Álbum 'Reality killed the video star' sai no dia 9 de novembro.
Cantor divulgou também os nomes das 12 faixas do novo trabalho.

Da Reuters

Divulgação
Capa do disco 'Reality killed the video star', de Robbie Williams. (Foto: Divulgação)

O primeiro single do longamente aguardado novo álbum de Robbie Williams foi tocado em estações de rádio de todo o mundo nesta sexta-feira (4) e já pode ser ouvido na internet.


Depois de seu último álbum, "Rudebox," ter tido uma recepção ambígua, tanto seus fãs quanto a crítica aguardam para ver se o single "Bodies" vai assinalar o retorno do cantor às grandes vendas do passado.


"Reality killed the video star", o primeiro álbum de Robbie Williams em três anos, será lançado em 9 de novembro.


"Estou num momento de virada em minha carreira. Este próximo disco vai decidir meu caminho," disse ele. "Estou um pouco assustado, porque não faço nada há três anos, mas por outro lado sempre fico assustado quando sai um álbum novo meu. Sou assim mesmo."


Desde que se lançou em carreira solo depois de deixar o grupo Take That, Robbie Williams já vendeu mais de 55 milhões de álbuns em todo o mundo. De acordo com a gravadora Virgin Records, da EMI, em 2006 ele vendeu 1,6 milhão de ingressos em um só dia para sua turnê daquele ano.


A gravadora disse que "Bodies" será liberada para todos no mesmo momento em partes diferentes do mundo e que Robbie Williams vai entregar pessoalmente a cópia a ser tocada pela estação Radio 1 da BBC. O single será posto à venda em meados de outubro.

O álbum foi produzido por Trevor Horn, que fez sucesso em 1979 com sua banda The Buggles e o álbum "Video killed the radio star."


A gravadora disse que a maioria das 12 faixas novas foi composta no estúdio que Williams tem em sua casa em Los Angeles e gravada em Londres.

 

Confira os nomes das músicas de "Reality killed the video star":

 

1 - "Morning sun"
2 - "Bodies"
3 - "You know me"
4 - "Blasphemy"
5 - "Do you mind?"
6 - "Last days of disco"
7 - "Somewhere"
8 - "Deceptacon"
9 - "Starstruck"
10 - "Difficult for weirdos"
11 - "Won't do that"
12 - "Superblind"
13 - "Morning sun (Remix)"

'I dreamed a dream' sai só em novembro, mas já é campeão de vendas.
Pedidos na Amazon ultrapassam Whitney Houston e até Beatles.

Susan Boyle, participante do programa 'Britain's Got Talent'. (Foto: Reprodução)

O álbum de estreia da cantora Susan Boyle, "I dreamed a dream", só sai em novembro, mas a caloura do programa "Britain's Got Talent" já se aproxima do topo das paradas.

O disco, que chega às lojas só no dia 24, já está no topo dos mais vendidos da loja virtual Amazon, graças ao grande número de pedidos na pré-venda. A data de lançamento foi anunciada há apenas alguns dias, mas tudo indica que os fãs mal podem esperar para ouvir o CD.

O frenesi chegou a tal ponto que fez Susan Boyle ultrapassar a cantora Whitney Houston e até os Beatles nas vendas da loja inglesa.

Susan deixou a turnê de "Britain's Got Talent" em julho para gravar algumas canções para o álbum, sobre o qual o jurado Simon Cowell comentou: "Ela soa fantástica, muito boa mesmo."

No início de 2009, a cantora escocesa de 48 anos ficou mundialmente conhecida ao apresentar uma versão de "I dreamed a dream", do espetáculo "Les misérables", no programa inglês, mas acabou ficando em segundo lugar na competição. Depois da final, ela teve um colapso nervoso e teve de ser internada em uma clínica de repouso.

De volta aos eixos, Susan parece estar pronta para disputar as paradas com outros apadrinhados de Cowell, como Carrie Underwood, Kris Allen, Adam Lambert e Leona Lewis, que também devem lançar material inédito em novembro.

AFP
  • Michael Jackson saúda o público ao receber prêmio de artista do século no American Music Awards, em Los Angeles (02/01/2002)

O cantor Michael Jackson foi enterrado nesta quinta-feira à noite, no cemitério Forest Lawn, nos arredores de Los Angeles, mais de dois meses depois de sua morte, em uma cerimônia privada apenas com a presença da família e amigos.

