Segundo cantora, a Universal prejudicou-a e a herança de seu ex-marido.
O valor calculado pela ação é de US$ 5 milhões em prejuízo.

Da Reuters

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A cantora Cher. (Foto: Divulgação)

Cher está processando a Universal Music, reivindicando que a empresa prejudicou-a e a herança de seu antigo ex-marido, Sonny Bono, em uma quantia de US$ 5 milhões. O processo exige uma auditoria das contas da Universal da cantora e atriz do ano 2000 a 2003, mostrando que os executivos da empresa "ocuparam-se de tarefas ilegais" com a intenção de esconder as receitas de dois álbuns.


As 22 páginas de acusação apresentam uma quebra de dois contratos de gravação que Cher tinha com os predecessores da Universal Music, um com a divisão MCA, da Kapp Records, em 1972 e um acordo assinado em 1987 com a David Geffen Company. Cher reclama que aqueles contratos a autorizavam a receber 50% dos royalties arrecadados pela Universal.


A acusação alega que a Universal mais tarde fez um acordo com a Warner Music para distribuir uma coleção de 1999 chamada "Cher The Greatest Hits", então afunilou o dinheiro por meio do braço internacional da Universal Music para esconder o montante de royalties pertencentes a Cher e à herança de Bono.

 Studio 2002

Especial exibido pela Globo apenas uma vez em 1988 sai agora pela EMI.
Extras incluem shows no 'Globo de Ouro' e clipe do 'Fantástico'.

Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

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DVD 'Legião Urbana e Paralamas juntos' resgata programa exibido há mais de 20 anos. (Foto: Divulgação)

Tony Ramos admite não conhecer muito, mas confessa estar "descobrindo coisas ótimas no som deles". Já Fernando Gabeira elogia a musicalidade e a pesquisa sonora. Carlos Lombardi, autor da novela "Bebê a Bordo", destaca o caráter urbano dos grupos. Mas é Bussunda quem resume tudo com seu humor sarcástico: "Rock and roll é isso: é garra, força, luta!". Do ator ao humorista, depoimentos de personalidades que despontavam nos anos 80 se costuram a faixas clássicas dos Paralamas do Sucesso e da Legião Urbana, duas bandas que estavam no auge de suas carreiras, no DVD "Legião Urbana e Paralamas Juntos".

Exibido pela TV Globo apenas uma vez em 1988, o programa sai agora pela EMI, com um CD bônus incluído (R$ 50, em média). O especial dirigido por Jodele Larcher e produzido por Carlos Alberto Sion pode soar um pouco deslocado hoje - duas décadas e muitos cliques de MySpace depois – mas ainda funciona como artigo de interesse para os fãs. Quem não tem urticária só de ver Renato Russo enrolado em seu cachecol de lã cantando "Tédio" ou "Tempo perdido" certamente vai desfrutar de bons momentos.

O programa abre com "The song remains the same", do Led Zeppelin, seguida pelos primeiros acordes de "Purple haze", de Jimi Hendrix. "Ska", dos Paralamas, se transforma em "Get back", dos Beatles. O rock clássico dá as caras e alinhava as referências musicais dos artistas, que terminam cantando "Ainda é cedo", todos juntos, mas não sem antes emendarem versos de "Jumpin' Jack Flash", dos Rolling Stones.

"Foram os Paralamas que abriram caminho pra gente", revela Renato Russo, na introdução de "Depois que o Ilê Passar", clássico carnavalesco do tradicional bloco de Salvador interpretado por Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone.

A performance do trio, aliás, mostra que, se a Legião saía na frente no quesito catarse coletiva (em junho daquele mesmo ano, Renato Russo e companhia levaram 50 mil pessoas ao estádio Mané Garrincha, em Brasília, num evento que terminou com mais de 200 feridos), os Paralamas ganhavam em desempenho musical. A versão enérgica de "Alagados" está aí para quem quiser (re)ver.

