longo dos anos, o Kraftwerk teve diferentes formações, mas sempre se manteve fiel ao conceito do minimalismo eletrônico – que encontrou ecos até no Radiohead da fase dos álbuns "Kid A" e "Amnesiac".

Banda toca em Porto Alegre, Curitiba, Recife, Goiânia, SP, Rio e BH.
Quinteto canadense apresenta músicas de seu disco homônimo no país.

Do G1, em São Paulo

A banda canadense Simple Plan. (Foto: Divulgação)

Famoso pela mistura de pop com elementos de punk, o Simple Plan retorna ao Brasil este mês para mais uma turnê. A banda canadense traz na bagagem músicas de seu mais recente álbum, "Simple Plan".

O grupo se apresenta nesta quarta (18) no Pepsi On Stage, em Porto Alegre, quinta (19) no Master Hall, em Curitiba, sábado (21) no Chevrolet Hall, no Recife, e domingo (22) no Clube Jaó , em Goiânia.

 

Na próxima terça-feira (24) o grupo toca no Credicard Hall, em São Paulo, quarta (25) no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, e quinta (26) no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte.

Com mais 8 milhões de CDs vendidos em todo o mundo, o Simple Plan é formado por Pierre Bouvier (vocais), Chuck Comeau (bateria e vocais), David Desrosiers (baixo e vocais), Sebastien Lefebvre (guitarra e vocais) e Jeff Stinco (guitarra).

Para os shows no Brasil o público pode esperar sucessos como "I'd do anything", "Addicted", "Perfect", "Welcome to my life" e os "loops" de sintetizador do novo single "When I'm gone".

De acordo com a crítica internacional, o novo trabalho do Simple Plan confirma o amadurecimento do quinteto de Montreal.

Simple Plan no Brasil

 

Porto Alegre

Quando: quarta (18), às 21h (show de abertura: banda Área Restrita)

Onde: Pepsi On Stage, Av. Severo Dullius, 1995, Bairro Anchieta

Quanto: R$ 60 a R$ 120

 

São Paulo

Quando: terça (24), às 21h30 
Onde: Credicard Hall, Av. Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, (11) 2846-6010 
Quanto: R$ 80 a R$ 250 / 
www.credicardhall.com.br

 

Rio de Janeiro

Quando: quarta (25), às 21h30

Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shop. Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846 (todos os dias, das 9h às 21h) 
Quanto: R$ 150 a R$ 250

 

Belo Horizonte

Quando: quinta (26), às 21h

Onde: Chevrolet Hall, Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, São Pedro, tel. (31) 3209-8989 / (31) 2191-5700

Quanto: R$ 180

Via Portal G1

Cantora mineira cuja voz já ganhou projeção nacional através de gravações incluídas nas trilhas sonoras de novelas exibidas pela Rede Globo (caso de Dust in the Wind, propagada em 2006 em Páginas da Vida), Paula Fernandes tenta alçar vôo mais alto no mercado fonográfico com o lançamento de seu quinto álbum, Pássaro de Fogo. Produzido por Marcus Viana, o CD tem 15 faixas e chega às lojas esta semana pela gravadora Universal Music no embalo da estréia da novela Paraíso, que vai difundir a partir de segunda-feira, 16 de março de 2009, a faixa Jeito de Mato, na qual Almir Sater figura como convidado. A cantora (em foto de Guto Costa) dá sua versão para Meu Eu em Você, tema autoral que forneceu para a dupla Victor & Leo, e entoa similares músicas sentimentais como Quero Sim e Vai. Já faixas como Debaixo do Cacho e Espaço Sideral - gravada com a dupla César Menotti & Fabiano - miram os bailões sertanejos e arrasta-pés que animam o vasto interior do Brasil. Paula Fernandes tem 25 anos e - além de cantora e compositora - toca violão (presente neste quinto disco).
Via Notas musicais

Música se chama "We're all criminals now" (Somos todos criminosos agora).
Ela narra como o brasileiro foi morto ao ser confundido com terrorista.

Do G1, em São Paulo

 

O duo inglês Pet Shop Boys.

O grupo de pop britânico Pet Shop Boys compôs uma música em homenagem a Jean Charles de Menezes, o brasileiro que foi morto pela polícia londrina em uma estação de metrô, em julho de 2005, relata o tabloide "The Sun" nesta terça-feira (17).

"We're all criminals now" (Somos todos criminosos agora) conta como o brasileiro foi executado por engano com vários tiros após ser confundido com um terrorista. A música faz parte do mais recente single da dupla, "Love etc."

A letra da canção que é chamada pelo jornal de a mais controversa de Neil Tennant e Chris Lowe, narra os eventos que levaram à morte do brasileiro. "Got the bus to the station/Music playing in my head/Ran to get on the tube train/Police shoot someone dead" (peguei o ônibus para a estação/ música tocando na minha cabeça/ corri para pegar o metrô/ a polícia atira e mata alguém). 