A atriz Elizabeth Taylor, o ator Macaulay Culkin e o produtor musical Quincy Jones estavam entre os cerca de 200 convidados que assistiram ao funeral. A segurança foi reforçada e a presença da imprensa restrita, com as câmeras de TV sendo desligadas após a chegada do caixão.

Gladys Knight cantou durante a cerimônia e o reverendo Al Sharpton, conhecido ativista pelos direitos civis, foi um dos oradores.

O enterro em Glendale começou mais de uma hora atrasado, por volta das 20:30hrs, horário local (0:30hr, horário de Brasília), depois que o cortejo fúnebre de 31 carros da família demorou a chegar ao local.

Os irmãos de Michael Jackson - Randy, Jackie, Tito, Jermaine e Marlon - retiraram o caixão do cantor, folheado a ouro, do carro funerário.

Todos estavam vestidos de maneira idêntica, com ternos pretos e usando uma única luva branca - figurino tornado famoso pelo rei do pop.

Os filhos do cantor - Prince Michael, 12 anos, Paris, 11 anos e Prince Michael II, 7 anos - sentaram na primeira fila de cadeiras junto aos pais de Michael, Katherine e Joe.

Segurança A família insistiu em ter uma cerimônia particular e estabeleceu regras restritas para a cobertura da mídia no enterro.

As ruas próximas ao cemitério foram fechadas, assim como o espaço aéreo perto do local.

O corpo do cantor foi enterrado em um mausoléu de segurança reforçada, monitorado por câmeras e vigias, e de acesso restrito. Um comunicado da família disse que o corpo foi enterrado às 21h43, hora local (01h43 em Brasília).

"A família Jackson quer agradecer, mais uma vez, todos os fãs de Michael mundo afora por sua generosa demonstração de apoio durante esta época terrivelmente difícil", disse o comunicado.

Depois do enterro, a família e alguns amigos compareceram a uma recepção pós-funeral em um restaurante italiano, perto de Pasadena.

Os custos da cerimônia foram cobertos pelo espólio de Jackson, após decisão judicial que favoreceu pedido da mãe do cantor, Katherine.

"Os gastos são extraordinários, mas Michael Jackson era extraordinário", disse o procurador Jeryll Cohen.

Segundo ele, uma das razões para o alto preço é o fato de que foram compradas 12 covas, apesar de ainda não ter sido revelada a razão da compra.

O enterro estava originalmente marcado para o último sábado, dia 29 de agosto, quando o cantor teria completado 51 anos, mas a data foi adiada para dar mais tempo à família para preparar a cerimônia.

O cemitério de Forest Lawn é conhecido por abrigar os túmulos de várias celebridades de Hollywood, como Humphrey Bogart, Errol Flynn, John Wayne e Clark Gable.

via UOL 

Jake Brockman morreu nesta quinta (3) na Grã-Bretanha.
Músico era conhecido como 'quinto Bunnyman' pelos fãs.

Jake Brockman, ex-tecladista do Echo and the Bunnymen. (Foto: Divulgação / Site oficial)

Jake Brockman, ex-tecladista da banda inglesa Echo & the Bunnymen morreu em um acidente de motocicleta nesta quinta-feira (3) na Ilha de Man, na Grã-Bretanha, diz a BBC.

O músico tinha 53 anos e chegou a ser considerado o "quinto Bunnyman" pelos fãs – esteve com a banda no auge, na década de 80 e foi incorporado como membro permanente em 1989.

Brockman morreu ao colidir sua motocicleta com uma ambulância. Pete de Freitas, baterista da banda, morreu em um acidente parecido no dia 14 de junho de 1989.

"A música era um aspecto central na vida de Jake", disse a sua esposa Sally Mundy em uma nota à imprensa. No site oficial da banda, o Echo & the Bunnymen publicou uma nota dizendo: "Nossos pensamentos estão com sua esposa, família e amigos".

Brockman também fazia parte do duo de música eletrônica BOM com o baterista Damon Reece (Spiritualized), e trabalhava como engenheiro de som da BBC.

'Não temos poder para proibir as pessoas de irem a eventos', diz ministro.
Show no dia 25 de setembro é patrocinado por cervejaria.

Da Reuters

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A banda Black Eyed Peas - liberados na Malásia. (Foto: Divulgação)

A Malásia voltou atrás e liberou a presença de muçulmanos em um show do grupo norte-americano de hip hop Black Eyed Peas, afirmando que não tem o direito de impedir que as pessoas compareçam a eventos de entretenimento.