A maior raridade, segundo consta, é o clipe de "Que país é este" feito especialmente para o "Fantástico", que faz parte dos extras do DVD, junto com números apresentados no lendário programa "Globo de Ouro" – a exemplo de "Melô do marinheiro" e "Soldados". Mas o sempre controverso Renato Russo também rende ótimas aspas. "A relação a dois é melhor quando o jogo do poder inexiste" está entre elas.

 Studio 2002

Michael Jeffrey teria forçado guitarrista a engolir pílulas e vinho.
Livro inédito traz suposta confissão do empresário.

Do G1, em São Paulo

O guitarrista Jimi Hendrix, em foto sem data. (Foto: AP)

Segundo o ex-roadie James "Tappy" Wright, a morte do guitarrista norte-americano Jimi Hendrix em setembro de 1970 por afogamento com o próprio vômito foi causada por Michael Jeffrey, empresário do músico.

O jornal britânico "Mail on Sunday" diz que a revelação é feita em "Rock roadie", livro inédito de Wright. Segundo o ex-roadie, Jeffrey estava bêbado quando confessou ter entrado no quarto de hotel onde o guitarrista dormia e ter forçado Hendrix a engolir pílulas para dormir e uma garrafa de vinho tinto.

Wright conta que a confissão aconteceu em 1971, durante uma conversa com o empresário embriagado. Jeffrey disse que Hendrix "morto valia mais para ele do que vivo" – ele seria o beneficiário de um seguro de vida do músico no valor de US$2 milhões. Jeffrey acreditava que o guitarrista o trocaria por um novo empresário.

Wright morreu dois anos depois da suposta revelação, em um acidente de avião. Jimi Hendrix morreu no dia 18 de setembro de 1970, em Londres. A porta de seu apartamento estava aberta, e não se sabe quem teria chamado a ambulância que encontrou o guitarrista.

A necropsia do corpo indicou que ele teria tomado calmantes e teria se asfixiado com seu próprio vômito. O corpo do músico foi enviado aos EUA e enterrado no Greenwood Memiorial Park, em Renton – subúrbio da sua cidade natal, Seattle.

 Studio 2002

 

Atriz escreveu no Twitter elogiando também Shaheen Jafargholi.
Lily Allen concordou com a cantora escocesa e disse: 'O melhor venceu'.

Do G1, em São Paulo

o Grupo Diversity, que venceu o ''Britain's got talent'' (Foto: Alastair Grant/AP)

Fã assumida de Susan Boyle, a atriz Demi Moore elogiou em sua página no Twitter o grupo Diversity, que venceu a escocesa na noite de sábado (30) no programa "Britain's got talent". "Diversity foi incrível e tão modesto. Amei!", escreveu.

Moore foi só elogios também ao jovem Shaheen Jafargholi, que com seu vozeirão arrancou elogios dos jurados. "Grandes talentos hoje à noite no 'BGT'. Sinto que são todos vencedores. Amo aquele menino Sheehan", escreveu, errando a grafia do nome do cantor. 

Corrigida por um leitor, ela se desculpou e afirmou: "Ele foi incrível! Quando o escuto cantar penso em Jennifer Hudson", comparou.

Já Lily Allen, que chegou a criticar Boyle, concordou com a frase da cantora escocesa de 47 anos ao perder o prêmio de 100 mil libras, e postou no Twitter: "Acho que o melhor venceu". E completou também com elogios a Shaheen, dizendo que o menino foi ótimo.

 Studio 2002

Cantora foi superada pelo grupo de dança Diversity e ficou em segundo.
Ela apresentou música que a consagrou, 'I dreamed a dream'.

Do G1, em São Paulo, com agências

Apesar das expectativas, Susan Boyle perdeu o ''Britain's got talent'' (Foto: Reprodução)

O mundo todo esperava, mas o público que votou na grande final do programa "Britain's got talent" não quis: Susan Boyle, maior fenômeno recente da música britânica perdeu o prêmio principal para um grupo de dançarinos chamado Diversity.