O refrão, por sua vez, diz que a liberdade está sendo destruída por medidas contra o terrorismo no país.

"O título da música e a própria canção resumem a forma como o governo trata as pessoas no reino Unido. Estamos todos sob constante vigilância e somos todos tratados como potencialmente culpados, como se estivéssemos a ponto de cometer algum crime. Somos todos criminosos agora", disse Neil Tennant ao "Sun".

via portal G1

Baixista diz em seu microblog que Faith No More pode tocar no Brasil.
Sonic Youth, Trent Reznor e Chris Cornell também adotaram o serviço.

Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

A banda Faith No More anuncia retorno em 2009 - e diz, pelo Twitter, que pode vir ao Brasil. (Foto: Divulgação)

Se o MySpace se tornou uma das ferramentas mais populares na divulgação de bandas e suas atividades – recentemente, tanto os britânicos do Oasis quanto o trio norte-americano Jonas Brothers anunciaram turnês brasileiras por meio de suas respectivas páginas – o Twitter está estreitando ainda mais a relação dos artistas com seus fãs.

O Faith No More anunciou em fevereiro seu retorno aos palcos depois de uma década. Nem bem começaram as especulações a respeito de uma possível turnê da banda e o baixista Billy Gould aguçou a curiosidade dos brasileiros dizendo, por meio do serviço de microblog que, sim, o FNM está pensando em tocar por aqui.

O músico disse ainda que por enquanto o Twitter será a principal fonte de informação sobre a banda, que reúne atualmente Mike Patton no vocal, Jon Hudson na guitarra, Mike Bordin na bateria e Roddy Bottum no teclado. Segundo o baixista, o intuito é adotar um esquema de "faça-você-mesmo", "sem entrevistas e o intermédio da imprensa". Quem lê os posts do roqueiro, aliás, já sabe que a banda está à procura de um nome para a nova turnê.

Como é possível twittar não só pela página oficial na internet, mas também usando programas no computador ou pelo celular, os artistas não perdem tempo. Questlove, líder da banda de rap The Roots, alimenta seus mais de 30 mil seguidores com informações preciosas frequentemente. Uma das boas novas divulgadas pelo seu microblog é que o grupo prepara seu 11º álbum, "How I got over", ainda para este ano.

Foi pelo Twitter, também, que o Sonic Youth anunciou aos fãs que tocará em Santiago do Chile no dia 29 de março. Já o rapper Jay Electronica contou os pormenores do nascimento de seu primeiro filho com a cantora Eryka Badu, no mês passado. E, enquanto Trent Reznor, do Nine Inch Nails, provoca Chris Cornell dizendo como se sentiu constrangido ao ouvir seu mais novo disco, produzido por Timbaland, o ex-Soundgarden cita a Bíblia e aproveita para anunciar uma promoção do álbum a US$ 2,99 em uma loja virtual. 

 

Enquanto isso, no Brasil...

Por aqui, o ritmo dos artistas no Twitter é mais lento. A Nação Zumbi até anunciou uma tentativa de comunicação, mas não costuma fazer atualizações. No microblog, quem sai na frente são os grupos independentes, a exemplo de Ecos Falsos, Grenade, Holger, entre outros.

 

"Entramos no Twitter para ter uma representação da banda lá. Queremos falar dos nossos shows e músicas, mas também contar histórias engraçadas, falar do que gostamos", diz Pedro Bruno, guitarrista e vocalista do Holger.

O grupo paulistano também pretende contar os detalhes de sua passagem pelo festival South By Southwest, no Texas, via Twitter – "vamos falar dos nossos shows, dos amigos, das bandas que somos fãs, e até se ficamos presos na alfândega", brinca o músico.

Pamela Leme, uma das sócias da agência Alavanca, que divulga jovens artistas como Guizado, Pata de Elefante e Supercordas, é adepta do Twitter para dar notícias em primeira mão.

 

"Nenhum outro serviço, atualmente, tem tamanha capacidade de comunicação em tempo real. Ele tem ajudado a aumentar o número de visitas ao nosso site e a dar mais visibilidade às bandas que agenciamos e divulgamos."

Via portal G1

Com pequenas alterações, repertório inclui só hits dos anos 80.
Veteranos do heavy metal ainda tocam em SP, BH, DF e Recife.

Diego Assis Do G1, no Rio

 

Bruce Dickinson, durante show do Iron Maiden no Rio de Janeiro (Foto: André Durão/G1)

Há exatamente um ano, quando passou com uma versão enxuta da turnê "Somewhere back in time" por São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, o Iron Maiden prometeu voltar. De acordo com Bruce Dickinson, vocalista da banda de heavy metal britânica, o retorno incluiria novas cidades e uma apresentação mais turbinada com direito a fogos e um palco maior. Promessa cumprida. O espetáculo que o Rio de Janeiro viu neste sábado - e que São Paulo vê domingo e Belo Horizonte, Brasília e Recife, na próxima semana - teve todos os cenários e explosões que compõem a versão completa do show. E o melhor: dois Eddies.