O show, marcado para 25 de setembro, é patrocinado pela cervejaria Guiness como parte das comemorações pelo seu 250º aniversário.


O ministro da Informação, Rais Yatim, disse que cabe a cada indivíduo "o melhor julgamento" sobre se deve comparecer a eventos organizados por uma empresa de bebidas alcoólicas.


"Não temos poder legal, na verdade, para proibir as pessoas de irem a eventos", disse Rais na quarta-feira, segundo o jornal "The Star".


Os muçulmanos são 55 por cento da população de 27 milhões de pessoas do país, e não podem consumir álcool. A regra, no entanto, é normalmente driblada, especialmente em grandes cidades como a capital, Kuala Lumpur.


Uma muçulmana de 32 anos, porém, foi condenada neste ano a seis chibatadas por ter bebido cerveja.

Se existe um equivalente cultural ao xiita, trata-se do beatlemaníaco. O beatlemaníaco é conservador, é radical e é bravo. Francisco Simões, 39, é um beatlemaníaco. Por exemplo: tem em casa 83 discos de vinil dos Beatles (CDs ele não conta), a maioria repetido. Outro exemplo: teve um cachorro que se chamava Give Peace a Chance (música de John Lennon).
Divulgação
Lennon, McCartney, Starr e Harrison posam com seus ternos coloridos no fim dos anos 60
Lennon, McCartney, Starr e Harrison posam com seus ternos coloridos nos anos 60

Mais um: ele chorou em 1º de junho de 1987 porque naquele dia o LP "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" completou 20 anos e, na primeira frase da primeira música do disco, Paul McCartney canta assim: "Foi há 20 anos hoje".

E, finalmente, Simões espumou de raiva quando George Martin remixou os álbuns "Help!" e "Rubber Soul" para lançamento em CD em 1987. "Tem uma música chamada "Tell Me What You See" que mudou demais. No original, havia um reco-reco. Após essa remixagem, o som ficou tão claro que parecia um pente de plástico. Ele se destacou da massa sonora original e ficou horrível."

Eis aí o que não deixa os beatlemaníacos dormirem sossegados. Toda vez que executivos e donos das músicas do Beatles resolvem mexer, modernizar, melhorar, comprimir, descomprimir, digitalizar ou remasterizar o cancioneiro da banda, eles sentem um arrepio na espinha. Como agora.

A EMI vai lançar mundialmente na quarta que vem (dia 9/9/09) os 14 CDs dos Beatles, remasterizados, em capinhas estilosas, com fotos inéditas e com minidocumentários de 4 minutos sobre a produção de cada disco para ser visto em computador --será lançado também na mesma data o jogo Beatles Rock Band. Ainda não há informação exata sobre vendas digitais.

Os CDs avulsos estão sendo produzidos no Brasil (custarão R$ 35, em média). A EMI ainda colocará à venda duas caixas importadas com pôsteres, extras e um DVD com os minidocumentários, uma em estéreo (R$ 800) e outra com os CDs em mono (R$ 950).

Por incrível que pareça no século 21, a mono é a preferida dos xiitas, já que é essa a versão da mixagem que os Beatles em pessoa acompanhavam, nos anos 60 --a versão em estéreo era feita apenas pelos engenheiros, mais tarde (a rigor, um beatlemaníaco audiófilo extremo só ouve Beatles de uma forma: em LP de vinil original dos anos 60, produzido na Inglaterra e na versão mono).

Pois anteontem, a EMI promoveu em São Paulo uma sessão para a imprensa. Trechos de uma dúzia de músicas, antes e depois da remasterização, foram tocados. A Folha convidou Simões para a audição.

Simões não se diz um audiófilo extremo, mas está acostumado a ouvir Beatles em sua vitrola de 3.000 dólares, com agulha feita a mão no Japão e com as caixas de som em ângulo de 60 graus obrigatoriamente posicionadas para seu nariz, formando um perfeito triângulo equilátero.

Cânone

Para analisar o que ouvia anteontem, Simões fechou os olhos e colocou as mãos em concha em volta do rosto.
A cada nova música, fazia cara de quem recebia uma punhalada. "Em primeiro lugar, achei o som da sala muito ruim, alto demais, doendo o ouvido. Só ouvindo os remasters em equipamento de confiança dá para dizer algo mais definitivo. Dito isso, o Allan Rouse [engenheiro responsável pelas remasterizações] parece ter feito basicamente duas coisas: mexeu no volume e nos graves e agudos", disse.