 

A última etapa da atração aconteceu neste sábado (30), e Boyle deixou de faturar o prêmio de 100 mil libras (aproximadamente R$ 320 mil), e a oportunidade de se apresentar diante da rainha, durante o Royal Variety Show.

 

Ao saber da notícia, Boyle afirmou: "As melhores pessoas venceram. Desejo a vocês o melhor". Questionada sobre seus planos, ela disse que quer lançar um disco. E encerrou: "Que jornada! Foi inacreditável e uma lição de humildade".

 

Vestindo um elegante longo prateado –bem diferente do estilo simples apresentado na primeira etapa da da competição–, ela cantou a mesma música que a consagrou: "I dreamed a dream", do musical "Les misérables" (assista ao vídeo da apresentação). 

 

No fim da apresentação, disse que queria agradecer o apoio de todos, de sua cidade natal e também do público. "Foi uma semana de muita pressão para todos nós. Mas valeu muito a pena. Me sinto em casa no palco. Afinal, estou entre amigos", afirmou Boyle.

Após o show, a escocesa foi aplaudida de pé tanto pelo público quanto pelo jurados, que a exemplo das outras apresentações, foram só elogios para a cantora. "Você foi o centro das atenções do mundo, saíram notícias negativas a seu respeito. Mas eu só conseguia pensar que, para responder aos críticos, você deveria subir neste palco e cantar a canção pela qual nos apaixonamos, ainda melhor do que na última vez", afirmou Piers Morgan, um dos jurados. "Eu deveria ser imparcial, mas esqueça! Você é a melhor e deveria vencer essa competição."

Conhecido como durão, Simon Cowell também apoiou a competidora. "Você tinha todo direito de sair do programa. Muita gente disse que você não deveria estar aqui. Ganhando ou perdendo, você voltou, enfrentou os críticos e os superou. Isso é o mais importante. O que quer que aconteça, você pode sair daqui de cabeça erguida."

 

Diversity 

 

Foto: Reprodução

O grupo Diversity venceu Susan Boyle no show de calouros (Foto: Reprodução)

O grupo de dançarinos que surpreendeu ao deixar Boyle em segundo conquistou o Reino Unido com uma dança cheia de acrobacias ao som de um mix de rap e dance music, com efeitos eletrônicos.

 

Muito aplaudido pelo público e também pelos jurados após o show (veja aqui), os integrantes afirmaram estarem muito satsifeitos por ter chegado tão longe na competição.

 

Os jurados, no entanto, se mostraram mais otimistas. Amanda Holden apostou na vitória do grupo, e Simon chegou a afirmar que lhes daria nota 10, definindo sua apresentação como "perfeita".

 

Pronta para faturar

 

A escocesa de cabelo rebelde, não se parece em nada com uma estrela. É gordinha, de aparência melancólica e não tem o sorriso típico das celebridades. Mas sua voz de ouro a tornou uma das favoritas no "Britain's got talent" e celebridade da internet. O vídeo da primeira apresentação da caloura no programa já ultrapassou a marca dos 60 milhões de acessos no YouTube.

 

Com um fã-clube de famosos, que inclui a atriz Demi Moore e a cantora Cyndi Lauper, Boyle ofuscou todos os outros candidatos. Especialistas na área de entretenimento afirmaram ao jornal "Telegraph" que o interesse do público por Boyle não deve diminuir com o fim do programa. Paul Pott, primeiro vencedor da atração em 2007, faturou quase cinco milhões de libras, e a cantora escocesa deve superá-lo facilmente.

 

Alguns grandes nomes da música já manifestaram vontade de gravar com Boyle. Elaine Paige, a heroína da competidora, e Andrew Lloyd Webber também consideraram parcerias com ela. Fontes da indústria fonográfica cogitam, no entanto, que a prioridade de Boyle é gravar um álbum para o selo Syco, de Simon Coweel, produtor e jurado do programa.