 

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Documentário transporta fãs ao 'voo 666'

 

O enigma de Eddie - encontre o símbolo nas capas


O show na Praça da Apoteose começou às 21h35 com "Aces high", clássico do álbum "Powerslave", de 1984. O repertório, com duração de quase duas horas, trouxe poucas mas importantes mudanças em relação ao mostrado no ano passado no país. Saíram "Revelations", "Heaven can wait", "Moonchild" e "The clairvoyant" e entraram ""Wrathchild", "Children of the damned", "Phantom of the opera" e "The evil that men do". A consagrada "The number of the beast", do álbum homônimo de 1982, foi deslocada para iniciar o bis, com sua climática abertura cantada em coro pelos fãs que lotavam o sambódromo.

 

Veja galeria de fotos do show do Iron Maiden no Rio

"Pensei que o Rio fosse só samba, não achei que vocês também gostassem de heavy metal", brincava Dickinson entre uma faixa e outra do total de dezesseis do repertório (confira a lista completa abaixo).

Como se poderia esperar de uma banda com 30 anos de carreira, o show do Iron Maiden foi de um profissionalismo impecável. Enquanto os três guitarristas trocavam o tempo todo de lugar no palco, o cantor já cinquentão corria de lá para cá e saltava como uma criança.

A recepção do público, de 22 mil pessoas segundo estimativa da Polícia Militar - mas de "15 mil ou um pouco mais" na contabilidade de Dickinson -, foi calorosa. Também, só pudera: na turnê atual da banda, praticamente toda montada a partir dos discos clássicos da década de 80 do Maiden, não há nenhuma música que os fãs não saibam do começo ao fim, desde as mais cantaroláveis "2 minutes do midnight" e "Run to the hills" até o épico "Rime of the ancient mariner", faixa de 13 minutos do já citado "Powerslave". 

 

O baixista Steve Harris e o guitarrista Adrian Smith (Foto: André Durão/G1)

Duas vezes Eddie

 

O compromisso de trazer os fogos de artifício foi honrado. A pirotecnia é explorada nos hits mais conhecidos do grupo, e o calor resultante pode ser sentido a centenas de metros do palco.

 

Mas a grande supresa para aqueles que tiveram a chance de conferir a versão reduzida do show no ano passado fica reservada para a última faixa antes do bis, a pioneira "Iron Maiden", de 1980: à certa altura da música, uma enorme esfinge com o rosto de Eddie se rompe e dá lugar a uma versão mumificada do famoso mascote da banda. Bem acabado, o boneco mecanizado cobre praticamente toda a extensão do palco e movimenta o torso e os braços.

Já no bis, Eddie volta a aparecer, desta vez circulando pelo palco e arriscando até umas "palhetadas" na guitarra como o ciborgue futurista que ilustra a capa do álbum "Somewhere in time", de 1986. 

 

Giovanni e o filho Bruno: duas gerações de 'maidenmania' (Foto: Diego Assis/G1)

 

'Meu primeiro Iron Maiden'

 

Apesar de contar com apenas uma música que não se encaixa em seu repertório oitentista - "Fear of the dark", do disco homônimo de 1992 -, o show dos veteranos atraiu uma geração de novos metaleiros que sequer haviam nascido quando a banda começou a fazer sucesso. É o caso de Bruno Cisari, 11 anos, que viajou da Bahia com o pai, Giovanni, 37, para assistir ao espetáculo. Foi o primeiro show de rock de sua vida. Incitado pela reportagem a escolher sua música favorita do Maiden, Bruno deu a resposta que praticamente nenhum fã mais velho da banda esperaria: "Educated fool", faixa do disco "Virtual XI", gravada pelo vocalista Blaze Bayley em 1998 quando Dickinson estava fora do grupo.

"Fala outra aí, vai...", tentou de novo o pai. "Hmmm... 'Number of the beast!'", lançou o garoto, desta vez apelando para a tradição.

Menos familiarizado com o universo do heavy metal, Arthur Rosmaninho, 46, também levou os filhos adolescentes Danilo, 14, e Arthur, 17, ao show no Rio. "É meu primeiro show. Vai ser inesquecível", disse ao G1 o caçula da família poucos minutos antes de o Iron Maiden subir ao palco e tocar duas das favoritas de Danilo, "The evil that men do" e "Children of the damned".