"Essa questão do volume se chama "limiting". É mais ou menos o seguinte: as partes mais altas da música continuam iguais. As mais baixas são aumentadas e se aproximam do volume das mais altas. Isso faz com que a música fique melhor para ser ouvida em ambientes abertos, como num shopping ou na balada, ou no rádio ou no carro. Mas, num bom equipamento, ela perde a dinâmica; fica sempre igual", diz Simões.

"A outra mudança foi acentuar um pouco os graves e os agudos. A questão aqui é outra; não é técnica. É de cânone." Cânone é uma palavra mágica. Trata-se da discografia original, mas não desses 14 CDs remasterizados. É mais que físico; é um conceito.

O cânone dos Beatles passa pelos LPs de vinil mono produzidos nos anos 60. Se Lennon e McCartney fizeram o disco de um jeito, como um engenheiro pode vir acrescentar graves e agudos? Mexer no volume? Como podem querer "melhorar", entre aspas?

Mesmo que as diferenças sejam raramente percebidas, os audiófilos suam frio com essas liberdades. Simões, no entanto, diz que dificilmente distinguiria uma versão da outra sem tocá-las em seguida.

As peculiaridades e exigências sonoras dos beatlemaníacos, como se vê, são simples: voltar no tempo e congelar a vida nos anos 60.

Arte
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55 mil pessoas assistiram o show da cantora em Sófia.
Seleção da Bulgária tem jogo contra Montenegro neste sábado (5).

Da France Presse

AP
Madonna se apresenta na Bulgária no sábado (29). (Foto: AP)

A Federação Búlgara de Futebol acusou a cantora Madonna de ter destruído durante seu show o gramado do estádio Vasili-Levski de Sofia, onde a seleção nacional disputará no sábado (5) uma partida classificatória para a Copa do Mundo de 2010 contra Montenegro.


"É uma vergonha", afirmou o diretor esportivo Nasko Sirakov, no site da federação.


Cerca de 55 mil pessoas assistiram no sábado (29) o show de Madonna, que realiza uma turnê por vários países europeus.


Os responsáveis pela manutenção do gramado anunciaram que será impossível prepará-lo a tempo da partida e a federação confirmou que não tem como transferir a disputa.


A seleção búlgara, terceira colocada do grupo 8 da zona europeia, precisa vencer a partida contra Montenegro, em penúltimo, se quiser conservar alguma possibilidade de classificação.

Canção 'How d' you do' foi composta pelo ex-Beatle em 1969.
Cantora prepara álbum de inéditas produzido por Kassin.

Do G1, em São Paulo

A cantora Mallu Magalhães. (Foto: Divulgação)

Há 40 anos, o então beatle Paul McCartney engavetava a canção "How d' you do". Agora, a composição será finalmente ouvida pelos fãs na voz de Mallu Magalhães. A jovem artista grava a música inédita como parte do projeto "Beatles 69", do selo Discobertas (Microservice).

 

Organizada por Marcelo Fróes, a compilação trará canções compostas ou gravadas pelos Beatles no ano de 1969 e terá a participação de artistas como Capital Inicial, Ultraje a Rigor, Ivan Lins, Milton Nascimento, entre outros, além de Mallu. O projeto deve ser lançado ainda este mês.

 

Fróes, responsável pela tradução no Brasil dos livros de George Martin, foi quem obteve esse material inédito. Gravada nos estúdios Na Cena, "How d' you do" foi produzida por Raul Albornoz e mixada por ele e Luizinho Mazzei no Nosso Estúdio.

 

Paralelamente, Mallu finaliza a turnê de seu álbum de estréia homônimo no Tom Jazz nos dias 18 e 19 de setembro. Nestes shows, ela apresenta seus hits como "You know you've got", "Don't you look back", "Tchubaruba" e "Vanguart".

 

A cantora aproveita ainda para experimentar ao vivo algumas músicas inéditas que farão parte de seu segundo CD, que terá a produção de Kassin (Vanessa da Mata, Caetano Veloso, Jorge Mautner) e deve ser lançado ainda neste ano pela Agência de Música. 

Trio nova-iorquino se apresenta em São Paulo a partir desta quarta (2).
Espetáculo mistura performances com música, teatro, circo, pintura e vídeo.