 

As apostas para o álbum são grandes, já que Boyle, ao contrário dos competidores anteriores do "Britain's got talent", ganhou fama internacional e sua vida vem sendo acompanhada dia-a-dia por paparazzi, jornalistas e pelo público do mundo todo. Sua simples aparição provoca tanto ou mais comoção do que sua música.

 

Mas até agora o sucesso não trouxe nenhum retorno financeiro para Boyle. "Pelo que podemos perceber, não acho que ela teve retorno financeiro algum, o que é uma vergonha", explica Matt Fiorentino, porta-voz da Visible Measures, uma empresa de Massachusetts que acompanha os sucessos do YouTube.


"Nós contamos centenas de milhares de comentários sobre ela, e o público está ávido por um álbum. As pessoas realmente se apaixonaram por ela", diz Fiorentino.


Segundo ele, a primeira performance de Boyle - quando ela surpreendeu os céticos jurados e a plateia com sua voz de anjo - foi perfeita para o YouTube. Se tornou o quinto vídeo mais visto de todos os tempos. "Ela tem a história perfeita para este tipo de mídia", avalia Fiorentino. "As pessoas a julgaram pela aparência, e aí ela revelou essa voz fantástica e se tornou um sucesso."

 

Vizinhança

 

 

Foto: Derek Blair/AFP

Vizinhos colocaram mensagens de apoio nas janelas das casas em Blackburn (Foto: Derek Blair/AFP)


A competição se tornou o único assunto em Blackburn, o pequeno vilarejo escocês onde Susan Boyle era uma cantora comum nas noites de karaokê do pub local. "Estamos todos torcendo por ela", contou o gerente do pub Jackie Russel, antes da final do programa. "O melhor ainda está por vir", apostou, certeiro.

Telões foram instalados no vilarejo e estava prevista uma festa no centro comunitário onde Susan era voluntária.

 Studio 2002

O fenômeno global que se transformou Susan Boyle, a pacata cidadã escocesa que nunca beijou, teve neste sábado (30) um desfecho pouco feliz. Ela foi derrotada na reta final do programa de calouros "Britain's Got Talent" por um grupo de dança, que levou para casa 100 mil libras, mais a honrosa chance de se apresentar para a rainha Elizabeth II, no tradicional Royal Variety Show.

Susan Boyle entrou no palco com um vestido longo e brilhante para interpretar "I Dreamed a Dream", canção que a classificou para o programa de calouros do Reino Unido, no início de abril. Aparentemente nervosa e emocionada, ela agradeceu aos espectadores e a plateia do programa. "Estou entre amigos, não é mesmo?".

  • Reprodução

    Susan Boyle interpreta "I Dreamed a Dream" na final do programa Britain's Got Talent


Boyle tinha pela frente nove concorrentes no programa de variedades, incluindo dois grupos de dança de rua (Diversity e Flawless), crianças e um saxofonista. O vencedor foi escolhido por meio de votos dos jurados e dos espectadores, através do telefone.

No último domingo (24), Boyle retornou ao programa para interpretar "Memory", do musical "Cats". Neste dia, metade da audiência de televisão do Reino Unido (cerca de 13,6 milhões de espectadores) estava ligada no "Britain's Got Talent", maior audiência da história do programa da rede ITV1.

A cantora de 47 anos conquistou os céticos jurados e os britânicos com sua prodigiosa interpretação de "I Dreamed a Dream", canção do musical "Os Miseráveis", no dia 11 de abril. O vídeo de sua apresentação tornou-se um dos mais vistos na história no site YouTube, com quase 60 milhões de visitas.

Em sua estreia no palco, a cantora foi à frente das câmeras do programa de calouros com seu jeito deselegante e seu modo peculiar provocando risos na plateia, que supôs que ela não sabia cantar. Mesmo com o deboche dos jurados e do público, ela foi classificada e logo ganhou apoio de celebridades como Demi Moore, Kelly Clarkson e Ashton Kutcher.