No
documentário "Flight 666 - O filme", que fez sua pré-estreia mundial neste sábado no Rio, Dickinson comenta a renovação do público da banda nos últimos oito anos. Provocado por um repórter da rádio americana XM, o vocalista se irrita com a sugestão de que a turnê atual seria uma espécie de revival caça-níqueis com canções que todo mundo já ouviu. "Para muitas pessoas que vão a nossos shows, esta é a primeira vez que estão ouvindo essas músicas", rebateu. "Por essas pessoas, temos de dar 150% de nós no palco."

Oportunista ou não, esta é provavelmente a última chance de ver e ouvir uma seleção de faixas antigas do Iron Maiden em versão ao vivo no Brasil. Antes de se despedir do público carioca, Dickinson, sempre ele, resolveu fazer mais uma promessa: "se vocês nos quiserem de novo, vamos voltar em 2011". O repertório deve privilegiar as inéditas do próximo álbum da banda, que entra em estúdio no ano que vem.

 

Confira o repertório completo do show do Iron Maiden no Rio:

1. "Aces high"
2. "Wrathchild"
3. "2 minutes to midnight"
4. "Children of the damned"
5. "Phantom of the opera"
6. "The trooper"
7. "Wasted years"
8. "Rime of the ancient mariner"
9. "Powerslave"
10. "Run to the hills"
11. "Fear of the dark"
12. "Hallowed be thy name"
13. "Iron Maiden"

BIS

14. "The number of the beast"
15. "The evil that men do"
16. "Sanctuary"

Fonte: Portal G1

Sexteto inglês se apresenta em seis cidades em todo o país.
Maiden ainda faz pré-estreia exclusiva de documentário no Rio.

O baixista Steve Harris e Janick Gers durante show do Iron Maiden em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)

O Iron Maiden já está no Brasil – a banda desembarcou em Manaus, onde faz o primeiro show de sua turnê brasileira. Está é a maior turnê que o sexteto já fez no país, e vai passar por seis cidades no total.

Esta é a segunda parte da turnê "Somewhere back in time", que passou pelo Brasil em 2008, com shows em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. A turnê foi tema do documentário "Flight 666", dirigido por Sam Dunn e Scot McFayden (do documentário "Metal: A headbanger's journey"). O longa tem
pré-estreia exclusiva no Brasil, no Cine Odeon, no Rio de Janeiro, no sábado (14).

A nova vinda da banda ao país marca a primeira passagem do Iron Maiden por Brasília, Manaus, Recife e Belo Horizonte. Também marca o retorno aos palcos cariocas após cinco anos de ausência. 

'Era de ouro'


Da última vez que passou pela capital paulista em março de 2008, a banda de heavy metal inglês lotou o Parque Antártica com 37 mil fãs, que cantaram a plenos pulmões um repertório de 16 hits da chamada Era de Ouro do Iron Maiden – a década de 1980. O grupo passou ainda por Curitiba e Porto Alegre.

"Prometemos que vamos voltar e torturá-los um pouco mais", anunciou o vocalista na ocasião. "Vamos voltar muito em breve. Mas será um show maior, com explosões, fogos e mais luzes. Vamos voltar em um ano para o Brasil, para São Paulo e para outras cidades", prometeu.

Via Portal G1

Polow Da Don diz que o casal gravou uma canção de amor.
Cantor foi indiciado por agredir a namorada no mês passado.

 
Foto: Reuters
Reuters
A cantora Rihanna. (Foto: Reuters)

O produtor Polow Da Don confirmou que Chris Brown e Rihanna gravaram um dueto. Trata-se supostamente de uma canção de amor, apesar de o artista ter sido indiciado por agredir a cantora, sua namorada.

 

A gravação teria sido realizada poucos dias depois de Brown ter sido acusado formalmente de agressão contra a estrela de "Umbrella". A confirmação foi feita por meio de uma representante de Da Don à rede CNN.

 

"Meu coração está com Chris e Rihanna pelo que aconteceu", declarou o produtor. "Eles são ótimos artistas e eu desejo o melhor para eles."


Enquanto os advogados trabalham nos bastidores por um acordo judicial que livraria o músico de 19 anos da cadeia, o casal foi a um estúdio na Grande Los Angeles para trabalhar em uma canção romântica, afirmou o site "TMZ.com" no início desta semana.


A música, segundo o site, foi originalmente escrita por Rihanna antes da briga, na véspera do prêmio Grammy, em fevereiro. Mas depois o produtor Polow Da Don achou que a faixa - que fala em superar as dificuldades de um casal - serviria para um bom dueto.


As sessões de fim de noite foram "muitíssimo emotivas... e a sensação na sala era puro amor", disse uma fonte não-identificada ao TMZ.


Polow Da Don já trabalhou com Brown, e também com cantores como Usher e Fergie.


O "E! News" disse que Brown quer incluir a faixa em seu novo álbum, que sai ainda neste ano. "Eles têm trabalhado juntos", declarou uma fonte do estúdio ao "E!".

Fonte: Portal G1

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