 Do G1,

Os homens azuis estão de volta ao Brasil. Formado em Nova York por três amigos no final dos anos 80, o The Blue Man Group dá início nesta quarta (2), em São Paulo, a uma série de apresentações que unem música, teatro, vídeo, pintura e circo.

 

Batizada de "Megastar World Tour", a turnê passa pelo Credicard Hall, na capital paulista, até o dia 13 de setembro, e em seguida pelo Citibank Hall, no Rio de Janeiro, de 16 a 20 do mesmo mês. Ainda há ingressos à venda.

Em suas performances por aqui, o colorido trio de homens calvos traz sua atitude irreverente e altas doses de música. A ideia, segundo o diretor artístico da apresentação explicou, em entrevista coletiva realizada em agosto, é reproduzir a experiência de um show de rock. A trilha sonora do espetáculo, portanto, vai de Sex Pistols a The Who, passando por The Clash e Led Zeppelin.

Acompanhada por uma banda e pelos cantores Adrian Hartley e Phil Maniaci, a trupe obtém os sons por meio de instrumentos musicais inusitados, como tubos de PVC, antenas de fibra de vidro, cítaras, pianos desmontados e até cuíca. Elementos de samba, aliás, podem aparecer nos espetáculos do grupo no Brasil.

 

"Conhecemos a [escola de samba] Mocidade Alegre e foi chocante, inacreditável", diz o diretor artístico Michael Quinn. "Não dá para ser percussionista sem ter algum tipo de influência latina. Acho que vamos tentar acrescentar samba ao show. É engraçado porque todo mundo nesse país toca percussão. Nos Estados Unidos pouca gente toca."

Para ele, o maior desafio na criação do show foi encontrar uma linguagem universal "para que todo mundo entendesse e gostasse, e não apenas reproduzir um espetáculo americano".

A cor azul foi escolhida por ser neutra. "Cada cor tem uma conotação diferente. Vermelho significa raiva; verde remete aos extraterrestres. Já o azul é uma cor calma. O tom que usamos é o azul Klein, criado pelo pintor francês Yves Klein (1928-1962)."

"Nos shows, há uma mistura interessante de música tribal, rock and roll e punk rock. Isso me agrada bastante", acrescenta Jeff Turlik, diretor musical do espetáculo. "Adoro a parte cômica também. Os Blue Men são brincalhões e sempre imprevisíveis."

 

The Blue Man Group

 

São Paulo

Quando: 2 a 6 de setembro e 8 a 13 de setembro (terça, quarta e quinta, 21h30; sexta, 22h; sábado, 17h e 22h; domingo, 16h e 20h)

Onde: Credicard Hall, Av. das Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, tel. (11) 2846-6010 / Site: www.credicardhall.com.br

Quanto: R$ 60 a 280

 

Rio de Janeiro

Quando: 16 a 20 de setembro (quarta e quinta, 21h30; sexta, 22h; sábado, 17h e 22h; domingo, 16h e 20h)
Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shopping Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846 / Site: www.citibankhall.com.br
Quanto: R$ 80 a R$ 240

'Celebration' pode ser baixado de graça no iTunes.
Clipe foi gravado em Milão e tem participação de Jesus Luz.

Do G1, em São Paulo

Imagem do clipe de 'Celebration', nova música de Madonna. (Foto: Divulgação)

Madonna lançou nesta terça-feira (1º) o videoclipe de "Celebration", faixa-título do novo álbum da cantora, uma compilação reunindo faixas remasterizadas escolhidas pela própria cantora e pelos fãs. O vídeo pode ser baixado gratuitamente até o fim da quarta-feira (2) no site de vendas de vídeos e MP3 iTunes, da Apple.

A música, parceria de Madonna com o DJ Paul Oakenfold, apareceu na internet no final de julho. O videoclipe tem a participação de Jesus Luz, suposto namorado da cantora, atuando como um DJ que beija a popstar. O vídeo foi rodado em Milão, na Itália, com direção de Jonas Akerlund, colaborador de longa data da artista.

Segundo o site oficial da artista, "Everybody", "Express yourself", "Vogue" e "4 minutes" estão entre as faixas que compõem o repertório do álbum, que está previsto para 28 de setembro nos Estados Unidos e dia 29 no resto do mundo.. Na ocasião será lançado também um DVD com videoclipes.

A capa do álbum foi criada pelo artista pop conhecido como "Mr. Brainwash". O disco deve incluir ainda duas novas músicas de Madonna gravadas recentemente em Nova York.

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