Com aparições nos programas de televisão da Oprah Winfrey e Larry King, Boyle --que foi ridicularizada por nunca ter sido beijada-- se tornou uma sensação global, por sua idade e aparência conflitando com a imagem da maioria das celebridades modernas.

Boyle, que cantava em corais quando era jovem, mas que sempre sonhou com uma carreira no West End de Londres, tentou calar a boca deles, dizendo que não presta atenção ao furor global.

Desde a sua apresentação em abril, equipes de televisão de todos os cantos do mundo acamparam em frente a sua casa na Escócia e jornais dedicaram páginas sobre ela. Um fã dedicou a ela um site "Nunca julgue um livro pela capa".

Ela falhou na final do "Britain's Got Talent", mas sua carreira parece certa. Segundo a agência de notícias Associated Press, a cantora já recebeu proposta para assinar um contrato com uma gravadora, e o seu grande reconhecimento já lhe abriu portas.
via UOL musica
 Studio 2002

Cantora mostrou a mesma música que a consagrou, 'I dreamed a dream'.
Ela agradeceu aos amigos de sua cidade natal e ao público. 'Valeu a pena.'

Do G1, em São Paulo

Susan Boyle se apresenta na final do ''Britain's got talent'' (Foto: Reprodução)

Apesar das pressões e da complicada semana que passou, Susan Boyle subiu ao palco do "Britain's got talent" neste sábado (30) para a grande final do programa de calouros que a tornou na maior celebridade recente da música mundial.


Vestindo um elegante longo prateado –bem diferente do estilo simples apresentado na primeira etapa da da competição–, ela cantou a mesma música que a consagrou: "I dreamed a dream", do musical "Les misérables" (veja a apresentação no site oficial do programa).

 

 

No fim da apresentação, ela disse que queria agradecer o apoio de todos, de sua cidade natal e também do público. "Foi uma semana de muita pressão para todos nós. Mas valeu muito a pena. Me sinto em casa no palco. Afinal, estou entre amigos", afirmou Boyle.

 

Após o show, a escocesa foi aplaudida de pé tanto pelo público quanto pelo jurados, que a exemplo das outras apresentações, foram só elogios para a cantora. "Você foi o centro das atenções do mudo, saíram notícias negativas a seu respeito. Mas eu só conseguia pensar que, para responder aos críticos, você deveria subir neste palco e cantar a canção pela qual nos apaixonamos, ainda melhor do que na última vez", afirmou Piers Morgan, um dos jurados. "Eu deveria ser imparcial, mas esqueça! Você é a melhor e deveria vencer essa competição."


Conhecido como durão, Simon Cowell também apoiou a competidora. "Você tinha todo direito de sair do programa. Muita gente disse que você não deveria estar aqui. Ganhando ou perdendo, você voltou, enfrentou os críticos e os superou. Isso é o mais importante. O que quer que aconteça, você pode sair daqui de cabeça erguida."

 

O "Britain's got talent" desta noite foi dividido em duas partes. A segunda, quando será finalmente anunciado o grande vencedor do show de calouros, está programada para começar às 21h (17h de Brasília).

 Studio 2002

Phil Spector recebeu a sentença nesta sexta-feira (29).
Mesmo após cumprir pena, ele pode passar a vida toda preso.

Do G1, com agências internacionais

Phil Spector, ao centro, cercado pelos seus advogados de defesa. (Foto: Reuters)

O produtor musical Phil Spector foi sentenciado, nesta sexta-feira (29), a pelo menos 19 anos de prisão pelo assassinato de uma atriz de Hollywood em 2003, informou a agência de notícias Reuters.

 

A sentença afirma que Spector deve passar um mínimo de 19 anos na cadeia até se tornar apto a pleitear a liberdade condicional. Se não conseguir a condicional, ele deve passar o resto da vida atrás das grades.

 

Spector, 69, que ficou conhecido por revolucionar a música pop na década de 1960 com sua técnica de produção chamada de "wall of sound" (parede sonora), foi declarado culpado de assassinato em segundo grau por um júri de Los Angeles, em abril.

Lana Clarkson, 40, atriz de filmes-B (de baixo orçamento), morreu por um tiro na boca, disparado do revólver de Spector. O episódio ocorreu no castelo em que o produtor morava, em 3 de fevereiro de 2003. Os dois haviam se encontrado horas antes em uma casa noturna de Hollywood.

 

O produtor, que já trabalhou com os Beatles e os Ramones, entre outros, negou o crime, mas não se apresentou para testemunhar em nenhum dos dois julgamentos. Ele vem sendo mantido sob custódia desde a condenação em 13 de abril. 

Foto: Reuters Foto: Reuters

A atriz Lana Clarkson, morta em 2003 (Foto: Reuters)

A promotoria afirma que o tiro que matou Clarkson faz parte de uma série de ameaças com armas e violência que Spector cometera contra mulheres nos últimos 20 anos em ataques de fúria. 

 

Já os advogados de Spector alegaram que a atriz estava deprimida pelo fracasso de sua carreira e, por isso, cometera suicídio.

 

Spector teve uma infância atormentada. Seu pai cometeu suicídio, sua irmã passou anos internada em sanatórios e ele próprio sofria de depressão severa. Pouco antes do assassinato de Clarkson, Spector afirmou a um jornalista britânico, em uma de suas raras entrevistas, que sofria de personalidade bipolar e que havia "demônios lutando dentro de mim".

 Studio 2002

Londres, 29 mai (EFE).- A pressão da mídia à qual Susan Boyle se viu submetida nas últimas semanas, após sua apresentação no programa da televisão britânica "Britain's Got Talent", começou a incomodar a escocesa, que enfrenta amanhã a final do concurso "escondida" dos flashes e dos admiradores.

Desde que sua prodigiosa interpretação de "I Dreamed a Dream", canção do musical "Os Miseráveis", se transformou na última sensação na internet, os movimentos de Susan são seguidos de perto pelos tablóides britânicos e centenas de jovens que veem nela o novo ícone do panorama nacional.

Mas ser o centro de todos os olhares começa a afligir Susan, que na quinta-feira protagonizou um incidente no hotel londrino onde está hospedada, ao gritar perto de policiais que dois indivíduos tinham tentado agredi-la, segundo publicam hoje os meios de imprensa do país.

Além disso, um dos membros do júri do concurso, Piers Morgan, assegurou esta semana na sua página de internet que a cantora "tinha passado chorando os últimos dias" e que, inclusive, tinha ameaçado a "jogar a toalha e não se apresentar na final do concurso".

O programa desmentiu que Susan, uma desempregada de 47 anos cuja voz e simplicidade cativaram os britânicos, vá abandonar o concurso e assegurou que ela está recebendo o apoio psicológico que necessita para se concentrar em sua atuação e esquecer o "circo midiático".

Segundo o jornal "The Sun", a preocupação dos responsáveis do "Britain's Got Talent" com a saúde de Susan é tal, que decidiram tirá-la do hotel para "escondê-la" em um lugar mais tranquilo e afastado das câmaras.
via UOL musica
 Studio 2002

Moradores de Blackburn distribuíram cartazes desejando boa sorte.
Cantora deixou hotel onde estão competidores e foi para uma 'casa segura'.

Da AFP

Foto: Derek Blair/AFP

Moradores de Blackburn, na Escócia, deixam mensagens de apoio a Susan Boyle, que disputa na noite deste sábado (30) a grande final do programa 'Britain's got talent' (Foto: Derek Blair/AFP)

 

Foto: Derek Blair/AFP

Por causa da atenção exagerada da mídia a seu respeito, Boyle considerou abandonar o programa. O jurado Piers Morgan confirmou que ela deixou o hotel onde estão hospedados todos os participantes para ficar ''numa casa segura'' (Foto: Derek Blair/AFP)

 Studio 2002

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